Disponível para compra a partir deste mês, a nova gaita cromática “Xpression” da Hohner oferece recursos técnicos e capacidades musicais destacados para músicos iniciantes e avançados.
Feita na Alemanha pela Hohner, a Xpression foi projetada para mostrar recursos de performance, mantendo o manuseio confortável. O instrumento possui um bocal de aço inoxidável usinado em CNC com propriedades de deslizamento e um controle deslizante de precisão integrado para máximo conforto do músico, placas protetoras de aço inoxidável com formato ergonômico para manuseio confortável, um pente de ABS otimizado para durabilidade em uma ampla variedade de condições climáticas, placas de palhetas fabricadas para priorizar a máxima estanqueidade do ar e palhetas de latão usinadas com precisão capazes de suportar uso pesado. Esses novos recursos de design completam efetivamente a linha Hohner Chromonica.
“O bocal de aço inoxidável atende aos altos padrões de tocabilidade e performance profissional”, disse Jimmy Zednik, gerente de marca das gaitas Hohner. “A Xpression tem um preço atraente para músicos iniciantes, enquanto o design, os materiais, a construção e a durabilidade o tornam um instrumento que durará à medida que os músicos progridem para níveis mais altos de atuação.”
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Portabilidade, integração digital e aprendizado online impulsionam a nova era do e-drumming.
O mercado global de baterias eletrônicas vive um ciclo de expansão em 2025. Impulsionado pelo boom da educação musical online, pela necessidade de tocar em casa sem incomodar e pela crescente profissionalização de bateristas que trabalham com DAWs e triggers, o segmento se consolida como um dos mais dinâmicos da indústria de instrumentos musicais.
Embora os fabricantes não divulguem números detalhados por modelo, listas de grandes varejistas internacionais e catálogos de produtos permitem identificar as séries mais buscadas do ano e as tendências que explicam seu domínio.
Modelos com maior presença no mercado em 2025
Não é ranking; são linhas que aparecem de forma recorrente em lojas globais, comparativos e fóruns profissionais.
Segmento de entrada / estudantis Roland TD-02K / TD-02KV: Preço acessível com o “feel” Roland e ecossistema educacional; opção favorita para iniciantes.
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Yamaha DTX402K / DTX452K: Kits silenciosos, app educativa sólida e forte presença em escolas.
Alesis Nitro Max : Boa relação custo-benefício; popular entre novos bateristas e academias.
Gama média
Roland TD-07KV / TD-07KVX: Sensores aprimorados, hi-hat mais natural e Bluetooth para estudo.
Alesis Surge Mesh / Crimson II SE : Pads mesh acessíveis; alternativa para quem busca resposta realista sem ir para o topo de linha.
Profissional / Palco e Estúdio
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Roland TD-17KVX2 / TD-27KV2: Módulos avançados, resposta orgânica e ampla compatibilidade com software.
Yamaha DTX6K-X / DTX8: Foco em dinâmica e realismo, voltado a músicos experientes e escolas avançadas.
Alesis Strata Prime: Ecossistema aberto, tela touchscreen e motor digital moderno para profissionais.
Tendências que explicam essas vendas
1) Toque silencioso como prioridade urbana
Apartamentos pequenos e home studios fortalecem kits com:
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Pads mesh
Sensores sensíveis em baixa dinâmica
Bumbo silencioso
2) Integração com DAWs e home-studio
Hoje o kit eletrônico é ferramenta de produção.
Usuários buscam:
USB/MIDI direto
Samples híbridas
Compatibilidade com Ableton/Logic/Pro Tools
Bluetooth para tocar junto
3) Educação e apps
Aprender bateria ficou mais acessível:
Apps oficiais (Roland/Yamaha)
Aulas gamificadas
Play-along integrado
Conteúdo tutorial em plataformas
4) Pads mesh viram padrão de mercado
A sensação próxima ao patch acústico chega até às linhas básicas.
5) Híbrido: eletrônica + acústica
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Mais bateristas combinam triggers, pads e módulo no palco.
O kit eletrônico deixa de ser “plano B” e vira parte do setup.
A marca homenageia um dos músicos que mais influenciaram a evolução moderna da harmônica na Europa.
A Hohner anunciou o lançamento da Steve Baker Signature Harp, um modelo desenvolvido em estreita colaboração com o renomado harmonicista Steve Baker, figura central da cena europeia do instrumento e colaborador da marca desde 1987. A novidade celebra sua trajetória e seu papel na modernização da icônica série Marine Band.
