Músico
Como ser um profissional do áudio no Brasil: Dicas para construir uma carreira de sucesso
Publicado
10 meses agoon
O mercado de áudio no Brasil e no mundo vive um momento de transformação. Com o avanço da inteligência artificial, que automatiza processos e cria novas possibilidades, ser um profissional do áudio exige não apenas talento, mas também preparo técnico, versatilidade, visão estratégica e sempre estar por dentro das novas tendências.
Para guiar quem deseja se destacar nessa área, Rane Oliveira, vocalista premiado, produtor musical, engenheiro de áudio e profissional atuante no mercado da música e da dublagem, compartilha sua experiência e dicas valiosas
O mercado de áudio no Brasil
O setor de áudio no Brasil abrange diversas frentes, as mais comuns são produção musical, sound design, sonoplastia e dublagem de séries e filmes. Cada uma exige habilidades específicas, mas todas compartilham a importância de dominar as técnicas de captação e mixagem, processos fundamentais para garantir qualidade sonora e estéticas diversificadas.
Produção Musical
Na produção musical, o objetivo é transformar ideias em músicas prontas para o público. Existem algumas etapas dentro da produção musical que é interessante seguirmos, como: Composição, escolha de repertório, pré-produção e aí passamos pra parte em que começamos a captação definitiva dos instrumentos, a qual vamos falar um pouco mais.
A captação envolve gravar instrumentos e vozes por diferentes métodos: sinal de linha, instrumentos virtuais via MIDI, e microfones estrategicamente posicionados para capturar o melhor timbre. Como destaca a Rane, o microfone ideal nem sempre é o mais caro, mas contar com clássicos como Shure SM58, SM57, SM7, AKG 414 ou Neumann U87 certamente enriquece o resultado final.
A mixagem é o processo de equilibrar os elementos gravados usando volume, equalização, compressão e efeitos. Em relação às DAWs (Digital Audio Workstations), o REAPER é altamente recomendado por ser leve, customizável e robusto — ideal para profissionais autônomos. Já o Pro Tools é essencial para quem deseja atuar em grandes estúdios, por ser o padrão da indústria.
Para trabalhar como produtor, é essencial ter conhecimento técnico e sensibilidade artística.
Dublagem de Séries, Filmes e Games
Na dublagem, o foco está na captação de diálogos em ambiente de estúdio, sincronização de vozes com imagens e mixar esses mesmos diálogos através do volume, equalização, compressão transparente, ambientação e efeitos, seja em séries, filmes ou jogos eletrônicos. A captação exige estúdios tratados acusticamente e microfones condensadores, como por exemplo o Neumann U87 e o Tlm 103 para garantir vocais nítidos e expressivos. Em games, a captação pode incluir múltiplas tomadas para diferentes cenários interativos, exigindo versatilidade dos dubladores, agilidade e precisão técnica. A mixagem alinha o áudio ao vídeo ou à jogabilidade, equilibrando diálogos, trilhas sonoras e efeitos para criar uma experiência imersiva.
Rane aponta: “O mercado está instável por conta de paralisações artísticas devido a implementação de inteligência artificial sem regulamentação, porém profissionais que estão antenados nas novas tendências e que dominam formatos avançados, como mixagem 5.1 e Dolby Atmos, especialmente valorizados em jogos AAA e produções audiovisuais, não ficam sem emprego”.
Audiobooks
A produção de audiobooks tem ganhado força com o aumento da demanda por conteúdo narrativo em plataformas como Audible e Storytel. Na captação, a prioridade é gravar vozes narrativas e(ou) interpretativas, usando microfones condensadores para uma voz mais clara, em ambientes livres de ruídos externos. É importante ter um estúdio isolado e bem tratado acusticamente para evitar ecos indesejados. A mixagem foca em manter a consistência vocal, com ajustes sutis de compressão e equalização para garantir uma audição confortável por longos períodos, além de adicionar eventuais efeitos sonoros ou trilhas discretas para enriquecer a narrativa.
Para trabalhar com audiobooks, é preciso praticar a edição de áudio para eliminar pausas excessivas e ruídos de respiração, além de buscar parcerias com editoras ou plataformas digitais. Um bom portfólio com trechos narrados pode abrir portas nesse mercado em expansão.
Sonoplastia
A sonoplastia cria a atmosfera sonora de peças teatrais, comerciais ou eventos. Na captação em situação de ao vivo , os microfones mais comuns para diálogos são os microfones dinâmicos e de lapela, enquanto microfones condensadores são utilizados para captura de sons ambientes. A mixagem exige precisão para integrar sons ao vivo ou gravados sem interferir na narrativa. É importante estudar o comportamento do som em diferentes espaços, já que cada ambiente altera a acústica.
