Instrumentos Musicais: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/instrumentos-musicais/ A música sob o viés do trabalho e negócios Tue, 07 Jul 2026 13:00:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Instrumentos Musicais: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/instrumentos-musicais/ 32 32 Sonotec levou novos produtos e artistas à Audio & Música Brasil 2026 https://musicaemercado.org/sonotec-audio-musica-brasil-2026/ https://musicaemercado.org/sonotec-audio-musica-brasil-2026/#respond Tue, 07 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255999 Sonotec levou novos produtos e artistas à Audio & Música Brasil 2026

Empresa apresentou linhas de Vivace, Strinberg e D One Percussion e reforçou ações com lojistas, parceiros e músicos durante o evento. A Sonotec esteve na Audio & Música Brasil 2026, evento organizado anualmente pelo Grupo Renaer, com uma estratégia voltada à apresentação de novos produtos, relacionamento com lojistas e produção de conteúdo ao lado de artistas ligados às suas […]

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Sonotec levou novos produtos e artistas à Audio & Música Brasil 2026

Empresa apresentou linhas de Vivace, Strinberg e D One Percussion e reforçou ações com lojistas, parceiros e músicos durante o evento.

Sonotec esteve na Audio & Música Brasil 2026, evento organizado anualmente pelo Grupo Renaer, com uma estratégia voltada à apresentação de novos produtos, relacionamento com lojistas e produção de conteúdo ao lado de artistas ligados às suas marcas.

Durante a feira, a empresa apresentou a nova linha de instrumentos de sopro Vivace, os violões Strinberg Soul, as guitarras e baixos da linha Strinberg Horizon e a nova linha D One Percussion.

Segundo Northon Vanalli, gerente de marketing da Sonotec, o evento teve um papel importante no calendário comercial da empresa.

“A participação da nossa equipe na Audio & Música Brasil 2026 representou um dos principais momentos estratégicos do ano para a empresa. Recebemos clientes, parceiros e lojistas, fortalecendo relacionamentos e criando novas oportunidades de negócios”, afirma.

A possibilidade de apresentar os instrumentos diretamente aos lojistas foi um dos pontos destacados pela equipe. Os visitantes puderam conhecer os produtos, experimentar diferentes modelos e avaliar possibilidades comerciais para suas lojas e regiões de atuação.

“A feira permitiu que os lojistas conhecessem de perto os produtos e identificassem oportunidades para seus mercados. O interesse demonstrado durante o evento foi uma sinalização importante para a nossa equipe comercial”, explica Vanalli.

Artistas ampliam alcance das ações

Outro eixo da participação da Sonotec foi a presença de oito artistas patrocinados: Gustavo Guerra, Arthurzinho, Daniel Sá, Cuca Teixeira, Juninho Nakagawa, Aninha Deleones, Moreira Jr e Matheuzinho (os últimos quatro patrocinados tanto pela Sonotec quanto pela Staner).

Além das demonstrações de produtos, os músicos participaram da produção de vídeos, reels, stories e conteúdos em parceria com lojistas e outros participantes da feira.

De acordo com a empresa, os oito artistas somam mais de 2 milhões de seguidores, ampliando o alcance das ações realizadas durante o evento para além do público presente.

“Toda a cobertura aconteceu em tempo real, desde a montagem até o encerramento. A ideia era aproximar o público do que estava acontecendo na feira e ampliar a visibilidade das marcas também no ambiente digital”, destaca o gerente de marketing.

Para Northon Vanalli, o balanço da participação envolveu tanto resultados comerciais quanto relacionamento e comunicação.

“O saldo foi muito positivo, com novos negócios, fortalecimento das marcas, proximidade com clientes e uma grande geração de conteúdo. A Audio & Música Brasil continua sendo um encontro importante para o mercado brasileiro de instrumentos musicais e áudio profissional”, conclui.

