Música & Mercado A música sob o viés do trabalho e negócios Sun, 31 May 2026 12:55:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Música & Mercado 32 32 Sony Music Brasil e Rock in Rio renovam parceria para o palco Supernova https://musicaemercado.org/sony-music-brasil-rock-in-rio-palco-supernova/ https://musicaemercado.org/sony-music-brasil-rock-in-rio-palco-supernova/#respond Wed, 03 Jun 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255432 Sony Music Brasil e Rock in Rio renovam parceria para o palco Supernova

Curado com o Filtr Music Brasil, espaço chega à quarta edição com 28 atrações e foco em novos artistas. O Grupo Sony Music Brasil e o Rock in Rio Brasil anunciaram a renovação da parceria para a edição de 2026 do festival, com a confirmação de novas atrações para o palco Supernova. O anúncio foi […]

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Sony Music Brasil e Rock in Rio renovam parceria para o palco Supernova

Curado com o Filtr Music Brasil, espaço chega à quarta edição com 28 atrações e foco em novos artistas.

O Grupo Sony Music Brasil e o Rock in Rio Brasil anunciaram a renovação da parceria para a edição de 2026 do festival, com a confirmação de novas atrações para o palco Supernova. O anúncio foi feito em coletiva de imprensa realizada na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

A parceria marca a quarta edição do Supernova com participação do Grupo Sony Music Brasil, que acompanha o projeto desde sua estreia. A curadoria do palco será novamente assinada pelo Filtr Music Brasil, plataforma de curadoria musical do grupo, em conjunto com Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World.

O Supernova se consolidou dentro do Rock in Rio como espaço voltado à descoberta de artistas, projetos especiais e encontros entre diferentes cenas musicais. Desde 2019, o palco tem buscado equilibrar nomes em ascensão e artistas já reconhecidos pelo público.

Para Fernando Cabral, CEO do Grupo Sony Music Brasil, a nova edição ocorre em um momento importante para a companhia. “O Supernova representa exatamente esse compromisso: criar plataformas relevantes para conectar novos talentos a grandes audiências, fortalecendo a diversidade criativa e impulsionando a música brasileira em sua pluralidade”, afirmou.

Na edição de 2026, o palco anuncia 28 atrações, entre elas Diogo Defante, Supercombo, Blietzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 years – João Gordo & Asteroides Trio, Alee, NandaTsunami, Delacruz, Lourena, Zeca Veloso, Bruna Black, Milo J, Melly, Sant, Yago OPróprio e Larissa Luz com o show “Rock in Gil”.

Zé Ricardo destacou que a curadoria nasce da escuta do que acontece na música atual. Segundo ele, o Supernova reúne “artistas que chegam com tudo” e nomes com trajetória consolidada, criando um espaço em que descoberta e reconhecimento ocupam o mesmo palco.

Line Up Palco Supernova – Rock in Rio 2026                              

04.09 (sexta-feira)
Diogo Defante
Venere Vai Venus
Rock in Gil com Larissa Luz
Chady

05.09 (sábado)
Supercombo
Lvcas
Mc Taya
ZeRO

06.09 (domingo)
Blietzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 years – João Gordo & Asteroides Trio
Matanza Ritual
Bayside Kings
O Escritório

07.09 (segunda-feira) *feriado
Alee
Zeca Veloso
Melly
Maui

11.09 (sexta-feira)
NandaTsunami
Ananda
Isa Buzzi
Muse Maya

12.09 (sábado)
Delacruz
Milo J
Yago OProprio
Celo Dut

13.09 (domingo)
Lourena
Sant
Bruna Black
Ar Baby

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Aula de música pode ajudar no desenvolvimento da fala da criança? https://musicaemercado.org/aula-musica-desenvolvimento-fala-crianca/ https://musicaemercado.org/aula-musica-desenvolvimento-fala-crianca/#respond Wed, 03 Jun 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255435 Aula de música pode ajudar no desenvolvimento da fala da criança?

Especialista explica como canções simples, repetição e interação com adultos podem estimular linguagem, escuta e vocabulário, mas alerta que atraso na fala precisa ser investigado. Quando uma criança pede para ouvir a mesma música várias vezes, a repetição pode parecer apenas uma fase ou uma mania infantil. Mas, no desenvolvimento da fala, canções simples, ritmo […]

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Aula de música pode ajudar no desenvolvimento da fala da criança?

Especialista explica como canções simples, repetição e interação com adultos podem estimular linguagem, escuta e vocabulário, mas alerta que atraso na fala precisa ser investigado.

Quando uma criança pede para ouvir a mesma música várias vezes, a repetição pode parecer apenas uma fase ou uma mania infantil. Mas, no desenvolvimento da fala, canções simples, ritmo e interação com adultos podem ter um papel importante na construção da linguagem, da escuta e do vocabulário.

Segundo Cintya Soares, musicista e fonoaudióloga, a música faz parte da experiência da criança desde muito cedo. Ainda na gestação, o bebê já entra em contato com sons do corpo da mãe, da voz materna e do ambiente ao redor.

“A audição é o primeiro sentido que o bebê desenvolve dentro da vida uterina. Lá pela 20ª, 25ª semana de gestação, a criança já começa a ouvir os sons externos”, diz.

De acordo com ela, esse contato precoce ajuda a explicar por que sons familiares podem acalmar recém-nascidos e por que a música costuma despertar interesse já nos primeiros meses de vida.

Canções simples ajudam no vocabulário

Para Cintya, não é preciso buscar músicas complexas para estimular uma criança pequena. Ao contrário, as canções curtas, repetitivas e conhecidas podem ser mais adequadas para bebês e pequenos em fase de aquisição da fala.

Ela cita músicas tradicionais, como cantigas folclóricas populares, como exemplos de repertório rico para a infância. A repetição de palavras, da melodia, o ritmo, as rimas e a estrutura das canções ajudam a criança a reconhecer sons, ampliar repertório e entrar em contato com novas palavras.

“Uma canção de quatro frases é uma canção muito elaborada para um bebê, para uma criança que está desenvolvendo a linguagem. Ela traz um vocabulário muito rico”, aponta.

A fonoaudióloga também afirma que a música se aproxima da fala porque trabalha pausas, velocidade, entonação e ritmo. Esses elementos, segundo ela, aparecem tanto na voz cantada quanto na voz falada.

Por que a criança quer repetir a mesma música?

A repetição, tão comum na infância, também tem função no aprendizado. Segundo Cintya, quando os pequenos pedem a mesma música várias vezes, eles não estão apenas insistindo em uma preferência. Eles também criam segurança e reforçam aquilo que se aprende.

“Criança gosta de repetição. Essa repetição traz segurança e, a cada vez que se repete, o cérebro vai assimilando, criando rotina, e a criança vai adquirindo e consolidando o novo  vocabulário”, destaca.

Esse processo aparece nas músicas e nas rotinas do dia a dia. A cada repetição, a criança reconhece melhor os sons, antecipa palavras, tenta completar trechos e participa mais da troca. 

Cantar junto importa mais do que só colocar música

Um dos cuidados, segundo a musicista, é não transformar a música em simples som de fundo. Colocar uma canção infantil para tocar pode fazer parte da rotina, mas o maior estímulo vem da interação com adultos.

Cintya afirma que a música deve ser usada como meio de comunicação. Isso pode acontecer no colo, no carro, durante a alimentação ou em brincadeiras simples.