Para ingressar na área, é útil fazer cursos de áudio ao vivo e buscar estágios em eventos culturais. A versatilidade é chave, pois o sonoplasta muitas vezes atua sob pressão, ajustando o som em tempo real.
Certificações que Fazem a Diferença
No mercado competitivo, certificações são um diferencial. Rane destaca duas que considera essenciais:
Certificação Avid Pro Tools: O Pro Tools é o padrão da indústria, usado em mais de 80% dos estúdios profissionais, segundo a Gitnux. “Essa credencial valida sua capacidade de gravar, editar e mixar com precisão, algo que o mercado internacional valoriza”, explica Rane. A certificação é reconhecida globalmente e registrada no site da Avid, onde empregadores e clientes podem verificar sua qualificação, além de você poder utilizar o selo profissional em suas comunicações como website ou currículo. Para obtê-la, busque cursos oficiais da Avid, estude os fundamentos do software, pratique muito e prepare-se para o exame prático em inglês.
Certificação em Reaper: O Reaper é uma alternativa acessível e flexível ao Pro Tools, ideal para produtores independentes. Rane recomenda o curso Music Production using the REAPER professional audio software da Reaper Experts, com 240 horas de duração. “O Reaper é leve, personalizável e compatível com plugins de ponta, o que o torna perfeito para home studios”, diz ele. Aprender ambas as ferramentas amplia oportunidades, já que o Reaper é comum em projetos independentes, enquanto o Pro Tools domina estúdios profissionais, por enquanto.
Registro Profissional (DRT): Para formalizar a carreira, o Registro Profissional (DRT) como técnico de mixagem e técnico tomador de som é uma exigência em muitos projetos. Ele pode ser solicitado no site do Ministério do Trabalho (SIRPWeb), mas requer curso superior ou tecnólogo na área de áudio. O DRT é um passo importante para atuar em produções maiores, como cinema e TV, garantindo direitos trabalhistas e credibilidade.
Dicas Extras

Mixagem 5.1 e Dolby Atmos
Com o crescimento do streaming, formatos imersivos como mixagem 5.1 e Dolby Atmos estão em alta, especialmente para filmes e séries. O 5.1 distribui o som em cinco canais e um subwoofer, criando uma experiência envolvente, enquanto o Dolby Atmos adiciona altura ao som, simulando ambientes tridimensionais. “Dominar esses formatos é essencial para quem quer trabalhar com audiovisual hoje”, afirma Rane. Ele sugere estudar em softwares compatíveis, como Pro Tools, e buscar cursos específicos, já que a demanda por profissionais qualificados está crescendo.
Montando um Home Studio
Ter um home studio é uma vantagem para treinar e captar trabalhos freelancer.. Rane recomenda preparar um ambiente acusticamente tratado e se possível isolado. Sabemos que no Brasil tudo é um pouco mais caro, então na maioria das vezes temos que buscar soluções acessíveis como painéis acústicos (absorvedores e difusores), tapetes, sofás, estante de livros e por aí vai, o interessante é termos um equilíbrio entre superfícies reflexivas e materiais absorvedores.
Equipamentos básicos para começar um Home Studio incluem:
- Monitores de áudio: Ex.: Yamaha HS5, KRK Rokit 5, JBL 305P MKII 5 e AdamT5V.
- Placa de áudio: Ex.: Focusrite Scarlett 2i2, Presonus Studio 2x e Universal audio Volt 2.
- Microfones: Shure SM57 para instrumentos e Shure SM58 ou SM7B para voz .
- Computador e DAW: Um PC com o processador mais recente que conseguir comprar, pelo menos 16 GB de RAM e a DAW de sua escolha, eu recomendo Reaper ou Pro Tools.
“Um home studio bem montado permite praticar e entregar trabalhos profissionais sem depender de estúdios caros”, diz.
Rede de Contatos
Além de técnica, é importante construir uma rede de contatos. Participar de eventos, colaborar com artistas locais e estar presente em plataformas como instagram e YouTube ajuda a ganhar visibilidade. “O mercado valoriza quem entrega qualidade e se conecta com outros profissionais”, complementa.
Conclusão
Ser um profissional do áudio no Brasil é desafiador, especialmente com a concorrência e o impacto da inteligência artificial. No entanto, a preparação faz toda a diferença. Investir em certificações como Pro Tools e Reaper, buscar o registro profissional, dominar formatos como Dolby Atmos e montar um home studio são passos concretos para se destacar. Com dedicação e versatilidade, é possível transformar paixão pelo som em uma carreira de sucesso, contribuindo para a rica cena musical e audiovisual brasileira e podendo investir na sua carreira além do Brasil.
Enviado por: Rane Oliveira e Liliane Oliveira.
