Audio Profissional
Coisas do destino: Dicas sobre microfones de bateria
Alguns modelos de microfones para captar o som de uma bateria para que você possa levá-los em consideração na hora de tomar decisões em estúdio ou ao vivo.
Em meados dos anos 1980, quando eu tinha apenas 16 anos, fui convidado para integrar uma banda de hard rock, que já gozava de certa fama no circuito.
Vindo de uma família de músicos, expressar-me artisticamente fazia parte da minha genética e para isso optei pelo baixo elétrico. Uma escolha estranha, porque sou um baterista frustrado e uma das minhas virtudes (no trabalho) é ser um dos maiores especialistas em tudo relacionado a bateria, pratos e seus acessórios no meu país.
Estudei bateria e canto. Também sou letrista e produtor musical, mas sempre tive uma relação de amor e ódio com o baixo. O baixo era o veículo que me levaria mais rápido ao destino que eu queria e a bateria ficou em segundo plano por um tempo.
Poucos meses depois de entrar na banda (como baixista), já estávamos tocando em badaladas boates. Serão coisas do destino, nunca entendi porque isso me tornou baixista.
Logo minha vida tomaria um rumo inesperado. Seis meses depois de estar na banda e já ter feito vários shows, entramos em um estúdio de gravação para gravar duas músicas e poder fazer cópias (em fita cassete) para a rádio e nos promover.
Aí começou minha vontade de aprender tudo relacionado a áudio e principalmente como captar sons de bateria e quais microfones eram utilizados para esse fim. Lembro-me de acompanhar o técnico, observando cada movimento dele e fazendo todo tipo de perguntas. Foi importante aprender sobre tudo o que estava acontecendo na minha frente. Mais uma vez, e por causa dessas coisas do destino, encontrei-me com a produção musical. O estúdio de gravação é atualmente o local onde me sinto mais confortável.
Gravei em diferentes estúdios e tive a oportunidade de trabalhar com vários engenheiros de gravação e técnicos de som, encontrando um padrão nos microfones que utilizavam.
Microfonar uma bateria é um assunto complicado e certamente existe uma grande variedade de marcas, modelos e truques para gravar cada parte dela. Neste caso direi (de acordo com minha experiência) quais são as melhores opções para “tirar sons” de um instrumento tão emocionante.
Vou recomendar produtos de diversas marcas para que você os leve em consideração na hora de gravar ou na hora de tirar sons para um show ao vivo e farei isso em ordem para que você possa entender melhor.
Muitas dessas opções são antigas, mas também recomendarei produtos atuais que são utilizados para os mesmos fins e com excelentes resultados.
Bumbo (Bass Drum)
- Shure Beta52A
- Shure Beta 91A
- AKG D112MKII
- Audix D6
- Earthworks DM6
- Beyerdynamic TG D70
- Beyerdynamic TG D71
Caixa (Snare)
Toms
Toms de pé (Floors Toms)
Hi Hat
Ride
Overheads
Atualmente, para fazer demos ou pré-produções de músicas, muitos produtores, compositores ou músicos em home studio programam suas faixas de bateria e depois adicionam sons amostrados ou montam essas faixas com uma bateria eletrônica ou uma bateria acústica com gatilhos. Ambas as opções também fornecem sons amostrados, que você pode organizar em seu computador, se necessário. O que você talvez não saiba é que todas essas bibliotecas de sons de bateria sampleados, independentemente de quais artistas os gravaram, que tipo de bateria, madeira ou marca de pratos, foram gravadas em um estúdio com muitos desses mesmos microfones.
Qualquer opção que nos leve a conseguir um bom som para nossas músicas é válida.
Não se trata de puristas, músicos analógicos ou novas gerações digitais. O mais importante é que a música seja boa, soe o melhor possível e o público goste. O que você acha? Conte-nos quais microfones você usa para gravar bateria!
*Por Sebastián Perego
Brand Manager / Product Specialist / Assessor de Marketing e Vendas da Argentina
https://www.linkedin.com/in/sebastianperego
sebasperego@gmail.com
Audio Profissional
Audio-Technica Brasil amplia equipe e reforça atuação no mercado de integração
Empresa anuncia contratação de Lucas Parreira para desenvolvimento de negócios no segmento audiovisual.
A Audio-Technica Brasil anunciou a expansão de sua equipe como parte da estratégia de crescimento no país, com foco no mercado de integração. O principal movimento é a contratação de Lucas M. Parreira, que assume a função de Market Development.
