Música & Mercado https://musicaemercado.org/ A música sob o viés do trabalho e negócios Wed, 14 Oct 2026 12:24:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Música & Mercado https://musicaemercado.org/ 32 32 A IA já pode ser o segundo vendedor da sua loja? https://musicaemercado.org/inteligencia-artificial-vendas-loja-instrumentos/ https://musicaemercado.org/inteligencia-artificial-vendas-loja-instrumentos/#respond Wed, 14 Oct 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258515 A IA já pode ser o segundo vendedor da sua loja?

Atendimento inicial, acompanhamento de orçamentos, comparação de produtos e conhecimento interno são tarefas em que a inteligência artificial já pode apoiar o varejo musical. Um cliente pergunta pelo WhatsApp: “Qual interface vocês recomendam para gravar voz e guitarra?” Outro quer saber se determinado pedal funcionará com seu amplificador. Um terceiro pediu um orçamento há três […]

O post A IA já pode ser o segundo vendedor da sua loja? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
A IA já pode ser o segundo vendedor da sua loja?

Atendimento inicial, acompanhamento de orçamentos, comparação de produtos e conhecimento interno são tarefas em que a inteligência artificial já pode apoiar o varejo musical.

Um cliente pergunta pelo WhatsApp:

“Qual interface vocês recomendam para gravar voz e guitarra?”

Outro quer saber se determinado pedal funcionará com seu amplificador.

Um terceiro pediu um orçamento há três dias e nunca respondeu.

Enquanto isso, o vendedor está atendendo alguém dentro da loja.

É nesse tipo de situação — e não necessariamente em cenários futuristas — que a inteligência artificial começa a encontrar aplicações concretas no comércio.

O segundo vendedor não precisa fechar a venda

Pense na IA como um assistente.

Ela pode organizar a primeira conversa:

“Qual instrumento você vai gravar?”

“Quantas entradas você precisa?”

“Vai usar computador ou celular?”

“Qual é o seu orçamento?”

Quando o vendedor retomar a conversa, uma parte do diagnóstico já estará pronta.

Isso não significa entregar a decisão à máquina. Significa utilizar a tecnologia para coletar informações básicas antes que o atendimento humano comece de fato.

Follow-up: onde muitas vendas desaparecem

Quantos orçamentos sua loja enviou este mês?

Quantos receberam acompanhamento?

Uma aplicação simples da IA é ajudar a organizar esses contatos: identificar propostas sem resposta, preparar mensagens personalizadas e lembrar o vendedor de quando retomar uma conversa.

A decisão comercial continua sendo humana.

A tecnologia reduz o trabalho operacional.

Uma base de conhecimento para a equipe

Existe outra aplicação menos visível.

A loja pode organizar manuais, fichas técnicas e documentação em uma base interna que possa ser consultada pelos vendedores.

Em vez de procurar uma especificação em cinco páginas diferentes, o funcionário consulta o sistema.

Mas existe uma condição fundamental:

a qualidade da resposta dependerá da qualidade das informações utilizadas.

Documentação desatualizada, especificações incorretas ou informações incompletas podem fazer a IA reproduzir o mesmo problema em escala.

E se a IA recomendar o produto errado?

Esse é o ponto que não deve ser ignorado.

Uma IA pode responder com muita segurança e estar errada.

Em equipamentos musicais e áudio profissional, isso pode significar recomendar uma conexão incorreta, potência inadequada ou um produto incompatível.

Por isso, utilizar IA para auxiliar uma venda não elimina a necessidade de validação técnica.

Quanto maior o impacto de uma recomendação equivocada, maior deve ser a participação humana no processo.

IA + vendedor, não IA contra vendedor

A oportunidade imediata provavelmente não está em substituir pessoas.

Está em eliminar tarefas repetitivas e dar ao vendedor mais tempo para aquilo em que ele pode gerar maior valor: diagnóstico, demonstração, negociação e relacionamento com o cliente.

A máquina pode preparar a conversa.

A confiança continua sendo responsabilidade da loja.

5 tarefas que você pode testar com IA

  1. Resumir fichas técnicas.
  2. Preparar comparações entre produtos.
  3. Criar follow-ups de orçamentos.
  4. Sugerir perguntas para diagnosticar necessidades.
  5. Organizar as perguntas frequentes de clientes e vendedores.

Ação para segunda-feira: escolha apenas uma tarefa repetitiva e utilize IA durante uma semana. Meça o tempo economizado e os erros encontrados antes de ampliar seu uso.

O post A IA já pode ser o segundo vendedor da sua loja? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/inteligencia-artificial-vendas-loja-instrumentos/feed/ 0
GLP reúne 223 fixtures no CLOUT Festival e amplia presença em riders técnicos https://musicaemercado.org/glp-clout-festival-riders-locadoras-iluminacao/ https://musicaemercado.org/glp-clout-festival-riders-locadoras-iluminacao/#respond Wed, 14 Oct 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258533 GLP reúne 223 fixtures no CLOUT Festival e amplia presença em riders técnicos

JDC Burst 1, JDC2 IP, Creos e WildBar 16 foram usados nos dois palcos do festival polonês, em uma operação que mostra como disponibilidade e aceitação em riders podem influenciar o mercado de locação. Um equipamento de iluminação não gera valor para uma locadora apenas por suas características técnicas. Também importa quantas produções o solicitam, […]

O post GLP reúne 223 fixtures no CLOUT Festival e amplia presença em riders técnicos apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
GLP reúne 223 fixtures no CLOUT Festival e amplia presença em riders técnicos

JDC Burst 1, JDC2 IP, Creos e WildBar 16 foram usados nos dois palcos do festival polonês, em uma operação que mostra como disponibilidade e aceitação em riders podem influenciar o mercado de locação.

Um equipamento de iluminação não gera valor para uma locadora apenas por suas características técnicas. Também importa quantas produções o solicitam, se os programadores já sabem operá-lo e se é possível encontrar unidades adicionais quando um projeto exige mais equipamentos do que o estoque próprio.

Esse componente comercial aparece por trás da utilização de 223 fixtures GLP nos dois palcos do CLOUT Festival 2026, um dos principais festivais de hip-hop da Polônia.

A produção técnica, realizada pela ARAM, utilizou 60 JDC Burst 1, 74 JDC2 IP, 50 Creos e 39 WildBar 16.

Para a AV LIGHT, distribuidora oficial da GLP na Polônia, o projeto também reflete o aumento da presença da fabricante nos inventários de locadoras e nos riders técnicos do mercado local.

Quando estar no rider aumenta o valor do equipamento

O JDC Burst 1 é um dos exemplos destacados pela empresa. O fixture híbrido resistente às intempéries já integra o inventário de diferentes locadoras polonesas e aparece com maior frequência em produções de shows e festivais.

Para uma locadora, essa aceitação pode ter impacto direto na utilização do ativo. Um equipamento solicitado por designers, conhecido pelos programadores e disponível em diferentes fornecedores pode atender a um número maior de produções e permite complementar quantidades por meio de sublocação quando necessário.

O JDC Burst 1 reúne strobe, wash, efeitos de pixels e recursos gráficos em um único fixture, permitindo alternar entre ataques de branco, áreas de cor, sequências de pixels e efeitos de strobe.

Fixtures entram na arquitetura visual

Os 74 JDC2 IP foram utilizados em grupos para criar movimentos, ondas, gradientes e efeitos gráficos em maior escala.

A aplicação acompanha uma tendência do lighting design contemporâneo: o fixture deixa de atuar somente como fonte de luz e passa a integrar a própria arquitetura visual do palco.

O JDC2 IP também possui construção IP65, característica relevante para produções realizadas ao ar livre.

O sistema foi complementado por 50 Creos, empregados em washes de grandes áreas e como elementos visuais, e 39 WildBar 16, responsáveis por estruturas lineares e gráficas. Os dois modelos também oferecem proteção IP65.

A ARAM respondeu pelo planejamento, logística, instalação, configuração e suporte técnico dos sistemas de iluminação e multimídia dos dois palcos.

Com artistas internacionais e diferentes equipes de turnê utilizando uma infraestrutura comum, a produção também mostra por que padronização, disponibilidade no mercado e presença em riders podem pesar ao lado das especificações técnicas nas decisões de investimento das locadoras.

Crédito de fotos: ARAM

O post GLP reúne 223 fixtures no CLOUT Festival e amplia presença em riders técnicos apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/glp-clout-festival-riders-locadoras-iluminacao/feed/ 0
Espanha: Montarbo Nettuno equipa a igreja Pasión por Cristo https://musicaemercado.org/montarbo-nettuno-igreja-pasion-cristo/ https://musicaemercado.org/montarbo-nettuno-igreja-pasion-cristo/#respond Tue, 13 Oct 2026 10:12:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258577 Espanha: Montarbo Nettuno equipa a igreja Pasión por Cristo

A Montarbo reforça sua presença no mercado de instalações profissionais com um novo sistema da série Nettuno na igreja Pasión por Cristo, localizada em Madri, na Espanha. Com capacidade para 1.700 pessoas, o espaço precisava de uma solução de sonorização capaz de combinar potência, inteligibilidade e cobertura uniforme, tanto para a palavra falada quanto para as apresentações musicais que […]

O post Espanha: Montarbo Nettuno equipa a igreja Pasión por Cristo apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Espanha: Montarbo Nettuno equipa a igreja Pasión por Cristo

A Montarbo reforça sua presença no mercado de instalações profissionais com um novo sistema da série Nettuno na igreja Pasión por Cristo, localizada em Madri, na Espanha.

Com capacidade para 1.700 pessoas, o espaço precisava de uma solução de sonorização capaz de combinar potência, inteligibilidade e cobertura uniforme, tanto para a palavra falada quanto para as apresentações musicais que fazem parte de suas celebrações e dos shows de artistas cristãos de renome.

