Instrumentos Musicais
Abbey Road One da Spitfire Audio traz cordas para a coleção
A Spitfire Audio lança a tão esperada adição final à sua aclamada série ‘Abbey Road One’ em colaboração com o Abbey Road Studios.
A tão procurada seção de cordas altas, intitulada Abbey Road One: Soaring High Strings, oferece um som harmonioso, feito sob medida para passagens românticas e líricas sem sacrificar as execuções em alta velocidade.
Completando a coleção da série mais aclamada da Spitfire Audio, a nova biblioteca de samples apresenta gravações inéditas no Studio One do Abbey Road. É uma mistura de 16 primeiros violinos e 14 segundos violinos que tocam em uníssono para criar uma tapeçaria sonora apaixonada, ideal para criar uma composição ressonante. São 12 sinais, habilmente gravados pelo engenheiro vencedor do GRAMMY Award, Simon Rhodes, e um legato expressivo, perfeito para adicionar emoção às faixas.
Abbey Road Studio One
O Studio One do Abbey Road é considerado um dos melhores espaços acústicos do mundo, uma sala que a maioria dos compositores sonha em utilizar. Sua história possui uma conexão indelével com as trilhas sonoras ali gravadas, proporcionando emoção, atmosfera e magia para muitos dos filmes mais renomados e bem-sucedidos já produzidos – clássicos como “O Retorno de Jedi”, a trilogia “O Senhor dos Anéis”, “Harry Potter” e “Vingadores: Ultimato”.
Com sua tonalidade rica, graves profundos e reverberação famosa, o som do Studio One é amplo e épico. É o som icônico do cinema e um som que foi significativamente capturado na série ‘Abbey Road One’ da Spitfire Audio.
Bases orquestrais
A jornada sonora através da série ‘Abbey Road One’ começou com o lançamento do inovador Abbey Road One: Orchestral Foundations; uma orquestra sinfônica minuciosamente elaborada com 90 peças, que se concentrou em oferecer elementos essenciais como cordas, metais e madeiras.
Respondendo ao feedback da comunidade de produção musical, a série evoluiu ao longo dos anos, culminando na mais recente adição, Abbey Road One: Soaring High Strings, para completar a coleção. Ela funciona como uma biblioteca de amostras independente e, para aqueles que buscam a adição de legatos elevados e românticos, também se integra perfeitamente ao Abbey Road One: Orchestral Foundations.
Capturando a essência de como seu compositor favorito gravaria, a série tem continuamente abraçado a acústica inconfundível do Abbey Road Studio One, contando com músicos excepcionais, empregando engenheiros de som premiados e utilizando microfones inestimáveis. O resultado é uma experiência contínua, capacitando os criadores de música a tecer sem esforço suas próprias obras-primas cinematográficas.
Algumas características
- 16 primeiros violinos
- 14 segundos violinos
- 3 técnicas – Legato, Longo e Curto
- 10 microfones
- Dois mixes de Simon Rhodes
- Incluso no plug-in dedicado do Abbey Road One
- Download size: ∼8.5GB
Veja mais neste vídeo.
Instrumentos Musicais
Williams leva Mike Terrana e Alexandre Aposan ao palco em São Paulo
Evento no Manifesto Bar acontece em 16 de abril e vem na sequência da entrada de Terrana no time global da marca brasileira.
A disputa por atenção no mercado de bateria não passa só por produto: passa por artista, demonstração e presença física no ponto de contato com a comunidade. É nesse terreno que a Williams tenta ganhar tração ao reunir Mike Terrana e Alexandre Aposan no Manifesto Bar, em São Paulo, em 16 de abril, poucas semanas depois de oficializar Terrana como parceiro internacional da marca.
Segundo a página de venda Clube do Ingresso, o evento terá ingressos a partir de R$50 e será realizado no Manifesto, na Vila Olímpia. A programação divulgada pela marca também inclui uma coletiva de imprensa com Mike Terrana antes da abertura ao público geral.
A ação transforma endorsement em vitrine de marca
A Williams já havia anunciado em março a entrada de Mike Terrana em seu time de artistas. No material divulgado pela própria empresa, o baterista afirmou estar animado com a parceria e destacou a “qualidade” e a “resposta sonora” dos produtos da marca brasileira — uma base autodeclarada que ajuda a explicar o peso simbólico do movimento.
No caso de Terrana, a credencial ajuda a sustentar esse avanço. O baterista construiu carreira em projetos e turnês ligados a nomes como Yngwie Malmsteen, Rage, Masterplan, Axel Rudi Pell e Tarja Turunen, o que mantém seu nome entre os mais reconhecidos do hard rock e do metal internacional. Do lado brasileiro, Alexandre Aposan amplia a conexão local da ação, com trajetória ligada a turnês, estúdio e nomes fortes do circuito nacional.
