Música & Mercado https://musicaemercado.org/ A música sob o viés do trabalho e negócios Mon, 13 Jul 2026 10:36:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Música & Mercado https://musicaemercado.org/ 32 32 Meyer Sound PANTHER na turnê 2026 da banda Black Crowes https://musicaemercado.org/meyer-sound-panther-na-turne-2026-dos-black-crowes/ https://musicaemercado.org/meyer-sound-panther-na-turne-2026-dos-black-crowes/#respond Mon, 13 Jul 2026 14:32:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256201 Meyer Sound PANTHER na turnê 2026 dos Black Crowes — Meyer Sound PANTHER turnê Black Crowes

O line array que os Black Crowes levam para a estrada em 2026 diz mais sobre o projeto de som da turnê do que qualquer rider. O Meyer Sound PANTHER é o sistema escolhido para a Southern Hospitality Tour dos Black Crowes, confirmada...

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Meyer Sound PANTHER na turnê 2026 dos Black Crowes — Meyer Sound PANTHER turnê Black Crowes

O line array que os Black Crowes levam para a estrada em 2026 diz mais sobre o projeto de som da turnê do que qualquer rider.

O Meyer Sound PANTHER é o sistema escolhido para a Southern Hospitality Tour dos Black Crowes, confirmada pela fabricante californiana para 2026. A decisão coloca em campo um line array que a Meyer Sound posiciona entre seus produtos de maior escala, projetado para cobrir arenas e venues de grande capacidade com controle preciso de diretividade e pressão sonora. Para quem acompanha o mercado de som ao vivo, a escolha do sistema principal de PA é o primeiro sinal concreto de como uma produção pretende soar, e quanto está disposta a investir para isso.

O PANTHER não é um sistema de entrada de catálogo. Seu porte e suas especificações técnicas colocam a turnê num patamar de exigência que começa na escolha do equipamento e se estende ao projeto de cobertura, ao rigging e à operação noite a noite. O que o sistema oferece em termos de desempenho acústico e o que o projeto da Southern Hospitality Tour revela sobre as decisões de produção são as perguntas que a matéria responde.

O que o PANTHER entrega que justificou a escolha para uma turnê de arena

Um line array de arena não se escolhe por catálogo, se escolhe por cobertura, pressão e controle em venues onde qualquer falha de diretividade vira reclamação nas redes antes do encore. O PANTHER, conforme a página oficial de produto da Meyer Sound, foi projetado especificamente para esse patamar: alta eficiência acústica em grandes distâncias, com controle de diretividade que a fabricante descreve como adequado para arenas e espaços de capacidade elevada.

O que diferencia o PANTHER de sistemas de médio porte não é apenas SPL máximo. Segundo as instruções de operação do PANTHER publicadas pela Meyer Sound, o gabinete integra amplificação e processamento embarcados, o que elimina racks externos de amplificação no palco e reduz o ponto de falha entre a mesa e o ar. Para uma turnê com datas consecutivas em venues de diferentes configurações, isso tem peso logístico direto: menos equipamento para transportar, menos variável para calibrar a cada load-in.

A confirmação oficial da Meyer Sound sobre a Southern Hospitality Tour não detalha o número exato de gabinetes por rig, mas o escopo da turnê, arenas e venues de grande capacidade ao longo de 2026, já define o piso de exigência técnica. Um sistema subdimensionado para esse circuito compromete cobertura nas laterais e no fundo da plateia, onde a pressão cai mais rápido. O PANTHER foi posicionado exatamente para evitar esse colapso de campo.

Como o projeto de PA foi estruturado para a ‘Southern Hospitality’ Tour

O gargalo em uma turnê de arena não costuma ser o sistema de PA em si, é o tempo de carga, a compatibilidade com o grid do venue e a quantidade de racks que o caminhão precisa carregar. Com o PANTHER, a Meyer Sound eliminou parte dessa equação: segundo as instruções de operação oficiais do sistema, cada gabinete integra amplificação, processamento e monitoramento de temperatura em um único enclosure autoamplificado. Menos racks no palco, menos pontos de falha no patch, menos variáveis para o engenheiro de sistema resolver às 14h antes do show.

Para a Southern Hospitality Tour, isso tem consequência direta de logística. A turnê percorre venues de capacidade variada, o que exige que o sistema escale sem trocar de plataforma entre uma data e outra. O PANTHER foi projetado para operar em arrays de tamanho ajustável mantendo o mesmo comportamento de diretividade, o que significa que o engenheiro não está recalibrando uma curva de cobertura completamente diferente a cada venue. A consistência de resposta entre datas é o critério que separa um sistema de touring de um sistema de instalação adaptado às pressas para a estrada.

Segundo o comunicado oficial da Meyer Sound sobre a turnê, o PANTHER é o sistema principal de PA da Southern Hospitality Tour, não um complemento ou fill de médio alcance. Essa escolha posiciona o sistema como a espinha dorsal acústica de cada show, o que transfere para o PANTHER toda a responsabilidade de cobertura de alta frequência, controle de SPL nas laterais e inteligibilidade no fundo da arena. Se o sistema falhar em qualquer um desses pontos, não há outro array de grande formato absorvendo o erro.

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JBL VTX B35: o subwoofer cardioide que expande a série VTX https://musicaemercado.org/jbl-vtx-b35-subwoofer-cardioide/ https://musicaemercado.org/jbl-vtx-b35-subwoofer-cardioide/#respond Mon, 13 Jul 2026 09:21:56 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256187 JBL lança o VTX B35, subwoofer cardioide arrayável que reforça controle direcional de graves em palcos de grande porte. Veja specs e compatibilidade.

JBL expande a série VTX com um subwoofer projetado para controlar graves sem comprometer o palco ao redor. O JBL VTX B35 subwoofer cardioide chega como a mais recente adição à família VTX, com foco declarado em controle direcional...

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JBL lança o VTX B35, subwoofer cardioide arrayável que reforça controle direcional de graves em palcos de grande porte. Veja specs e compatibilidade.

JBL expande a série VTX com um subwoofer projetado para controlar graves sem comprometer o palco ao redor.

O JBL VTX B35 subwoofer cardioide chega como a mais recente adição à família VTX, com foco declarado em controle direcional de graves em aplicações de grande porte. O anúncio, feito pela JBL Professional e replicado pela controladora HARMAN Professional Solutions, posiciona o B35 como resposta a um problema crônico em produções de médio e grande porte: energia de baixa frequência escapando para trás do palco, contaminando o monitor e o ambiente de trabalho da equipe técnica.

A arquitetura cardioide não é novidade no mercado de áudio profissional, mas integrá-la a um subwoofer arrayável dentro de uma família consolidada como a VTX muda o cálculo para quem já opera com VTX A12, e é exatamente essa compatibilidade mecânica e de sistema que define o alcance comercial do lançamento.

O que a arquitetura cardioide do B35 resolve na prática do palco

Subwoofers convencionais em configuração end-fire ou broadside irradiam energia de baixa frequência em todas as direções, incluindo para trás do palco, onde músicos, monitores e estrutura metálica absorvem e refletem o som de forma imprevisível. O resultado prático é bem conhecido por qualquer locadora que já montou um festival de médio porte: graves espalhados, palco com acúmulo de pressão e mix de frente comprometido pela energia que retorna pelo chão. O JBL VTX B35 foi projetado para atacar exatamente esse ponto.

Segundo a ficha técnica e o comunicado oficial da JBL Professional sobre o lançamento do B35, o gabinete integra dois drivers de 18 polegadas em arranjo cardioide nativo, sem exigir caixas adicionais invertidas ou processamento externo para criar o padrão direcional. Isso muda o cálculo operacional de uma locadora: em vez de reservar quatro ou seis unidades para montar um array cardioide por subtração (a técnica clássica de inverter parte do stack), o integrador consegue o mesmo comportamento direcional com menos gabinetes no rider.

