O clássico som overdrive retorna com o cabeçote F-1200B e o gabinete Super Festival 610.
A Peavey anunciou o retorno da Série Super Festival, linha de amplificação para baixo inspirada em modelos clássicos dos anos 1970, agora atualizada com recursos modernos. O relançamento traz o F-1200B Bass Amp Head e o gabinete Super Festival Series 610.
O F-1200B se baseia no histórico F-800B de 1971 e oferece 1.200 watts RMS, com pré-amplificador BJT discretorecriado com componentes similares aos originais e ajustado por Hartley Peavey. O controle tonal combina EQ de três bandas e EQ indutivo de seis bandas, permitindo ampla personalização sonora.
O circuito de Overdrive, controlável via footswitch, mantém a característica pela qual a série se tornou conhecida. O painel traseiro inclui USB-C para gravação, DI XLR, loop de efeitos e saídas Speakon/¼”.
O gabinete Super Festival 610 possui seis falantes de 10″, construção em plywood de 15 mm, potência program de 1.200 watts a 8 ohms, além de atenuador de tweeter, rodízios internos e conectores combinados.
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Veja tudo pessoalmente no Booth 210A da Peavey durante a NAMM Show.
Novo instrumento combina tecnologia, design moderno e versatilidade para palco, estúdio e estudo silencioso.
A Aileen Strings anunciou o lançamento oficial do AV-D501, seu novo violino elétrico digital com design patenteado, desenvolvido para músicos que transitam por diferentes estilos e formatos de performance. O modelo foi apresentado inicialmente na feira Music China 2025, onde recebeu o prêmio de Best New Product of the Year.
Fundada em 1993 por Aileen Gu, a empresa destaca que o AV-D501 mantém seu padrão de construção e controle de qualidade. Cada unidade passa por inspeção individual antes de sair da fábrica e segue os padrões internacionais de regulagem de violinos.
O AV-D501 adota um corpo de silhueta moderna, com voluta redesenhada e acabamentos contemporâneos, mas preserva elementos tradicionais como espelho e pinos em ébano. O braço, o espelho e os pontos de contato recebem acabamento manual no próprio ateliê da marca.
Na parte eletrônica, o instrumento traz um sistema de captação piezoelétrico com controles de volume e tonalidade, além de um seletor de efeitos digitais integrados, incluindo Reverb, Chorus, Delay, Reverb + Chorus e Reverb + Delay, cada um indicado por uma cor de LED diferente. As conexões incluem saída 1/4” (6,35 mm), USB-C (OTG) e saída de fone de ouvido de 3,5 mm, permitindo uso em apresentações, gravações ou estudo silencioso.
O conjunto é complementado por cordal em fibra de carbono, acessórios selecionados e um arco de madeira brasil, permitindo que o instrumento seja utilizado imediatamente após ser retirado do case.
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O AV-D501 faz parte de uma edição comemorativa e já está disponível mundialmente por meio de revendedores e canais online. A empresa informa ainda que está buscando novos distribuidores em outros países.
Guia prático para limpar, proteger e conservar guitarras, baixos, baterias, teclados e equipamentos sem riscos desnecessários.
Cuidar bem de um instrumento não é apenas uma questão estética. Uma manutenção incorreta pode danificar acabamentos, ressecar madeiras, comprometer componentes eletrônicos e reduzir drasticamente a vida útil do equipamento. Em um mercado cheio de produtos “milagrosos”, saber o que usar — e o que evitar — se tornou essencial para músicos, técnicos e lojas.
A regra de ouro é simples: nem tudo o que limpa é seguro para instrumentos musicais.
O maior inimigo: produtos domésticos
Grande parte dos danos irreversíveis em instrumentos vem do uso de produtos de limpeza comuns. Devem ser evitados:
Álcool comum ou isopropílico em acabamentos pintados
Limpador multiuso e limpa-vidros
Silicone líquido ou em spray
Desengordurantes
Ceras automotivas
Produtos com amônia ou solventes fortes
Esses produtos podem:
Opacar ou rachar o verniz
Reagir quimicamente com a pintura
Penetrar em madeiras porosas
Danificar plásticos, colas e serigrafias
Deixar resíduos difíceis de remover
Nem todo acabamento é igual
Antes de usar qualquer produto, é fundamental saber qual é o tipo de acabamento do instrumento.
Nitrocelulose
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Muito comum em instrumentos vintage ou de inspiração clássica
É um acabamento delicado e sensível
Reage facilmente com álcool, silicone e solventes
Deve ser limpo apenas com pano seco ou produtos específicos para nitro
Poliéster e poliuretano
Mais resistentes e comuns em instrumentos modernos
Aceitam uma limpeza um pouco mais firme, mas não solventes
Ainda assim, o ideal é usar produtos próprios para instrumentos
Madeiras porosas (sem verniz ou apenas oleadas)
Escalas de rosewood, ébano, pau-ferro etc.
