Guia de Compra: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/guia-de-compra/ A música sob o viés do trabalho e negócios Tue, 08 Feb 2022 16:19:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Guia de Compra: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/guia-de-compra/ 32 32 Guitarras e violões: os mais baratos das grandes marcas https://musicaemercado.org/melhores-violoes-e-guitarras-2022/ Mon, 07 Feb 2022 12:13:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=90226 Guitarras e violões: os mais baratos das grandes marcas

Selecionamos as mais baratas guitarras e violões de marcas FAMOSAS que fazem sucesso em todo mundo. Confira!

O post Guitarras e violões: os mais baratos das grandes marcas apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Guitarras e violões: os mais baratos das grandes marcas

Selecionamos nove guitarras e violões de marcas famosas que fazem sucesso em todo mundo.

Ao começar como guitarrista, muitos preferem um violão. É certamente mais barato do que uma guitarra, pois não há necessidade de comprar um amplificador de guitarra separado e você pode começar a tocar imediatamente.

O violão é um pouco mais difícil de tocar do que a guitarra, mas muitas vezes as pessoas acham que isso as coloca em uma boa posição para passar para a guitarra.

As guitarras são muito mais versáteis do que os violões, mas têm mais componentes para se familiarizar. Especialmente se você quer começar a tocar rock, blues ou metal, a guitarra também pode ser uma ótima ferramenta para iniciantes.

As guitarras geralmente são um pouco mais fáceis de tocar do que os violões, devido a fatores como tensão das cordas e tamanho do braço. Parece complicado, mas é importante conseguir algo super confortável que você nunca vai querer deixar de lado.

Nunca houve um momento melhor para começar a tocar guitarra do que agora. Você pode encontrar um amplificador de guitarra de boa qualidade por menos de 1000 Reais (valor de janeiro de 2022), ou até mesmo conectá-lo diretamente ao seu Mac/PC ou smartphone se estiver equipado com um VST de guitarra e uma interface de áudio adequados.

Quer você escolha uma guitarra ou um violão, reunimos uma variedade das melhores opções dos isntrumentos de marca em termos de som, qualidade de construção e tocabilidade.

1. Ibanez GIO GRX40

Tudo de uma grande marca, com preço maravilhoso

ESPECIFICAÇÕES

Preço médio no Brasil: 2.300 Reais

Tipo da construção: Braço parafusado (bolt-on); Madeira do corpo: Basswood; Madeira do braço: Maple; Tipo do Braço: GRX; Escala: Jatobá; Tamanho da escala: 25,5”; Trastes: 24;  Ponte: FAT 10; Hardware: Chrome; Captação: STD-S1 (braço) + STD-S2 (meio) + STD-H2 (ponte); Controles: 1 Volume + 1 Tone e chave de 3 posições

Em um mundo onde todos parecem ter a ‘melhor guitarra’ surge, então, a solução da Ibanez com um custo benefício imbatível.

A guitarra Ibanez GIO GRX40 veio para competir e ganhar. Com uma sólida construção, timbres poderosos e ataque dinâmico, a marca japonesa mostrou que não está brincando no mercado global de instrumentos musicais.

Representanda no Brasil pela importadora Equipo, a Ibanez está a frente desta batalha entre as ‘notáveis’.

2. Squier Classic Vibe ‘50s Stratocaster

A melhor guitarra econômica da Fender: estilo, som e sofisticação

ESPECIFICAÇÕES

Preço médio no Brasil 5.500 Reais.

Corpo: Pinho. Braço: Maple. Escala: 25,5” (648 mm). Diapasão: Maple. Trastes: 21. Captadores: Fender Projetado Alnico Single Coils. Controles: Master Volume, Tone 1. (Pickup do braço), Tone 2. (Middle Pickup). Hardware: Cromado. Canhoto: Sim. Acabamento: 2-Color Sunburst, Black, Fiesta Red, White Blonde.

A Squier Classic Vibe ’50s Stratocaster é um espetáculo para ser visto. Ela fica acima da linha Affinity de nível básico da Squier, mas possui qualidade de construção, hardware e tom muito superiores. Nós gostamos particularmente dos afinadores vintage e do braço de perfil fino colorido, enquanto a faixa de tom produzida pelos captadores single-coil projetados pela Fender é excelente.

Há um pequeno salto no preço em relação às guitarras Affinity, mas o salto que acompanha a qualidade geral faz desta uma guitarra de grande valor. Chegamos ao ponto de dizer que a linha Classic Vibe em sua totalidade oferece muitas guitarras com preços mais altos, incluindo a própria linha mexicana da Fender, uma corrida pelo seu dinheiro. Muito recomendável.

3. Yamaha Pacifica 112V

Uma das melhores guitarras de entrada da Yamaha com apelo duradouro.

ESPECIFICAÇÕES

Preço no Brasil 1.800 Reais.

Corpo: Alder. Braço: Maple. Escala: 25,5”. Diapasão: Rosewood. Trastes: 22. Captadores: Ponte humbucker Alnico V 2x single coils Alnico V. Controles: Volume, Tone (com divisão de bobina push-pull), chave seletora de 5 vias. Hardware: Vibrato de montagem em bloco estilo vintage. Canhoto: Sim (Pacifica 112J). Acabamento: Natural Satin, Old Violin Sunburst, Raspberry Red, Sonic Blue, Black, Silver Metallic.

A Yamaha Pacifica estabeleceu há muito tempo a referência de qualidade e especificações, e a 112V continua sendo uma das melhores guitarras nestes requisitos do mercado.

A 112 está longe de ser elegante e simplesmente se concentra nas necessidades básicas. No entanto, a construção é de excelente qualidade. Acredite, se cuidarmos dela, será uma guitarra para a vida toda.

No design, é uma versão muito mais moderna, brilhante e leve de uma Strat hot-rod. Mas quando dizemos mais brilhante, isso não significa muito berrante. De fato, o humbucker na ponte surpreenderá alguns; é robusto sem ser muito pesado nos médios e possui divisão de bobina, que essencialmente transforma seu humbucker de ponte em uma única bobina, para maior versatilidade.

As bobinas simples impressionam – há muita percussão e com um pouco de midrange extra adicionado de um amplificador, isso leva você ao tom certo do Texas. O braço e o meio combinados produzem uma mistura fina e moderna do tipo Stratocaster – o brilho adicionado cortará bem um patch de multi-efeitos.

4. Squier Bullet Mustang HH

Este modelo de pequena escala é uma das melhores guitarras para adolescentes.

ESPECIFICAÇÕES

Preço no Brasil: 2.000 Reais. Corpo: Basswood. Braço: Maple. Escala: 24”. Diapasão: Laurel. Trastes: 22. Captadores: 2 humbuckers de alta saída. Controles: Volume, tom, seletor de 3 vias. Hardware: Ponte hardtail moderna, tarraxas padrão. Canhoto: Não. Acabamento: Imperial Blue, Black.

A Fender Mustang original é uma espécie de clássico cult. Foi amada por bandas e músicos alternativos, incluindo Kurt Cobain, na década de 1990 por sua pequena escala, preço acessível e potencial para ajustes. A Bullet Mustang é a versão Squier mais acessível até hoje. De acordo com os outros modelos básicos da Squier, possui um corpo de basswood, dando-lhe uma sensação incrivelmente ágil e leve. Isso, combinado com seu comprimento de escala de 24 polegadas, a torna uma ótima opção para iniciantes.

Os dois humbuckers são a partida mais óbvia do original, fornecendo um grão angular na posição da ponte e um bom calor terroso no braço. O braço de maple aparafusado e a ponte hardtail de seis selas parecem tranquilizadoramente rígidas, enquanto as tarraxas fizeram um excelente trabalho em nossos testes de manter seu tom sem muitos problemas.

5. Gretsch G2622 Streamliner

A semi-hollow econômica com auténtica vibe Gretsch

ESPECIFICAÇÕES

Preço no Brasil: 6.000 Reais.

Corpo: Maple laminado, semi-hollow. Braço: Nato. Escala: 24,75”. Diapasão: Rosewood. Trastes: 22. Captadores: 2 Humbuckers Broad’Tron. Controles: Volume do braço, volume da ponte, tom, seletor de captação de 3 vias. Hardware: Ponte Adjusto-Matic, stoptail em ‘V’. Canhoto: Sim, G2622LH. Acabamento: Walnut Stain, Black

O conceito Streamliner é simples: criar guitarras Gretsch mais acessíveis sem perder seu DNA específico. Este exemplo em particular é um design semi-hollow, o que significa que ele produz mais volume quando desplugado e oferece um tom mais terroso e menos agressivo do que um design de corpo sólido quando conectado a um amplificador, o que é ideal para blues e música country. No entanto, tem um braço ligeiramente mais grosso do que as outras guitarras em nosso guia, por isso não é uma das melhores guitarras para mãos pequenas.

A construção da G2622 dá uma resposta e ressonância diferente de outros novos lançamentos da Gretsch e, com esses captadores, se afasta ainda mais do som Gretsch, mais próximo do caráter do design clássico ES-335 da Gibson. Os captadores humbucking Broad’Tron mais robustos expandem o potencial sonoro, mantendo-se próximos da iconografia clássica. Se você quer uma semi-hollow de grande valor, esta está entre as melhores elétricas abaixo de US$ 500.

6. Epiphone Slash ‘AFD’ Les Paul Special-II

Melhor Les Paul para Iniciantes: Aprovada pelo Guns N’ Roses

ESPECIFICAÇÕES

Preço no Brasil: 4.000 Reais.

Corpo: Okoume com AAA Flame Maple Veneer. Braço: Okoume. Escala: 24,75”. Diapasão: Rosewood. Trastes: 22. Captadores: 2 humbuckers Epiphone Ceramic Plus. Controles: Volume, tom, seletor de 3 vias. Hardware: Tarraxas de proporção 14:1, ponte Tune-O-Matic e Stopbar Tailpiece, Shadow E-Tuner no anel de montagem do captador da ponte. Canhoto: Regular Les Paul Special II apenas. Acabamento: Appetite Amber apenas.

Destinado a guitarristas que estão dando seus primeiros passos no rock, este modelo básico aprovado pelo Slash certamente oferece a aparência do instrumento preferido do guitarrista do Guns N’ Roses. Ele também possui dois humbuckers Epiphone Ceramic Plus extremamente poderosos; além disso, integrado ao anel de captação da ponte está um Shadow E-Tuner, ativado através de um pequeno botão no anel; é incrivelmente útil para os novatos ter um afinador sempre à mão.

A altura das cordas é baixa e os captadores são altos o suficiente para um tom de guitarra de rock decente, embora o captador do braço seja um pouco escuro e nada assombroso. No entanto, quaisquer dúvidas que você possa ter serão mais do que dissipadas pelo excelente preço.


Os melhores e mais acessíveis violões de marca

1. Takamine GD10

O líder do mercado

ESPECIFICAÇÕES

Preço no Brasil: 2.100 Reais.

Cor: Natural Satin (NS); Acabamento: Fosco; Formato do Corpo: Folk sem Cutway; Encordoamento: Aço .012 / .053 – DAddario; Número de Cordas: 6; Madeira de Braço: Mahogany; Madeira de Tampo:; Spruce Laminado; Madeira da Lateral: Mahogany Laminado; Madeira de Fundo: Mahogany Laminado; Cavalete: Ovangkol; Escala: Ovangkol 64,2m (25.5″”); Tensor: Sim. Bilateral; Nut (Capo Traste): 42,5mm; Número de Trastes: 20; Marcações de Escala: Dots; Tarraxas: Blindadas Cromadas; Escudo:Tortoise; Utilização/Mão: Destro

O violão Takamine GD10 é distribuído por uma das mais sólidas empresas no Brasil. Bom, até aí você pode se perguntar o que isto tem a ver com a sonoridade do violão, certo? De fato nada, mas dá a garantia do produto, procedência e assistência técnica.

O Takamine GD10 vem sendo um dos mais vendidos violões de marca, se não o Mais vendido mesmo. Esolha número um dos sertanejos e evangélicos, o timbre do instrumento se adequa aos estilos musicais mais famosos do Brasil.

Encorpado, robusto, o Takamine G10 aceita com perfeição a instação de captador.

2. Martin LX1E Little Martin

Uma ótima acústica.

ESPECIFICAÇÕES

Preço no Brasil: 6000 Reais.

Tipo: Modificado 0-14 trastes. Tampo: Abeto Sitka. Fundo e laterais: Laminado de alta pressão. Braço: Stratabond. Escala: 23”. Diapasão: Richlite certificado pelo FSC. Trastes: 20. Tarraxas: níquel Gotoh. Eletrônica: Fishman Sonitone. Canhoto: Sim. Acabamento: Hand Rubbed.

O Little Martin favorito de Ed Sheeran tem um comprimento de escala menor do que muitos dos outros violões neste guia, tornando-o um dos melhores violões para mãos pequenas. Parece um pouco industrial, mas desde o primeiro toque sua voz de abeto mais convencional irá cativar você. É muito divertido.

O material pode ser feito pelo homem, mas o braço e a ponte parecem ébano denso, enquanto o fundo e os lados de HPL em tons escuros imitam um mogno rico e escuro, dando-lhe uma sensação de classe. Como sua voz acústica, o Martin soa muito ‘convencional’ plugado e isso não é uma coisa ruim, especialmente para iniciantes. É muito fácil marcar, então está pronto para microfone aberto, quando chegar a hora!

2. Taylor GS Mini

Qualidade séria a um preço muito bom para o nível do produto.

ESPECIFICAÇÕES

Preço no Brasil: entre 8.000 e 10.000 reais.

Corpo: Sapele em camadas com tampo em Sitka Spruce. Braço: sapele. Escala: 23,5″ (597 mm). Diapasão: Ebony. Trastes: 20. Tarraxas: Cromadas. Eletrônica: N/A. Canhoto: Sim. Acabamento: Cetim.

Como uma das “duas grandes” em violões acústicos, junto com a Martin, há um nível de qualidade e excelência que pode ser esperado da Taylor. Afinal, esta é uma marca que produz alguns violões que custam tanto quanto um carro.

O GS Mini é pequeno o suficiente para qualquer um se sentir confortável, mas produz o tipo de tom que fará seus joelhos ficarem fracos. A qualidade de construção e a tocabilidade geral são excelentes, tornando este violão perfeito para qualquer pessoa, não importa onde esteja em sua carreira.

4. Fender CD-60S All-Mahogany

Um dos melhores violões, com um preço competitivo.

ESPECIFICAÇÕES

Preço no Brasil: 4000 reais.

Tipo: Dreadnought. Tampo: mogno maciço. Fundo e laterais: mogno laminado. Braço: mogno. Escala: 25,3”. Diapasao: jacarandá. Trastes: 20. Tarraxas: cromo fundido. Eletrônica: N/A. Canhotos: sim. Acabamento: brilhante.

O modelo de entrada da série Classic Design é um bom lembrete de “quanto” violão você pode obter pelo seu dinheiro no final do preço mais acessível do mercado. Aqui, oferecemos um tampo de mogno de madeira maciça, fundo e laterais de mogno laminado e uma borda de braço laminada atraente, tornando a experiência de tocar confortável para iniciantes.

A ação do CD-60S também é excelente imediatamente. O caráter central do mogno está certamente aqui, trazendo alguma substância para um brilho geralmente associado aos tampos de abeto. O resultado é algo que é genuinamente inspirador para tocar e soa no trabalho de acordes. Por que os novos músicos devem se contentar em se sentirem “bem” quando precisam se sentir confortáveis ​​e inspirados?

5. Yamaha FGX800C

ESPECIFICAÇÕES

Preço no Brasil: 4.000 Reais.

Tipo: Dreadnought. Tampo: abeto maciço. Fundo e laterais: Nato. Braço: Nato. Escala: 25,6”. Diapasão: jacarandá. Trastes: 20. Tarraxas: Cromadas die-cast. Eletrônica: N/A. Canhoto: Não. Acabamento: fosco.

Este modelo da gigante do violão Yamaha é uma construção acústica tipicamente elegante e limpa com um acabamento fosco. Há pouca ornamentação, os pontos do braço do violão são pequenos e sem contraste, mas os pontos laterais brancos são claros e brilhantes, ideais para quem busca sonoridade e solidez.

O braço de três peças, com um amplo perfil C completo, se encaixa perfeitamente. As tarraxas são bastante genéricas, mas mais do que adequadas para o trabalho, enquanto a porca e a sela compensada são bem cortadas com uma altura de corda sensível e prática. Dreadnoughts, é claro, vêm em muitos tons diferentes, mas devemos esperar muitos graves espaçosos, um forte punch baixo-médio, agudos nítidos – um ótimo som que projeta. Bem, o FGX800C preenche essas características e muitas mais.

