Arwel apoia os jovens universitários e admite dois novos estagiários
A Arwel admitiu em junho, com apoio das NUBE, dois estagiários: Rhamon Macedo de Moura (18 anos) e Gabriella Mirante Santos (19 anos).
São jovens iniciando no mercado de trabalho mas que veem tendo um ótimo desempenho. Ambos trabalham em áreas distintas, Rhamon atuará no setor de marketing já que cursa Publicidade e Propaganda na Universidade São Judas Tadeu, e Gabriella na área comercial da empresa, que cursa Gestão Comercial na Universidade Anhembi Morumbi.
“Somente com iniciativas como essa, nossos jovens poderão adentrar no mercado em suas áreas escolhidas, pois o mercado está bem restritivo para profissionais com experiência comprovada. Onde ficariam nossos jovens sem esta chance de adquirir uma experiência pratica além da teoria das universidades? Precisamos sempre dar passos em direção ao futuro, como estes e outros, para chegarmos lá”, disseram os diretivos da empresa.
Instrumentos Musicais
Orquestra Sinfônica do Paraná adquire piano Steinway após quase 40 anos
A Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) passou a contar com um novo piano de concerto após quase quatro décadas sem renovar esse tipo de instrumento.
O equipamento adquirido é um Steinway & Sons modelo D-274 com sistema de martelos Alemão (Renner) – o primeiro modelo do Brasil nesta configuração, considerado referência mundial entre pianos de cauda para uso sinfônico.
A aquisição foi realizada no Brasil por meio da Roriz, representante exclusiva da Steinway & Sons no país para processos licitatórios e vendas institucionais. Embora o instrumento seja fabricado pela marca norte-americana — referência global em pianos de concerto —, a operação comercial, logística e de suporte técnico foi conduzida pela distribuidora, responsável por viabilizar a chegada e preparação do equipamento para uso profissional no Teatro Guaíra.
“A entrega de um Steinway é sempre uma grande responsabilidade. Em geral, estamos materializando um sonho, o que nos impõe o desafio de corresponder às altas expectativas de músicos e gestores extremamente exigentes. Desde o projeto até a montagem e a afinação, trata-se de um processo altamente detalhado e minucioso”, comenta João Paulo Roriz, diretor executivo da empresa.


Um instrumento de alto padrão para uso profissional
O modelo D-274 é um piano de cauda de aproximadamente 2,74 metros de comprimento, desenvolvido para grandes palcos e orquestras. Reconhecido por sua projeção sonora, riqueza tímbrica e precisão mecânica, o instrumento é frequentemente adotado por instituições de alto nível artístico.
No caso da OSP, o piano será utilizado em apresentações sinfônicas, concertos solo e atividades pedagógicas, integrando a programação do Teatro Guaíra, em Curitiba.
Logística e montagem no palco
O instrumento, com cerca de 583 kg, chegou ao teatro embalado em uma estrutura de grandes dimensões e teve sua montagem e regulagem final realizadas diretamente no palco. O processo foi acompanhado por músicos e equipe técnica da orquestra, destacando o cuidado necessário para garantir o desempenho ideal do piano.
Por que essa aquisição é relevante
A compra representa um marco para a instituição por três motivos principais:
- Atualização de infraestrutura: a orquestra não recebia um novo piano desse porte há quase 40 anos.
- Padronização internacional: o modelo D-274 é amplamente utilizado em salas de concerto de referência, elevando o nível técnico das apresentações.
- Valorização artística: músicos passam a contar com um instrumento de alto desempenho, impactando diretamente a qualidade sonora das execuções.
Além disso, a aquisição reforça a importância do investimento em equipamentos de alto padrão no setor musical, especialmente em instituições públicas, onde a renovação de instrumentos costuma ocorrer em ciclos longos.
João Paulo reforça: “Enxergamos esse tipo de aquisição no Brasil como algo ainda seletivo, mas extremamente estratégico. É um mercado que exige preparo técnico, capacidade de execução e, principalmente, credibilidade para conduzir processos complexos do início ao fim”.
“O cenário local ainda traz desafios relevantes, como a carga tributária elevada, a variação cambial, limitações orçamentárias e, em muitos casos, pouco incentivo a investimentos em cultura. Ainda assim, existe uma demanda real por projetos de alto nível, especialmente em instituições que buscam qualidade e longevidade”.
“Nossa estratégia é atuar de forma próxima e responsável, participando desde a concepção até a entrega final. Mais do que vender um produto, buscamos viabilizar projetos, conectando fabricantes de referência às necessidades do mercado brasileiro, com segurança, transparência e execução consistente”, enfatiza.


