Empresas
Black Friday: 3 tecnologias que podem auxiliar as empresas
Os varejistas que desejam lucrar mais na Black Friday precisam ter em mente que a hora de se preparar para data mais rentável do ano, é agora. E tem algumas tecnologias que podem ajudá-los. Conheça mais a seguir!
O levantamento realizado pela plataforma Gente da Globosat, chamado Termômetro de Consumo, mediu a expectativa dos consumidores para a data e apontou que 50% dos brasileiros pretendem comprar algum produto na Black Friday 2022. Este número representa um crescimento de 3% em comparação a 2021.
Ainda de acordo com a pesquisa, dentre todos os canais de compra, o e-commerce foi o destaque de 2021, totalizando R$4,2 bilhões de vendas e 5,6 milhões de pedidos. No entanto, para este ano, a principal tendência é o consumo omnichannel, com a possibilidade de compra online e retirada na loja física. Por esse motivo, é preciso alinhar todos os processos que integram loja física e e-commerce se a ideia é oferecer uma boa experiência de compra.
Entre os principais desafios que tornam a experiência de compra positiva, estão o bom atendimento, cumprimento de prazos, agilidade e qualidade. E para garantir que todas as etapas sejam percorridas com êxito, mecanismos de automação se tornam essenciais. Vou destacar algumas que considero fundamentais.
Logística inteligente
Como se sabe, com a Black Friday há uma enorme movimentação de compra e venda, consequentemente os consumidores tendem a ser ainda mais imediatistas depois de clicarem no botão ‘finalizar a compra’. Afinal, muitos deles esperam o ano todo pelas promoções do período. Levando em consideração a nova tendência de consumo omnichannel, adicionar agilidade à gestão de transportes através de uma solução logística, tanto para entregas em casa quanto para o deslocamento dos centros de distribuições até as lojas físicas, vai garantir uma maior produtividade, redução de frete e eficiência das rotas planejadas, além de assegurar que o cliente poderá retirar sua compra na data esperada.
Gestão de armazenamento
Prometer apenas o que se pode cumprir é outro requisito básico para uma boa experiência de compra. Isso quer dizer que em hipótese alguma se pode vender um produto que não existe mais no estoque. Nesse caso, o sistema WMS é uma ótima ferramenta para garantir precisão das informações. Com ele é possível registrar a entrada e saída de itens do CD, fornecer relatórios atualizados sobre o status dos produtos, além de atualizar relatórios com informações gerais sobre as mercadorias. Dessa forma, a satisfação do cliente não é comprometida ao fazer uma compra e não a receber.
Atendimento ao consumidor
Ao mesmo passo em que as vendas aumentam na Black Friday, há uma crescente no número de clientes entrando em contato com as empresas. Para oferecer um suporte ágil e eficiente, integrar o SAC a uma plataforma CRM que gerencia e documenta todas as informações geradas durante o atendimento proporciona uma experiência mais assertiva e prática. Se a assistência, nesta etapa, superar as expectativas do cliente, há grandes chances de fidelizá-lo no pós-venda.
Além de auxiliar em todo o processo de vendas em datas como a Black Friday, as tecnologias são essenciais para a tomada de decisão dessas empresas envolvidas na data. Por meio de uma gestão cada vez mais digital, o varejo ganha também agilidade para responder a imprevistos, especialmente em datas tão voláteis como essa. Um cuidado que fica ainda mais latente se pensarmos em tudo que vivemos nos últimos dois anos.
*Autor: Anderson Benetti, Head de Produto da Senior Sistemas
Audio Profissional
WDC Networks passa a distribuir soluções Harman em áudio profissional
Parceria reforça estratégia de consolidar presença no mercado Pro-AV no Brasil.
A WDC Networks anunciou a inclusão das soluções da Harman em seu portfólio de áudio profissional, em um movimento que amplia sua atuação no mercado Pro-AV no Brasil.
