Música & Mercado https://musicaemercado.org/ A música sob o viés do trabalho e negócios Tue, 23 Jun 2026 12:42:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Música & Mercado https://musicaemercado.org/ 32 32 TikTok e Warner Music: o que muda para artistas no Brasil https://musicaemercado.org/tiktok-fecha-acordo-com-a-warner-music-e-lanca-o-tiktok-music-no-brasil-o-que-muda-para-artistas/ https://musicaemercado.org/tiktok-fecha-acordo-com-a-warner-music-e-lanca-o-tiktok-music-no-brasil-o-que-muda-para-artistas/#respond Tue, 23 Jun 2026 12:42:16 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255665 tik tok e warner

O TikTok deixou de ser só vitrine: agora ele paga, distribui e compete com as plataformas que os artistas já usam. Em julho de 2023, Warner Music Group e TikTok anunciaram um acordo multianual que vai além do licenciamento de...

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tik tok e warner

O TikTok deixou de ser só vitrine: agora ele paga, distribui e compete com as plataformas que os artistas já usam.

Em julho de 2023, Warner Music Group e TikTok anunciaram um acordo multianual que vai além do licenciamento de catálogo. O pacto cobre Warner Recorded Music, Warner Chappell Music, o TikTok Music, o CapCut e a Commercial Music Library — e, segundo Robert Kyncl, CEO da WMG, a parceria foi desenhada para entregar maior valor a artistas e compositores da gravadora. Quase ao mesmo tempo, o TikTok confirmou o lançamento do TikTok Music no Brasil e na Indonésia, descontinuando o Resso no mercado brasileiro. A plataforma também fechou contrato com o Ecad para pagamento de direitos autorais no país.

Para o artista brasileiro, a mudança não é abstrata. O TikTok já era o principal motor de descoberta musical no Brasil — e agora opera também como serviço de streaming com obrigação formal de remuneração. A pergunta que fica é: quem captura esse valor, em que condições e com qual transparência?

O que o acordo Warner–TikTok realmente licencia — e o que isso significa para quem não é da major

O acordo multianual anunciado em julho de 2023 entre Warner Music Group e TikTok cobre cinco camadas simultâneas: Warner Recorded Music, Warner Chappell Music, o serviço de streaming TikTok Music, o editor de vídeo CapCut e a Commercial Music Library. Não é um licenciamento de catálogo convencional — é uma estrutura que amarra gravadora, editora, plataforma de consumo e ferramenta de criação num único contrato. Para artistas dentro do guarda-chuva da WMG, isso significa que um clipe feito no CapCut, viralizado no TikTok e depois ouvido no TikTok Music gera trilha de royalties coberta pelo mesmo pacto.

Para quem está fora da major, o cenário é diferente. A Commercial Music Library — biblioteca de faixas licenciadas para uso em vídeos comerciais e de criadores — opera com repertório curado, não aberto. Um artista independente sem acordo de distribuição com a WMG ou sem contrato direto com o TikTok não entra automaticamente nessa biblioteca. Entra na plataforma social como qualquer usuário, mas sem a camada de monetização estruturada que o pacto garante ao catálogo Warner.

Robert Kyncl, CEO da Warner Music Group, declarou no comunicado oficial do acordo que a parceria foi desenhada para entregar maior valor a artistas e compositores da gravadora. A frase delimita o escopo: artistas e compositores da WMG. Quem não tem vínculo contratual com a major recebe o alcance da plataforma — e a conta de royalties fica para outro guichê.

No Brasil, esse guichê tem endereço concreto: o TikTok assinou contrato com o Ecad para pagamento de direitos autorais, conforme comunicado conjunto das duas entidades. Isso cobre execução pública de repertório gerido coletivamente — mas não substitui o modelo de receita direta que o acordo Warner–TikTok constrói para o catálogo da major. A diferença entre receber repasse via gestão coletiva e ter um contrato multianual de licenciamento integrado é, na prática, a diferença entre estar na prateleira e ter espaço reservado na vitrine.

TikTok Music no Brasil: como a chegada da plataforma altera a equação de royalties e distribuição para artistas independentes

Quando o TikTok Music chegou ao Brasil em 2023, a plataforma não entrou em campo vazio: substituiu o Resso, serviço de streaming que a ByteDance já operava no país e que foi descontinuado. Segundo o comunicado oficial do TikTok sobre o lançamento, o Brasil foi um dos dois primeiros mercados globais a receber o produto — ao lado da Indonésia. Essa escolha não é acidental: o Brasil é um dos maiores mercados de consumo musical do mundo, e o TikTok já acumulava aqui uma base de criadores e ouvintes que transformava sons desconhecidos em hits em questão de dias.

Para artistas independentes, a chegada do TikTok Music abre uma frente nova de distribuição — mas também uma pergunta direta: quem recebe o quê, e com qual base contratual? O acordo Warner–TikTok cobre o catálogo da major de ponta a ponta. Quem está fora desse guarda-chuva depende de como sua distribuidora negociou acesso à plataforma e, no Brasil, de como o TikTok está regularizado perante a gestão coletiva local.

Essa regularização tem documento. O TikTok e o Ecad anunciaram contrato para pagamento de direitos autorais no Brasil, cobrindo o uso de obras musicais na plataforma. O Ecad, como escritório central de arrecadação e distribuição, representa compositores e editoras filiadas às associações brasileiras — o que significa que parte dos royalties gerados por execuções no TikTok Brasil passa por esse canal antes de chegar ao titular da obra. Para o artista independente que não tem distribuidora com acordo direto, esse contrato é muitas vezes o único trilho de remuneração ativo.

O problema operacional está na camada de gravação. O contrato TikTok–Ecad cobre direitos de execução pública de composições; os direitos de master — a gravação em si — seguem lógica separada, negociada entre a plataforma e gravadoras ou distribuidoras. Robert Kyncl, CEO da Warner Music Group, declarou no comunicado do acordo que a parceria foi desenhada para entregar maior valor a artistas e compositores da WMG — mas esse valor tem endereço: quem está dentro da major. Para o independente brasileiro, a equação de royalties no TikTok Music depende de quantas camadas do contrato sua distribuidora conseguiu alcançar — e essa informação raramente está no rider.

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YouTube lança Music Nights e disputa o streaming de shows ao vivo https://musicaemercado.org/after-spotify-eyes-concert-streaming-youtube-launches-music-nights-exclusive-live-concert-series/ https://musicaemercado.org/after-spotify-eyes-concert-streaming-youtube-launches-music-nights-exclusive-live-concert-series/#respond Tue, 23 Jun 2026 12:11:42 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255676 YouTube lança Music Nights e disputa o streaming de shows ao vivo — After Spotify Eyes Concert Streaming, YouTube Launches ‘Music Nights’ Exclusive Live Concert Series

O YouTube entra na disputa pelo streaming de shows ao vivo com série exclusiva e parceria com a principal associação de venues independentes dos EUA. O movimento foi rápido. Enquanto o Spotify sinalizava interesse em transmissões...

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YouTube lança Music Nights e disputa o streaming de shows ao vivo — After Spotify Eyes Concert Streaming, YouTube Launches ‘Music Nights’ Exclusive Live Concert Series

O YouTube entra na disputa pelo streaming de shows ao vivo com série exclusiva e parceria com a principal associação de venues independentes dos EUA.

O movimento foi rápido. Enquanto o Spotify sinalizava interesse em transmissões de concertos, o YouTube saiu na frente: anunciou o YouTube Music Nights, série exclusiva de shows ao vivo voltada inicialmente para artistas do programa Foundry, em parceria com a National Independent Venue Association (NIVA). A equipe do YouTube Music confirmou que as Foundry Music Nights serão a primeira leva da iniciativa — um recorte deliberado para artistas independentes em ascensão, não para headliners de arena.

O precedente já existe. O YouTube transmitiu ao vivo e com exclusividade o show do The Weeknd a partir de São Paulo, demonstrando capacidade técnica e apetite comercial para o formato. Agora, com estrutura de série e parceria institucional, a plataforma transforma o que era experimento em produto. Para distribuidoras, managers, promotores e qualquer agente que vive de shows — incluindo quem opera no Brasil, onde transmissões ao vivo pela internet já entram no perímetro de arrecadação do ECAD —, a pergunta não é se o modelo vai crescer. É quem vai capturar a margem quando ele escalar.

O que o YouTube Music Nights muda para artistas independentes e promotores de shows

Antes do YouTube Music Nights, um artista independente que queria transmitir um show ao vivo enfrentava uma escolha binária: usar a infraestrutura genérica do YouTube sem suporte editorial, ou negociar individualmente com plataformas de streaming pagas que raramente priorizam catálogos emergentes. A série muda esse cálculo de forma concreta.

Segundo o anúncio oficial do YouTube Music Team, as Foundry Music Nights são a primeira leva de YouTube Music Nights dedicadas — o que significa que artistas do programa Foundry ganham acesso a produção, distribuição e visibilidade dentro de uma série com identidade editorial própria, não apenas um slot em uma grade genérica. Para um artista independente, a diferença está no rider de visibilidade: uma transmissão dentro de uma série nomeada carrega peso de curadoria que uma live avulsa não tem.

