Instrumentos Musicais
EDUCAÇÃO: Série de livros para auxiliar professores a ensinar música
5 min de leitura
Conheça ‘Primeiras Notas – A Música na Sala de Aula’, uma série de livros didáticos voltados ao ensino musical para auxiliar professores na educação musical
Para tornar real a experiência da música em sala de aula de maneira acessível à compreensão de todos, a Lybbro Editora apresenta a série “Primeiras Notas – a música na sala de aula”. Com uma organização didática funcional, o conteúdo dos livros tem base nos Parâmetros Curriculares Nacionais e nas disposições contidas na Lei 11.769/08, que obriga todas as instituições de ensino a oferecerem aulas de música no Ensino Fundamental.
A lei alterou o artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, ao qual foi inserido o parágrafo 6 que diz: “A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, da disciplina de Arte”. Desde 2011 as escolas já deveriam ter se adaptado a essa nova realidade, mas na prática a maioria dos alunos brasileiros ainda não tem aulas de música nas escolas públicas ou particulares.
Onde a música nas escolas já é uma realidade?
Em alguns municípios do Brasil, a música nas escolas já é uma realidade. É o caso de Barra Mansa-RJ (Projeto Música nas Escolas, método Suzuki), Ilhabela-SP (Projeto de capacitação musical aos professores de arte desde 2010), Mogi das Cruzes-SP (Projeto “Tocando, cantando, fazendo música com crianças”), Barueri-SP e outros. As escolas municipais de Barueri já utilizam a série “Primeiras Notas”.
Mas qualquer professor pode dar aula de música? E o músico, sem formação pedagógica, pode lecionar na escola?
Para um dos autores Marino S. Pozzi, se um pedagogo sem formação específica não pode lecionar música, um músico não pode exercer a profissão de professor na educação infantil ou no ensino fundamental sem ter formação pedagógica. “Os pedagogos demandam de formação específica para lecionar música e os músicos precisam de formação pedagógica para tal, em qualquer nível”, comenta.
Enquanto uma solução comum não vem à tona, e, principalmente, enquanto questões de ordem pública não são solucionadas, a Lei não vem sendo cumprida possivelmente na maior parte do território nacional, e a maioria dos alunos brasileiros continua longe da oportunidade de desenvolver a linguagem musical.
Despertando o interesse pela música
Os autores da série “Primeiras Notas” detectaram os conceitos musicais introdutórios e básicos e os decodificaram de forma lúdica e didática, tornando-os acessíveis à compreensão dos alunos e professores, por meio de atividades experienciais, para que os alunos possam sentir as vibrações sonoras e por meio delas expressar seus sentimentos, enriquecendo sua experiência e expandindo seu aprendizado.
Os conceitos dos livros servem de base para o entendimento da teoria musical, e, principalmente aguçam o encantamento com a linguagem musical, o que é fundamental para despertar o interesse posterior pelo estudo aprofundado da música.
Primeiras notas
De forma lúdica e através de ilustrações divertidas, os autores propõem descontraídas brincadeiras com os sons provocando um ar de entretenimento em sala de aula, com isso os alunos acabam aprendendo, na prática, a diferenciar os sons graves dos agudos, aguçam o ouvido para perceber os timbres e intensidades, noções de ritmo, melodia, entre outros conceitos.
Quanto à estrutura e organização dos livros, os autores selecionaram um único conteúdo, apresentado em quatro tratamentos pedagógicos diferentes, aplicáveis aos respectivos ciclos educacionais.
As atividades propostas pela série de livros correspondem a 25% da carga horária referente à disciplina de Arte, não requer conhecimentos aprofundados de teoria musical por parte do corpo docente nem a utilização de instrumentos musicais. Desta forma, os professores podem aplicar o conteúdo em aulas quinzenais ou em um só bimestre, destinando a carga horária restante para as outras três linguagens da disciplina de Arte (Artes cênicas, visuais e dança).
Treinamento e capacitação dos professores
Os autores da série “Primeiras Notas” desenvolveram uma metodologia de capacitação com a finalidade de preparar o educador para a mediação do processo de aprendizagem musical. A editora oferece capacitação específica para o corpo docente que for utilizar o material fornecendo os subsídios práticos e teóricos exclusivos para a aplicação das lições.
A psicopedagoga Isabel Parolin explica que os autores da obra convidam os professores a trazer à sala de aula não só um modo de ensinar música, mas uma forma de percorrer os caminhos da musicalização e da arte de diferenciar timbres, tons e ritmos. “Acredito que isso é o que se espera das aulas de música na escola: uma experiência com um mundo que tem um código próprio e que os educadores tornem essa arte acessível à compreensão de todos”, acrescenta.
Serviço
Primeiras Notas – a música na sala de aula: livro 1, 2, 3 e 4 (livro do aluno)
Primeiras Notas – a música na sala de aula: livro 1, 2, 3 e 4 (livro do professor)
Autores: Irineu Rodrigues Filho, João Batista Santana, Marino Salvatore Pozzi e Tarcísio Edson César
Ilustradora: Pryscila Vieira
Lybbro Editora
Mais informações
Amplificadores
Peavey lança caixas MegaBass 410 e 115
Novos gabinetes para baixo chegam com menor peso, construção reforçada, rodízios incluídos e compatibilidade com qualquer cabeçote.
A Peavey apresentou as novas caixas acústicas MegaBass 410 e MegaBass 115, uma linha pensada para facilitar a rotina de turnês e ampliar as opções de configuração para baixistas. Segundo a empresa, os novos modelos combinam menor peso, construção mais resistente e rodízios removíveis para agilizar transporte e montagem.
A fabricante afirma que os gabinetes foram desenvolvidos como extensão da filosofia de projeto da série miniMEGA, linha de amplificadores de baixo presente há anos em diferentes mercados. Nesta nova fase, a Peavey aposta em técnicas de construção voltadas à praticidade, sem abrir mão da resposta física dos graves.
A MegaBass 410 traz quatro woofers de neodímio de 10 polegadas para serviço pesado. O sistema trabalha com impedância nominal de 8 ohms e suporta 1200 watts de programa e 2400 watts de pico. O gabinete também inclui driver de compressão de 1 polegada com tweeter em corneta e controle ajustável de nível para ampliar a resposta de frequência.

