Instrumentos Musicais
Fender revela série American Vintage II de guitarras e baixos
A nova American Vintage II da Fender traz recreações fieis de seus modelos mais icônicos dos anos 1950, 1960 e 1970.
Fender Musical Instruments Corporation (FMIC) anunciou a American Vintage II Series, uma linha de guitarras e baixos que celebra os modelos icônicos da Fender ao longo das décadas, equipada com especificações e estética autênticas para os amantes do estilo e som inspirados no vintage. Durante as monumentais décadas musicais dos anos 1950, 1960 e 1970, a Fender reformulou a paisagem sonora com seus designs inovadores de guitarra e baixo.

Com tendências inspiradas no Vintage em alta entre formadores de opinião e consumidores, a Fender não precisa ir muito longe para reviver os modelos icônicos que definiram décadas de música. Construída em Corona, Califórnia, esta nova série emblemática é um testemunho da influência duradoura e dos designs atemporais de um dos fabricantes de instrumentos mais icônicos do mundo, incluindo as guitarras Telecaster, Stratocaster e Jazzmaster e Precision Bass e Jazz Bass, modelos em sua forma original e celebrada.
“Os modelos icônicos da American Vintage II são uma comparação quase 1:1 com seus antecessores originais. Hoje eles são construídos com processos de fabricação precisos e modernos que não estavam disponíveis no passado”, disse Justin Norvell, vice-presidente executivo de produtos da FMIC. “Essas guitarras e baixos originais são cobiçados há muito tempo por músicos ávidos e entusiastas vintage em todo o mundo por sua estética e tom que inspiraram algumas das melhores músicas e linhas de guitarra e baixo mais identificáveis de todos os tempos. Esteja você procurando sons de guitarra nostálgicos no estúdio ou um instrumento de estilo vintage que possa suportar as demandas da estrada, a série American Vintage II aproveita o melhor do legado e da habilidade da Fender para que músicos modernos possam inovar as paisagens sonoras de hoje.”
As guitarras e baixos vêm em acabamentos laqueados de nitrocelulose, com captadores e perfis de braço de acordo com o período, hardware de estilo vintage e madeiras tradicionais da Fender usadas desde os anos 1950 até hoje.

Os principais destaques incluem:
- Acabamentos em laca de nitrocelulose (onde o vintage é preciso) que dão a estética visual autêntica das guitarras Fender vintage que envelhecerão lindamente com o tempo.
- Perfis de braço em estilo vintage que criam a experiência de tocar, a sensação e o som da guitarra e baixos clássicos celebrados na era de ouro da Fender.
- Captadores específicos do ano de qualidade herdada que emulam o tom Fender.
- Corpos em Ash e Alder: são madeiras tradicionais da Fender usadas desde os anos 1950 até hoje e fornecem a aparência e o som dos instrumentos clássicos da Fender.
- O hardware de estilo vintage recria o tom e a sensação dos instrumentos clássicos da Fender com uma estética autêntica.
- Case estilo vintage, que protegem os instrumentos com estilo tradicional.
Os modelos da série incluem:
1950:
- Guitarra American Vintage II ‘51 Telecaster e American Vintage II ‘51 Telecaster LH
- American Vintage II ‘54 Precision Bass
- Guitarra American Vintage II ‘57 Stratocaster e American Vintage II ‘57
Stratocaster LH
1960:
- American Vintage II ‘60 Precision Bass
- Guitarra American Vintage II ‘61 Stratocaster e American Vintage II ‘61
- Stratocaster LH
- Guitarra American Vintage II ‘63 Telecaster
- American Vintage II ‘66 Jazz Bass e American Vintage II ‘66 Jazz Bass LH
- Guitarra American Vintage II ‘66 Jazzmaster
- 1970:
- Guitarra American Vintage II ‘72 Telecaster Thinline
- Guitarra American Vintage II ‘73 Stratocaster
- Guitarra American Vintage II ‘75 Telecaster Deluxe
- Guitarra American Vintage II ‘77 Telecaster Custom

