Equipamento para DJs
Fones HD 250BT da Sennheiser entregam experiência de estilo DJ
Disponíveis no Brasil, os fones de ouvido HD 250BT da Sennheiser foram pensados para fornecer a mesma experiência de áudio vivida pelos mais renomados DJs do mundo. Confira.
Já pensou em matar a saudade de uma balada eletrônica sem sair de casa? Para quem relembra com nostalgia da efervescência da vida noturna, a Sennheiser apresentou o HD 250BT. O modelo foi inspirado na mesma experiência de áudio vivida e aprovada pelos mais renomados DJs do mundo.
Com drivers dinâmicos, conectividade Bluetooth de última geração, bateria com duração de até 25 horas, compatível com os mais avançados codecs de áudio e um design durável, o HD 250BT foi pensado para aplicar doses de aventuras no dia a dia: ele permite ouvir música por horas seguidas, assistir a vídeos e até mesmo receber ligações por meio de seu microfone embutido.
Tecnologia
O HD 250BT apresenta um design leve, com isolamento de ruído externo otimizado e controles intuitivos, e é equipado com a famosa tecnologia de transdutor da Sennheiser. O suporte para codecs de áudio de alta qualidade, como AAC e aptX, bem como a conectividade Bluetooth 5.0, garantem uma notável qualidade com graves dinâmicos para ouvir música em qualquer lugar.
Para os ouvintes que buscam uma experiência de áudio personalizada, o equalizador intuitivo do aplicativo Sennheiser Smart Control torna possível o ajuste de som de acordo com as preferências individuais. Enquanto isso, aptX de baixa latência permite a sincronia do áudio com a ação na tela, enquanto o usuário assiste a vídeos.
“Com um desempenho notável e recursos avançados, o HD 250BT realmente aprimora a experiência de áudio do dia a dia em um ótimo custo-benefício”, comenta Daniel Reis, sócio da Sennheiser no Brasil. “Esses fones de ouvido oferecem uma série de recursos premium que proporcionam uma experiência de som digna da melhor experiência de uma balada de música eletrônica- onde quer que você esteja”, finaliza.
Informações técnicas
- Estilo de uso: headband
- Princípio transdutor (microfone): ECM
- Nível de pressão sonora (SPL): 110 dB (1 kHz/0 dBFS)
- THD, distorção harmônica total: < 0.3 % (1 kHz, 100 dB SPL)
- Acoplamento de ouvido: Supra-aural
- Princípio transdutor: dinâmico, closed-back
- Padrão de captação: microfone simples omnidirecional
- Tempo de operação: 25 horas (playback de música via SBC) con bateria recarregável dos fones
- Fonte de força: bateria litio-polímero recarregável embutida: 3.7 V ⎓, 190 mAh carga USB: 5 V ⎓, 100 mA max.
- Operação de umidade relativa do ar: 10 a 80%, armazenamento sem condensação: 10 a 90%
- Intervalo de temperatura operation: 0°C to +40°C charging: +10°C to +40°C storage: –20°C to +60 °C
- Tempo de carga: até 3 horas
- Suporte de app: Sennheiser Smart Control App para iOS e Android
- Resposta de frequência: 20 Hz a 22,000 Hz (-10 dB)
- Resposta de frequência (Microfone): 100 Hz a 10,000 Hz
- Peso approx. 125g
Equipamento para DJs
Música eletrônica passa a ser reconhecida como patrimônio cultural em São Paulo
Reconhecimento fortalece mercado, legitima a atuação de DJs e pode abrir caminho para inclusão em políticas públicas de incentivo.
O recente reconhecimento da música eletrônica como patrimônio cultural do Estado de São Paulo através da Lei nº 18.400/26 marca um novo capítulo para o setor no Brasil. Mais do que um gesto simbólico, a medida é vista por profissionais da área como um passo em direção à consolidação institucional e econômica de um segmento que movimenta eventos, festivais, turismo e produção cultural.
Para Taty Aguiar, DJ e empresária do setor, criadora do E-LAB Instituto, o mercado recebeu a notícia com entusiasmo. “Isto traz mais profissionalização e mais pessoas interessadas na música e em fazer música”, afirma.
De nicho a indústria estruturada
Nas últimas duas décadas, a música eletrônica deixou de ser restrita a clubes noturnos para ocupar múltiplos espaços.
Segundo Taty, o DJ ampliou sua atuação. “Não só em boates, mas em ambientes corporativos, em grandes shows, no cinema. Viraram parceiros em outros eventos, como no Carnaval e em projetos com outros ritmos musicais. A música se comunica e se integra em outros contextos.”
Essa transversalidade ajudou a consolidar o setor como parte relevante da cadeia produtiva da música, envolvendo produtores, técnicos de áudio, empresas de iluminação, marcas de equipamentos e estruturas de grande porte.

