Lojista
Uma nova loja e muitas novidades para a AngelSom
Publicado
9 anos agoon
Focada na música e na paixão pela indústria, a loja do estado do Paraná continua crescendo e se desenvolvendo para prestar mais e melhores serviços aos clientes.
A AngelSom foi criada em outubro de 1987, primeiro como escola de música. Angelo Geraldo Bochenek, sócio-fundador, nasceu em Ponta Grossa e foi para Guarapuava, Paraná, com uma mala, um fogareiro e um colchão para realizar o seu sonho e trazer a boa música. Formado em órgão eletrônico, iniciou as aulas e foi ganhando espaço na nova cidade. Com muito trabalho e dedicação, após nove anos e atendendo a demanda dos alunos, em setembro de 1996 criou a loja de instrumentos musicais em uma sala anexa à escola, inicialmente com um baixo e um violão.
A partir daí, nascia um novo sonho. Com perseverança, inovação e amor à música, Angelo foi conquistando espaço no mercado. Anos depois desvinculou a loja da escola e novas portas foram se abrindo. Em 2012, Andrey Luigi Bochenek, atual diretor comercial, começou a ajudá-lo. “Desde criança, influenciado pelos meus pais — Angelo Geraldo e Vandeca Bochenek —, passei a estudar e apreciar música. Formei-me em vários cursos pela nossa escola e hoje toco 14 instrumentos. Unimos então a experiência, o conhecimento e o renome à jovialidade, à inovação e a um novo conhecimento de mercado. Conseguimos desenvolver novas estratégias de mercado e, juntos, dar início este ano a uma nova fase da AngelSom: a inauguração de uma nova loja”, contou Andrey.
A nova loja
Dia 13 de julho de 2016 foi a data de inauguração de uma das maiores e mais estruturadas lojas do Brasil, com mais de 420 m2. O projeto estava em pauta há algum tempo, buscando um diferencial, um espaço que realmente trouxesse algo novo para Guarapuava. Foi aí que uma sala em frente à antiga loja foi liberada e nela encontraram a área de que precisavam. Andrey conta: “Acabamos praticamente mantendo o ponto, pois é exatamente do outro lado da rua, e isso nos trouxe ainda mais segurança. Optamos por criar algo do zero. Desde a infraestrutura, os móveis, setores etc. Desde o dia em que confirmamos o novo espaço, buscamos trazer algo novo para a cidade, como uma forma de retribuir o carinho, a confiança e a fidelidade de todos os nossos clientes. Foi pensando neles que criamos cada detalhe da nova loja. Além de muito mais espaço, o que nos tornou uma das maiores lojas físicas exclusivamente de áudio e instrumentos musicais do País, pudemos aumentar o mix de produtos e trazer
ainda mais novidades para nossos clientes”.
Dois anos antes, em 2014, a AngelSom havia inaugurado também sua loja on-line, na qual planejam focar mais em 2017, com a reformulação do site e trazendo muitas novidades para os músicos do Brasil. “Temos clientes espalhados por todo o País, incluindo os que nos ligam, compram via site ou vêm até a loja física para conhecer as novas instalações.”
Membros da Rede
Outro ponto positivo da AngelSom é que são sócios da Rede da Música, uma cooperativa com 14 lojas do ramo, presente no Paraná e em Santa Catarina. Essa parceria começou há mais de sete anos, e desde o início foi ganhando espaço. A AngelSom se uniu com 14 lojistas para que, por meio de negociações e compras conjuntas, conseguissem novas parcerias e melhores preços. Hoje mantêm parcerias com várias fábricas e importadores do setor, sendo conhecidos nacionalmente por essa inovação de cooperativa no ramo. “Eu sou o diretor de compras da cooperativa, e em parceria com os demais membros da Rede, buscamos trazer as melhores condições para nossos clientes”, explicou Andrey. “Nossa meta é, dentro de cinco anos, abrir uma nova filial e trazer novos associados à cooperativa.”
