6 motivos para aprender a tocar um instrumento
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Professores da Yamaha Music School explicam como a música interfere em aspectos do nosso dia a dia e até no desempenho no trabalho
Que atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de aprender a tocar um instrumento na infância ou na adolescência. Mas, além de divertida, a música pode ser muito mais importante do que você imagina!
“A música faz algo provavelmente único: estimula o cérebro de um modo poderoso a partir da nossa conexão emocional com ela”, 
Tocar um instrumento é uma experiência complexa, que exige que o seu cérebro integre informações de diversos sentidos, como visão, audição e toque, além da coordenação motora necessária para fazer um solo de guitarra ou criar ritmos na bateria, por exemplo. E, além dos sentidos, a música pode influenciar até o seu desempenho no trabalho.
Os professores da Yamaha Music School, uma das escolas de música mais conceituadas no mundo, com uma unidade em São Paulo, listam a seguir seis motivos para estudar música.
1. Aumenta a capacidade de concentração
Aprender música auxilia no aumento da concentração e também da disciplina. “As pessoas têm tantas distrações hoje em dia, o celular está sempre tocando, seja com mensagens ou notificações das redes sociais. Aqui na escola, os alunos ficam completamente concentrados na aula, porque querem muito aprender a tocar o instrumento. Automaticamente, isso vai refletir em outros aspectos diários e a pessoa vai conseguir se concentrar melhor no trabalho e ser mais eficaz nas tarefas diárias”, explica o professor Bruno Ladislau.
2. Ajuda a diminuir o estresse
“Quando a pessoa está na aula, ela tira o foco dos problemas e muda seu ritmo. É o momento dela, a hora em que ela vai se concentrar e pensar em coisas que realmente gosta de fazer”, comenta o professor Roberto Ferrari.
3. Aliada na busca da autoestima e da felicidade
O professor Bruno Ladislau percebe esse benefício na sala de aula. “A partir do momento em que o aluno consegue superar um desafio proposto pelo professor durante a aula, consegue se relacionar e tocar com as pessoas, ele se sente parte daquele grupo e, consequentemente, feliz. Ao fazer parte desse grupo, a pessoa passa a se sentir útil, o que é um grande passo para que ela se valorize. Todo professor tem um quê de psicólogo. Você percebe quando o aluno é mais calado, mais sozinho, quando ele não está bem. É nesse momento que trabalhamos isso com ele na aula por meio do ensino da música.”
4. Convívio social
A música é para se fazer com pessoas e também para pessoas. “Às vezes alguém não consegue se encaixar em nenhum grupo da sociedade, e aqui na escola encontra pessoas que têm um objetivo em comum: aprender a tocar um instrumento. Só isso já faz com que essa pessoa tenha mais interação com terceiros e gere vínculos”, argumenta Alexandre De Orio, professor de guitarra.
5. Precisão mental e física
Os alunos são estimulados a enfrentar desafios, como fazer exercícios individuais com os instrumentos musicais para a turma. Isso ajuda a trabalhar a emoção e a ansiedade em público, além de incitar o aluno a criar e improvisar. Já a precisão física é estimulada pela coordenação motora necessária para tocar qualquer tipo de instrumento.
6. Paciência
Segundo o professor Roberto Ferrari, a música é um excelente exercício para adquirir paciência. O aluno não pode ser ansioso para aprender a tocar um instrumento. O aprendizado não vai acontecer do dia para a noite, requer tempo. “Nós, como professores, auxiliamos nesse momento de ‘euforia’ e explicamos que não adianta querer fazer as lições rápido. Tem de ser tudo no tempo certo”, comenta.
Iluminação
Elation lança KL FRESNEL IP
Nova série de Fresnel LED com proteção IP65 chega em versões de 6 e 8 polegadas para uso em palco, estúdio e áreas externas.
A Elation anunciou a expansão da linha KL “Key Light” com a nova série KL FRESNEL IP, uma família de luminárias LED Fresnel com classificação IP65 voltada a aplicações em palco, estúdio e ambientes externos. A nova linha será oferecida em modelos de 6 e 8 polegadas e busca levar o comportamento clássico de um Fresnel a situações de uso mais exigentes.
Segundo a empresa, os novos equipamentos preservam características tradicionais desse tipo de refletor, como bordas suaves, queda natural da luz e boa reprodução de cor. Ao mesmo tempo, trazem recursos de controle e proteção voltados a produções atuais, entre elas transmissões, teatro e eventos ao ar livre.
A série usa um motor LED RGBMA com ópticas personalizadas para oferecer reprodução precisa de cor em todo o espectro, de tons saturados a pastéis e brancos dinâmicos. A Elation afirma que as luminárias foram calibradas para trabalhar em conjunto com outras famílias da marca, como KL e FUZE, a fim de manter consistência cromática em sistemas mistos.
O modelo KL FRESNEL 6 IP usa uma fonte LED RGBMA de 250 W e supera 7.400 lúmens. Já o KL FRESNEL 8 IP emprega um motor de 500 W e entrega mais de 16.000 lúmens. Os dois modelos oferecem temperatura de cor ajustável entre 2400K e 8500K, além da função dim-to-warm, que simula o comportamento de fontes incandescentes.
Na reprodução de cor, a série alcança índices de CRI 94 e TLCI 95, voltados tanto à percepção visual quanto ao trabalho para câmera. Os aparelhos também incluem emulação CMY, biblioteca virtual de gels e ajuste verde-magenta para correção fina de cor.
