Audio Profissional
Mancini Cabos de olho nas necessidades dos profissionais
A Mancini Cabos apresenta fluxo de trabalho mais dinâmico, mais representantes e crescimento da sua linha de produtos.
A Mancini Cabos Especiais passou por uma restruturação de gestão em 2018, o relacionamento entre os diretores e os gerentes de venda foi aprimorado e novas ideias de produtos foram ouvidas para ampliar o catálogo da empresa. Alexandre Nascimento, gerente comercial, conta mais a seguir.

Alexandre Nascimento
Quais foram as mudanças implantadas na Mancini Cabos no último ano?
Várias coisas aconteceram a partir de 2018 com a nova gestão na empresa. Para começar, tivemos um crescimento muito grande na oferta de produtos, caso da linha de cabos comando — que as pessoas chamam de PP: antes tínhamos só de duas vias e agora temos de três, quatro e seis vias. Os cabos de microfone apresentam novas capas coloridas, oferecendo agora dez cores diferentes. Nossa presença no País cresceu também, com 22 representantes em todo o Brasil — em 2017 só tínhamos seis. Temos agora 22 representantes na linha de sonorização, que chamamos de revenda; e no setor de cabos manga, que classificamos como indústria, contamos com oito representantes.
Há alguma novidade a destacar na área especializada de áudio?
Temos muita coisa a realizar nesse mercado. Vejo uma ascensão muito grande em função das mudanças proporcionadas pela tecnologia. Temos de focar essas mudanças para aumentar o nosso catálogo e satisfazer as necessidades dos usuários profissionais. Por exemplo, as mesas digitais, que agora são mais usadas do que as analógicas. Outras questões referem-se ao uso do cabo Ethernet — o CAT 5 e o CAT 6 — e aos plugues. Por exemplo, o Speakon sempre foi muito usado nas caixas, mas hoje tem clientes que preferem plugues diferentes, produzidos e fabricados no Brasil, não importados.
O que diferencia os cabos da Mancini dos concorrentes?
O diferencial dos nossos cabos, se comparados com a concorrência, está na variedade. Por exemplo, nos cabos de microfones, temos dez tipos de cores, quando a concorrência só tem preto, vermelho e azul. Outro ponto é que a concorrência não faz cabos com 85% de malha, que é aquela blindagem necessária, os nossos filamento proporcionam uma corda extremamente flexível. Por que é que o meu cabo é mais flexível do que o da concorrência? Porque trabalhamos com materia prima de primeira linha, processos produtivos adequados proporcionando um produto de extrema qualidade. É óbvio que com isso a concorrência vai perceber que está perdendo mercado e vai tentar fazer igual, mas é muito difícil de fazer, principalmente pelo custo operacional.
A empresa fará cabos montados?
Está na pauta da Mancini fazer cabos montados. Já temos alguns, porém sabemos que existem empresas que vão comprar um cabo montado lá fora. Há empresas no mercado que oferecem um cabo montado de 5 metros por R$ 10, mas cadê a qualidade?
Como você avalia a situação do cabo brasileiro hoje diante do que vem de fora?
O cabo brasileiro é melhor, sem dúvida, só que você não compra hoje um cabo americano por US$ 5, mas pode encontrar um cabo que “atende o meu cliente pelo preço”. É o jeito brasileiro. A pessoa só vê o preço e não a qualidade, então, para mim, o importante da nossa empresa é a filosofía: visamos a qualidade. Por exemplo, hoje só compramos PVC da Karina, uma das maiores especialistas na produção de compostos do mercado mundial. Esse é o diferencial da Mancini. A nova gestão escuta muito as nossas sugestões, e isso também nos faz destacar. Por exemplo, vi na SemanÁudio que o pessoal estava pedindo cabos 6×2,5 e 8×2,5, falei com nossos gestores, que imediatamente me passaram o preço e disseram que iria fabricar em 20 dias. Isso também faz parte do diferencial da Mancini para poder seguir crescendo e satisfazer as necessidades dos profissionais.
LANÇAMENTO: Cabo Comando Branco
O produto mais recente é o cabo comando extraflexível na capa branca de 2 x 2,50 mm² até 12 x 2,50 mm². É um cabo utilizado nas igrejas para ligar as caixas ativas e passivas, muito apreciado por uma questão de estética: é um cabo branco que combina com caixas brancas, além de ser muito flexível, o que facilita o manuseio.
Audio Profissional
Audio-Technica Brasil amplia equipe e reforça atuação no mercado de integração
Empresa anuncia contratação de Lucas Parreira para desenvolvimento de negócios no segmento audiovisual.
A Audio-Technica Brasil anunciou a expansão de sua equipe como parte da estratégia de crescimento no país, com foco no mercado de integração. O principal movimento é a contratação de Lucas M. Parreira, que assume a função de Market Development.