Com novos produtos em exposição e uma programação apoiada por artistas e conteúdo digital, a Sonotec utilizou a edição 2026 do evento como ponto de contato direto com lojistas e parceiros de diferentes regiões do país.

Também estiveram presentes as marcas Eros Alto-falantes e Staner. Quer conhecer as novidades delas? Em breve postaremos mais!

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Staner resgata sua história com os amplificadores Heritage BX250 e GT250 https://musicaemercado.org/staner-heritage-bx250-gt250-amplificadores/ https://musicaemercado.org/staner-heritage-bx250-gt250-amplificadores/#respond Tue, 07 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256024 Staner resgata sua história com os amplificadores Heritage BX250 e GT250

Linha para baixo e guitarra combina identidade clássica da marca com uma proposta voltada aos músicos atuais. A Staner apresentou ao mercado – no evento Áudio & Música Brasil organizado pelo Grupo Renaer – a linha Heritage, formada pelos amplificadores BX250, para baixo, e GT250, para guitarra. A nova família foi desenvolvida a partir da […]

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Staner resgata sua história com os amplificadores Heritage BX250 e GT250

Linha para baixo e guitarra combina identidade clássica da marca com uma proposta voltada aos músicos atuais.

A Staner apresentou ao mercado – no evento Áudio & Música Brasil organizado pelo Grupo Renaer – a linha Heritage, formada pelos amplificadores BX250, para baixo, e GT250, para guitarra. A nova família foi desenvolvida a partir da trajetória da empresa no áudio profissional brasileiro e busca recuperar elementos ligados à identidade construída pela marca ao longo das últimas décadas.

Diferentemente da Zenit Series, apresentada pela empresa no segmento de caixas acústicas ativas, a Heritage concentra sua proposta diretamente nos músicos e na amplificação de instrumentos.

Segundo a Staner, a linha combina identidade clássica, confiabilidade e a experiência acumulada pela empresa em produtos de áudio, com foco em sonoridade e desempenho para aplicações musicais.

O BX250 é direcionado a baixistas, enquanto o GT250 foi criado para guitarristas, formando os dois primeiros modelos da família Heritage.

Artistas acompanham apresentação da linha

A apresentação dos amplificadores contou também com a presença de artistas parceiros da marca, entre eles Matheusinho Bass, baixista da banda de Gusttavo Lima, Aninha Deleones, Juninho Nakagawa e Moreira Júnior.

A participação dos músicos reforçou a relação da Staner com artistas que utilizam equipamentos da marca em diferentes contextos de palco e produção musical.

Com a Heritage, a empresa revisita parte de sua própria história no mercado brasileiro e leva essa referência para uma nova linha de amplificadores de instrumentos. O BX250 e o GT250 chegam como os primeiros representantes dessa proposta, voltada a baixistas e guitarristas que mantêm uma relação próxima com a sonoridade e a tradição da amplificação para música ao vivo.

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Williams completa 10 anos ouvindo bateristas no desenvolvimento de seus produtos https://musicaemercado.org/williams-bateria-brasil-10-anos/ https://musicaemercado.org/williams-bateria-brasil-10-anos/#respond Mon, 06 Jul 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255952 Williams completa 10 anos ouvindo bateristas no desenvolvimento de seus produtos

Marca brasileira reforça estratégia baseada na colaboração com músicos, professores e artistas para criar baquetas, peles e acessórios. A marca brasileira Williams completa 10 anos de atuação no mercado de acessórios para bateria mantendo uma estratégia que ajudou a consolidar seu crescimento: desenvolver produtos a partir da escuta direta de quem utiliza baquetas, peles e acessórios no […]

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Williams completa 10 anos ouvindo bateristas no desenvolvimento de seus produtos

Marca brasileira reforça estratégia baseada na colaboração com músicos, professores e artistas para criar baquetas, peles e acessórios.