O sistema principal é composto por 16 Nettuno L28, distribuídos em dois arrays suspensos, com oito módulos de cada lado. Essa configuração proporciona uma cobertura ampla e homogênea, da primeira à última fileira, oferecendo a clareza e a definição necessárias para garantir uma experiência sonora consistente a todos os presentes.

A reprodução das baixas frequências fica por conta de oito Nettuno S182, instalados em uma configuração de quatro subwoofers de cada lado. A combinação dos L28 com os S182 proporciona ao sistema a pressão sonora, a dinâmica e a extensão de graves necessárias para reproduzir música ao vivo com energia e precisão.

A instalação é complementada no palco por dois Nettuno W15, utilizados como monitores para os palestrantes. Seu projeto coaxial de duas vias, com woofer de 15 polegadas, amplificação de 1.000 W RMS e DSP integrado, oferece uma fonte sonora coerente e elevada inteligibilidade, proporcionando uma referência clara e potente durante as apresentações.

O resultado é uma solução completa e versátil que permite à igreja Pasión por Cristo oferecer uma experiência sonora de alto nível a uma congregação numerosa, demonstrando a capacidade da Montarbo de atender às exigências de grandes espaços de culto e apresentações de música ao vivo.

O post Espanha: Montarbo Nettuno equipa a igreja Pasión por Cristo apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/montarbo-nettuno-igreja-pasion-cristo/feed/ 0
Como uma marca deve preparar sua presença em uma feira musical https://musicaemercado.org/como-uma-marca-deve-preparar-sua-presenca-em-uma-feira-musical/ https://musicaemercado.org/como-uma-marca-deve-preparar-sua-presenca-em-uma-feira-musical/#respond Mon, 12 Oct 2026 09:22:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258500 Como uma marca deve preparar sua presença em uma feira musical

Para expositores e patrocinadores, participar de uma feira musical não deveria se limitar a contratar um estande. O resultado depende da preparação antes, da execução durante e do acompanhamento depois do evento. Uma feira musical pode abrir portas para uma marca. Mas também pode expor a falta de planejamento. O erro mais comum de muitos […]

O post Como uma marca deve preparar sua presença em uma feira musical apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Como uma marca deve preparar sua presença em uma feira musical

Para expositores e patrocinadores, participar de uma feira musical não deveria se limitar a contratar um estande. O resultado depende da preparação antes, da execução durante e do acompanhamento depois do evento.

Uma feira musical pode abrir portas para uma marca. Mas também pode expor a falta de planejamento.

O erro mais comum de muitos expositores é tratar o evento como uma ação isolada: montar o estande, levar produtos, esperar visitantes e medir o resultado pela quantidade de cartões recebidos. Esse modelo ainda pode gerar contatos, mas raramente aproveita todo o potencial de uma feira moderna.

Hoje, uma marca precisa chegar com objetivos comerciais claros, equipe treinada, agenda organizada, produtos bem selecionados, material de comunicação preparado e plano de acompanhamento para os dias posteriores.

Em eventos como a Conecta+ Música & Mercado, cuja proposta para 2026 combina exposição profissional, congresso e agenda de negócios, a presença de uma marca deve ser pensada como parte de uma plataforma de relacionamento com o mercado, e não apenas como uma vitrine temporária. O evento está previsto para reunir empresas, profissionais, conteúdo especializado, reuniões e oportunidades comerciais em um mesmo ambiente. 

Definir o objetivo antes de contratar o espaço

O primeiro passo é decidir por que a marca estará na feira.

Pode parecer óbvio, mas muitas empresas participam sem uma meta concreta. Querem “estar presentes”, “mostrar marca” ou “ver o que acontece”. Isso é insuficiente.

Uma marca pode ir a uma feira para lançar produto, abrir distribuidores, reforçar relacionamento com lojas, captar leads, encontrar representantes, capacitar o canal, gerar conteúdo, apresentar uma nova categoria, reposicionar a empresa ou apoiar uma estratégia institucional.

Cada objetivo exige uma preparação diferente.

Se o objetivo é vender para lojas, a equipe deve levar condições comerciais, margens, política de reposição e argumentos de venda. Se o foco é branding, o estande deve comunicar posicionamento com clareza. Se a meta é capacitação, as demonstrações devem ser organizadas como conteúdo educativo. Se a prioridade é captar distribuidores, a marca deve preparar informações sobre território, logística, suporte e portfólio.

Sem objetivo, o estande vira decoração.

Escolher quais produtos mostrar

Uma feira não deve ser usada para levar todo o catálogo sem critério.

O visitante tem pouco tempo. A marca deve decidir quais produtos merecem protagonismo, quais linhas precisam de explicação, quais lançamentos têm potencial comercial e quais soluções respondem a demandas reais do mercado.

Para fabricantes, distribuidores e importadores, a seleção deve considerar três grupos: produtos de imagem, produtos de giro e produtos estratégicos.

Os produtos de imagem ajudam a chamar atenção e reforçar posicionamento. Os produtos de giro mostram oportunidades para lojas e revendedores. Os produtos estratégicos abrem novas categorias, mercados ou aplicações.

O ideal é construir uma narrativa: que problema a marca resolve, para quem, com quais produtos e com qual respaldo.

Mostrar muito sem hierarquia pode confundir. Mostrar menos, mas com discurso claro, pode vender melhor.

Preparar o argumento comercial

Uma marca não deve esperar que o visitante entenda sozinho.

Cada produto exposto precisa de um argumento. Não basta dizer que é novo, potente, versátil ou profissional. É necessário explicar para quem foi pensado, que problema resolve, que diferença tem diante de outras opções e como pode gerar resultado para uma loja, músico, técnico, escola, igreja, estúdio ou integrador.

Para o varejo, o argumento deve incluir margem, giro, reposição, suporte, garantia, treinamento e material de venda.

Para o usuário profissional, deve incluir aplicação, desempenho, confiabilidade, compatibilidade, instalação, assistência técnica e casos de uso.

Para educadores e escolas, deve incluir facilidade de uso, durabilidade, método, manutenção e possibilidade de compra em volume.

Um bom argumento comercial não é um discurso longo. É uma explicação clara que ajuda o visitante a decidir se aquela solução faz sentido para sua realidade.

Treinar a equipe antes do evento

O estande é tão forte quanto a equipe que o atende.

Uma marca pode investir em design, iluminação, telas e produtos, mas perder oportunidades se a equipe não souber escutar, explicar, registrar contatos e conduzir reuniões.

Antes da feira, todos devem saber quais produtos serão destacados, quais mensagens são prioritárias, que perguntas devem fazer ao visitante, que informação deve ser registrada e quando uma conversa deve ser encaminhada a um responsável comercial.

Também é importante diferenciar funções. Nem todos no estande devem fazer a mesma coisa. Algumas pessoas podem receber visitantes, outras fazer demonstrações, outras atender contas estratégicas e outras cuidar de conteúdo ou imprensa.

O treinamento deve incluir respostas para perguntas difíceis: preço, disponibilidade, garantia, venda direta, política para lojas, suporte técnico e comparação com concorrentes.

Feira não é lugar para improvisar discurso.

Organizar a agenda de reuniões

Esperar apenas o tráfego espontâneo do corredor é desperdiçar oportunidade.

A marca deve ativar sua base antes do evento: lojas, distribuidores, representantes, clientes atuais, leads antigos, artistas, técnicos, educadores, integradores, imprensa e possíveis parceiros.

O convite deve ser objetivo. Não basta dizer “visite-nos na feira”. É melhor propor uma razão concreta: conhecer um lançamento, revisar condições comerciais, participar de uma demonstração, agendar uma reunião de 20 minutos ou conversar sobre oportunidades de distribuição.

Na Conecta+, a lógica de agenda e matchmaking pode ajudar a dar mais direção às reuniões. Para a marca, isso significa chegar com parte do trabalho comercial iniciado antes de abrir o pavilhão.

Uma boa agenda deve combinar reuniões confirmadas, espaços livres para oportunidades imprevistas e horários de demonstração.

Pensar o estande como ponto de experiência

Um estande não deve ser apenas exposição. Deve ser experiência.

No mercado musical, a demonstração tem peso porque o produto precisa ser ouvido, tocado, comparado ou entendido em uso. Instrumentos, áudio, iluminação, software, acessórios e soluções educacionais funcionam melhor quando o visitante vê aplicação prática.

A marca deve preparar demonstrações curtas, claras e repetíveis. Uma boa demonstração não precisa ser longa. Precisa mostrar o problema, a solução e o benefício.

Também vale pensar em diferentes públicos. A mesma interface de áudio pode ser apresentada para home studio, escola, criador de conteúdo ou loja. O mesmo sistema de som pode ser explicado para igreja, pequeno venue, locadora ou integrador.

A experiência deve ajudar a vender. Não apenas entreter.

Preparar conteúdo antes, durante e depois

A presença em uma feira também deve alimentar a comunicação da marca.

Antes do evento, a empresa pode anunciar participação, apresentar produtos que serão mostrados, convidar públicos específicos e agendar reuniões.

Durante a feira, pode produzir Reels, entrevistas curtas, testes de produto, fotos com clientes, registros de demonstrações, conteúdo técnico e publicações para LinkedIn, Instagram, YouTube Shorts, TikTok, newsletter e imprensa.

Depois do evento, pode publicar resumos, responder dúvidas, enviar materiais, ativar leads, destacar lançamentos e mostrar resultados.

O conteúdo aumenta a vida útil do evento. Uma participação de três dias pode gerar comunicação por várias semanas se a marca planejar bem.

