Shure apresenta os microfones para instrumentos Nexadyne, os receptores de quatro canais SLX-D, o microfone de cabeça SM39 e o microfone com fio KSM11.
Shure está apresentando uma série de inovações na NAMM Show 2025, que continuarão a desenvolver o legado da empresa em áudio extraordinário.
Além dos novos produtos anunciados hoje e destacados a seguir, Shure também oferecerá aos participantes do NAMM a oportunidade de ver pessoalmente o novo Axient Digital PSM e o microfone e interface inteligente MV7i. No estande #15608 no NAMM, os visitantes poderão experimentar as últimas inovações da empresa, que tem sido pioneira em áudio extraordinário por mais de um século.
Microfones Nexadyne para instrumentos
Shure anunciou a expansão de sua linha de produtos Nexadyne com a introdução de três novos microfones dinâmicos para instrumentos: o microfone para bumbo Nexadyne 2, o microfone para amplificador de guitarra Nexadyne 5 e o microfone para tom/caixa Nexadyne 6. Cada microfone Nexadyne conta com a tecnologia patenteada de Shure, a tecnologia de transdutor de motor duplo Revonic. Enquanto os microfones de instrumentos típicos utilizam um único transdutor, os microfones Nexadyne possuem dois transdutores calibrados com precisão que trabalham juntos para um desempenho ideal, proporcionando uma clareza natural e autêntica, ao mesmo tempo que minimizam o ruído indesejado.
Receptor digital de quatro canais SLX-D
O SLX-D está disponível tanto em versões padrão (SLXD4Q+) quanto habilitada para Dante (SLXD4QDAN+). Em combinação com os transmissores SLX-D existentes, os novos receptores digitais de quatro canais baseiam-se nas reconhecidas características da tecnologia sem fio digital SLX-D, com um conjunto de novas e aprimoradas capacidades, incluindo a sintonização de faixa ampliada de 138 MHz, permitindo maior versatilidade de frequência. O SLXD4Q+ estará disponível em breve na América Latina, contando com a versão SLXD4QDAN+, compatível com Dante. A compra desta solução inclui o receptor quádruplo, uma fonte de alimentação, kit de hardware, duas antenas de ¼ de onda, dois cabos BNC, dois suportes de montagem em rack, dois adaptadores BNC Bulkhead, um cabo Ethernet e adesivos.
Microfone de cabeça SM39
Shure também anunciou o lançamento do microfone de cabeça para interpretação vocal SM39, projetado especificamente para artistas que exigem liberdade de movimento ao dominar o palco, com uma qualidade de som incomparável. Seu design leve e discreto proporciona um ajuste confortável e seguro para uso prolongado, permitindo que músicos, desde vocalistas principais até instrumentistas, concentrem-se exclusivamente em sua presença no palco e atuem com confiança. O SM39 integra-se perfeitamente com o Shure Axient Digital e com todos os sistemas sem fio Shure, proporcionando som confiável para qualquer ambiente. O SM39 estará disponível em breve nos distribuidores autorizados Shure da região. O microfone de cabeça inclui um protetor contra vento para uso interno e externo, além de um clipe. Para obter mais informações sobre o SM39, visite www.shure.com/SM39.
Microfone condensador cardioide com fio KSM11
Com base na reputação do KSM11, que se tornou o padrão para microfones vocais premium, o KSM11 com fio agora torna o desempenho de alto nível acessível para artistas e engenheiros que exigem uma solução XLR, para aplicações como apresentações ao vivo, transmissão e streaming. Para apresentações que requerem uma qualidade eficiente e incomparável, o KSM11 necessita de menos processamento e equalização para reproduzir a verdadeira qualidade e inteligibilidade das vozes dos artistas. O microfone com fio KSM11 (XLR) estará disponível muito em breve na região.
Ajuda às vítimas dos incêndios
Shure está ajudando as pessoas afetadas pelos devastadores incêndios na Califórnia durante este momento de extrema necessidade. Mais informações sobre os esforços de Shure podem ser encontradas aqui.
A Powersoft vai apresentar na ISE 2026, no estande #7F300, as novas tecnologias AnyMATE e SpeakerMATE.
Criadas para adicionar identificação, monitoramento e troca de dados diretamente a caixas passivas, sem necessidade de cabeamento de rede adicional ou alimentação externa.
A proposta muda o conceito tradicional do áudio instalado, onde a inteligência costuma estar concentrada apenas em dispositivos ativos. Com o AnyMATE, a comunicação de dados acontece pelas próprias linhas de caixas, permitindo que o amplificador atue como um hub tanto de áudio quanto de informações.
O SpeakerMATE é a primeira aplicação prática da plataforma: um módulo compacto que pode ser integrado à caixa ou instalado externamente, ideal tanto para novos projetos quanto para atualizações de sistemas existentes. Após a instalação, o dispositivo é reconhecido automaticamente pelo software Armonía+ da Powersoft, simplificando a configuração e reduzindo erros.
Além da identificação da caixa, o SpeakerMATE incorpora sensores para monitorar temperatura, posição e nível de pressão sonora, além de armazenar dados de instalação e manutenção. Integrado a serviços em nuvem, o sistema também permite o monitoramento remoto de grandes instalações distribuídas.