Impacto no mercado
O reconhecimento cultural tende a gerar três efeitos principais:
- Maior legitimidade institucional para o segmento
- Estímulo à formação profissional
- Fortalecimento da percepção pública sobre a atividade
Além disso, o enquadramento como patrimônio cultural pode abrir discussão sobre inclusão em políticas de fomento. “A lei de incentivos tem que incluir também”, defende Taty Aguiar.
A inclusão formal da música eletrônica em mecanismos de incentivo pode ampliar acesso a editais, financiamentos e programas culturais, equiparando o segmento a outras expressões já consolidadas.
Profissionalização em expansão
O perfil do DJ também mudou. Hoje, além da performance, o profissional atua como produtor musical, curador artístico e, muitas vezes, empreendedor.
Com maior reconhecimento institucional, a tendência é de aumento na oferta de cursos, formação técnica e estruturação empresarial do setor.
Um movimento cultural e econômico
A música eletrônica movimenta festivais, turismo, tecnologia, produção audiovisual e marcas globais. O reconhecimento como patrimônio cultural formaliza um fenômeno que já vinha se consolidando economicamente.
O próximo passo, segundo profissionais do setor, será garantir que esse reconhecimento se traduza em políticas públicas concretas e oportunidades reais de desenvolvimento.
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AlphaTheta lança o DJM-V5, novo mixer compacto de 3 canais com som profissional e controle sem fio
Modelo herda o DNA do DJM-V10 e incorpora tecnologia SonicLink para monitoramento sem cabos e com latência ultrabaixa
A AlphaTheta anunciou o lançamento do DJM-V5, um novo mixer de DJ de 3 canais que reúne as principais características do DJM-V10 — modelo profissional de 6 canais usado em grandes festivais — em um formato mais compacto e portátil, sem abrir mão da qualidade sonora e das possibilidades criativas.
Com tamanho cerca de 30% menor que o DJM-V10, o DJM-V5 foi desenvolvido para cabines com espaço reduzido, mas mantém o layout e a ergonomia familiares aos DJs profissionais, incluindo EQ de 4 bandas, compressor, filtro e Send FX. Os faders de canal de 60 mm são os mesmos do DJM-V10-LF, e o novo modo Soft Mix Curve ajuda a obter transições mais suaves ao aplicar uma leve atenuação das altas frequências durante as mixagens.
Som de alta resolução e assinatura sonora refinada
O DJM-V5 herda a reconhecida assinatura sonora do DJM-V10, com processamento interno DSP de 64 bits/96 kHz e conversores A/D e D/A de 32 bits da ESS Technology. Segundo a marca, todos os componentes de áudio foram selecionados e ajustados após testes em ambientes reais, como clubes, para garantir um som equilibrado, com maior definição espacial e excelente separação entre os elementos, mesmo em mixagens mais densas.

Efeitos avançados e mais liberdade criativa
O mixer conta com 6 tipos de Send FX: Short Delay, Reverb, Shimmer, Tape Echo, PingPong e Echo-Verb. Cada canal possui seu próprio controle de nível de efeito, e o controle de tempo muda de comportamento conforme o tipo de efeito, permitindo desde ajustes suaves e contínuos até passos sincronizados com o BPM para aplicações mais rítmicas e precisas.
Monitoramento sem fio com SonicLink
Um dos grandes diferenciais do DJM-V5 é a integração do transmissor SonicLink, tecnologia sem fio proprietária da AlphaTheta com latência ultrabaixa. Quando combinado com os fones HDJ-F10, o sistema permite monitorar a mixagem sem o uso de cabos, oferecendo mais liberdade de movimento na cabine sem comprometer a resposta em tempo real.
Compacto, potente e voltado ao DJ moderno
Com design elegante, recursos herdados do DJM-V10 e foco em criatividade, portabilidade e qualidade sonora, o DJM-V5 se posiciona como uma nova opção para DJs que buscam um mixer profissional, versátil e preparado tanto para clubes quanto para apresentações móveis.
Veja mais neste vídeo.
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Reloop RP-7, o primeiro toca-discos profissional projetado para vinis de 7”
O novo modelo homenageia a cultura do single de 45 rpm com recursos voltados para DJs e colecionadores.
A Reloop anunciou o lançamento do RP-7, o primeiro sistema de toca-discos profissional de 7 polegadas produzido em série, desenvolvido para DJs, colecionadores e entusiastas do vinil que valorizam o formato 45 rpm como uma expressão cultural própria.
O RP-7 combina um design compacto com características herdadas da linha profissional RP da marca. Incorpora um motor DC de alto torque (2,5 kg/cm), otimizado para oferecer partida rápida, estabilidade de rotação e baixa variação de velocidade, permitindo cueing preciso e técnicas avançadas de scratch. O prato de alumínio fundido sob pressão e a fonte de alimentação comutada integrada ajudam a reduzir interferências e vibrações.

O toca-discos utiliza um braço reto de cobre, com amortecimento interno em borracha para minimizar ressonâncias. A base com altura ajustável é inspirada nos modelos RP-7000 MK2 e RP-8000 MK2, e o design estaticamente balanceado elimina a necessidade de anti-skating, simplificando a configuração do equipamento.
Pensado tanto para audição quanto para uso profissional, o RP-7 oferece faixas de pitch ajustáveis de ±8 %, ±16 % e ±35 %, além de botão reset para retorno instantâneo à velocidade zero. É compatível com 45 RPM, além de 33 1/3 RPM e 78 RPM, e inclui uma luz LED de alumínio removível e giratória para melhor visibilidade em ambientes com pouca iluminação.
Em conectividade, o RP-7 conta com saídas phono/line comutáveis, conectores banhados a ouro e um painel de conexões totalmente embutido para integração segura em cabines de DJ. O conjunto é finalizado com construção robusta e acabamento preto metálico profundo, voltado a ambientes profissionais, estúdios e eventos.
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