Registrar leads com contexto

Coletar contatos sem classificação é um dos maiores desperdícios de uma feira.

A marca deve definir antes que informação precisa registrar: nome, empresa, cargo, cidade, perfil do visitante, interesse principal, produto discutido, etapa de compra, urgência, potencial e próxima ação.

Um lead de loja não deve ser tratado como um lead de músico. Um comprador institucional não exige o mesmo acompanhamento que um artista. Um técnico interessado em especificação não tem a mesma necessidade de um distribuidor potencial.

A classificação permite priorizar. Sem contexto, a base vira uma lista fria. Com contexto, transforma-se em pipeline comercial.

Medir resultados além do número de visitantes

O sucesso de uma marca em uma feira não deve ser medido apenas pela quantidade de pessoas no estande.

Indicadores mais úteis incluem reuniões realizadas, leads qualificados, propostas solicitadas, distribuidores interessados, lojas prospectadas, pedidos abertos, conteúdos gerados, menções na imprensa, contatos estratégicos, demonstrações realizadas e oportunidades de acompanhamento.

Também há métricas qualitativas: que objeções apareceram, quais produtos despertaram mais interesse, que argumentos funcionaram, quais dúvidas se repetiram e que categoria mostrou mais potencial.

Essa informação pode orientar decisões comerciais depois do evento.

Planejar o pós-evento antes da feira

O acompanhamento não deve ser decidido depois. Deve ser preparado antes.

A marca deve saber quem responderá os leads, em que prazo, com qual material, por qual canal e com qual objetivo. Também deve separar modelos de e-mail, catálogos, listas de preços, apresentações comerciais, vídeos de produto e materiais de capacitação.

O ideal é contatar leads prioritários nos primeiros dias depois do evento, enquanto a conversa ainda está fresca.

Um bom pós-evento pode transformar interesse em pedido, reunião, demonstração, capacitação ou negociação. Sem acompanhamento, parte do investimento se perde.

Patrocinadores: presença exige narrativa

Para patrocinadores, a preparação deve ir além do logo nas peças de comunicação.

O patrocínio precisa ter uma narrativa clara: por que a marca apoia o evento, que setor quer fortalecer, que comunidade deseja alcançar e que mensagem quer deixar.

Um patrocinador pode ativar conteúdo, experiências, lounges, ações com artistas, palestras, demonstrações, reuniões estratégicas, campanhas digitais e relações institucionais.

A pergunta central é: o que queremos que o público associe à nossa marca depois da feira?

Quando essa resposta existe, o patrocínio deixa de ser visibilidade genérica e vira posicionamento.

Participar é fácil. Aproveitar exige método

Uma feira musical pode gerar vendas, relações, conteúdo, aprendizado e posicionamento. Mas nada disso acontece sozinho.

Para expositores e patrocinadores, a preparação deve cobrir todo o ciclo: objetivo, produto, equipe, agenda, estande, conteúdo, leads, métricas e acompanhamento.

A marca que chega preparada conversa melhor, demonstra melhor, registra melhor e vende melhor depois.

Em um mercado cada vez mais competitivo, estar em uma feira já não é suficiente. A diferença está em como a marca usa esse espaço para transformar presença em relacionamento comercial, autoridade e oportunidade real.

O post Como uma marca deve preparar sua presença em uma feira musical apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/como-uma-marca-deve-preparar-sua-presenca-em-uma-feira-musical/feed/ 0
Sua loja vende produtos ou resolve problemas? https://musicaemercado.org/loja-vende-produtos-ou-resolve-problemas/ https://musicaemercado.org/loja-vende-produtos-ou-resolve-problemas/#respond Mon, 12 Oct 2026 09:02:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258509 Sua loja vende produtos ou resolve problemas?

Se preços, especificações e avaliações estão disponíveis na internet, o que ainda faz um consumidor precisar de uma loja especializada? Durante muito tempo, uma das principais funções de uma loja de instrumentos musicais era dar acesso ao produto. O consumidor precisava entrar no estabelecimento para conhecer uma guitarra, ouvir um sistema de som, comparar teclados […]

O post Sua loja vende produtos ou resolve problemas? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Sua loja vende produtos ou resolve problemas?

Se preços, especificações e avaliações estão disponíveis na internet, o que ainda faz um consumidor precisar de uma loja especializada?

Durante muito tempo, uma das principais funções de uma loja de instrumentos musicais era dar acesso ao produto. O consumidor precisava entrar no estabelecimento para conhecer uma guitarra, ouvir um sistema de som, comparar teclados ou entender as diferenças entre dois microfones.

A internet mudou essa lógica.

Hoje, antes de chegar ao balcão, o cliente pode ter assistido a dez demonstrações, comparado preços, lido avaliações e estudado especificações. Em alguns casos, conhece mais sobre determinado produto do que um vendedor generalista.

Isso não torna a loja menos importante. Mas muda a pergunta que ela precisa responder.

Se toda a informação está disponível online, qual valor a loja acrescenta à compra?

Informação não é o mesmo que solução

Imagine um cliente procurando uma interface de áudio.

Ele pode encontrar centenas de modelos online. O problema começa depois: quantas entradas realmente precisa? Vai gravar uma bateria? Precisa de MIDI? Qual microfone utilizará? O computador possui as conexões adequadas? Precisa de monitoramento direto?

A ficha técnica explica o que o produto faz. Um bom vendedor ajuda a determinar se aquele produto resolve a necessidade específica daquele cliente.

É nesse ponto que o comércio especializado recupera uma vantagem.

A venda começa antes da recomendação

Um erro frequente é apresentar produtos cedo demais.

“Qual microfone você está procurando?”

Talvez a primeira pergunta devesse ser:

“Para que você vai usar o microfone?”

Podcast, voz ao vivo, bateria, streaming e gravação doméstica podem exigir soluções muito diferentes.

Quanto melhor for o diagnóstico, menor será a possibilidade de uma recomendação equivocada.

A loja pode vender a solução completa

Aqui também aparece uma oportunidade para aumentar o tíquete médio.

Quem vende apenas uma interface compete em preço com dezenas de lojas. Quem entende que o cliente está montando um home studio pode identificar uma necessidade completa:

interface + microfone + cabo + pedestal + fones de ouvido + monitores.

Não se trata de acrescentar acessórios desnecessários. Trata-se de evitar que o consumidor leve apenas uma parte da solução.

Essa mudança de abordagem também altera a conversa sobre preço. Em vez de comparar somente quanto custa um produto, o cliente passa a avaliar quanto custa montar uma solução que efetivamente funcione para aquilo que pretende fazer.

O pós-venda também faz parte do produto

No comércio especializado, a experiência não termina no caixa.

Configuração, compatibilidade, instalação e dúvidas de uso fazem parte do processo. Quanto mais técnico for o produto, maior pode ser o valor desse suporte.

A loja física pode competir justamente onde o comércio puramente transacional encontra mais dificuldades: contexto, experiência, demonstração e relacionamento com o cliente.

Isso também ajuda a explicar por que duas lojas que vendem exatamente o mesmo produto podem entregar propostas de valor completamente diferentes.

Uma vende uma caixa.

A outra ajuda o cliente a colocá-la para funcionar.

A pergunta para o lojista

Se o mesmo produto da sua prateleira aparece em dezenas de sites, talvez sua vantagem competitiva não esteja no produto.

Pode estar em fazer com que o cliente saia da loja pensando:

“Agora sei exatamente o que preciso comprar.”

5 perguntas antes de recomendar um produto

  1. O que você quer fazer com esse equipamento?
  2. Quais equipamentos você já possui?
  3. Onde você vai utilizá-lo?
  4. Qual problema está tentando resolver?
  5. O que você precisa agora e o que pode ficar para uma segunda compra?

Ação para segunda-feira: escolha uma categoria importante da loja e peça à equipe que prepare cinco perguntas de diagnóstico que deverão ser feitas antes de apresentar qualquer produto.

O post Sua loja vende produtos ou resolve problemas? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/loja-vende-produtos-ou-resolve-problemas/feed/ 0
DiGiCo Quantum6³⁸ combina alta capacidade e workflow familiar para grandes produções https://musicaemercado.org/digico-quantum638-console-digital-audio/ https://musicaemercado.org/digico-quantum638-console-digital-audio/#respond Fri, 09 Oct 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258480 DiGiCo Quantum6³⁸ combina alta capacidade e workflow familiar para grandes produções

Nova console oferece 256 canais de entrada, opções com um ou dois engines e versão específica para teatro, mantendo uma superfície próxima em tamanho e operação às SD7. Em produções de grande porte, aumentar a capacidade de uma console pode significar também trocar de superfície, modificar workflows e exigir uma nova adaptação dos operadores. Com […]

O post DiGiCo Quantum6³⁸ combina alta capacidade e workflow familiar para grandes produções apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
DiGiCo Quantum6³⁸ combina alta capacidade e workflow familiar para grandes produções

Nova console oferece 256 canais de entrada, opções com um ou dois engines e versão específica para teatro, mantendo uma superfície próxima em tamanho e operação às SD7.

Em produções de grande porte, aumentar a capacidade de uma console pode significar também trocar de superfície, modificar workflows e exigir uma nova adaptação dos operadores. Com a Quantum6³⁸, a DiGiCo procura reduzir parte desse problema ao combinar a arquitetura da plataforma Quantum com elementos de operação conhecidos pelos usuários das SD7 e SD5.

A nova console ocupa uma posição entre a Quantum8³² e a Quantum3³⁸ Pulse, preenchendo no portfólio um espaço anteriormente ocupado pelas SD7 e SD5. São 256 canais de entrada e 128 buses auxiliares/subgrupos, todos com processamento completo.

Mais capacidade sem abandonar um workflow conhecido

Um dos pontos centrais da Quantum6³⁸ está na superfície de controle.