A marca brasileira Williams completa 10 anos de atuação no mercado de acessórios para bateria mantendo uma estratégia que ajudou a consolidar seu crescimento: desenvolver produtos a partir da escuta direta de quem utiliza baquetas, peles e acessórios no palco, no estúdio e na sala de aula.

Desde sua fundação, a empresa seguiu um caminho diferente de muitas marcas do setor. Em vez de criar produtos de forma isolada e depois apresentá-los ao mercado, a Williams colocou bateristas, professores e artistas no centro do processo de desenvolvimento.

Esse modelo aproximou a marca de nomes como Mike Terrana, Aposan, Ébano Santos e Josivaldo, formando uma comunidade que participa da evolução técnica dos produtos e contribui para a construção da identidade da empresa.

Segundo Silvio Tonelli, CEO da Williams, a primeira década confirma o caminho escolhido, mas também amplia a responsabilidade da marca para os próximos anos.

“Os dez anos mostram que estamos no caminho certo, mas também aumentam nossa responsabilidade. Queremos continuar ouvindo os músicos, desenvolvendo produtos cada vez melhores e ajudando a fortalecer o mercado da bateria no Brasil”, afirma.

Desenvolvimento ao lado de quem vive a bateria

A Williams nasceu da visão empreendedora de Tonelli, que identificou espaço para uma marca nacional capaz de competir em qualidade com grandes fabricantes internacionais. Embora nunca tenha atuado profissionalmente como músico, ele entendeu desde o início que acessórios de alto desempenho precisariam ser criados ao lado de quem usa esses produtos diariamente.

Essa filosofia aproximou a empresa de Walter Bondiolli, professor de bateria e atual responsável pela comunicação e marketing da marca. As primeiras conversas sobre baquetas, peles e acessórios evoluíram para testes, desenvolvimento de produtos e para uma cultura de colaboração que permanece na empresa.

“Sempre enxerguei a Williams como um projeto construído em conjunto. O músico precisa participar das decisões. Quem está no palco ou no estúdio percebe detalhes que nenhuma pesquisa consegue mostrar”, diz Bondiolli.

Nova fase de crescimento

Os dez anos da Williams também marcam o início de um novo ciclo de investimentos. Entre as novidades está o lançamento de um novo site institucional, desenvolvido para aproximar músicos, lojistas e distribuidores.

Outro destaque é a pele signature assinada por Mike Terrana, criada em parceria entre o artista e a equipe técnica da Williams. O produto foi desenvolvido para atender às exigências de performance de um dos bateristas mais respeitados do cenário internacional, reunindo desempenho, identidade visual e características sonoras voltadas a diferentes aplicações musicais.

A empresa também amplia sua participação em feiras nacionais e internacionais e prepara novos lançamentos para os próximos meses, reforçando sua estratégia de expansão dentro e fora do Brasil.

Mais do que celebrar uma década de atuação, a Williams reafirma uma filosofia presente desde sua criação: desenvolver produtos junto com quem vive a música todos os dias.

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Ibanez ALPHA mira guitarristas modernos com modelos de 7 e 8 cordas https://musicaemercado.org/ibanez-alpha-guitarras-7-8-cordas/ https://musicaemercado.org/ibanez-alpha-guitarras-7-8-cordas/#respond Fri, 03 Jul 2026 09:15:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255762 Ibanez ALPHA mira guitarristas modernos com modelos de 7 e 8 cordas

Série combina design ergonômico, escala multiescala, captadores Fishman Fluence e recursos voltados a técnicas atuais. A Ibanez amplia seu catálogo de guitarras elétricas com a série ALPHA, uma família voltada a guitarristas modernos que buscam instrumentos de alcance estendido, ergonomia avançada e resposta adequada a estilos técnicos e de alto ganho. O próprio nome da […]

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Ibanez ALPHA mira guitarristas modernos com modelos de 7 e 8 cordas

Série combina design ergonômico, escala multiescala, captadores Fishman Fluence e recursos voltados a técnicas atuais.