“O importante não é só a criança ouvir. Quando você está dando alimentação, vá cantando junto. Quando está com ela no colo, cante uma música. A música é o meio”, acrescenta.

Na avaliação dela, cantar, conversar, olhar para a criança estimulando o contato visual e auditivo e relacionar a canção ao ambiente ajudam a transformar o momento em vínculo. Se a canção fala de cores, por exemplo, o adulto pode mostrar objetos ao redor. Se fala de movimento, pode brincar com gestos e movimentos.

Apesar dos benefícios, Cintya reforça que a música não deve ser vista como substituta de investigação quando há sinais de atraso na fala ou na linguagem. Segundo ela, se uma criança de 2 anos apresenta atraso de linguagem, é importante avaliar se há falta de estímulo, excesso de telas, pouca interação, questões auditivas, alterações fonológicas ou outros fatores que precisem de acompanhamento. 

Nesses casos, a orientação é procurar o pediatra ou médico foniatra, que poderá conduzir a avaliação e encaminhar a criança para fonoaudiólogo ou outros profissionais da área terapêutica e educacional, quando necessário.

O papel da música em crianças com atraso de fala

Mesmo quando a criança está em investigação ou já tem algum diagnóstico, o vínculo com a música pode continuar, desde que respeite as orientações dos profissionais que acompanham o caso.

Para Cintya, a música pode favorecer a linguagem, escuta, socialização, atenção, movimento corporal e vínculo. Mas cada criança precisa ser observada individualmente, especialmente quando há atraso de fala, suspeita de alteração auditiva, dificuldade de interação ou outros sinais de desenvolvimento.

Ela defende também que profissionais que acompanham a criança conversem entre si. Pediatra, foniatra, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, psicólogo, professor e musicoterapeuta, quando houver indicação, podem atuar de forma complementar. “Nada substitui, mas tudo agrega”, afirma. 

Como usar música em casa

Para famílias que querem incluir a música na rotina, a musicista recomenda começar de forma simples. Cantigas conhecidas, músicas infantis de qualidade, canções folclóricas, canções que exploram o gestual e brincadeiras de roda podem ser boas opções.

A especialista diz que não é preciso transformar o momento em aula. O principal é criar contato, presença e troca. Segundo ela, muitas vezes a criança não precisa de tantos brinquedos, mas de contato, conversa e brincadeiras com música.

Entre os caminhos possíveis, estão cantar durante atividades diárias, repetir músicas que a criança gosta, usar gestos, nomear objetos que aparecem na canção, brincar com sons graves e agudos, longos e curtos e incentivar a criança a participar no próprio tempo.

O alerta fica para situações em que a criança apresenta atraso de linguagem, fala muito pouco para a idade, não reage da maneira esperada aos sons, tem dificuldade persistente nas trocas de fala ou levanta dúvidas sobre audição e desenvolvimento. Nesses casos, a música pode fazer parte do estímulo, mas a avaliação profissional não deve ser adiada.

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Cort amplia a série Core de violões acústicos https://musicaemercado.org/cort-serie-core-violoes-acusticos/ https://musicaemercado.org/cort-serie-core-violoes-acusticos/#respond Wed, 03 Jun 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255406 Cort amplia a série Core de violões acústicos

Linha ganha novos modelos com madeiras maciças, eletrônica Fishman e construção voltada ao palco. A Cort anunciou a expansão da série Core de violões acústicos, linha de instrumentos com construção totalmente maciça, acabamento semibrilho curado por UV e seleção de madeiras voltadas a diferentes respostas sonoras. A nova fase incorpora os modelos Core-GA Formosan Koa […]

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Cort amplia a série Core de violões acústicos

Linha ganha novos modelos com madeiras maciças, eletrônica Fishman e construção voltada ao palco.

A Cort anunciou a expansão da série Core de violões acústicos, linha de instrumentos com construção totalmente maciça, acabamento semibrilho curado por UV e seleção de madeiras voltadas a diferentes respostas sonoras.

A nova fase incorpora os modelos Core-GA Formosan Koa e Core-OC Maple, que se somam ao Core-MC Ovangkol. Todos mantêm uma base comum: tampo maciço de spruce, bracing em X escalopado à mão e junção do braço tipo dovetail na 14ª casa.

Novas opções de madeira e sonoridade

O Core-GA Formosan Koa combina tampo maciço de spruce com fundo e laterais maciços de Formosan koa, madeira também conhecida como Acacia Confusa. O modelo busca resposta quente, profundidade harmônica e ressonância típica de uma construção totalmente maciça.

O Core-OC Maple utiliza tampo maciço de spruce com fundo e laterais maciços de sycamore maple, com voz mais brilhante, articulada e com boa projeção. Já o Core-MC Ovangkol combina spruce maciço com ovangkol maciço, com foco em clareza, profundidade e ampla faixa dinâmica.

Os novos modelos incluem eletrônica Fishman Presys VT, com controles discretos de volume e tone montados na lateral. A configuração permite passar do estúdio ao palco com uma captação acústica de operação simples.

Detalhes de construção

O Core-GA Formosan Koa traz braço de mogno com perfil Comfort C, escala de rosewood, comprimento de escala de 25,5” e pestana de osso de 45 mm. O Core-OC Maple usa braço de hard maple, também com perfil Comfort C, escala de rosewood, comprimento de 25,5” e pestana de osso de 43 mm.

A série inclui ponte de rosewood, tarraxas vintage abertas, pestana e rastilho de osso, cordas Elixir Phosphor Bronze Nanoweb Light 12–53 e bag Cort. Os modelos já estão disponíveis.

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Behringer apresenta o JT-2, sintetizador analógico inspirado no som Jupiter https://musicaemercado.org/behringer-jt-2-sintetizador-analogico/ https://musicaemercado.org/behringer-jt-2-sintetizador-analogico/#respond Tue, 02 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255401 Behringer apresenta o JT-2, sintetizador analógico inspirado no som Jupiter

Módulo combina duplo VCO, filtros analógicos, modo parafônico e arpejador em formato Eurorack. A Behringer incorporou ao seu catálogo o JT-2, sintetizador analógico compacto em formato Eurorack voltado a músicos, produtores e usuários de sistemas modulares que buscam sons clássicos de síntese subtrativa em um equipamento de controle direto. O modelo é inspirado na estética […]

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Behringer apresenta o JT-2, sintetizador analógico inspirado no som Jupiter

Módulo combina duplo VCO, filtros analógicos, modo parafônico e arpejador em formato Eurorack.

A Behringer incorporou ao seu catálogo o JT-2, sintetizador analógico compacto em formato Eurorack voltado a músicos, produtores e usuários de sistemas modulares que buscam sons clássicos de síntese subtrativa em um equipamento de controle direto.

O modelo é inspirado na estética sonora dos sintetizadores Jupiter e trabalha com arquitetura de duplo VCO. Os osciladores oferecem formas de onda como saw, triangle/sine, square e noise, além de PWM, sincronização de osciladores e modulação FM.

Filtros, modulação e modo parafônico

O JT-2 inclui filtro ressonante low-pass com inclinação comutável de 12 dB ou 24 dB, junto com um filtro high-pass adicional para maior ajuste tonal. Também incorpora duas envolventes ADSR analógicas com key follow e um LFO com formas de onda sine, saw, square e random.

O sintetizador pode operar em modo parafônico para performances de duas notas e permite conectar várias unidades por meio do Poly Chain para ampliar a polifonia. O arpejador integrado oferece padrões Up, Down, Up-Down e Random, com alcance de até quatro oitavas.