Matéria elaborada com referências do MusicRadar , Chris Corfield .

O post Guitarras e violões: os mais baratos das grandes marcas apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
As Top 10 guitarras mais econômicas em 2022 https://musicaemercado.org/10-guitarras-baratas-2022/ Thu, 27 Jan 2022 12:06:25 +0000 https://musicaemercado.org/?p=90296 guitarras-baratas-open

Selecionamos as guitarras mais baratas e confiáveis do ano. Confira O Brasil é um dos países que mais tem marcas próprias de instrumentos musicais e as razões são diversas: impostos, pagamento de royalties para as proprietárias das marcas gringas entre outros. Unindo criatividade e disposição para negócios, as empresas que distribuem equipamentos musicais possuem modelos […]

O post As Top 10 guitarras mais econômicas em 2022 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
guitarras-baratas-open

Selecionamos as guitarras mais baratas e confiáveis do ano. Confira

O Brasil é um dos países que mais tem marcas próprias de instrumentos musicais e as razões são diversas: impostos, pagamento de royalties para as proprietárias das marcas gringas entre outros.

Unindo criatividade e disposição para negócios, as empresas que distribuem equipamentos musicais possuem modelos de entrada.

Vale dizer também que, com excessão da Benson Madero, as demais são fabricas na China. Você pode pensar “Ah! então a marca é chinesa?” Não, as marcas abaixo são brasileiras, e somente a produção é feita fora do Brasil.

Qual a melhor marca de guitarra?

Esta é a pergunta mais frequente quando se compra uma guitarra pela primeira vez, para isto, selecionamos as marcas mais confiáveis de guitarra com baixo custo (menos de R$ 1.000 – em 27 de janeiro, 2022).

Existem outras marcas boas? Sim existem. Então, por que elas não estão aqui?

Algumas marcas não estiveram com estoque disponíveis na data que escrevemos esta matéria e iremos atualizar depois. Outras marcas, estão acima do preço que pretendíamos atingir (em torno de 180 dólares).

Entendendo os critérios de avaliação

A lista abaixo não está em ordem de melhor para pior. Trata-se apenas de uma questão numérica. Levando-se em consideração que todos os instrumentos relacionados são inspiradas na Fender Stratocaster, modelo global e consagrado, consideramos as referências como critério de comparação dos mesmos. Sendo assim os produtos se equiparam em:

Construção: Madeiras e componentes utilizados.
Timbre: Sonoridade com base no modelo apresentado.
Tocabilidade: Regulagem de fábrica e conforto.
Acabamento: Resultado final e de nível de detalhes.
Custo x Benefício: Relação de preço e qualidade do produto

As Top 10 guitarras mais econômicas em 2022

O post As Top 10 guitarras mais econômicas em 2022 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 3 https://musicaemercado.org/guia-da-guitarra-ao-amplificador-parte-3/ Wed, 09 Jun 2021 12:33:59 +0000 https://musicaemercado.org/?p=81193 Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 3

Terceira e última parte do nosso guia! Completamos o set com multi-efeitos e amplificadores. Quer saber quanto custa tudo? Leia até o final! Multi-Efeitos Lembra lá no início de nosso guia quando eu disse que essa era uma escolha que mudaria o preço final do seu set? Pois bem, agora digo que não apenas o […]

O post Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 3 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 3

Terceira e última parte do nosso guia! Completamos o set com multi-efeitos e amplificadores. Quer saber quanto custa tudo? Leia até o final!

Multi-Efeitos

Lembra lá no início de nosso guia quando eu disse que essa era uma escolha que mudaria o preço final do seu set? Pois bem, agora digo que não apenas o preço final mas também a praticidade e a quantidade de recursos, uma vez que uma pedaleira multi-efeito pode ter todos esses efeitos citados acima e muitos outros recursos embutidos em um equipamento só. Realmente não há como negar a grande e constante evolução dos equipamentos digitais, entre IR´s e atualizações diárias, ainda há quem diga que vale mais a pena ter um set de pedais analógicos e essa é a eterna e maior briga do mundo guitarrístico. Eu mesmo já me rendi e agora uso uma processadora de efeitos para completar meu set, hoje tenho o que se chama de set híbrido, uso distorções e drives analógicos mas para as modulações, delays e reverbs uso uma Helix Effects. Enfim,  isso é uma coisa para você decidir com calma e ver o que de fato melhor irá te atender. Para isso pesquise muito, veja vídeos de demonstração na internet ou se possível teste pessoalmente todas as opções ao seu alcance!

 Mooer GE300

 

 

A Mooer GE300 é atualmente uma das melhores multi-efeito do mercado, com certeza irá te atender e lhe proporcionar excelentes timbres, possibilidades e recursos. Uma escolha de altíssimo nível.

Especificações segundo fabricante

  • Display LED de alto brilho
  • 108 modelações de amplificadores de alta qualidade
  • 43 simulações de gabinete
  • 164 efeitos de alta qualidade
  • Módulo sintetizador com 3 vozes de polifonia
  • Looper de 30 minutos com desfazer/refazer, direct dubbling, reverse + 1/2 efeitos de tempo
  • 256 presets de fábrica
  • Comunicação USB com computador
  • Saídas programáveis para fácil integração com setups ao vivo
  • MIDI IN / MIDI OUT / THRU para controle de outros pedais e amplificadores
  • Entrada: 1/4 mono jack
  • Saída: 2 x 1/4 mono jack
  • Saída balanceada: 2 x XLR com ground lift switch
  • Auxiliar 1/8 stereo audio jack
  • Saída fone: 1/8 stereo audio jack
  • Saída para pedal de expressão: 1/4 stereo jack
  • Alimentação: Fonte 9V DC Fonte inclusa
  • Peso: 3,0 Kg
  • Dimensões (L x P x A): 410mm x 201mm x 62mm
  • Preço médio entre R$6.500 e R$7.000
  • Site do fabricante

Line6 POD Go

 

 

Último lançamento da premiada marca Line6, essa é uma versão crescida e anabolizada da antiga POD, que foi um marco no quesito simulações e efeitos digitais no início dos anos 2000. A POD Go oferece tudo o que há de melhor no mundo das multi-efeitos e com certeza é uma opção a ser considera. Uma ótima escolha!

Especificações segundo fabricante

  • Presets: 270+ HX e modelos lendários
  • Efeitos: Helix Stomp Effects
  • Modelagem de amplificadores: Helix/amplificadores lendários e modelos de gabinetes
  • Entradas: 1 x 1/4 (instrumento), 1 x 1/4 (FX return)
  • Saídas: 2 x 1/4 (main out), 1 x 1/4 (amp out), 1 x 1/4 (FX send)
  • USB: 1 x Tipo B (4 x 4)
  • Fone de ouvido: 1 x 1/4
  • Outras entradas e saídas: 1 x 1/4 TRS (expressão 2)
  • Controle e expressão: Pedal de expressão multi-funcional
  • Recursos: Display LCD colorido de 4.3, suporte para IR (Impulse Response), 24-bit/96kHz
  • Software: POD Go Edit
  • Compatibilidade: Windows, MAC OS
  • Alimentação: Fonte 9V DC (incluso)
  • Preço médio entre R$ 6.000 e R$ 6.500
  • Site do fabricante

Boss GT100

 

 

Impossível falar de Multi-efeitos e não falar da Boss GT100, um sucesso absoluto de vendas. Essa pedaleira, já conhecida de muitos, recebeu uma atualização para o modelo 2.0 e ainda continua sendo uma das mais utilizadas e confiáveis do mercado. Apesar de não possuir alguns recursos mais atuais presentes nos modelos acima, essa opção de excelente custo benefício e de se analisar com carinho.

Especificações segundo fabricante

  • Memórias: 400 (200 de usuário e 200 de presets) 
  • Nível de entrada: INPUT (-10 dBu), RETURN (-10dBu) e AUX IN(-20 dBu)
  • Impedância de entrada: INPUT (1 Mohm), RETURN (100 kohms) e AUX IN (47 kohms)
  • Nível de saída: OUTPUT (-10 dBu/+4 dBu) e SEND (-10 dBu)
  • Impedância de saída: OUTPUT (2 kohms) e SEND (2 kohms)
  • Faixa Dinâmica: 100 dB ou mais (IHF-A)
  • Display: Gráfico LCD (132 X 64 pontos, LCD iluminado) X 2
  • Conectores: INPUT jack (1/4-inch phone type), AUX IN jack (mini estéreo phone type), OUTPUT L/MONO, R jacks (1/4-inch phone type), PHONES jack (Stereo 1/4-inch phone type), EXT LOOP jacks (SEND, RETURN; 1/4-inch phone type), AMP CONTROL jack (1/4-inch phone type), SUB CTL1, 2/SUB EXP jack (1/4-inch TRS phone type), Porta USB, Conectores MIDI (IN, OUT) e DC IN jack
  • Fonte de alimentação (inclusa): DC 9 V
  • Consumo: 600 mA
  • Preço médio entre R$3.500 e R$ 4.500
  • Site do fabricante

Amplificadores

Já diria o sábio que mais vale um amplificador de qualidade e uma guitarra mediana do que um amplificador vagabundo e uma guitarra top de linha, isso tudo para dizer que sim, o amplificador e seus componentes são a parte mais importante do seu som. É ele que vai dar vida ou não a todas as nuances e frequências vindas da guitarra e dos pedais. O amplificador é peça chave para qualquer músico que se preze. Guitarristas precisam escolher entre 2 tipos de amplificador, os que possuem transistor e os que possuem válvula, o segundo geralmente mais caro. Mas enfim, transistorizado ou valvulado? Bom, isso é do gosto e do bolso de cada um, o mais importante aqui é atender a nossa necessidade, ser um amplificador versátil e que possua potência para ensaios, apresentações de menor porte e shows. Sendo assim, trouxemos 3 amplificadores queridinhos dos músicos e que certamente irão atender essa expectativa.

Boss Katana 100 MKII

 

 

O Boss Katana é um amplificador completo, além de possuir toda qualidade e prestígio de ser um equipamento BOSS, ele possui 2 falantes de 12 polegadas e uma gama de efeitos e simulações de altíssima qualidade já famosos da própria marca, que serão muito úteis para enriquecer ainda mais os seus recursos sonoros, ou seja, juntando os efeito desse ampli com os pedais que escolhemos, você terá um excelente equipamento. Ele é um amplificador transistorizado, de peso leve e com 100watts de muito som. Mesmo não vindo com o footswitch, é uma excelente e inteligente escolha!

 Oneal OCG 1202

 

 

Um monstro com 220watts de potência e ótima sonoridade. O Oneal OCG1202 é um dos queridinhos do momento e tem conquistado corações aliando potência, qualidade e versatilidade. Seu formato combo 2×12 é um clássico e entrega solução para todas as situações de um guitarrista, seja no quarto ou no palco. Apesar de ser um ampli transistorizado, ele entrega uma saturação muito agradável e parecida com os sons de válvula. Esse amplificador vem ainda com entrada USB, SD Card, Auxiliar e Função REC. Tem conectividade Bluetooth para se conectar com smartphone ou tablet e sintonia de rádio FM. Uma compra de excelente custo-benefício.

Marshall Origin 50 Combo

 

 

Para quem quiser se aventurar no mundo dos valvulados, trouxemos o Marshall Origin 50 watts como opção. Apesar de ser uma versão mais acessível da marca, é um ampli que entrega o clássico som Marshall, imortalizado por grandes guitarristas. Não se engane com seus 50 watts, pois no mundo dos valvulados isso equivale ao dobro de wattagem de um ampli transistorizado, o que quer dizer: ele equivale a um transistorizado de 100watts. O ampli também oferece opção de atenuação do volume, ou seja, você pode selecionar através de uma chave se ele irá trabalhar com 5w, 10w ou 50w, o que irá ajudar bastante a deixar ele equilibrado para qualquer uso. Ele vem equipado com 3 válvulas ECC83 no preamp e 2 válvulas EL34 no power além de acompanhar footswitch. Uma opção boa opção para quem quer o som dos valvulados.

Vamos ao que interessa!

Você deve estar se perguntando: Tá, mas quanto custa para montar esse set completo? Bom, antes de responder isso preciso lhes dizer que: Primeiro de tudo, as escolhas são muito pessoais e cada um deve conseguir tirar o máximo de proveito com o equipamento que possui. Eu mesmo já vi músicos incríveis com equipamentos baratos tirando muito som. Então, não ache que ter o melhor equipamento irá te fazer tocar melhor, isso é relativo. 

Segundo, não está barato montar um set de equipamentos desse. Tentamos aqui trazer as melhores opções do ponto de vista de custo-benefício mas que também tenha o principal: boa qualidade, pois existem equipamentos como um único pedal, guitarra ou ampli que somente com o valor dele você poderia comprar todos esses equipamentos acima e ainda iria sobrar dinheiro. A intenção é realmente ajudar quem precisa de uma luz e de também criar essa conscientização: não é o preço ou a marca de um produto que vai te dizer se aquilo é bom ou ruim. Claro, existem empresas que não fazem produtos ruins e por isso tem o seu devido valor. Por isso abra seus olhos! 

Terceiro, pegue o valor final e imagine como um orçamento ou até mesmo uma previsão de custos… Assim você poderá pensar em outras opções dentro desse valor determinado ou até comprar equipamentos usados, o que acontece muito e não podemos deixar de considerar. Às vezes encontramos boas oportunidades em sites de compra ou até mesmo nas redes sociais!

Qual opção escolher?

Como vocês viram, mostramos duas opções de caminhos possíveis para completar o set de equipamentos profissional:

1º OPÇÃO: Através do uso de pedais analógicos e digitais de efeito, definindo a cadeia da seguinte forma: GUITARRA> P10> AFINADOR > P10> WAH> P10> DRIVE> P10> CHORUS> P10> DELAY> P10> EFEITO VARIADO> P10>AMPLIFICADOR.

Acessórios: Fonte de alimentação 9v e pedalboard.

2º OPÇÃO: Através do uso de pedaleira multi-efeito, definindo a cadeia da seguinte forma:
GUITARRA> P10> MULTI-EFEITOS> P10> AMPLIFICADOR  

Acessórios: Pedalboard

Cada caminho tem seus prós e contras, enquanto no primeiro temos maior número de itens, e isso quer dizer mais peso, temos também mais acesso aos controles e regulagens de cada pedal, o que quer dizer mais praticidade de configuração. Já no segundo temos um equipamento compacto, porém a tecnologia pode tornar mais complexa a regulagem dos efeitos, já que operar uma pedaleira multi-efeito pode não ser uma tarefa tão simples às vezes.

Mas quanto custa afinal?

Se optar por usar os pedais de efeitos analógicos, você irá desembolsar em média R$9.500 para completar o seu set profissional de equipamentos, podendo variar caso opte por opções de maior ou menor custo.

Agora se você optar pelo “caminho da tecnologia” ou das pedaleiras multi-efeito, de acordo com nossos cálculos, você irá gastar uma média de R$12.000 para conseguir atingir o seu objetivo e completar o seu set profissional de equipamentos. 

O que isso quer dizer?

Bom, quer dizer que você pode ter sim um equipamento de primeira qualidade, ou seja, a nível profissional sem gastar tanto assim. Mesmo sabendo que não existe como se conseguir equipamentos de alto padrão e qualidade pagando barato ou quase nada, verdade seja dita, se compararmos o valor com a renda per capita do país veremos que isso é sim uma fortuna, mas por outro lado se você para e analisa que apenas uma guitarra Gibson ou Fender comum já pagaria por todo esse equipamento, vai ver que as coisas não são tão assim. 

Ao olhar para os equipamentos escolhidos, eu tive certeza de que eles irão atender às suas necessidades como instrumentista e também sua satisfação pessoal de escutar o timbre tão sonhado. Na verdade, acho que nós músicos somos eternamente apaixonados pelos sons e timbres e não tem nada mais satisfatório que escutar aquele som maravilhoso vindo do seu próprio equipamento. Qualquer que seja sua escolha acima, tenho certeza de que será uma ótima escolha! Seja muito feliz com seu equipamento e cuide bem dele!

O post Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 3 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 2 https://musicaemercado.org/guia-da-guitarra-ao-amplificador-parte-2/ Wed, 02 Jun 2021 12:19:41 +0000 https://musicaemercado.org/?p=81167 Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 2

Continuamos com nosso guia de equipamento para formar um setup de guitarra completo. Aqui veremos algumas opções de pedais, cabos, fontes de alimentação e pedalboards. Pedais de drive ou distorção Mais pesado, mais leve, transparente, gorduroso, dinâmico… enfim, definições não faltam para este efeito e cada um tem a sua preferência ou necessidade perante ao […]

O post Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 2 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 2

Continuamos com nosso guia de equipamento para formar um setup de guitarra completo. Aqui veremos algumas opções de pedais, cabos, fontes de alimentação e pedalboards.