Baker participou ativamente da criação e atualização de diversos modelos históricos da Hohner — entre eles Marine Band Deluxe, Crossover e Thunderbird — contribuindo com ideias que revitalizaram a harmônica diatônica tradicional. Para o músico, esta nova signature representa um dos avanços mais importantes de sua colaboração com a empresa.
Afinações pensadas para seu estilo
A Steve Baker Signature Harp está disponível em duas afinações características: Country / Major 7 e Natural Minor, ambas fundamentais para o estilo melódico e expressivo do artista. Essas configurações permitem executar escalas e acordes indisponíveis na afinação padrão, ampliando as possibilidades de tocar melodias em modos maiores e menores.
Construção e detalhes técnicos
O instrumento incorpora componentes premium voltados à resposta rápida e ao conforto do intérprete:
Corpo de madeira de pereira com tripla camada de verniz, bordas arredondadas e revestimento “Ultraglide” no bocal.
Palhetas e placas de latão de alta precisão, projetadas para um timbre estável e encorpado.
Estojo rígido SnapCase incluído.
Em termos de especificações, a harmônica conta com 10 furos, 20 palhetas de latão e um alcance completo de três oitavas. Mede aproximadamente 10 cm de comprimento e está disponível nas tonalidades:
O sintetizador vive um novo ciclo de protagonismo.
Dos estúdios profissionais aos home studios, do pop global ao indie experimental, o instrumento ocupa um lugar central na produção musical de 2026. Nesse cenário, uma pergunta volta a ganhar espaço entre músicos, educadores e produtores: sintetizador analógico ou digital?
Não existe uma única resposta. Os dois universos oferecem vantagens reais, limitações claras e oportunidades que variam conforme o estilo, o orçamento e o tipo de som que cada criador deseja alcançar. Este guia reúne as principais diferenças e tendências do mercado atual para ajudar na escolha.
O que oferece um sintetizador analógico
Os sintetizadores analógicos geram som por meio de circuitos elétricos reais — osciladores, filtros e amplificadores — que respondem de maneira orgânica à execução.
Características principais
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Sinal contínuo, quente e com pequenas variações naturais
Controles diretos que favorecem a expressividade
Arquiteturas simples, ideais para aprendizado tátil
Som clássico associado a décadas de música eletrônica
Vantagens
Timbre quente e dinâmico
Interface física intuitiva
Resposta imediata, sem latência
Personalidade sonora única entre unidades
Desvantagens
Preço mais alto devido aos componentes
Maior peso e tamanho
Menor polifonia
Limitações de memória e conectividade
O que oferece um sintetizador digital
Os sintetizadores digitais produzem som por algoritmos, amostragem ou sínteses avançadas (FM, wavetable, granular, modelagem física).
Características principais
Alta polifonia
Presets complexos e amplo armazenamento
Conectividade moderna (USB, MIDI, DAW)
Grande variedade de motores sonoros em um único equipamento
Vantagens
Versatilidade ampla
Maior estabilidade e afinação
Integração direta com o estúdio digital
Melhor relação custo-benefício
Desvantagens
Sensação menos orgânica para alguns músicos
Curva de aprendizado mais acentuada
Dependência de menus e telas
Tendências do mercado em 2026
Híbridos no segmento médio-alto: Equipamentos que combinam osciladores analógicos com motores digitais — por exemplo, a arquitetura “analógico + wavetable”.
Portabilidade e polifonia acessível: Modelos digitais compactos atendem criadores móveis e home studios.
Analógicos acessíveis: Marcas com fabricação asiática permitem preços mais competitivos sem perder caráter sonoro.
Software + hardware como ecossistema: Controladores com plugins dedicados consolidam fluxos híbridos antes exclusividade de estúdios maiores.
Qual escolher segundo o perfil do usuário
Produtor pop / urbano Digital ou híbrido — versatilidade e presets rápidos para sessões intensas.
Designer de som / trilhas para mídia Digital — motores complexos e modulação profunda.
Músico de palco Analógico ou híbrido — presença sonora, controles físicos e estabilidade ao vivo.
Principiante Digital acessível — preço menor, mais polifonia e aprendizado guiado por presets.
Colecionador ou entusiasta vintage Analógico — valor emocional e caráter inconfundível.
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Não se trata de escolher um vencedor. Em 2026, o mercado mostra que analógico e digital não competem — coexistem.
Enquanto o analógico traz identidade, textura e uma resposta tátil que inspira execução, o digital abre caminhos para mundos sonoros moldados por software e tecnologia.
Para músicos, produtores e lojistas, entender essa complementaridade já faz parte da decisão. O que importa não é a tecnologia em si, mas como cada instrumento contribui para construir uma estética sonora e um fluxo de trabalho pessoal.