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A ISE 2026 acontece de 3 a 6 de fevereiro, em Barcelona.
Screenshot
A Neumann anunciou o relançamento do M 50 V, uma reedição fiel de um dos microfones mais icônicos da história da gravação.
Apresentado originalmente em 1951, o M 50 tornou-se uma referência para captação de orquestras e foi fundamental no desenvolvimento da técnica Decca Tree, ainda hoje padrão em gravações de música clássica e trilhas sonoras.
O novo M 50 V mantém o conceito acústico original, incluindo a cápsula omnidirecional de pequeno diafragma montada em uma esfera de 40 mm. Como atualização, a Neumann adotou um diafragma de titânio, que melhora a estabilidade e a durabilidade sem alterar o caráter sonoro que consagrou o modelo.
O microfone combina o circuito original com uma válvula subminiatura de ruído extremamente baixo e um conector selado contra interferências de RF, adequado às exigências dos ambientes modernos de gravação. A fonte de alimentação NM V incluída se ajusta automaticamente à tensão da rede elétrica e é compatível tanto com o novo M 50 V quanto com unidades históricas do M 50.
Segundo a Neumann, cada unidade é fabricada à mão na Alemanha, sob encomenda, com produção limitada e controle individual de qualidade. O modelo é voltado principalmente para gravações orquestrais, música para cinema e produções em estéreo, surround e formatos imersivos, preservando a mesma resposta de graves, imagem espacial e comportamento transitório que tornaram o M 50 um padrão da indústria.
Além do uso histórico na música clássica, o M 50 também foi amplamente utilizado como microfone de ambiência em gravações de pop e jazz, especialmente para baterias, metais e conjuntos, graças à sua resposta omnidirecional e à sua característica presença nas altas frequências.
Cuidados simples que evitam ruídos, falhas intermitentes e prejuízos no estúdio e na estrada.
Em estúdios, palcos e sistemas instalados, os cabos e conectores quase sempre são os primeiros a falhar — e os últimos a receber manutenção. Na prática, uma enorme parte dos problemas de ruído, perda de sinal e falhas intermitentes nasce exatamente aí: cabos cansados, conectores oxidados e patchbays mal cuidados.
A boa notícia: a maioria desses problemas pode ser evitada com procedimentos simples e rotina básica de manutenção.
Vida útil: cabos balanceados vs. desbalanceados
Nem todos os cabos envelhecem da mesma forma.
Cabos balanceados (XLR, TRS balanceado) têm maior imunidade a ruído e costumam resistir melhor ao tempo, desde que bem construídos e bem tratados.
Cabos desbalanceados (TS, RCA) são mais sensíveis a interferência e ao desgaste da blindagem. Em ambientes de uso intenso, sua vida útil costuma ser menor.
O que mais desgasta cabos:
Dobras sempre no mesmo ponto
Tração pelo conector
Enrolamento incorreto
Umidade, suor e poeira
Sinais claros de oxidação e fadiga
Alguns sintomas típicos:
Estalos ao mexer no cabo
Queda intermitente de sinal
Mudanças de nível ou timbre sem explicação
Conectores opacos, esverdeados ou com resíduos
Em patchbays, a oxidação interna costuma aparecer como:
Canais que falham só em determinadas posições
Contatos que “voltam” quando o patch é movimentado
Nesses casos, limpeza preventiva com produto específico para contatos costuma resolver — e prolongar bastante a vida útil do sistema.
Como enrolar corretamente (e por que isso muda tudo)
O método correto é o over-under (sobre–baixo), padrão em touring profissional.
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Vantagens:
Evita torção interna do condutor
Reduz estresse mecânico no cobre e na malha
Faz o cabo “cair reto” ao desenrolar
Aumenta significativamente a vida útil
Enrolar sempre “girando para o mesmo lado” cria memória mecânica e, com o tempo, rompe o condutor por dentro, mesmo que o cabo pareça perfeito por fora.
Patchbay: o coração — e o ponto mais crítico
Em muitos estúdios, o patchbay é: “O coração do sistema e, muitas vezes, a maior fonte de problemas.”
Boas práticas:
Exercitar os pontos de conexão periodicamente
Limpar contatos uma ou duas vezes por ano
Identificar tudo claramente
Evitar cabos de baixa qualidade em rotas críticas
Um patchbay mal cuidado pode comprometer todo o sistema, mesmo com equipamentos de alto nível.
Soluções práticas para estúdio e estrada
No estúdio:
Inventário e rodízio de cabos
Testes periódicos com multímetro ou testador
Limpeza preventiva anual
Substituição imediata de cabos suspeitos
Na estrada e em eventos:
Separar cabos por tipo e comprimento
Usar bags ou cases ventilados
Etiquetar tudo
Nunca guardar cabos úmidos ou sujos
Infraestrutura invisível — mas crítica
Num mercado cada vez mais exigente em confiabilidade, cabos, conectores e patchbays deixaram de ser acessórios. Eles fazem parte da infraestrutura crítica do áudio.
Comprar bons cabos é importante. Cuidar bem deles é o que realmente protege o investimento. Que cuidados você toma?