Pedais de drive ou distorção

Mais pesado, mais leve, transparente, gorduroso, dinâmico… enfim, definições não faltam para este efeito e cada um tem a sua preferência ou necessidade perante ao seu estilo. Lembrando que dependendo do amplificador que você tiver, poderá mesclar o uso entre drive do amplificador e pedal de drive, isso lhe trará mais possibilidades de timbre. Para este guia, trouxemos apenas três, mas existem milhares de opções disponíveis no mercado que com certeza irão te satisfazer.

Fuhrmann Tube Drive

 

 

Este pedal é baseado em um grande clássico e é um sucesso de vendas em território nacional. Ele conta com 4 controles: Tone, Level, Drive e Bass. Também possui uma chave bright para adicionar ou cortar agudos. Para quem busca timbre clássico e preço acessível!

 Boss Sd-1 Super Overdrive 

 

 

O Boss SD-1 é um clássico e sucesso de vendas da marca, talvez a mais tradicional marca de pedais de guitarra em todo o mundo. O pedal possui 3 controles: Level, Tone e Drive. Com certeza uma ótima opção!

Joyo Jf-02 Ultimate Drive

 

 

O Ultimate Drive é uma opção que possibilita a escolha entre drive e distorção mais pesada. Além de contar com 3 controles (Gain, Tone e Level), possui uma chave para modo High e modo Low, que faz o som alternar entre drive e distorção. Compra de excelente custo-benefício.

Pedais de chorus

O chorus é um efeito de modulação que ficou bastante conhecido nos anos 1980. O chorus nada mais é que um atraso de sinal que enriquece o som do instrumento de forma similar a um violão de 12 cordas, preenchendo o som da guitarra. A combinação de chorus com drive ou chorus com delay é das mais conhecidas e utilizadas pelos guitarristas. Este é um efeito que possui diversas opções e modelos clássicos, por isso escolhemos modelos que sejam similares aos clássicos, mas longe da hype que envolve certos modelos.

Fuhrmann Cycle Chorus

 

 

Modelo com 4 opções de controle e timbragem, sendo elas Tone, Rate Depth e Balance. Possui sonoridade versátil, com ótima construção e design. Uma boa escolha para completar ainda mais seu set de pedais.

Danelectro Fab D5 

 

 

Essa linha de pedais da Danelectro foi bastante polêmica, por ter sido lançada com intenção de entregar ótima sonoridade mesmo tendo baixo custo, com preço de U$20 na época. A linha foi crescendo entre o amor e ódio e até hoje é bastante procurada e utilizada por guitarristas do mundo inteiro. O Fab Chorus possui apenas 3 controles (Mix, Speed e Depth) e é bem fácil de usar. Esse pedal, apesar de antigo, continua entregando um dos melhores custo-benefício do mercado. 

NIG Detune Chorus

 

 

O Detune Chorus é um pedal robusto e de excelente construção, possui som baseado no detune, sonoridade agradável e muito usada nos anos 1980. Possui 3 controles: Speed, Depth e Energy. De construção robusta, o pedal é uma das ótimas opções disponíveis no mercado.

Pedais de delay ou reverb

Os pedais de delay e de reverb estão entre os mais importantes de todo set, pois com eles você pode criar sonoridades incríveis e dar outra cara ao seu som. Basicamente o delay é um efeito de eco, ou seja, ele repete as notas tocadas e o seu uso pode ser para dar ambiência ao som ou para repetir as notas de acordo com a necessidade do guitarrista. Existem 3 tipos de delay: Fita, Analógico e Digital, cada um com suas características. 

Já o reverb é um efeito que simula diferentes ambientações acústicas, capaz de dar mais alcance e prolongar um som ou causar a sensação de proximidade ou profundidade. Existem diversos tipos de reverb, os mais conhecidos são: Hall, Plate, Spring e Room. O reverb é um efeito que geralmente já vem acoplado aos amplificadores, por isso vamos dar mais atenção aos delays e apresentar aqui uma opção de pedal que possua os dois efeitos. Vamos lá.

Joyo D-seed 2

 

 

O D-Seed é um pedal com 8 tipos de delay: Looper, Mod, Space, Lo-Fi, Reverse, Filter, Tape, Analog e Copy. O pedal é dual delay com dois canais e função tap tempo individual, com entrada e saída estéreo, o que é um diferencial entre os outros pedais disponíveis nesse guia. Sem dúvidas, uma escolha muito segura!

Mooer Reecho 

 

 

Versátil e compacto, esse é o Mooer Reecho. O pedal possui 3 modos de delay (Analog, Real Echo e Tape Echo) com 3 controles (Volume de Efeito, Volume de Feedback e Tempo). Uma escolha de ótimo custo-benefício.

NUX Atlantic Delay

 

 

O Atlantic Delay possui delay e reverb, ou seja, são 2 pedais em 1. Com 3 opções de Delay (60, 70 e 80), 3 opções de Reverb (Spring, Plate e Hall), Smart Tap Tempo, e a opção de acionar um Shimmer, queridinho dos guitarristas de louvor. Esse pedal oferece algumas opções de funcionamento (em série ou paralelo), ou seja, você pode misturar a saída do delay com o reverb. O Atlantic é a mais cara das opções que trouxemos, porém, a possibilidade de usar delay e reverb faz dele um pedal completo. 

Pedais variados

Para completar as escolhas do nosso set de guitarra, vamos deixar o sexto pedal para que vocês escolham a opção favorita. A intenção é que você decida o que irá melhor atender e que tenha relevância para o seu estilo. Trouxemos aqui três efeitos clássicos e que podem ser o diferencial no seu som: Phaser, Tremolo e Compressor, sendo que teremos uma opção para cada um deles.

Mooer Ninety Orange (Phaser)

 

 

Esse é um efeito de modulação imortalizado pelo mestre Eddie Van Halen. O phaser é muito utilizado para criar cores e texturas sonoras, é um efeito que brinca bastante com a criatividade do guitarrista. O Ninety Orange possui apenas um controle (Speed) e chave seletora para alternar entre Vintage e Modern. Como característica dos pedais da marca, ele possui tamanho compacto e ótimo custo-benefício.

Pedal Overtone OTR-1 (Tremolo) 

 

 

Os pedais de tremolo são um clássico e foram muito utilizados nos anos 1960 e 1970. O tremolo funciona como se houvesse uma oscilação no volume do seu amplificador, provocando uma verdadeira ondulação sonora. Parece algo bastante simples, mas o tremolo pode adicionar uma textura muito interessante ao seu som. O Overtone OTR-1 é um pedal de tamanho compacto e de fácil uso, com apenas 3 controles (Depth, Color e Speed) e chaveamento que altera o voicing do pedal entre normal e hard, para som mais discreto ou mais presente. Mais uma opção de boa qualidade com preço acessível!  

Pedal Boss Compressor Sustainer CS-3 (Compressor) 

 

 

O compressor pode ser um grande aliado do músico na execução de diversas técnicas e estilos. Este efeito serve basicamente para diminuir o volume dos sons mais altos e aumentar o volume dos sons mais baixos do sinal. Ele atua estreitando a faixa dinâmica do som, diminuindo a diferença entre sons altos e baixos, essencialmente “achatando” o sinal.  O Boss CS-3 pode ser considerado um clássico, porém, não são todos os guitarristas que utilizam este tipo de efeito, em contrapartida, existe quem toque com esse pedal ligado 100% do tempo. O pedal possui controles de Level, Tone, Attack e Sustain. Com o padrão de construção Boss, se torna uma ótima escolha para completar seu set.

Cabos P10 para pedais

Para fazer a ligação entre os pedais iremos precisar de mini cabos P10, sem eles não há como o sinal da guitarra passar por todos os pedais e chegar ao amplificador. Esse é um ponto importante, pois más escolhas podem trazer uma tremenda dor de cabeça, visto que cabos de qualidade ruim podem falhar, causar ruídos e mal contato, além da perda de sinal. Para o nosso setup precisaremos de 5 unidades desses cabos. Existem algumas boas opções no mercado. São elas:

Tecniforte Mojopath

 

 

Com o kit de cabos MojoPath da Tecniforte você pode montar cabos para pedal na medida que você precisar. A montagem é bastante fácil e não requer ferramenta adicional, pois o kit já vem com chave Allen e estilete para cortar o cabo. O produto possui 10 anos de garantia (exceto contra mau uso). No total são 10 plugues (para montagem de 5 cabos) G&H e 8 metros de cabo. Uma das melhores opções do mercado!

Tiaflex Kit com 6 cabos 

 

 

Estes são cabos populares e de boa qualidade, já prontos para o uso. Segundo o fabricante, esses cabos possibilitam uma melhor transmissão do sinal, evitando ruídos e interferências, proporcionando ao usuário excelente qualidade sonora. Uma escolha segura e de excelente custo-benefício.

Rockboard Cables

Estes cabos importados são feitos para otimizar a área em seu pedalboard. O RBO Flat Patch possui formato achatado, com plugues em L. Os Rockboard também são uma ótima opção custo-benefício

Fontes de alimentação

Como o próprio nome sugere, as fontes servem para alimentar todos os pedais de seu board. No geral, assim como todos os pedais apresentados acima, a alimentação é 9V ou, como falado por aí, o famoso “padrão Boss”. Para alimentar nosso board, precisamos de uma fonte que alimente no mínimo 6 pedais. Existem diversos modelos nacionais e internacionais disponíveis e trouxemos aqui as três opções mais populares entre os guitarristas atualmente:

Landscape Isopower 4

 

 

A Isopower 4 é uma sofisticada unidade de suprimento de energia com 4 seções absolutamente isoladas para pedais de efeito e pedaleiras, fornecendo 6 saídas de tensão 9V  DC com a incrível capacidade de 2000mA de corrente. Uma opção um pouco mais tecnológica, já que oferece seções isoladas, é uma ótima opção de compra.

Fire Power Bridge Pro

 

 

Power Bridge Pro é uma fonte bivolt automática com 13 saídas, sendo 10 saídas para pedais 9V, 2 de 18V e uma que pode ser selecionada para 12 ou 18V DC. Possui sistema duplo de filtragem de ruído (um na fonte chaveada e outro no Power Bridge), proteção contra curto circuito, que garante a segurança dos pedais em casos de overload, e distribuição inteligente de energia, garantindo que a fonte irá liberar a energia certa para cada pedal conectado em suas saídas individualmente. As 13 saídas da Power Bridge permitirão que você adicione mais pedais ao seu board sem ter que trocar de fonte. Uma excelente opção, talvez a mais vendida entre elas.

 Truetone 1 Spot

 

 

A Truetone 1 SPOT promete excelente custo-benefício. O 1 SPOT Combo Pack vem emparelhado com cabos multi-plugue que permite alimentar 8 pedais simultaneamente e permite a utilização de extensões para a conexão de vários pedais. Com uma nova tecnologia, sem ruido e economizando espaço em seu pedal board. é sem dúvida a melhor opção para quem visa economia.

Pedalboard

O pedalboard é a salvação para aquela bagunça de pedais. Ele ajuda a manter a organização e a conservação, uma vez que os pedais não irão ficar soltos pelo chão. O fato de montar e desmontar, plugar e desplugar os cabos já irá gerar desgaste tanto nos pedais quanto nos cabos, por isso ele se faz tão necessário. Existem diversos tipos de pedalboard, desde os mais coloridos e cheios de recurso até os mais simples e rústicos (recentemente fiz um caseiro e adorei o resultado). Considero um bom pedalboard aquele que seja leve e que caibam todos os pedais com a possibilidade de encaixar mais um ou dois no futuro. Já que guitarrista vive trocando de equipamento, é importante para não ter que trocar o board a cada vez que você decidir trocar ou adicionar um pedal. O tamanho médio que escolhemos é de 60cm x 30cm, isso é o suficiente para os pedais que escolhemos aqui no guia e também para adicionar mais um ou dois pedais no futuro.

Creation FD 61cm x 31cm

 

 

Este pedalboard é levemente inclinado para fácil acesso aos pedais e possui alças laterais para facilitar o transporte. Sua carcaça é fabricada em chapa de aço resistente. Essa opção não inclui soft bag, mas a Creation oferece opção de compra com bag incluído. É uma ótima opção custo-benefício.

Mesk 50cm x 30cm

 

 

O pedalboard Mesk também possui leve inclinação. É feito em chapa de aço e possui Iluminação LED com controle remoto, filtro de linha embutido com 4 tomadas e botão on/off, cabo de energia AC, jacks de entrada e saída P10 e também acompanha velcro para fixação dos pedais. Essa opção acompanha soft bag para transporte, o que faz do Mesk uma excelente compra!

Hands 60cm x 30cm

 

 

O Hands é um pedalboard construído em madeira de reflorestamento, com acabamento em seladora e verniz de alto brilho. Sua superfície é em alumínio perfurado para passagem dos cabos e possui dois pistões para elevação da superfície, o que permite acesso ao compartimento interno onde podem ficar os cabos, fonte, etc. Este board possui jacks P10 in/out com trava, filtro de linha com 5 tomadas, cabo e tomada AC de energia com botão on/off. Acompanha fita de velcro adesivo e abraçadeiras de nylon para fixação dos pedais. Essa é uma opção para quem quer um pouco mais de recursos e estética visual.

Não perca a terceira e última parte na próxima semana!

O post Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 2 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 1 https://musicaemercado.org/guia-da-guitarra-ao-amplificador-parte-1/ Wed, 26 May 2021 12:36:31 +0000 https://musicaemercado.org/?p=81089 Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 1

Guia para guitarristas: quanto custa montar um set profissional completo de guitarra em 2021, gastando pouco, mas sem abrir mão da qualidade! Quer soar como os grandes guitarristas da história, mas sem gastar muito? Este guia irá te ajudar a saber o que é preciso e quanto custa montar um set de equipamentos completo para […]

O post Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 1 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 1

Guia para guitarristas: quanto custa montar um set profissional completo de guitarra em 2021, gastando pouco, mas sem abrir mão da qualidade!

Quer soar como os grandes guitarristas da história, mas sem gastar muito? Este guia irá te ajudar a saber o que é preciso e quanto custa montar um set de equipamentos completo para guitarristas profissionais, que poderá ser usado para ensaios, shows e apresentações. 

Fizemos uma lista com o que você vai precisar, com opções de equipamentos e de toda a estrutura necessária, da guitarra ao amplificador. Ao todo serão quase 40 itens descritos e avaliados.

A idéia

Devido as atuais condições do mundo, e principalmente do mercado de eventos, os músicos estão encontrando o circuito de igrejas, eventos, casas de show e bares fechado. Sem a possibilidade de fazer renda tocando e com os preços dos produtos importados lá em cima, fica praticamente impossível para o músico, principalmente, para quem iniciou recentemente sua caminhada musical, conseguir os tão sonhados equipamentos profissionais, como comprar uma guitarra importada ou então aquele amplificador valvulado que muitos sonham por aí. 

O cenário atual definitivamente não é o melhor para quem almeja ser ou é de fato um músico profissional, mas temos fé que em breve iremos retornar com força total ao nosso devido lugar: o palco. 

Enquanto isso, este guia serve justamente para ajudar músicos guitarristas que estão em busca de construir um set de equipamentos completo de nível profissional, com ótimos recursos, boa qualidade e preço acessível. O objetivo? ter um equipamento que atenda a todas as demandas de um músico exigente em atividade, para shows, eventos, ensaio, estudo e tudo mais o que for preciso gastando o menos possível!

Como faremos isso?

Bom, considerando todo o equipamento necessário para montarmos um set completo de guitarra, definimos os itens necessários e avaliamos os produtos disponíveis no mercado. Fizemos uma lista com algumas opções para cada categoria de produto (guitarra, pedal, amplificador, etc.) que serão necessários para completar o set, assim iremos apresentar aqui trÊs equipamentos de marcas e valores distintos para cada categoria, exemplo: apresentamos três amplificadores e fizemos uma média do preço dos três, assim temos a média de preço necessário para comprar um amplificador que atenda sua necessidade. Somando todas as médias de preço dos equipamentos apresentados, vamos conseguir um valor aproximado em reais (R$) do investimento necessário para conseguir montar o tão sonhado set de equipamentos completo.