A compatibilidade mecânica com o VTX A12, documentada na spec sheet oficial do B35, permite que o subwoofer seja acoplado diretamente ao line array sem adaptadores intermediários. Para uma empresa de sonorização que já opera com VTX A12 no inventário, isso reduz tempo de montagem e elimina uma variável de erro em carga e descarga. Menos peças soltas no caminhão, menos risco de incompatibilidade no palco.

O ponto crítico para a decisão de compra ou locação está na escala de uso: o B35 é declarado para aplicações de grande porte, e o custo por gabinete reflete esse posicionamento. Para eventos menores, onde o espalhamento de graves não chega a comprometer a experiência do público, a arquitetura cardioide nativa pode não justificar o investimento frente a soluções de entrada de linha. O critério real é a frequência com que a empresa enfrenta palcos onde o controle direcional de graves é item de rider, e não apenas desejo técnico.

Compatibilidade com VTX A12 e o que isso significa para locadoras e integradores

Subwoofer sem compatibilidade mecânica com o restante do sistema é problema de rider antes de ser problema de som. Uma locadora que opera com VTX A12 como line array principal não pode adicionar um subwoofer que exige adaptadores, brackets customizados ou reconfigurações de voo, o custo de tempo em montagem cancela qualquer ganho acústico. É aí que o encaixe do B35 na família VTX vira argumento comercial concreto.

Segundo a ficha técnica oficial do VTX B35, o gabinete foi projetado para integração direta com o VTX A12, compartilhando hardware de montagem e permitindo configurações de array misto sem peças intermediárias. Para um integrador que já tem o A12 no inventário, isso significa que o B35 entra no sistema sem requalificação de estrutura, o que reduz o tempo de setup e simplifica o planejamento de carga para treliças e ground stacks.

O ganho mais direto está na configuração cardioide nativa: sem a necessidade de inverter gabinetes fisicamente ou programar delay manual para simular cardioide por software, o técnico de PA ganha consistência entre eventos. Dois drivers de 18 polegadas por gabinete, com arranjo cardioide integrado, entregam o padrão direcional já na saída de fábrica, o que padroniza o resultado independentemente de quem opera o sistema no dia do show.

O que também se deve considerar: gabinetes duplos de 18 polegadas em configuração cardioide nativa ocupam mais espaço em caminhão e exigem mais pontos de ancoragem do que soluções de 18 simples. Para locadoras com frota enxuta ou eventos em locais com restrição de carga no palco, esse é o critério que decide se o B35 entra no rider.

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Empresa capta US$ 3,7 mi para inteligencia artificial nativa em shows ao vivo https://musicaemercado.org/thumpn-india-s-first-ai-native-live-entertainment-platform-scores-3-7-million-pre-seed-raise/ https://musicaemercado.org/thumpn-india-s-first-ai-native-live-entertainment-platform-scores-3-7-million-pre-seed-raise/#respond Mon, 13 Jul 2026 09:07:24 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256174 thumbn shows ao vivo com i.a

Uma startup indiana de shows ao vivo fecha pré-seed de US$ 3,7 mi apostando que IA nativa muda a operação do entretenimento ao vivo antes de qualquer player consolidado. A thumpN , plataforma de entretenimento ao vivo com IA nativa...

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thumbn shows ao vivo com i.a

O anúncio posiciona a empresa como a primeira plataforma do país construída com inteligência artificial no núcleo da operação de shows

Resumo

  • A thumpN é a primeira plataforma de entretenimento ao vivo construída com inteligência artificial na Índia, captando US$ 3,7 milhões em rodada pré-seed.
  • A plataforma busca desenvolver uma arquitetura nativa que integra funções como roteamento de demanda e análise de público em tempo real.
  • Investidores apostam na thumpN devido à fragmentação do setor de eventos ao vivo na Índia, que gera ineficiências custosas.
  • O mercado indiano, com alta densidade urbana e infraestrutura fragmentada, favorece a adoção rápida da thumpN para automação operacional.
  • A thumpN deve provar tração rapidamente antes que concorrentes consolidados possam replicar sua arquitetura nativa.

A thumpN, plataforma de entretenimento ao vivo com IA nativa sediada na Índia, captou US$ 3,7 milhões em rodada pré-seed. O anúncio posiciona a empresa como a primeira plataforma do país construída com inteligência artificial no núcleo da operação de shows, não como camada adicionada depois. A distinção importa: plataformas AI-native desenham fluxo, precificação, descoberta e logística de evento a partir da IA, em vez de adaptar sistemas legados.

O tamanho da rodada é modesto para o setor global de tecnologia, mas o momento é preciso: o mercado de entretenimento ao vivo em economias emergentes ainda não tem um operador dominante com infraestrutura digital consolidada, e a janela para definir padrão está aberta. O que a thumpN pretende fazer com esse capital e por que investidores apostaram antes de receita comprovada são as perguntas que a captação deixa no ar.

O que a thumpN quer construir com US$ 3,7 milhões em pré-seed

Construir uma plataforma de shows ao vivo com IA no núcleo é diferente de plugar um chatbot num sistema de ticketing. A distinção importa porque define o que o produto pode fazer sem reescrever a arquitetura: roteamento de demanda, precificação dinâmica de ingressos, logística de palco e análise de público em tempo real são funções que, numa plataforma nativa, compartilham o mesmo modelo de dados desde o início. Numa plataforma legada com IA adicionada depois, cada uma dessas funções exige integração separada.

Segundo o anúncio reportado pelo Digital Music News, a thumpN se posiciona como a primeira plataforma de entretenimento ao vivo com IA nativa da Índia, e os US$ 3,7 milhões em pré-seed serão usados para desenvolver exatamente essa camada de produto antes de escalar operações. O mercado indiano de shows ao vivo é grande o suficiente para validar o modelo: alta densidade urbana, base jovem e infraestrutura de eventos ainda fragmentada criam o ambiente onde automação de operação tem retorno rápido.

O risco real não está na tecnologia. Está em quanto tempo a thumpN tem para provar tração antes que players consolidados, com distribuição, contratos e marca estabelecida, decidam que IA nativa vale o custo de uma reescrita ou aquisição.

Por que IA nativa em entretenimento ao vivo atrai capital antes de receita

Investidores colocam dinheiro em plataformas de entretenimento ao vivo antes de receita consolidada porque o gargalo que elas atacam é caro demais para ignorar. Produtoras e promotoras de shows na Índia ainda operam com sistemas fragmentados: ticketing num fornecedor, gestão de palco em planilha, análise de público num terceiro serviço que não conversa com os outros dois. Cada integração custa tempo de engenharia, atrasa decisões e cria pontos cegos operacionais que só aparecem quando o evento já está em andamento.

É esse atrito que justifica o prêmio de valuação para quem constrói com IA no núcleo desde o início. Quando o modelo de dados é único, a plataforma pode ajustar precificação de ingresso em resposta à demanda em tempo real, redistribuir equipe de palco com base em fluxo de público e gerar relatório pós-show sem exportar dados entre sistemas. Numa arquitetura legada com IA adicionada depois, cada uma dessas funções exige pipeline separado, e pipeline separado quebra.

O mercado indiano de entretenimento ao vivo tem escala para validar essa tese rapidamente: mais de 1,4 bilhão de pessoas, base crescente de festivais urbanos e infraestrutura de pagamentos digitais que já suporta transações de alto volume. A thumpN captou os US$ 3,7 milhões exatamente para escalar essa infraestrutura nativa antes que players consolidados consigam replicar a arquitetura por cima de sistemas existentes. A janela é técnica tanto quanto comercial: refatorar uma plataforma legada para IA nativa custa mais do que construir do zero, e esse custo compra tempo para quem chegou primeiro.