Para promotores e venues independentes, o peso da parceria com a National Independent Venue Association (NIVA) é o dado mais operacional do anúncio. A NIVA representa centenas de casas de show nos EUA — espaços que historicamente ficam fora dos acordos de transmissão fechados entre grandes plataformas e arenas. Entrar como parceira institucional do YouTube Music Nights posiciona esses venues como fornecedores de conteúdo ao vivo, não apenas como locação física.

Adam Smith, Vice President of Product Management do YouTube, descreveu a expansão de recursos da plataforma como voltada a conectar fãs e artistas — incluindo descoberta de shows ao vivo. O Music Nights operacionaliza essa declaração: transforma intenção de produto em contrato de distribuição. A pergunta que fica é se o modelo escala além do Foundry — e quais critérios definem quem entra na próxima leva da série.

Por que o streaming de concertos ao vivo interessa ao ECAD e ao mercado brasileiro

Uma transmissão ao vivo de show pelo YouTube não é só um evento de entretenimento no Brasil — é uma execução pública sujeita a cobrança de direitos autorais. Segundo o ECAD, shows, execuções públicas e transmissões ao vivo entram diretamente no perímetro de arrecadação e distribuição da entidade, o que significa que cada Music Night exibida para o público brasileiro gera obrigação de licenciamento, independentemente de onde a produção foi originada.

O regulamento de arrecadação do ECAD, referenciado pela UBC, já enquadra explicitamente a transmissão de shows ao vivo por meio da internet — as chamadas lives — como modalidade tributável. Plataformas de streaming, promotores e casas de show figuram entre os agentes que pagam direitos autorais no Brasil por esse tipo de conteúdo. O YouTube, ao escalar uma série estruturada de concertos exclusivos com identidade editorial própria, deixa de operar no limbo das transmissões espontâneas e passa a ocupar um território onde a cobrança tem endereço certo.

O precedente operacional já existe dentro da própria plataforma. A equipe do YouTube confirmou, no anúncio do show exclusivo de The Weeknd transmitido ao vivo de São Paulo, que a experiência de concerto ao vivo no YouTube é viável e escalável — e São Paulo não foi escolhida por acaso. O Brasil é um dos maiores mercados de consumo de vídeo musical da plataforma, o que torna o país um destino natural para as Music Nights à medida que a série se expande além dos artistas Foundry.

Para produtoras, venues independentes e artistas brasileiros que queiram entrar nesse circuito, a equação operacional tem dois lados: a oportunidade de alcance global via YouTube e a obrigação de regularizar o licenciamento junto ao ECAD antes de qualquer transmissão. Quem ignora esse segundo lado descobre o custo depois — na forma de cobrança retroativa.

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Spotify libera upload direto de vídeos musicais para artistas em beta https://musicaemercado.org/spotify-opens-direct-uploads-for-music-videos-and-live-performances-in-beta/ https://musicaemercado.org/spotify-opens-direct-uploads-for-music-videos-and-live-performances-in-beta/#respond Tue, 23 Jun 2026 12:05:50 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255727 Spotify libera upload direto de vídeos musicais para artistas em beta — Spotify opens direct uploads for music videos and live performances in beta

Pela primeira vez, o artista sobe o vídeo sem passar pela distribuidora — e o Spotify trata isso como obra remunerável. Durante anos, a entrega de music videos ao Spotify dependia de labels e distribuidores. O artista independente...

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Spotify libera upload direto de vídeos musicais para artistas em beta — Spotify opens direct uploads for music videos and live performances in beta

Pela primeira vez, o artista sobe o vídeo sem passar pela distribuidora — e o Spotify trata isso como obra remunerável.

Durante anos, a entrega de music videos ao Spotify dependia de labels e distribuidores. O artista independente que quisesse ter um clipe na plataforma precisava de intermediário. O Spotify acaba de mudar essa regra: em beta, artistas podem fazer upload direto de live performances, studio sessions, covers e official music videos pelo Spotify for Artists — e os vídeos são tratados como royalty-bearing, com possibilidade de elegibilidade a charts.

O movimento não é isolado. A plataforma já vinha expandindo o acesso a music videos para usuários Premium em mercados selecionados desde dezembro de 2025 e, em junho de 2026, incorporou vídeo à curadoria editorial do New Music Friday — sinal de que o formato está sendo integrado à descoberta, não apenas ao catálogo. Para o artista independente brasileiro, a questão imediata não é tecnológica: é entender o que muda na estrutura de direitos quando um vídeo musical passa a ser explorado diretamente em uma plataforma global, sem o filtro da distribuidora que historicamente gerenciava essa relação.

O que o upload direto rompe na cadeia tradicional de entrega de vídeo

Antes do beta, a escolha do artista independente era simples e limitante: contratar uma distribuidora que tivesse acordo com o Spotify para entrega de vídeo, ou ficar fora. Não havia terceira via. A documentação oficial do Spotify Support registrava exatamente esse fluxo: a entrega de music videos à plataforma era feita por labels e distribuidores, sem rota direta para o artista.

O beta muda a equação. Segundo o comunicado do Spotify for Artists, artistas no programa podem agora subir diretamente live performances, studio sessions, covers e official music videos — e esses vídeos são royalty-bearing e podem ser chart-eligible. Dois atributos que antes dependiam de o intermediário ativar corretamente os metadados e os contratos de licenciamento.

O que muda na prática para quem decide adotar o upload direto

  • Controle de entrega sem depender de prazo ou fila da distribuidora
  • Vídeo elegível a royalties desde o upload, sem contrato adicional com intermediário
  • Elegibilidade a charts — critério antes condicionado à distribuidora ter o produto configurado corretamente
  • Escopo restrito ao beta: nem todo artista tem acesso, e os tipos de vídeo aceitos seguem as categorias declaradas pela plataforma

A ruptura não é só operacional. Distribuidoras que cobravam por entrega de vídeo como serviço diferenciado perdem um argumento de venda direto. O artista que antes precisava de um contrato extra para ter um clipe na plataforma agora avalia se o custo desse contrato ainda se justifica — e essa conta vai mudar de resultado para uma parcela relevante do mercado independente. O que ainda não está claro é quanto do catálogo existente, entregue via distribuidoras, será afetado pelas regras de royalties do novo fluxo direto.

Royalties, elegibilidade a charts e o que o artista brasileiro precisa calcular antes de aderir

Quando um vídeo musical passa a ser royalty-bearing dentro de uma plataforma de streaming, ele deixa de ser material promocional e vira exploração de obra. No Brasil, essa distinção tem endereço certo: o ECAD, responsável pela arrecadação e distribuição de direitos de execução pública, já enquadra a exibição de videoclipes em ambientes digitais como evento gerador de repasse. O artista independente que aderir ao beta do Spotify for Artists sem entender esse fluxo pode receber royalties da plataforma e, simultaneamente, não ter seus direitos de execução pública corretamente registrados para arrecadação coletiva.

O comunicado do Spotify for Artists confirma que os vídeos enviados diretamente são elegíveis a royalties e podem ser chart-eligible — mas não especifica como a plataforma reporta esses streams às entidades de gestão coletiva de cada território. Esse silêncio é operacional, não jurídico. Significa que o artista precisa checar, antes de subir o arquivo, se sua obra e seu fonograma estão registrados nas entidades competentes: no caso brasileiro, ECAD para execução pública e, dependendo do vínculo, ABRAMUS ou UBC para a gestão dos direitos de autor e de editora.

O que verificar antes de ativar o upload

  • Obra e fonograma registrados no ECAD e na associação de gestão coletiva correspondente
  • Tipo de vídeo elegível: live performance, studio session, cover ou official music video
  • Cobertura geográfica do beta — atualmente restrita a mercados selecionados, com expansão gradual
  • Contrato com distribuidora: verificar se há cláusula de exclusividade sobre entrega de vídeo que conflite com upload direto

Covers merecem atenção separada. Subir um cover via upload direto não transfere a responsabilidade de licenciamento da composição para o Spotify — o artista continua obrigado a garantir que os direitos da obra original estejam cobertos. Sem esse cuidado, o vídeo pode ser removido ou gerar disputa de monetização antes de qualquer royalty ser pago.

O beta ainda está em fase de expansão. Quem entrar agora ganha visibilidade antecipada na descoberta editorial — o Spotify já sinalizou, no comunicado sobre o New Music Friday com curadoria de vídeo, que o formato está sendo integrado ao fluxo editorial da plataforma. Mas visibilidade antecipada sem registro correto de direitos é receita que chega incompleta.