As categorias de produto

Considerando os diversos estilos musicais e necessidades de cada músico, traremos dentro das três opções de cada categoria, produtos que atendam por completo, ou em sua grande maioria, as características de cada um desses estilos. Sendo assim, nosso set será composto por: guitarra, cabos P10, pedalboard, pedais de efeito ou multi-efeito (pedaleira), cabos de pedal, fonte de alimentação para pedais e, por último, mas não menos importante, o amplificador. 

Vale lembrar que foram avaliados diferentes modelos e marcas disponíveis no mercado. Nós escolhemos os produtos melhor avaliados por qualidade e relação custo-benefício. Os preços de cada item apresentados aqui serão a média dos valores encontrados no mercado em maio de 2021. Vamos lá?

Guitarras

A guitarra é sempre a principal ferramenta e um objeto de desejo para um guitarrista. É dela que sai o som que passa por todo o circuito de pedais e amplificador, é ela também quem proporciona timbres únicos dependendo do modelo da guitarra. Nós escolhemos os modelos visando sempre a versatilidade e característica de cada instrumento. Os três modelos escolhidos são uma Strato, uma Les Paul e uma Super Strato com Floyd Rose, ou seja, atendem todas as situações possíveis dentro dos estilos. A Strato é com certeza a mais versátil de todas, a Les Paul cai como uma luva no rock e a Super Strato é um avião no metal e para os sons mais pesados. Vale lembrar ainda que todas elas são passíveis de upgrade, por exemplo: você pode comprar uma determinada guitarra e depois substituir tarraxas, captadores, elétrica ou a ponte para tornar aquele instrumento ainda melhor e mais confiável. 

Essas são as opções para nosso setup completo:

 Tagima TG 530 (Modelo Strato)

 

As guitarras Tagima são velhas conhecidas do brasileiro, ganharam mercado e conquistaram corações por sua confiabilidade e relação custo benefício.

Especificações segundo fabricante:

  • Corpo: Basswood
  • Braço: Maple
  • Escala: Maple com 22 trastes
  • Nut: 43mm
  • Captadores: 3 Tagima single coils
  • Controles: 1 Chave seletora de 5 posições, 1 Volume e 2 Tonalidade
  • Ponte: Tremolo vintage cromada
  • Tarraxas: Cromadas
  • Cores: Surf green, Metallic red, Olympic white, Sunburst, Black
  • Escudo: Mint green, Tortoise
  • Preço médio entre R$900 e R$1.200,00
  • Site do fabricante

 PHX LP-5 (Modelo Les Paul)

 

 

A PHX tem investido forte para ter instrumentos de melhor qualidade e uma prova disso é a Les Paul LP-5. Com ótimo acabamento e boa construção, a guitarra mantém os padrões de construção dos modelos clássicos e é uma boa opção para os roqueiros de plantão.

Especificações segundo fabricante:

  • Tampo: flamed maple
  • Corpo: basswood
  • Braço: maple
  • Ponte: tone o’matic cromo
  • Escala: rosewood
  • Captação: 2 humbucker
  • Tarraxas: die cast cromo
  • Acabamento: verniz brilhante
  • Controle: 2 volumes/ 2 tones/ chave 3 posições
  • Preço médio entre R$1.000,00 e R$1.300,00
  • Site do fabricante

Strinberg SGS250 (Super Strato)

 

 

A Strinberg também está fazendo um ótimo trabalho e ganhando cada vez mais espaço nos sets dos guitarristas. Recentemente a marca pode contar com o crivo de Gustavo Guerra, que assinou um modelo próprio, confirmando assim a qualidade dessas guitarras.

Especificações segundo fabricante:

  • Corpo: Basswood Sólido
  • Tampo: Quilted Maple Veneer
  • Acabamento: Brilhante
  • Braço: Maple
  • Construção: Bolt-On Neck (Junção Parafusada)
  • Escala: Maple 25,5″
  • Marcações: Dots
  • Tensor: Sim. Bi-Lateral
  • Nut (Capo Traste): 43mm
  • Número de Trastes: 24
  • Encordoamento: .09 / .042
  • Ponte: Floyd Rose Special
  • Captador Ponte: Humbucker Passivo
  • Captador Meio: N/A
  • Captador Braço: Humbucker Passivo
  • Jack: P10
  • Tarraxas: Cromada (Die Cast)
  • Escudo: N/A
  • Controles: 1 Pot. de volume, 1 Pot. de Tonalidae e Seletora de 3 Posições
  • Preço médio entre R$1800 e R$2000
  • Site do fabricante

CABOS P10

Muita gente não sabe, mas o cabo é parte essencial do resultado final do seu som! Ele tem função de preservar o sinal, o brilho e os harmônicos oriundos do instrumento. Para nosso SET iremos considerar o tamanho médio de 5m², tanto do guitarrista até os pedais, quanto dos pedais até o amplificador. Totalizando 2 cabos ou 10m² de cabo.

Tecniforte RAI

 

 

Os cabos RAI são indicados para uso com instrumentos musicais como guitarra, baixo, violão, viola, cavaco, banjo, teclado e outros. Eles são fabricados com a Tecnologia CCT ( Clear Connect Technology ) e tem garantia de 5 anos. Emborrachado (PVC 70°) + Espaguete Termo-Retrátil na Cor Violeta, possui formação tipo “Coaxial”, Capa Externa (7mm – Reforçada), Isolação, Blindagem (Trançada + Semicondutor)e seu condutor Interno é feito em malha de Cobre trançada e Cobre OFHC (Cobre Livre de Oxigênio).

Datalink Garage

 

 

Os cabos Garage têm excelente custo-benefício e são utilizados para interligar instrumentos musicais (guitarras, violões, baixos, teclados, etc.) ao amplificador ou outros equipamentos. Seu condutor é de 0,20 mm² em cobre OFHC e possui Trança 95% de cobertura + semi condutora. Isolado com Polietileno e revestido de PVC emborrachado nas cores preto, azul e vermelho.

Sparflex Pro Max

 

 

A linha Pro Max é montada com cabo modelo SPG50EX, tendo o condutor em cobre OFHC na seção 0,50mm², blindagem dupla em semi condutora 100% + trança de cobre com 93%, cobertura em termo-plástico, plugues Sparflex (ponta ouro).

Pedais ou pedaleiras multi-efeito?

Esse é um ponto chave neste guia e com certeza a escolha aqui irá influenciar diretamente no preço final de seu set. Muitas das vezes essa escolha ocorre por conta das características ou do gosto pessoal de cada um. Acho que se te agrada aos ouvidos, não deve ser a marca que deve falar mais alto na escolha. Essa categoria de produtos é a que mais apresenta opções de escolha, a principal delas baseia-se em: Pedais analógicos ou Pedaleiras multi-efeito? Pois bem, escolhemos aqui pedais e pedaleiras que possuem sonoridade, construção, praticidade e custo benefício que são capazes de atender nossas necessidades estipuladas lá no começo do guia. 

Então fica assim, considerando a quantidade de efeitos necessários para tocar diversos estilos musicais utilizando o mesmo equipamento, imaginamos que um pedal board ideal deveria conter os seguintes pedais: Afinador, Wah, Drive/Distortion, Delay/Reverb, Chorus, Tremolo e Phaser. Hoje vamos começar falando dos pedais:

Pedais afinadores

Como o próprio nome já diz, estar afinado é indispensável para todo músico em qualquer circunstância. O uso deste equipamento é imprescindível, porém você pode optar pela versão Clip (mais barata) ou pela versão stompbox, a qual considero mais confiável em uma situação de palco. Sendo assim escolhemos os seguintes modelos:

Behringer TU300

 

 

Este pedal é um velho conhecido, já disponível no mercado há algum tempo, ele continua firme e forte. Um pedal de bom custo benefício.

Landscape Alpha Tuner Atn1

 

 

A Landscape é uma marca nacional e com produtos que se consolidaram por serem confiáveis. Com boa construção e sistema true by-pass. Uma escolha segura!

Rowin

 

 

Para quem não quer gastar muito em um simples afinador, esse “chinesinho” é um dos modelos mais comuns atualmente no mercado e funciona muito bem!

Pedais de Wah

O pedal wah-wah era indispensável no som de Jimi Hendrix e deveria ser no seu também. Um pedal extremamente versátil e capaz de ser usado em todos os estilos musicais. Este efeito altera o tom e as frequências do sinal da guitarra para criar um som distinto, imitando assim as vocalizações humanas “wah-wah”. Os modelos que escolhemos foram:

Joyo Classic Wah

 

 

Este pedal busca manter características clássicas, parecidas a de um outro modelo famoso de wah disponível no mercado, mas com melhor custo benefício. Possui ótima construção e entrega ótima sonoridade

Behringer Hb01 

 

 

Este é um pedal para quem quer um pouco mais de recursos.  Com um knob Range de 6 posições para alterar o tone do pedal. A marca Behringer ficou conhecida por soluções inteligentes e equipamentos de ótimo custo benefício.

 Wah Vox V-845

 

 

O mais tradicional e conhecido das opções acima, dispensa apresentações é o Wah Vox. Um pedal que fez história e que até hoje está presente nos pedalboards de muitos guitarristas. Uma opção para quem busca sons clássicos.

Fique antenado para ver a segunda parte deste guia na próxima semana.

O post Guia: da guitarra ao amplificador – Parte 1 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
8 monitores de estúdio a preço ‘acessível’ https://musicaemercado.org/8-monitores-de-estudio-internacionais-de-preco-acessivel-para-gravacao-em-casa/ Tue, 04 May 2021 12:33:37 +0000 https://musicaemercado.org/?p=80721 8 monitores de estúdio a preço ‘acessível’

Mostramos aqui algumas opções de monitor de estúdio acessíveis para fazer música em casa, com opções de diferentes marcas disponíveis no mercado internacional em 2021, como os CR3-XBT da Mackie. Todo produtor musical chegará a um momento de sua vida em que apenas usar fones de ouvido de estúdio não será suficiente. Claro, a maioria […]

O post 8 monitores de estúdio a preço ‘acessível’ apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
8 monitores de estúdio a preço ‘acessível’

Mostramos aqui algumas opções de monitor de estúdio acessíveis para fazer música em casa, com opções de diferentes marcas disponíveis no mercado internacional em 2021, como os CR3-XBT da Mackie.

Todo produtor musical chegará a um momento de sua vida em que apenas usar fones de ouvido de estúdio não será suficiente. Claro, a maioria das pessoas que fazem música começa contando com um par de fones de ouvido baratos ou, mais assustador ainda, os alto-falantes embutidos em nossos laptops para ouvir o que criamos. Mas ouvir suas gravações pela primeira vez por meio de um conjunto de alto-falantes de estúdio especializados é um evento marcante. Os graves soam mais profundos, os agudos são mais claros e tudo é reproduzido em toda a sua glória. E o melhor de tudo? Como este guia para os melhores monitores de estúdio de baixo orçamento pode atestar, um conjunto de alto-falantes de estúdio de qualidade não precisa custar tanto.

1- IK Multimedia iLoud Micro

As coisas boas vêm em tamanho pequeno

 

 

Preço: USD 299 | Resposta de frequência: 55Hz – 20kHz | Configuração de alto-falante: duas vias | Tamanho de driver: 3” | Tipo de tweeter: ¾” domo de seda | Entradas: RCA estéreo dual, 1/8” TRS, Bluetooth

Positivo:

  • Ótima reprodução de som
  • Pequeno
  • Portátil

Negativo: 

  • Nada!

Monitores de estúdio de baixo orçamento não precisam ser grandes para produzir um som excelente. Os monitores iLoud Micro da IK MultiMedia são prova disso, produzindo um som claro e preciso de um pequeno driver de 3″. Também gostamos especialmente dos recursos de equalização de correção de sala na parte traseira das caixas, o que ajuda se o local em que você os mantém está obstruindo o som de alguma maneira. A escolha de um conector de 1/8” para uma entrada os torna ideais para reprodutores de iPad ou laptop, enquanto as entradas RCA facilitam a operação com reprodutores de gravação, mixers de DJ ou interfaces de áudio também.

A inclusão de Bluetooth é boa e os torna versáteis, mas a julgar apenas por seu desempenho de monitoramento, o conjunto Micro iLoud vale a pena sua consideração. Não se deixe enganar pelo tamanho; essas unidades são capazes de atingir um grande volume.

2- M-Audio BX5-D3

Os melhores monitores de estúdio econômicos para produtores sérios de primeira viagem

 

 

Preço: USD 149 | Resposta de frequência: 52Hz – 35kHz | Configuração de alto-falante: duas vias | Tamanho de driver: 5” | Tipo de tweeter: 1” domo de seda | Entradas: ¼” balanceada ou não balanceada, XLR

Positivo:

  • Clareza excepcional
  • Correção de sala

Negativo:

  • É difícil encontrar falhas neles

Somos grandes fãs da série BX5 D3 da M-Audio, por uma série de razões. Embora existam outros alto-falantes nesta lista que podem funcionar como alto-falantes multimídia ou transmitir de um dispositivo móvel, os BX5s foram projetados especificamente para monitoramento de referência. Eles têm uma ampla faixa de frequência, funções de correção de sala e até mesmo uma bela luz LED embutida para garantir que você os tenha configurado no ângulo correto para seus ouvidos.

Se você está montando um estúdio de música com um orçamento limitado e procurando alto-falantes cujo objetivo principal é fornecer clareza e precisão quando se trata de mixagem e gravação, então o BX5 D3 da M-Audio pode ser o conjunto perfeito para você.

3- JBL One Series 104

Monitores de estúdio de baixo orçamento compactos e portáteis

 

 

Preço: USD 179 | Resposta de frequência: 60Hz – 20kHz | Configuração de alto-falante: duas vias | Tamanho de driver: 4.5” | Tipo de tweeter: ¾” domo suave | Entradas: estéreo RCA, estéreo TRS, jack 1/8”, Bluetooth

Positivo:

  • Boa conectividade
  • Ampla faixa de frequência

Negativo:

  • Não muito

Projetadas com gravação doméstica, podcasting e portabilidade em mente, as caixas acústicas de estúdio JBL One Series 104 oferecem muito desempenho por pouco dinheiro. Como esperado da JBL, ficamos muito impressionados com a reprodução do som, que foi balanceada e precisa em uma ampla faixa de frequência.

A conectividade Bluetooth 5 também os torna versáteis: em um minuto eles estão no centro de seu estudo, no minuto seguinte eles podem estar na cozinha transmitindo música de seu telefone. Uma ótima opção para muitas situações.

4. Presonus Eris E3.5

Monitores nearfield de preço acessível são uma atualização ideal dos alto-falantes de laptop

 

 

Preço: USD 99 | Resposta de frequência: 80Hz – 20kHz | Configuração de alto-falante: duas vias | Tamanho de driver: 3.5” | Tipo de tweeter: 1” domo de seda | Entradas: estéreo TRS, RCA, jack 1/8”

Positivo:

  • Grande valor
  • Afinação de EQ

Negativo:

  • Reprodução de graves corta em volume

Se você começou seu caminho pela gravação usando fones de ouvido ou alto-falantes de seu laptop, o Presonus Eris E3.5 fornecerá uma atualização instantânea. Esses monitores de estúdio acessíveis oferecem uma variedade de conexões, e a correção de EQ embutida é excelente de encontrar por este preço.

Os volumes mais altos, embora alcançáveis, não são os mais agradáveis, mas por um pouco menos de US$ 100 assumiremos o risco.

5. Alesis Elevate 5 MKII

Monitores nearfield de orçamento atualizado oferecem um volume importante

 

 

Preço: USD 129 | Resposta de frequência: 56Hz – 20kHz | Configuração de alto-falante: duas vias | Tamanho de driver: 5” | Tipo de tweeter: 1” domo de seda | Entradas: RCA, TRS estéreo

Positivo:

  • Bem feitos
  • O reforço de graves é útil

Negativo:

  • Os graves sem potenciar são um pouco finos

No final do espectro do orçamento, há compensações que devem ser feitas para modelos mais avançados. Freqüentemente, isso ocorre com uma redução na faixa de frequência disponível e, ainda mais frequentemente, é o grave que sofre. O Alesis Elevate 5 MKII prova esse ponto, mas isso não precisa ser um obstáculo. A empresa japonesa incluiu um seletor de reforço de graves dedicado para aqueles momentos em que você ouve por prazer, e não como referência.

No geral, o Elevate 5 funciona bem em uma variedade de situações de audição e seria uma excelente adição a qualquer montagem de estúdio ou gaming.

