Gestão
Fim da Substituição Tributária para instrumentos musicais
Governo isenta mais de 100 categorias de produtos nos regimes de substituição tributária, instrumentos musicais incluído
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) – que reúne os secretários estaduais de Fazenda do país – decidiu que, a partir de 01 de janeiro de 2016, mais de 100 categorias de produtos, incluindo instrumentos musicais, que não constarem nos Anexos do Convênio ICMS 92/15, não se sujeitarão aos regimes de substituição tributária e de antecipação do recolhimento do imposto com encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes, nas operações realizadas por qualquer contribuinte do ICMS, optantes ou não pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições – Simples Nacional.
“A Abemusica e algumas outras Associações nacionais, dentro e com o aval da CNI, compusemos uma força tarefa e passamos a atuar no CONFAZ e Secretarias Estaduais de Fazenda (SEFAZ), disseminando o entendimento que tal regra abrangeria tanto as empresas com regime de apuração periódico (RPA) como com regime do Simples Nacional.”, explicou Synésio Batista da Costa, em comunicado que emitiu a notícia no último dia 21 de dezembro.
Costa, completa: “Nas negociações que se seguiram com o CONFAZ, obtivemos sucesso e os instrumentos musicais foram excluídos da lista dos que permaneceriam com ST”.
Em tempo: Equipamentos de áudio, incluindo microfones, continuam sujeitos a ST-ICMS.
O que seu contador precisa saber:
O CONFAZ na sua última reunião, celebrou os seguintes atos normativos relacionados a esta matéria: Convênio ICMS 146/15, Convênio ICMS 149/15, Convênio ICMS 152/15 e Convênio ICMS 155/15, publicados no DOU em 15.12.2015.
Leia também: Anexos do Convênio ICMS 92/15
Desta forma, as Secretarias de Fazenda de cada Estado emitirão seus decretos sobre as regras que serão, ou não, aplicadas a esta medida.
[toggles title=”Nota do CONFAZ – 15 de dezembro, 2015″]
Na sexta feira, dia 11 de dezembro o Ministro se reuniu com os Secretários de Fazenda de todos os Estados.
Reunião do Confaz no último dia 15 de dezembro
NOTA CONFAZ
O Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 5º, IX do Regimento do CONFAZ, tendo em vista a deliberação da 159ª Reunião Ordinária do CONFAZ, realizada em 11 de dezembro de 2015, e em atendimento ao disposto no § 7º do art.13 da lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 147, de 7 de agosto de 2014, faz publicar que referido Conselho ao analisar os questionamentos apresentados ao CONFAZ em relação ao conteúdo da Nota Confaz, 20.10.2015, deliberou que os códigos constantes nos anexos do Convênio ICMS 92/15, que estabelece a sistemática de uniformização e identificação das mercadorias e bens passíveis de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS com o encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes, devem ser observados por todos os contribuintes do ICMS, independentemente do regime de tributação, adotado pelo contribuinte e prestam-se a várias finalidades, especialmente, ás seguintes:
a) definir quais mercadorias poderão ser incluídas pelos Estados e pelo Distrito Federal nos regimes de substituição tributária e de antecipação do recolhimento do imposto com encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes. Portanto, a lista é autorizativa para essas unidades federadas;
b) padronizar as descrições e codificações das mercadorias sujeitas aos regimes de substituição tributária e de antecipação do recolhimento do imposto com encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes;
c) permitir a correta identificação de mercadorias que, embora sejam distintas, são classificadas em um mesmo código NCM/SH;
d) atribuir o Código Especificador da Substituição Tributária – CEST, permitindo a correta identificação da mercadoria passível de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação do recolhimento do imposto com encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes e, consequentemente, do tratamento tributário ao qual ela é submetida;
e) possibilitar o desenvolvimento de aplicativo que realizará o cálculo do ICMS devido por substituição tributária e por antecipação do recolhimento do imposto com encerramento de tributação, relativo às operações subsequentes.
A partir de 01 de janeiro de 2016, as mercadorias que não constarem dos Anexos do Convênio ICMS 92/15 não se sujeitarão aos regimes de substituição tributária e de antecipação do recolhimento do imposto com encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes, nas operações realizadas por qualquer contribuinte do ICMS, optantes ou não pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições – Simples Nacional.