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Pickup Music amplia atuação para baixo e piano e projeta crescimento de até 45% no faturamento https://musicaemercado.org/pickup-music-cursos-baixo-piano-faturamento/ https://musicaemercado.org/pickup-music-cursos-baixo-piano-faturamento/#respond Tue, 23 Jun 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255793 Pickup Music amplia atuação para baixo e piano e projeta crescimento de até 45% no faturamento

Plataforma de ensino musical online ultrapassa 30 mil membros e reforça produção audiovisual como parte de sua estratégia educacional A plataforma de ensino musical online Pickup Music iniciou uma nova etapa de crescimento ao expandir sua atuação para os segmentos de baixo e piano. Conhecida inicialmente por seus cursos de guitarra, a empresa agora amplia seu ecossistema educacional com currículos […]

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Pickup Music amplia atuação para baixo e piano e projeta crescimento de até 45% no faturamento

Plataforma de ensino musical online ultrapassa 30 mil membros e reforça produção audiovisual como parte de sua estratégia educacional

A plataforma de ensino musical online Pickup Music iniciou uma nova etapa de crescimento ao expandir sua atuação para os segmentos de baixo e piano. Conhecida inicialmente por seus cursos de guitarra, a empresa agora amplia seu ecossistema educacional com currículos completos para novos instrumentos, incluindo formações para iniciantes e cursos especializados em estilos musicais e técnicas específicas.

A expansão também vem acompanhada de um avanço nos indicadores da companhia. Desde a primeira ampliação divulgada em 2025, quando a plataforma contava com mais de 20 mil assinantes e receita recorrente anual estimada em R$ 20,3 milhões, a Pickup Music passou a ultrapassar a marca de 30 mil membros, crescimento de 50% em sua base de usuários.

Com a ampliação da operação, a empresa registra faturamento anual estimado entre US$ 5 milhões e US$ 6 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 24,5 milhões a R$ 29,5 milhões, conforme a cotação atual do dólar. O desempenho representa crescimento estimado entre 20% e 45% na receita anual da plataforma.

Segundo o diretor de fotografia e líder da produção audiovisual da nova fase da empresa, Gabriel Fontes, o lançamento da área de piano representa um dos movimentos mais relevantes da trajetória recente da Pickup Music.

“O segmento de piano acabou de ser lançado e é um passo enorme para a empresa. Dentro de cada instrumento existem diferentes cursos: temos o currículo principal, que forma a base educacional, e diferentes cursos voltados para técnicas e estilos específicos”, explica.

No caso do baixo, além da formação principal — dividida em níveis como iniciante e intermediário — a plataforma oferece módulos complementares dedicados a gêneros como jazz, funk, blues e rock, além de cursos técnicos sobre improvisação, leitura de braço e desenvolvimento de escalas.

Audiovisual como parte da experiência de aprendizado

Para acompanhar o ritmo de expansão, a Pickup Music investiu em uma reformulação de sua estrutura de produção audiovisual. Gabriel Fontes foi contratado para essa etapa após participar de um processo seletivo internacional com centenas de candidatos.

“Eu já acompanhava a empresa pelas redes sociais e vi que eles estavam contratando. Foi um processo seletivo longo e bastante competitivo”, conta.

Dentro da empresa, sua missão foi liderar a produção dos vídeos dos cursos de baixo e estruturar do zero a nova área de piano, criando sistemas escaláveis de produção audiovisual capazes de manter padrão técnico e identidade visual entre diferentes cursos, locações e equipes.

“Uma parte grande do meu trabalho aqui é criar sistemas sustentáveis e escaláveis, que possamos reproduzir para qualquer instrumento quantas vezes forem necessárias, porque a ideia é seguir expandindo para novos instrumentos”, afirma.

Entre as mudanças implementadas estão novos setups de câmera, iluminação e padronização de áudio e imagem. O objetivo é garantir consistência visual em todas as produções da plataforma, mesmo com diferentes equipes e ambientes de gravação.

“O maior desafio é manter padrão e qualidade em diferentes locações, com diferentes equipes operando o set. Isso exige parâmetros muito específicos tanto de imagem quanto de áudio”, explica Gabriel.

Produção premium no ensino musical online

Em um mercado cada vez mais competitivo, a Pickup Music aposta na experiência audiovisual como diferencial para retenção e engajamento dos alunos. A proposta da empresa é combinar aprendizado técnico com uma linguagem visual contemporânea e dinâmica, aproximando os cursos do padrão estético encontrado em plataformas de streaming e produções audiovisuais premium.

“É uma posição muito específica porque não basta entender apenas de vídeo — você também precisa dominar áudio. Afinal, é uma empresa de música cujo produto é vídeo”, comenta Gabriel.

Além do aspecto técnico, o diretor de fotografia destaca o potencial criativo e estrutural da empresa diante do crescimento internacional.

“É uma oportunidade interessante porque a empresa cresce muito rápido e tem potencial para uma expansão gigantesca em termos de produção. Isso me permite exercitar diferentes habilidades criativas e executivas liderando equipes em diferentes situações.”

Ensino flexível e expansão contínua

Com foco em flexibilidade e acessibilidade, a Pickup Music mantém o objetivo de permitir que os alunos avancem no próprio ritmo, sem depender de cronogramas fixos. A metodologia combina prática imediata, conteúdos segmentados e produção audiovisual de alta qualidade para estimular o engajamento desde as primeiras aulas.

Com a entrada nos segmentos de baixo e piano e o fortalecimento de sua estrutura audiovisual, a empresa avança em uma nova fase dentro do mercado global de educação musical digital, com planos de seguir ampliando sua oferta para novos instrumentos e formatos de aprendizado.

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Mesa/Boogie resgata o caráter dos anos 90 com o Dual Rectifier Standard https://musicaemercado.org/mesa-boogie-90s-dual-rectifier-standard/ https://musicaemercado.org/mesa-boogie-90s-dual-rectifier-standard/#respond Tue, 23 Jun 2026 09:00:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255744 Mesa/Boogie resgata o caráter dos anos 90 com o Dual Rectifier Standard

Cabeçote volta com acabamento Black Bronco, placa Diamond Plate e modos Vintage e Modern do Solo Head original. A Mesa/Boogie apresentou o 90s Dual Rectifier Standard Head, nova versão do amplificador que marcou parte importante do som pesado dos anos 90. O modelo retoma a estética do Dual Rectifier Solo Head lançado em 1992, com […]

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Mesa/Boogie resgata o caráter dos anos 90 com o Dual Rectifier Standard

Cabeçote volta com acabamento Black Bronco, placa Diamond Plate e modos Vintage e Modern do Solo Head original.

A Mesa/Boogie apresentou o 90s Dual Rectifier Standard Head, nova versão do amplificador que marcou parte importante do som pesado dos anos 90. O modelo retoma a estética do Dual Rectifier Solo Head lançado em 1992, com chassi preto, knobs cromados tipo Speed e placa frontal de alumínio polido Diamond Plate.

O Dual Rectifier se tornou referência para guitarristas de rock, metal e estilos de alta saturação por sua combinação de graves profundos, médios escavados e ganho abundante. A nova versão Standard busca aproximar esse caráter de uma geração atual de músicos, com apresentação visual mais próxima do desenho original e preço mais acessível dentro do catálogo Mesa/Boogie.

O amplificador mantém arquitetura de dois canais independentes e entrega 100 W de potência em Classe A/B. Segundo a informação oficial, o desenho busca uma operação mais direta em comparação ao modelo atual de três canais, preservando os timbres de overdrive Vintage/Orange e Modern/Red associados ao Solo Head original, além de um modo Clean aprimorado.

Uma das funções centrais é o sistema de Channel Style/Cloning, que permite clonar voicings de modo entre canais. Isso amplia as possibilidades de configuração sem afastar o equipamento de uma lógica de uso simples, pensada para guitarristas que procuram alto ganho, resposta dinâmica e controle imediato.

O 90s Dual Rectifier Standard também traz retificadores selecionáveis. O usuário pode escolher entre retificação por válvulas ou por diodos de silício, ajustando o caráter, a sensação ao tocar e a resposta do amplificador. A seção de potência utiliza quatro válvulas Mesa 6L6, com opção de ajuste de bias para uso de EL34.

Outro recurso ligado à tradição Rectifier é a chave Bold/Spongy, que permite trabalhar com voltagem total ou reduzida. Na prática, o modo Spongy oferece resposta mais elástica e com mais harmônicos, enquanto o Bold entrega sensação mais firme.

Nas conexões, o cabeçote inclui loop de efeitos com bypass real, saídas para caixas de 16, 8 e 4 ohms, saída slave com controle de nível e footswitch compacto para troca de canal. O equipamento pesa 18,6 kg e é oferecido em formato cabeçote.

Com essa versão, a Mesa/Boogie recoloca em circulação uma estética e um circuito ligados a uma fase decisiva do rock de alto ganho. Para guitarristas que associam o som Rectifier a discos, palcos e riffs dos anos 90, o novo Standard funciona como uma leitura atual de um desenho que ainda mantém presença em estúdios e shows.