A console possui três telas LCD touch de 17 polegadas, 38 faders motorizados sensíveis ao toque de 100 mm e dois faders Master dedicados.

Para operadores familiarizados com a SD7, a DiGiCo manteve elementos como os controles Gain/Trim na parte superior dos canais, ao mesmo tempo em que incorporou novos recursos da plataforma Quantum.

Na prática, a proposta é reduzir o esforço de adaptação em situações nas quais o operador precisa acessar rapidamente canais, macros, snapshots e outras funções durante uma produção.

Um ou dois engines conforme a operação

A Quantum6³⁸ é a primeira console da linha Quantum oferecida em configurações single-engine e dual-engine.

Isso permite escolher a arquitetura de acordo com a aplicação, o nível de redundância necessário e o orçamento disponível. A versão dual-engine também pode ser utilizada no modo single-engine.

As duas configurações contam com dois slots para cartões DMI e fontes de alimentação hot-swappable.

Para teatros, turnês e produções nas quais uma interrupção pode comprometer todo o espetáculo, essa possibilidade permite dimensionar a redundância conforme a criticidade de cada operação.

Quantum6³⁸T tem recursos específicos para teatro

A fabricante também oferece a Quantum6³⁸T, equipada com extensão de software voltada ao mercado teatral.

Entre os recursos estão Auto Update, Aliases, Players, ferramentas avançadas de programação de Control Groups e Matrix Nodal Delays.

A configuração atende especialmente musicais, peças, turnês e instalações que trabalham com grande quantidade de cues, mudanças de cena e automações.

Outro ponto é o espaço físico: segundo a DiGiCo, a superfície possui footprint praticamente idêntico ao da SD7. Isso pode facilitar atualizações em teatros e cabines técnicas onde aumentar a capacidade de processamento sem ampliar a área ocupada é uma necessidade.

Processamento para produções complexas

Além dos 256 canais e 128 buses auxiliares/subgrupos, a Quantum6³⁸ possui matriz 48 × 48 com processamento completo.

A arquitetura oferece ainda 128 instâncias de Nodal Processing, 64 strips de Mustard Processing, 16 slots Spice Rack e True Solo.

Na conectividade, a console traz Dante integrado e Fourier Interface Card para integração nativa, a partir da superfície, com a plataforma transform.engine da Fourier Audio.

Onde a Quantum6³⁸ pode fazer diferença

A Quantum6³⁸ não é simplesmente uma proposta de adicionar mais canais a uma console digital. O problema que procura resolver aparece principalmente em operações de maior escala, nas quais capacidade de processamento, quantidade de buses, redundância e velocidade de acesso precisam coexistir.

Teatro é um dos focos evidentes, especialmente com a versão Quantum6³⁸T, mas a fabricante também posiciona a console para shows, festivais, turnês, instalações e espaços de worship.

Para operadores e empresas que já trabalham com SD7 ou SD5, um dos argumentos mais relevantes pode estar justamente na transição: adotar recursos da geração Quantum preservando elementos de um workflow já conhecido pela equipe técnica.

Veja mais neste vídeo.

O post DiGiCo Quantum6³⁸ combina alta capacidade e workflow familiar para grandes produções apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/digico-quantum638-console-digital-audio/feed/ 0
Elation Fuze Profile+ reúne Profile e Fresnel Wash em um único aparelho https://musicaemercado.org/elation-fuze-profile-plus-profile-fresnel-wash/ https://musicaemercado.org/elation-fuze-profile-plus-profile-fresnel-wash/#respond Fri, 09 Oct 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258484 Elation Fuze Profile+ reúne Profile e Fresnel Wash em um único aparelho

Sistema de lentes intercambiáveis permite adaptar o mesmo equipamento às funções Profile ou Fresnel Wash, proposta que pode simplificar o inventário de locadoras e produções. Para locadoras e produções que trabalham com diferentes configurações de iluminação, definir quantas luzes Profile e Wash manter no inventário pode se tornar um problema operacional. A demanda muda conforme […]

O post Elation Fuze Profile+ reúne Profile e Fresnel Wash em um único aparelho apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Elation Fuze Profile+ reúne Profile e Fresnel Wash em um único aparelho

Sistema de lentes intercambiáveis permite adaptar o mesmo equipamento às funções Profile ou Fresnel Wash, proposta que pode simplificar o inventário de locadoras e produções.

Para locadoras e produções que trabalham com diferentes configurações de iluminação, definir quantas luzes Profile e Wash manter no inventário pode se tornar um problema operacional. A demanda muda conforme o espetáculo, o palco ou o projeto, enquanto os equipamentos disponíveis nem sempre correspondem às necessidades da produção seguinte.

A Elation propõe uma alternativa com a Fuze Profile+, luz LED com sistema de recorte capaz de trabalhar como Profile e se transformar em um Fresnel Wash por meio da troca da lente.

A proposta não está apenas em concentrar mais funções em um equipamento. O principal argumento é permitir que locadoras, teatros e produções adaptem parte do inventário conforme cada projeto, em vez de necessariamente manter uma proporção fixa entre luminárias Profile e Wash.

Troca de lente adapta o equipamento à produção

O sistema Intelligent Lens Swap reconhece automaticamente a lente instalada e ajusta o sistema óptico interno para a configuração escolhida.

No modo Profile, a Fuze Profile+ oferece zoom de 4° a 54°, sistema de recorte com blackout total, gobos rotativos e fixos, animação bidirecional, íris, dois prismas e dois frost variáveis.

Com a lente Fresnel instalada, a luminária passa a funcionar como Wash. Nessa configuração, o sistema de recorte integrado permite controlar o feixe de forma semelhante ao uso de barndoors.

Essa capacidade pode ser útil principalmente quando uma empresa precisa reconfigurar seu parque de iluminação entre shows, teatro, broadcast, eventos corporativos e outras produções.

Motor RGBMA e temperatura de cor de 2.400 a 8.500 K

A luminária utiliza um motor LED RGBMA de 500 W, baseado na plataforma TruSpectrum da Elation.

O sistema entrega, segundo a fabricante, 12.740 lúmens, CRI 92 e faixa de temperatura de cor entre 2.400 e 8.500 K.

Também estão disponíveis ajuste Green/Magenta, Dim-to-Warm, Virtual Gel Swatches e emulação CMY, recursos voltados ao controle de brancos e cores em aplicações de palco, estúdio e broadcast.

A plataforma TruSpectrum também busca manter uma abordagem consistente de cor e qualidade de luz entre diferentes famílias da Elation, incluindo as linhas Fuze, KL e SŌL.

Uma luz para inventários mais flexíveis

A Fuze Profile+ conta ainda com shutter eletrônico de alta velocidade e estrobo, dimmer de 16 bits e diferentes modos de ventilação para situações nas quais o nível de ruído precisa ser controlado.

O peso é inferior a 30 kg, característica relevante para produções itinerantes e locadoras que precisam transportar e reconfigurar equipamentos com frequência.

Mais do que substituir automaticamente todos os Profiles e Fresnels de um inventário, a proposta da Fuze Profile+ é oferecer maior capacidade de adaptação a partir de um mesmo modelo de luz.

Para locadoras, teatros e produções com demandas variáveis, essa flexibilidade pode resolver uma questão prática: ter equipamentos capazes de mudar de função conforme o próximo trabalho, em vez de tentar prever permanentemente quantos Profiles e quantos Wash serão necessários.

O post Elation Fuze Profile+ reúne Profile e Fresnel Wash em um único aparelho apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/elation-fuze-profile-plus-profile-fresnel-wash/feed/ 0
Quanto custa um vendedor que não conhece o produto? https://musicaemercado.org/vendedor-conhecimento-produto-varejo-musical/ https://musicaemercado.org/vendedor-conhecimento-produto-varejo-musical/#respond Thu, 08 Oct 2026 09:23:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258465 Quanto custa um vendedor que não conhece o produto?

Falta de conhecimento técnico pode transformar atendimento em pesquisa de preço — e entregar a venda para a internet. Um cliente entra na loja com uma dúvida relativamente simples: “Qual é a diferença entre estes dois modelos?” O vendedor olha as caixas, lê algumas especificações e responde com informações que o cliente provavelmente já encontrou […]

O post Quanto custa um vendedor que não conhece o produto? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Quanto custa um vendedor que não conhece o produto?

Falta de conhecimento técnico pode transformar atendimento em pesquisa de preço — e entregar a venda para a internet.

Um cliente entra na loja com uma dúvida relativamente simples:

“Qual é a diferença entre estes dois modelos?”

O vendedor olha as caixas, lê algumas especificações e responde com informações que o cliente provavelmente já encontrou no Google.

A venda começou a ser perdida.

Em um mercado especializado como instrumentos musicais e áudio profissional, conhecimento técnico não é apenas atributo do atendimento. É parte do produto que a loja oferece.

Pesquisas sobre vendas no varejo relacionam conhecimento de produto à capacidade de interpretar necessidades e oferecer recomendações adequadas. Vendedores com maior domínio técnico também podem reduzir a incerteza percebida pelo consumidor durante a decisão.

O cliente mudou antes do vendedor

O consumidor chega cada vez mais informado.

Vídeos, fóruns, comparadores, redes sociais e ferramentas de inteligência artificial permitem pesquisar um equipamento durante horas antes de entrar em uma loja.

Isso cria uma situação nova: repetir especificações perdeu valor.

O vendedor precisa acrescentar contexto.

Qual caixa funciona melhor naquele espaço?

A interface é compatível com o computador?

A potência do amplificador é adequada?

A pedaleira consegue executar aquele fluxo de sinal?

É nesse momento que conhecimento se transforma em venda.