A MegaBass 115 usa um falante BW de 15 polegadas e também incorpora driver de compressão de 1 polegada com tweeter em corneta e ajuste de nível. Segundo a Peavey, o modelo pode operar sozinho ou em conjunto com a MegaBass 410. A caixa mantém a mesma impedância nominal de 8 ohms e a mesma capacidade de potência, com 1200 watts de programa e 2400 watts de pico.

Os dois modelos usam desenho bass reflex ultraleve, com construção em compensado reforçado para reduzir o peso e manter a durabilidade em uso contínuo. O acabamento inclui revestimento em vinil preto, ferragens de aço reforçado e grade metálica com pintura a pó.
Para o trabalho na estrada, os gabinetes trazem alças embutidas com mola e rodízios pop-out incluídos. A conexão é feita por duas entradas combo com trava do tipo twist-lock, pensadas para garantir estabilidade de sinal durante a operação.
Guitarra
Nova KX600 Infinite da Cort
Nova guitarra elétrica da série KX chega com construção neck-thru-body, captadores Fishman Fluence Modern e foco em sustain, precisão e versatilidade.
A Cort Guitars anunciou o lançamento da KX600 Infinite, novo modelo da série KX de guitarras elétricas modernas. Segundo a marca, o instrumento foi desenvolvido para músicos que buscam mais sustain, timbre atual e desempenho consistente tanto no palco quanto no estúdio.
A KX600 Infinite usa construção neck-thru-body, solução voltada a melhorar sustain e resposta tonal. O corpo é de basswood, enquanto o braço de cinco peças combina maple torrado e walnut, configuração que, de acordo com a fabricante, oferece estabilidade, ressonância e maior durabilidade. O modelo tem escala de 25,5 polegadas e perfil de braço esculpido para favorecer execução rápida e confortável.
A guitarra também traz trastes jumbo de aço inoxidável, pensados para maior vida útil e para facilitar a tocabilidade técnica. A isso se somam pestana Graph Tech Black TUSQ de 43 mm, voltada a melhorar sustain e riqueza harmônica, e duas opções de acabamento: Orange Crush Satin e Black Satin.
Na parte eletrônica, a KX600 Infinite vem equipada com um conjunto de captadores Fishman Fluence Modern. O sistema de controles inclui apenas um knob de volume com função push-pull e chave seletora de três posições. Segundo a Cort, essa configuração permite acesso simples a uma paleta ampla de timbres para bases e solos.
O hardware inclui tarraxas com trava Cort Locking Tuners e ponte fixa Cort Hardtail. A marca afirma que esse conjunto ajuda a reforçar a estabilidade de afinação e o sustain, tanto no uso ao vivo quanto em gravações.
A Cort informou que a KX600 Infinite já está disponível em todo o mundo por meio de revendedores autorizados e lojas online.
Instrumentos Musicais
JHS Pedals lança Coyote
Fuzz de oitava inspirado em circuito raro e pouco conhecido.
A JHS Pedals lançou o Coyote, um pedal de fuzz com oitava que, segundo a empresa, parte de uma topologia que nunca havia sido replicada para produção até agora. O modelo custa US$ 149 e concentra três efeitos em um só controle: swell, fuzz e octave.
De acordo com a fabricante, o Coyote reproduz o Moonrock Fuzz, criado por Glenn S. Wyllie, um construtor da Carolina do Norte que fazia pedais de forma artesanal e em pequena escala. A JHS afirma que o circuito não deriva de famílias clássicas de octave fuzz, como Octavia, Super Fuzz e Tone Machine.
A empresa diz que um dos traços mais incomuns do pedal está no uso de um transformador de modo diferente do habitual nessa categoria. Nesse caso, o componente não gera a oitava, mas molda a resposta do estágio de fuzz e ajuda a formar a varredura entre swell, fuzz e octave.

Segundo a JHS, o controle principal percorre três zonas sonoras. Na regulagem mínima, o pedal entrega um efeito swell com ataque gradual e caráter recortado. No meio do curso, oferece um fuzz completo. No máximo, entra em um território mais agressivo de oitava acima. A marca também destaca a sensibilidade à dinâmica da palhetada e a capacidade de limpeza pelo volume da guitarra, algo que considera raro em fuzzes com oitava.
A fabricante recomenda usar o Coyote no início da cadeia de sinal e combiná-lo com outro overdrive ou com amplificador já saturado. Também informa que o efeito de oitava aparece com mais força na posição de braço e acima da 12ª casa.
Nas especificações, o pedal oferece true bypass, alimentação de 9V DC com centro negativo e consumo de 5 mA. O gabinete mede 2,6 por 4,8 por 1,6 polegadas. A JHS alerta que o equipamento não deve ser usado com tensão superior a 9V DC, sob risco de dano e perda da garantia.
Veja mais neste vídeo.
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