A Ibanez amplia seu catálogo de guitarras elétricas com a série ALPHA, uma família voltada a guitarristas modernos que buscam instrumentos de alcance estendido, ergonomia avançada e resposta adequada a estilos técnicos e de alto ganho.

O próprio nome da série remete a um começo. Segundo a marca, a ALPHA foi concebida para abrir novas possibilidades de execução, com uma silhueta de corpo projetada para oferecer uma experiência mais imersiva e confortável. A proposta não se limita a adicionar cordas: busca resolver aspectos práticos de postura, acesso aos trastes superiores, estabilidade e visibilidade da escala.

A linha inclui modelos como a A527, de 7 cordas, e a A528, de 8 cordas. Ambas compartilham uma construção pensada para guitarristas que trabalham com afinações graves, riffs complexos, tapping, sweeping, saltos de corda e recursos próprios do metal moderno, djent, prog e outros gêneros de execução exigente.

Um dos elementos centrais é o braço Parallel Wizard AS de cinco peças de maple e walnut. Seu desenho assimétrico mantém espessura uniforme, mas adota uma forma mais arredondada no lado das cordas graves, buscando uma sensação mais natural para a mão esquerda. Nos modelos ALPHA, a Ibanez combina essa solução com corpo de American Basswood, escala de ébano e trastes jumbo de aço inoxidável.

A ergonomia também ocupa lugar importante. O corpo inclui contorno para o cotovelo, recorte traseiro, borda inferior plana para maior estabilidade ao tocar sentado e uma junção de braço com três parafusos, pensada para melhorar o acesso aos trastes mais altos. A saída traseira do cabo foi posicionada para não interferir na postura do músico.

Na eletrônica, os modelos utilizam captadores Fishman Fluence Modern, com versões Alnico e Ceramic conforme a posição. O seletor de voicings permite alternar entre sons modernos de alta saída, timbres mais abertos e configurações tipo single coil, ampliando o uso para além dos sons pesados.

A ponte Mono-rail G2 busca melhorar a separação entre cordas, reduzindo interferências e favorecendo a clareza de cada nota, ponto especialmente importante em guitarras de 7 e 8 cordas. Também estão presentes tarraxas com trava Gotoh MG-T, marcações laterais luminescentes e bag.

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Rhodes apresenta o MK8 Marshmallow em rosa pastel https://musicaemercado.org/rhodes-mk8-marshmallow-custom-shop-piano/ https://musicaemercado.org/rhodes-mk8-marshmallow-custom-shop-piano/#respond Wed, 01 Jul 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255747 Rhodes apresenta o MK8 Marshmallow em rosa pastel

Novo piano Custom Shop de edição limitada mantém o som do MK8 com identidade visual inspirada nos marshmallows clássicos. A Rhodes Music apresentou o MK8 “Marshmallow”, nova edição limitada de sua série Custom Shop, com acabamento em rosa pastel e proposta visual inspirada nas formas macias e no caráter nostálgico dos marshmallows clássicos. O modelo […]

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Rhodes apresenta o MK8 Marshmallow em rosa pastel

Novo piano Custom Shop de edição limitada mantém o som do MK8 com identidade visual inspirada nos marshmallows clássicos.

A Rhodes Music apresentou o MK8 “Marshmallow”, nova edição limitada de sua série Custom Shop, com acabamento em rosa pastel e proposta visual inspirada nas formas macias e no caráter nostálgico dos marshmallows clássicos.

O modelo esteve disponível para pedidos entre 9 e 23 de abril de 2026 e faz parte da linha Custom Shop, composta por pianos MK8 de tiragem limitada, cada um desenvolvido a partir de um conceito estético específico. Como em outros lançamentos da série, cada unidade é construída sob encomenda em Leeds, no Reino Unido, pelos Master Builders da Rhodes, numerada individualmente e não será reeditada após o encerramento da janela de pedidos.