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Como uma loja pode preparar sua visita à Conecta+: agenda, marcas, reuniões e oportunidades https://musicaemercado.org/como-loja-pode-preparar-visita-conecta/ https://musicaemercado.org/como-loja-pode-preparar-visita-conecta/#respond Mon, 22 Jun 2026 09:07:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255632 Como uma loja pode preparar sua visita à Conecta+: agenda, marcas, reuniões e oportunidades

Para uma loja de instrumentos musicais, visitar a Conecta+ com método pode fazer a diferença entre voltar com folhetos ou voltar com fornecedores, condições, ideias e oportunidades comerciais. Ir a uma feira de música sem preparação é uma forma rápida de perder tempo. Os corredores têm marcas, produtos, demonstrações, reuniões, conteúdos e conversas simultâneas. Para […]

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Como uma loja pode preparar sua visita à Conecta+: agenda, marcas, reuniões e oportunidades

Para uma loja de instrumentos musicais, visitar a Conecta+ com método pode fazer a diferença entre voltar com folhetos ou voltar com fornecedores, condições, ideias e oportunidades comerciais.

Ir a uma feira de música sem preparação é uma forma rápida de perder tempo. Os corredores têm marcas, produtos, demonstrações, reuniões, conteúdos e conversas simultâneas. Para uma loja, o valor não está apenas em circular pelo evento, mas em saber o que buscar, com quem falar e o que registrar.

A edição 2026 da Conecta+ Música & Mercado está prevista para acontecer de 13 a 15 de novembro de 2026, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, com exposição profissional, congresso e agenda de negócios. A proposta do evento é reunir empresas, participantes profissionais e conteúdo especializado em um ambiente pensado para avaliar soluções, conversar, negociar e avançar oportunidades reais. 

Para o lojista, isso exige uma postura mais estratégica. A visita deve começar antes de chegar ao pavilhão.

Definir objetivos antes de sair da loja

O primeiro passo é decidir o que a loja precisa. Nem toda visita tem o mesmo propósito.

Uma loja pode ir à Conecta+ para buscar novos fornecedores, revisar condições com marcas atuais, encontrar produtos de maior giro, conhecer linhas para iniciantes, ampliar categorias de home studio, negociar acessórios, entender tendências ou capacitar a equipe.

Sem esse filtro, tudo parece interessante. Com objetivo, a visita se torna mais produtiva.

Antes do evento, a loja deveria responder a cinco perguntas: quais categorias precisam de renovação, quais produtos têm baixa rentabilidade, quais marcas faltam no mix, quais clientes estão pedindo soluções que a loja ainda não oferece e quais fornecedores atuais precisam ser revisados.

Montar uma agenda por prioridade

O tempo dentro de uma feira é limitado. Por isso, a agenda deve separar prioridades.

As reuniões mais importantes devem ser marcadas antes do evento. Marcas estratégicas, distribuidores atuais, fornecedores potenciais e empresas com produtos de alta demanda devem entrar primeiro. Depois vêm visitas exploratórias, conversas técnicas, demonstrações e conteúdos do congresso.

A apresentação da Conecta+ 2026 destaca que o aplicativo do evento ajuda a solicitar, organizar e priorizar reuniões antes e durante a feira, com o objetivo de dar mais direção ao tempo de presença. 

Para uma loja, isso é útil porque evita depender apenas de encontros casuais. O lojista chega com uma rota definida e pode concentrar energia nas conversas com maior potencial de resultado.

Escolher as marcas que merecem conversa

Nem todas as marcas presentes precisam de uma reunião formal. A loja deve separar as empresas em três grupos.

O primeiro grupo inclui fornecedores atuais. Com eles, vale revisar reposição, preços, campanhas, margem, suporte técnico, lançamentos e problemas recentes.

O segundo grupo reúne marcas que a loja quer avaliar. Aqui entram empresas que podem completar o mix, melhorar margem, atender novos públicos ou abrir categorias que ainda não estão bem trabalhadas.

O terceiro grupo é exploratório. São marcas que chamam atenção por tendência, inovação, demanda de clientes ou oportunidade futura, mas que ainda não estão no radar comercial imediato.

Essa classificação ajuda a evitar reuniões longas com baixo impacto e garante tempo para o que pode mover o negócio.

O que levar para a Conecta+

O lojista não precisa levar uma pasta pesada, mas deve chegar com informação organizada.

Vale ter dados básicos da loja: perfil de clientes, categorias mais vendidas, marcas trabalhadas, ticket médio, região atendida, volume aproximado de compra, canais de venda e necessidades atuais.

Também é útil levar uma lista de produtos em falta, categorias com baixa rotação, fornecedores com problemas de entrega, marcas que os clientes têm pedido e dúvidas da equipe de vendas.

Outra recomendação prática: preparar uma breve apresentação da loja. Não para fazer discurso, mas para explicar com clareza quem compra, o que vende, que público atende e que tipo de fornecedor busca.

O que perguntar a fornecedores e marcas

Uma boa reunião não deve girar apenas em torno do preço. A loja deve fazer perguntas que ajudem a avaliar se aquela marca pode funcionar em sua realidade.

Entre as perguntas mais importantes estão: qual é o pedido mínimo, como funciona a reposição, que margem média a linha permite, qual prazo de entrega é oferecido, que condições de pagamento estão disponíveis, como funciona a garantia, se há assistência técnica local, se existe capacitação para vendedores, se a marca oferece material para redes sociais, se há apoio para demonstrações na loja e quais produtos têm melhor giro.

Também vale perguntar que perfil de loja vende melhor aquela linha. Essa resposta pode evitar compras equivocadas.

Ver demonstrações com critério comercial

As demonstrações devem ser observadas como ferramentas de venda.

O lojista deve olhar além do impacto inicial. O produto é fácil de explicar? Pode ser demonstrado dentro da loja? Exige conhecimento técnico avançado? Gera venda adicional de acessórios? Funciona para iniciantes, profissionais, igrejas, escolas ou estúdios? Tem argumento para vídeo curto, vitrine ou campanha digital?

Uma demonstração bem avaliada ajuda a transformar o produto em discurso comercial. Essa informação pode ser levada para a equipe de vendas depois do evento.

Como registrar contatos durante a feira

O maior erro depois de uma feira é voltar com muitos contatos e pouca informação.

Cada conversa deve ser registrada com contexto. Não basta guardar nome, empresa e telefone. É necessário anotar o que foi falado, que produto interessou, que condição foi mencionada, qual próxima ação ficou aberta e qual é o nível de prioridade.

Uma forma simples é classificar os contatos em quatro níveis: urgente, potencial, pesquisa e conteúdo. Urgente é o que exige acompanhamento imediato. Potencial é o que pode avançar nas próximas semanas. Pesquisa é o que precisa de comparação. Conteúdo é o que pode servir para redes, treinamento ou referência futura.

Contato sem anotação se perde. Contato com contexto vira oportunidade.

O que observar fora das reuniões

Uma feira também se lê com os olhos.

A loja deve observar quais estandes atraem mais público, quais produtos geram perguntas, quais demonstrações retêm visitantes, quais categorias aparecem com mais força e quais temas se repetem nas conversas.

Também vale prestar atenção ao comportamento de músicos, professores, técnicos e compradores. Muitas vezes, eles indicam antes das planilhas para onde a demanda está se movendo.

A Conecta+ reúne diferentes perfis do mercado musical, não apenas o varejo. Para a loja, isso permite entender como a demanda se forma antes de chegar ao balcão.

Depois do evento: organizar e agir

A visita não termina quando o lojista sai do pavilhão. O resultado real aparece no acompanhamento.

Nos primeiros dias depois da Conecta+, a loja deveria revisar anotações, separar fornecedores por prioridade, pedir propostas, comparar condições, organizar materiais, compartilhar aprendizados com a equipe e definir quais produtos merecem teste.

Também é recomendável transformar a visita em conteúdo para o cliente: novidades vistas, tendências, produtos que podem chegar à loja, fotos de demonstrações e comentários sobre o que está mudando no mercado.

A feira gera informação. O acompanhamento transforma essa informação em negócio.

Checklist rápido para lojas

Antes do evento: definir objetivos, revisar mix, listar fornecedores prioritários, separar categorias com potencial, preparar dados da loja e agendar reuniões.

Durante o evento: cumprir agenda, registrar cada contato, fotografar produtos autorizados, assistir a demonstrações, fazer perguntas sobre margem e reposição, observar tendências e comparar fornecedores.

Depois do evento: classificar contatos, pedir propostas, compartilhar aprendizados com a equipe, negociar condições, selecionar produtos para teste e fazer acompanhamento em até 30 dias.

Uma visita profissional muda o resultado

Para uma loja de instrumentos musicais, a Conecta+ pode ser mais do que uma feira. Pode ser uma ferramenta de compra, negociação, capacitação e reposicionamento.

Mas o resultado depende da preparação. Quem chega sem agenda volta com impressões. Quem chega com método volta com informação útil, contatos organizados e oportunidades mais claras.

Em um mercado competitivo, preparar a visita não é detalhe operacional. É parte da estratégia comercial.

Está pensando em assistir? Aproveite a oportunidade e faça seu cadastro grátis neste link!