Esclarece mais que o texto da LC Nº 123/06, art. 13, § 1º, XIII, “a”, e § 7º, com as modificações feitas pela LC nº 147/14, determina que as entidades devem ser ouvidas. Durante a elaboração da lista, representantes de várias entidades e segmentos tiveram a oportunidade de se manifestar junto a este Colegiado. O pedido de manifestação feito na Nota Técnica CONFAZ de 20 de outubro de 2015 teve como objetivo ouvir o CGSN e as entidades representativas dos segmentos econômicos envolvidos nesta etapa do processo de elaboração dos Anexos do Convênio ICMS 92/15.
Informamos que, em relação às manifestações apresentadas, foram feitas as considerações pertinentes nesse documento, restando a anuência tácita aos anexos do Convênio ICMS 92/15 em relação aos interessados que não se manifestaram em tempo hábil.
Por oportuno, esclarecemos que o CONFAZ na sua ultima reunião, celebrou os seguintes atos normativos relacionados a esta matéria: Convênio ICMS 146/15, Convênio ICMS 149/15, Convênio ICMS 152/15 e Convênio ICMS 155/15, publicados no DOU nesta data (15.12.2015)
Eventuais esclarecimentos deverão se apresentadas às Secretarias de Fazendas Estaduais ou Distrital do respectivo domicílio fiscal do consulente, cujos endereços e telefones se encontram disponíveis no site do CONFAZ www.confaz.fazenda.gov.br
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Para mais informações, consulte as Secretarias de Fazenda em seu Estado.
Contatos Secretarias Estaduais de Fazenda
Secretaria de Estado da Fazenda do Acre
Secretaria da Fazenda do Estado de Alagoas
Secretaria da Fazenda do Estado do Amapá
Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas
Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia
Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará
Secretaria de Estado de Fazenda do Distrito Federal
Secretaria da Fazenda do Estado do Espírito Santo
Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás
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Secretaria de Estado da Receita do Estado da Paraíba
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Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí
Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro
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Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul
Secretaria de Finanças do Estado de Rondônia
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Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina
Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo
Secretaria da Fazenda do Estado de Sergipe
Secretaria da Fazenda do Estado de Tocantins
Gestão
Tendências de gestão para 2026 que as lojas de música devem adotar
Eficiência operacional, inteligência de dados e cultura de serviço impulsionam o novo ciclo do varejo musical.
O setor de instrumentos musicais entra em 2026 com desafios claros: consumidores mais informados, margens pressionadas, concorrência digital global e cadeias logísticas que ainda se ajustam após anos de disrupções.
Para se manterem competitivas, as lojas especializadas precisam transformar sua gestão interna — não apenas o marketing ou a força de vendas. A seguir, as principais tendências de gestão empresarial que devem definir o varejo musical em 2026 — e como aplicá-las.
1) Gestão orientada por dados (Data-driven retail)
A intuição dá lugar à evidência.
O que envolve
- KPIs de giro por categoria (guitarras, áudio, teclados, percussão)
- Margem por fornecedor e por SKU
- Dados de abandono, recompra e ticket médio
- Análise de estoque versus sazonalidade
Ferramentas recomendadas
- CRM
- ERP integrado ao e-commerce
- Painéis simplificados de BI
Objetivo: decisões mais precisas e compras mais inteligentes.
2) Redução estratégica de estoque
Não se trata de ter mais produtos, mas os produtos certos.
Práticas para 2026
- Curadoria de portfólio baseada em giro
- Redução de SKUs pouco rentáveis
- Modelos de consignação com marcas
- Previsão de demanda baseada em dados históricos e sazonalidade (volta às aulas, festivais, fim de ano)
Resultado: menos capital imobilizado e fluxo de caixa mais saudável.
3) Cultura de serviço e experiência
O cliente não compara apenas preço, mas atendimento, suporte e confiança.
Foco em
- Onboarding do cliente no pós-venda
- Programas de fidelização reais (aulas, manutenção, ofertas premium)
- Protocolos de atendimento claros e mensuráveis
- Guias internos para demonstrações, linguagem e experiência em loja
Diferencial: a loja deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a atuar como centro de apoio musical.
4) Profissionalização da equipe
Embora a indústria musical dependa historicamente de talento apaixonado, 2026 exige capacitação formal e metas claras de desempenho.
Ações
- Plano de formação: vendas consultivas, áudio e manutenção básica
- Avaliações trimestrais e objetivos mensuráveis
- Bonificação vinculada à satisfação do cliente, e não apenas ao volume de vendas
5) Serviços integrados como modelo de negócio
O valor não está apenas no produto.
Novos pilares
- Luthieria e manutenção
- Locação e test-drive estendido
- Escola de música integrada
- Salas privadas de ensaio
- Assistência técnica em pro-audio e informática musical
Essa diversificação reduz a dependência exclusiva das vendas e aumenta a fidelização.