Impacto para o mercado musical
Do ponto de vista da indústria, a venda evidencia a presença contínua de marcas premium como a Steinway no Brasil e a demanda por instrumentos de excelência em orquestras e espaços culturais.
Também destaca a relevância de processos que vão além da compra — incluindo transporte especializado, montagem técnica e regulagem fina — elementos essenciais para garantir o desempenho de instrumentos desse nível.
“Além do fornecimento dos instrumentos, a Roriz oferece uma série de serviços que fazem diferença real no resultado final para o cliente. Atuamos desde a especificação técnica de cada projeto até o acompanhamento da entrega”, destaca o executivo da empresa.
“Temos atuação nacional e trabalhamos com algumas das principais referências mundiais do setor, como Steinway & Sons, além dos grupos Conn-Selmer e Buffet Crampon. Também operamos com a linha ZO e desenvolvemos nossas marcas próprias, Quasar e Magnum, o que nos permite atender desde projetos de formação até demandas mais avançadas, sempre com um mix completo e consistente”.
“Esse conjunto de estrutura, portfólio e experiência nos posiciona hoje como uma referência nacional no atendimento a bandas, fanfarras e orquestras. Na prática, isso se traduz em mais segurança para o cliente, menos risco no processo e a garantia de que o investimento será bem executado do início ao fim”, conclui.
Music Business
Laboratório de Música da Periferia lança álbum com jovens artistas de Belo Horizonte
Projeto reúne oito participantes e apresenta disco colaborativo com nove faixas.
O Laboratório de Música da Periferia lançou o álbum “Laboratório de Música da Periferia – Vol. 1”, resultado de um processo formativo e colaborativo realizado com jovens artistas de Belo Horizonte. O projeto foi viabilizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Alctel, e o disco está disponível nas plataformas digitais via ONErpm desde 27 de março.
A iniciativa selecionou oito artistas de diferentes regionais da cidade — Akin Zahin, DaVisão, Elaisa de Souza, Imane Rane, Lamartine, Lótus, Miuk e Nanda Cardoso — para participar de uma residência criativa ao longo do segundo semestre de 2025. O processo incluiu etapas de composição, produção musical, gravação, edição, mixagem e masterização, com acompanhamento de profissionais do mercado.
Segundo Hênrique Cardoso, produtor e idealizador do projeto, a proposta foi criar um ambiente de formação e experimentação voltado ao desenvolvimento artístico. “O projeto se destaca pelo caráter inovador de revelar, fortalecer e difundir a produção musical jovem e periférica, promovendo trocas, colaboração e qualificação artística em um modelo de residência criativa”, afirma.

O processo seletivo foi realizado por meio de inscrição online, com análise de perfil e trajetória dos candidatos, priorizando diversidade de gênero, raça e território. A participação foi gratuita e incluiu formação técnica, acompanhamento artístico e apoio financeiro para despesas de transporte.
Para Iasmine Amazonas, Head Global de Marketing Institucional da ONErpm, o projeto amplia o acesso à produção musical. “Com essa iniciativa, ampliamos o acesso e valorizamos vozes das periferias de Belo Horizonte”, afirma.
A coordenadora do projeto na ONErpm, Vitória Toledo, destaca o caráter coletivo da iniciativa. “O projeto envolve os participantes em todas as etapas de produção de um álbum, com resultado consolidado em um disco completo e apresentação ao vivo”, diz.
O lançamento foi acompanhado por um show realizado em 26 de março, com os participantes executando as faixas ao vivo, ao lado de uma banda base e artistas convidados.
O projeto integra ações voltadas à formação musical e circulação de novos talentos, com foco na produção independente e no fortalecimento da cena local.
Foto de: Iago Viana
Iluminação
Robert Juliat amplia linha Bizet com Fresnel LED de 8 cores
Novo sistema aposta em motor multicolorido e substituição de fontes tradicionais.
A Robert Juliat expandiu a linha Bizet com um novo Fresnel LED de oito cores, voltado a aplicações em teatro, broadcast e eventos ao vivo.
O equipamento utiliza um motor de luz composto por oito cores —vermelho profundo, vermelho, âmbar, verde, ciano, azul claro, azul profundo e amarelo— permitindo uma mistura aditiva com maior controle do espectro e precisão na reprodução de cores.
De acordo com a fabricante, a inclusão do LED amarelo melhora o ajuste cromático e amplia a saída luminosa sem comprometer o índice de reprodução de cor, superior a CRI 98.
O Fresnel atinge mais de 22.000 lúmens e entrega desempenho equivalente a refletores de tungstênio de 2 kW, posicionando-se como alternativa LED para substituição de sistemas convencionais.
O modelo também integra o sistema RJ Color, que permite controle de cor em tempo real e maior consistência visual entre diferentes consoles.
Com isso, a linha Bizet reforça a tendência de migração para soluções LED com maior flexibilidade, eficiência e integração com sistemas de iluminação já existentes.
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