O que a Williams tenta mostrar ao mercado com essa parceria
Ao colocar Terrana e Aposan no mesmo palco, a Williams transforma um endorsement em ativação presencial. Mais do que promover um encontro entre artistas, a marca usa o evento para dar prova pública de posicionamento — algo que pesa tanto no branding quanto na conversa com varejo, representantes e público final.
Essa leitura aparece também no discurso da liderança da empresa. Segundo o release enviado pela marca, o CEO Silvio Toneli afirmou que “o Mike é um artista muito respeitado e com uma legião de fãs por todo o mundo” e que a parceria mostra ao mercado global que a Williams é “uma empresa séria e com produtos de qualidade, que atende perfeitamente desde os bateristas novatos até as grandes lendas como o Mike Terrana”. Por se tratar de declaração da própria companhia, essa fala funciona como posicionamento oficial da marca sobre o objetivo do movimento.
Quem do mercado pode tirar algo desse encontro
Para lojistas, distribuidores e representantes, o evento vale menos pelo caráter celebratório e mais pelo uso prático: artista conhecido continua sendo ferramenta de demonstração, geração de desejo e argumento comercial, especialmente em categorias nas quais confiança sonora e prova de uso pesam tanto quanto preço.
No caso da Williams, a combinação entre um nome global do metal e um baterista de forte reconhecimento no mercado brasileiro reforça essa ponte entre branding e canal. Quando a marca leva a parceria ao palco logo depois do anúncio, ela deixa de vender só produto e passa a vender percepção de relevância.
O essencial
A Williams não está apenas promovendo um encontro entre dois bateristas de peso. Está usando a chegada de Mike Terrana para transformar endorsement em presença de mercado, com impacto potencial em branding, demonstração e conversa comercial.
Para o canal, o sinal é claro: quando a marca coloca artista e discurso institucional na mesma ação, ela está tentando converter prestígio em posicionamento de mercado.
Instrumentos Musicais
Trace Elliot lança pedal Dual Band Compressor para contrabaixo
Modelo leva circuito do amplificador TE-1200 para formato compacto.
A Trace Elliot apresentou o pedal Dual Band Compressor, baseado no circuito de compressão do amplificador TE-1200.
O modelo utiliza compressão de duas bandas, permitindo ajuste independente das frequências graves e agudas por meio dos controles LO BAND e HI BAND, oferecendo maior controle sobre a dinâmica do instrumento.
O pedal inclui controles de nível de entrada e saída, além de make-up gain para compensar a perda de volume causada pela compressão.
Voltado para uso em estúdio e ao vivo, o Dual Band Compressor conta com operação true bypass, facilitando a integração em diferentes cadeias de sinal.
A construção robusta inclui chassi metálico e componentes preparados para uso intensivo, com alimentação interna de 18V a partir de fonte padrão de 9V.
O lançamento amplia o portfólio da marca no segmento de controle de dinâmica para baixistas que buscam consistência e precisão sonora.
Captadores
Von Frankenstein Monster Gear lança novo humbucker
Captador combina design patenteado, imãs cerâmicos e construção personalizada.
A Von Frankenstein Monster Gear anunciou o lançamento do humbucker VON FRANKENSTEIN MONSTER, desenvolvido em parceria com o designer de captadores JD Mauro, da Route 30 Pickups.
O modelo é resultado de cinco anos de pesquisa e desenvolvimento, com foco em oferecer alto ganho aliado à definição sonora. O captador utiliza 12 polos do tipo hex bolt personalizados, três imãs cerâmicos de grandes dimensões e bobinas enroladas manualmente.
O projeto foi testado em diversos protótipos com o guitarrista Doyle Wolfgang Von Frankenstein, buscando adequar o desempenho ao seu estilo de execução.

Entre as especificações, o captador apresenta resistência média de 13,3 kOhms e indutância de 7,4H, características que contribuem para graves mais controlados e maior clareza em volumes elevados.
O modelo conta ainda com base em aço niquelado com acabamento preto e capa aberta com pintura eletrostática, oferecendo proteção aos componentes internos. A construção permite compatibilidade com diferentes espaçamentos de cordas em guitarras elétricas.
Segundo a empresa, o lançamento marca a expansão do portfólio, que passa a incluir soluções eletrônicas além das cordas para guitarra, com foco em músicos que buscam desempenho consistente em aplicações de alto ganho.
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