O design do Rhodes MK8 Marshmallow utiliza uma paleta pastel aplicada em todo o instrumento. A tampa superior em rosa pastel, a faixa correspondente, a base em tolex e os cheekblocks mantêm uma silhueta visual unificada. O painel frontal em tons rose pink, os detalhes do pré-amplificador e dos efeitos, os knobs personalizados e as placas de logo em prata sobre rosa completam a proposta estética. O pedal de sustain e a placa inferior também seguem a mesma identidade cromática.

Além da aparência, o Marshmallow mantém a arquitetura do MK8. O instrumento traz teclado de 73 notas Kluge Klaviaturen, pertencente ao grupo Steinway, além de efeitos analógicos estéreo personalizados, com compressor, phaser, chorus e delay em true bypass. Também oferece controle por pedal de expressão para parâmetros de modulação e delay.

O pré-amplificador analógico do MK8 inclui equalização paramétrica, drive, controle de envelope, wah e vari-pan, recursos voltados a ampliar as possibilidades tímbricas do instrumento sem perder a resposta expressiva associada ao som Rhodes.

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Peavey Bandit Supreme Teal Stripe Preamp Pedal leva o som solid state dos anos 90 ao pedalboard https://musicaemercado.org/peavey-bandit-supreme-teal-stripe-preamp-pedal/ https://musicaemercado.org/peavey-bandit-supreme-teal-stripe-preamp-pedal/#respond Tue, 30 Jun 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255759 Peavey Bandit Supreme Teal Stripe Preamp Pedal leva o som solid state dos anos 90 ao pedalboard

Preamp pedal recria o canal lead do Bandit 112/Supreme 160 com controles de ganho, SUPERSAT e EQ ativa. O Peavey Bandit Supreme Teal Stripe Preamp Pedal recupera o caráter de alto ganho associado ao Bandit 112/S e ao cabeçote Supreme 160, dois equipamentos solid state que marcaram uma fase importante do som pesado do fim […]

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Peavey Bandit Supreme Teal Stripe Preamp Pedal leva o som solid state dos anos 90 ao pedalboard

Preamp pedal recria o canal lead do Bandit 112/Supreme 160 com controles de ganho, SUPERSAT e EQ ativa.

O Peavey Bandit Supreme Teal Stripe Preamp Pedal recupera o caráter de alto ganho associado ao Bandit 112/S e ao cabeçote Supreme 160, dois equipamentos solid state que marcaram uma fase importante do som pesado do fim dos anos 80 e início dos anos 90.

O modelo se baseia no canal lead do Supreme 160, versão em cabeçote do Bandit Teal Stripe. Aquele amplificador se tornou conhecido entre guitarristas por sua resposta agressiva, confiabilidade e capacidade de produzir desde crunch firme até distorções extremas, especialmente em contextos de metal e rock pesado.

A proposta do pedal é levar esse circuito para um formato compacto, pensado para integração em pedalboards sem depender do amplificador original, que pesava cerca de 60 libras. Na prática, o músico ganha uma alternativa mais leve e transportável para acessar esse tipo de saturação solid state.

O pedal traz controles PRE e POST gain, junto com chaves GAIN e MIDSHIFT, permitindo ajustar a quantidade de saturação e a resposta de médios. Também incorpora o circuito SUPERSAT, associado aos sons mais comprimidos e agressivos da linha, além de uma equalização ativa de três bandas com controles BOTTOM, BODY e EDGE.

Essa seção de EQ é um dos elementos centrais do projeto. Em vez dos controles tradicionais de graves, médios e agudos, a Peavey utiliza uma nomenclatura ligada ao caráter do Supreme 160: Bottom para a base grave, Body para a estrutura média e Edge para ataque e definição.