6) Alianças estratégicas
Em vez de competir de forma isolada, as lojas ganham força ao se conectar ao ecossistema:
- Produtores locais
- Escolas e professores
- Casas de shows e igrejas
- Influenciadores e criadores
- Marcas boutique e luthiers
7) Digitalização operacional e automação
Menos tarefas repetitivas, mais foco no cliente.
Exemplos
- Controle automatizado de estoque
- Sistema de tickets para pós-venda
- Confirmações automáticas via WhatsApp
- Integração entre catálogo, faturamento e envio
8) Enfoque financeiro conservador e resiliente
Estabilidade será decisiva em 2026.
Boas práticas
- Reservas financeiras equivalentes a 3–6 meses de custos fixos
- Crédito negociado com fornecedores
- Planejamento de compras por sazonalidade
- Auditorias semestrais
As lojas de instrumentos musicais que prosperarão em 2026 serão as que conseguirem combinar:
- Visão estratégica e controle operacional
- Tecnologia e cultura de serviço
- Diversificação e eficiência
- Capacitação da equipe e proximidade com a comunidade
O instrumento já não é vendido apenas pela paixão: ele é gerido com disciplina, informação e experiência humana.
A mensagem-chave do ano: profissionalizar sem perder a alma musical.
Gestão
Tendências de marketing para 2026 que as lojas de música devem adotar
Segmentação precisa, conteúdo educativo e experiências híbridas impulsionam a próxima fase do varejo musical.
O mercado de instrumentos musicais entra em 2026 mais competitivo e digital do que nunca.
Após anos de transformação acelerada pelo e-commerce, pelo conteúdo curto e pela profissionalização dos músicos independentes, as lojas especializadas precisam atualizar suas estratégias para dialogar com um consumidor mais informado, exigente e multicanal.
A seguir, as principais tendências de marketing que os retailers do setor musical devem considerar para manter relevância e aumentar conversão.
1) Conteúdo educativo como núcleo da estratégia
Músicos — especialmente iniciantes e intermediários — buscam orientação antes de comprar.
Em 2026, as lojas mais bem-sucedidas não apenas vendem: ensinam.
O que fazer
- Séries de vídeos curtos com dicas de instrumentos
- Lives semanais com testes de equipamentos e Q&A
- Comparativos técnicos e guias de compra por estilo musical
- Minicursos gratuitos para geração de leads
Resultado esperado: mais autoridade de marca, maior retenção e conversão orgânica.
2) Microinfluenciadores e artistas locais
O marketing de influência continua forte, mas migra para perfis regionais, credíveis e próximos do público real.
Bandas da cidade, professores, técnicos e criadores independentes funcionam melhor do que celebridades.
Estratégias
- Embaixadores locais com incentivos reais
- Ativações em escolas e estúdios
- Depoimentos autênticos, sem roteiro comercial
3) Experiência híbrida: loja física + digital
O cliente quer tocar o instrumento e pesquisar/comprar online.
Ações eficazes
- Tours digitais da loja
- Agendamento para testes privados
- Chat ao vivo com especialistas
- “Compre e retire” + áreas de teste rápido
A venda presencial segue forte, sustentada por suporte digital contínuo.
4) Personalização e CRM aplicado
A segmentação refinada deixa de ser opcional.
O músico valoriza recomendações personalizadas de acordo com nível, estilo e orçamento.
Como implementar
- CRM com histórico de preferências e compras
- E-mails segmentados (bateristas, guitarristas, escolas, igrejas)
- Ofertas personalizadas e upselling técnico (cordas, peles, interfaces, cabos premium)
5) Conteúdo focado no processo criativo
O músico atual quer mostrar como cria, não apenas o que compra.
Formatos-chave
- Demos criativas
- Conteúdo “direto do home studio”
- Bastidores de gravação: “como fiz este loop/riff/groove”
- Play-along com instrumentos da loja
A criação emociona mais do que um catálogo frio.
6) Marketing educativo para pais
O aumento de estudantes jovens recoloca os pais no centro da decisão.
É fundamental uma comunicação clara, sem excessos técnicos, focada em valor pedagógico, durabilidade e serviço.
Mensagens importantes
- Guias “primeiro instrumento”
- Benefícios cognitivos da música
- Planos de upgrade e manutenção
7) Comunidade como diferencial competitivo
No mercado globalizado, a loja local vence quando se torna um ponto de cultura.
Propostas
- Jam sessions e showcases
- Clínicas com artistas
- Sessões de teste guiado para iniciantes
- Programas de fidelização para professores
Quem cria comunidade, mantém relevância.