Segundo Alexandro de Azevedo, presidente da empresa no Brasil, a iniciativa reforça o posicionamento da marca no segmento. “A contratação do Lucas Parreira reforça o compromisso da empresa em ampliar sua atuação no mercado de integração, um dos pilares estratégicos para o avanço do áudio profissional”, afirma.

Com mais de 14 anos de experiência no setor de áudio e vídeo, Parreira possui atuação em design técnico, integração de sistemas, produção ao vivo e áreas comerciais. O profissional também é certificado CTS pela AVIXA e possui formação em tecnologias de AV em rede, DSP, vídeo e automação.
De acordo com a empresa, a chegada de Lucas busca fortalecer o relacionamento com integradores e parceiros no Brasil, ampliando a presença em projetos corporativos, educacionais, governamentais e de entretenimento.
A movimentação ocorre em um contexto de investimento contínuo na estrutura local. Recentemente, a equipe da Audio-Technica Brasil realizou encontros estratégicos para alinhamento de objetivos e planejamento das próximas etapas da operação.
Audio Profissional
Problemas comuns em sistemas wireless e como evitá-los
Interferência, antenas e baterias estão entre as principais causas de falhas.
O uso de sistemas wireless é cada vez mais comum em shows, ensaios e produções audiovisuais. Ainda assim, falhas técnicas simples podem comprometer o desempenho quando alguns cuidados básicos não são adotados.
Entre os problemas mais frequentes estão interferência de radiofrequência (RF), posicionamento inadequado de antenas e uso de baterias com baixa carga.
Interferência RF: cortes e ruídos no áudio
A interferência ocorre quando outras transmissões utilizam a mesma frequência, causando falhas no sinal.
Esse cenário é comum em locais com muitos dispositivos sem fio, como eventos e ambientes urbanos.
Como evitar:
- Fazer varredura de frequência antes de usar
- Trocar de canal ao perceber interferência
- Evitar múltiplos sistemas na mesma frequência
Na prática: Se o som começar a falhar, mudar a frequência costuma resolver rapidamente.
Antenas mal posicionadas: perda de sinal
A transmissão depende de um caminho livre entre transmissor e receptor. Obstáculos físicos podem bloquear o sinal.
Boas práticas:
- Manter linha de visada sempre que possível
- Evitar cobrir a antena com o corpo
- Posicionar o receptor em local elevado
Na prática: Se o sinal cai ao se movimentar, o problema geralmente está na posição das antenas.
Baterias: falhas simples de evitar
Baterias fracas ou inadequadas são causa frequente de interrupções.
Muitas vezes, a falha não está no sistema, mas na alimentação de energia.
Como prevenir:
- Utilizar baterias carregadas ou novas
- Ter sempre baterias reserva
- Não misturar baterias novas com usadas
Na prática: Trocar as baterias antes de apresentações evita imprevistos.
Outros fatores importantes
- Distância excessiva entre transmissor e receptor
- Presença de estruturas metálicas
- Uso de vários sistemas sem coordenação
Grande parte dos problemas em sistemas wireless pode ser evitada com ajustes simples. Verificar frequência, posição e bateria antes do uso é suficiente para garantir maior estabilidade.
Audio Profissional
WDC Networks passa a distribuir soluções Harman em áudio profissional
Parceria reforça estratégia de consolidar presença no mercado Pro-AV no Brasil.
A WDC Networks anunciou a inclusão das soluções da Harman em seu portfólio de áudio profissional, em um movimento que amplia sua atuação no mercado Pro-AV no Brasil.
A parceria foi apresentada oficialmente ao mercado no dia 25 de março de 2026, durante evento na sede da empresa, em São Paulo, voltado a integradores de diferentes regiões do país. A apresentação contou com a participação de Bruno Moura, vice-presidente e general manager da Harman para a América Latina.
Com o acordo, a WDC passa a distribuir inicialmente as marcas AMX, BSS, Crown e JBL, ampliando sua oferta para projetos de pequeno, médio e grande porte. A empresa também trabalha na introdução da marca Martin, voltada a aplicações de entretenimento e iluminação arquitetural.
Segundo a companhia, a integração das soluções da Harman fortalece a estratégia de atuação como fornecedor completo para o mercado, reunindo em um único portfólio tecnologias de processamento, controle, amplificação e sonorização.
De acordo com Bruno Rigatieri, diretor Comercial e de Marketing da WDC Networks, a nova parceria complementa o conjunto de marcas já distribuídas pela empresa, permitindo atender diferentes etapas de projetos de áudio profissional com maior abrangência.
A iniciativa ocorre em um contexto de expansão do mercado de áudio e vídeo profissional no país, com aumento da demanda por soluções integradas em projetos corporativos, eventos e entretenimento.
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