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Audio-Technica apresenta o sistema sem fio digital D50 Wireless https://musicaemercado.org/audio-technica-d50-wireless-sistema-sem-fio/ https://musicaemercado.org/audio-technica-d50-wireless-sistema-sem-fio/#respond Mon, 22 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255728 Audio-Technica apresenta o sistema sem fio digital D50 Wireless

Plataforma UHF foi desenvolvida para instalações profissionais, eventos, conferências e ambientes de RF exigentes. A Audio-Technica amplia sua oferta para áudio profissional com o D50 Wireless, sistema sem fio digital UHF desenvolvido para integradores, usuários corporativos, espaços de apresentação, auditórios, eventos ao vivo e aplicações nas quais a estabilidade de radiofrequência é um fator crítico. […]

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Audio-Technica apresenta o sistema sem fio digital D50 Wireless

Plataforma UHF foi desenvolvida para instalações profissionais, eventos, conferências e ambientes de RF exigentes.

A Audio-Technica amplia sua oferta para áudio profissional com o D50 Wireless, sistema sem fio digital UHF desenvolvido para integradores, usuários corporativos, espaços de apresentação, auditórios, eventos ao vivo e aplicações nas quais a estabilidade de radiofrequência é um fator crítico.

A plataforma combina a experiência da marca em sistemas sem fio digitais com recursos voltados a instalações reais: planejamento flexível de canais, operação multicanal, opções de rede, gerenciamento por software e transmissão segura.

Um dos principais pontos do D50 Wireless é sua ampla largura de banda UHF, que pode chegar a 244 MHz, dependendo da região. Essa característica permite mais flexibilidade para encontrar frequências disponíveis, especialmente em cidades ou locais onde o espectro de RF está mais congestionado.

O sistema utiliza receptores de meio rack disponíveis em duas configurações: uma versão Dante de 4 canais e outra com Audio-Technica LINK de 2 canais. Os receptores podem operar em dois modos de RF: modo normal, baseado em Antenna Combining Diversity, e modo robusto, com MRC True Diversity, voltado a melhorar a estabilidade em condições complexas.

Para instalações com vários canais, o D50 permite conectar e utilizar até quatro receptores sem distribuição adicional de antenas, usando apenas um par de antenas. Além disso, o modo HD aumenta a densidade de frequências utilizáveis dentro de um bloco de TV de 6 MHz, passando de 17 frequências padrão para 47 frequências em alta densidade.

A conectividade também é parte importante da proposta. Os receptores podem ser alimentados por PoE+, tanto como fonte principal quanto como redundância em caso de interrupção da alimentação CA. Na versão compatível com Dante, o sistema oferece portas primária e secundária para redundância, áudio de alta resolução e funções de monitoramento e configuração.

Entre os transmissores, o D50 inclui opções de mão, body-pack e mesa. O transmissor de mão pode usar cápsulas Audio-Technica, incluindo modelos Artist Elite, enquanto o body-pack foi projetado para microfones de lapela, headset e cabos com conector cH de 4 pinos. Os transmissores funcionam com baterias de íons de lítio e oferecem autonomia que, segundo a marca, pode variar de 9,5 a 17,5 horas, dependendo do modelo.

Outro recurso relevante é o SideTrack, que permite enviar o áudio para uma segunda saída. A função pode ser usada para comunicação discreta ao vivo entre artistas, apresentadores ou engenheiros de som, sem interromper o sinal principal.

O gerenciamento do sistema pode ser feito pelo painel frontal do receptor, por controle externo ou pelo software Wireless Manager da Audio-Technica. A ferramenta permite analisar o espectro, configurar parâmetros, ajustar equalização e compressão, realizar testes de percurso e atualizar firmware.

Na área de segurança, o D50 Wireless é compatível com criptografia AES-256, ponto importante para conferências, salas corporativas, instituições e eventos nos quais a privacidade do áudio precisa ser preservada. O sistema também atende a requisitos de cibersegurança da Diretiva de Equipamentos de Rádio da União Europeia.

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Martin Guitar celebra 100 anos de acabamento em laca https://musicaemercado.org/martin-guitar-100-anos-acabamento-laca/ https://musicaemercado.org/martin-guitar-100-anos-acabamento-laca/#respond Fri, 19 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255598 Martin Guitar celebra 100 anos de acabamento em laca

Edição limitada Custom Shop 0-18K2 CFM IV em koa flameado homenageia uma etapa importante da construção de instrumentos da marca. A C. F. Martin & Co. apresentou o Custom Shop 0-18K2 CFM IV, violão acústico de edição limitada criado para celebrar um século desde que a empresa começou a utilizar acabamentos em laca em seus […]

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Martin Guitar celebra 100 anos de acabamento em laca

Edição limitada Custom Shop 0-18K2 CFM IV em koa flameado homenageia uma etapa importante da construção de instrumentos da marca.

A C. F. Martin & Co. apresentou o Custom Shop 0-18K2 CFM IV, violão acústico de edição limitada criado para celebrar um século desde que a empresa começou a utilizar acabamentos em laca em seus instrumentos. O modelo será limitado a 100 unidades e distribuído por revendedores autorizados Martin.

A referência histórica vem de 1926, quando a Martin adotou a laca pulverizada como parte de sua busca por mais durabilidade, beleza, eficiência e qualidade no acabamento dos violões. Entre os primeiros modelos a receber esse tratamento estavam instrumentos de tamanho Concert construídos integralmente em koa, madeira também ligada à influência da música havaiana no violão acústico do início do século XX.

O novo Custom Shop 0-18K2 CFM IV retoma esse ponto de partida com corpo 0 de 12 trastes construído em koa flameado sólido. O acabamento Vintage Gloss foi desenvolvido para se aproximar do visual daqueles primeiros instrumentos laqueados, realçando o desenho natural da madeira e mantendo uma camada fina e sensível à vibração.

Em termos sonoros, o modelo busca a resposta típica de um violão Martin de corpo pequeno: equilíbrio, calor e boa sensibilidade dinâmica. Para isso, incorpora varetamento Golden Era scalloped X-bracing moldado à mão, recurso pensado para favorecer ressonância e resposta do instrumento.

O violão também integra a família Martin O’ahu, linha que recupera a influência do auge da música havaiana dos anos 1920 e início dos anos 1930. Essa referência aparece tanto no uso do koa quanto em detalhes de inspiração vintage, como o headstock vazado, a ponte de ébano e a estética geral do instrumento.

O braço utiliza perfil GE Modified Low Oval com escala de 24,9”, escala em ébano e marcações de abalone Old Style 18. O modelo inclui ponte straightline de ébano, tarraxas Golden Age Relic Brass, case rígido e etiqueta de papel “100 Years of Lacquer” numerada em sequência e com assinatura pré-impressa de C. F. Martin IV.

O Custom Shop 0-18K2 CFM IV integra o catálogo Custom & Special Editions da Martin e aparece na página oficial como novidade de 2026. A disponibilidade dependerá dos revendedores autorizados e da distribuição das 100 unidades produzidas.

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Brasil: potência musical em busca de liderança estrutural https://musicaemercado.org/brasil-potencia-musical-lideranca-estrutural/ https://musicaemercado.org/brasil-potencia-musical-lideranca-estrutural/#respond Fri, 19 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255711 Brasil: potência musical em busca de liderança estrutural

O mercado da música nacional vive um momento histórico. Pela primeira vez, somos o oitavo maior mercado musical do mundo, o que nos torna um dos principais polos da indústria fonográfica global. E os números comprovam essa força: enquanto o mercado mundial de música gravada movimentou US$ 31,7 bilhões em 2025, (crescimento de 6,4% vs […]

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Brasil: potência musical em busca de liderança estrutural

O mercado da música nacional vive um momento histórico.

Pela primeira vez, somos o oitavo maior mercado musical do mundo, o que nos torna um dos principais polos da indústria fonográfica global. E os números comprovam essa força: enquanto o mercado mundial de música gravada movimentou US$ 31,7 bilhões em 2025, (crescimento de 6,4% vs ano anterior), o Brasil cresce 14,1% no mesmo período, alcançando R$ 3,958 bilhões em receitas. Trata-se de um desempenho que reflete não apenas a vitalidade econômica do setor, mas também a potência cultural de um país cuja diversidade musical sempre foi uma de suas maiores riquezas.

Esse protagonismo acontece em um momento de valorização crescente da identidade brasileira no cenário internacional. O chamado “Brasil Core” ganhou espaço na moda, na cultura, na publicidade e no entretenimento, impulsionando o interesse global por elementos genuinamente brasileiros. Na música, esse movimento se traduz na crescente exportação de ritmos, artistas e narrativas que refletem a pluralidade cultural do país.

Essa reflexão esteve presente nos debates do SXSW London, realizado entre os dias 1º e 6 de junho, que reuniu empreendedores, investidores, artistas e lideranças da economia criativa mundial. Um dos destaques da programação acompanhada pela delegação brasileira foi a participação do economista e pesquisador Will Page, referência internacional em economia da música e ex-chefe de pesquisas do Spotify.