Conectividade para estúdio e palco

O JT-2 soma entrada externa CV/Gate, implementação MIDI e design compatível com Eurorack, permitindo integração tanto em configurações modulares quanto em ambientes de produção de mesa.

Veja mais neste vídeo.

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PROLIGHTS ilumina duas novas atrações do Futuroscope https://musicaemercado.org/prolights-novas-atracoes-futuroscope/ https://musicaemercado.org/prolights-novas-atracoes-futuroscope/#respond Tue, 02 Jun 2026 09:02:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255417 PROLIGHTS ilumina duas novas atrações do Futuroscope

La Serre des Mondes e Mission Bermudes usam soluções de iluminação fornecidas pela ESL no parque francês. A PROLIGHTS está presente em duas novas atrações do Futuroscope, parque temático localizado próximo a Poitiers, na França. As instalações La Serre des Mondes e Mission Bermudes incorporam soluções de iluminação da marca, fornecidas pela ESL, com aplicações […]

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PROLIGHTS ilumina duas novas atrações do Futuroscope

La Serre des Mondes e Mission Bermudes usam soluções de iluminação fornecidas pela ESL no parque francês.

A PROLIGHTS está presente em duas novas atrações do Futuroscope, parque temático localizado próximo a Poitiers, na França. As instalações La Serre des Mondes e Mission Bermudes incorporam soluções de iluminação da marca, fornecidas pela ESL, com aplicações distintas no desenho cênico e arquitetônico do parque.

Em La Serre des Mondes, experiência imersiva que combina narrativa, interação sensorial e exploração livre, os equipamentos LumiPar 12IP foram integrados diretamente em tambores posicionados ao redor de uma árvore monumental com raízes luminosas.

A atração propõe uma dinâmica chamada “phonosynthesis”, na qual os visitantes devem responder a pulsos de luz tocando os tambores no ritmo indicado. Nesse contexto, as luminárias fazem parte da narrativa, orientando a participação do público e acompanhando a evolução visual da cena.

Iluminação para percurso externo e experiência imersiva

Em Mission Bermudes, atração baseada em uma missão fictícia de resgate no Triângulo das Bermudas, a PROLIGHTS participa com diferentes soluções para o percurso externo e áreas específicas do projeto.

Os equipamentos ArcPod 15Q marcam o caminho dos visitantes até a atração, enquanto os ArcPod 48Q, instalados sob os trilhos na saída do edifício, geram sequências de luz sincronizadas com a chegada das embarcações Rocking Boats. Na área do bar, os ArcSpot XSFC oferecem iluminação pontual de destaque.

As duas instalações mostram aplicações diferentes para a iluminação profissional: do uso interativo dentro de uma narrativa imersiva até sistemas arquitetônicos desenvolvidos para orientar o público e reforçar a identidade visual de um espaço de grande circulação.

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InfoComm América Latina 2025 recebe prêmio internacional da IAEE https://musicaemercado.org/infocomm-america-latina-2025-premio-iaee/ https://musicaemercado.org/infocomm-america-latina-2025-premio-iaee/#respond Tue, 02 Jun 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255392 InfoComm América Latina 2025 recebe prêmio internacional da IAEE

Evento organizado pela AVIXA foi reconhecido por sua primeira edição e por sua contribuição ao mercado audiovisual profissional na região. A InfoComm América Latina 2025, exposição organizada pela AVIXA, recebeu o 2026 IAEE International Excellence Award, reconhecimento concedido pela International Association of Exhibitions and Events a eventos que contribuem para o desenvolvimento da indústria de […]

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InfoComm América Latina 2025 recebe prêmio internacional da IAEE

Evento organizado pela AVIXA foi reconhecido por sua primeira edição e por sua contribuição ao mercado audiovisual profissional na região.

A InfoComm América Latina 2025, exposição organizada pela AVIXA, recebeu o 2026 IAEE International Excellence Award, reconhecimento concedido pela International Association of Exhibitions and Events a eventos que contribuem para o desenvolvimento da indústria de feiras e exposições em escala global.

A primeira edição da InfoComm América Latina foi realizada na Cidade do México em outubro de 2025 e reuniu 5.214 participantes, 3.915 compradores e 61 expositores, em uma área de exposição de 2.656 metros quadrados. A programação contou com 47 sessões educativas, 16 treinamentos de fabricantes e sete salas de demonstração.

Segundo a AVIXA, os resultados posteriores ao evento mostraram que 96% dos participantes consideraram a feira importante para seus negócios, enquanto 93% se declararam satisfeitos com a experiência geral. Entre os expositores, 96% avaliaram o retorno sobre o investimento como muito bom ou excelente.

O prêmio foi entregue durante a gala da IMEX Frankfurt, realizada em 20 de maio. Marsha Flanagan, presidente e CEO da IAEE, destacou o papel da InfoComm América Latina como plataforma B2B para conectar inovadores, compradores e vendedores em um mercado que demandava um evento desse nível.

Ana Elisa Benavent, diretora do evento, afirmou que o reconhecimento representa um marco para a InfoComm América Latina e ressaltou o esforço coletivo de expositores, parceiros, palestrantes e visitantes na construção de uma plataforma regional para a indústria de integração audiovisual.

A AVIXA prevê que a edição de 2026 amplie a área de exposição em 60%, sinalizando a confiança do mercado na continuidade do projeto.

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Conservatório de Tatuí abre inscrições para Concurso de Violão https://musicaemercado.org/conservatorio-tatui-inscricoes-concurso-violao/ https://musicaemercado.org/conservatorio-tatui-inscricoes-concurso-violao/#respond Mon, 01 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255438 Conservatório de Tatuí abre inscrições para Concurso de Violão

Participação é gratuita e estudantes podem se inscrever até 11 de junho de 2026. O Conservatório de Tatuí está com inscrições abertas para a 11ª edição do Concurso de Violão, que podem ser feitas nesse link. A iniciativa é gratuita e voltada a estudantes da instituição, alunos de outras escolas de música e pessoas que […]

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Conservatório de Tatuí abre inscrições para Concurso de Violão

Participação é gratuita e estudantes podem se inscrever até 11 de junho de 2026.

O Conservatório de Tatuí está com inscrições abertas para a 11ª edição do Concurso de Violão, que podem ser feitas nesse link. A iniciativa é gratuita e voltada a estudantes da instituição, alunos de outras escolas de música e pessoas que estudam com professores particulares.

As inscrições devem ser feitas virtualmente até 11 de junho de 2026. O concurso tem como objetivo estimular o desenvolvimento técnico e artístico de estudantes de violão erudito, além de incentivar a prática de apresentação em público.

Lançado em 1988, o Concurso de Violão do Conservatório de Tatuí chega à nova edição sob coordenação de Rosana Massuela e presta homenagem à professora Angela Muner, docente de violão e música de câmara da instituição.

Categorias e etapas do concurso

A competição será dividida em quatro turnos: participantes com até 11 anos; de 12 a 14 anos; de 15 a 17 anos; e a partir de 18 anos.

O processo terá duas etapas. A primeira será eliminatória, com análise de documentos e avaliação de vídeo enviado pelo participante. Serão selecionados seis concorrentes por turno. A fase final ocorrerá presencialmente em 21 de agosto, em Tatuí, diante de uma comissão julgadora.