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Bose Professional vai mudar de nome para 802 LABS https://musicaemercado.org/bose-professional-802-labs-nova-identidade/ https://musicaemercado.org/bose-professional-802-labs-nova-identidade/#respond Mon, 13 Jul 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256136 Bose Professional vai mudar de nome para 802 LABS

Transição global começará em fases em 2027 e busca refletir uma nova etapa da empresa no áudio profissional. A Bose Professional apresentou uma prévia da 802 LABS, identidade de marca global que a companhia adotará de forma gradual a partir de fevereiro de 2027. Segundo a empresa, o processo será realizado em fases e não […]

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Bose Professional vai mudar de nome para 802 LABS

Transição global começará em fases em 2027 e busca refletir uma nova etapa da empresa no áudio profissional.

A Bose Professional apresentou uma prévia da 802 LABS, identidade de marca global que a companhia adotará de forma gradual a partir de fevereiro de 2027.

Segundo a empresa, o processo será realizado em fases e não trará mudanças imediatas para clientes e parceiros. Durante a transição, seguem mantidos os produtos, o suporte, o serviço e as relações comerciais atuais.

O novo nome faz referência ao alto-falante 802, lançado originalmente em 1978, e ao conceito de laboratório como símbolo de experimentação, engenharia e inovação. Para a Bose Professional, a denominação busca conectar sua trajetória no áudio profissional com uma nova etapa como empresa independente.

Desde que se tornou uma companhia independente, em 2023, a Bose Professional afirma ter reorganizado sua estrutura em torno de integradores e projetistas de sistemas, ampliado capacidades globais e lançado mais de 25 produtos.

A empresa também apresentou avanços da nova identidade durante a InfoComm 2026, em Las Vegas, e disponibilizou uma primeira amostra online dos elementos de marca.

John Maier, diretor executivo da Bose Professional, afirmou que o objetivo da 802 LABS será manter o foco em experiências de áudio profissional mais simples de projetar, instalar e operar.

A Bose Professional prepara assim uma transição de marca que busca marcar sua próxima etapa no mercado global de áudio instalado, integração AV e soluções para espaços comerciais.

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Cinco perguntas que uma loja deve fazer a um fornecedor na Conecta+ https://musicaemercado.org/perguntas-loja-fornecedor-conecta/ https://musicaemercado.org/perguntas-loja-fornecedor-conecta/#respond Mon, 13 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256124 8 cuidados para proteger mãos, corpo e ouvidos ao tocar bateria ou percussão

Margem, disponibilidade, garantia, suporte, treinamento e política comercial devem entrar na conversa antes de incorporar uma nova marca ou ampliar compras com um fornecedor atual. Para uma loja de instrumentos musicais, uma feira não serve apenas para ver produtos. Serve para tomar melhores decisões de compra. Em um evento como a Conecta+ Música & Mercado, […]

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8 cuidados para proteger mãos, corpo e ouvidos ao tocar bateria ou percussão

Margem, disponibilidade, garantia, suporte, treinamento e política comercial devem entrar na conversa antes de incorporar uma nova marca ou ampliar compras com um fornecedor atual.

Para uma loja de instrumentos musicais, uma feira não serve apenas para ver produtos. Serve para tomar melhores decisões de compra.

Em um evento como a Conecta+ Música & Mercado, o lojista tem a oportunidade de conversar cara a cara com fabricantes, distribuidores, importadores e representantes. Essa conversa pode ajudar a encontrar novas linhas, revisar fornecedores atuais, negociar condições e entender quais produtos têm mais potencial no ponto de venda.

Mas há um risco: voltar da feira com muitos catálogos e poucas respostas úteis.

Por isso, a loja deve chegar com perguntas preparadas. Não basta perguntar “quanto custa”. O preço importa, mas não define sozinho se uma linha será rentável. Uma marca pode ter bom preço e má reposição. Outra pode ter margem menor, mas melhor suporte, treinamento e giro.

O objetivo é avaliar se aquele fornecedor ajuda a vender melhor, atender melhor e reduzir problemas depois da compra.

1. Qual é a margem real para a loja?

A primeira pergunta deve ir além do preço de tabela.

A loja precisa entender qual é a margem real depois de descontos, impostos, frete, condições de pagamento, comissões, possíveis promoções e custo de reposição. Um produto pode parecer atraente na primeira conversa, mas perder rentabilidade quando se calcula o custo completo.

Também vale perguntar se a marca trabalha com preço sugerido, campanhas promocionais, proteção de canal ou políticas para evitar diferenças extremas entre loja física, e-commerce e marketplaces.

A pergunta pode ser direta: “Com as condições atuais, qual margem média a loja pode ter nessa linha?”

O importante é não avaliar apenas o desconto inicial. O lojista deve olhar a rentabilidade de forma prática: quanto ganha, quanto tempo demora para vender e quanto esforço exige para explicar o produto.

Um bom fornecedor deve ser capaz de falar sobre margem com clareza.

2. Há disponibilidade e reposição constante?

Uma linha não funciona na loja se não puder ser reposta.

A falta de disponibilidade é um dos principais problemas do varejo musical. O vendedor apresenta o produto, o cliente se interessa, a loja vende as primeiras unidades e, quando tenta repor, não há estoque. O resultado é perda de venda, frustração do cliente e desgaste com a equipe comercial.

Na feira, a loja deve perguntar como funciona a reposição, qual é o prazo médio de entrega, quais produtos têm estoque regular, quais linhas são importadas sob encomenda e quais podem sofrer interrupções.

Também precisa entender se o fornecedor tem estrutura local, centro de distribuição, previsão de chegada de mercadoria e comunicação clara sobre produtos esgotados.

A pergunta prática é: “Quais produtos dessa linha posso vender com segurança porque terão reposição?”

Essa resposta ajuda a separar produto de vitrine de produto de giro.

3. Como funciona a garantia e o suporte técnico?

Garantia não pode ser detalhe de contrato. Para a loja, ela faz parte da experiência do cliente.

Quando um produto apresenta problema, o consumidor volta ao ponto de venda. Se o fornecedor não responde, o desgaste cai sobre a loja. Por isso, antes de comprar, é necessário perguntar quem atende a garantia, onde está o suporte técnico, quanto tempo demora o processo e que documentação é necessária.

Também vale perguntar se há peças de reposição, assistência autorizada, canal direto para o lojista e política para trocas em casos mais simples.

A pergunta pode ser: “Se um cliente tiver problema com esse produto, como a loja deve agir e em quanto tempo a solução costuma acontecer?”

Essa conversa evita problemas futuros. Um fornecedor confiável não é apenas o que entrega produtos. É o que responde quando algo falha.

4. A marca oferece treinamento para a equipe de vendas?

Em instrumentos, áudio, iluminação, software e acessórios, o vendedor precisa entender o que está oferecendo.

Uma equipe sem treinamento vende por preço. Uma equipe capacitada vende por aplicação, necessidade, benefício e comparação. Essa diferença afeta diretamente o resultado da loja.

Por isso, uma das perguntas mais importantes na Conecta+ deve ser sobre capacitação. O fornecedor oferece treinamento presencial ou online? Tem vídeos, fichas técnicas, argumentos de venda, comparativos ou material para redes sociais? Pode fazer uma demonstração para a equipe da loja? Tem conteúdo para vendedores novos?

A pergunta objetiva é: “Que apoio a marca oferece para que minha equipe venda melhor essa linha?”

Esse ponto é especialmente relevante para produtos mais técnicos, como interfaces, monitores, controladores, pedais, sistemas sem fio, software, iluminação e áudio profissional. Quanto mais explicação o produto exige, mais importante é o treinamento.