Ninguém precisa saber tudo

O problema não é admitir que não sabe uma resposta.

Um bom vendedor pode dizer: “Não tenho certeza. Vou verificar.”

Isso é diferente de improvisar uma informação para não perder autoridade.

O profissional de vendas atual precisa saber três coisas: perguntar, pesquisar e recomendar.

Treinamento não precisa ser um evento anual

Uma loja pode criar capacitação contínua sem montar uma universidade corporativa.

Trinta minutos por semana podem ser suficientes para trabalhar uma categoria.

Semana 1: interfaces.

Semana 2: microfones.

Semana 3: caixas ativas.

Semana 4: pedais.

Um produto pode ser aberto, demonstrado e comparado com dois concorrentes. A equipe discute aplicações, limitações, público e argumentos de venda.

Ao final de um ano, são dezenas de pequenas capacitações.

Conhecimento também aumenta venda complementar

Quem entende a aplicação consegue antecipar necessidades.

O cliente compra um teclado. Vai precisar de suporte? Pedal? Capa? Monitor? Fone?

A venda adicional deixa de ser “quer levar mais alguma coisa?” e passa a fazer parte da solução.

Treinamento de 30 minutos

5 min: conhecer o produto
10 min: testar
5 min: comparar com alternativas
5 min: identificar o cliente ideal
5 min: listar três perguntas frequentes

Ação para segunda-feira: escolha um único produto e peça a cada vendedor que explique em 60 segundos para quem ele serve — sem ler a embalagem.

O post Quanto custa um vendedor que não conhece o produto? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/vendedor-conhecimento-produto-varejo-musical/feed/ 0
Guild renova família Starfire com guitarras Custom, Deluxe e novo baixo https://musicaemercado.org/guild-starfire-custom-deluxe-guitarras-baixo/ https://musicaemercado.org/guild-starfire-custom-deluxe-guitarras-baixo/#respond Thu, 08 Oct 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258487 Guild renova família Starfire com guitarras Custom, Deluxe e novo baixo

Newark St. Collection ganha novas configurações com captadores HB-2+, Dynasonic e BiSonic, buscando combinar o caráter dos modelos históricos da Guild com maior flexibilidade para o músico atual. O apelo de uma guitarra com inspiração vintage também pode se transformar em uma limitação quando sua sonoridade fica muito associada a determinada época ou estilo. Com […]

O post Guild renova família Starfire com guitarras Custom, Deluxe e novo baixo apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Guild renova família Starfire com guitarras Custom, Deluxe e novo baixo

Newark St. Collection ganha novas configurações com captadores HB-2+, Dynasonic e BiSonic, buscando combinar o caráter dos modelos históricos da Guild com maior flexibilidade para o músico atual.

O apelo de uma guitarra com inspiração vintage também pode se transformar em uma limitação quando sua sonoridade fica muito associada a determinada época ou estilo. Com as novas Starfire Custom e Starfire Deluxe, além do Starfire Deluxe Bass, a Guild procura preservar a identidade de uma de suas famílias históricas enquanto amplia as possibilidades tonais para aplicações atuais.

Os novos modelos fazem parte da Newark St. Collection, linha inspirada nos instrumentos da Guild dos anos 60. A atualização inclui três modelos Deluxe e dois Custom de guitarra, além do Starfire Deluxe Bass, com diferentes configurações de captadores, corpos e vibrato.

No total, a família estará disponível em 17 combinações de modelos e acabamentos.

Três tipos de captadores definem as opções

Uma das principais diferenças dentro da nova família está na escolha dos captadores.

As versões Starfire Deluxe DC, Deluxe DC GVT e Deluxe SC GVT utilizam humbuckers Guild HB-2+, desenvolvidos para oferecer desde timbres mais quentes e encorpados até respostas com maior definição e ataque.

Para quem procura outro caráter sonoro, as Starfire Custom DC GVT e Custom DC GVT GH utilizam captadores single-coil DeArmond Dynasonic, com resposta descrita pela fabricante como brilhante, clara e com presença de twang.

O Starfire Deluxe Bass, por sua vez, utiliza captadores BS-1 BiSonic single-coil, voltados à combinação entre corpo e articulação.

Essa variedade permite escolher o instrumento não apenas pela estética, mas pela resposta que melhor se adapte ao contexto musical do usuário.

Double-cutaway, single-cutaway e vibrato

A Guild também diferencia os modelos pela configuração de corpo e ponte.

A Starfire Deluxe DC utiliza desenho double-cutaway e stop tailpiece, enquanto a Deluxe DC GVT mantém o double-cutaway, mas acrescenta sistema de vibrato.

A Deluxe SC GVT oferece uma alternativa single-cutaway com vibrato.

Na linha Custom, as duas versões utilizam desenho double-cutaway, captadores Dynasonic e vibrato. A Custom DC GVT GH acrescenta ferragens douradas.

Uma atualização da herança Starfire

“A Newark St. Collection homenageia nosso legado dos anos 60 em qualidade e estilo, ao mesmo tempo em que adiciona elementos contemporâneos que tornam as guitarras e baixos mais relevantes para os músicos atuais”, afirma Nick Beach, Product Manager de Fretted Instruments da Guild.

A estratégia da nova família é preservar elementos visuais e sonoros historicamente associados à Starfire, mas ampliar as possibilidades para guitarristas e baixistas que precisam utilizar o instrumento em contextos musicais diversos.

Para o usuário, a principal diferença está na possibilidade de escolher entre o corpo sonoro dos humbuckers HB-2+, o ataque dos Dynasonic ou o caráter dos BiSonic no baixo sem abandonar a plataforma Starfire.

Veja mais neste vídeo.

O post Guild renova família Starfire com guitarras Custom, Deluxe e novo baixo apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/guild-starfire-custom-deluxe-guitarras-baixo/feed/ 0
Seu fornecedor ajuda você a vender ou apenas entrega caixas? https://musicaemercado.org/fornecedor-ajuda-loja-vender-distribuicao/ https://musicaemercado.org/fornecedor-ajuda-loja-vender-distribuicao/#respond Wed, 07 Oct 2026 09:29:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258468 Seu fornecedor ajuda você a vender ou apenas entrega caixas?

Em um mercado com margens pressionadas e consumidores mais informados, o relacionamento entre distribuidor e varejo precisa ir além de preço, prazo e logística A mercadoria chegou. A nota fiscal também. E depois? Durante décadas, uma das principais funções do distribuidor foi colocar o produto na loja certa, com estoque, crédito e logística. Essas funções […]

O post Seu fornecedor ajuda você a vender ou apenas entrega caixas? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Seu fornecedor ajuda você a vender ou apenas entrega caixas?

Em um mercado com margens pressionadas e consumidores mais informados, o relacionamento entre distribuidor e varejo precisa ir além de preço, prazo e logística

A mercadoria chegou. A nota fiscal também.

E depois?

Durante décadas, uma das principais funções do distribuidor foi colocar o produto na loja certa, com estoque, crédito e logística.

Essas funções continuam essenciais. Mas talvez já não sejam suficientes.

Em segmentos técnicos, o conceito de distribuição de valor agregado inclui treinamento, suporte pré-venda, capacitação técnica e desenvolvimento do canal — serviços destinados a ajudar o revendedor a vender e implementar produtos que exigem maior conhecimento.

Para o mercado musical, isso levanta uma pergunta simples:

Seu fornecedor ajuda sua loja a vender aquilo que comprou dele?

Colocar produto na prateleira é apenas metade do trabalho

Quando uma nova tecnologia chega ao mercado, alguém precisa explicar por que ela existe.

O vendedor precisa conhecer.

O consumidor precisa entender.

A loja precisa demonstrar.

Se o distribuidor simplesmente envia caixas, parte desse trabalho fica integralmente com o varejista.

E isso custa dinheiro.

O que uma loja deveria esperar?

A resposta depende da categoria e da estrutura do fornecedor, mas existem áreas nas quais a parceria pode gerar valor:

treinamento de vendedores; demonstrações; materiais técnicos claros; suporte pré-venda; assistência; disponibilidade de peças; informações sobre lançamentos; apoio em eventos e ações que gerem demanda.

Não significa que o distribuidor precise financiar o marketing da loja.

Significa que vender para o canal e desenvolver o canal são atividades diferentes.

E o que o fornecedor pode esperar da loja?

A relação também funciona no sentido contrário.

Não faz sentido exigir treinamento e suporte de uma marca que permanece escondida no depósito.

O varejista também precisa assumir compromissos: equipe treinada, exposição adequada, comunicação, feedback sobre mercado e pagamento dentro das condições negociadas.

Parceria exige reciprocidade.

Preço baixo não resolve tudo

Um fornecedor pode oferecer alguns pontos percentuais adicionais de margem e, ainda assim, gerar menos resultado.

Outro pode ter condições comerciais aparentemente menos agressivas, mas oferecer disponibilidade, suporte e treinamento capazes de aumentar o giro.

Por isso, avaliar fornecedores apenas pelo desconto pode ser uma conta incompleta.

Avalie seus principais fornecedores

Dê uma nota interna para:

  • disponibilidade de produto;
  • prazo e logística;
  • treinamento;
  • suporte técnico;
  • pós-venda;
  • política comercial;
  • geração de demanda;
  • comunicação.

Depois compare essa avaliação com o faturamento e a margem que cada fornecedor efetivamente gera.

Ação para segunda-feira: selecione os cinco fornecedores mais importantes da empresa e descubra quais realmente ajudam sua loja a vender.