8) Transparência e sustentabilidade
A nova geração valoriza empresas com propósito.
Aposta para 2026
- Políticas de reparo e reposição
- Programas de instrumentos recondicionados
- Comunicação ética sobre preços e procedência
Em 2026, as lojas que prosperam não competem apenas por preço ou estoque, mas por conexão, conhecimento e experiência.
As palavras-chave do ano serão:
- Ensinar antes de vender
- Integrar marketing digital + experiência in-store
- Criar comunidade musical local
- Personalizar o contato com cada músico
O consumidor já mudou. Agora, o varejo musical precisa tocar no mesmo ritmo.
Gestão
Tendências de vendas para 2026 para lojas de música
Automação, venda consultiva e experiência omnichannel marcam o novo ciclo do varejo musical.
O comércio de instrumentos musicais chega a 2026 com um consumidor mais informado, digitalizado e exigente. As lojas já não podem depender apenas de estoque e atendimento tradicional: o mercado demanda experiências personalizadas, agilidade logística e assessoria especializada.
A seguir, uma análise das tendências de vendas que definirão o setor em 2026 e que os varejistas musicais precisam adotar para permanecer competitivos.
1) Venda consultiva: o vendedor se transforma em assessor musical
O cliente já pesquisou antes de chegar à loja. Ele busca confiança e orientação, não pressão.
Como aplicar
- Capacitação técnica contínua da equipe
- Scripts de recomendação por nível e estilo musical
- Demonstrações práticas e comparativas
- Acompanhamento pós-venda real (afinação, setup, dicas)
Objetivo: fidelizar e reduzir devoluções, aumentando o ticket médio.
2) Omnicanalidade real: o cliente compra onde quiser
A experiência deve ser fluida entre loja física, site e WhatsApp.
Ações
- Catálogo online atualizado com estoque real
- Click & Collect com atendimento rápido
- Testes na loja agendados pela web
- Chat com vendedor especializado em tempo real
Resultado: mais conversões e menos atrito.
3) Social selling e presença em plataformas de vídeo curto
TikTok, Instagram e YouTube Shorts já influenciam mais do que o Google nas compras musicais.
Estratégia
- Lives de venda (packs, kits, “teste e leve”)
- Catálogos integrados às redes sociais
- Vídeos curtos: demos, comparativos, dicas rápidas
- Criadores e professores locais amplificando o alcance
4) Modelos de assinatura e financiamento flexível
A acessibilidade impulsiona vendas. Gerações mais jovens preferem pagamento mensal à compra integral.
Oportunidades
- Planos Rent-to-own (aluguel com opção de compra)
- Assinatura de instrumentos para estudantes
- Pacotes mensais para estúdio (controlador + DAW + monitores)
- Financiamento em parcelas pequenas e transparentes
5) Programas de “upgrade” e recompra
O músico evolui e quer melhorar seu equipamento sem perder investimento.
Ações
- Programa de troca de instrumento
- Crédito mediante entrega de usados
- Venda certificada de produtos recondicionados
Benefício: retenção e atração de novos músicos.
6) Serviços como extensão da venda
A venda em 2026 não termina no balcão.
Serviços-chave
- Setup inicial gratuito
- Manutenção programada
- Afinação e calibração
- Upsell inteligente: cordas, baquetas, cabos premium, capas, cases
- Aulas presenciais e online associadas
7) Microexperiências na loja
A loja deixa de ser apenas ponto de venda e se torna um espaço musical.
Ideias
- Área de teste silencioso
- Miniestúdio demo
- Jam sessions intimistas
- Apresentações acústicas e clínicas
A experiência física volta a ser um diferencial.
8) Dados e CRM para segmentar e reter
O sucesso não está apenas em vender, mas em manter o cliente ativo.
Aplicações práticas
- Segmentação por instrumento, nível e orçamento
- E-mails personalizados conforme perfil
- Alertas de manutenção e reposição (cordas, peles)
- Promoções relevantes, não genéricas
É preciso fazer a diferença
O varejo musical entra em uma fase em que o diferencial está na experiência, no conhecimento e no relacionamento de longo prazo — e não apenas no estoque ou no preço.
As lojas que liderarão 2026 serão aquelas que adotarem:
- Venda consultiva e especializada
- Estratégias digitais com conteúdo útil
- Programas de financiamento, serviços e retenção
- Experiências híbridas que conectam comunidade e tecnologia
O lema do ano será claro: “Não é apenas vender instrumentos, é acompanhar a evolução do músico.”
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