No controle do facho, a série incorpora zoom motorizado interno de 8° a 60° e aletas ajustáveis de oito folhas para recorte mais preciso. O fabricante também destaca o funcionamento silencioso e a taxa de atualização LED de até 25 kHz, pensada para compatibilidade com câmeras de alta velocidade.
Para facilitar a instalação e a operação, os equipamentos incluem configuração por NFC, tela LCD traseira com duplo encoder, DMX sem fio Aria X2, controle DMX com suporte total a RDM e operação manual para ajustes diretos de zoom, intensidade, temperatura de cor e outros parâmetros.
A Elation informou que os modelos KL FRESNEL 6 IP e KL FRESNEL 8 IP já estão disponíveis por meio de revendedores autorizados em todo o mundo.
Audio Profissional
Chile: Basílica de Lourdes recebe experiência imersiva com Void Acoustics
Projeto Arquitectura Sonora levou a obra Tabula Rasa, de Arvo Pärt, para dentro de um dos templos mais desafiadores do Chile em termos acústicos.
A Basílica de Lourdes, em Santiago, no Chile, foi palco do projeto Arquitectura Sonora, uma experiência de audição imersiva com reprodução espacializada de Tabula Rasa, de Arvo Pärt. Segundo a Void Acoustics, o evento transformou o templo em um ambiente de performance com som distribuído por todo o espaço. A produção foi feita pela TheLoftMusic, comandada por Patricio Salinas, distribuidor da marca no Chile.
Desafio acústico em prédio histórico
O evento ocorreu em um dos espaços patrimoniais mais complexos de Santiago. A basílica, de estilo gótico-bizantino, foi construída entre 1929 e 1958, tem cúpula de 70 metros e segue em atividade religiosa. De acordo com a Void Acoustics, a escala do edifício, a altura e as superfícies refletoras criam longos tempos de reverberação, o que pode comprometer a clareza do som.
Projeto buscou clareza sem perder a acústica natural
Para enfrentar esse cenário, o sistema foi desenhado com foco em posicionamento estratégico das caixas, reforço central e pontos de atraso calibrados. A empresa afirma que usou ferramentas de medição e alinhamento, com correção de fase e de tempo, para manter cobertura coerente e inteligibilidade ao longo da nave principal, sem descaracterizar a acústica do templo.
Sistema reuniu PA principal, reforço e delays
A montagem incluiu um sistema completo da Void Acoustics. A configuração teve duas unidades Tri Motion no PA principal; duas Stasys Xair e uma Venu 14 V2 no reforço central; duas Air 8 nos pontos superiores; além de delays com duas Airten V3, uma Venu 215 e mais duas Air 8. A amplificação foi feita com dois Bias Q1+, dois Bias Q2+ e um Bias Q5.
Patrimônio histórico abriu espaço para música contemporânea
Oresultado foi uma cobertura sonora uniforme em toda a basílica, permitindo ao público ouvir a obra com definição e efeito imersivo em diferentes pontos do interior. Para a Void Acoustics, o projeto mostra que edifícios históricos podem receber experiências musicais contemporâneas sem perder seu caráter arquitetônico.
Amplificadores
Peavey lança caixas MegaBass 410 e 115
Novos gabinetes para baixo chegam com menor peso, construção reforçada, rodízios incluídos e compatibilidade com qualquer cabeçote.
A Peavey apresentou as novas caixas acústicas MegaBass 410 e MegaBass 115, uma linha pensada para facilitar a rotina de turnês e ampliar as opções de configuração para baixistas. Segundo a empresa, os novos modelos combinam menor peso, construção mais resistente e rodízios removíveis para agilizar transporte e montagem.
A fabricante afirma que os gabinetes foram desenvolvidos como extensão da filosofia de projeto da série miniMEGA, linha de amplificadores de baixo presente há anos em diferentes mercados. Nesta nova fase, a Peavey aposta em técnicas de construção voltadas à praticidade, sem abrir mão da resposta física dos graves.
A MegaBass 410 traz quatro woofers de neodímio de 10 polegadas para serviço pesado. O sistema trabalha com impedância nominal de 8 ohms e suporta 1200 watts de programa e 2400 watts de pico. O gabinete também inclui driver de compressão de 1 polegada com tweeter em corneta e controle ajustável de nível para ampliar a resposta de frequência.

A MegaBass 115 usa um falante BW de 15 polegadas e também incorpora driver de compressão de 1 polegada com tweeter em corneta e ajuste de nível. Segundo a Peavey, o modelo pode operar sozinho ou em conjunto com a MegaBass 410. A caixa mantém a mesma impedância nominal de 8 ohms e a mesma capacidade de potência, com 1200 watts de programa e 2400 watts de pico.

Os dois modelos usam desenho bass reflex ultraleve, com construção em compensado reforçado para reduzir o peso e manter a durabilidade em uso contínuo. O acabamento inclui revestimento em vinil preto, ferragens de aço reforçado e grade metálica com pintura a pó.
Para o trabalho na estrada, os gabinetes trazem alças embutidas com mola e rodízios pop-out incluídos. A conexão é feita por duas entradas combo com trava do tipo twist-lock, pensadas para garantir estabilidade de sinal durante a operação.
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