O post Seu fornecedor ajuda você a vender ou apenas entrega caixas? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/fornecedor-ajuda-loja-vender-distribuicao/feed/ 0
Music China 2026 reunirá mais de 1.600 expositores com foco em negócios e tecnologia https://musicaemercado.org/music-china-2026-expositores-tecnologia-negocios/ https://musicaemercado.org/music-china-2026-expositores-tecnologia-negocios/#respond Wed, 07 Oct 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258473 Music China 2026 reunirá mais de 1.600 expositores com foco em negócios e tecnologia

Feira de Xangai combinará instrumentos, áudio, software e novas tecnologias com espaços voltados à geração de contatos comerciais e à discussão das mudanças do mercado musical. Para distribuidores, lojistas e profissionais em busca de novos fornecedores, produtos e tendências, uma feira internacional ganha relevância quando permite concentrar essas buscas em um mesmo ambiente. A Music […]

O post Music China 2026 reunirá mais de 1.600 expositores com foco em negócios e tecnologia apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Music China 2026 reunirá mais de 1.600 expositores com foco em negócios e tecnologia

Feira de Xangai combinará instrumentos, áudio, software e novas tecnologias com espaços voltados à geração de contatos comerciais e à discussão das mudanças do mercado musical.

Para distribuidores, lojistas e profissionais em busca de novos fornecedores, produtos e tendências, uma feira internacional ganha relevância quando permite concentrar essas buscas em um mesmo ambiente. A Music China 2026 pretende cumprir esse papel ao reunir mais de 1.600 expositores de 25 países e regiões, de 28 a 31 de outubro, no Shanghai New International Expo Centre.

A exposição abrangerá diferentes segmentos da indústria, de instrumentos e acessórios a áudio, software e tecnologia musical. A programação também prevê mais de 500 atividades ao longo dos quatro dias, entre fóruns, workshops, lançamentos e apresentações.

Marcas internacionais e novos fornecedores

Entre as marcas de instrumentos anunciadas estão Adams, Godin, Ibanez, KHS, Korg, Kremona Bulgaria, Marigaux, Salvi, Seiko, Tama, Taylor, Yamaha e Zildjian.

No segmento de áudio e tecnologia aparecem Beyerdynamic, Laney, Monkey Banana e Shure, enquanto publicações e acessórios terão empresas como Bärenreiter, Breitkopf & Härtel, D’Addario, G. Henle, Gewa, KNA Electronics e Schott Music.

A edição também receberá empresas estreantes, entre elas AUDIOGUY, B Zone Inc, Carbec, DISS-TECH, Kikutani, Klangio, Kunath, Lanerco, Sound Platform e Zero Seiko.

Para compradores profissionais, a combinação entre empresas estabelecidas e novos expositores amplia a possibilidade de procurar fornecedores, comparar propostas e identificar produtos com potencial para seus mercados.

Tecnologia musical ganha espaço

Um dos eixos da Music China 2026 será novamente o Tomorrow’s Music, localizado no Hall N2.

Apogee, AVID e ICON apresentarão soluções relacionadas a produção de áudio, instrumentos inteligentes e software. Em outras áreas estarão empresas como AIAIAI, Alesis, Behringer, DMT, Electro-Voice, M-Audio, Moog, Novation, Tascam e Tannoy.

Entre os temas apresentados nesse ambiente estão composição assistida por inteligência artificial e novas soluções de processamento de áudio.

A feira também estreia o Into the Music Tech Groove, iniciativa anual destinada a destacar produtos e soluções relacionados a avanços tecnológicos, novas experiências, integração de aplicações e construção de ecossistemas.

Startups selecionadas terão oportunidade de demonstrar suas tecnologias e estabelecer contato com potenciais investidores.

Instrumentos tradicionais mantêm espaço

O avanço da tecnologia não elimina o protagonismo das categorias tradicionais.

A família do violino terá presença destacada, abrangendo desde instrumentos para iniciantes até modelos profissionais e peças de coleção.

O pavilhão italiano apresentará a tradição da luteria do país com nomes como Edgar Russ, Fernando Salvatore Lima e Stefano Trabucchi.

Os instrumentos chineses também ocuparão espaço relevante, com empresas como Gusu, Shanghai Dunhuang e Tiger Hill. Segundo a organização, a categoria vem despertando maior interesse em mercados de língua chinesa como Hong Kong, Malásia, Singapura e Taiwan.

Do produto ao conhecimento técnico

A Music China também procura levar a experiência para além dos estandes.

Ao tradicional Violin-making Workshop serão acrescentadas atividades de manutenção e reparo de instrumentos de cordas, encontros com especialistas e sessões de avaliação sonora.

Na área tecnológica, retornam o Industry Forum e o Future Music Technology and International MIDI Technology Development Forum, além do Forum on Music, AI and Health.

Ao todo, estão previstas mais de 500 atividades durante os quatro dias.

Para fabricantes, distribuidores e compradores, esse formato mostra uma mudança no papel das grandes feiras do setor: além da exposição de produtos, elas passam a funcionar como ambientes para identificar transformações tecnológicas, encontrar parceiros comerciais e acompanhar mudanças na demanda.

A Music China 2026 será realizada de 28 a 31 de outubro, em Xangai, e é organizada pela Messe Frankfurt, China Musical Instrument Association e Shanghai Intex Exhibition Co Ltd.

O post Music China 2026 reunirá mais de 1.600 expositores com foco em negócios e tecnologia apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/music-china-2026-expositores-tecnologia-negocios/feed/ 0
TiMax leva áudio espacial ao Sambódromo no Carnaval do Rio 2026 https://musicaemercado.org/timax-audio-espacial-carnaval-rio-2026/ https://musicaemercado.org/timax-audio-espacial-carnaval-rio-2026/#respond Tue, 06 Oct 2026 09:37:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258490 TiMax leva áudio espacial ao Sambódromo no Carnaval do Rio 2026

BMX Eventos e Proactive LATAM implementaram sistema distribuído para fazer o som acompanhar o deslocamento das escolas ao longo da avenida. Como manter imagem e som sincronizados quando o espetáculo se desloca por uma avenida de aproximadamente 700 metros? Esse foi um dos desafios técnicos do Carnaval do Rio de Janeiro 2026, quando o Sambódromo Marquês […]

O post TiMax leva áudio espacial ao Sambódromo no Carnaval do Rio 2026 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
TiMax leva áudio espacial ao Sambódromo no Carnaval do Rio 2026

BMX Eventos e Proactive LATAM implementaram sistema distribuído para fazer o som acompanhar o deslocamento das escolas ao longo da avenida.

Como manter imagem e som sincronizados quando o espetáculo se desloca por uma avenida de aproximadamente 700 metros? Esse foi um dos desafios técnicos do Carnaval do Rio de Janeiro 2026, quando o Sambódromo Marquês de Sapucaí adotou uma infraestrutura fixa, digital e distribuída para o reforço sonoro.

A implementação, liderada pela BMX Eventos, com suporte da Proactive Latin America e tecnologia TiMax, substituiu o modelo baseado em caminhões de som que avançavam junto às escolas. A mudança liberou espaço na avenida e permitiu tratar o áudio como um sistema integrado.

Som acompanha o avanço das escolas

O TiMax SoundHub funcionou como matriz central, administrando roteamento, delays e espacialização por objetos, enquanto o TiMax panLab permitiu programar e automatizar as posições das fontes sonoras.

O sistema trabalhou com 37 torres de caixas, 115 cues de posição e 152 Image Definitions, com referências programadas aproximadamente a cada cinco metros.

Na prática, o objetivo era evitar que o público ouvisse uma fonte a partir de um ponto incompatível com aquilo que estava vendo. Conforme a escola avançava, níveis e delays eram modificados para transferir a posição sonora aos setores seguintes.

Dante e fibra cobrem a avenida

A infraestrutura utilizou fibra óptica e canalizações subterrâneas, enquanto o transporte principal de áudio foi realizado por Dante a 48 kHz.

Além de melhorar a uniformidade da cobertura e a definição de voz e harmonia, o projeto deixou uma infraestrutura que pode ser reprogramada para futuras produções.

O caso do Sambódromo mostra uma aplicação do áudio imersivo que vai além do efeito criativo: usar processamento espacial para preservar localização, sincronização e clareza enquanto o espetáculo se movimenta.

O post TiMax leva áudio espacial ao Sambódromo no Carnaval do Rio 2026 apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/timax-audio-espacial-carnaval-rio-2026/feed/ 0
Radar Latino: ticketing, IA e música mexicana movimentam os negócios https://musicaemercado.org/radar-latino-ticketing-ia/ https://musicaemercado.org/radar-latino-ticketing-ia/#respond Tue, 06 Oct 2026 09:33:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258471 Radar Latino: negócios, tecnologia e novos movimentos na indústria da música

Ticketplus prepara novas aquisições na América Latina, editoras propõem regras para licenciamento de IA, Warner reforça operação mexicana e música latina amplia receitas nos Estados Unidos. A passagem de setembro para outubro trouxe novos movimentos na estrutura do negócio da música. Na América Latina, o ticketing volta ao centro das atenções com a estratégia de […]

O post Radar Latino: ticketing, IA e música mexicana movimentam os negócios apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
Radar Latino: negócios, tecnologia e novos movimentos na indústria da música

Ticketplus prepara novas aquisições na América Latina, editoras propõem regras para licenciamento de IA, Warner reforça operação mexicana e música latina amplia receitas nos Estados Unidos.

A passagem de setembro para outubro trouxe novos movimentos na estrutura do negócio da música. Na América Latina, o ticketing volta ao centro das atenções com a estratégia de expansão da Ticketplus, enquanto o México ganha mais peso na organização da Warner Music. No mercado global, editoras independentes tentam estabelecer parâmetros econômicos para o uso de composições por inteligência artificial, ao mesmo tempo em que a Suno começa a revelar como pretende transformar seus acordos com titulares de direitos em novos produtos.