A banca avaliará critérios como afinação, interpretação, ritmo, articulação, equilíbrio de vozes, fluência e fraseado. Custos de deslocamento e hospedagem serão de responsabilidade dos participantes.

Ao todo, o concurso premiará dez participantes, incluindo vencedores por turno e uma menção honrosa. Entre os prêmios estão jogos de cordas, métodos de ensino de violão e valores em dinheiro.

As dúvidas sobre o edital devem ser encaminhadas para concursos.conserva@conservatoriodetatui.org.br.

Foto: Josué Mota/Arquivo do Conservatório de Tatuí

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O que uma loja de instrumentos deve buscar em uma feira de música https://musicaemercado.org/loja-instrumentos-feira-musica-conecta/ https://musicaemercado.org/loja-instrumentos-feira-musica-conecta/#respond Mon, 01 Jun 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255386 O que uma loja de instrumentos deve buscar em uma feira de música

Uma feira de música pode ser mais do que uma visita de cortesia: para uma loja, é uma oportunidade para encontrar fornecedores, negociar condições, conhecer produtos de giro, capacitar a equipe e entender para onde o consumidor está se movendo. Para uma loja de instrumentos musicais, visitar uma feira não deveria ser um passeio improvisado […]

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O que uma loja de instrumentos deve buscar em uma feira de música

Uma feira de música pode ser mais do que uma visita de cortesia: para uma loja, é uma oportunidade para encontrar fornecedores, negociar condições, conhecer produtos de giro, capacitar a equipe e entender para onde o consumidor está se movendo.

Para uma loja de instrumentos musicais, visitar uma feira não deveria ser um passeio improvisado pelos corredores. Em um mercado pressionado por marketplaces, venda direta, mudanças no consumo e clientes mais informados, cada visita profissional precisa ter um objetivo.

A pergunta não é apenas “quais marcas estarão presentes”. A pergunta correta é: o que a feira pode trazer para melhorar o negócio da loja nos próximos meses?

Uma feira como a Conecta+ Música & Mercado pode funcionar como uma leitura concentrada do setor. Em poucos dias, o lojista pode encontrar fornecedores, comparar linhas, observar tendências, testar produtos, participar de capacitações, conversar com marcas e entender quais argumentos podem ajudar a vender melhor.

Buscar novos fornecedores, mas com critério

Encontrar fornecedores é uma das razões mais evidentes para visitar uma feira. Mas não se trata de somar catálogos sem estratégia.

A loja deve buscar marcas que completem seu mix, reduzam dependências, melhorem margens ou atendam demandas que já aparecem no balcão. Um novo fornecedor só faz sentido se resolver um problema real: falta de reposição, baixa rentabilidade, pouca variedade, demora logística ou ausência de produtos para um público específico.

Antes de avançar em qualquer conversa, vale perguntar:

  • Qual é o pedido mínimo?
  • Como funciona a reposição?
  • Que margem média a linha permite?
  • Há suporte técnico no Brasil?
  • A marca oferece material de venda, conteúdo ou capacitação?
  • Existe proteção comercial por região ou canal?
  • A empresa trabalha com e-commerce, loja física ou ambos?

A feira serve para abrir portas. A decisão de compra deve vir depois de uma avaliação objetiva.

Negociar condições, não apenas preços

No varejo musical, preço importa. Mas não é o único fator.

Uma boa negociação inclui prazo de pagamento, política de reposição, garantia, assistência técnica, bonificações, material promocional, treinamento para vendedores, apoio em demonstrações e condições para campanhas.

Muitas vezes, a loja se concentra apenas em conseguir desconto e deixa de negociar pontos que podem melhorar a venda na prática. Um fornecedor que oferece capacitação, conteúdo, disponibilidade de peças e suporte comercial pode gerar mais resultado do que uma linha com preço menor, mas sem estrutura.

Em uma feira, a vantagem está em conversar diretamente com quem decide ou com quem pode levar a demanda ao distribuidor. É o momento de explicar o perfil da loja, o tipo de cliente, a região atendida e as categorias com maior potencial.

Identificar produtos de giro

Uma loja não vive apenas de lançamentos. Vive de produtos que giram.

Por isso, um dos focos da visita deve ser identificar itens com boa relação entre demanda, margem, reposição e facilidade de venda. Acessórios, cordas, baquetas, palhetas, cabos, suportes, interfaces, microfones, controladores, pedais, instrumentos de entrada, produtos para home studio e soluções para igrejas ou escolas podem ter papel decisivo no faturamento mensal.

A feira permite ver quais produtos estão sendo trabalhados pelas marcas, quais linhas recebem investimento, quais categorias estão crescendo e quais soluções podem responder a buscas reais do consumidor.

O lojista deve olhar menos para a novidade isolada e mais para a possibilidade de venda contínua.

Ver demonstrações com olhar comercial

As demonstrações são uma das partes mais úteis de uma feira, desde que a loja as observe com atenção comercial.

Não basta ver se um produto soa bem ou se chama a atenção do público. A loja deve analisar como aquele produto pode ser apresentado no ponto de venda.

  • É fácil de explicar?
  • O cliente entende rapidamente o benefício?
  • Exige vendedor especializado?
  • Funciona para iniciantes, profissionais ou ambos?
  • Pode gerar venda adicional de acessórios?
  • Tem bom argumento para redes sociais?
  • Pode ser demonstrado dentro da loja?

Uma demonstração bem observada ajuda a transformar produto em discurso de venda. Para a equipe comercial, isso vale mais do que receber uma ficha técnica.

Capacitar a equipe de vendas

Uma feira também é oportunidade de formação. Vendedores que conhecem melhor os produtos vendem com mais segurança, atendem melhor e reduzem a dependência do preço como único argumento.

A loja deveria aproveitar palestras, workshops, clínicas, demonstrações e conversas técnicas para levar informação de volta à equipe. Mesmo quando nem todos podem viajar, o dono ou comprador pode registrar aprendizados, fazer anotações, reunir catálogos e organizar uma pequena capacitação interna depois do evento.

A pergunta-chave é: o que aprendemos na feira que pode melhorar a venda na loja na próxima semana?

Esse aprendizado pode estar em um produto, em uma técnica de demonstração, em uma tendência de consumo ou em uma nova forma de abordar o cliente.

Observar tendências de consumo

As feiras também mostram para onde o mercado está indo.

Se muitas marcas apresentam soluções para home studio, pode haver demanda crescente por produção independente. Se aumentam as opções de instrumentos de entrada, pode existir oportunidade em educação musical. Se aparecem mais produtos compactos, portáteis e conectados, o consumidor pode estar buscando praticidade. Se crescem as soluções para igrejas, eventos e escolas, a loja pode revisar sua oferta para públicos coletivos.

A feira permite observar sinais antes que eles se transformem em demanda consolidada.

Para uma loja, isso é importante porque comprar tarde pode significar perder margem, perder cliente ou depender de categorias saturadas.

Fazer networking com outros lojistas

Uma feira não serve apenas para falar com fornecedores. Também serve para ouvir outros comerciantes.

Conversar com lojas de outras regiões ajuda a entender quais produtos giram, quais problemas se repetem, quais marcas entregam melhor, quais categorias estão com menor margem e como outros varejistas estão lidando com marketplaces, crédito, equipe e atendimento.

Essa troca pode ser mais útil do que uma palestra formal. O lojista que escuta o mercado volta com uma visão mais ampla do próprio negócio.

