Gestão
Plantar certo para colher certo!
Publicado
9 anos agoon
Você está aplicando as regras certas para estabelecer os preços no seu negócio?
Todo comerciante sabe da importância de precificar corretamente os seus produtos para que o seu negócio seja lucrativo. No entanto, nem sempre o lojista sabe ao certo como proceder e acaba precificando os seus produtos levando em consideração o preço dos concorrentes, pela intuição ou por algum método subjetivo como adicionar uma ‘margem média’ sobre o custo do produto a ser revendido. Isso pode dar certo em alguns casos, mas na maioria das vezes é um dos principais motivos para o fechamento de muitas empresas.
Quando precificamos um produto, precisamos considerar inúmeros fatores, mas muitos se esquecem de levar em conta custos indiretos em suas despesas, fragilizando a saúde financeira da empresa, por exemplo.
Como acreditamos que 2017 será um ano de transição para a retomada do crescimento, vamos deixar aqui algumas dicas para você deixar estruturada a precificação dos seus produtos.
- LEVANTAMENTO DE DESPESAS
Você sabe quanto custa o seu negócio? Se não sabe, pode estar certo de que o custo é mais alto que imagina! Antes de calcular o preço de um produto ou serviço, precisamos levar em consideração quanto custa fazer ‘funcionar’ o nosso estabelecimento. Para isso, temos de levantar:
- custos diretos: nada mais são que os custos dos produtos, da matéria-prima, da mão de obra, do material empregado na produção, seja de uma mercadoria ou de um serviço prestado;
- custos indiretos: todos os valores necessários para manter o negócio ativo, independentemente da quantidade produzida ou vendida. Podemos considerar os salários da parte administrativa, financeira, manutenção de máquinas, de equipamentos e mobiliário, entre outros.
Como não se bastasse, temos os custos proporcionais de vendas aos quais, no caso do Brasil, é fundamental prestar bastante atenção, pois, além de terem relação direta com a quantidade de produtos vendidos, são tributos que incidem na receita de acordo com o enquadramento da empresa. Nos casos de venda de mercadorias, por exemplo, temos PIS (Programa de Integração Social – federal), Cofins (Contribuição Financeira para a Seguridade Social – federal), ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – estadual) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados – federal), que incidirão diretamente no custo dos produtos.
2. DEFINA QUANTO DESEJA LUCRAR!
Por mais esdrúxula que possa parecer, esta é uma das questões mais difíceis de responder. Cada empreendedor responderá de uma forma e pode ser influenciado tanto pela ambição de crescer como pelo momento e/ou cenário econômico em que vive. Haverá empresários que irão citar cifras expressivas e outros que almejam ‘empatar’ o jogo. Infelizmente, quem joga para ‘empatar’ acaba perdendo. Mesmo em momentos de inflação baixa, ‘empatar’ no seu negócio significa que o investimento não vale a pena, salvo exceções, como cenário econômico turbulento ou período de transição, em que o intuito é manter-se vivo para um futuro com projeção de crescimento. Definir quanto deseja lucrar é fundamental para que se crie um hábito de acompanhamento, para que seja determinada uma meta capaz de direcionar os esforços. Com a definição do lucro desejado, conseguiremos definir o valor da receita bruta projetada, que seja capaz de cobrir as despesas e garantir o lucro almejado.
3. DEFINA A QUANTIDADE DE VENDAS E O PREÇO
É fundamental definir uma projeção de vendas exequível para obter uma receita bruta que permita pagar a despesa total, bem como proporcionar o lucro desejado. A quantidade de produtos vendidos inevitavelmente estará condicionada à capacidade produtiva e também ao alcance que o seu estabelecimento comercial possui. Lembre-se: a projeção deve ser exequível! Não adianta projetar a venda de cem violões por mês se em sua loja são atendidas 30 pessoas nesse período, sendo que apenas cinco procuram um instrumento musical e não há interesse algum em investir em comunicação ou uma estratégia mais agressiva de vendas.
