Equipamento para DJs
Pioneer DJ visa o scratching com os novos mixers S-Series
Influenciada pelos grandes DJs que fizeram do scratching uma parte central do hip hop, a nova linha de mixers S-Series da Pioneer DJ destaca mais uma vez esse efeito. Conheça tudo a seguir.
A nova S-Series é composta por três modelos: DJM-S5, DJM-S7 e DJM-S11.
O DJM-S5 é um mixer de DJ de 2 canais estilo scratching para o Serato DJ Pro. É ideal se você já experimentou mixagem e scratching de batalha e deseja expandir suas habilidades, ou se você é completamente novo na cena e deseja mergulhar neste mundo com um mixer básico.
No lado do scratch, encontramos o popular crossfader Magvel Fader Pro, que possui Feeling Adjust para que você possa ajustar o “peso” e obter o nível de resistência que mais gosta. Você também pode contar com o design robusto do fader; o eixo de montagem do botão é muito rígido na direção vertical, de modo que pode suportar técnicas intensas de scratching.
O DJM-S7 é um mixer de batalha de 2 canais que dá a liberdade de personalizar sua configuração e trazer seu próprio estilo único para cada performance. A unidade é gratuita para usar o Serato DJ Pro e é um aparelho de desbloqueio de hardware para o rekordbox, para que você possa usar os recursos de desempenho em qualquer aplicativo.
Neste modelo, a sensação do Magvel Fader Pro foi aprimorada e a rigidez do pino de montagem do botão aumentou em 30% para um scratch ainda mais confiante.
Por fim, encontramos o DJM-S11, mixer de 2 canais e 4 decks, que traz melhorias a vários elementos de seu antecessor, o DJM-S9, e oferece uma série de novos recursos para ajudá-lo a mixar mais livremente com o Serato DJ Pro ou rekordbox.
Uma tela de toque personalizável de 4,3 polegadas oferece todas as informações de que você precisa. Navegue por faixas, verifique formas de onda e altere dinamicamente a textura da música com o Touch FX. Com o Touch MIDI, você pode controlar diretamente as funções do software de DJ sem tocar no laptop.
Saiba mais no site da Pioneer DJ.
Equipamento para DJs
Música eletrônica passa a ser reconhecida como patrimônio cultural em São Paulo
Reconhecimento fortalece mercado, legitima a atuação de DJs e pode abrir caminho para inclusão em políticas públicas de incentivo.
O recente reconhecimento da música eletrônica como patrimônio cultural do Estado de São Paulo através da Lei nº 18.400/26 marca um novo capítulo para o setor no Brasil. Mais do que um gesto simbólico, a medida é vista por profissionais da área como um passo em direção à consolidação institucional e econômica de um segmento que movimenta eventos, festivais, turismo e produção cultural.
Para Taty Aguiar, DJ e empresária do setor, criadora do E-LAB Instituto, o mercado recebeu a notícia com entusiasmo. “Isto traz mais profissionalização e mais pessoas interessadas na música e em fazer música”, afirma.
De nicho a indústria estruturada
Nas últimas duas décadas, a música eletrônica deixou de ser restrita a clubes noturnos para ocupar múltiplos espaços.
Segundo Taty, o DJ ampliou sua atuação. “Não só em boates, mas em ambientes corporativos, em grandes shows, no cinema. Viraram parceiros em outros eventos, como no Carnaval e em projetos com outros ritmos musicais. A música se comunica e se integra em outros contextos.”
Essa transversalidade ajudou a consolidar o setor como parte relevante da cadeia produtiva da música, envolvendo produtores, técnicos de áudio, empresas de iluminação, marcas de equipamentos e estruturas de grande porte.