Instrumentos e equipamentos
O segmento da loja une o áudio e instrumentos musicais, em todos os níveis, para que desde o músico iniciante até o profissional possam encontrar seu produto ideal. Como têm anos de mercado e são parte da Rede, conseguem hoje trabalhar com todas as marcas e buscam ter toda a variedade de que o mercado dispõe, sendo o áudio, cordas e acessórios os itens que apresentam mais demanda na loja. “Criamos na nova loja o Premium Parts, uma ideia inovadora destinada a acessórios de luxo, como fones de alto padrão, capotrastes, correias, cabos, efeitos, captadores e outros, que tornam este espaço único para o cliente que procura um produto diferenciado. Além disso, contamos com uma variedade gigante de encordoamentos, por exemplo, atingindo todos os públicos e todos os gostos”, comentou.
Outra novidade na nova loja é o Studio Meteoro, em parceria com a marca de amplificadores Meteoro, trazendo a possibilidade de criar um estúdio exclusivo para testes de guitarras, baixos, amplificadores e pedais. Ainda contam com venda de camisetas e bonés para músicos, com todos os produtos temáticos que envolvem a música.
Escola e eventos
Mas nem tudo é venda na AngelSom. Eles também têm a escola de música, que funciona há mais de 29 anos com uma estrutura própria totalmente adaptada para servir melhor aos alunos. Contam hoje com mais de 300 alunos e 11 professores, funcionando de segunda a sexta, das 9h às 21h30, e aos sábados pela manhã. Todos os professores têm anos de experiência, são formados e dedicados a promover o crescimento da música na cidade, em mais de dez cursos disponíveis.
Fora isso, a loja costuma organizar workshops e eventos especiais para não apenas ”vender um instrumento”, e sim se engajar e trazer as novidades do mercado, os músicos que despontam no País e demonstrar novos produtos com a parceria das empresas. “Esse será nosso trabalho daqui para a frente.”
“Não trabalhamos com crise. Esse é o nosso lema. Buscamos sempre ter diferenciais para não ficar parados no tempo. Devemos correr atrás dos nossos objetivos. Inauguramos uma loja desse porte em meio àa crise, mas não nos preocupamos com isso. Acredito que seja um diferencial. Pelo que ouvimos, as vendas no estado estão caindo e acredito que, para que voltem a crescer, deve haver uma ação conjunta das empresas com os fornecedores, com comprometimento e respeito de ambas as partes. Criar novas ideias, promoções e interações ajuda a dinamizar o mercado”, concluiu Andrey.
Instrumentos Musicais
O “quiet tech” musical: como a tecnologia silenciosa está mudando a prática urbana
Publicado
5 dias agoon
26/01/2026
Equipamentos mais silenciosos, compactos e portáteis redefinem a forma de estudar, produzir e criar música nas grandes cidades.
A vida urbana vem transformando profundamente a relação de músicos, produtores e criadores com seus instrumentos e equipamentos. Em apartamentos, home studios e espaços compartilhados, o volume deixou de ser apenas uma questão artística para se tornar também um fator prático do dia a dia. Nesse cenário, ganha força uma nova tendência: o “quiet tech” musical.
O termo engloba uma nova geração de equipamentos pensados para reduzir o impacto sonoro sem abrir mão de qualidade, sensação e funcionalidade. Entre os exemplos mais visíveis estão as baterias híbridas e eletrônicas com soluções de prática silenciosa, os monitores de estúdio compactos otimizados para trabalhar em volumes moderados e as soluções de tratamento acústico portátil, voltadas para espaços temporários ou não dedicados.
A cidade como motor da mudança
O crescimento das grandes cidades, somado à consolidação do home studio como principal ambiente de produção musical, acelerou esse movimento. Cada vez mais músicos trabalham em apartamentos, quartos multifuncionais ou estúdios improvisados, onde o controle de ruído é tão importante quanto a qualidade sonora.
Diante dessa realidade, fabricantes vêm respondendo com produtos mais eficientes, compactos e silenciosos, que permitem estudar, gravar e produzir sem conflitos com vizinhos, horários ou limitações de espaço.
Menos volume, mais controle
As baterias híbridas e eletrônicas, por exemplo, deixaram de ser apenas ferramentas de palco ou estúdio e passaram a ocupar um papel central como instrumentos de prática silenciosa, preservando a sensação física da execução. O mesmo acontece com os monitores nearfield de nova geração, projetados para oferecer resposta precisa mesmo em níveis de pressão sonora mais baixos.
A isso se soma o crescimento das soluções de acústica modular e portátil, como painéis dobráveis, cabines móveis e sistemas de absorção temporários, que permitem transformar rapidamente um ambiente comum em um espaço de trabalho funcional.