Segundo Alexandro de Azevedo, presidente da empresa no Brasil, a iniciativa reforça o posicionamento da marca no segmento. “A contratação do Lucas Parreira reforça o compromisso da empresa em ampliar sua atuação no mercado de integração, um dos pilares estratégicos para o avanço do áudio profissional”, afirma.

Com mais de 14 anos de experiência no setor de áudio e vídeo, Parreira possui atuação em design técnico, integração de sistemas, produção ao vivo e áreas comerciais. O profissional também é certificado CTS pela AVIXA e possui formação em tecnologias de AV em rede, DSP, vídeo e automação.
De acordo com a empresa, a chegada de Lucas busca fortalecer o relacionamento com integradores e parceiros no Brasil, ampliando a presença em projetos corporativos, educacionais, governamentais e de entretenimento.
A movimentação ocorre em um contexto de investimento contínuo na estrutura local. Recentemente, a equipe da Audio-Technica Brasil realizou encontros estratégicos para alinhamento de objetivos e planejamento das próximas etapas da operação.
Audio Profissional
Problemas comuns em sistemas wireless e como evitá-los
Interferência, antenas e baterias estão entre as principais causas de falhas.
O uso de sistemas wireless é cada vez mais comum em shows, ensaios e produções audiovisuais. Ainda assim, falhas técnicas simples podem comprometer o desempenho quando alguns cuidados básicos não são adotados.
Entre os problemas mais frequentes estão interferência de radiofrequência (RF), posicionamento inadequado de antenas e uso de baterias com baixa carga.
Interferência RF: cortes e ruídos no áudio
A interferência ocorre quando outras transmissões utilizam a mesma frequência, causando falhas no sinal.
Esse cenário é comum em locais com muitos dispositivos sem fio, como eventos e ambientes urbanos.
Como evitar:
- Fazer varredura de frequência antes de usar
- Trocar de canal ao perceber interferência
- Evitar múltiplos sistemas na mesma frequência
Na prática: Se o som começar a falhar, mudar a frequência costuma resolver rapidamente.
Antenas mal posicionadas: perda de sinal
A transmissão depende de um caminho livre entre transmissor e receptor. Obstáculos físicos podem bloquear o sinal.
Boas práticas:
- Manter linha de visada sempre que possível
- Evitar cobrir a antena com o corpo
- Posicionar o receptor em local elevado
Na prática: Se o sinal cai ao se movimentar, o problema geralmente está na posição das antenas.
Baterias: falhas simples de evitar
Baterias fracas ou inadequadas são causa frequente de interrupções.
Muitas vezes, a falha não está no sistema, mas na alimentação de energia.
Como prevenir:
- Utilizar baterias carregadas ou novas
- Ter sempre baterias reserva
- Não misturar baterias novas com usadas
Na prática: Trocar as baterias antes de apresentações evita imprevistos.
Outros fatores importantes
- Distância excessiva entre transmissor e receptor
- Presença de estruturas metálicas
- Uso de vários sistemas sem coordenação
Grande parte dos problemas em sistemas wireless pode ser evitada com ajustes simples. Verificar frequência, posição e bateria antes do uso é suficiente para garantir maior estabilidade.
Audio Profissional
WDC Networks passa a distribuir soluções Harman em áudio profissional
Parceria reforça estratégia de consolidar presença no mercado Pro-AV no Brasil.
A WDC Networks anunciou a inclusão das soluções da Harman em seu portfólio de áudio profissional, em um movimento que amplia sua atuação no mercado Pro-AV no Brasil.
A parceria foi apresentada oficialmente ao mercado no dia 25 de março de 2026, durante evento na sede da empresa, em São Paulo, voltado a integradores de diferentes regiões do país. A apresentação contou com a participação de Bruno Moura, vice-presidente e general manager da Harman para a América Latina.
Com o acordo, a WDC passa a distribuir inicialmente as marcas AMX, BSS, Crown e JBL, ampliando sua oferta para projetos de pequeno, médio e grande porte. A empresa também trabalha na introdução da marca Martin, voltada a aplicações de entretenimento e iluminação arquitetural.
Segundo a companhia, a integração das soluções da Harman fortalece a estratégia de atuação como fornecedor completo para o mercado, reunindo em um único portfólio tecnologias de processamento, controle, amplificação e sonorização.
De acordo com Bruno Rigatieri, diretor Comercial e de Marketing da WDC Networks, a nova parceria complementa o conjunto de marcas já distribuídas pela empresa, permitindo atender diferentes etapas de projetos de áudio profissional com maior abrangência.
A iniciativa ocorre em um contexto de expansão do mercado de áudio e vídeo profissional no país, com aumento da demanda por soluções integradas em projetos corporativos, eventos e entretenimento.
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