Nas conexões, o Bandit Supreme Teal Stripe Preamp Pedal oferece entrada e saída de 1/4”, alimentação padrão de 9 V ou bateria, fonte bipolar interna e bypass rígido com circuito anti-click. O formato mira guitarristas que procuram um pré-amplificador de alto ganho, com estética sonora inspirada em amplificadores solid state clássicos e resposta direta para uso ao vivo ou em estúdio.

Mais do que uma recriação nostálgica, o pedal funciona como uma forma prática de acessar uma voz que durante anos circulou entre músicos como opção de culto dentro do universo high gain.

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Como prolongar a vida útil de pedais para guitarra https://musicaemercado.org/prolongar-vida-pedais-guitarra/ Fri, 26 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255785 Como prolongar a vida útil de pedais para guitarra

Fonte correta, limpeza, transporte e manutenção preventiva ajudam a evitar ruídos, falhas e gastos desnecessários. Os pedais para guitarra podem durar muitos anos. Alguns modelos analógicos fabricados há décadas continuam funcionando em estúdios, salas de ensaio e palcos. Mas essa vida útil não depende apenas da qualidade do pedal. Também depende do uso diário, do […]

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Como prolongar a vida útil de pedais para guitarra

Fonte correta, limpeza, transporte e manutenção preventiva ajudam a evitar ruídos, falhas e gastos desnecessários.

Os pedais para guitarra podem durar muitos anos. Alguns modelos analógicos fabricados há décadas continuam funcionando em estúdios, salas de ensaio e palcos. Mas essa vida útil não depende apenas da qualidade do pedal. Também depende do uso diário, do transporte, da alimentação elétrica e da manutenção preventiva.

Para guitarristas, baixistas e músicos que trabalham com pedalboards, cuidar dos pedais significa mais do que economizar dinheiro. Significa evitar ruídos ao vivo, manter a estabilidade do som, reduzir reparos e preservar melhor o valor do equipamento.

A maioria dos problemas aparece por causas simples: fontes incorretas, umidade, cabos com defeito, jacks sujos, impactos durante o transporte ou baterias esquecidas dentro do pedal. Com alguns hábitos básicos, é possível reduzir boa parte dessas falhas.

Use a fonte de alimentação correta

A alimentação é um dos pontos mais importantes para prolongar a vida útil de um pedal. Antes de conectar qualquer fonte, é necessário verificar três dados: voltagem, polaridade e corrente.

Muitos pedais compactos usam 9V DC com centro negativo, mas isso não vale para todos. Alguns modelos trabalham com 12V, 18V, corrente alternada ou polaridade diferente. Usar uma fonte errada pode gerar ruído, funcionamento irregular ou dano permanente ao circuito.

A corrente também precisa ser suficiente. Se um pedal exige mais miliamperes do que a fonte entrega, ele pode desligar, perder sinal ou apresentar comportamento instável. Isso é especialmente comum em delays, reverbs, loopers, pedais digitais e multiefeitos, que costumam consumir mais energia do que um overdrive ou booster analógico.

Em pedalboards com vários efeitos, o mais seguro é usar uma fonte regulada e de boa qualidade. Sempre que possível, saídas isoladas ajudam a reduzir ruídos, interferências e problemas de aterramento.

Revise cabos e conectores

Quando aparece ruído, perda de sinal ou corte intermitente, o pedal nem sempre é o culpado. Muitas falhas vêm de cabos, patch cables, jacks sujos ou conexões frouxas.

Um teste simples ajuda a identificar o problema. Primeiro, conecte a guitarra direto no amplificador. Depois, adicione um pedal por vez. Em seguida, teste outro cabo e outra fonte compatível. Esse processo permite saber se a falha está realmente no pedal ou em outro ponto da cadeia de sinal.

Os patch cables merecem atenção especial. Em pedaleiras pequenas, é comum forçar os conectores para ganhar espaço. Com o tempo, essa pressão pode danificar plugs, jacks ou soldas internas. Se um cabo só funciona em determinada posição, deve ser reparado ou substituído.