Sair com um plano de ação

O erro mais comum é voltar de uma feira com sacolas, catálogos, fotos e poucos próximos passos.

Uma loja deveria sair com uma lista clara:

  • Fornecedores para contatar;
  • Produtos para testar;
  • Condições para negociar;
  • Marcas para comparar;
  • Conteúdos para publicar;
  • Capacitações para replicar à equipe;
  • Categorias para revisar no mix;
  • Contatos que merecem acompanhamento.

A feira só gera resultado quando a visita se transforma em ação.

De visitante a comprador estratégico

Para uma loja de instrumentos musicais, uma feira de música não deve ser vista como evento social nem como simples exposição de produtos. Deve ser tratada como ferramenta de compra, formação e reposicionamento.

O lojista que chega com objetivos claros aproveita melhor o tempo, conversa com mais critério e volta com informação útil para vender melhor.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a loja que sabe o que buscar em uma feira tem mais chances de encontrar fornecedores adequados, negociar melhor, capacitar sua equipe e escolher produtos que realmente giram.

Visitar uma feira não é apenas ver novidades. É entender o que pode melhorar o negócio depois que o evento termina.

Planeje sua visita à Conecta+ Música & Mercado e entre em contato com nossa equipe para se cadastrar como lojista gratuito.

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DOD e Morley lançam o pedal Wah-ocTo-Fuzz https://musicaemercado.org/dod-morley-pedal-wah-octo-fuzz/ https://musicaemercado.org/dod-morley-pedal-wah-octo-fuzz/#respond Mon, 01 Jun 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255413 DOD e Morley lançam o pedal Wah-ocTo-Fuzz

Novo efeito combina wah, oitava e fuzz em uma unidade para guitarra, baixo e teclados. A DOD e a Morley anunciaram o lançamento do Wah-ocTo-Fuzz, pedal de efeitos que reúne wah, oitava e fuzz em uma única unidade. O modelo já está disponível mundialmente por meio de lojas locais e canais online. O pedal combina […]

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DOD e Morley lançam o pedal Wah-ocTo-Fuzz

Novo efeito combina wah, oitava e fuzz em uma unidade para guitarra, baixo e teclados.

A DOD e a Morley anunciaram o lançamento do Wah-ocTo-Fuzz, pedal de efeitos que reúne wah, oitava e fuzz em uma única unidade. O modelo já está disponível mundialmente por meio de lojas locais e canais online.

O pedal combina o circuito DOD FX35 Octoplus dos anos 80 com circuitos clássicos de wah e fuzz da Morley inspirados na década de 1970. A proposta atende guitarristas, baixistas e tecladistas que buscam usar cada efeito separadamente ou combinar dois ou três efeitos ao mesmo tempo.

Três efeitos em um pedal

A seção de oitava utiliza o circuito analógico DOD FX35 Octoplus, com controles Direct Level, Tone e Octave Level. Esses ajustes permitem regular o sinal direto, o brilho geral e o nível da oitava inferior.

A seção wah usa o design eletro-óptico da Morley e operação sem chave. O efeito é ativado ao pisar no pedal, que incorpora uma superfície que brilha no escuro.

O fuzz é baseado em sons da fase clássica da Morley dos anos 70. A seção inclui os controles Intensity Level, para ajuste de ganho, e Fuzz Level, para regular o nível geral do sinal quando o fuzz está ativado.

Construção e especificações

O Wah-ocTo-Fuzz é construído em chassi de aço laminado a frio, com circuito buffer da Morley para preservar o sinal dentro da cadeia de pedais.

O equipamento conta com entrada e saída de 1/4”, funciona com fonte padrão de 9VDC 300 mA centro negativo e também pode operar com bateria de 9V. Suas dimensões são 6,86” de comprimento, 4,23” de largura e 3,88” de altura, com peso de 1,03 kg.

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Robe ilumina Eurovision 2026 com quase 550 luzes https://musicaemercado.org/robe-eurovision-2026/ https://musicaemercado.org/robe-eurovision-2026/#respond Fri, 29 May 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255340 Robe ilumina Eurovision 2026 com quase 550 luzes

A Robe participou como parceira técnica do Eurovision Song Contest 2026, realizado no Wiener Stadthalle, em Viena, na Áustria. A 70ª edição do concurso teve projeto de iluminação criado por Tim Routledge e sua equipe, em colaboração com o designer de cenografia, vídeo e produção Florian Wieder.  O sistema reuniu cerca de 550 luzes Robe, […]

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Robe ilumina Eurovision 2026 com quase 550 luzes

A Robe participou como parceira técnica do Eurovision Song Contest 2026, realizado no Wiener Stadthalle, em Viena, na Áustria.

A 70ª edição do concurso teve projeto de iluminação criado por Tim Routledge e sua equipe, em colaboração com o designer de cenografia, vídeo e produção Florian Wieder

O sistema reuniu cerca de 550 luzes Robe, incluindo 190 unidades GigaPointe, 98 WTF!, 182 SVB1, 64 iFORTE/iFORTE LTX e 25 HolyPATT. A estrutura precisava atender às demandas visuais de 35 delegações, ao público presente e à transmissão internacional do evento.

Os GigaPointe tiveram presença central no desenho de luz, especialmente em efeitos de beam, gobos e momentos de maior impacto visual. Morgan Evans, designer associado de iluminação, destacou a versatilidade e a confiabilidade dos equipamentos durante a produção. 

A luz principal do palco e do Green Room ficou a cargo dos iFORTE, escolhidos pela qualidade de luz em ambiente televisivo. As unidades SVB1 foram usadas em efeitos cinéticos, enquanto os HolyPATT ajudaram a compor a estética do Green Room.

Segundo Routledge, o uso de câmeras de grande sensor permitiu trabalhar com mais textura, definição e controle sobre a imagem final. O projeto reforçou a importância da iluminação como parte central da narrativa visual de grandes transmissões musicais. 

Photos: By Marko Polasek (technical shots) and ORF Cloud (show images).

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Henri SELMER Paris apresenta a boquilha Density para saxofone alto https://musicaemercado.org/henri-selmer-paris-boquilha-density/ https://musicaemercado.org/henri-selmer-paris-boquilha-density/#respond Fri, 29 May 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255336 Henri SELMER Paris apresenta a boquilha Density para saxofone alto

Novo modelo combina elementos das boquilhas Concept e C. Delangle para oferecer mais densidade sonora e projeção. A Henri SELMER Paris ampliou sua linha de boquilhas para saxofone alto clássico com o lançamento da Density, modelo desenvolvido para saxofonistas que buscam mais corpo sonoro, projeção e riqueza harmônica, sem abrir mão da facilidade de resposta. […]

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Henri SELMER Paris apresenta a boquilha Density para saxofone alto

Novo modelo combina elementos das boquilhas Concept e C. Delangle para oferecer mais densidade sonora e projeção.

A Henri SELMER Paris ampliou sua linha de boquilhas para saxofone alto clássico com o lançamento da Density, modelo desenvolvido para saxofonistas que buscam mais corpo sonoro, projeção e riqueza harmônica, sem abrir mão da facilidade de resposta.

A nova boquilha nasce da síntese entre dois modelos já conhecidos da marca: Concept e C. Delangle. Segundo a empresa, a Density reúne a redondez sonora e a facilidade de emissão da Concept com o timbre e a projeção da C. Delangle.