Instrumentos Musicais
Williams leva Mike Terrana e Alexandre Aposan ao palco em São Paulo
Evento no Manifesto Bar acontece em 16 de abril e vem na sequência da entrada de Terrana no time global da marca brasileira.
A disputa por atenção no mercado de bateria não passa só por produto: passa por artista, demonstração e presença física no ponto de contato com a comunidade. É nesse terreno que a Williams tenta ganhar tração ao reunir Mike Terrana e Alexandre Aposan no Manifesto Bar, em São Paulo, em 16 de abril, poucas semanas depois de oficializar Terrana como parceiro internacional da marca.
Segundo a página de venda Clube do Ingresso, o evento terá ingressos a partir de R$50 e será realizado no Manifesto, na Vila Olímpia. A programação divulgada pela marca também inclui uma coletiva de imprensa com Mike Terrana antes da abertura ao público geral.
A ação transforma endorsement em vitrine de marca
A Williams já havia anunciado em março a entrada de Mike Terrana em seu time de artistas. No material divulgado pela própria empresa, o baterista afirmou estar animado com a parceria e destacou a “qualidade” e a “resposta sonora” dos produtos da marca brasileira — uma base autodeclarada que ajuda a explicar o peso simbólico do movimento.
No caso de Terrana, a credencial ajuda a sustentar esse avanço. O baterista construiu carreira em projetos e turnês ligados a nomes como Yngwie Malmsteen, Rage, Masterplan, Axel Rudi Pell e Tarja Turunen, o que mantém seu nome entre os mais reconhecidos do hard rock e do metal internacional. Do lado brasileiro, Alexandre Aposan amplia a conexão local da ação, com trajetória ligada a turnês, estúdio e nomes fortes do circuito nacional.
O que a Williams tenta mostrar ao mercado com essa parceria
Ao colocar Terrana e Aposan no mesmo palco, a Williams transforma um endorsement em ativação presencial. Mais do que promover um encontro entre artistas, a marca usa o evento para dar prova pública de posicionamento — algo que pesa tanto no branding quanto na conversa com varejo, representantes e público final.
Essa leitura aparece também no discurso da liderança da empresa. Segundo o release enviado pela marca, o CEO Silvio Toneli afirmou que “o Mike é um artista muito respeitado e com uma legião de fãs por todo o mundo” e que a parceria mostra ao mercado global que a Williams é “uma empresa séria e com produtos de qualidade, que atende perfeitamente desde os bateristas novatos até as grandes lendas como o Mike Terrana”. Por se tratar de declaração da própria companhia, essa fala funciona como posicionamento oficial da marca sobre o objetivo do movimento.
Quem do mercado pode tirar algo desse encontro
Para lojistas, distribuidores e representantes, o evento vale menos pelo caráter celebratório e mais pelo uso prático: artista conhecido continua sendo ferramenta de demonstração, geração de desejo e argumento comercial, especialmente em categorias nas quais confiança sonora e prova de uso pesam tanto quanto preço.
No caso da Williams, a combinação entre um nome global do metal e um baterista de forte reconhecimento no mercado brasileiro reforça essa ponte entre branding e canal. Quando a marca leva a parceria ao palco logo depois do anúncio, ela deixa de vender só produto e passa a vender percepção de relevância.
O essencial
A Williams não está apenas promovendo um encontro entre dois bateristas de peso. Está usando a chegada de Mike Terrana para transformar endorsement em presença de mercado, com impacto potencial em branding, demonstração e conversa comercial.
Para o canal, o sinal é claro: quando a marca coloca artista e discurso institucional na mesma ação, ela está tentando converter prestígio em posicionamento de mercado.
Instrumentos Musicais
Trace Elliot lança pedal Dual Band Compressor para contrabaixo
Modelo leva circuito do amplificador TE-1200 para formato compacto.
A Trace Elliot apresentou o pedal Dual Band Compressor, baseado no circuito de compressão do amplificador TE-1200.
O modelo utiliza compressão de duas bandas, permitindo ajuste independente das frequências graves e agudas por meio dos controles LO BAND e HI BAND, oferecendo maior controle sobre a dinâmica do instrumento.
O pedal inclui controles de nível de entrada e saída, além de make-up gain para compensar a perda de volume causada pela compressão.
Voltado para uso em estúdio e ao vivo, o Dual Band Compressor conta com operação true bypass, facilitando a integração em diferentes cadeias de sinal.
A construção robusta inclui chassi metálico e componentes preparados para uso intensivo, com alimentação interna de 18V a partir de fonte padrão de 9V.
O lançamento amplia o portfólio da marca no segmento de controle de dinâmica para baixistas que buscam consistência e precisão sonora.
Captadores
Von Frankenstein Monster Gear lança novo humbucker
Captador combina design patenteado, imãs cerâmicos e construção personalizada.
A Von Frankenstein Monster Gear anunciou o lançamento do humbucker VON FRANKENSTEIN MONSTER, desenvolvido em parceria com o designer de captadores JD Mauro, da Route 30 Pickups.
O modelo é resultado de cinco anos de pesquisa e desenvolvimento, com foco em oferecer alto ganho aliado à definição sonora. O captador utiliza 12 polos do tipo hex bolt personalizados, três imãs cerâmicos de grandes dimensões e bobinas enroladas manualmente.
O projeto foi testado em diversos protótipos com o guitarrista Doyle Wolfgang Von Frankenstein, buscando adequar o desempenho ao seu estilo de execução.

Entre as especificações, o captador apresenta resistência média de 13,3 kOhms e indutância de 7,4H, características que contribuem para graves mais controlados e maior clareza em volumes elevados.
O modelo conta ainda com base em aço niquelado com acabamento preto e capa aberta com pintura eletrostática, oferecendo proteção aos componentes internos. A construção permite compatibilidade com diferentes espaçamentos de cordas em guitarras elétricas.
Segundo a empresa, o lançamento marca a expansão do portfólio, que passa a incluir soluções eletrônicas além das cordas para guitarra, com foco em músicos que buscam desempenho consistente em aplicações de alto ganho.
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