Em suma, pensar na quantidade de produtos a ser vendidos de acordo com a procura e a capacidade de realização do seu estabelecimento é essencial para que o produto seja precificado da melhor forma. Afinal, o preço de venda será basicamente o valor projetado da receita bruta dividido pela quantidade projetada de produtos vendidos.
4. NÃO ENTRE NA ARMADILHA DA CONCORRÊNCIA. EVITE GUERRA DE PREÇOS
Para se manter vivo no jogo, não adianta ganhar uma venda a qualquer custo. Na guerra de preços, todos perdem. Por essa razão, é fundamental saber qual é a sua despesa, qual é o seu lucro e reconhecer o limite de uma negociação. É importante ter um preço atraente e buscar garantir competitividade nesse quesito, mas isso é diferente de desvalorizar o seu produto e comprometer o fluxo de caixa para conquistar uma venda. Outro ponto importante é buscar se impor diante de concorrentes sem escrúpulos, pois a atitude predatória de determinados varejistas acaba prejudicando a cadeia como um todo. Ter uma postura firme e combativa é também importante para eliminar esse tipo de concorrência.
5. CONCORRENTE PARCEIRO
O mercado é grande e tem espaço para todos! Se você faz parte do seleto grupo de empreendedores que agem com ética no segmento, pode ter certeza de que será recompensado por isso. Afinal, todos possuem basicamente o mesmo desejo de conquistar o seu espaço e, muitas vezes, é necessário ter alianças para se conquistarem coisas em comum. É por essa razão que mercados bem desenvolvidos possuem associações de empresas fortes capazes de lutar pelos interesses em comum. A busca pela unidade de um setor é fundamental para que o ‘bolo’ cresça e todos sejam favorecidos. Caso contrário, sempre haverá disputa por migalhas e a situação não mudará.
6. UTILIZE FERRAMENTAS PARA FACILITAR A GESTÃO
A Fazenda de São Paulo disponibilizava um software gratuito para quem não tinha ou não desejava investir em um emissor de notas e Conhecimento de Transporte Eletrônico pago. Infelizmente, o trabalho será descontinuado por conta de a maior parte dos contribuintes, segundo nota da Fazenda, optar por soluções próprias e/ou incorporadas aos seus sistemas internos. Para quem se sentiu órfão com a situação, uma solução interessante é o MarketUP, um sistema de gestão gratuito desenvolvido por gigantes da tecnologia no Brasil que possui emissor de notas, entre muitas outras soluções, para pequenas e médias empresas.
Do inglês Enterprise Resource Planning (ERP), os sistemas de planejamento de recurso corporativo são uma das principais ferramentas para facilitar a gestão de um negócio. Afinal, nem sempre possuímos uma equipe de inteligência para nos auxiliar na tomada de decisão, muito menos recursos para isso. Acontece que, para uma empresa dar certo, é fundamental não ‘perder tempo’ com assuntos que não fazem parte da atividade-fim do nosso negócio. É aí que entra a importância de um bom sistema de gestão, os chamados ERPs.
Lançada em 2014, a plataforma MarketUp reuniu um time de investidores que hoje pode ser considerado parte da elite de executivos de tecnologia do Brasil, pois conta com o idealizador Carlos Azevedo (Tesla), o investidor Alexandre Hohagen (ex-CEO para a América Latina do Facebook e do Google), Hélio Rotenberg (presidente da Positivo Informática) e Romero Rodrigues (CEO do Buscapé).
O foco atual da companhia é fornecer um sistema de gerenciamento (ERP) simples e gratuito para pequenas e médias empresas. Apesar dos baixos índices de adoção de tecnologia entre as PMEs, Hohagen aposta que a MarketUp tem um alto potencial de adoção por ter sido especialmente pensada para esse segmento. Isso significa que uma loja de instrumentos musicais, por exemplo, poderá manter em dia a gestão dos seus estoques de produtos, fechando compras de acordo com a dinâmica das vendas dos itens, sempre que algo estiver próximo de ficar em falta, bem como acompanhar o fluxo de caixa e os recebíveis, de maneira simples e prática. Tudo isso a poucos cliques de distância. https://marketup.com/
O que temos a dizer a você neste momento é: ORGANIZE-SE! Se fizer o dever de casa, estará preparado para o período da colheita que está chegando! Bons negócios!