A proposta é atender músicos do repertório clássico que procuram um som mais presente, com maior densidade tímbrica e boa capacidade de controle. O modelo não substitui as versões anteriores, mas acrescenta uma alternativa para saxofonistas que desejam mais presença acústica mantendo conforto na execução.

Entre as especificações, a boquilha Density para saxofone alto traz abertura de 1,55 mm, comprimento de mesa de 24 mme câmara redonda. O modelo é fabricado em ebonite e acompanha protetor de boquilha.

A Density já aparece como disponível por meio dos revendedores autorizados e na loja oficial da Henri SELMER Paris.

Ficha técnica

  • Produto: Density para saxofone alto
  • Marca: Henri SELMER Paris
  • Aplicação: saxofone alto clássico
  • Abertura: 1,55 mm
  • Comprimento de mesa: 24 mm
  • Câmara: redonda
  • Material: ebonite
  • Inclui: protetor de boquilha
  • Disponibilidade: revendedores autorizados e selmer.fr

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O que é a Conecta+ Música & Mercado e por que ocupa espaço na agenda do setor https://musicaemercado.org/o-que-e-a-conecta-musica-mercado/ https://musicaemercado.org/o-que-e-a-conecta-musica-mercado/#respond Thu, 28 May 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255304 O que é a Conecta+ Música & Mercado e por que ocupa espaço na agenda do setor

O evento evolui em 2026 com uma proposta que combina feira, congresso e agenda de negócios para conectar empresas, profissionais, criadores, educação, tecnologia e poder público. Durante muitos anos, o mercado da música funcionou com uma lógica relativamente previsível. Fabricantes, distribuidores, representantes, lojas, professores, técnicos e músicos formavam uma cadeia reconhecível. O consumidor descobria instrumentos, […]

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O que é a Conecta+ Música & Mercado e por que ocupa espaço na agenda do setor

O evento evolui em 2026 com uma proposta que combina feira, congresso e agenda de negócios para conectar empresas, profissionais, criadores, educação, tecnologia e poder público.

Durante muitos anos, o mercado da música funcionou com uma lógica relativamente previsível. Fabricantes, distribuidores, representantes, lojas, professores, técnicos e músicos formavam uma cadeia reconhecível. O consumidor descobria instrumentos, equipamentos e serviços na loja, na escola de música, no ensaio, no palco ou por recomendação direta de outros profissionais.

Esse mapa mudou.

A venda online, os marketplaces, os criadores de conteúdo, as plataformas digitais, os novos modelos de educação musical e a profissionalização dos eventos fragmentaram o caminho tradicional de compra e decisão. O mercado ganhou escala, mas perdeu parte de sua coordenação.

É nesse contexto que a Conecta+ Música & Mercado ocupa um lugar relevante na agenda do setor. Não apenas como uma feira de produtos, mas como um ponto de encontro para reorganizar conversas, gerar oportunidades e reunir, em um mesmo ambiente, quem compra, vende, especifica, ensina, produz, opera, licencia e monetiza música.

De feira setorial a plataforma de negócios

A Conecta+ nasceu vinculada ao ecossistema da Música & Mercado e ao propósito de reunir empresas, marcas e profissionais do setor musical. Com o tempo, o evento deixou de responder apenas a uma necessidade de exposição comercial e passou a refletir uma transformação mais ampla: a música já não se organiza somente em torno do instrumento ou da loja.

Hoje, o negócio da música também passa por áudio profissional, iluminação, infraestrutura para eventos, estúdios, software, educação, direitos autorais, creators, festivais, igrejas, teatros, escolas, projetos sociais e políticas públicas.

A edição de 2026 da Conecta+ Música & Mercado está prevista para acontecer de 13 a 15 de novembro de 2026, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, com uma proposta que integra exposição profissional, congresso e agenda de negócios. O formato apresentado pela organização posiciona o evento como um ambiente para avaliar soluções, conversar, negociar e avançar oportunidades reais para o mercado da música. 

Por que o evento voltou a ser necessário

O retorno da Conecta+ à agenda não se explica apenas pela vontade de reunir expositores. Ele responde a uma demanda concreta do mercado: criar um espaço onde as diferentes partes da cadeia voltem a se encontrar de forma presencial, profissional e orientada a resultados.

A loja precisa entender o novo consumidor. O fabricante precisa conversar com quem especifica compras. O distribuidor busca ampliar canais. O técnico de áudio e luz precisa se atualizar. O educador procura soluções para formação. O poder público precisa de referências para projetos culturais. O músico quer conhecer ferramentas, tendências e caminhos de profissionalização.

Quando esses públicos não se cruzam, o mercado fica mais lento. Quando se encontram em um mesmo lugar, com conteúdo, demonstrações e agenda de negócios, as oportunidades se tornam mais visíveis.

O que mudou na proposta

A nova fase da Conecta+ não elimina o varejo. Pelo contrário: mantém o varejo como uma parte estratégica do evento. A diferença é que ele deixa de ser o único centro da conversa.

A partir de 2026, o evento passa a incluir outros mecanismos de negócio: venda direta, distribuição, locação, contratos, especificações técnicas, compras institucionais, formação, licenciamento, tecnologia e projetos públicos. O objetivo é permitir que diferentes agentes do setor encontrem oportunidades além do contato casual de corredor.

A organização também trabalha com uma camada digital de relacionamento. O App Conecta+ foi pensado para ajudar participantes e empresas a solicitar, organizar e priorizar reuniões antes e durante o evento, reduzindo o improviso e dando mais direção ao tempo de presença na feira. 

Uma edição pensada para o novo mapa da música

Os dados da edição anterior ajudam a explicar esse movimento. Segundo materiais da organização, a Conecta+ registrou em 2025 14 mil profissionais cadastrados, 305 CNPJs únicos de compradores, mais de 400 marcas, presença de 22 estados e Distrito Federal e mais de 200 palestrantes.

Para 2026, a meta apresentada é ampliar essa base, com mais compradores identificados, maior cobertura nacional e participação de secretarias de cultura, educação e turismo. 

Esse ponto é relevante: o mercado musical já não depende apenas do consumidor final. Há demanda em escolas, igrejas, teatros, casas de show, locadoras, estúdios, produtoras, ONGs, projetos culturais e municípios. Quem entende esse movimento pode encontrar novas formas de vender, prestar serviços, capacitar, especificar ou investir.

O que o visitante pode esperar

Para o visitante profissional, a Conecta+ Música & Mercado funciona como uma leitura concentrada do setor. Em poucos dias, é possível observar quais marcas estão ativas, quais produtos chegam ao mercado, quais temas estão em discussão e quais perfis de compradores, fornecedores e especialistas estão buscando conexões.

Para músicos, técnicos e criadores, o evento pode funcionar como um espaço de atualização. Para lojas e distribuidores, como uma ferramenta de reposicionamento comercial. Para empresas de áudio, iluminação, tecnologia e educação, como uma vitrine para públicos que nem sempre estão reunidos em uma feira tradicional de instrumentos.

O valor do evento está justamente nessa combinação: produto, conteúdo, relacionamento e inteligência de mercado.

Mais do que visitar uma feira

A pergunta já não é apenas “quem vai expor?”. A pergunta correta é: que tipo de mercado queremos construir para os próximos anos?

A Conecta+ Música & Mercado volta à agenda porque o setor precisa de pontos de encontro capazes de organizar conversas que hoje estão dispersas. A música continua sendo cultura, expressão e entretenimento. Mas também é economia, trabalho, tecnologia, formação, infraestrutura e negócio.