5. Qual é a política comercial para o meu tipo de loja?

Nem toda política comercial serve para todo tipo de loja.

Uma loja de bairro, uma rede regional, um e-commerce especializado, uma loja com escola, uma operação de áudio profissional ou um comércio focado em acessórios têm necessidades diferentes. Por isso, a loja deve entender se o fornecedor tem condições adequadas para sua realidade.

É necessário perguntar sobre pedido mínimo, prazo de pagamento, frete, exclusividade territorial, venda em marketplaces, campanhas compartilhadas, bonificações, demonstradores, consignação, proteção de preços e suporte para ações locais.

A pergunta central é: “Como essa política comercial se adapta ao perfil da minha loja?”

Também é importante entender se o fornecedor vende diretamente ao consumidor final. Se vende, a loja deve perguntar como evita conflito de canal e que diferença oferece ao revendedor.

Um bom acordo comercial deve ser claro desde o início. O que não se pergunta na feira pode virar problema depois.

Pergunta extra: quais produtos giram melhor?

Além das cinco perguntas principais, há uma questão que não deveria faltar: quais produtos vendem mais em lojas parecidas.

O fornecedor tem informação valiosa. Sabe quais linhas têm mais saída, quais itens geram recompra, quais produtos funcionam melhor para iniciantes, quais acessórios complementam vendas e quais categorias estão crescendo.

A loja deve aproveitar essa leitura.

A pergunta é simples: “Quais produtos dessa marca têm melhor giro em lojas com perfil parecido com o meu?”

Essa resposta pode orientar uma primeira compra mais segura e evitar que o lojista comece por itens de baixa rotação.

Como registrar as respostas

Durante uma feira, muitas conversas se parecem. Se a loja não registra as respostas, a informação se perde.

Depois de cada reunião, vale anotar cinco pontos: margem estimada, produtos de maior giro, condições comerciais, responsável pelo contato e próxima ação.

Também é útil classificar o fornecedor em três níveis: comprar agora, avaliar proposta ou manter em observação.

Essa disciplina ajuda a transformar a visita em decisão comercial. Sem registro, a feira termina em impressões. Com registro, vira ferramenta de compra.

A melhor compra começa com a melhor pergunta

Para uma loja de instrumentos musicais, o fornecedor certo não é apenas o que oferece o menor preço. É aquele que entrega produto, margem, reposição, suporte, treinamento e uma política comercial compatível com a realidade do negócio.

A Conecta+ pode ser uma oportunidade para encontrar esses fornecedores, mas a loja precisa chegar preparada.

Em um mercado mais competitivo, perguntar melhor é comprar melhor. E comprar melhor é vender com mais segurança depois.

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Music China 2026 reforça novos usos da música https://musicaemercado.org/music-china-2026-novos-usos-musica/ https://musicaemercado.org/music-china-2026-novos-usos-musica/#respond Fri, 10 Jul 2026 09:07:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255478 Music China 2026 reforça novos usos da música

Feira volta a Xangai com Tomorrow’s Music, instrumentos de cura, tecnologia musical e turismo cultural. A Music China 2026 será realizada de 28 a 31 de outubro no Shanghai New International Expo Centre, em Xangai, com uma proposta voltada a ampliar o papel da música além do instrumento tradicional. A feira, uma das principais plataformas […]

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Music China 2026 reforça novos usos da música

Feira volta a Xangai com Tomorrow’s Music, instrumentos de cura, tecnologia musical e turismo cultural.

A Music China 2026 será realizada de 28 a 31 de outubro no Shanghai New International Expo Centre, em Xangai, com uma proposta voltada a ampliar o papel da música além do instrumento tradicional. A feira, uma das principais plataformas do setor na Ásia, reunirá instrumentos, serviços, acessórios, tecnologia musical e novas aplicações ligadas ao bem-estar e ao turismo cultural.

Um dos eixos da próxima edição será o retorno do Tomorrow’s Music, espaço temático dedicado à inovação em instrumentos musicais, equipamentos e soluções digitais. Depois da estreia na edição anterior, a área voltará com foco em design de instrumentos impulsionado por inteligência artificial, ferramentas de aprendizagem inteligente, áudio profissional e novas formas de criação musical.

A organização também pretende ampliar a presença de categorias emergentes, como instrumentos inteligentes, reforço sonoro, tecnologia para DJs, softwares de produção musical, instrumentos de cura e produtos de merchandising musical. A proposta é atrair novos perfis de visitantes e criar oportunidades de negócios entre fabricantes, distribuidores, educadores, profissionais de áudio, desenvolvedores e empresas de outros setores criativos.

O contexto de mercado acompanha essa estratégia. Segundo dados divulgados pela organização, a Ásia-Pacífico concentra cerca de 40% do mercado global de instrumentos musicais, enquanto o mercado chinês deve alcançar US$ 3 bilhões este ano. Para a feira, esses indicadores reforçam o potencial regional para inovação musical e novos formatos de consumo.

“A Music China existe para apoiar a indústria musical. Isso significa abrir portas para maior potencial de crescimento e novas oportunidades”, afirmou Judy Cheung, vice-diretora geral da Messe Frankfurt (HK) Ltd. Segundo a executiva, a edição 2026 buscará revelar novos cenários de aplicação e cultivar uma relação mais ampla com a música entre usuários de diferentes idades e necessidades.

A edição anterior já demonstrou o peso comercial do evento. Em 2025, a Music China reuniu expositores de 28 países e regiões, com 10 pavilhões nacionais. A organização também destacou resultados de negócios gerados durante a feira, incluindo pedidos realizados no local por fabricantes chineses e grupos industriais ligados à produção de instrumentos.

Para 2026, o evento ocupará 12 pavilhões e voltará a reunir fabricantes locais, marcas internacionais, distribuidores, compradores, educadores e profissionais do setor. Entre os expositores esperados estão empresas de arcos, cordas, instrumentos de sopro, guitarras, edição musical e certificação educacional.

A área Tomorrow’s Music, localizada no pavilhão N2, terá como núcleo a zona Music X, formada por Music X Lab, MIDI Zone e X Stage. Esses espaços reunirão produtos de tecnologia musical, soluções interativas e atividades ligadas a composição, produção, performance, broadcasting, cinema, games e até aplicações para veículos inteligentes.

Outro ponto de atenção será a relação entre música, bem-estar e turismo cultural. A organização observa crescimento de práticas relacionadas a sound healing, hotéis temáticos, experiências imersivas e projetos turísticos que integram som, paisagem e cultura. Nesse cenário, a Music China 2026 ampliará a presença de instrumentos como tigelas sonoras e handpans, além de fóruns e workshops sobre o tema.

Com essa combinação de feira comercial, plataforma de inovação e espaço de exploração cultural, a Music China 2026 busca consolidar-se como ponto de encontro para uma indústria que já não se limita à venda de instrumentos. A edição pretende mostrar como a música se conecta com educação, tecnologia, entretenimento, bem-estar e novas experiências de consumo.

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Boris FX adquire iZotope e amplia atuação no mercado de software de áudio https://musicaemercado.org/boris-fx-adquire-izotope-audio/ https://musicaemercado.org/boris-fx-adquire-izotope-audio/#respond Fri, 10 Jul 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255990 Boris FX adquire iZotope e amplia atuação no mercado de software de áudio

Operação incorpora ferramentas como RX e Ozone e aproxima soluções de imagem, som e pós-produção dentro do mesmo grupo. A Boris FX adquiriu a iZotope, uma das empresas mais conhecidas do mercado de software para produção, restauração e pós-produção de áudio. A operação incorpora ao portfólio do grupo produtos como RX, Ozone, Neutron e Nectar. […]

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Boris FX adquire iZotope e amplia atuação no mercado de software de áudio

Operação incorpora ferramentas como RX e Ozone e aproxima soluções de imagem, som e pós-produção dentro do mesmo grupo.

