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Amplificadores Powertec são o destaque da Stagetec
A Stagetec está ampliando sua linha Powertec com o modelo Power-Racks. Conheça a origem dos seus produtos e a estratégia de mercado a seguir.
A empresa Stagetec surgiu da necessidade de outra empresa do grupo, Somtec (locadora), em adquirir produtos de alta qualidade não existentes no mercado nacional. Foi então que o sócio-fundador Fernando Ferretti decidiu desenvolver produtos com parceiros de alta tecnologia no exterior.
A atividade principal da mineira Stagetec é a fabricação de equipamentos eletrônicos, tendo como foco os amplificadores de áudio digitais Powertec.
Além disso, a Stagetec oferece consultoria e instalação de sistemas de áudio e conta com uma loja especializada na venda de produtos novos e usados de diversas marcas na linha de áudio profissional. Para 2020, a empresa prevê iniciar a linha de iluminação profissional.

Fernando Ferretti, consultor técnico e sócio-fundador da Stagetec/Powertec
A Powertec
“A marca Powertec surgiu após longa dedicação e experiência de quase dez anos como distribuidor oficial de uma marca italiana de amplificadores, comenta Fernando Ferretti, consultor técnico e sócio-fundador da Stagetec/Powertec. “Nos caminhos virtuosos das grandes marcas, a empresa italiana optou por mudar para outro distribuidor, na tentativa de alcançar melhores resultados e, como diz o ditado, “há males que vem para o bem”. Após perder a marca, decidi criar minha marca própria e desenvolver meus produtos de forma que eu pudesse seguir meu próprio caminho com mais liberdade.”
Os produtos Powertec são feitos em fábricas de alta tecnologia na China, “como as melhores marcas de áudio profissional do mundo fazem, mas sua finalização e adaptação ao nosso mercado são executadas em nosso laboratório no Brasil”, explica.
“A escolha do local de fabricação é o ponto-chave para se obter um produto final de alta qualidade. Fábricas de alta tecnologia possuem processos de controle de qualidade essenciais para garantir que todos os produtos tenham a mesma fidelidade, sonoridade e eficiência em produção de larga escala. Linha de produção automatizada, sistema de soldagem Lead Free (solda livre de chumbo), testes de Salt Spray, simulação de transporte, teste de vibração, testes de temperatura e umidade, controle de rastreamento dos componentes, padrões ISO, equipamentos de ponta, equipe P+D e outros tipos de controle e tecnologia que fazem da Powertec uma marca de alta confiabilidade, eficiência e tecnologia”, detalha Fernando.
Estratégia comercial
Desde o início, a Stagetec tem como objetivo atender bem o cliente, com rápido retorno no pós-venda e acesso direto por meio de mídias sociais. “Dessa forma, conseguimos obter respeito no mercado,” disse o sócio-fundador.
A comercialização dos produtos é feita diretamente com a própria empresa, mas também contam com parcerias com alguns lojistas e representantes. “Mas ainda é pouco. Pretendemos expandir isso em 2020, principalmente com o lançamento de novos produtos Powertec que serão introduzidos no mercado”, adiantou.
O caminho de desenvolvimento de produtos para a empresa seguirá as tendências do mercado, que são obter produtos mais leves, mais eficientes e com interfaces mais simples, do tipo plug and play, de forma a facilitar a vida do usuário.
“Infelizmente, cada vez mais a indústria nacional fica refém das dificuldades impostas pelo Brasil no que se refere a impostos, acesso à tecnologia e mão de obra especializada. Conheço grandes indústrias em nosso ramo que sofrem com a instabilidade do nosso país. Seria necessária uma grande reforma fiscal e tributária com incentivo do governo para a compra de tecnologia, máquinas e insumos importados, de forma a amenizar a enorme distância existente entre um produto importado e um nacional”, opinou Fernando.
Presença na feira Music Show Exp
A Stagetec esteve presente pela primeira vez na Music Show Experience, realizada em setembro, em São Paulo, e foi um ótimo debute para a empresa. “Expor sua marca em eventos desse tipo é essencial para crescer e reforçar sua presença no mercado. Nunca há de se relaxar, por mais que você pense que sua marca seja conhecida”, contou.
“O evento Music Show nos mostrou isso. Recebemos visitas de clientes de vários estados, e muitos desses ainda não conheciam nossos produtos. Foi uma ótima oportunidade para apresentar nossos produtos a novos clientes e conhecer novos parceiros na área do áudio”, concluiu.
Planos para o futuro? Novos projetos estão em andamento e em breve a Stagetec terá novos produtos de áudio profissional e iluminação. Fique antenado!
Novos Power-Racks
Os Power-Racks da Powertec são uma solução plug and play. Configurados sob medida para sistemas de sonorização profissional, podem ser montados em várias configurações e possuem as seguintes características:
- – Sistemas montados com amplificadores Powertec classe D, amplificadores com fonte PFC (Power Factor Correction) fator de correção de potência, 100-240 Vac. “O PFC tem eficiência bem superior às fontes convencionais, que rendem de 50% a 60% da energia consumida; as fontes com PFC têm rendimento de 99%”, explica Fernando. “O resultado são fontes mais silenciosas, mais eficientes e uma redução na conta de eletricidade.”
- – Peso reduzido: o rack completo pesa apenas 43 kg.
- – Possui sistema gerenciador de energia incluído com conexão 32A (tipo Steck).
- – Possui sistema antivibração exclusivo, feito para os amplificadores Powertec.
- – Possui sistema de conexão patch montado com cabos e conectores originais Neutrik.
– Possui sistema de tampas magnéticas que facilita o manuseio.
– Cabe destacar que os Power-Racks podem ser montados conforme pedido do cliente.
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Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
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BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet
Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia
Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.
O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.

Um palco para quem usa instrumento de verdade
O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.
Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.
O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.

O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa
A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.
O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.
O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.

A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar
O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.
Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.
A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema
Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.
O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.
E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.
O essencial
O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.

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Audio-Technica amplia linha com novos microfones shotgun on-camera
Modelos ATV-SG1 e ATV-SG1LE focam na captura de áudio para produção de vídeo para criadores.
A Audio-Technica apresentou os microfones shotgun ATV-SG1 e ATV-SG1LE, desenvolvidos para uso direto em câmera e voltados a criadores de conteúdo, videomakers e produções audiovisuais.
Os dois modelos utilizam cápsula de 14 mm e tubo acústico de 100 mm, configuração que permite captação direcional do som, priorizando a fonte principal e reduzindo ruídos de ambiente.
Os microfones contam com suporte antivibração integrado e tecnologia de proteção contra interferências, com o objetivo de minimizar ruídos gerados por movimentos da câmera ou por equipamentos eletrônicos próximos.
O modelo ATV-SG1 oferece recursos adicionais, como controle de ganho, filtro de corte de graves e gravação de pista de segurança, atendendo a usuários que buscam maior controle durante a captação.
Já o ATV-SG1LE adota uma abordagem mais simples, com operação plug-and-play e alimentação direta pela câmera, dispensando bateria.
Ambos os modelos podem ser montados diretamente em câmeras DSLR ou mirrorless, reforçando a proposta de soluções compactas para captura de áudio em vídeo, em um contexto de crescimento da produção de conteúdo digital.
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