Impacto no mercado
O reconhecimento cultural tende a gerar três efeitos principais:
- Maior legitimidade institucional para o segmento
- Estímulo à formação profissional
- Fortalecimento da percepção pública sobre a atividade
Além disso, o enquadramento como patrimônio cultural pode abrir discussão sobre inclusão em políticas de fomento. “A lei de incentivos tem que incluir também”, defende Taty Aguiar.
A inclusão formal da música eletrônica em mecanismos de incentivo pode ampliar acesso a editais, financiamentos e programas culturais, equiparando o segmento a outras expressões já consolidadas.
Profissionalização em expansão
O perfil do DJ também mudou. Hoje, além da performance, o profissional atua como produtor musical, curador artístico e, muitas vezes, empreendedor.
Com maior reconhecimento institucional, a tendência é de aumento na oferta de cursos, formação técnica e estruturação empresarial do setor.
Um movimento cultural e econômico
A música eletrônica movimenta festivais, turismo, tecnologia, produção audiovisual e marcas globais. O reconhecimento como patrimônio cultural formaliza um fenômeno que já vinha se consolidando economicamente.
O próximo passo, segundo profissionais do setor, será garantir que esse reconhecimento se traduza em políticas públicas concretas e oportunidades reais de desenvolvimento.
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AlphaTheta lança o DJM-V5, novo mixer compacto de 3 canais com som profissional e controle sem fio
Modelo herda o DNA do DJM-V10 e incorpora tecnologia SonicLink para monitoramento sem cabos e com latência ultrabaixa
A AlphaTheta anunciou o lançamento do DJM-V5, um novo mixer de DJ de 3 canais que reúne as principais características do DJM-V10 — modelo profissional de 6 canais usado em grandes festivais — em um formato mais compacto e portátil, sem abrir mão da qualidade sonora e das possibilidades criativas.
Com tamanho cerca de 30% menor que o DJM-V10, o DJM-V5 foi desenvolvido para cabines com espaço reduzido, mas mantém o layout e a ergonomia familiares aos DJs profissionais, incluindo EQ de 4 bandas, compressor, filtro e Send FX. Os faders de canal de 60 mm são os mesmos do DJM-V10-LF, e o novo modo Soft Mix Curve ajuda a obter transições mais suaves ao aplicar uma leve atenuação das altas frequências durante as mixagens.
Som de alta resolução e assinatura sonora refinada
O DJM-V5 herda a reconhecida assinatura sonora do DJM-V10, com processamento interno DSP de 64 bits/96 kHz e conversores A/D e D/A de 32 bits da ESS Technology. Segundo a marca, todos os componentes de áudio foram selecionados e ajustados após testes em ambientes reais, como clubes, para garantir um som equilibrado, com maior definição espacial e excelente separação entre os elementos, mesmo em mixagens mais densas.

Efeitos avançados e mais liberdade criativa
O mixer conta com 6 tipos de Send FX: Short Delay, Reverb, Shimmer, Tape Echo, PingPong e Echo-Verb. Cada canal possui seu próprio controle de nível de efeito, e o controle de tempo muda de comportamento conforme o tipo de efeito, permitindo desde ajustes suaves e contínuos até passos sincronizados com o BPM para aplicações mais rítmicas e precisas.
Monitoramento sem fio com SonicLink
Um dos grandes diferenciais do DJM-V5 é a integração do transmissor SonicLink, tecnologia sem fio proprietária da AlphaTheta com latência ultrabaixa. Quando combinado com os fones HDJ-F10, o sistema permite monitorar a mixagem sem o uso de cabos, oferecendo mais liberdade de movimento na cabine sem comprometer a resposta em tempo real.
Compacto, potente e voltado ao DJ moderno
Com design elegante, recursos herdados do DJM-V10 e foco em criatividade, portabilidade e qualidade sonora, o DJM-V5 se posiciona como uma nova opção para DJs que buscam um mixer profissional, versátil e preparado tanto para clubes quanto para apresentações móveis.
Veja mais neste vídeo.
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Reloop RP-7, o primeiro toca-discos profissional projetado para vinis de 7”
O novo modelo homenageia a cultura do single de 45 rpm com recursos voltados para DJs e colecionadores.
A Reloop anunciou o lançamento do RP-7, o primeiro sistema de toca-discos profissional de 7 polegadas produzido em série, desenvolvido para DJs, colecionadores e entusiastas do vinil que valorizam o formato 45 rpm como uma expressão cultural própria.
O RP-7 combina um design compacto com características herdadas da linha profissional RP da marca. Incorpora um motor DC de alto torque (2,5 kg/cm), otimizado para oferecer partida rápida, estabilidade de rotação e baixa variação de velocidade, permitindo cueing preciso e técnicas avançadas de scratch. O prato de alumínio fundido sob pressão e a fonte de alimentação comutada integrada ajudam a reduzir interferências e vibrações.

O toca-discos utiliza um braço reto de cobre, com amortecimento interno em borracha para minimizar ressonâncias. A base com altura ajustável é inspirada nos modelos RP-7000 MK2 e RP-8000 MK2, e o design estaticamente balanceado elimina a necessidade de anti-skating, simplificando a configuração do equipamento.
Pensado tanto para audição quanto para uso profissional, o RP-7 oferece faixas de pitch ajustáveis de ±8 %, ±16 % e ±35 %, além de botão reset para retorno instantâneo à velocidade zero. É compatível com 45 RPM, além de 33 1/3 RPM e 78 RPM, e inclui uma luz LED de alumínio removível e giratória para melhor visibilidade em ambientes com pouca iluminação.
Em conectividade, o RP-7 conta com saídas phono/line comutáveis, conectores banhados a ouro e um painel de conexões totalmente embutido para integração segura em cabines de DJ. O conjunto é finalizado com construção robusta e acabamento preto metálico profundo, voltado a ambientes profissionais, estúdios e eventos.
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