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Gestão
Tendências de gestão para 2026 que as lojas de música devem adotar
Publicado
2 semanas agoon
15/01/2026
Eficiência operacional, inteligência de dados e cultura de serviço impulsionam o novo ciclo do varejo musical.
O setor de instrumentos musicais entra em 2026 com desafios claros: consumidores mais informados, margens pressionadas, concorrência digital global e cadeias logísticas que ainda se ajustam após anos de disrupções.
Para se manterem competitivas, as lojas especializadas precisam transformar sua gestão interna — não apenas o marketing ou a força de vendas. A seguir, as principais tendências de gestão empresarial que devem definir o varejo musical em 2026 — e como aplicá-las.
1) Gestão orientada por dados (Data-driven retail)
A intuição dá lugar à evidência.
O que envolve
- KPIs de giro por categoria (guitarras, áudio, teclados, percussão)
- Margem por fornecedor e por SKU
- Dados de abandono, recompra e ticket médio
- Análise de estoque versus sazonalidade
Ferramentas recomendadas
- CRM
- ERP integrado ao e-commerce
- Painéis simplificados de BI
Objetivo: decisões mais precisas e compras mais inteligentes.
2) Redução estratégica de estoque
Não se trata de ter mais produtos, mas os produtos certos.
Práticas para 2026
- Curadoria de portfólio baseada em giro
- Redução de SKUs pouco rentáveis
- Modelos de consignação com marcas
- Previsão de demanda baseada em dados históricos e sazonalidade (volta às aulas, festivais, fim de ano)
Resultado: menos capital imobilizado e fluxo de caixa mais saudável.
3) Cultura de serviço e experiência
O cliente não compara apenas preço, mas atendimento, suporte e confiança.
Foco em
- Onboarding do cliente no pós-venda
- Programas de fidelização reais (aulas, manutenção, ofertas premium)
- Protocolos de atendimento claros e mensuráveis
- Guias internos para demonstrações, linguagem e experiência em loja
Diferencial: a loja deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a atuar como centro de apoio musical.
4) Profissionalização da equipe
Embora a indústria musical dependa historicamente de talento apaixonado, 2026 exige capacitação formal e metas claras de desempenho.
Ações
- Plano de formação: vendas consultivas, áudio e manutenção básica
- Avaliações trimestrais e objetivos mensuráveis
- Bonificação vinculada à satisfação do cliente, e não apenas ao volume de vendas
5) Serviços integrados como modelo de negócio
O valor não está apenas no produto.
Novos pilares
- Luthieria e manutenção
- Locação e test-drive estendido
- Escola de música integrada
- Salas privadas de ensaio
- Assistência técnica em pro-audio e informática musical
Essa diversificação reduz a dependência exclusiva das vendas e aumenta a fidelização.
6) Alianças estratégicas
Em vez de competir de forma isolada, as lojas ganham força ao se conectar ao ecossistema:
- Produtores locais
- Escolas e professores
- Casas de shows e igrejas
- Influenciadores e criadores
- Marcas boutique e luthiers
7) Digitalização operacional e automação
Menos tarefas repetitivas, mais foco no cliente.
Exemplos
- Controle automatizado de estoque
- Sistema de tickets para pós-venda
- Confirmações automáticas via WhatsApp
- Integração entre catálogo, faturamento e envio
8) Enfoque financeiro conservador e resiliente
Estabilidade será decisiva em 2026.
Boas práticas
- Reservas financeiras equivalentes a 3–6 meses de custos fixos
- Crédito negociado com fornecedores
- Planejamento de compras por sazonalidade
- Auditorias semestrais
As lojas de instrumentos musicais que prosperarão em 2026 serão as que conseguirem combinar:
- Visão estratégica e controle operacional
- Tecnologia e cultura de serviço
- Diversificação e eficiência
- Capacitação da equipe e proximidade com a comunidade
O instrumento já não é vendido apenas pela paixão: ele é gerido com disciplina, informação e experiência humana.