Os movimentos têm uma característica em comum: não tratam apenas de crescimento de audiência. Envolvem controle de dados, expansão territorial, direitos, desenvolvimento de repertório e novas formas de monetização.

Ticketplus prepara novas aquisições na América Latina

Depois de adquirir a Autoentrada na Argentina, a Ticketplus começa a deixar mais clara a próxima etapa de sua expansão regional.

A companhia anunciou em 30 de setembro a contratação de Fernando Massú Taré como Lead Strategic Advisor para estratégia e governança na América Latina. Entre suas atribuições estão definição de prioridades para entrada em novos mercados, avaliação de aquisições e alianças estratégicas e orientação sobre alocação de capital.

O movimento ganha importância quando colocado em sequência. Em agosto, a Ticketplus realizou sua abertura de capital. Em setembro, comprou a argentina Autoentrada, sua primeira aquisição depois do IPO. Agora, estrutura uma estratégia que inclui novas operações de M&A.

A Ticketplus está presente em 11 países. Chile e Argentina são operações diretas, enquanto os outros nove mercados são atendidos principalmente por parceiros white-label. A tese apresentada pela companhia inclui transformar parte dessas relações em operações próprias e avançar também sobre negócios adjacentes ao ticketing, como pagamentos, business intelligence, precificação dinâmica e serviços financeiros.

O dado ajuda a dimensionar a operação: a plataforma processa mais de 10,2 milhões de ingressos por ano em 11 mercados.

Para o setor de entretenimento ao vivo latino-americano, a questão passa a ser onde ocorrerá o próximo movimento. A compra da Autoentrada mostrou que parceiros tecnológicos podem se transformar em ativos de aquisição.

Warner reforça estrutura para levar artistas mexicanos a outros mercados

A Warner Music Mexico promoveu Yusim Aladro ao cargo de General Manager. Ela havia ingressado na empresa no início de 2026 como diretora de marketing.

A mudança é mais relevante pelo mandato atribuído à executiva do que pela promoção em si. Aladro passa a comandar a estratégia e o desenvolvimento do repertório doméstico da Warner no México, aproximando A&R, marketing criativo e construção de marcas de artistas. A empresa afirma que um dos objetivos é acelerar a entrada de artistas mexicanos em mercados internacionais e ampliar o relacionamento com artistas, empresários e selos independentes.

A promoção acontece depois de uma sequência de reorganizações da Warner em torno da música mexicana. A Warner Chappell também reestruturou recentemente sua operação do gênero entre México e Estados Unidos, enquanto Alejandro Duque, que comandava a Warner Music Latin America, foi elevado a President, Warner Music International, mantendo a América Latina sob sua responsabilidade e acrescentando APAC e EMEA.

O contexto econômico ajuda a explicar essa movimentação. O México tornou-se em 2025 o décimo maior mercado mundial de música gravada, após crescimento anual de 13,3%. A América Latina, por sua vez, foi a região de maior crescimento no mundo, com avanço de 17,1%.

A Warner, portanto, não está apenas reorganizando cargos. Está construindo uma estrutura para transformar repertório mexicano em produto internacional.

Editoras querem definir quanto uma música deve valer nos acordos com IA

Enquanto gravadoras e empresas de inteligência artificial discutem treinamento e copyright nos tribunais, as editoras independentes estão tentando responder outra pergunta: quando houver licenciamento, quanto deve receber a composição?

IMPEL e IMPF apresentaram em 30 de setembro um conjunto de sete princípios para orientar o licenciamento de obras musicais por empresas de inteligência artificial generativa.

O principal ponto é econômico. As entidades defendem que, salvo fatores específicos que justifiquem outra divisão, a composição deve receber pelo menos o mesmo valor atribuído à gravação nos acordos envolvendo IA.

A proposta também busca separar as diferentes utilizações economicamente. Entre elas estão o uso anterior de repertório, treinamento dos modelos, geração de novos conteúdos e exploração futura dos resultados.

O IMPF representa mais de 300 editoras independentes internacionalmente. A intenção é que os princípios possam servir de referência para editoras, sociedades de gestão coletiva e outros licenciadores.

A discussão muda o foco do debate. Até agora, grande parte da disputa sobre IA musical concentrou-se em saber se empresas podem utilizar repertório protegido para treinamento. O novo problema é como distribuir a receita quando gravadoras, editoras e empresas de tecnologia começam a assinar acordos.

Para compositores e publishers latino-americanos, essa definição pode ser particularmente importante. Se a IA se transformar em uma nova fonte de licenciamento, composição e master disputarão participação econômica dentro de um mercado que ainda está sendo estruturado.

Suno quer transformar músicas licenciadas em matéria-prima para criação dos usuários

A Suno começou a explicar como pretende utilizar comercialmente os acordos assinados com titulares de direitos.

Em entrevista durante a conferência Bloomberg Screentime, o CEO Mikey Shulman afirmou que a empresa está “muito além” dos últimos números divulgados publicamente: 2 milhões de assinantes pagos e US$ 300 milhões em receita anual recorrente. Ele, porém, não apresentou novos números, portanto os valores anteriores continuam sendo a última referência quantitativa disponível.

A informação mais importante está no produto.

Ao explicar a lógica dos acordos da Suno com empresas como Warner Music Group e BMG, Shulman descreveu um sistema no qual consumidores poderão trabalhar sobre músicas de artistas licenciados para produzir remixes, covers, mashups e outras transformações.

A proposta é transformar a experiência de consumo musical de algo predominantemente passivo em uma relação de criação e interação com o repertório.

Isso pode criar uma nova categoria comercial entre streaming e criação musical. Em vez de apenas ouvir uma gravação ou gerar uma música completamente nova a partir de um prompt, o usuário passa a manipular legalmente repertório existente dentro de condições negociadas com seus titulares.

A Suno também ampliou nesta semana sua atuação para além da geração musical. A empresa colocou em beta o recurso Speech, que gera voz falada e trilha musical simultaneamente a partir de prompts ou roteiros. A ferramenta está disponível na web e em dispositivos móveis.

Isoladamente, Speech seria apenas mais um lançamento de software. Dentro da estratégia da companhia, entretanto, mostra uma expansão do produto: a Suno começa a disputar também aplicações de produção de áudio, locução e conteúdo, e não somente a geração de músicas.

Música latina cresce mais que o mercado fonográfico dos Estados Unidos

Os novos dados econômicos ajudam a explicar por que gravadoras e publishers estão reorganizando suas operações latino-americanas.

A receita da música latina gravada nos Estados Unidos atingiu US$ 542,2 milhões no primeiro semestre de 2026, crescimento de 8,6% em relação ao mesmo período anterior, segundo dados da RIAA divulgados no fim de setembro.

No mesmo período, o mercado norte-americano de música gravada como um todo avançou 6,9%. A participação da música latina subiu de 8,8% para 9,1% da receita total. Foi o 13º primeiro semestre consecutivo de crescimento para o segmento.

O streaming continua dominante, respondendo por 96% da receita, mas os números mais incomuns estão fora dele.

As assinaturas pagas cresceram 12,4%, para US$ 308,4 milhões. Já a receita de formatos físicos mais que triplicou, alcançando US$ 14 milhões. O vinil respondeu por US$ 13,7 milhões, avanço de 245,8% em relação ao ano anterior.

A sincronização também avançou: a receita proveniente de usos em cinema, televisão, publicidade, games e outras produções audiovisuais cresceu 104,2%, para US$ 3,3 milhões.

O ponto relevante não é apenas que a música latina continua crescendo nos Estados Unidos. A composição da receita começa a mostrar novas fontes de monetização além do streaming.

O movimento da semana: quem controla a próxima camada do negócio?

As notícias desta edição parecem pertencer a segmentos diferentes, mas apontam para uma mesma disputa.

A Ticketplus quer controlar uma parcela maior da relação entre evento, consumidor, pagamento e dados. A Warner aproxima A&R, marketing, desenvolvimento de artistas e expansão internacional. Editoras tentam estabelecer agora as regras econômicas para a IA antes que esse mercado alcance maior escala. E a Suno quer transformar músicas licenciadas em plataformas de interação e criação.

Em todos esses casos, a questão deixa de ser apenas quem vende mais música ou ingressos.

Passa a ser quem controla a infraestrutura, os direitos, os dados e a relação com o consumidor.

Para a América Latina, essa transformação acontece ao mesmo tempo em que os indicadores econômicos ampliam o interesse internacional pela região. Em 2025, a América Latina foi o mercado de música gravada de crescimento mais rápido do mundo, com alta de 17,1%, completando 16 anos consecutivos de expansão. Brasil e México já ocupam, respectivamente, a oitava e a décima posições entre os maiores mercados fonográficos globais.

Os próximos movimentos de aquisição, distribuição, licenciamento e investimento mostrarão quanto desse crescimento permanecerá sob controle de empresas regionais e quanto será incorporado às estruturas globais.

O post Radar Latino: ticketing, IA e música mexicana movimentam os negócios apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/radar-latino-ticketing-ia/feed/ 0
A pergunta incômoda: se o consumidor quer experiência, por que tantas lojas parecem depósitos? https://musicaemercado.org/loja-fisica-experiencia-varejo-musical/ https://musicaemercado.org/loja-fisica-experiencia-varejo-musical/#respond Tue, 06 Oct 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258328 A pergunta incômoda: se o consumidor quer experiência, por que tantas lojas parecem depósitos?

O consumidor compra música que nem consegue reproduzir, paga por colecionáveis e busca experiências físicas. Enquanto isso, parte do varejo musical continua usando sua principal vantagem sobre o e-commerce apenas para armazenar caixas. Existe algo aparentemente contraditório acontecendo no mercado musical. O streaming oferece acesso imediato a praticamente toda a música que um consumidor deseja […]

O post A pergunta incômoda: se o consumidor quer experiência, por que tantas lojas parecem depósitos? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
A pergunta incômoda: se o consumidor quer experiência, por que tantas lojas parecem depósitos?