Ao classificar o Brasil como um dos protagonistas da indústria fonográfica global, Page destacou características que tornam o mercado nacional singular: sua dimensão continental, a força do mercado interno e a diversidade regional que impulsiona o surgimento constante de novos gêneros e tendências. Ver o nosso país tão belamente representado em um evento desse porte, de forma estratégica enquanto mercado, é inspirador. 

No entanto, apesar de toda essa relevância, o Brasil ainda enfrenta um paradoxo: Somos uma potência criativa e um dos maiores mercados consumidores de música do planeta, mas seguimos operando de forma fragmentada em muitos aspectos. Enquanto nossos artistas, ritmos e narrativas conquistam o mundo, ainda avançamos lentamente na construção de uma indústria capaz de produzir inteligência de mercado, articular interesses comuns e ocupar posições estratégicas nos debates que definirão o futuro do setor. O desafio brasileiro já não é provar sua relevância cultural. Os números e o mundo já reconhecem essa força. O desafio agora é transformar protagonismo criativo em liderança estrutural.

O impacto dessa falta de coordenação vai além da eficiência do setor. Em um momento em que temas como inteligência artificial, monetização digital, governança de dados, direitos autorais e novas formas de relacionamento com os fãs estão redefinindo a indústria global, a ausência de uma agenda mais articulada reduz a capacidade do mercado brasileiro de influenciar discussões estratégicas que afetarão diretamente seu futuro. Em outras palavras, participamos cada vez mais da economia global da música, mas ainda ocupamos menos espaço do que poderíamos nos fóruns onde suas regras estão sendo definidas.

Talvez o maior desafio da música brasileira não seja criativo, mas organizacional. Enquanto exportamos cultura, ainda encontramos dificuldades para produzir conhecimento sobre o próprio mercado, conectar os diferentes agentes da cadeia e construir agendas comuns de desenvolvimento. Falta inteligência de mercado, falta uso mais estruturado de dados e tecnologia e faltam incentivos consistentes para o surgimento de soluções que simplifiquem a vida dos artistas, ampliem a eficiência dos negócios e fortaleçam a relação com os fãs. Em muitos aspectos, seguimos crescendo apesar da falta de coordenação, e não graças a ela. 

A boa notícia é que os primeiros movimentos nessa direção já começaram a acontecer. Nos últimos anos, vimos o fortalecimento de iniciativas voltadas à economia criativa, o aumento dos investimentos públicos em programas de internacionalização e desenvolvimento econômico e uma presença cada vez mais ativa da música em ambientes de inovação e empreendedorismo. No setor musical, o surgimento da MusicTech Brasil (primeira associação brasileira voltada às startups da música) é um dos sinais desse processo de amadurecimento. Mais do que o aparecimento de novas organizações, o que se observa é a formação gradual de um ecossistema disposto a construir soluções, produzir conhecimento e pensar o futuro da indústria de forma mais estratégica.

Mas criar novas soluções é apenas parte da equação. Para que elas gerem impacto real, é preciso que o mercado esteja disposto a incorporá-las às suas discussões estratégicas. Isso significa abrir espaço para novos agentes, valorizar a produção de conhecimento, estimular conexões entre diferentes setores e reconhecer que o futuro da indústria será construído não apenas por quem já ocupa posições consolidadas, mas também por quem está desenvolvendo as ferramentas, tecnologias e modelos de negócio que definirão sua próxima fase de crescimento. Dar espaço a esses atores não é apenas uma questão de renovação; é uma condição necessária para que o Brasil participe de forma mais ativa das transformações que estão redesenhando a música global.

Chegamos até aqui graças à força do nosso talento. A próxima etapa dependerá da nossa capacidade de transformar essa potência criativa em conhecimento, inovação e articulação estratégica. Se conseguir unir seu imenso patrimônio cultural à capacidade de construir o futuro da própria indústria, o Brasil terá condições não apenas de acompanhar as transformações da música global, mas de ajudar a liderá-las.

* Por Nathália Santos: fundadora da Paralelo.app e diretora de comunicação da MusicTech Brasil.

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Feira de Discos de Vinil no Shopping Parque da Cidade https://musicaemercado.org/feira-vinil-shopping-parque-da-cidade/ https://musicaemercado.org/feira-vinil-shopping-parque-da-cidade/#respond Thu, 18 Jun 2026 18:09:18 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255714 Feira de Discos de Vinil no Shopping Parque da Cidade

Nos dias 19 e 20 de junho, evento gratuito reúne milhares de títulos para colecionadores, apaixonados por música e visitantes a partir de 20 reais. Os amantes da música e da cultura analógica têm um encontro marcado no Shopping Parque da Cidade, na Zona Sul de São Paulo. Nos dias 19 e 20 de junho, […]

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Feira de Discos de Vinil no Shopping Parque da Cidade

Nos dias 19 e 20 de junho, evento gratuito reúne milhares de títulos para colecionadores, apaixonados por música e visitantes a partir de 20 reais.

Os amantes da música e da cultura analógica têm um encontro marcado no Shopping Parque da Cidade, na Zona Sul de São Paulo. Nos dias 19 e 20 de junho, o empreendimento recebe mais uma edição da Feira de Discos de Vinil, reunindo uma ampla variedade de LPs, compactos e edições especiais para colecionadores, mais de 6 mil itens para apreciadores da boa música e novas gerações que desejam conhecer o universo dos discos.

A feira acontece no Piso Térreo oferecendo aos visitantes a oportunidade de explorar títulos de diferentes estilos musicais, épocas e artistas, em um ambiente que celebra a nostalgia e a experiência única proporcionada pelo vinil, com itens a partir de 20 reais, discos de Rock, Pop, Metal, Anos 80, Jazz, Bossa Nova, Black, Dance, MPB e samba. 

“Esse evento é uma atração que conecta gerações por meio da música. O vinil voltou a conquistar espaço entre colecionadores e novos consumidores, e queremos proporcionar aos nossos visitantes uma experiência cultural diferenciada, repleta de descobertas e memórias afetivas”, destaca Thaissa Lima, gerente de marketing do lifestyle center. O evento acontece, sexta-feira, dia 19, das 10h às 20h30 e no sábado, dia 20, das 10h às 22h. 

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Mercado musical lamenta o falecimento de Leonardo Tadashi https://musicaemercado.org/mercado-musical-lamenta-falecimento-leonardo-tadashi/ https://musicaemercado.org/mercado-musical-lamenta-falecimento-leonardo-tadashi/#respond Thu, 18 Jun 2026 13:13:46 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255703 Mercado musical lamenta o falecimento de Leonardo Tadashi

Profissional teve passagem por empresas como Equipo, Log Sound, Someco e Devox; amigos organizam campanha de apoio à família. O mercado de áudio, instrumentos musicais e tecnologia lamenta o falecimento de Leonardo Tadashi, profissional conhecido por sua atuação em empresas do setor e pelo relacionamento construído ao longo de sua trajetória. Segundo informações repassadas à […]

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Mercado musical lamenta o falecimento de Leonardo Tadashi

Profissional teve passagem por empresas como Equipo, Log Sound, Someco e Devox; amigos organizam campanha de apoio à família.

O mercado de áudio, instrumentos musicais e tecnologia lamenta o falecimento de Leonardo Tadashi, profissional conhecido por sua atuação em empresas do setor e pelo relacionamento construído ao longo de sua trajetória.

Segundo informações repassadas à redação por pessoas próximas, Tadashi faleceu em decorrência de uma parada cardíaca. Ele deixa esposa e dois filhos.

Ao longo de sua carreira, Leonardo Tadashi passou por empresas como Equipo, Log Sound, Ibox, Someco e Devox, atuando em diferentes frentes ligadas ao mercado musical e de áudio profissional. Mais recentemente, estava dedicado a novos projetos e representadas, em uma fase de reestruturação profissional.

A notícia gerou comoção entre amigos, colegas de trabalho, representantes comerciais e profissionais que conviveram com Tadashi em diferentes momentos do setor. Pessoas próximas destacam sua presença no relacionamento com marcas, clientes e parceiros do mercado.

O velório está previsto para esta quinta-feira 18 de junho, às 21h, no Cemitério da Saudade (Av. Pires do Rio, 1441 – São Miguel Paulista, São Paulo/SP).

O sepultamento será amanhã, 19 de junho, às 9h no mesmo local.

Campanha de apoio à família

Amigos de Leonardo Tadashi também estão organizando uma campanha voluntária de apoio à família. A iniciativa busca auxiliar sua esposa e seus dois filhos neste período de reorganização.

Na mensagem divulgada pelos organizadores, o grupo afirma que a contribuição é uma forma de expressar gratidão, carinho e solidariedade diante da perda.

“Sabemos que nenhum valor poderá preencher a ausência do Léo ou apagar as lembranças que ele deixou em nossos corações. Porém, essa ajuda poderá trazer um pouco mais de tranquilidade para que sua esposa e seus filhos enfrentem os desafios dos próximos dias”, diz o comunicado.