A Boris FX adquiriu a iZotope, uma das empresas mais conhecidas do mercado de software para produção, restauração e pós-produção de áudio. A operação incorpora ao portfólio do grupo produtos como RX, Ozone, Neutron e Nectar.

A aquisição representa mais um avanço da Boris FX no setor de áudio profissional. A empresa é conhecida principalmente por suas ferramentas de efeitos visuais e pós-produção, entre elas Sapphire, Continuum e Mocha Pro, mas nos últimos anos ampliou sua presença em áudio com soluções como Sequoia, Samplitude e CrumplePop.

Com a iZotope, a Boris FX passa a reunir tecnologias usadas em diferentes etapas de uma produção audiovisual. Enquanto o RX é amplamente utilizado para reparação e restauração de áudio, o Ozone é voltado à masterização, o Neutron à mixagem e o Nectar ao processamento vocal.

“Minha visão sempre foi construir uma Boris FX na qual tudo o que você vê e tudo o que você ouve seja tratado por ferramentas desenvolvidas dentro do mesmo padrão”, afirmou Boris Yamnitsky, fundador e CEO da Boris FX, ao anunciar a operação.

A companhia também destacou a experiência da iZotope com processamento inteligente e machine learning. A combinação das tecnologias das duas empresas deverá reforçar o desenvolvimento de ferramentas para profissionais de áudio, vídeo e pós-produção.

O que muda para os usuários da iZotope?

Por enquanto, a Boris FX informa que os produtos, licenças e assinaturas da iZotope continuarão funcionando normalmente. O suporte e o desenvolvimento de produtos seguem sem interrupção, e as equipes responsáveis por RX, Ozone, Neutron e Nectar permanecem trabalhando nas respectivas linhas.

Os usuários também não precisam realizar mudanças imediatas em suas contas ou instalações.

A compra da iZotope reforça a estratégia de expansão da Boris FX para além dos efeitos visuais. O grupo passa a concentrar um conjunto cada vez maior de ferramentas para edição, imagem e áudio, aproximando-se de um ecossistema integrado para produção e pós-produção de conteúdo.

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Neumann homenageia Bon Scott com edição limitada do U 47 fet https://musicaemercado.org/neumann-u47-fet-bon-scott-edition/ https://musicaemercado.org/neumann-u47-fet-bon-scott-edition/#respond Fri, 10 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255978 Neumann homenageia Bon Scott com edição limitada do U 47 fet

Microfone que ajudou a definir o som vocal dos primeiros discos do AC/DC ganha série especial de apenas 300 unidades. A Neumann apresentou o U 47 fet Bon Scott Edition, edição especial e estritamente limitada de seu conhecido microfone de estúdio. Criado em parceria com o espólio de Bon Scott, o modelo homenageia o histórico […]

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Neumann homenageia Bon Scott com edição limitada do U 47 fet

Microfone que ajudou a definir o som vocal dos primeiros discos do AC/DC ganha série especial de apenas 300 unidades.

A Neumann apresentou o U 47 fet Bon Scott Edition, edição especial e estritamente limitada de seu conhecido microfone de estúdio. Criado em parceria com o espólio de Bon Scott, o modelo homenageia o histórico vocalista do AC/DC e a relação entre sua voz e um dos microfones mais importantes da história do rock.

A edição é baseada no atual U 47 fet reissue e mantém o mesmo som e desempenho técnico do modelo de produção. As diferenças estão na identidade visual e na apresentação voltada a colecionadores.

Nos anos 70, os produtores Harry Vanda e George Young escolheram o U 47 fet para gravar a voz de Bon Scott. Sua capacidade para lidar com altos níveis de pressão sonora e sua presença nos médios ajudaram a manter a voz do cantor definida diante das guitarras do AC/DC. O microfone foi usado em gravações da primeira fase da banda, incluindo o álbum Let There Be Rock.

Foto de Philip Morris

Edição de apenas 300 unidades

O U 47 fet Bon Scott Edition traz acabamento preto fosco, gráficos dedicados ao cantor e o nome e a assinatura de Bon Scott aplicados no corpo do microfone.

Cada unidade é numerada individualmente e acompanha uma caixa de madeira preta. O pacote inclui ainda um livreto para colecionadores com entrevista do produtor Harry Vanda.

Na parte técnica, o microfone mantém as características do U 47 fet atual. Ele suporta níveis de até 137 dB SPL, ou 147 dB SPL com o pad acionado, o que permite seu uso em vocais potentes, amplificadores de guitarra e baixo, bumbo e outras fontes de alto nível sonoro.

O U 47 fet foi apresentado originalmente em 1972 como sucessor solid state do U 47 valvulado. Desde seu retorno à produção, em 2014, o modelo voltou a ocupar espaço em estúdios para gravação de vozes, amplificadores e baterias.

A edição Bon Scott estará disponível a partir de 9 de julho de 2026, data em que o cantor completaria 80 anos. Serão produzidas apenas 300 unidades em todo o mundo.

Na América do Norte e na América do Sul, a venda será feita exclusivamente pela Sweetwater e Guitar Center. Parte da receita obtida com a edição será destinada à Support Act Australia, organização que apoia artistas e profissionais da indústria musical.

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Ninja Som assume operação da Foxtrot e reforça expansão no Nordeste https://musicaemercado.org/ninja-som-assume-operacao-da-foxtrot-e-reforca-expansao-no-nordeste/ https://musicaemercado.org/ninja-som-assume-operacao-da-foxtrot-e-reforca-expansao-no-nordeste/#respond Thu, 09 Jul 2026 22:28:04 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256101 ninja_foxtrot

A Ninja Som anunciou a incorporação da operação da Foxtrot, tradicional loja de instrumentos musicais e equipamentos de áudio de Salvador (BA). A unidade permanece no Shopping Bela Vista, mantendo a marca reconhecida pelo mercado local, mas passa a operar sob a gestão da Ninja Som. Segundo a empresa, a mudança contempla a adoção de […]

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ninja_foxtrot

A Ninja Som anunciou a incorporação da operação da Foxtrot, tradicional loja de instrumentos musicais e equipamentos de áudio de Salvador (BA). A unidade permanece no Shopping Bela Vista, mantendo a marca reconhecida pelo mercado local, mas passa a operar sob a gestão da Ninja Som.

Segundo a empresa, a mudança contempla a adoção de seus processos operacionais, política de abastecimento e padrão de atendimento, ampliando a disponibilidade de produtos e fortalecendo a presença da rede no mercado baiano.

Com a integração, a loja passa a contar com acesso ao portfólio comercializado pela Ninja Som em suas demais unidades, incluindo instrumentos musicais, áudio profissional, equipamentos para estúdios, soluções de sonorização, acessórios, produtos para DJs e sistemas de som ambiente.

foxtrot_ninja

A estratégia representa mais um movimento de expansão da Ninja Som, que vem consolidando sua atuação por meio do fortalecimento de operações regionais e da ampliação de sua capilaridade no mercado brasileiro.

Para a Foxtrot, a operação marca o início de uma nova fase, preservando o reconhecimento conquistado ao longo de sua trajetória no varejo especializado da Bahia, agora apoiada pela estrutura comercial e logística da Ninja Som.

A unidade continua atendendo no mesmo endereço:

Foxtrot (operada pela Ninja Som)
Shopping Bela Vista – 1º Piso
Alameda Euvaldo Luz, 92 – Horto Bela Vista
Salvador (BA)

O movimento acompanha uma tendência observada no varejo especializado de instrumentos musicais e áudio, na qual empresas buscam acelerar sua expansão por meio da incorporação de operações consolidadas, preservando a força das marcas regionais enquanto ampliam eficiência logística, disponibilidade de estoque e capacidade de atendimento.