A parceria foi apresentada oficialmente ao mercado no dia 25 de março de 2026, durante evento na sede da empresa, em São Paulo, voltado a integradores de diferentes regiões do país. A apresentação contou com a participação de Bruno Moura, vice-presidente e general manager da Harman para a América Latina.
Com o acordo, a WDC passa a distribuir inicialmente as marcas AMX, BSS, Crown e JBL, ampliando sua oferta para projetos de pequeno, médio e grande porte. A empresa também trabalha na introdução da marca Martin, voltada a aplicações de entretenimento e iluminação arquitetural.
Segundo a companhia, a integração das soluções da Harman fortalece a estratégia de atuação como fornecedor completo para o mercado, reunindo em um único portfólio tecnologias de processamento, controle, amplificação e sonorização.
De acordo com Bruno Rigatieri, diretor Comercial e de Marketing da WDC Networks, a nova parceria complementa o conjunto de marcas já distribuídas pela empresa, permitindo atender diferentes etapas de projetos de áudio profissional com maior abrangência.
A iniciativa ocorre em um contexto de expansão do mercado de áudio e vídeo profissional no país, com aumento da demanda por soluções integradas em projetos corporativos, eventos e entretenimento.
Audio Profissional
QSC ganha canal focado em lojas com distribuição da Quick Easy no Brasil
Operação com a WDC Networks organiza a chegada da marca ao canal e concentra a atuação da Quick Easy na revenda para lojas de áudio profissional no Brasil.
O lojista de áudio profissional que tentava acessar o portfólio QSC com estrutura de revenda encontrava um caminho fragmentado. Esse cenário começa a mudar. A Quick Easy, distribuidora de Holambra (SP) com histórico em marcas de desempenho técnico exigente, assume a distribuição das linhas da fabricante americana no Brasil com foco declarado no varejo especializado. O acordo envolve a WDC Networks como elo logístico e foi apresentado em 1º de abril a representantes comerciais em São Paulo.
O que muda para o varejo especializado
Para as lojas de áudio profissional, o movimento significa acesso estruturado a uma marca que, até agora, chegava ao mercado por caminhos menos diretos. A Quick Easy atua desde 2012 e tem histórico de distribuição com marcas como Electro-Voice, Funktion-One e Samson — portfólios que exigem suporte técnico e argumentação de venda qualificada junto ao lojista.
O posicionamento da nova operação é claro: atendimento ao varejo especializado, não ao canal de projetos. “Nosso DNA é o atendimento ao varejo especializado. Sabemos que o mercado brasileiro precisa de mais que produto: precisa de acesso estruturado, suporte técnico qualificado e políticas comerciais que façam sentido para o dia a dia do lojista”, afirma José Evânio, diretor da Quick Easy.
QSC e a lógica do canal no Brasil
A QSC é uma das marcas referências no segmento de PA profissional global — suas linhas CP, K e L Class estão presentes em igrejas evangélicas, locadoras e projetos de instalação de médio e grande porte em todo o Brasil, um mercado onde o acesso via canal varejista tem peso relevante na penetração de marca.
A WDC Networks, distribuidora listada na B3 que já opera com a QSC desde 2024 no modelo TaaS (Technology as a Service), entra como parceira de infraestrutura logística — ampliando a capacidade de entrega nacional da operação. “A WDC Networks, nossa parceira, amplifica a capacidade de entrega nacional. Juntos, unimos conhecimento de mercado e infraestrutura para construir uma operação sólida que coloca a QSC mais perto dos nossos clientes”, diz Evânio.
O essencial
A Quick Easy entra na distribuição da QSC com foco exclusivo no varejo especializado — uma escolha que diferencia a operação do canal de projetos e instalação. Para lojistas de áudio profissional no Brasil, o sinal é direto: a QSC passa a ter um endereço de revenda estruturado, com suporte técnico e política comercial pensada para o dia a dia da loja.
Lojista
Tecnologia em instrumentos musicais cria novas oportunidades para o varejo
Impressão 3D, inteligência artificial e realidade imersiva impulsionam novos modelos de negócio.