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Estúdio de Gravação
Ovy Ayvu cria palco real para artistas autorais em São Paulo
Publicado
2 semanas agoon
06/02/2026
A Ovy Ayvu vem se consolidando como um novo agente de fortalecimento da cena musical independente paulistana ao oferecer, de forma gratuita, estrutura profissional para gravação, produção e lançamento de artistas autorais.
Desde setembro de 2025, a produtora, que também atua como selo e gravadora, passou a desenvolver o projeto Ovy Sessions, voltado à valorização dos processos criativos e à ampliação de vozes historicamente marginalizadas no mercado.
O projeto surgiu a partir da percepção de que a produção musical independente costuma ser observada apenas pelo resultado final, sem atenção ao percurso criativo, às escolhas estéticas e às histórias que antecedem cada lançamento. A partir disso, a Ovy Ayvu transformou uma sala em um pequeno palco permanente, investindo recursos próprios para criar um espaço físico de acolhimento, escuta e criação artística, onde o tempo e o processo têm a mesma importância que a obra final.
Mais do que prestar serviços técnicos, a proposta da Ovy Sessions é democratizar o acesso à criação musical em nível profissional. O projeto busca garantir que artistas independentes possam desenvolver seus trabalhos com dignidade, qualidade técnica e cuidado estético, em condições semelhantes às de grandes produções, algo ainda pouco acessível fora dos circuitos tradicionais da indústria.
Segundo Will Felix, diretor e produtor executivo da Ovy Sessions, o projeto tem sido mantido integralmente com recursos próprios. “Inscrevi o projeto em editais de cultura, mas até agora não fomos contemplados. Todos os recursos utilizados são nossos. Seguimos buscando parcerias institucionais e investimentos para ampliar o alcance e o número de artistas atendidos”, afirma. Atualmente, a produtora lança um artista por mês, com a meta de alcançar lançamentos quinzenais, dependendo da viabilidade financeira.
A Ovy Ayvu mantém um processo seletivo permanente para novos participantes. Os critérios incluem trabalho exclusivamente autoral, trajetória independente e afinidade com a filosofia do projeto, que entende a música como presença, encontro, experiência e reflexão. O formulário de inscrição está disponível em www.ovyayvu.art.
Além das sessions, a Ovy Ayvu atua como selo e gravadora, sendo responsável por toda a produção audiovisual e digital dos artistas que passam pela casa. Os lançamentos são distribuídos pelo próprio selo, fortalecendo a autonomia artística e ampliando o alcance das obras. Já participaram do projeto artistas como Gabriela Capassi, Uma Luiza da Folha e Natânia Borges. Em dezembro, chega às plataformas o álbum de Brenda Umbelino. O formato prevê o lançamento de um single na primeira semana, seguido da session completa no canal da produtora no YouTube.
Para 2026, a Ovy Ayvu planeja expandir sua atuação com dois novos projetos: Ayvu Sessions e Sarau da Ovy, ambos voltados à circulação contínua, ao registro e à difusão de artistas independentes. A iniciativa reforça o papel da produtora como um espaço ativo de criação, formação de público e fortalecimento da música autoral no contexto urbano de São Paulo.
Music Business
Ecad e Secretaria da Cultura de SP firmam parceria sobre licenciamento musical no estado
Publicado
2 semanas agoon
05/02/2026
O Ecad e a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo firmaram uma parceria para ampliar a conscientização e incentivar o licenciamento correto da execução pública de música em todo o território paulista.
A iniciativa reforça que o pagamento de direitos autorais é obrigatório por lei e essencial para valorizar compositores, intérpretes e demais criadores, garantindo a continuidade da produção musical.
O projeto foi lançado nesta segunda-feira (26/01), durante o encontro anual do governo estadual com gestores de Cultura dos 645 municípios paulistas. Entre as ações previstas estão orientações sobre a necessidade de autorização prévia para a execução pública de música e a realização de workshops de capacitação voltados a gestores culturais. As formações serão conduzidas pelo CULTSP PRO – Escolas de Profissionais da Cultura, programa de qualificação dedicado aos setores culturais e criativos.
Segundo Karina Guerreiro, gerente regional do Ecad em São Paulo, o estado ocupa uma posição estratégica no ecossistema musical brasileiro. “São Paulo tem um papel central na música do país, tanto pelo volume de arrecadação quanto pelo impacto cultural e econômico que gera. Essa parceria reforça nosso compromisso de orientar os gestores públicos sobre a importância do licenciamento musical correto, garantindo que os criadores sejam remunerados de forma justa”, afirmou.
Dados do Ecad indicam que São Paulo lidera a arrecadação de direitos autorais de execução pública no Brasil. Em 2025, o estado ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão arrecadado, o que representa 51% do total nacional. O resultado evidencia a relevância paulista na promoção do licenciamento musical e seus reflexos positivos para a economia criativa e as políticas culturais.