Música & Mercado seguirá acompanhando os desdobramentos dessa nova etapa da operação da Ninja Som na Bahia.

Seção de baterias da FoxTrot/Ninja: grandes marcas
Seção de baterias da FoxTrot/Ninja: grandes marcas

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AlphaTheta apresenta CDJ-1500X, novo player DJ compacto e conectado https://musicaemercado.org/alphatheta-cdj-1500x-player-dj/ https://musicaemercado.org/alphatheta-cdj-1500x-player-dj/#respond Thu, 09 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255982 AlphaTheta apresenta CDJ-1500X, novo player DJ compacto e conectado

Multileitor herda recursos do CDJ-3000X e traz Wi-Fi, acesso a streaming e interação com o público pelo CoBeat. A AlphaTheta apresentou o CDJ-1500X, novo multileitor DJ desenvolvido para oferecer recursos de alto nível em um formato mais compacto e adaptável a cabines com diferentes configurações. O equipamento herda parte da filosofia de design e usabilidade […]

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AlphaTheta apresenta CDJ-1500X, novo player DJ compacto e conectado

Multileitor herda recursos do CDJ-3000X e traz Wi-Fi, acesso a streaming e interação com o público pelo CoBeat.

A AlphaTheta apresentou o CDJ-1500X, novo multileitor DJ desenvolvido para oferecer recursos de alto nível em um formato mais compacto e adaptável a cabines com diferentes configurações.

O equipamento herda parte da filosofia de design e usabilidade do CDJ-3000X, mas reduz suas dimensões e peso. Com 3,6 kg e corpo de 252,1 × 374,7 × 116,5 mm, o player foi pensado para espaços menores e setups que combinam diferentes unidades CDJ e mixers.

Um dos elementos centrais é a tela touch capacitiva de 10,1 polegadas, pela qual o DJ pode navegar entre fontes de áudio, visualizar formas de onda, BPM, tonalidade, cues e loops, além de ajustar diferentes parâmetros de reprodução.

Música por USB, nuvem e streaming

O CDJ-1500X traz Wi-Fi integrado e permite acessar bibliotecas armazenadas na nuvem por meio do rekordbox CloudDirectPlay. O equipamento também é compatível com StreamingDirectPlay para reprodução de músicas em serviços suportados, como Apple Music, Beatport Streaming e TIDAL.

O login pode ser feito por QR code ou NFC, reduzindo o tempo necessário para acessar bibliotecas e serviços antes da apresentação.

O player também oferece suporte ao OneLibrary e pode trabalhar com USB, dispositivos móveis, PC/Mac e softwares como rekordbox, djay Pro e Serato DJ Pro.

CoBeat leva pedidos do público para a tela do DJ

Um dos recursos que mais diferencia o CDJ-1500X é a compatibilidade com o CoBeat. A plataforma permite que o público envie pedidos de músicas e mensagens a partir de smartphones.

O DJ pode visualizar essas solicitações diretamente na tela do player, usando as informações como referência para entender o clima da pista e reagir ao público em tempo real.

O equipamento também permite escolher entre modos de tela claro e escuro e personalizar o LED frontal com 12 opções de cores. A AlphaTheta oferece ainda painéis laterais opcionais para adaptar o visual do player à cabine.

Na parte de áudio, a empresa informa que o CDJ-1500X utiliza uma arquitetura inspirada no CDJ-3000X, com circuitos digitais, analógicos e de alimentação ajustados para preservar a separação entre as faixas de frequência. A resposta declarada vai de 20 Hz a 20 kHz, com relação sinal/ruído de 105 dB.

Com o CDJ-1500X, a AlphaTheta amplia sua oferta para DJs que buscam acessar bibliotecas locais, nuvem e streaming a partir de um único player, além de mais flexibilidade para montar cabines compactas ou personalizadas.

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8 cuidados para proteger as mãos e tocar guitarra ou baixo melhor https://musicaemercado.org/cuidar-maos-guitarristas-baixistas-prevenir-lesoes/ https://musicaemercado.org/cuidar-maos-guitarristas-baixistas-prevenir-lesoes/#respond Thu, 09 Jul 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255966 8 cuidados para proteger as mãos e tocar guitarra ou baixo melhor

Postura, pausas, técnica e uma boa regulagem do instrumento podem ajudar a reduzir a sobrecarga e manter o desempenho por mais tempo. Para guitarristas e baixistas, as mãos são parte essencial de sua ferramenta de trabalho. Horas de estudo, ensaios, shows e sessões de gravação exigem movimentos repetitivos dos dedos, punhos, antebraços e ombros. No […]

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8 cuidados para proteger as mãos e tocar guitarra ou baixo melhor

Postura, pausas, técnica e uma boa regulagem do instrumento podem ajudar a reduzir a sobrecarga e manter o desempenho por mais tempo.

Para guitarristas e baixistas, as mãos são parte essencial de sua ferramenta de trabalho. Horas de estudo, ensaios, shows e sessões de gravação exigem movimentos repetitivos dos dedos, punhos, antebraços e ombros.

No caso do baixo, fatores como escala mais longa, maior distância entre os trastes e cordas mais grossas podem aumentar a exigência física. Na guitarra, bends, acordes abertos, técnicas rápidas e longas sessões de estudo também podem gerar tensão quando executados com força excessiva ou postura pouco eficiente.

Dor, rigidez, fraqueza, formigamento ou perda de sensibilidade não deveriam ser considerados simplesmente “parte da vida de músico”.

Cuidar do corpo também faz parte de tocar melhor. Alguns hábitos podem ajudar.

1. Não comece tocando no limite

Entrar diretamente em riffs rápidos, linhas complexas, bends intensos, slap ou exercícios de velocidade máxima pode exigir demais de uma musculatura que ainda está fria.

Comece com alguns minutos de movimentos leves das mãos e dedos e toque frases simples em baixa velocidade. No baixo, você pode iniciar com linhas básicas alternando os dedos da mão direita. Na guitarra, acordes abertos, escalas lentas ou exercícios cromáticos podem ajudar a aumentar a intensidade aos poucos.

O objetivo não é se cansar antes do estudo, mas preparar o corpo para o esforço.

2. Observe a posição do punho

Olhe para suas mãos enquanto toca. O punho está excessivamente dobrado? Você mantém uma posição forçada por longos períodos?

A altura da correia, o ângulo do braço e a posição do instrumento influenciam diretamente a postura.

Isso merece atenção especial em baixos de escala longa. Tocar com o instrumento muito baixo pode obrigar a mão esquerda a alcançar distâncias maiores e aumentar a flexão do punho ao chegar aos primeiros trastes.

Também vale comparar como você toca sentado e em pé. Se o instrumento muda completamente de altura entre o ensaio e o palco, suas mãos também terão que se adaptar a outra posição.

3. Use apenas a força necessária

Muitos guitarristas e baixistas utilizam mais força do que realmente precisam.

Faça um teste com a mão do braço: toque uma nota e reduza gradualmente a pressão até surgir o trastejamento. Depois, aumente levemente a pressão até que a nota volte a soar limpa.

Essa é uma boa referência da força realmente necessária.

A mesma lógica vale para a mão direita. Baixistas que tocam fingerstyle podem atacar as cordas com força excessiva. No slap, mais tensão também não significa necessariamente mais volume ou definição. Para guitarristas, apertar demais a palheta ou manter a mão rígida pode aumentar o cansaço e limitar a velocidade.

Eficiência não significa tocar sem energia. Significa usar a energia necessária.

4. Faça pausas durante sessões longas

Praticar durante horas sem parar não significa necessariamente praticar melhor.