6. KRK Rokit RP5 G4

Alto-falantes econômicos sérios para trabalhos sérios

 

 

Preço: USD 299 | Resposta de frequência: 43Hz – 40kHz | Configuração de alto-falante: duas vias | Tamanho de driver: 5.25” | Tipo de tweeter: 1” Kevlar | Entradas: TRS, XLR

Positivo:

  • Afinação ativa de sala
  • Som incrível

Negativo: 

  • Nada

No topo do que chamaríamos de seção de orçamento estão os monitores de estúdio KRK Rokit RP5 G4. No entanto, tenha certeza de que o desempenho aprimorado e a reprodução de som de alto-falantes “verdadeiros” econômicos definitivamente merecem sua atenção. Do espectro de frequência mais amplo, o que significa reprodução de graves mais rica, ao equalizador integrado apresentado por meio de uma tela LCD na parte traseira da caixa, esses são alto-falantes sérios.

Se fôssemos muito exigentes, reivindicaríamos um pouco do controle de volume principal encontrado na parte de trás da caixa, mas isso não é incomum. No geral, porém, os KRK Rokit RP5 G4s são um pacote completo para qualquer entusiasta de home studio. 

7. Mackie CR3-XBT

Oferta de preço acessível dos especialistas de estúdio

 

 

Preço: USD 119 | Resposta de frequência: 70Hz – 20kHz | Configuração de alto-falante: duas vias | Tamanho de driver: 3” | Tipo de tweeter: ¾” domo de seda| Entradas: RCA estéreo, TRS estéreo, jack 1/8”, Bluetooth

Positivo:

  • Ampla variedade de conexões
  • Ótimo visual

Negativo:

  • Não têm defeitos a destacar

A Mackie é uma marca bem conhecida e respeitada nos círculos de estúdios. Ao longo dos anos, ela construiu uma sólida reputação por oferecer equipamentos de qualidade a preços acessíveis, e essa exigência se estende à sua linha de monitores. Os monitores Mackie CR3-XBT atingem aquele doce equilíbrio entre preço e desempenho, oferecendo uma grande seleção de opções de entrada, incluindo Bluetooth, com recursos de que os produtores precisam, como uma ampla faixa de frequência e qualidade de construção sólida.

O driver principal de 3” não será um problema para o extremo subgrave do espectro, mas ainda ficamos impressionados com a clareza e precisão de uma série de trilhas de referência que testamos.

8. Fostex PM0.3

Monitores de tamanho reduzido são ideais onde o espaço é um problema

 

 

Preço: USD 149 | Resposta de frequência: 110Hz – 20kHz | Configuração de alto-falante: duas vias | Tamanho de driver: 3” | Tipo de tweeter: ¾” fibra de vidro | Entradas: jack 1/8”

Positivo:

  • Volume surpreendentemente alto
  • Bom valor

Negativo:

  • Não espere uma reprodução profunda de subgraves

Pode ser muito fácil quando você leva em conta um laptop, teclado, tela e outras coisas para sobrecarregar uma pequena mesa de estúdio. Adicionar alguns monitores de estúdio grandes à mistura complica ainda mais as coisas, e é por isso que os Fostex PM0.3 são uma proposta muito atraente. Cada unidade de alto-falante tem menos de 4 polegadas de largura, o que significa que você pode fazer uma atualização feliz do alto-falante interno de seu laptop sem ocupar seu precioso espaço de estúdio.

Com um tamanho tão pequeno, você tem que fazer concessões. A reprodução de graves abaixo de 110 Hz é inexistente, por exemplo. Mas se o espaço é um fator chave, os Fostex PM0.3 são uma boa opção.

*Autor: Chris Corfield. Publicado originalmente em MusicRadar. https://www.musicradar.com/news/best-budget-studio-monitors

 

O post 8 monitores de estúdio a preço ‘acessível’ apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Como comprar sua primeira bateria https://musicaemercado.org/como-comprar-sua-primeira-bateria/ Thu, 02 Apr 2020 13:32:48 +0000 https://musicaemercado.org/?p=58468 Como comprar sua primeira bateria

O momento chegou: você vai comprar sua primeira bateria. O que você deveria analisar? Varias coisas! Veja aqui uma lista completa de dicas. Com certeza você sonhou bastante e sofreu algum tipo de preconceito antes de chegar ao “Dia D” da compra da sua primeira bateria. Sendo assim, segure a ansiedade e observe alguns aspectos […]

O post Como comprar sua primeira bateria apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Como comprar sua primeira bateria

O momento chegou: você vai comprar sua primeira bateria. O que você deveria analisar? Varias coisas! Veja aqui uma lista completa de dicas.

Com certeza você sonhou bastante e sofreu algum tipo de preconceito antes de chegar ao “Dia D” da compra da sua primeira bateria.

Sendo assim, segure a ansiedade e observe alguns aspectos muito importantes antes da opção definitiva.

Em primeiro lugar, tenha em mente que a bateria do seu baterista predileto é um modelo “top de linha”, muitas vezes customizado por especialistas e/ou por um luthier muito experiente.

Assim não é a marca em si que determina o modelo, mais sim sua série e as características técnicas das construções.

Pense um pouquinho:. como pode um modelo de U$S 300 ter o mesmo som e refinamento técnico de um de U$S 2.000? Portanto, não é só o logotipo da pele do bumbo que define qualidade.

Muitas marcas têm uma grande linha de modelos e séries, tornando essas “distâncias técnicas” muito menores em uma escala progressiva de valores e benefícios.

U$S 100 não pesam muito em um funcionamento de longo prazo, mas fazem uma enorme diferença na qualidade de uma bateria. Cores e acabamentos externos podem ser uma armadilha fatal na qualidade do seu instrumento. Muitas vezes, ao entrar em uma loja, nos deparamos com celulóides caríssimos.

Celulóides caríssimos? Que nada! É puro plástico de terceira linha. Na primeira viagem da bateria, talvez no seu primeiro show, ele vai ficar todo cheio de bolhas e logo vai perder o brilho, além do desbotamento da cor.

Garotos que compram baterias com os pais, sofrem com mães inexperientes que inebriadas pelo “brilho reluzente” decidem a compra instantaneamente.

Tambores têm que ter som. Você deve bater com o osso superior do seu dedo anelar, na lateral do casco. Mesmo com o barulho da loja, ele deve produzir algum tipo de som profundo e definido. Se o resultado for um “pléc-pléc” próximo ao som de um pato gripado, fuja do “brilho fácil”.

O que mais analisar?

Vários elementos resultam na qualidade final de um tambor. O primeiro que se deve olhar é a borda do casco. Aqui é onde a pele vai brilhar e produzir um som rico e com volume.

Não tenha vergonha! Peça para o vendedor tirar uma das peles e passe o dedo em toda a circunferência da borda. Ela está lisa? Ou parece uma pista de cross cheia de pequenas montanhas? Bordas irregulares vão produzir um som horroroso e indefinido em relação à afinação.

Aproveite e olhe o tambor por dentro.

Ele está bem lixado e liso? Passe a mão e sinta se existem farpas e falhas. Se mesmo lixado ele deixar sua mão toda branca, significa que ele não tem nenhum tipo de cera ou seladora. Com o tempo, seu tambor pode ficar todo manchado com a ação da umidade.

Marcas de dedo denunciam a falta de capricho e qualidade do fabricante. Você comeria em um restaurante cujo banheiro é sujo?

Veja também a qualidade dos parafusos de fixação das canoas. Estão enferrujados? Xiiii…

Muitas vezes você encontra o tambor perfeito e só o parafuso com problema. A culpa é com certeza do fornecedor da fábrica. Aí tem que valer muito a pena para você virar “sócio” dos problemas do fabricante.

Nunca confunda manchas com veios da madeira.

Existem madeiras tigradas que, na composição interna do tambor, criam desenhos irregulares nem sempre bonitos. Mas aí é um problema da natureza.

Aproveite que o aro está solto e veja se ele tem um “certo peso” ou é leve. Aros muito leves não produzem som nenhum!

Com um pouco de paciência você pode tirar os parafusos de afinação. Assim dá para sentir o “som do aro”. Segure-o com o indicador da mão esquerda, quase que pendurando. Com o polegar ou o indicador da direita, bata no aro como um instrumento de percussão. Que som ele produziu? “plec-plec” de novo?

Se rolou um certo “tuuum” é bom sinal.

Faça a mesma coisa com a pele. Segure-a com o indicador e o polegar da mão esquerda bem na pontinha. Com o indicador e o polegar toque no centro da pele. Não pode rolar um som feio e esganiçado. A pele tem que ter profundidade e um timbre mais puxado para o grave (baixas freqüências). Pergunte ao vendedor, ou consulte um catálogo ou site, e veja se a pele é dupla ou simples.

No Brasil é chamada de hidráulica. Um jogo dessas peles custa por volta de U$S 150 ou U$S 200. Se sua bateria tiver peles de péssima qualidade, o barato vai sair caro lá na frente.

Atenção! Não é o fato de ser dupla ou simples que determina a qualidade da pele. Aqui você tem que confiar nos dedos e nos ouvidos. No seu “teste de pele emergencial”.

E já que estamos vendo as peles, dê uma boa olhada no bumbo e veja, ou pergunte para o vendedor, se a pele é com anel abafador. Peça para tocar e sentir o som e o funcionamento do papel.

Se ele parecer meio “molenga”, tente olhá-lo de perto sentindo se as peças são firmes e os rolamentos macios. É muito importante saber se ele tem regulagem do ângulo do batedor.

Existem pedais simples e baratos sem nenhuma regulagem, mas muito bem construídos e pré-regulados de forma correta. Outros, porém, são péssimos e impossíveis de se tocar.

Dê uma olhadinha na máquina de chimbal. Se tiver regulagem melhor, veja se a borboleta da presilha do prato superior é ergonômica e não machuca a mão quando você aperta.

Perigo! Fique atento as estantes dos pratos. Existem modelos enormes e exagerados, porém, construídos com material de terceira categoria incluindo “rebites” e peças coladas. Pais costumam se empolgar com o cromo e a “robustez” da estante.

Mas de nada adianta uma base enorme com uma ponteira minúscula e com a rosca comendo seu prato. A qualidade da ponteira, incluindo feltro e/ou peças especiais injetadas, além da regulagem de ângulo, são o ponto crítico de muitas estantes. Olho vivo!

Vamos fazer um cálculo rápido: a bateria vem com 01 ou 02 estantes? Pode ser que você esteja com um bom kit já decidido. Mas com 01 estante só, ele vai exigir um investimento extra. Gerando um gasto, que somado ao preço final, não valha a pena. Uma estante extra vai custar entre U$S 50 e U$S 70 (valores brasileiros convertidos) no mínimo.

Opte sempre por estantes de caixa com sistema “joint-ball” ou de pressão. Não que as de sistema dentado sejam ruins. Existem modelos excelentes.

Mas em kits mais baratos, o dentado costuma ser muito frágil e com ângulos descalibrados.

Se o surdo for de chão, dê uma regulada nos pezinhos. Observando se o funcionamento é suave, firme e ergonômico, além da altura em si. Se você for grande e os pezinhos muito pequenos, no futuro sua técnica ficará comprometida.

Agora olhe a bateria de frente. Os pés do bumbo são do tipo telescópico? O sistema de regulagem do ângulo dos tom-tons é de tubo fixo ou joint-ball? Os dois sistemas funcionam bem. Porém, mal construídos, trazem problemas clássicos. O de tubo balança no encontro do tubo maior com o regulador de ângulo, se a caneca do tom-tom não for firme, o conjunto todo vai balançar e fazer barulho. Se o sistema for “de bola”, veja se ele é macio e realmente trava os tom-tons.

Veja também se ele tem uma memória no tubo central que sai do bumbo.

Finalizando, vamos olhar a caixa com atenção. Caixas boas costumam custar mais caras que um kit simples completo. Não tem milagre. Um bom automático, aros die-cast, madeiras 100% selecionadas, etc. encarecem muito o produto. Mas, vamos ver quanto sua futura caixa se apróxima de uma top. Ela é de madeira ou de metal? No caso da segunda opção, bata na lateral do casco e sinta o som produzido. Se foi algo como uma “lata de leite”, fuja. Ela não vai ter som nunca. Se parecer mais profunda pode ser uma boa opção. Sinta o peso da caixa em suas mãos, se for muito leve desconfie “há algo de podre no reino da Dinamarca”.

Teste o automático da esteira várias vezes. Não tenha vergonha! Aciona e desaciona sentindo o funcionamento básico do equipamento.

Se a caixa for de madeira, repita os mesmos procedimentos, observando o rebaixo da esteira.

Passe o dedo de leve no fio nylon que prende a esteira no conjunto do automático.

Ali deve existir um “buraco” que é onde a esteira vai assentar. Se não tiver a caixa não vai funcionar nunca.

Um vendedor pode dar uma “afinadinha” pra você sentir o som.

Mauricio Leite

Atenção! Baterias não vêm com pratos e banco. Existem promoções conjugadas. Mas você deve ficar muito atento à qualidade dos produtos oferecidos.

Um banco ruim pode complicar a sua saúde e até a sua segurança no caso de uma quebra.

Existem casos de acidentes seríssimos.

Pratos ruins fazem um mal danado à música. E aí, meu amigo, quem vai sofrer somos nós: seus futuros ouvintes!

*Autor: Mauricio Leite, um dos bateristas brasileiros mais populares, é profissional desde 1990, atuando em shows, gravações, produções e no setor educacional; realiza clínicas e apresentações em todo o País e é responsável pelo desenvolvimento do projeto “Nagano Drums” junto com a marca Tagima.

O post Como comprar sua primeira bateria apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Os melhores microfones para home studio de 2020 https://musicaemercado.org/os-melhores-microfones-para-home-studio-de-2020/ Mon, 16 Mar 2020 13:02:19 +0000 https://musicaemercado.org/?p=58276 Os melhores microfones para home studio de 2020

Veja aqui 10 opções de microfone de várias marcas que ajudarão você a escolher o produto certo para as necessidades e o orçamento do seu home studio. Quando se trata de comprar um microfone para o seu estúdio de gravação em casa, seja o seu primeiro ou o décimo, você deseja o melhor microfone de […]

O post Os melhores microfones para home studio de 2020 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Os melhores microfones para home studio de 2020

Veja aqui 10 opções de microfone de várias marcas que ajudarão você a escolher o produto certo para as necessidades e o orçamento do seu home studio.

Quando se trata de comprar um microfone para o seu estúdio de gravação em casa, seja o seu primeiro ou o décimo, você deseja o melhor microfone de estúdio para uma gravação de estúdio. Há muito em que pensar, e alcançar esse equilíbrio fino pode ser complicado. Os tipos de microfones e usos podem deixar você tonto.

Você deve saber como planeja usar o microfone, isso deve ser óbvio.

Por exemplo, você pode gravar vocais para suas trilhas acústicas ou bateria no volume máximo da sua banda de nu metal e provavelmente não compraria o mesmo microfone em cada caso.

Aliás, isso é apenas o começo de sua viagem.

Há também uma horda de especificações técnicas para entender, como resposta em frequência, padrões polares e ruído próprio.

O ambiente ao redor desempenha um papel fundamental na localização do microfone ideal, além de fatores mais subjetivos, como a sensação que o microfone tem quando você o segura e sua estética.

Obviamente, não há como escapar da questão dos preços.

No entanto, graças a todas as pesquisas, testes e leituras que fizemos para produzir este review, podemos mostrar quanto você pode obter pelo seu dinheiro com esses dez microfones diferentes.

1-Microfone dinâmico cardióide Shure SM57

Se você trabalha no ramo de gravação há um tempo, deve conhecer o SM57: um dos microfones mais amados do mundo, e que continua liderando o ranking mais de 50 anos após seu lançamento original.

Qualidade de som profissional

Parte do que faz do SM57 um microfone de estúdio de primeira classe é o padrão de captação cardióide que efetivamente corta o ruído de fundo e se concentra na fonte.

Essa excelente atenuação fora do eixo leva a um som limpo e puro.

Não só isso, mas a direção de SPL deste microfone é uma loucura: você pode sentar na frente de um amplificador deslumbrante ou de uma bateria sem indicação de distorção.

Embora a performance de gravação de instrumento esteja lá cima, o Shure SM57 também é um dos favoritos entre os vocalistas.

O SM57 oferece uma resposta de freqüência mais ampla do que muitos microfones de captação vocal (40 Hz a 15 kHz) e oferece uma gravação natural e realista. Alguns vocalistas (compreensivelmente) preferem a afinação localizada disponível em outros microfones de captação vocal, mas como um SUV no estúdio, você não pode vencer o SM57.

Versatilidade

Apesar de ser o microfone de palco mais famoso da história, o SM57 está presente em estúdios de gravação em todo o mundo, desde iniciantes no YouTube até superstars premiados.