Em 2026, a Conecta+ se apresenta como uma resposta a esse novo cenário: um evento para ver produtos, sim, mas também para entender para onde o mercado se move e com quem será necessário conversar para seguir participando dele.

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Powersoft amplia linha de amplificadores com a série PRIMA https://musicaemercado.org/powersoft-amplificadores-prima/ https://musicaemercado.org/powersoft-amplificadores-prima/#respond Thu, 28 May 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255332 Powersoft amplia linha de amplificadores com a série PRIMA

Novos PRIMA 164 e PRIMA 324 foram desenvolvidos para instalações AV que não exigem DSP integrado. A Powersoft apresentou a série PRIMA, nova linha de amplificadores profissionais compactos de 4 canais voltada para sistemas de áudio instalado que precisam de amplificação confiável de baixa e média potência, sem adicionar processamento desnecessário. A família chega com […]

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Powersoft amplia linha de amplificadores com a série PRIMA

Novos PRIMA 164 e PRIMA 324 foram desenvolvidos para instalações AV que não exigem DSP integrado.

A Powersoft apresentou a série PRIMA, nova linha de amplificadores profissionais compactos de 4 canais voltada para sistemas de áudio instalado que precisam de amplificação confiável de baixa e média potência, sem adicionar processamento desnecessário.

A família chega com dois modelos: PRIMA 164 e PRIMA 324. Ambos foram projetados para aplicações nas quais o processamento de sinal, o roteamento e o controle já são realizados por um DSP, mixer ou processador AV antes do amplificador na cadeia de áudio.

A proposta atende uma demanda frequente em instalações comerciais, como lojas, hotéis, salas de aula, salas de reunião e ambientes corporativos. Nesses projetos, especificar um amplificador com DSP integrado pode duplicar funções, elevar o custo e aumentar a complexidade do sistema.

Os modelos PRIMA suportam operação Hi-Z e Lo-Z, com cada canal de saída configurável de forma independente de acordo com a carga conectada. A série também inclui Auto Setup, recurso que otimiza os parâmetros do amplificador no primeiro acionamento para reduzir o tempo de comissionamento.

A arquitetura de roteamento utiliza uma matriz diagonal fixa, mantendo o fluxo de sinal mais previsível. Um conector dedicado permite enviar uma única fonte de entrada para todos os canais de saída, recurso útil em sistemas de áudio distribuído.

A tecnologia Power Sharing permite distribuir a potência disponível entre os canais conforme a necessidade da instalação. Já os modos Eco Mode e Auto Standby contribuem para reduzir o consumo de energia em aplicações permanentes.

Com formato compacto de meio rack, a série PRIMA pode ser instalada como unidade independente, atrás de displays ou sob mesas de reunião. Os modelos trazem controles de ganho, LEDs de status e sinal, além de ajustes diretos no painel traseiro, sem exigir software dedicado.

“Muitos de nossos clientes trabalham em projetos nos quais o processamento já está definido em outro ponto da cadeia de sinal. Até agora, a escolha muitas vezes era superdimensionar o sistema com DSP de que não precisavam ou usar amplificadores genéricos que não atendiam às expectativas de desempenho. A PRIMA fecha essa lacuna”, afirmou Luca Giorgi, diretor de vendas e desenvolvimento de negócios da Powersoft.

A série PRIMA será apresentada no estande da Powersoft na InfoComm 2026, em Las Vegas, entre 17 e 19 de junho, no Las Vegas Convention Center.

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Instrumentos sustentáveis: o que o músico ganha ao escolher melhor https://musicaemercado.org/instrumentos-sustentaveis-musico/ https://musicaemercado.org/instrumentos-sustentaveis-musico/#respond Wed, 27 May 2026 09:07:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255307 Instrumentos sustentáveis: o que o músico ganha ao escolher melhor

A compra de um instrumento musical ainda começa por uma pergunta básica: como ele soa? Mas cada vez mais músicos estão acrescentando outra questão ao processo de escolha: de onde vêm os materiais usados na fabricação? A sustentabilidade na fabricação musical não se resume a uma etiqueta “verde”. Pode envolver madeiras certificadas, materiais reciclados, peças […]

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Instrumentos sustentáveis: o que o músico ganha ao escolher melhor

A compra de um instrumento musical ainda começa por uma pergunta básica: como ele soa? Mas cada vez mais músicos estão acrescentando outra questão ao processo de escolha: de onde vêm os materiais usados na fabricação?

A sustentabilidade na fabricação musical não se resume a uma etiqueta “verde”. Pode envolver madeiras certificadas, materiais reciclados, peças reutilizáveis, processos com menor desperdício, embalagens mais simples, cadeias de fornecimento rastreáveis e projetos pensados para durar mais tempo.

Em instrumentos de cordas, sopro e percussão, o tema é especialmente relevante porque muitas espécies de madeira historicamente usadas pela indústria — como ébano, jacarandá, mogno, bubinga e granadillo africano — estão associadas a controles comerciais ou preocupações de conservação. A Musicians’ Union enumera várias dessas espécies entre os materiais que podem aparecer em instrumentos sujeitos às regras da CITES.

Para o músico, a vantagem não está apenas no discurso ambiental. Um instrumento com origem clara pode facilitar viagens internacionais, revenda, manutenção e compra de peças de reposição. Também pode reduzir o risco de adquirir produtos feitos com madeira de procedência duvidosa.

A madeira segue no centro do debate

Guitarras, baixos, violinos, clarinetes, oboés, baterias e instrumentos de percussão dependem de materiais naturais. Em muitos casos, a madeira influencia peso, resposta, estabilidade, toque e estética. Por isso, falar de instrumentos sustentáveis não significa abandonar a madeira, mas usá-la com mais critério.

Certificações como FSC ajudam a rastrear materiais florestais ao longo da cadeia de custódia, desde a origem até o produto final. Segundo o Forest Stewardship Council, a certificação de cadeia de custódia verifica se os materiais florestais cumprem requisitos em cada etapa de produção e distribuição.

Para o músico, isso permite fazer perguntas mais objetivas no momento da compra: a madeira é certificada? Há informação sobre a espécie utilizada? O fabricante informa o país de origem? A loja pode entregar documentação básica? Essas perguntas são úteis especialmente em instrumentos de maior valor ou destinados a viagens, turnês e revenda futura.

Materiais alternativos: do reciclado ao composto técnico

A sustentabilidade também está mudando a forma de fabricar partes específicas dos instrumentos. Em guitarras e baixos, por exemplo, alguns fabricantes usam materiais compostos em escalas e pontes como alternativa ao ébano ou ao jacarandá.

O Richlite, usado em algumas aplicações musicais, é um material composto produzido a partir de papel reciclado ou polpa de árvores cultivadas de forma sustentável, combinado com resina.

Isso não significa que todo material alternativo seja automaticamente melhor. O ponto central é avaliar o conjunto: construção, estabilidade, som, durabilidade, manutenção e disponibilidade de peças. Para músicos que tocam em palcos com mudanças de temperatura e umidade, materiais mais estáveis podem trazer vantagens práticas. Em instrumentos para estudo ou uso doméstico, a prioridade pode ser outra: conforto, peso, preço e facilidade de ajuste.