Entre em contato com a redação para receber a chave PIX e poder contribuir.

A Música & Mercado se solidariza com a família, amigos e colegas de Leonardo Tadashi neste momento.

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Manutenção básica de guitarras na loja: um serviço que fideliza clientes https://musicaemercado.org/manutencao-basica-guitarras-loja/ https://musicaemercado.org/manutencao-basica-guitarras-loja/#respond Thu, 18 Jun 2026 09:08:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255591 Manutenção básica de guitarras na loja: um serviço que fideliza clientes

Hidratar a escala, ajustar o tensor e limpar os trastes são ações simples que melhoram a experiência de compra e criam novas oportunidades para o varejo musical. Em uma loja de instrumentos musicais, vender uma guitarra não deveria ser o fim do contato com o cliente. Para muitos músicos, principalmente iniciantes, o estado do instrumento […]

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Manutenção básica de guitarras na loja: um serviço que fideliza clientes

Hidratar a escala, ajustar o tensor e limpar os trastes são ações simples que melhoram a experiência de compra e criam novas oportunidades para o varejo musical.

Em uma loja de instrumentos musicais, vender uma guitarra não deveria ser o fim do contato com o cliente. Para muitos músicos, principalmente iniciantes, o estado do instrumento depois da compra influencia diretamente o conforto ao tocar, a afinação e a percepção de qualidade do produto adquirido.

Por isso, a manutenção básica de guitarras na loja pode se tornar um diferencial comercial. Não se trata de transformar o ponto de venda em uma oficina completa de luteria, mas de oferecer cuidados simples, controlados e bem comunicados que agreguem valor ao atendimento.

Entre os procedimentos mais procurados estão a hidratação da escala, o ajuste do tensor, a limpeza dos trastes, a troca de cordas e uma revisão geral da ação do instrumento. São serviços que ajudam a reduzir reclamações, melhoram a relação com o cliente e podem gerar receita adicional para o lojista.

A manutenção começa antes da venda

Uma guitarra que permanece muito tempo exposta pode sofrer os efeitos do clima, da poeira, do uso em demonstrações e das variações de umidade. Em regiões com mudanças de temperatura, isso fica ainda mais evidente. A escala pode ressecar, as cordas perdem brilho, os trastes acumulam sujeira e o braço pode apresentar pequenas alterações.

Antes de entregar o instrumento ao cliente, a loja deveria fazer uma revisão básica. Isso inclui verificar afinação, altura das cordas, estado visual da escala, limpeza geral, funcionamento das tarraxas, estabilidade da ponte e presença de ruídos ou trastejamentos.

Essa revisão evita que o consumidor saia da loja com uma guitarra nova que já precisa de ajustes.

Hidratação da escala

A hidratação da escala é um dos serviços mais simples e valorizados. Em guitarras com escalas de madeira sem verniz, como rosewood, pau-ferro ou ébano, o uso de produtos adequados ajuda a evitar ressecamento excessivo e melhora o aspecto do instrumento.

A loja deve ter cuidado com a quantidade de produto aplicado. O excesso de óleo pode prejudicar a madeira ou deixar resíduos. O correto é limpar previamente a superfície, aplicar uma pequena quantidade com pano limpo, aguardar alguns minutos e retirar o excesso.

Esse serviço pode ser oferecido junto com a troca de cordas, já que o acesso à escala fica mais fácil.

Ajuste de tensor

O ajuste do tensor exige mais critério. É um procedimento básico dentro da manutenção de guitarras, mas não deve ser feito sem conhecimento. Um ajuste incorreto pode causar problemas de tocabilidade ou até danificar o instrumento.

A função do tensor é corrigir a curvatura do braço. Quando o braço está muito côncavo ou muito reto, o músico pode sentir as cordas altas, trastejamentos ou dificuldade para tocar em determinadas regiões da escala.

Para o lojista, o ideal é que apenas uma pessoa capacitada realize esse procedimento. Também é importante trabalhar com pequenos movimentos, usar a ferramenta correta e registrar o estado inicial do instrumento. Se houver resistência excessiva, o ajuste deve ser interrompido e encaminhado a um luthier.

Limpeza de trastes

A limpeza de trastes melhora a sensação ao tocar e a aparência do instrumento. Com o uso, os trastes acumulam oxidação, gordura e sujeira. Isso pode afetar bends, resposta das cordas e a percepção geral do cliente.

O procedimento deve proteger a madeira da escala. Muitos profissionais usam fita de proteção, panos adequados e produtos específicos para polimento leve. A limpeza não deve desgastar o traste nem deixar resíduos sobre a madeira.

Para lojas, esse serviço pode fazer parte de um pacote de manutenção preventiva, principalmente para clientes que compram cordas, guitarras usadas ou instrumentos de maior valor.

Uma oportunidade para criar serviços

A manutenção básica pode ser organizada como um serviço adicional da loja. O lojista pode criar pacotes simples, por exemplo:

  • Revisão básica: afinação, limpeza externa e checagem visual.
  • Manutenção preventiva: troca de cordas, hidratação da escala e limpeza dos trastes.
  • Setup básico: revisão de ação, oitavação, tensor e estado geral do instrumento.

O importante é definir claramente o que está incluso, quanto custa, quem realiza o serviço e qual é o prazo de entrega. A falta de clareza pode gerar problemas com o cliente.

Dicas para os lojistas

  • Mantenha uma bancada limpa e organizada para serviços rápidos.
  • Use ferramentas adequadas para cada tipo de guitarra.
  • Não prometa ajustes avançados se a equipe não tiver formação técnica.
  • Registre o estado do instrumento antes do serviço, com fotos se necessário.
  • Explique ao cliente o que foi feito e quais cuidados ele deve ter em casa.
  • Ofereça o serviço junto com a venda de cordas, cases, suportes e produtos de limpeza.
  • Crie uma ficha simples com data, tipo de serviço e observações.

Serviço técnico também vende

Para o consumidor, uma guitarra bem regulada transmite segurança. Para a loja, o serviço cria relacionamento. O cliente volta para trocar cordas, tirar dúvidas, comprar acessórios e, muitas vezes, adquirir outro instrumento.

Em um mercado no qual o preço é facilmente comparado pela internet, o atendimento técnico passa a ser uma forma de diferenciação. A loja que entrega orientação, manutenção básica e cuidado pós-venda deixa de competir apenas pelo desconto.

A guitarra sai melhor da loja. E o cliente também.

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Armadillo e Concordia pedem reorganização sob Chapter 11 https://musicaemercado.org/armadillo-concordia-reorganizacao-chapter-11/ https://musicaemercado.org/armadillo-concordia-reorganizacao-chapter-11/#respond Thu, 18 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255615 Armadillo e Concordia pedem reorganização sob Chapter 11

Marcas Dean Guitars, Luna Guitars e ddrum devem continuar operando durante o processo judicial. A Armadillo Distribution Enterprises e a Concordia LLC, empresa titular da propriedade intelectual das marcas Dean Guitars, Luna Guitars e ddrum, anunciaram que entraram voluntariamente com pedido de proteção sob o Chapter 11do Código de Falências dos Estados Unidos, no Middle […]

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Armadillo e Concordia pedem reorganização sob Chapter 11

Marcas Dean Guitars, Luna Guitars e ddrum devem continuar operando durante o processo judicial.

A Armadillo Distribution Enterprises e a Concordia LLC, empresa titular da propriedade intelectual das marcas Dean Guitars, Luna Guitars e ddrum, anunciaram que entraram voluntariamente com pedido de proteção sob o Chapter 11do Código de Falências dos Estados Unidos, no Middle District of Florida.

O Chapter 11 é um processo de reorganização supervisionado por um tribunal. Diferentemente de uma liquidação, ele permite que a empresa continue operando enquanto reestrutura obrigações financeiras e busca estabilizar sua posição econômica.

Segundo a comunicação das companhias, a medida busca fortalecer a base financeira do grupo e preparar as marcas para uma etapa de maior estabilidade. Pamela Keris, proprietária e CEO, afirmou que o processo permitirá resolver pressões financeiras acumuladas nos últimos anos e concentrar esforços no crescimento de Dean, Luna e ddrum.

“Este é um passo proativo para fortalecer nossa base financeira e posicionar essas marcas icônicas para o sucesso de longo prazo”, afirmou Keris. A executiva também destacou que a empresa mantém seu compromisso com clientes, rede de distribuidores e funcionários.

As companhias informaram que apresentaram moções iniciais comuns nesse tipo de processo para solicitar autorização judicial que permita continuar pagando salários e benefícios aos funcionários, além de manter relações com fornecedores e dealers sem interrupção.

A Concordia LLC manterá a propriedade de toda a propriedade intelectual associada às marcas Dean Guitars, Luna Guitars e ddrum durante o processo. A Armadillo também afirmou a parceiros de varejo e consumidores que pedidos existentes, relações com distribuidores e compromissos com clientes continuarão sendo atendidos.