A mensagem-chave do ano: profissionalizar sem perder a alma musical.
Gestão
Tendências de marketing para 2026 que as lojas de música devem adotar
Publicado
4 semanas agoon
06/01/2026
Segmentação precisa, conteúdo educativo e experiências híbridas impulsionam a próxima fase do varejo musical.
O mercado de instrumentos musicais entra em 2026 mais competitivo e digital do que nunca.
Após anos de transformação acelerada pelo e-commerce, pelo conteúdo curto e pela profissionalização dos músicos independentes, as lojas especializadas precisam atualizar suas estratégias para dialogar com um consumidor mais informado, exigente e multicanal.
A seguir, as principais tendências de marketing que os retailers do setor musical devem considerar para manter relevância e aumentar conversão.
1) Conteúdo educativo como núcleo da estratégia
Músicos — especialmente iniciantes e intermediários — buscam orientação antes de comprar.
Em 2026, as lojas mais bem-sucedidas não apenas vendem: ensinam.
O que fazer
- Séries de vídeos curtos com dicas de instrumentos
- Lives semanais com testes de equipamentos e Q&A
- Comparativos técnicos e guias de compra por estilo musical
- Minicursos gratuitos para geração de leads
Resultado esperado: mais autoridade de marca, maior retenção e conversão orgânica.
2) Microinfluenciadores e artistas locais
O marketing de influência continua forte, mas migra para perfis regionais, credíveis e próximos do público real.
Bandas da cidade, professores, técnicos e criadores independentes funcionam melhor do que celebridades.
Estratégias
- Embaixadores locais com incentivos reais
- Ativações em escolas e estúdios
- Depoimentos autênticos, sem roteiro comercial
3) Experiência híbrida: loja física + digital
O cliente quer tocar o instrumento e pesquisar/comprar online.
Ações eficazes
- Tours digitais da loja
- Agendamento para testes privados
- Chat ao vivo com especialistas
- “Compre e retire” + áreas de teste rápido
A venda presencial segue forte, sustentada por suporte digital contínuo.
4) Personalização e CRM aplicado
A segmentação refinada deixa de ser opcional.
O músico valoriza recomendações personalizadas de acordo com nível, estilo e orçamento.
Como implementar
- CRM com histórico de preferências e compras
- E-mails segmentados (bateristas, guitarristas, escolas, igrejas)
- Ofertas personalizadas e upselling técnico (cordas, peles, interfaces, cabos premium)
5) Conteúdo focado no processo criativo
O músico atual quer mostrar como cria, não apenas o que compra.
Formatos-chave
- Demos criativas
- Conteúdo “direto do home studio”
- Bastidores de gravação: “como fiz este loop/riff/groove”
- Play-along com instrumentos da loja
A criação emociona mais do que um catálogo frio.
6) Marketing educativo para pais
O aumento de estudantes jovens recoloca os pais no centro da decisão.
É fundamental uma comunicação clara, sem excessos técnicos, focada em valor pedagógico, durabilidade e serviço.
Mensagens importantes
- Guias “primeiro instrumento”
- Benefícios cognitivos da música
- Planos de upgrade e manutenção
7) Comunidade como diferencial competitivo
No mercado globalizado, a loja local vence quando se torna um ponto de cultura.
Propostas
- Jam sessions e showcases
- Clínicas com artistas
- Sessões de teste guiado para iniciantes
- Programas de fidelização para professores
Quem cria comunidade, mantém relevância.
8) Transparência e sustentabilidade
A nova geração valoriza empresas com propósito.
Aposta para 2026
- Políticas de reparo e reposição
- Programas de instrumentos recondicionados
- Comunicação ética sobre preços e procedência
Em 2026, as lojas que prosperam não competem apenas por preço ou estoque, mas por conexão, conhecimento e experiência.