Uma tendência com impacto direto no mercado
O “quiet tech” não é uma moda passageira, mas sim uma resposta estrutural às mudanças na forma de criar música. Para marcas, distribuidores e lojas especializadas, esse segmento representa uma oportunidade clara de crescimento, especialmente entre músicos urbanos, produtores independentes e criadores de conteúdo.
Mais do que vender potência e volume, o mercado passa a valorizar controle, eficiência, portabilidade e convivência. Nas grandes cidades, a tecnologia silenciosa deixa de ser diferencial e passa a fazer parte do novo padrão da produção musical.
Você tem algum produto quiet tech na sua loja? Conte-nos!
Gestão
Tendências de gestão para 2026 que as lojas de música devem adotar
Publicado
2 semanas agoon
15/01/2026
Eficiência operacional, inteligência de dados e cultura de serviço impulsionam o novo ciclo do varejo musical.
O setor de instrumentos musicais entra em 2026 com desafios claros: consumidores mais informados, margens pressionadas, concorrência digital global e cadeias logísticas que ainda se ajustam após anos de disrupções.
Para se manterem competitivas, as lojas especializadas precisam transformar sua gestão interna — não apenas o marketing ou a força de vendas. A seguir, as principais tendências de gestão empresarial que devem definir o varejo musical em 2026 — e como aplicá-las.
1) Gestão orientada por dados (Data-driven retail)
A intuição dá lugar à evidência.
O que envolve
- KPIs de giro por categoria (guitarras, áudio, teclados, percussão)
- Margem por fornecedor e por SKU
- Dados de abandono, recompra e ticket médio
- Análise de estoque versus sazonalidade
Ferramentas recomendadas
- CRM
- ERP integrado ao e-commerce
- Painéis simplificados de BI
Objetivo: decisões mais precisas e compras mais inteligentes.
2) Redução estratégica de estoque
Não se trata de ter mais produtos, mas os produtos certos.
Práticas para 2026
- Curadoria de portfólio baseada em giro
- Redução de SKUs pouco rentáveis
- Modelos de consignação com marcas
- Previsão de demanda baseada em dados históricos e sazonalidade (volta às aulas, festivais, fim de ano)
Resultado: menos capital imobilizado e fluxo de caixa mais saudável.
3) Cultura de serviço e experiência
O cliente não compara apenas preço, mas atendimento, suporte e confiança.
Foco em
- Onboarding do cliente no pós-venda
- Programas de fidelização reais (aulas, manutenção, ofertas premium)
- Protocolos de atendimento claros e mensuráveis
- Guias internos para demonstrações, linguagem e experiência em loja
Diferencial: a loja deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a atuar como centro de apoio musical.
4) Profissionalização da equipe
Embora a indústria musical dependa historicamente de talento apaixonado, 2026 exige capacitação formal e metas claras de desempenho.
Ações
- Plano de formação: vendas consultivas, áudio e manutenção básica
- Avaliações trimestrais e objetivos mensuráveis
- Bonificação vinculada à satisfação do cliente, e não apenas ao volume de vendas
5) Serviços integrados como modelo de negócio
O valor não está apenas no produto.
Novos pilares
- Luthieria e manutenção
- Locação e test-drive estendido
- Escola de música integrada
- Salas privadas de ensaio
- Assistência técnica em pro-audio e informática musical
Essa diversificação reduz a dependência exclusiva das vendas e aumenta a fidelização.
6) Alianças estratégicas
Em vez de competir de forma isolada, as lojas ganham força ao se conectar ao ecossistema:
- Produtores locais
- Escolas e professores
- Casas de shows e igrejas
- Influenciadores e criadores
- Marcas boutique e luthiers
7) Digitalização operacional e automação
Menos tarefas repetitivas, mais foco no cliente.
Exemplos
- Controle automatizado de estoque
- Sistema de tickets para pós-venda
- Confirmações automáticas via WhatsApp
- Integração entre catálogo, faturamento e envio
8) Enfoque financeiro conservador e resiliente
Estabilidade será decisiva em 2026.
Boas práticas
- Reservas financeiras equivalentes a 3–6 meses de custos fixos
- Crédito negociado com fornecedores
- Planejamento de compras por sazonalidade
- Auditorias semestrais
As lojas de instrumentos musicais que prosperarão em 2026 serão as que conseguirem combinar:
- Visão estratégica e controle operacional
- Tecnologia e cultura de serviço
- Diversificação e eficiência
- Capacitação da equipe e proximidade com a comunidade
O instrumento já não é vendido apenas pela paixão: ele é gerido com disciplina, informação e experiência humana.