Sua enorme faixa de frequência faz com que possa ser usado para amplificadores de guitarra e bateria sem perder o ritmo, bem como vocais pesados, discursos ou qualquer aplicação intermediária.

Até a Casa Branca usa um para seus discursos presidenciais!

Qualidade de construção

A Shure possui um famoso teste projetado para mostrar a robustez de seus microfones: eles são jogados 10 vezes, desde uma altura de 3 metros, e depois disso a empresa testa o desempenho.

Não quisemos correr o risco de fazer isso, mas, de acordo com a Shure, não há absolutamente nenhuma diferença perceptível na performance. Temos o prazer de acreditar em sua palavra!

No entanto, a razão pela qual o SM57 da Shure está no topo da nossa lista não se deve à sua durabilidade sobre-humana, nem ao excelente desempenho sonoro, nem sua comprovada história ou versatilidade de 50 anos.

Mas porque você obtém todos esses recursos por pouco mais de cem dólares.

Isso se você estiver comprando um novo. Você provavelmente possa comprar um usado pela metade desse valor.

Fornecedores como a Amazon oferecem pacotes por cerca de US$ 250 que incluem extras úteis, como windscreens, suportes e filtros pop, para que você possa obter uma montagem de gravação de estúdio de alto nível por uma fração do que esperaria gastar.

Se você realmente se preocupa com a gravação em seu estúdio, recomendamos o SM57.

Se o orçamento estiver apertado, você poderá usá-lo para todos os seus instrumentos, mas também embalá-lo e usá-lo durante seus shows ao vivo!

Prós: Padrão de captação cardióide, duração incrível, gravação versátil de instrumentos, é um bom investimento.

Contras: Não possui afinação específica para vocais, existem microfones de mais qualidade.

2-Microfone de diafragma grande AKG C214

Se você estiver procurando um microfone de voz dedicado e tem dinheiro para gastar em equipamentos de gama média a alta, você está no lugar certo.

Segundo na nossa lista dos 10 melhores: o AKG C214.

Voz superior

Os principais pontos de discussão do C214 são o seu diafragma grande de 1” e a conhecida tecnologia AKG Bail-Plate, que se combinam para fornecer o característico som superior do microfone.

A cápsula com acabamento de borda do C214 é provavelmente a melhor do mercado e usa exatamente a mesma tecnologia que o mundialmente famoso C414, seu primo mais elegante (e consideravelmente mais caro).

Então, por que o C214 fica em segundo lugar na nossa lista, quando acabamos de admitir que também há o C414 com o melhor desempenho do mercado?

Por um lado, o C414 custa entre 2 e 3 vezes mais, com uma qualidade de áudio praticamente indistinguível do C212.

De fato, mesmo em nossos próprios testes, não conseguimos realmente perceber a diferença.

O que o C414 traz para a equação é uma variedade de padrões polares, o que significa que vai além das necessidades da maioria dos artistas de gravação.

Habilidade de gravação

Duas palavras: precisão e realismo.

Nenhum detalhe é perdido ao gravar com o C214.

A saída é suave e natural, o que significa que os artistas podem obter um som verdadeiro em suas trilhas. Ele ainda possui um pad de atenuação de 20 dB para localização de microfone próximo, além de um filtro de corte baixo. Tudo é feito de metal e é super robusto.

Se você tiver a montagem certa em casa, este microfone transformará seu som.

Infelizmente, a maioria de nós tem quartos bastante barulhentos ou reflexivos em casa. Confie em nós: se você estiver tocando ou cantando em uma sala sem tratamento acústico, o 214 capturará esses detalhes estranhos e garantirá que você os ouça.

O microfone para você?

Se você está procurando uma mixagem pesada com o filtro de corte baixo e o pad do atenuador ativados, ou está captando tranquilamente seu violão, este microfone fará o trabalho e muito mais.

Prós: Cápsula de 1” com borda terminada, pad de atenuação de 20 dB, filtro de corte baixo, som natural e verdadeiro.

Contras: Pode captar ruído ambiente, bastante caro

3-Microfone de condensador Rode NT1A

Ao comprar um microfone de condensador de diafragma grande com um orçamento apertado, os usuários devem sempre ter cuidado com seu próprio ruído, também conhecido como o zumbido irritante produzido pela eletrônica interna.

Graças ao exclusivo sistema de suspensão de dupla lira da Rode, a vibração do ruído interno é incrivelmente baixa e o NT1A afirma um nível de ruído próprio de apenas 5 dB-A.

Para se ter uma ideia, geralmente consideramos que qualquer coisa abaixo de 15 dB-A é excelente.

Quando combinado com a alta sensibilidade do microfone, você obtém um aparelho de bastante alta especificação que é capaz de gravar todas as nuances de suas trilhas vocais.

Com pouco mais de US$ 200 apenas pelo microfone, ele fica confortavelmente no “meio termo” em questão de preço.

Se você levar a sério a gravação, o NT1A é um investimento muito menor para a qualidade que você obtém.

Um microfone de estúdio real

Uma dica para a gravação em casa seria garantir que sua sala seja o mais acusticamente neutra possível, com muito pouco som ambiente: além de ter um nível de ruído baixo, este microfone é muito sensível e captura todos os tipos de detalhes indesejados se você não tiver cuidado!

Áudio brilhante e atraente

O NT1A da Rode oferece um pico de presença em 12 kHz, com uma elevação em torno de 120 Hz. Se você é novo na gravação de vozes, isso significa basicamente que você experimentará um brilho e elevação em torno dessas frequências, o que pode ter um efeito bastante mais plano na trilha.

O microfone também possui agudos muito nítidos, e outros reviews na Internet estão divididos sobre se isso soma ou resta à experiência, e podemos ver de onde vem essa dúvida. Para ter certeza da decisão, recomendamos experimentá-lo pessoalmente antes de comprar.

O microfone possui um padrão polar cardióide, uma resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz e requer uma alimentação fantasma de 24 V ou 48 V DC para operar.

Prós: Ruído próprio ultra baixo, bom investimento, ótimo para vocalistas e instrumentos acústicos, alta sensibilidade.

Contras: Agudos minúsculos ou quase imperceptíveis, capta ruído externo.

4-Microfone USB Blue Yeti

À medida que nos aproximamos do meio da nossa lista dos 10 melhores microfones de gravação para home studio, temos o prazer de apresentar aqui várias características que estamos vendo pela primeira vez:

-É o primeiro microfone multidirecional

-É o primeiro microfone alimentado por USB

-É o primeiro microfone que se parece com um personagem de Star Wars

Um microfone USB com qualidade de estúdio. De verdade?

Reconhecemos que os microfones USB geralmente são considerados alternativas baratas aos equipamentos de gravação.

Até admitimos que a maioria dos Blue Yeti é usada para gravar podcasts ou streams. Mas ainda o mantemos em nossa lista.

E aqui está o porquê.

Primeiro, oferece quatro padrões polares diferentes: Cardióide, Estéreo, Omnidirecional e Bidirecional. Por enquanto, basta dizer, isso adiciona muita versatilidade às suas gravações,

Camadas de faixas de áudio? Use o modo cardióide.

Gravar um violão? Mude para estéreo para obter um som mais equilibrado.

É muito bom

Surpreendentemente (para a maioria dos usuários, pelo menos!), o Blue Yeti captura o som com precisão excepcional. Embora soubéssemos que era bom antes de testá-lo, mesmo assim ficamos surpresos com a clareza e o brilho do áudio. Você pode captar o som a uma distância de até 3 metros, embora seja recomendável não ficar a mais de 60 cm de distância do microfone durante o uso.

Para não ficar escrevendo muito, aqui estão algumas das características adicionais que você pode obter com o Blue Yeti:

-Botões físicos (embora um pouco fracos) para volume de fone de ouvido, seleção de padrões, mute instantâneo e ganho de microfone

-Funcionalidade “plug and play” imediata

-Fácil integração com seu software de gravação

-Saída de fone de ouvido

-Corpo sólido em metal

Ah, e você não precisa de pré-amplificadores ou qualquer outro equipamento para ter aquele som quase de qualidade de estúdio. Você pode trabalhar apenas com um laptop. Não é ridículo?

Uma questão de preço

A coisa realmente surpreendente sobre o microfone Blue Yeti é que você obtém todo esse desempenho por apenas US $ 130, incluindo suporte.

Você não encontrará no mercado outro microfone USB tão portátil, de alto desempenho, versátil e acessível como este aqui. Em caso afirmativo, informe-nos para que possamos conferir nós mesmos!

Prós: Plug and Play, quatro padrões polares, excelente qualidade de som, bom cancelamento de ruído.

Contras: Tamanho de shock mount fora do padrão, botões fracos.

5-Microfone dinâmico vocal Shure SM7B

Vamos começar o review do SM7B afirmando que ele é facilmente o melhor microfone vocal de estúdio nesta lista.

Em seguida, passaremos ao porquê está no meio da nossa lista e não no topo.

Intrigado? Vamos lá!

Um microfone emocionante

Quer evidências de que este é um microfone vocal matador? Michael Jackson usou para gravar suas músicas para o álbum Thriller, uma das maiores realizações musicais de todos os tempos. No entanto, por aproximadamente US$ 400-500 cada, esta não é uma compra leve para um home studio comum.

A resposta de frequência é ampla e plana, trazendo uma reprodução vocal excepcionalmente limpa e natural, enquanto o padrão polar cardióide captura tudo na frente do microfone e praticamente nada ao seu redor. A rejeição fora do eixo faz com que o áudio seja nítido, claro e não poluído pelo som refletido em todas as superfícies, mesmo em estúdios movimentados.

Requer o toque de um técnico

Mais do que um microfone dinâmico comum, a sensibilidade do SM7B é um pouco baixa, por isso é importante combiná-lo com um pré-amplificador bem ajustado, com ganho de pelo menos 60 dB+.

Dessa forma, você poderá testemunhar o SM7B em todo o seu esplendor.

É muito para um home studio?

Falamos sobre isso brevemente, mas você realmente precisa de um pré-amplificador de classe mundial para obter o melhor som deste microfone, e isso pode custar uns US$ 1000 adicionais.

Depois, há o preço do próprio microfone: US$ 400 a 500 é muito dinheiro, especialmente quando você considera a qualidade dos outros microfones que listamos aqui.

Enquanto alguns usuários usam o SM7B para gravação de instrumentos, ele foi realmente projetado para vocalistas.

A menos que você tenha muito dinheiro e queira realmente se concentrar nas vozes, recomendamos que você compre um microfone de baixo custo e use o restante do seu orçamento para equipar outras áreas importantes do seu estúdio.

O SM7B não é classificado como baixo porque é um microfone ruim, provavelmente seja bom demais para a maioria das nossas necessidades!

Prós: Som sensacional, rejeição fora do eixo precisa, qualidade profissional de estúdio.

Contras: Requer pré-amplificador de 60 fB+ de alta qualidade, muito caro.

6-Microfone de condensador cardióide MXL 770

Vamos ser transparentes desde início e admitir que há uma queda na qualidade entre os primeiros 5 produtos e o MXL 770.

Sin embargo, también hay un gran descenso en el precio de los modelos de AKG, Shure y Rode.

No entanto, há também uma grande queda no preço dos modelos AKG, Shure e Rode.

Por tudo isso, o MXL 770 provavelmente funcionará apenas 10 a 15% menos que os microfones principais da nossa lista e por uma fração do preço.

Esse microfone é vendido por cerca de US$ 75 mas oferece desempenho comparável ao de um produto que é vendido por muito mais do que isso, sem exagerar.

O som do hip hop

Assim que tiramos ele da caixa, o MXL 770 oferece um som baixo e brilhante que atinge os corações dos artistas de hip hop, especialmente os rappers.

Esse microfone também favoreceria pianistas, qualquer vocalista e músico de cordas que procurassem uma gravação de alto desempenho com um orçamento apertado.

O mercado-alvo do 770 são geralmente artistas que estão apenas começando ou simplesmente não têm dinheiro suficiente para comprar equipamentos profissionais.

No entanto, também existem muitos profissionais experientes que adoram a simplicidade, o custo e o desempenho deste microfone.

Com graves balanceados, queda de baixa frequência e clareza de alta qualidade, é surpreendente que o 770 tenha conquistado uma média de 4,6 estrelas de mais de 450 críticas na Amazon!

O complemento perfeito para home studio

Não há dúvida de que o microfone é um componente crítico de qualquer estúdio de gravação doméstico, mas é ainda mais do que isso.

A compra de um MXL 770 oferece um microfone de alta qualidade, mas também libera seu orçamento para investir nas outras tecnologias necessárias para operar um home studio profissional.

Sério, este microfone é bom o suficiente para levar seus vocais ao topo, e se você tiver dinheiro no futuro para obter esse desempenho extra de 15%, vá em frente.

Não podemos exagerar o valor pelo dinheiro que você recebe com este microfone!

Um microfone imperfeito

Tendo dito isso, obviamente existem razões pelas quais este microfone está em sexto lugar: ele tem suas falhas, embora sejam bem menores.

Alguns usuários relatam um problema com a umidade que entra no diagrama, por exemplo. Para evitar isso, guarde-o em um ambiente muito seco.

Você também pode ter dificuldade em encontrar um “ponto ideal” consistente em termos de distância do microfone (para equilibrar o som) e precisará fazer alguns trabalhos de calibração para que o som seja bom.

No entanto, apesar de tudo isso, ainda é uma pechincha excepcional pelo preço.

Prós: Valor incomparável do dinheiro, som brilhante e grave, roll-off de baixa frequência, ótimo para vocalistas de hip-hop.

Contras: Shock mount de baixa qualidade, “Sweet spot” estreito para gravação, requer um pouco de calibração.

7-Microfone Sennheiser MD421 II

Para quem conhece microfones, o Sennheiser MD421 II é um nome familiar.

Com um legado orgulhoso e uma merecida reputação pela sua performance, é uma das melhores opções disponíveis hoje para gravar bateria, guitarra ou qualquer outro instrumento.

Tecnicamente superior

Utilizando um padrão polar cardióide, o MD421 evita o ruído ambiente, atenua efetivamente todos os sons fora do eixo e até rejeita o feedback devido aos monitores.

Também oferece um interruptor de redução de graves de 5 posições que, combinado com atenuação de ruído, possibilita aos artistas gravar em praticamente qualquer ambiente.

No entanto, recomendamos que você construa seu estúdio para ser o mais silencioso e absorvente possível, em vez de compensá-lo reativamente com o cancelamento de ruído!

O microfone possui um forte pico de presença em 10 kHz, possibilitando aos músicos adaptar seu som com mais precisão do que com a maioria dos microfones.

Em comparação com os microfones dinâmicos da concorrência, o MD421 II oferece grande versatilidade. Ele possui um high-end inusualmente impressionante, que captura otimamente até 17 kHz, e sabemos que os profissionais de estúdio costumam usá-lo para praticamente qualquer coisa: cordas suaves, guitarra elétrica pesada, bateria (principalmente toms), etc.

Com sua excelente resposta de low-end, também é popular entre os vocalistas masculinos.

Embora realmente não deva ser um grande fator para um microfone de estúdio, este Sennheiser tem uma estética bonita. Desde a cor preta profunda, à malha de metal e ao estojo de capa dura, esta é uma magnífica peça de tecnologia.

Claro que também é muito caro e o microfone tem seus problemas.

Não atende a todos os requisitos?

O primeiro problema é o clipe: é horrível. É barato, não tem um tamanho padrão e muitos usuários relatam que ele quebra com uma regularidade incrível.

Para uma peça de kit que custa mais de US$ 400, essa é uma grande decepção. A qualidade do som não está a um milhão de quilômetros do SM57 (que por si só não é o microfone com melhor som em nossa lista), mas, ao custar quatro vezes mais, é difícil dizer que representa um valor justo.

Não há dúvida de que este é um excelente microfone para músicos experientes, mas se você é um YouTuber tocando seus primeiros acordes, pode obter um microfone quase tão bom por uma fração do preço.

Prós: Reputação positiva de longa data, interruptor de redução de graves de cinco posições, excelente resposta low-end, desempenho geralmente de alta qualidade.

Contras: É caro, clipe horrível.

8-Microfone SE Electronics SE2200A II

O mercado de microfones para home studio em 2020 está cheio: muitos fabricantes, produtos muito parecidos e nunca foi tão fácil procurar pechinchas na internet.

Um dos nomes mais fortes de todo esse caos é a SE Electronics, e o SE2200A é um de seus modelos mais vendidos!

Foco no desempenho

O SE 2200A é vendido por cerca de US$ 300-400, que está na faixa intermediária em termos de preço.