Nunca devem receber produtos com silicone
Use apenas óleos ou condicionadores específicos, em pouca quantidade e poucas vezes por ano
Guia rápido: o que usar em cada caso
Guitarras e baixos
Corpo e acabamento:
Pano de microfibra seco ou levemente umedecido
Produtos específicos para instrumentos
Nunca usar produtos de limpeza domésticos
Escala (rosewood, ébano, pau-ferro):
Condicionador próprio 1 ou 2 vezes por ano
Não encharcar a madeira
Remover sempre o excesso
Trastes:
Pano seco ou lã de aço fina (com extremo cuidado e protegendo os captadores)
Baterias
Cascos:
Mesmo cuidado das guitarras: pano seco ou produto específico
Nada de silicone ou cera automotiva
Ferragens:
Pano seco
Se houver oxidação leve, usar produto específico para metais aplicado no pano, nunca direto na peça
Peles:
Apenas pano levemente úmido, se necessário
Teclados, synths e equipamentos eletrônicos
Carcaça:
Pano de microfibra seco ou muito levemente umedecido
Nunca borrifar líquido diretamente
Teclas e painéis:
Produto neutro aplicado no pano
Evitar álcool forte e qualquer solvente
Conectores:
Limpador de contato específico, com moderação
Sinais de alerta
Se depois da limpeza você notar:
Manchas esbranquiçadas
Superfície pegajosa
Perda de brilho ou mudança de cor
Cheiro químico persistente
Provavelmente foi usado um produto inadequado.
Menos é mais
Um dos erros mais comuns é limpar demais. Excesso de produto:
Satura a madeira
Acumula resíduos
Atrai poeira
Acelera o desgaste
Na maioria dos casos, um pano seco e constância fazem mais pelo instrumento do que qualquer químico.
Manutenção sempre
A manutenção correta não depende de produtos caros nem de soluções milagrosas, mas de usar o que é adequado para cada material e evitar improvisos com produtos domésticos. Um instrumento bem cuidado preserva seu valor, sua estética e, principalmente, seu som.
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Na manutenção, como no áudio: menos intervenção, mais fidelidade.
O que começou como um projeto pensado exclusivamente para o mercado brasileiro acaba de ganhar projeção internacional.
A Hernan Voyzuk Project Series, desenvolvida em parceria direta com a fábrica turca Bosphorus Cymbals, passa a integrar gradualmente o catálogo global da marca, em um movimento pouco comum no mercado de pratos: uma série signature criada por um especialista, e não por um artista famoso.
Segundo Hernán Voyzuk, diretor da Bosphorus Brasil, a expansão internacional não fazia parte do plano original. “Numa primeira etapa, a série foi pensada exclusivamente para o mercado brasileiro, mas quando começamos a divulgá-la através de vídeos nas redes sociais, muitos bateristas e especialistas do mundo todo começaram a perguntar sobre o lançamento e a entrar em contato diretamente com a fábrica”, explica.
Diante desse interesse espontâneo, a própria Bosphorus avaliou a possibilidade de ampliar o alcance do projeto.
“A partir disso, a fábrica me consultou sobre a possibilidade de lançar a série em nível global. Ela passará a entrar progressivamente em vários países, de acordo com os mercados onde a Bosphorus possui distribuição”.
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Reconhecimento de uma trajetória construída ao longo de 20 anos
Do ponto de vista da fábrica, o lançamento internacional representa mais do que a chegada de um novo produto. Para Voyzuk, trata-se de um reconhecimento direto ao trabalho desenvolvido ao longo de duas décadas.
“Trabalho em conjunto com a fábrica há 20 anos no desenvolvimento de novas séries. Participei ativamente da criação das séries Samba e Syncopation, que hoje já fazem parte da identidade da marca”.
Essa relação foi determinante para que os artesãos turcos propusessem um passo inédito. “Eles me disseram que havia chegado o momento de eu desenvolver minha própria série, aproveitando todo o conhecimento adquirido ao longo de tantos anos. É um reconhecimento ao trabalho realizado e também uma aposta em uma série signature criada por um especialista, algo realmente inédito no mercado”.
Um marco pessoal e profissional
Ver um prato com seu nome ganhar alcance global é, para Voyzuk, um momento de forte carga emocional.
“É um misto de sensações que me remetem aos meus primeiros passos com a bateria, ao aprendizado com meus grandes mestres na Argentina, a todo o processo de evolução e ao contato com inúmeros bateristas ao redor do mundo”, relata. “É uma realização pessoal e profissional muito forte, resultado de muitos anos de estudo, pesquisa e compartilhamento de conhecimento”.
Um som autoral com linguagem universal
A identidade sonora do Hernan Voyzuk Project Ride nasce de uma referência clara: o jazz e o legado de Tony Williams.
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“Conheci o Tony Williams muito cedo, quando tinha 11 anos, e isso foi determinante na minha formação musical. Sua sonoridade sempre foi uma referência nos meus estudos”, afirma.
Para Voyzuk, essa base não limita o alcance do produto — pelo contrário. “O jazz e o legado do Tony Williams são universais. Acredito que esse tipo de sonoridade sempre será bem recebida em qualquer parte do mundo”.
Brasil como polo criativo da indústria
O lançamento internacional também reforça o papel do Brasil como criador de produtos de alto nível para o mercado global.
“O Brasil sempre foi uma referência mundial de música de excelência, com músicos de altíssimo nível. Projetos como esse ajudam a mostrar que também podemos oferecer instrumentos de altíssima qualidade, com criatividade e conhecimento técnico”.
Expectativas para 2026
Este ano será estratégico para a Bosphorus Cymbals Brasil. “Em 2025 celebramos 20 anos da marca no Brasil, algo muito significativo. Mesmo enfrentando desafios, conseguimos fortalecer o prestígio da Bosphorus no país”, destaca Voyzuk.
Entre os planos estão mais ações educacionais e presença reforçada em eventos do setor “Seguiremos com nossos eventos ‘Bateristas e Prateristas’, focados em educação e troca de conhecimento, e já estamos programando nossa terceira participação na Conecta+ Música & Mercado, um evento consolidado e fundamental para nossos projetos no Brasil”.