As palavras-chave do ano serão:
- Ensinar antes de vender
- Integrar marketing digital + experiência in-store
- Criar comunidade musical local
- Personalizar o contato com cada músico
O consumidor já mudou. Agora, o varejo musical precisa tocar no mesmo ritmo.
Automação, venda consultiva e experiência omnichannel marcam o novo ciclo do varejo musical.
O comércio de instrumentos musicais chega a 2026 com um consumidor mais informado, digitalizado e exigente. As lojas já não podem depender apenas de estoque e atendimento tradicional: o mercado demanda experiências personalizadas, agilidade logística e assessoria especializada.
A seguir, uma análise das tendências de vendas que definirão o setor em 2026 e que os varejistas musicais precisam adotar para permanecer competitivos.
1) Venda consultiva: o vendedor se transforma em assessor musical
O cliente já pesquisou antes de chegar à loja. Ele busca confiança e orientação, não pressão.
Como aplicar
- Capacitação técnica contínua da equipe
- Scripts de recomendação por nível e estilo musical
- Demonstrações práticas e comparativas
- Acompanhamento pós-venda real (afinação, setup, dicas)
Objetivo: fidelizar e reduzir devoluções, aumentando o ticket médio.
2) Omnicanalidade real: o cliente compra onde quiser
A experiência deve ser fluida entre loja física, site e WhatsApp.
Ações
- Catálogo online atualizado com estoque real
- Click & Collect com atendimento rápido
- Testes na loja agendados pela web
- Chat com vendedor especializado em tempo real
Resultado: mais conversões e menos atrito.
3) Social selling e presença em plataformas de vídeo curto
TikTok, Instagram e YouTube Shorts já influenciam mais do que o Google nas compras musicais.
Estratégia
- Lives de venda (packs, kits, “teste e leve”)
- Catálogos integrados às redes sociais
- Vídeos curtos: demos, comparativos, dicas rápidas
- Criadores e professores locais amplificando o alcance
4) Modelos de assinatura e financiamento flexível
A acessibilidade impulsiona vendas. Gerações mais jovens preferem pagamento mensal à compra integral.
Oportunidades
- Planos Rent-to-own (aluguel com opção de compra)
- Assinatura de instrumentos para estudantes
- Pacotes mensais para estúdio (controlador + DAW + monitores)
- Financiamento em parcelas pequenas e transparentes
5) Programas de “upgrade” e recompra
O músico evolui e quer melhorar seu equipamento sem perder investimento.
Ações
- Programa de troca de instrumento
- Crédito mediante entrega de usados
- Venda certificada de produtos recondicionados
Benefício: retenção e atração de novos músicos.
6) Serviços como extensão da venda
A venda em 2026 não termina no balcão.
Serviços-chave
- Setup inicial gratuito
- Manutenção programada
- Afinação e calibração
- Upsell inteligente: cordas, baquetas, cabos premium, capas, cases
- Aulas presenciais e online associadas
7) Microexperiências na loja
A loja deixa de ser apenas ponto de venda e se torna um espaço musical.
Ideias
- Área de teste silencioso
- Miniestúdio demo
- Jam sessions intimistas
- Apresentações acústicas e clínicas
A experiência física volta a ser um diferencial.
8) Dados e CRM para segmentar e reter
O sucesso não está apenas em vender, mas em manter o cliente ativo.
Aplicações práticas
- Segmentação por instrumento, nível e orçamento
- E-mails personalizados conforme perfil
- Alertas de manutenção e reposição (cordas, peles)
- Promoções relevantes, não genéricas
É preciso fazer a diferença
O varejo musical entra em uma fase em que o diferencial está na experiência, no conhecimento e no relacionamento de longo prazo — e não apenas no estoque ou no preço.
As lojas que liderarão 2026 serão aquelas que adotarem:
- Venda consultiva e especializada
- Estratégias digitais com conteúdo útil
- Programas de financiamento, serviços e retenção
- Experiências híbridas que conectam comunidade e tecnologia
O lema do ano será claro: “Não é apenas vender instrumentos, é acompanhar a evolução do músico.”
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