Embora não seja um Neumann, ainda esperamos um desempenho impressionante se formos solicitados a investir tanto dinheiro!

Felizmente, o microfone oferece isso.

Além de injetar um pouco de calor em low-end, o som é muito natural e capta com precisão o que você estiver tocando, seja vocal, guitarra ou percussão.

Para ser específico, há um salto de presença de 10 a 15 kHz que adiciona um brilho adorável e plano. Se você usar instrumentos mais fortes, poderá pressionar o interruptor do pad atenuador para manter as coisas niveladas.

No entanto, com o SPL máximo de 140 dB, você provavelmente não terá muito com que se preocupar.

Ele também possui um botão de low-cut, para que você possa apagar qualquer ruído baixo encontrado.

Apropriado para todos os instrumentos

O microfone está disponível nos modelos cardióide e de padrão múltiples.

Recomendamos a versão somente cardióide para qualquer home studio padrão. A menos que você tenha uma configuração muito especializada ou incomum, geralmente há poucos benefícios em ter uma gravação omnidirecional.

Obviamente, se você estiver gravando várias pessoas ao mesmo tempo, é uma história diferente.

Testamos este microfone com quase todos os instrumentos que pudemos encontrar, e os resultados foram incrivelmente consistentes: tudo soa bem o tempo todo.

Além do apelo existente do microfone, o design é agradável aos olhos. Ele também vem com um mount shock (embora infelizmente não traga o filtro pop que geralmente é visto nas fotos) e está pronto para uso assim que tirá-lo da caixa.

Se você está procurando um microfone que não o surpreenda com sua qualidade, mas que funciona com a maioria dos instrumentos com pouquíssimos problemas, recomendamos o SE2200A.

Prós: Apropriado para uma variedade de instrumentos, fácil de usar, manipulação de SPL de até 140 dB.

Contras: Não traz filtro pop, um pouco caro.

9-Microfone de condensador AKG P420

O AKG P420 é o segundo microfone desta marca a chegar à nossa lista dos 10 melhores microfones de gravação para home studio.

Você pode pensar que o 420 está um passo abaixo do 214, mas, por outro lado, você deve pensar que ele foi projetado para um público completamente diferente.

Vamos ver.

Um cavalo de batalha no estúdio

No site da AKG, o P420 é descrito como adequado para “aplicações exigentes de gravação em estúdio de projeto” e é ideal para “gravação de conjunto, piano de cauda, ​​instrumentos de sopro e metais”.

Bem, depois de testarmos esse microfone, temos que concordar.

O P420 é um microfone side-address, como seria de esperar do uso pretendido na gravação de conjuntos, e contém um diafragma duplo que usa cápsulas de condensador consecutivas de 1” para testar seus vários padrões polares.

Como o design encontrado no C214, que é mais caro, os usuários também têm acesso a um pad de atenuação de 20dB e filtro de low-cut.

Tecnologicamente, esta coisa vem com tudo o que você precisa de um ótimo microfone. Pode parecer bastante normal, mas a ênfase no equipamento de gravação deve sempre estar no desempenho, não na estética.

Desde que conversamos sobre isso, o shock mount de alta resistência, que vem de fábrica, a propósito, é excelente.

Como dissemos, ele também possui 3 padrões polares diferentes que você pode ativar com um pequeno interruptor:

-Omnidirecional

-Cardióide

-Figura 8

O que ele dá?

É muito discurso técnico que acabamos de dizer em alguns parágrafos, mas para o leigo, qual é o resultado final?

Som claro, natural e cálido.

A capacidade do microfone de passar pelo ruído ambiente, apesar de seu longo alcance, faz com que você só ouça o que realmente toca: exatamente o que os músicos estamos procurando! Não é tão sensível quanto alguns microfones, mas para as aplicações que se destina, não é um grande problema.

Devido à grande quantidade de variação axial que acompanha o 420, você precisará fazer uma boa quantidade de P&D no posicionamento do microfone e brincar com o ambiente para obter o som ideal. No entanto, depois de encontrar o ponto exato, o resultado é de primeira classe.

Obviamente, não é necessário dizer que você pode usar esse microfone para gravações de podcast ou trilhas vocais, mas existem melhores opções nessa faixa de preço, se esse for seu objetivo principal.

Prós: Ideal para gravar instrumentos de sopro, piano de cauda ou conjuntos; excelentes especificações técnicas, extremamente versáteis, perfeito para um estúdio movimentado.

Contras: Não é ideal para vocalistas solo, a concorrência oferece produtos similares.

10-Microfone Audio-Technica AT2020 USB+

Audio-Technica é um grande nome no segmento de gravação em estúdio, por isso pode surpreender que ainda não tenhamos apresentado nenhum de seus produtos.

Isso porque, simplificando, a concorrência pelos primeiros lugares é muito difícil!

Um microfone básico de alto desempenho

O principal ponto de venda de qualquer microfone conectado a USB é sempre a simplicidade: se você pular o pré-amplificador e ir direto para a fonte, a qualidade não competirá com uma montagem calibrada mais cara. Desde que seja fácil de usar e ofereça boa qualidade, a maioria dos usuários adorará.

O AT2020 USB+ é um microfone side-address com diafragma médio, uma resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz e um conversor A/D de alta qualidade com uma taxa de amostragem de 16 bits, 44,1/48 kHz. Com um pequeno aumento de presença de 9 a 10 kHz, oferece som natural e completo para gravações vocais, instrumentos mais suaves e qualquer tipo de podcast.

Obviamente, quando você compra um microfone de nível básico, não obtém desempenho de estúdio profissional.

Dito isto, a qualidade de som deste microfone é irreal quando se considera seu preço. Se você estiver procurando um microfone cardióide simples, compacto e acessível, está no lugar certo.

Uma atualização muito necessária

A Audio-Technica entrou no mercado de microfones USB há alguns anos com o AT2020 original, mas estava cheio de buracos. Esta opção renovada inclui:

-um braço de posição rotativa

-um suporte de mesa para tripé

-um cabo USB de 3 metros

-uma saída direta para fones de ouvido

Podem parecer pequenas mudanças, mas, quando combinadas, este aparelho é um mundo separado das iterações anteriores. O tripé ainda é muito ruim (na verdade, não amortece as vibrações e pode ser facilmente tombado), mas, caso contrário, a qualidade de construção é excelente, com o microfone completo feito de metal durável.

Não tão estranho quanto o Blue Yeti

O AT2020 USB+ é um bom microfone, mas há uma razão pela qual colocamos o microfone USB Blue Yeti muito mais alto na lista. Por um lado, este oferece apenas o padrão polar cardióide: o Yeti oferece mais 3: estéreo, omnidirecional e bidirecional. O Yeti também possui suporte mais pesado e confiável, controle de ganho e um botão de mute físico.

No entanto, o produto da Audio-Technica é um pacote mais organizado; portanto, se você não precisar desses recursos adicionais, também poderá optar por esta opção mais bonita!

Prós: Preço acessível, Plug and Play, cabo USB de 3 metros, muito atraente.

Contras: Não é tão bom quanto o Yeti, suporte fraco.

 

Texto escrito por Digital Audio Wiz. Post original em https://www.digitalaudiowiz.com/types-of-microphones/

Tradução e adaptação do texto: Música & Mercado

O post Os melhores microfones para home studio de 2020 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Como escolher o melhor amplificador valvulado para guitarra https://musicaemercado.org/escolher-melhor-amplificador-valvulado-para-guitarra/ Sun, 09 Dec 2018 14:44:12 +0000 http://musicaemercado.org/?p=51954 amplificadores valvulados melhor

Um guia rápido e eficiente para ajudar você a escolher o melhor amplificador valvulado para guitarra 

O post Como escolher o melhor amplificador valvulado para guitarra apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
amplificadores valvulados melhor

Um guia rápido e eficiente para ajudar você a escolher o melhor amplificador valvulado para guitarra 

Crescemos ouvindo que amplificadores valvulados são os melhores e leva tempo até entendermos as razões que fazem com que praticamente todos os seus ídolos usem valvulados ao invés de transistorizados. Dessa forma, o sonho de ter um aumenta até que chega uma hora que é possível realizá-lo. Aí pesquisamos e muitas dúvidas surgem, alguns mitos e algumas verdades. Preparei esta matéria com a intenção de ajudar você a entender o que é preciso primeiramente para se escolher e, posteriormente, para manter em bom funcionamento um amplificador valvulado, o sonho de todo guitarrista.

Como sei qual o melhor amplificador valvulado em termos de timbre?

É muito subjetivo, então cada pessoa tem sua preferência ou até mais de uma. Se for para simplificar muito, em síntese, podemos dividir os timbres em duas categorias: Californiano e Britânico. Dentro de cada categoria temos várias marcas, por exemplo:

  • Californiano: Fender, Mesa/Boogie, Dumble
  • Britânico: Marshall, Vox, Orange

Cada marca possui diversos modelos:

  • Fender: Vibrochamp, Blues Júnior, Bassman, etc…
  • Mesa/Boogie: Mark V, Nomad, Heartbreaker, Triple Rectfier, etc…
  • Marshall: JCM800, Plexi, JTM45, etc…

Cada modelo possui suas diferenças de timbre, mas se você não está familiarizado com os timbres, comece a observar as diferenças entre as duas categorias principais que mencionei: Californiano e Britânico. Algumas bandas e artistas usam ao mesmo tempo várias marcas e modelos de amplificadores valvulados, cada uma para um uso diferente, aproveitando o que eles têm de melhor. Por exemplo, usando um Fender Vibrochamp para sons limpos e um Marshall JCM800 para drives. Mas muitos também são fiéis a uma marca e até mesmo a um modelo.

Valvulas do amplificador Mesa Boogie dual rectifier

Válvulas do amplificador Mesa/Boogie Dual Rectifier

O que torna o som de um amplificador valvulado melhor do que um transistorizado?

As válvulas enaltecem os harmônicos pares da série harmônica, que é o componente de qualquer timbre, incluindo o timbre de sua guitarra. Estes harmônicos pares são mais agradáveis ao ouvido humano do que a mistura de harmônicos pares e ímpares que é enriquecida pelos transistores. Costumo dizer que esta é uma explicação que não explica porquê, a não ser que você saiba o que é série harmônica e seus harmônicos, ela não ajuda muito a entender o que torna o valvulado melhor, mas é a melhor explicação falando da parte técnica. Falando de forma artística, o valvulado tem o som mais quente, mais orgânico, em contrapartida ao som frio de um transistorizado.

Leia também:

Mais pesado para transportar?

Sim, se você comparar dois amplificadores de mesma potência, um valvulado e outro transistorizado, o valvulado será mais pesado, principalmente pelos transformadores utilizados.

Porque o amplificador valvulado tem duas chaves para ligar?

São duas chaves, normalmente Power e Stand By. Você deve ligar a chave Power primeiro e aguardar alguns minutos (o tempo exato é controverso, há quem diga que não são necessários mais do que 30 segundos) para a baixa voltagem aquecer as válvulas e só então ligar a Stand By que deixará a alta voltagem passar. A intenção é prevenir danos às válvulas ao receber alta voltagem ainda frias e aumentar a vida útil das mesmas. Enquanto a chave Stand By estiver desligada, nenhum som é gerado pelo amp.

Alguns amplificadores valvulados possuem apenas chave liga/desliga, não necessitando da chave Stand By.

E na hora de desligar?

O indicado é desligar primeiro a chave Stand By, aguardar alguns segundos e posteriormente desligar a chave Power. Alguns afirmam ser possível desligar as duas chaves de uma vez sem danos ao amp. Por precaução eu prefiro a primeira opção.

Válvulas podem quebrar quando transportadas ainda quentes.

Como o vidro delas dilata com o calor gerado pelo amplificador, ele fica mais frágil enquanto quente. É recomendado que as espere esfriar antes de mover o amp. Caso não seja possível esperar, evite movimentos bruscos e pancadas para não quebra-las.

Tipos de válvulas para amplificadores de guitarra

Antes de mais nada é importante saber que existem válvulas de pré-amplificador e de power. Falando de forma muito geral as de pré são responsáveis pelo timbre e ganho (bem como, claro, todo o projeto). As de power são responsáveis pelo volume. Lembrando que estou falando de uma forma geral pois os ganhos das válvulas de pré irão interferir no volume, principalmente no som limpo (no drive terá mais ganho ou menos ganho) e as de power também imprimem uma característica marcante ao timbre.

Válvulas de pré-amp

Modelos distintos de válvulas 12AX7

Modelos distintos de válvulas 12AX7

Dentro da categoria de pré, temos vários tipos. Os mais conhecidos são da família 12ax7 e suas variantes 12au7, 12at7, 12ay7, etc. O que muda entre elas é basicamente o ganho. A 12ax7 tem 100% de ganho, enquanto a 12at7 tem 60% de ganho, a 12ay7 tem 45% de ganho, a 12av7 tem 40% de ganho, a 12au7 tem 20% de ganho (valores aproximados)… Veja aqui um vídeo mostrando a diferença de ganhos entre as válvulas!

Nos muitos testes que já fiz até hoje eu identifico mais diferença de timbre entre marcas (JJ Tesla, Mullard, Electro-Harmonix, Sovtek, etc…) do que entre tipos diferentes de uma mesma marca. Por exemplo: Vejo mais diferença entre uma 12ax7 da Mullard e uma 12ax7 da Sovtek do que entre 12ax7 e uma 12au7 ambas da Mullard. Mas cada pessoa tem uma percepção diferente do som e é importante você mesmo fazer os testes. Lembrando que, entre válvulas de tipos diferentes, há mudança no ganho/volume portanto a diferença que menciono aqui é relativa ao TIMBRE.

Válvulas de power-amp

Na categoria de power, temos também vários modelos. Os mais conhecidos provavelmente são as famosas 6L6 e as da família EL (EL34, EL84). As 6L6 são responsáveis pelo som conhecido como Californiano uma vez que são comuns em amplificadores construídos naquela região como os clássicos Fender e Mesa/Boogie. As da família EL, por outro lado, são responsáveis pelo som Britânico presentes em amps como os também clássicos Marshall, Vox e Orange.

Válvulas 6L6 do amplificador Mesa Boogie

Válvulas 6L6 do amplificador Mesa/Boogie

É possível que um fabricante que frequentemente usa um tipo de válvula construa modelos de amps com outros tipos. A Mesa/Boogie, por exemplo, que normalmente usa 6L6, tem modelos com as EL. Inclusive há modelos que aceitam os dois tipos de válvulas ao mesmo tempo podendo alterar entre elas através de uma chave comutadora, onde você consegue o melhor de cada universo. Californiano e Britânico, entretanto, são apenas referências sonoras pelos quais os timbres ficaram conhecidos e não se limitam necessariamente à região geográfica onde se localizam as fábricas.

A razão para que válvulas diferentes fossem usadas pelos fabricantes de cada região é por quê as 6L6 usadas pela californiana Fender eram muito caras na Grã-Bretanha, portanto Jim Marshall, lendário fundador da empresa batizada com o seu sobrenome, desenvolveu amplificadores com válvulas mais acessíveis em seu país, bem como os demais fabricantes britânicos.

Falando ainda de tipos de válvulas é importante dizer que alguns nomes variam entre os EUA e a Europa. A 12ax7, por exemplo, é chamada de ECC83 na Europa.

 

Fonte: Blog Reinaldo Figueiredo


Aviso: As opiniões expostas pelos seus autores não necessariamente refletem a opinião do Música & Mercado ou dos outros autores que aqui escrevem.

 

O post Como escolher o melhor amplificador valvulado para guitarra apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Como comprar microfones e outros equipamentos de áudio sem ser enganado https://musicaemercado.org/como-comprar-microfones-e-outros-equipamentos-de-audio-sem-ser-enganado/ Thu, 14 Sep 2017 15:47:47 +0000 http://musicaemercado.org/?p=47728 Microfone

Curiosidade e perguntas certas são ótimos caminhos para comprar melhor sem ser ludibriado Já não é de hoje que tenho ouvido muita gente perguntando se determinado produto é fabricado na China ou não. Na verdade, as perguntas certas deveriam ser: Quais os dados técnicos relevantes desse produto? Qual o período de garantia oferecido pelo fabricante? […]

O post Como comprar microfones e outros equipamentos de áudio sem ser enganado apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Microfone

Curiosidade e perguntas certas são ótimos caminhos para comprar melhor sem ser ludibriado

Já não é de hoje que tenho ouvido muita gente perguntando se determinado produto é fabricado na China ou não. Na verdade, as perguntas certas deveriam ser: Quais os dados técnicos relevantes desse produto? Qual o período de garantia oferecido pelo fabricante? Quais outros produtos concorrem com esse equipamento no mercado

Pesquise: Quando for comprar microfones vá preparado

Além do preço, outras informações simples certamente lhe darão maior segurança. Isso fará a sua compra ser diferente daquela última vez que você entrou na loja para comprar seu microfone. Você surpreenderá até o vendedor se você questionar o vendedor com algumas destas perguntas.