Para a secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Marilia Marton, a parceria traz benefícios diretos aos municípios. “Conhecer e compreender os direitos autorais é fundamental para a gestão cultural, especialmente em um país onde a música é um dos principais pilares da cultura. Essa troca de conhecimento fará a diferença para os gestores e para o fortalecimento do setor”, concluiu.
Instrumentos Musicais
Como escolher produtos de manutenção sem arruinar o instrumento
Publicado
2 semanas agoon
04/02/2026
Guia prático para limpar, proteger e conservar guitarras, baixos, baterias, teclados e equipamentos sem riscos desnecessários.
Cuidar bem de um instrumento não é apenas uma questão estética. Uma manutenção incorreta pode danificar acabamentos, ressecar madeiras, comprometer componentes eletrônicos e reduzir drasticamente a vida útil do equipamento. Em um mercado cheio de produtos “milagrosos”, saber o que usar — e o que evitar — se tornou essencial para músicos, técnicos e lojas.
A regra de ouro é simples: nem tudo o que limpa é seguro para instrumentos musicais.
O maior inimigo: produtos domésticos
Grande parte dos danos irreversíveis em instrumentos vem do uso de produtos de limpeza comuns. Devem ser evitados:
- Álcool comum ou isopropílico em acabamentos pintados
- Limpador multiuso e limpa-vidros
- Silicone líquido ou em spray
- Desengordurantes
- Ceras automotivas
- Produtos com amônia ou solventes fortes
Esses produtos podem:
- Opacar ou rachar o verniz
- Reagir quimicamente com a pintura
- Penetrar em madeiras porosas
- Danificar plásticos, colas e serigrafias
- Deixar resíduos difíceis de remover
Nem todo acabamento é igual
Antes de usar qualquer produto, é fundamental saber qual é o tipo de acabamento do instrumento.
Nitrocelulose
- Muito comum em instrumentos vintage ou de inspiração clássica
- É um acabamento delicado e sensível
- Reage facilmente com álcool, silicone e solventes
- Deve ser limpo apenas com pano seco ou produtos específicos para nitro
Poliéster e poliuretano
- Mais resistentes e comuns em instrumentos modernos
- Aceitam uma limpeza um pouco mais firme, mas não solventes
- Ainda assim, o ideal é usar produtos próprios para instrumentos
Madeiras porosas (sem verniz ou apenas oleadas)
- Escalas de rosewood, ébano, pau-ferro etc.
- Nunca devem receber produtos com silicone
- Use apenas óleos ou condicionadores específicos, em pouca quantidade e poucas vezes por ano
Guia rápido: o que usar em cada caso
Guitarras e baixos
Corpo e acabamento:
- Pano de microfibra seco ou levemente umedecido
- Produtos específicos para instrumentos
- Nunca usar produtos de limpeza domésticos
Escala (rosewood, ébano, pau-ferro):
- Condicionador próprio 1 ou 2 vezes por ano
- Não encharcar a madeira
- Remover sempre o excesso
Trastes:
- Pano seco ou lã de aço fina (com extremo cuidado e protegendo os captadores)
Baterias
Cascos:
- Mesmo cuidado das guitarras: pano seco ou produto específico
- Nada de silicone ou cera automotiva
Ferragens:
- Pano seco
- Se houver oxidação leve, usar produto específico para metais aplicado no pano, nunca direto na peça
Peles:
- Apenas pano levemente úmido, se necessário
Teclados, synths e equipamentos eletrônicos
Carcaça:
- Pano de microfibra seco ou muito levemente umedecido
- Nunca borrifar líquido diretamente
Teclas e painéis:
- Produto neutro aplicado no pano
- Evitar álcool forte e qualquer solvente
Conectores:
- Limpador de contato específico, com moderação
Sinais de alerta
Se depois da limpeza você notar:
- Manchas esbranquiçadas
- Superfície pegajosa
- Perda de brilho ou mudança de cor
- Cheiro químico persistente
Provavelmente foi usado um produto inadequado.
Menos é mais
Um dos erros mais comuns é limpar demais. Excesso de produto:
- Satura a madeira
- Acumula resíduos
- Atrai poeira
- Acelera o desgaste
Na maioria dos casos, um pano seco e constância fazem mais pelo instrumento do que qualquer químico.
Manutenção sempre
A manutenção correta não depende de produtos caros nem de soluções milagrosas, mas de usar o que é adequado para cada material e evitar improvisos com produtos domésticos. Um instrumento bem cuidado preserva seu valor, sua estética e, principalmente, seu som.
Na manutenção, como no áudio: menos intervenção, mais fidelidade.
Áudio
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