Caso real: o ébano e a cadeia de fornecimento

Um caso relevante é o trabalho da Taylor Guitars com o ébano de Camarões. Em 2011, a empresa adquiriu, junto com a Madinter, a madeireira Crelicam, em Yaoundé, para assumir maior responsabilidade sobre sua cadeia de fornecimento de ébano. A companhia afirma que a integração ajudou a buscar práticas mais legais, éticas e transparentes no abastecimento dessa madeira.

O caso também mostrou um problema cultural dentro do mercado: durante anos, o ébano totalmente preto foi tratado como padrão estético. A Taylor informou que muitas árvores com veios claros eram descartadas porque não atendiam a essa expectativa visual, embora pudessem ter utilidade musical.

A lição para o consumidor é direta: um instrumento pode ser de boa qualidade mesmo quando não responde ao padrão visual mais tradicional. Aceitar veios, variações naturais e acabamentos menos uniformes pode ajudar a reduzir desperdício sem sacrificar funcionalidade.

CITES: por que o músico deve prestar atenção

As regras da CITES não devem ser vistas como um detalhe distante de fabricantes e distribuidores. Para músicos que viajam, compram instrumentos usados ou vendem equipamentos para o exterior, a documentação pode ser importante.

Desde novembro de 2019, instrumentos acabados, partes acabadas e acessórios acabados feitos com a maioria das espécies de Dalbergia — grupo que inclui diversos tipos de jacarandá — ficaram isentos de permissões CITES, com exceção do jacarandá-da-Bahia, que permanece no Apêndice I.

Na prática, isso significa que o músico deve ter mais cuidado com instrumentos antigos, peças de jacarandá-da-Bahia, marfim, casco de tartaruga, determinadas madeiras usadas em instrumentos de sopro e componentes de origem não documentada. Antes de viajar ou vender um instrumento de alto valor para o exterior, convém verificar a espécie exata e a regra vigente no país de destino.

Vantagens para músicos e usuários finais

Um instrumento sustentável pode trazer benefícios concretos. O primeiro é a rastreabilidade: saber o que está sendo comprado e poder comprovar essa origem. Isso pode ter valor em uma venda futura, especialmente em instrumentos premium.

O segundo é a durabilidade. Muitos fabricantes que trabalham com materiais certificados ou alternativos também tendem a comunicar melhor seu processo de construção, manutenção e garantia. Isso ajuda o músico a cuidar melhor do instrumento.

O terceiro é a estabilidade. Alguns materiais alternativos, laminados ou compostos podem resistir melhor a determinadas variações de umidade e temperatura. Eles não substituem o cuidado básico, mas podem ser uma vantagem para quem toca em igrejas, escolas, bares, pequenos estúdios ou palcos com climatização irregular.

O quarto é a coerência ética. Muitos músicos já escolhem marcas, cordas, baquetas, cases e acessórios considerando impacto ambiental. O instrumento principal pode entrar nessa mesma lógica sem transformar a compra em uma decisão ideológica: basta exigir informação.

Como escolher um instrumento mais sustentável

Antes de comprar, o músico pode seguir alguns critérios simples.

Pergunte qual madeira foi usada e qual é sua origem. Nomes genéricos como “rosewood”, “mahogany” ou “ébano” nem sempre dizem o suficiente. A espécie exata e a procedência importam.

Busque certificações ou políticas públicas do fabricante. FSC, PEFC, programas de reflorestamento, uso de madeira recuperada e transparência de fornecedores são sinais positivos.

Considere instrumentos usados. Comprar um instrumento de segunda mão também é uma forma de sustentabilidade, porque prolonga o ciclo de vida do produto e evita uma nova fabricação.

Avalie a reparabilidade. Um instrumento que permite ajuste, substituição de peças, manutenção de trastes, troca de ferragens ou reparo estrutural tende a durar mais.

Não compre apenas pelo discurso ecológico. Toque o instrumento, escute com atenção, revise acabamento, tocabilidade, garantia e assistência técnica. Sustentabilidade não compensa má construção.

Um novo critério de compra

A fabricação musical está entrando em uma etapa na qual som, preço e marca já não são os únicos fatores de decisão. Para músicos e usuários finais, instrumentos sustentáveis podem representar uma compra mais informada, com menor risco documental, melhor histórico de origem e maior consciência sobre o uso de recursos naturais.

A pergunta, então, não é se um instrumento ecológico soa igual ou diferente. A pergunta mais útil é outra: esse instrumento foi feito para durar, pode ser reparado, tem materiais de origem clara e responde bem à forma como vou tocar?

Quando essas respostas aparecem juntas, a sustentabilidade deixa de ser argumento de marketing e passa a fazer parte de uma escolha musical mais inteligente.

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Solid State Logic apresenta TCA Tour para produção de áudio ao vivo e broadcast https://musicaemercado.org/solid-state-logic-tca-tour/ https://musicaemercado.org/solid-state-logic-tca-tour/#respond Wed, 27 May 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255320 Solid State Logic apresenta TCA Tour para produção de áudio ao vivo e broadcast

Novo sistema compacto leva o desempenho do System T para um formato transportável em turnês e produção remota. A Solid State Logic apresentou o TCA Tour, sistema compacto de produção de áudio baseado em componentes do System T, desenvolvido para aplicações de broadcast, turnês e produção ao vivo. A proposta é levar o fluxo de […]

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Solid State Logic apresenta TCA Tour para produção de áudio ao vivo e broadcast

Novo sistema compacto leva o desempenho do System T para um formato transportável em turnês e produção remota.

A Solid State Logic apresentou o TCA Tour, sistema compacto de produção de áudio baseado em componentes do System T, desenvolvido para aplicações de broadcast, turnês e produção ao vivo. A proposta é levar o fluxo de trabalho da plataforma System T para um formato portátil, preparado para operação em locações e montagem rápida em ambientes temporários. 

O sistema traz uma nova superfície de controle em formato desktop com 16 faders e I/O integrado. O conjunto inclui oito entradas mic/line, quatro saídas de linha, monitoração por fones, switch de rede embutido e suporte ajustável para tela sensível ao toque e computador rodando o aplicativo SSL Tempest Control App

O TCA Tour estará disponível em duas opções de fader tile: DFT e DFT+. A versão DFT+ acrescenta displays OLED por fader e medição individual. Para uso em turnês, o sistema utiliza conexões etherCON e opticalCON com racks externos que abrigam motores Tempest e I/O. Dependendo da necessidade de entradas e saídas, a solução é dividida em dois ou três módulos com flight case, cada um com peso inferior a 23 kg. 

SSL TCA Tour - S300- Angle

A solução é compatível com os motores DSP TE1, TE2 e VTE do System T, integra-se ao SSL Network I/O e suporta dispositivos de terceiros por Dante, AES67 e ST 2110. Também permite expansão com System T Remote Fader Tiles e controles dedicados de monitor e fader principal por meio do Remote Master Tile. 

“O TCA Tour entrega toda a capacidade do System T em um pacote portátil, robusto e escalável, com requisitos mínimos de espaço”, afirmou Tom Knowles, diretor de gerenciamento de produto da Solid State Logic. Segundo o executivo, o sistema atende operações de som ao vivo, produção remota e ambientes temporários ligados a fluxos em nuvem ou virtualizados. 

Com o lançamento, a SSL mira a demanda por sistemas de áudio profissionais que possam ser transportados com facilidade, integrados a redes AoIP e utilizados em produções nas quais a infraestrutura muda de um evento para outro. O início dos envios está previsto para julho de 2026.

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