  • Quanta energia este microfone gera quando funciona?
  • Que tipo de cápsula desse microfone utiliza?
  • Quantos dB (SPL) esse microfone suporta?
  • Esse microfone capta mais/menos, agudo/grave?
  • Porquê alguns microfones mais fracos são mais caros ($$$$$)

Quanto a mesa de mixagem e caixa de som, há algumas perguntas a serem feitas para refletir o porquê comprou, o que comprou e como foi convencido a fazer essa aquisição.

Faça esse exercício no momento que for comprar outra mesa de mixagem e outra caixa de som. Tente seguir o mesmo procedimento que aconselhei para a compra de microfones. Questionar é a base de tudo.

E se não for possível comprar um equipamento novo, utilize bem o equipamento que está disponível para você. Afinal, é com ele que você tem que fazer o melhor som possível, certo?

Reflexões sobre mitos do áudio

Será verdade que, quando um microfone é bom, não importará tanto a qualidade do preamp da mesa? Respondo: vai depender da sua concepção sobre o que é qualidade. Aliás, o que nos dá margem para dizer que um microfone é bom?

Além do aspecto técnico, acredito: também irá depender qual a marca de microfone é o seu objeto de desejo.

Outro ponto para pensar: será que as mesas de som digitais reproduzem bem os mesmo processos possíveis de uma mesa analógica de qualidade mediana? Vai depender dos mitos nos quais você acredita.

Quando podemos considerar que uma caixa de som é muito boa? Talvez quando não temos que ‘insertar’ um equalizador no sistema para ela soar melhor. Mas, isto também dependerá do ambiente a ser sonorizado. Falarei de alinhamento em outra oportunidade.

Vou responder essas três perguntas acima de uma só vez, como se estivesse fazendo uma mix de P.A. Vai ser uma resposta com palco sonoro, ambiência e SPL.

Uma caixa deve soar a partir de seus transdutores (fase dispersiva) o sinal amplificado que chegou até eles, tão parecido (quanto for possível) com o som captado por algum Transdutor (fase captativa).

Porém, há que se considerar alguns fatores importantes:

  1. Posicionamento da caixa no local a que se destina,
  2. Estabilidade elétrica da energia local,
  3. Paridade elétrica entre o amplificador e os alto-falantes,
  4. Trato e os processamentos de níveis na mesa (mixagem)
  5. Cabeamento
  6. Assertividade dos usuários na utilização dos microfones e captadores

Numa situação hipotética, imagine, se um microfone gera 5mV/Pa (5 milivolts a cada 94dBSPL), e eu sei aproveitar bem o Gain pra ter no mínimo -20dBu e no máximo +3, +6 (mesa analógica), ou no mínimo -18 e no máximo -0,1dBFS (mesa digital); quando os faders forem elevados (canal e master) até 0VU, esse sinal chegará até o amplificador com 0,775V e vai ser amplificado ao nível de Watts e ohms requeridos para alimentar os alto-falantes e sair da caixa de som com uma sonoridade de, suponha-se, 105dB SPL (requerido) em um ambiente que tem um índice de reverberação de 1.3s.

Se minimamente puder enxergar isso, certamente terá êxito em sua aquisição.

Um experimento interessante

Vou lhe propor algo que eu vou fazer posteriormente e escreverei sobre os resultados depois. Mas quero incentivá-lo a fazer a mesma coisa e postar juntamente comigo os resultados. Que tal testar um microfone caro em uma mesa de som barata, com uma caixa de som desconhecida tecnicamente? Topam?

Você sabia que qualquer microfone dinâmico, desde que a membrana da capsula vibre, do mais barato ao mais caro, por sí só funciona todo tempo. Até dentro da embalagem (risos). Então, quando ligado, ele tem que cumprir o papel de captar qualquer sons que seja.

O usuário ou o técnico só tem que aproveitar ao máximo as características técnicas deste ou daquele aparelho. Se um microfone tem componentes mais nobres na cápsula o timbre está sendo priorizado em lugar da pressão (Level).

Porém, se é confeccionado com a finalidade de ser mais barato e mais vendável, até mesmo pra popularizar a própria marca, não significa que não seja aproveitável se for bem usado. Desde que se respeite suas características de fabricação.

Por exemplo, um microfone que capta um som com 94dBSPL, imediatamente vai gerar uma quantidade de energia elétrica (o sinal) que será conduzida pelo cabo.

Com todas essas informações em mãos, que tal comprar microfones ou caixas de som sabendo e conhecendo? Faça o seguinte: Em uma loja, peça a um vendedor dois microfones. Qualquer um com sensibilidade de 1.85mV/Pa e qualquer outro com a sensibilidade de -54dBV. Peça pra testá-los ligados a uma mesa de som comum ligada a uma caixa que disperse no mínimo 127 dBSPL.

Puristas e estudiosos, por favor, sejam indulgentes comigo. Com este texto queremos auxiliar muitos compradores ansiosos por melhorar o som dos sistemas que já possuem e não tiveram êxito em ajustá-los idealmente.

Infelizmente quanto mais aparelhos compram pra melhorar o som, menos proveito têm. Aliás, muitos puristas, não tão puristas, só se mostram sob a opinião de outros, que às vezes, nem puristas são.

Que um ‘som bom para todos’, seja nossa meta. 

 

Paro por aqui. Até a próxima.

 

O post Como comprar microfones e outros equipamentos de áudio sem ser enganado apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
20 melhores marcas de amplificadores de guitarra do mundo (e os modelos notáveis!) https://musicaemercado.org/melhores-marcas-de-amplificadores-de-guitarra-do-mundo/ Sat, 25 Mar 2017 13:41:28 +0000 http://musicaemercado.org/?p=45623 20 melhores marcas de amplificadores de guitarra do mundo (e os modelos notáveis!)

A lista dos 20 melhores amplificadores para guitarra do mundo apresenta marcas consagradas, amplificadores desejados e caros. Delicie-se! É impossível dimensionar o impacto que as amplificações de guitarra causaram na história da música mundial. O surgimento do amplificador de guitarra possibilitou que os precursores do Rock’n Roll canalizassem toda sua energia para, em seguida, colocar o […]

O post 20 melhores marcas de amplificadores de guitarra do mundo (e os modelos notáveis!) apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
20 melhores marcas de amplificadores de guitarra do mundo (e os modelos notáveis!)

A lista dos 20 melhores amplificadores para guitarra do mundo apresenta marcas consagradas, amplificadores desejados e caros. Delicie-se!

É impossível dimensionar o impacto que as amplificações de guitarra causaram na história da música mundial. O surgimento do amplificador de guitarra possibilitou que os precursores do Rock’n Roll canalizassem toda sua energia para, em seguida, colocar o mundo em chamas. Depois disso, muitas décadas se passaram, mas o fogo nunca se apagou.

Hoje, independente de gênero musical, os guitarristas têm a oportunidade de escolher qual amplificação é melhor para si. Pensando nisso, uma enquete internacional colocou em votação equipamentos que vão do blues ao heavy metal, para descobrir quais são os amplificadores estão fazendo história em todo o mundo. Note que alguns modelos estão descontinuados, seja para dar lugar a seus ‘filhos’ com novas tecnologias, seja para criar a ilusão que a empresa está investindo em algo novo, mas no fundo só mudou a carcaça e o modelo do amplificador. Sim, isto existe!

E os amplificadores brasileiros? Para aqueles que acham que o Brasil só sabe exportar sandálias Havaianas, um ledo engano. Marcas como AcedoAudio, T.Miranda, Pedrone, entre outros, estão disputando o mercado de luxo no exterior. Em breve colocaremos uma lista do supra sumo do Brasil. Aguardem.

Agora, de trás para frente, a listagem do que é considerado o crème de la crème dos amplificadores globais.

Leia Também:

 

20 – Lazy J – Model 80

lazy-j-model-80

Criado pela inspiração de Jesse Hoff e de beleza genuína, Model 80 é um amplificador   suficiente o bastante para qualquer palco. Joe Bonamassa, Paul Weller e Pete Townshend são alguns dos artistas que abraçaram este equipamento e o colocaram na estrada. A linha traz também, o Model 20, ideal para palcos de pubs e clubes menores. Não há venda dos equipamentos da marca no país

19 – Fuchs Overdrive Supreme

fuchs-overdrive-supreme
Infelizmente, para os fãs de Robben Ford, Larry Carlton e aquele som único de suas guitarras é algo quase impossível de ser copiado. No entanto, se você quer chegar a um tom parecido, então o Fuchs Overdrive Supreme deveria estar na sua lista de desejos.

18 – Dr Z – Carmen Ghia

dr-z-carmen-ghia
Cuidadosamente fabricado em Cleveland, nos EUA, Carmen Ghia traz à tona um som realmente estrondoso. Sua idealizadora, a Dr Z, é considerada uma das maiores fabricantes de amplificadores de boutique do planeta. Especialistas afirmam que os Watts da Dr Z é mais potente do que muitos amplificadores. Os produtos da marca não estão disponíveis no Brasil.

 

17 – Blackstar S1-104 EL 34 / 6L6

amplificador blackstar
A série 1 de amplificadores da Blackstar descobriu sua essência nos titãs do metal progressivo. Os modelos 6L6 e EL 34 fornecem aos guitarristas duas opções de cabeçotes de quatro canais. Próprio para roqueiros modernos. O distribuidor da marca no país é a Made In Brazil.

 

16 – Two-Rock – Jet 22

two-rock-jet-22

Jet 22 é caro, mas cheio de classe. Sua pequena caixa de 22 Watts é capaz de embalar um estádio inteiro. Este amplificador pode ser colocado no porta-malas de seu carro e ir direto para o show, sem medo! Não há distribuição da marca no Brasil.

15- Matchless – DC-30

amp-c30-01
O icônico Matchless DC-30 já foi classificado em sétimo lugar em um ranking de amplificadores de Blues. Agora, competindo contra todos os estilos, o super sofisticado DC-30, ganha a posição de 15º. E acredite… ele merece!

 

14 – Orange – AD30TC

ad30tc-combo

Muito utilizado por diversos pubs e estúdios internacionais, o mega cor laranja AD30TC reproduz a fidelidade de um som britânico, ideal para músicas ”sujas” e guitarras com humbuckers estilo PAF.

13 – Orange – Thunderverb 200

tv200-h_10517-1030x606

 

A Orange teve destaque no ranking de amplificadores, o segundo modelo da marca a se apresentar aqui, Thunderverb 200 é muito diferente do que qualquer outro semelhante. Se 200 Watts maciços compostos de uma incrível e atenuante variedade de sons não é o suficiente para te satisfazer, não tem problema, o Thunderver 200 também funciona como um amplificador de baixo!
Ademais, mesmo que os 200 Watts seja uma opção muito exagerada, então procure conhecer o Thunderverb 50, tão brilhante quanto o seu superior. Quem traz a Orange ao Brasil é a Royal Music.

12 – Soldano – SLO-100

Soldano amplificador

O Super Lead Overdrive de 100 Watts de potência, da Soldano, é um clássico do alto-ganho moderno. Ao longo dos anos, ele encontrou graça diante de músicos marcantes como Eric Clapton, Lou Reed e Warren DeMartini. Isto que  é versatilidade! A marca não tem distribuição no país.

11 – Fender – Hot Rod Deluxe III

Fender – Hot Rod Deluxe III

Se você já foi a um show ou entrou em uma loja de áudio na última década, é muito provável que você já tenha escutado o Fender Hot Rod Deluxe em ação. Hot Rod Deluxe são os amplificadores de shows mais populares no mercado. Por este motivo a Fender submeteu a série à reforma, resultando na terceira encarnação do Hot Rod Deluxe, que ficou ainda melhor. Veja modelo similar a venda no Brasil.

10 – Peavey – 6505+

Peavey – 6505+

Embora o 5150 já esteja sendo fabricado sob a marca EVH, o modelo 6505+, da Peavey, tornou-se um retrato do metal moderno. Trivium, Machine Head, e Bullet For My Valentine são apenas algumas das bandas que contam com seu poderoso poder de  ganho. Além disso, o ampli é peça fundamental nas gravações de Colin Richardson. Quem traz a Peavey ao país é a Someco.

9 – Blackstar – HT Club 40

blackstar-ht-club-40

Blackstar Amplification é uma verdadeira história de sucesso, pois a empresa superou os tempos de turbulência financeira britânica. As criações da marca estão no auge de sua fama, presentes em diversos pubs, clubes, arenas, e festivais ao redor do mundo. HT Club 40 é um grande exemplo disto, um combo muito apreciado por músicos em geral. A Made In Brazil é dealer da marca no país.

8 – Vox – AC30HW2X

voxac30hw

Vox AC30 é mais do que apenas um amplificador de guitarra, é um dispositivo que moldou o som da música pop em si. Se você procura o melhor modelo AC30 desde os anos 1960, então a série hand-wired é a indicada.

7 – Vox – AC30C2

vox-ac30c2_gallery_800x600_1

Se as opções de amplis hand-wired estão além do seu orçamento, então procure a última produção Top Boosts, da Vox. Pode ser que você se encante pelo novo AC30 da marca – além do preço sensato, este amp é mais fácil de ser controlado do que os seus antepassados. Isso explica o motivo pelo qual ele se tornou tão popular e foi tão bem votado.

6 – Laney – VH100R

laneyvh100r

Embora muitas vezes negligenciada nos últimos anos, Laney é uma fabricante britânica de amplificadores com um patrimônio considerável. Para se ter ideia, alguns de seus admiradores são Tony Iommi, Mikael Akerfeldt e Glenn Hughes. VH100R é um amplificador versátil para shows, que vai do super clean até o ganho mais violento. A Equipo é responsável pela marca no país.

5 – Marshall – JVM410

marshall-jvm410hjs

Quantos de vocês cresceram com posters colados na parede do quarto, onde seu super rockstar aparecia na frente de uma parede de Marshalls? Uma pilha de Marshalls significa rock pesado e o JVM410 é a resposta ultra-versátil da marca, idealizada para músicos modernos. Se ele é bom o bastante para Joe Satriani, então quem somos nós para negar… No Brasil, a Pride Music traz os produtos da marca.

Baixe o PDF com detalhes do amplificador. Clique.

4 – Mesa Boogie – Dual Rectifier

Em 2010, o modelo Dual Rectifier foi coroado como o melhor amplificador para guitarristas de heavy metal. Anos se passaram e o DR ainda ocupa um lugar especial nesses corações. Se este amplificador é muita coisa para você, então teste a versão miniatura lançada no início deste ano pela Mesa Boogie.

mesa-boogie-dual-rectifier

3 – Mesa Boogie – Mark Five

Dominando o topo do ranking, Mesa Boogie retorna com o novo lançamento da Mark Series, o Mark Five. Caro? Sim, mas você vai se impressionar com a capacidade e potência deste equipamente faz-tudo. A C. Borges distribui a marca no Brasil.

2 – Fender – ’65 Deluxe Reverb

fender-65deluxerev-large

O lendário Fender Deluxe Reverb ganhou o primeiro lugar em diversas votações de melhor amplificador para blues. Porém, ele vai além deste título. Em se tratando de heavy metal, não há nada que o Deluxe não possa fazer se combinado com um bom par de pedais. É alto o suficiente para palcos e um dos amplificadores mais utilizados em gravações de estúdio. Todo guitarrista deveria ter um. Compre parcelado aqui.

1 – Hughes & Kettner – Coreblade

[ot-video][/ot-video]

E agora: Senhores e senhoras, temos um vencedor!

A enquete internacional de amplificadores coroou o Hughes & Kettner Coreblade como o melhor amplificador para guitarra na atualidade. “Um campeão improvável? Talvez, mas não há como negar que Hughes & Kettner é uma marca sinônimo de qualidade e confiabilidade. Coreblade não é um amplificador e, sim, um monstro de potência valvulada com efeitos digitais onboard, controle MIDI completo e tudo o mais que um guitarrista de rock pesado exige nos dias de hoje.

coreblade_head_right

 

Infelizmente esta marca não tem distribuição no Brasil.

*Texto duplicado do site Musictube.

O post 20 melhores marcas de amplificadores de guitarra do mundo (e os modelos notáveis!) apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>