Movimentos repetitivos e executados com força podem aumentar a carga sobre mãos, punhos, cotovelos e ombros. Por isso, inclua pausas regulares, principalmente ao estudar um trecho rápido, uma técnica nova ou um movimento repetido centenas de vezes.

Na pausa, solte as mãos, mude de posição e levante-se.

E um detalhe: passar todo o descanso digitando mensagens ou rolando a tela do celular também mantém os dedos em atividade repetitiva.

5. Ajuste o instrumento à sua forma de tocar

Uma guitarra ou um baixo difícil de tocar pode obrigar o músico a compensar com mais força.

Altura das cordas, calibre, ajuste do tensor, estado dos trastes e afinação utilizada mudam a sensação do instrumento.

No baixo, cordas de maior tensão e ação muito alta podem exigir mais das duas mãos. Na guitarra, uma regulagem inadequada pode dificultar bends, ligados e acordes.

Não existe um único setup perfeito para todos. Mas o instrumento deve responder ao estilo, à técnica e às necessidades físicas de quem toca.

Se você está constantemente lutando contra o instrumento, pode ser hora de revisar a regulagem antes de culpar suas mãos.

6. Não ignore a mão direita nem o restante do corpo

Quando se fala em desconforto ao tocar, muita gente observa apenas a mão do braço.

Mas a mão direita também trabalha intensamente.

Para baixistas, técnicas como fingerstyle, slap, tapping e uso contínuo de palheta envolvem repetição e esforço. Para guitarristas, alternate picking, tremolo picking, palm mute e longas sequências de levadas também exigem resistência.

Além disso, ombros elevados, pescoço inclinado e tensão no antebraço podem afetar a execução.

Observe se você prende a respiração ao tocar uma parte difícil, aperta a mandíbula ou eleva os ombros quando aumenta a velocidade. Esses pequenos sinais podem mostrar que você está usando mais tensão do que precisa.

7. Cuidado com o aumento repentino de prática

Tocar uma hora por dia e passar de repente para seis horas diárias antes de uma turnê, show ou gravação representa uma mudança importante de carga.

Isso acontece com frequência quando o músico recebe um repertório novo e precisa aprender muitas músicas em poucos dias.

A preparação física para tocar também precisa de progressão. Sempre que possível, aumente gradualmente o tempo e a dificuldade das sessões.

Antes de uma temporada intensa de shows, prepare também sua rotina de estudo para o volume de trabalho que encontrará.

8. Dor não é técnica de estudo

Existe diferença entre cansaço e dor persistente.

Dor em queimação ou pulsante, rigidez, fraqueza, formigamento, dormência, câimbras ou inchaço são sinais que merecem atenção.

Se os sintomas persistirem, piorarem ou começarem a afetar sua capacidade de tocar e realizar outras atividades, procure avaliação de um profissional de saúde.

Não tente “tocar por cima” da dor durante semanas esperando que desapareça. Também não copie exercícios de reabilitação de outro músico sem saber o que está causando seus sintomas.

Tocar melhor também significa tocar por mais tempo

Velocidade, precisão, groove e resistência não dependem apenas de quantas horas você passa com o instrumento.

Uma técnica eficiente usa a força necessária, uma postura funcional e uma carga de prática que o corpo consegue tolerar.

Para guitarristas e baixistas, cuidar das mãos, dos punhos, dos braços e da postura não é sinal de menor dedicação. É uma forma de manter a consistência necessária para estudar, gravar, ensaiar e subir ao palco durante muitos anos.

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Alessio Foti assume como co-CEO do Proel Group https://musicaemercado.org/alessio-foti-co-ceo-grupo-proel/ https://musicaemercado.org/alessio-foti-co-ceo-grupo-proel/#respond Wed, 08 Jul 2026 12:29:31 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256094 Alessio Foti assume como co-CEO do Proel Group

Executivo também passa a integrar o Conselho de Administração e antecipa nova fase voltada à tecnologia, estratégia internacional e desenvolvimento próprio. Alessio Foti anunciou sua entrada no Conselho de Administração do Proel Group e sua nomeação como co-CEO da empresa italiana, marcando o início de uma nova etapa na estrutura de liderança do grupo. O […]

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Alessio Foti assume como co-CEO do Proel Group

Executivo também passa a integrar o Conselho de Administração e antecipa nova fase voltada à tecnologia, estratégia internacional e desenvolvimento próprio.

Alessio Foti anunciou sua entrada no Conselho de Administração do Proel Group e sua nomeação como co-CEO da empresa italiana, marcando o início de uma nova etapa na estrutura de liderança do grupo.

O executivo comunicou a novidade em seu perfil no LinkedIn, onde agradeceu a Giacomo Sorbi pela confiança e destacou que a Proel inicia um novo capítulo, com estratégia renovada e maior atenção ao desenvolvimento tecnológico e à atuação internacional.

“Hoje começa uma nova versão da Proel S.p.A. Sob uma liderança renovada, uma estratégia mais ousada e uma nova energia. A alma continua a mesma. A ambição também”, afirmou Foti.

Tecnologia e presença internacional

Em sua mensagem, o novo co-CEO destacou que a Proel pretende ampliar os investimentos em novas tecnologias e adiantou que a empresa prepara projetos desenvolvidos integralmente internamente.

Segundo Foti, a estratégia também busca levar a cultura, a manufatura e a história italiana da Proel a uma presença internacional ainda mais ampla.

“Made in Italy não é apenas uma etiqueta para nós. É uma responsabilidade”, declarou.

O executivo também ressaltou a importância do relacionamento com colaboradores, fornecedores, distribuidores, clientes e com o próprio mercado. A proposta, segundo ele, é manter uma empresa mais presente nos diferentes territórios e próxima de seus parceiros comerciais.

Foti chega à nova função após uma trajetória internacional no mercado de áudio profissional e tecnologia musical, incluindo anos de atuação em empresas do setor.

Uma nova fase para a Proel

A Proel atua em diferentes áreas dos mercados de música e áudio profissional, com soluções relacionadas a sistemas de som, instalações, instrumentos musicais, microfones, iluminação e acessórios.

A mudança na liderança acontece em um momento de reorganização estratégica e expansão da companhia. Foti antecipou que a Proel prepara novas tecnologias e projetos desenvolvidos internamente, que deverão ser apresentados ao mercado nos próximos períodos.

“Não se trata de uma atualização incremental. É algo novo. Algo que só poderia surgir de uma empresa com a nossa história, nossa manufatura e nossa obsessão pelo que a música realmente merece”, afirmou.

Com a chegada de Alessio Foti como co-CEO e membro do Conselho de Administração, o Proel Group inicia um novo ciclo de gestão, com foco declarado em inovação, presença internacional e desenvolvimento tecnológico próprio.

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MegaBusiness 2026 da ProShows reúne lojistas em Campinas, São Paulo https://musicaemercado.org/megabusiness-2026/ https://musicaemercado.org/megabusiness-2026/#respond Wed, 08 Jul 2026 11:20:58 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256081 MegaBusiness 2026 da ProShows reúne lojistas em Campinas, São Paulo

Encontro de dois dias aproxima mais de 100 lojistas da importadora com lançamentos, demonstrações técnicas e leitura de varejo

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MegaBusiness 2026 da ProShows reúne lojistas em Campinas, São Paulo


Encontro de dois dias aproxima mais de 100 lojistas da importadora com lançamentos, demonstrações técnicas e leitura de varejo

A ProShows realiza nos dias 7 e 8 de julho, no Premium Hotel Campinas, a 4ª edição do MegaBusiness — encontro proprietário da importadora voltado a clientes e parceiros de todo o Brasil. A organização projeta mais de 100 lojistas presentes ao longo dos dois dias e posiciona a agenda como um dos grandes pontos de contato do mercado musical no interior paulista.