O consumidor compra música que nem consegue reproduzir, paga por colecionáveis e busca experiências físicas. Enquanto isso, parte do varejo musical continua usando sua principal vantagem sobre o e-commerce apenas para armazenar caixas.

Existe algo aparentemente contraditório acontecendo no mercado musical.

O streaming oferece acesso imediato a praticamente toda a música que um consumidor deseja ouvir.

Mesmo assim, o vinil completou 19 anos consecutivos de crescimento global em 2025.

Nos Estados Unidos, as vendas de CDs cresceram 16% no primeiro semestre de 2026.

E aproximadamente metade dos compradores Gen Z e millennials de CDs nem sequer possui um aparelho para reproduzi-los.

Então talvez seja necessário abandonar uma velha premissa: nem tudo o que o consumidor compra precisa resolver apenas uma necessidade funcional.

Ele também compra identidade.

Coleção.

Experiência.

Pertencimento.

Agora olhe para uma loja de instrumentos.

O que ela oferece além dos produtos?

A internet já ganhou a guerra da prateleira infinita

Nenhuma loja física consegue competir com o estoque potencial da internet.

Também é difícil competir permanentemente por preço.

O consumidor pode comparar dezenas de ofertas em segundos.

Pode assistir a reviews.

Consultar fóruns.

Comparar especificações.

Receber o produto em casa.

Se a proposta da loja física for apenas: “temos produtos aqui”, a comparação com o digital será inevitável.

E geralmente desfavorável.

Mas existe algo que a internet ainda não reproduz completamente

Tocar uma guitarra.

Comparar dois monitores na mesma sala.

Sentir a resposta de um teclado.

Conversar durante 20 minutos com alguém que realmente conhece determinado equipamento.

Participar de uma clínica.

Encontrar outros músicos.

Descobrir um produto que você nem sabia que existia.

Essas experiências dependem de presença.

E presença é justamente o ativo que a loja física possui.

Então por que tantas lojas parecem depósitos?

Caixas empilhadas.

Produtos fechados.

Poucos equipamentos disponíveis para teste.

Vendedores atrás do balcão.

Nenhuma atividade.

Nenhum conteúdo.

Nenhuma razão para permanecer.

O cliente entra, pergunta o preço e vai embora.

Depois o varejista reclama que ele comprou na internet.

Mas qual foi a vantagem concreta oferecida para que permanecesse?

O espaço precisa produzir alguma coisa

Cada metro quadrado de uma loja custa dinheiro.

Portanto, deveria exercer alguma função comercial.

Exposição.

Demonstração.

Experimentação.

Educação.

Relacionamento.

Comunidade.

Venda.

Idealmente, mais de uma delas.

Uma pequena área de demonstração pode vender mais do que uma parede inteira de caixas fechadas.

Uma clínica pode trazer clientes que ainda não estavam procurando comprar.

Uma comparação bem conduzida pode justificar diferenças de preço que uma página de marketplace não consegue explicar.

Não se trata de transformar toda loja em parque de diversões

Experiência não precisa signific investimento milionário.

Pode ser uma mesa onde três interfaces permanecem conectadas.

Uma guitarra disponível para teste.

Uma comparação entre microfones.

Uma pequena estação de home studio.

Um encontro mensal.

Uma aula introdutória.

Uma demonstração de produto transmitida também pelas redes sociais.

A questão não é o tamanho da experiência.

É existir uma razão para visitar o espaço físico.

Comunidade também pode gerar receita

O crescimento dos produtos físicos na indústria fonográfica sugere algo relevante: consumidores continuam atribuindo valor econômico à relação com artistas e com a cultura musical.

A Luminate estima que 20% dos ouvintes americanos sejam superfãs e que Gen Z e millennials representem 63% dos superfãs classificados pelo engajamento.

Esse comportamento deveria interessar ao varejo musical.

Uma loja pode reunir guitarristas.

Produtores.

DJs.

Técnicos.

Estudantes.

Professores.

Criadores.

Bandas.

Se essas pessoas visitam o estabelecimento apenas quando precisam comprar uma caixa, a empresa talvez esteja desperdiçando parte desse ativo.

O estoque precisa servir à experiência — e não o contrário

Isso não significa abandonar produtos.

Uma loja existe para vender.

Mas existe uma diferença entre ter estoque para facilitar a venda e organizar toda a empresa em torno do armazenamento de estoque.

O produto pode ser o início da conversa.

Não necessariamente precisa ser toda a conversa.

BOX | Faça o teste dos 15 minutos

Entre na sua própria loja como se fosse um cliente que não pretende comprar nada hoje.

Passe 15 minutos lá.

Pergunte:

O que posso experimentar?

O que posso aprender?

O que posso descobrir?

Com quem posso conversar?

Existe alguma razão para eu querer voltar sem precisar comprar imediatamente?

Se todas as respostas estiverem relacionadas apenas aos produtos disponíveis nas prateleiras, existe espaço para repensar o negócio.

A pergunta incômoda

A internet provavelmente sempre terá mais produtos.

Algum concorrente provavelmente terá um preço menor.

E a entrega continuará ficando mais rápida.

Então sobra uma pergunta que o varejo musical precisa responder: se o consumidor está voltando a pagar por objetos, experiências e pertencimento em torno da música, por que sua loja ainda utiliza o espaço físico principalmente para guardar caixas?

Ação para segunda-feira: escolha 10 m² da loja e pergunte quanto faturamento aquele espaço gera atualmente. Depois imagine o que aconteceria se parte dele fosse usada para demonstração, aprendizado ou relacionamento. Meça durante 90 dias.

O post A pergunta incômoda: se o consumidor quer experiência, por que tantas lojas parecem depósitos? apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/loja-fisica-experiencia-varejo-musical/feed/ 0
InfoComm América Latina 2026 convida público a experimentar tecnologia imersiva no Pulse https://musicaemercado.org/infocomm-america-latina-2026-pulse-experiencias-imersivas/ https://musicaemercado.org/infocomm-america-latina-2026-pulse-experiencias-imersivas/#respond Mon, 05 Oct 2026 09:38:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=258497 InfoComm América Latina 2026 convida público a experimentar tecnologia imersiva no Pulse

Áudio espacial, videomapping, iluminação e lasers serão integrados em uma experiência ao vivo. O acesso ao Pulse está incluído no credenciamento gratuito da feira. Falar sobre experiências imersivas é uma coisa. Entrar em um ambiente e observar como áudio, vídeo, iluminação, conteúdo e controle trabalham como um único sistema é outra. Essa é a proposta […]

O post InfoComm América Latina 2026 convida público a experimentar tecnologia imersiva no Pulse apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
InfoComm América Latina 2026 convida público a experimentar tecnologia imersiva no Pulse

Áudio espacial, videomapping, iluminação e lasers serão integrados em uma experiência ao vivo. O acesso ao Pulse está incluído no credenciamento gratuito da feira.

Falar sobre experiências imersivas é uma coisa. Entrar em um ambiente e observar como áudio, vídeo, iluminação, conteúdo e controle trabalham como um único sistema é outra. Essa é a proposta do Pulse, um dos espaços da InfoComm América Latina 2026, que será realizada de 21 a 23 de outubro, no World Trade Center da Cidade do México.

O Pulse combinará demonstração e formação. O centro da programação será “Pulse: AV que se Siente”, espetáculo imersivo de sete minutos criado por artistas mexicanos sob direção criativa de Omar Serna, da Serpro Producciones.

Áudio espacial, videomapping 3D, iluminação e lasers funcionarão de maneira automatizada e sincronizada. A experiência conta com participação tecnológica da Serpro, LANG AG e L-Acoustics.

Ver a experiência e depois entender como foi criada

O diferencial do Pulse está também no que acontece entre as apresentações. O mesmo espaço receberá cinco sessões educativas com criadores, artistas, tecnólogos e integradores, abordando desde o processo criativo até as oportunidades comerciais desse mercado.

Os temas incluem o futuro do design de experiências, os bastidores da criação do próprio Pulse, a relação entre arte digital e tecnologia AV e o caso da CEIBA, experiência desenvolvida para o Museo Inmersivo Las Condes, no Chile.

A programação termina com um painel sobre a posição do México diante do mercado internacional de experiências imersivas e os próximos movimentos do setor.

Para quem quer entender esse mercado na prática

Para integradores, produtores, designers, criadores de conteúdo e profissionais de eventos, o Pulse oferece a possibilidade de observar não apenas o resultado, mas também as decisões técnicas e criativas envolvidas na construção de uma experiência imersiva.

“Pulse resume o que queremos que viva quem visita a InfoComm América Latina: sentir o que a integração audiovisual consegue realizar […] e depois entender como foi feito e quais oportunidades abre para seu negócio”, afirma Renata Mérida Neris, diretora de Live Content da AVIXA na América Latina.

O Pulse estará na sala Palenque, com sessões em espanhol e inglês e interpretação simultânea para o espanhol.

A participação é gratuita e não exige inscrição adicional para o Pulse. Basta fazer o credenciamento geral gratuito da InfoComm América Latina 2026. A organização projeta mais de 5 mil visitantes e informa mais de 100 marcas confirmadas e mais de 50 apresentadores.

👉 Credenciamento gratuito aqui.

O post InfoComm América Latina 2026 convida público a experimentar tecnologia imersiva no Pulse apareceu primeiro em Música & Mercado.

]]>
https://musicaemercado.org/infocomm-america-latina-2026-pulse-experiencias-imersivas/feed/ 0