O caso ocorre após um período de pressão financeira e disputas legais envolvendo o grupo. Segundo reportes do setor, os documentos judiciais estimam ativos entre US$ 1 milhão e US$ 10 milhões, e passivos entre US$ 10 milhões e US$ 50 milhões.

Para o mercado de instrumentos musicais, o ponto central será acompanhar como a empresa reorganiza suas obrigações sem afetar a continuidade das marcas. Dean Guitars, Luna Guitars e ddrum atuam em segmentos como guitarras, baixos, instrumentos acústicos e bateria, por isso a continuidade de produção, distribuição e suporte será decisiva para dealers e consumidores.

A empresa afirma que o objetivo do processo é sair da reorganização com uma estrutura mais resiliente e maior capacidade de operação no longo prazo.

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Allen & Heath amplia a linha SQ com a nova série SQ+ https://musicaemercado.org/allen-heath-sq-plus/ https://musicaemercado.org/allen-heath-sq-plus/#respond Wed, 17 Jun 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255618 Allen & Heath amplia a linha SQ com a nova série SQ+

Modelos SQ5+, SQ6+ e SQ7+ trazem mais processamento, RackUltra FX e interface renovada. A Allen & Heath anunciou a SQ+, uma expansão de sua linha de consoles digitais SQ. A nova série chega com três modelos —SQ5+, SQ6+ e SQ7+— e mantém o núcleo de processamento XCVI de 96 kHz, já conhecido na família, mas […]

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Allen & Heath amplia a linha SQ com a nova série SQ+

Modelos SQ5+, SQ6+ e SQ7+ trazem mais processamento, RackUltra FX e interface renovada.

A Allen & Heath anunciou a SQ+, uma expansão de sua linha de consoles digitais SQ. A nova série chega com três modelos —SQ5+, SQ6+ e SQ7+— e mantém o núcleo de processamento XCVI de 96 kHz, já conhecido na família, mas acrescenta mais capacidade de processamento, novos efeitos e uma interface de usuário atualizada.

A proposta mira engenheiros de som, locadoras, instalações, casas de show, estúdios e produções ao vivo que já trabalham com a família SQ ou buscam uma mesa digital compacta com mais recursos integrados. Segundo a marca, a SQ+ não substitui os modelos SQ originais, mas amplia a oferta para atender mais perfis de usuários e diferentes orçamentos.

Uma das principais novidades está na incorporação de quatro motores RackUltra FX, cada um com sends e returns estéreo dedicados. A tecnologia vem do sistema dLive, plataforma topo de linha da Allen & Heath, e inclui recursos como reverbs, afinação vocal, processadores de pitch, modelagem de amplificadores e saturação.

A série também oferece mais potência para os add-ons DEEP, incluindo ferramentas antes disponíveis apenas em dLive e Avantis, como CompStortion, Source Expander e Dual Threshold Expander. Para o usuário, isso significa acesso a processamento mais avançado dentro de uma superfície SQ, sem depender necessariamente de racks externos ou configurações mais complexas.

Outro ponto relevante é a nova experiência de operação. Os modelos SQ+ trazem uma tela sensível ao toque maior, de 9 polegadas, e uma interface gráfica escura desenvolvida para melhorar a leitura em diferentes ambientes de mixagem, de salas escuras a palcos com iluminação intensa. A atualização busca facilitar o trabalho ao vivo, no qual velocidade de navegação e clareza visual fazem diferença.

A conectividade segue como um dos pilares da família. Todos os modelos incluem porta SLink 128×128, slot de expansão para placas Dante, MADI, Waves e SLink, duas portas USB para gravação multipista e interface com computador, além de controle remoto por aplicativos para Windows, macOS, iOS e Android.

A linha SQ+ está organizada em três formatos. A SQ5+ oferece 17 faders motorizados, 16 entradas XLR mic/line e 8 SoftKeys, com opção de kit para rack de 19”. A SQ6+ soma 25 faders, 24 entradas XLR, 16 SoftKeys e 4 SoftRotaries. A SQ7+ amplia a superfície para 33 faders, 32 entradas XLR, 16 SoftKeys e 8 SoftRotaries.

“A SQ é um padrão da indústria; funciona em todos os lugares: turnês, venues, instalações e estúdios”, afirmou Keith Johnson, gerente sênior de produto da Allen & Heath. Segundo o executivo, a SQ+ reúne o que tornou a SQ uma escolha de referência para engenheiros de todo o mundo e acrescenta mais capacidade para novas demandas de produção.

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GLP leva TWYN, WildWash 12 e X5 Dot Wash à InfoComm 2026 https://musicaemercado.org/glp-twyn-wildwash-12-x5-dot-wash-infocomm/ https://musicaemercado.org/glp-twyn-wildwash-12-x5-dot-wash-infocomm/#respond Wed, 17 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255605 GLP leva TWYN, WildWash 12 e X5 Dot Wash à InfoComm 2026

Marca apresentará novidades em iluminação profissional no estande N8629 do Las Vegas Convention Center. A GLP participará da InfoComm 2026, de 17 a 19 de junho, com uma seleção de novos produtos e soluções já consolidadas para iluminação profissional. A empresa estará no estande N8629, no North Hall do Las Vegas Convention Center, onde realizará […]

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GLP leva TWYN, WildWash 12 e X5 Dot Wash à InfoComm 2026

Marca apresentará novidades em iluminação profissional no estande N8629 do Las Vegas Convention Center.

A GLP participará da InfoComm 2026, de 17 a 19 de junho, com uma seleção de novos produtos e soluções já consolidadas para iluminação profissional. A empresa estará no estande N8629, no North Hall do Las Vegas Convention Center, onde realizará demonstrações práticas durante os três dias de exposição.

Entre os destaques estarão TWYN, WildWash 12 e X5 Dot Wash, três lançamentos recentes que mostram diferentes frentes do catálogo da GLP: fixtures híbridos, washlights compactos para uso exigente e soluções de formato reduzido para integração visual mais discreta.

A empresa também exibirá produtos de seu portfólio atual, incluindo a série X5, o estrobo híbrido JDC2 IP, o JDC Burst 1, o washlight Creos e novas luminárias da família Nexus, voltada a soluções LED sem fio e alimentadas por bateria.

Uma das atividades do estande será o treinamento gratuito “GLP on MA3”, disponível sob demanda. Brad Schiller, da GLP, apresentará fixtures expostos e compartilhará informações práticas sobre funções, fluxos de trabalho e usos reais para programadores, designers e integradores.

TWYN combina washlight e estrobo híbrido em um único fixture

Um dos equipamentos centrais será o GLP TWYN, uma cabeça móvel de dupla face. De um lado, incorpora metade do GLP Creos, um washlight com zoom; do outro, integra metade do JDC Burst 1, fixture híbrido conhecido por sua capacidade de estrobo e efeitos.

O conceito busca reduzir a quantidade de equipamentos necessários em um rig sem limitar possibilidades criativas. O TWYN utiliza carcaça leve com certificação IP65 e oferece movimento contínuo de pan e tilt, posicionando-se para aplicações em turnês, festivais, televisão e produções nas quais espaço, peso e versatilidade são variáveis críticas.

WildWash 12 amplia a família Wild Series

A GLP também mostrará o WildWash 12, novo integrante da Wild Series e complemento natural do WildBar 16. O fixture utiliza 12 LEDs RGBL de 40 W e entrega até 5.790 lúmens, com intensidade de pico de 1,08 Mcd. Também incorpora tecnologia GLP iQ.Gamut, voltada à mistura de cor calibrada e pontos de branco definidos.

O zoom motorizado cobre uma faixa de 3,5° a 54°, permitindo trabalhar tanto com feixes estreitos de alta intensidade quanto com lavagens amplas e homogêneas. O equipamento oferece 540° de pan, 270° de tilt, pesa 16 kg, tem consumo máximo de 600 W e conta com carcaça IP65, pensada para turnês, festivais e ambientes externos.

X5 Dot Wash leva a série X5 a um formato compacto

O X5 Dot Wash será outro ponto de atenção no estande. É o menor modelo da série X5 e utiliza um único LED RGBL de 40 W em um corpo muito compacto. Oferece alto CRI, compatibilidade cromática com o restante da família X5 e controle de cor de 16 bits.

Seu mecanismo twist-zoom permite ajustar manualmente a abertura entre 16° e 68° sem alterar o formato do fixture. Com certificação IP65, operação entre 24 e 48 V DC e adaptador opcional para acessórios clássicos, o equipamento foi pensado para aplicações em teatro, broadcast, arquitetura e montagens nas quais a luminária pode ficar visível ou integrada de forma discreta ao projeto.

A presença da GLP na InfoComm também servirá para aproximar o público americano de produtos já apresentados em feiras europeias e que agora chegam a um contexto de integração audiovisual, produção ao vivo e instalação profissional. Para designers, locadoras e integradores, o estande funcionará como espaço de teste direto, não apenas como vitrine de produto.

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