A adoção de tecnologias como impressão 3D, inteligência artificial (IA) e realidade virtual (VR) e aumentada (AR) começa a impactar diretamente o varejo de instrumentos musicais, abrindo novas frentes em portfólio, serviços e experiência do cliente.
No ponto de venda, a impressão 3D permite avançar em modelos de personalização sob demanda. Lojas especializadas já testam a produção de peças, acessórios e adaptações específicas, reduzindo a necessidade de estoque e ampliando a oferta sem aumento proporcional de capital imobilizado.
Segundo a NAMM, personalização e flexibilidade na produção estão entre os fatores que mais influenciam a decisão de compra no setor.
A inteligência artificial, por sua vez, ganha espaço como ferramenta de apoio comercial. Sistemas baseados em IA permitem analisar o perfil do cliente, nível técnico e preferências, tornando o atendimento mais direcionado e aumentando a taxa de conversão.
Além disso, a presença de IA em produtos — especialmente instrumentos digitais e softwares — cria oportunidades de venda adicional, elevando o ticket médio e incentivando a venda consultiva.
Já as tecnologias imersivas, como VR e AR, começam a transformar a experiência dentro das lojas. Essas soluções permitem simular o uso de equipamentos, realizar demonstrações virtuais e treinar equipes de vendas de forma mais eficiente.
Na prática, o ponto de venda evolui para um ambiente mais experiencial, no qual testar, aprender e comparar produtos passa a ser parte central da jornada de compra.
Especialistas indicam que essas tecnologias também contribuem para atrair novos públicos, ao reduzir barreiras de entrada no aprendizado musical.
Diante desse cenário, o principal desafio para o varejo está na implementação estratégica dessas ferramentas, priorizando aplicações com impacto direto em vendas, fidelização e diferenciação competitiva.
Como aplicar tecnologia em lojas de instrumentos em 30 dias
A adoção de tecnologias como inteligência artificial, impressão 3D e realidade imersiva pode ser feita de forma gradual no varejo musical. A seguir, um plano de ação dividido em quatro semanas, com foco direto em resultado comercial.
Semana 1: Diagnóstico e definição de foco
Objetivo: Identificar onde a tecnologia gera impacto em vendas.
- Analisar categorias com maior margem (ex.: guitarras, home studio, áudio pro).
- Mapear demandas recorrentes dos clientes (personalização, aprendizado, teste).
- Definir prioridade: vendas, experiência ou fidelização.
Ação prática: Escolher 1 categoria para projeto piloto.
Semana 2: Implementação rápida (baixo investimento)
Objetivo: Colocar soluções simples em operação.
- Implementar ferramentas básicas de IA (atendimento ou recomendação).
- Criar kits de venda (ex.: interface + microfone + fone).
- Testar personalização em itens simples.
Ação prática: Criar um fluxo de recomendação guiada (WhatsApp ou site).
Semana 3: Experiência no ponto de venda
Objetivo: Tornar a loja mais experiencial.
- Montar espaço de demonstração (ex.: setup de home studio).
- Oferecer testes assistidos.
- Usar recursos imersivos simples (vídeos, simulações).
Ação prática: Criar uma “zona demo” com produtos estratégicos.
Semana 4: Conversão e ajuste
Objetivo: Transformar experiência em receita.
- Medir ticket médio antes e depois.
- Ajustar abordagem comercial (venda consultiva).
- Oferecer serviços agregados (setup, treinamento).
Ação prática: Lançar combo: produto + serviço.
Indicadores principais
- Ticket médio
- Taxa de conversão
- Tempo de permanência na loja
- Venda de acessórios
Erros comuns
- Investir em tecnologia sem treinar a equipe
- Não acompanhar indicadores
- Implementar tudo ao mesmo tempo
- Focar na tecnologia e não no cliente
No varejo musical, tecnologia é meio, não fim. O diferencial continua sendo a experiência — agora ampliada por ferramentas digitais.
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