A mensagem-chave do ano: profissionalizar sem perder a alma musical.
Gestão
Tendências de marketing para 2026 que as lojas de música devem adotar
Publicado
4 semanas agoon
06/01/2026
Segmentação precisa, conteúdo educativo e experiências híbridas impulsionam a próxima fase do varejo musical.
O mercado de instrumentos musicais entra em 2026 mais competitivo e digital do que nunca.
Após anos de transformação acelerada pelo e-commerce, pelo conteúdo curto e pela profissionalização dos músicos independentes, as lojas especializadas precisam atualizar suas estratégias para dialogar com um consumidor mais informado, exigente e multicanal.
A seguir, as principais tendências de marketing que os retailers do setor musical devem considerar para manter relevância e aumentar conversão.
1) Conteúdo educativo como núcleo da estratégia
Músicos — especialmente iniciantes e intermediários — buscam orientação antes de comprar.
Em 2026, as lojas mais bem-sucedidas não apenas vendem: ensinam.
O que fazer
- Séries de vídeos curtos com dicas de instrumentos
- Lives semanais com testes de equipamentos e Q&A
- Comparativos técnicos e guias de compra por estilo musical
- Minicursos gratuitos para geração de leads
Resultado esperado: mais autoridade de marca, maior retenção e conversão orgânica.
2) Microinfluenciadores e artistas locais
O marketing de influência continua forte, mas migra para perfis regionais, credíveis e próximos do público real.
Bandas da cidade, professores, técnicos e criadores independentes funcionam melhor do que celebridades.
Estratégias
- Embaixadores locais com incentivos reais
- Ativações em escolas e estúdios
- Depoimentos autênticos, sem roteiro comercial
3) Experiência híbrida: loja física + digital
O cliente quer tocar o instrumento e pesquisar/comprar online.
Ações eficazes
- Tours digitais da loja
- Agendamento para testes privados
- Chat ao vivo com especialistas
- “Compre e retire” + áreas de teste rápido
A venda presencial segue forte, sustentada por suporte digital contínuo.
4) Personalização e CRM aplicado
A segmentação refinada deixa de ser opcional.
O músico valoriza recomendações personalizadas de acordo com nível, estilo e orçamento.
Como implementar
- CRM com histórico de preferências e compras
- E-mails segmentados (bateristas, guitarristas, escolas, igrejas)
- Ofertas personalizadas e upselling técnico (cordas, peles, interfaces, cabos premium)
5) Conteúdo focado no processo criativo
O músico atual quer mostrar como cria, não apenas o que compra.
Formatos-chave
- Demos criativas
- Conteúdo “direto do home studio”
- Bastidores de gravação: “como fiz este loop/riff/groove”
- Play-along com instrumentos da loja
A criação emociona mais do que um catálogo frio.
6) Marketing educativo para pais
O aumento de estudantes jovens recoloca os pais no centro da decisão.
É fundamental uma comunicação clara, sem excessos técnicos, focada em valor pedagógico, durabilidade e serviço.
Mensagens importantes
- Guias “primeiro instrumento”
- Benefícios cognitivos da música
- Planos de upgrade e manutenção
7) Comunidade como diferencial competitivo
No mercado globalizado, a loja local vence quando se torna um ponto de cultura.
Propostas
- Jam sessions e showcases
- Clínicas com artistas
- Sessões de teste guiado para iniciantes
- Programas de fidelização para professores
Quem cria comunidade, mantém relevância.
8) Transparência e sustentabilidade
A nova geração valoriza empresas com propósito.
Aposta para 2026
- Políticas de reparo e reposição
- Programas de instrumentos recondicionados
- Comunicação ética sobre preços e procedência
Em 2026, as lojas que prosperam não competem apenas por preço ou estoque, mas por conexão, conhecimento e experiência.
As palavras-chave do ano serão:
- Ensinar antes de vender
- Integrar marketing digital + experiência in-store
- Criar comunidade musical local
- Personalizar o contato com cada músico
O consumidor já mudou. Agora, o varejo musical precisa tocar no mesmo ritmo.
Áudio
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