O formato mistura negócio, relacionamento e informação. Não é vitrine de produto: a ProShows usa o encontro para colar sua equipe ao cotidiano do balcão, mostrar as novidades das marcas que distribui e converter demonstração técnica em argumento de venda para quem revende.

Para quem acompanha os movimentos da Proshows, a empresa tem se mostrado uma das mais completas em soluções e complexa em ações. Fontes que estiveram presentes na abertura do Mega Business deste ano revelaram para a Música & Mercado que o evento está melhor estruturado que as edições anteriores.

A estrela deste ano é a linha de instrumentos de sopro Windorf, apresentada com um posicionamento premium com ótima relação de custo.

Showroom, treinamento e leitura de mercado

A programação reúne demonstrações práticas de áudio profissional, iluminação, instrumentos e tecnologia musical, com apresentações conduzidas por especialistas e representantes de marcas. A escolha do Premium Hotel Campinas conversa com esse desenho — a estrutura oferece 27 salas e capacidade para até 630 pessoas em auditório.

O portfólio da ProShows cobre microfones, instrumentos, mixagem e estúdio, com marcas como Behringer, Shure, DBR, Seetronic, Tc Electronic, Hohner, Benson, Hertom, Focusrite, Novation e Windorf. É essa amplitude que explica a lógica do evento: o lojista não sai com item avulso, sai com demonstração, suporte e segurança para montar o mix.

“Temos muitos artistas presentes, com pocket shows aguardados como Eli Soares, Rodrigo Suricato, Israel Salazar, Baruk e muitos mais”, reforça Joice Silva, gerente de marketing da ProShows.

Relacionamento como parte da venda

Vladimir de Souza, fundador da ProShows, resume o papel do encontro na conexão com o canal. “Quando nós nos conectamos, podemos mostrar as novidades, as novas marcas, os lançamentos e facilitar o acesso aos consumidores finais dessas linhas”, afirma.

Gabriel Moog, diretor de vendas da ProShows, reforça a leitura: o resultado esperado passa por negócio, mas também por relacionamento e pela compreensão do dia a dia do cliente. É o que define o MegaBusiness como convenção comercial com camada técnica e escuta de mercado, não como feira aberta ao público.

O histórico dá peso a essa leitura. Em 2025, a loja Adoração Viva, de Jundiaí, esteve presente e fechou parceria com a importadora, um exemplo público de como o encontro também funciona como ambiente de conversão.

A edição de 2026 consolida o MegaBusiness como plataforma de contato direto entre importadora, marcas e revenda. Num mercado em que reposição, margem, treinamento e escolha de mix pesam na compra, o valor do evento está em encurtar a distância entre produto, informação técnica e relação comercial.

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Roriz passa a distribuir Eastman no Brasil para o mercado institucional https://musicaemercado.org/eastman-roriz-brasil-distribuicao-institucional/ https://musicaemercado.org/eastman-roriz-brasil-distribuicao-institucional/#respond Wed, 08 Jul 2026 09:09:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255963 Roriz passa a distribuir Eastman no Brasil para o mercado institucional

Parceria amplia o acesso de bandas, orquestras, conservatórios e universidades às marcas do grupo Eastman Music Company. A Roriz Comércio e Importação passou a integrar a rede internacional de distribuidores autorizados da Eastman Music Company no Brasil. A atuação será dedicada ao segmento institucional e às licitações públicas em todo o país. A parceria amplia […]

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Roriz passa a distribuir Eastman no Brasil para o mercado institucional

Parceria amplia o acesso de bandas, orquestras, conservatórios e universidades às marcas do grupo Eastman Music Company.

A Roriz Comércio e Importação passou a integrar a rede internacional de distribuidores autorizados da Eastman Music Company no Brasil. A atuação será dedicada ao segmento institucional e às licitações públicas em todo o país.

A parceria amplia o portfólio da Roriz e aproxima instituições brasileiras de ensino e prática musical de marcas pertencentes ao grupo Eastman.

Fundada em 1992, a Eastman Music Company reúne empresas ligadas a diferentes segmentos dos instrumentos musicais. Entre as marcas do grupo estão Eastman Strings, Eastman Winds, Backun, S.E. Shires, Wm. S. Haynes, Willson e Malletech, além de outras companhias especializadas em sopros, cordas, percussão e acessórios.

No Brasil, o trabalho da Roriz estará voltado principalmente para bandas, orquestras, conservatórios, universidades, instituições de ensino e projetos musicais que adquirem instrumentos por meio de processos institucionais e licitações.

A entrada da Eastman no portfólio também reforça a estratégia da Roriz no fornecimento de instrumentos para esse mercado. A empresa atua há mais de 40 anos e mantém relações com grupos e marcas internacionais dos segmentos de sopros, percussão e instrumentos para bandas e orquestras.

Segundo a Roriz, a parceria busca ampliar o acesso do mercado brasileiro a instrumentos do grupo e conectar a estrutura comercial e de atendimento da empresa no país ao portfólio internacional da Eastman.

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Astera amplia QuikBeam com kit de oito luminárias pronto para produção https://musicaemercado.org/astera-quikbeam-8-unit-quikcase-kit/ https://musicaemercado.org/astera-quikbeam-8-unit-quikcase-kit/#respond Wed, 08 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255973 Astera amplia QuikBeam com kit de oito luminárias pronto para produção

QuikBeam 8-Unit QuikCase Kit reúne oito fixtures, baterias intercambiáveis e alimentação PowerFlow em um único case compacto A Astera ampliou sua família QuikBeam com o 8-Unit QuikCase Kit, solução que reúne oito luminárias QuikBeam, oito módulos PowerFlow, 16 baterias QuikBrick e dois ChargingDocks em um único case compacto. O pacote foi desenvolvido para eventos de […]

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Astera amplia QuikBeam com kit de oito luminárias pronto para produção

QuikBeam 8-Unit QuikCase Kit reúne oito fixtures, baterias intercambiáveis e alimentação PowerFlow em um único case compacto

A Astera ampliou sua família QuikBeam com o 8-Unit QuikCase Kit, solução que reúne oito luminárias QuikBeam, oito módulos PowerFlow, 16 baterias QuikBrick e dois ChargingDocks em um único case compacto.

O pacote foi desenvolvido para eventos de pequeno e médio porte, broadcast, produções corporativas e trabalhos de cinema e vídeo, com foco em agilizar montagem, transporte e preparação entre diferentes produções.

As oito luminárias podem operar sem fio com baterias QuikBrick ou conectadas à rede elétrica por meio do PowerFlow. O sistema permite alimentar várias unidades em cadeia a partir de uma única linha de energia, reduzindo cabeamento e simplificando o rigging em montagens com limitações elétricas.

As baterias QuikBrick são hot-swappable e podem ser carregadas por PoE, ChargingDock ou USB-C. O kit inclui 16 unidades, permitindo manter conjuntos carregados e realizar trocas rápidas entre trabalhos.

Zoom Fresnel e implantação rápida

A QuikBeam é uma luminária Fresnel compacta de fonte única, com zoom QuikTurn de 13° a 60°, motor LED Titan e recurso OutputGain. O equipamento pode ser usado como uplight em eventos ou como pequeno spotlight em produções audiovisuais.

Apresentada originalmente pela Astera na ISE 2026, a QuikBeam recebeu reconhecimentos em eventos como ISE, NAB e InfoComm. Segundo a empresa, o desenvolvimento do novo kit de oito unidades também surgiu a partir do feedback de usuários que buscavam uma configuração maior e preparada para trocas rápidas entre produções.

O 8-Unit QuikCase Kit se soma ao 4-Unit PrepCase Kit e ao 2-Unit BackPack Kit, ampliando as opções de transporte e operação dentro da família QuikBeam.

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