Limpe sem exagerar nos produtos

Pedais ficam no chão. Estão expostos a poeira, umidade, suor, restos de bebida e sujeira do calçado. Por isso, a limpeza externa deve fazer parte da rotina.

Um pano seco ou levemente umedecido costuma ser suficiente para remover poeira e sujeira superficial. Não convém aplicar álcool em excesso, limpadores multiuso ou líquidos diretamente sobre o pedal. O líquido pode entrar por jacks, potenciômetros, switches ou frestas e causar oxidação ou curto-circuito.

Se houver ruído ao mover um potenciômetro, perda intermitente de sinal ou falha no footswitch, o ideal é procurar um técnico. Usar sprays de contato sem critério pode piorar o problema, especialmente em pedais com circuitos compactos ou componentes sensíveis.

Proteja os pedais da umidade e do calor

A umidade é uma das principais inimigas de qualquer equipamento eletrônico. Pode oxidar jacks, soldas, parafusos, switches e partes internas. Em regiões úmidas ou próximas ao mar, o cuidado precisa ser maior.

Depois de um show ao ar livre, um ensaio em ambiente úmido ou um transporte sob chuva, não convém guardar a pedalboard imediatamente em um case fechado. É melhor deixar o equipamento ventilar em local seguro antes de guardá-lo.

O calor extremo também pode afetar o pedal. Deixar uma pedalboard dentro do carro sob sol forte pode danificar adesivos, displays, componentes eletrônicos, baterias internas e partes plásticas. Para transporte frequente, um case rígido ou uma bag acolchoada com sachês de sílica gel pode ajudar a proteger o equipamento.

Transporte com cuidado

Muitos pedais são danificados por impactos, não por falhas eletrônicas. Quedas, pressão dentro de mochilas, knobs atingidos e jacks forçados podem gerar problemas mecânicos difíceis de detectar no início.

O ideal é transportar os pedais em uma pedalboard, case ou compartimento protegido. Se eles viajarem soltos dentro de uma mochila junto com cabos, ferramentas e fontes, o risco de dano aumenta.

Em pedaleiras montadas, os pedais devem estar firmes. Velcro, dual lock ou sistemas de fixação adequados evitam que eles se movam durante o transporte. Também é importante que os cabos não fiquem tensionados. Um cabo forçado pode danificar o conector com o tempo.

Não deixe baterias esquecidas

Alguns pedais funcionam com bateria de 9V. É prático, mas pode ser um risco se o pedal ficar guardado por muito tempo. Baterias antigas podem vazar e danificar o interior do equipamento.

Se o pedal não será usado por várias semanas, retire a bateria. Também vale lembrar que muitos pedais continuam consumindo energia enquanto o cabo está conectado à entrada, mesmo com o efeito desligado. Ao terminar de tocar, desconecte o cabo do input.

Para músicos que usam pedalboard, uma fonte externa confiável costuma ser mais segura do que depender de baterias, especialmente ao vivo.

Cuide do footswitch

Pisar mais forte não melhora o som. Os footswitches são feitos para uso com o pé, mas golpes excessivos podem reduzir sua vida útil, afrouxar componentes ou danificar a placa interna.

A organização da pedalboard ajuda a evitar esse problema. Deixe espaço suficiente entre os pedais e, se tocar em palcos escuros, use marcadores visuais para identificar cada efeito. Isso reduz pisadas erradas e pressão desnecessária sobre switches e knobs.

Faça backup em pedais digitais

Pedais digitais, modeladores, loopers e multiefeitos exigem cuidados adicionais. Além de alimentação correta e transporte seguro, eles dependem de firmware, presets, memória interna e conexões USB.

Antes de atualizar um firmware, leia as instruções do fabricante, use um cabo confiável e não desconecte o equipamento durante o processo. Também convém salvar cópias de segurança dos presets importantes. Para um músico que toca ao vivo, perder um banco de sons antes de um show pode ser tão grave quanto uma falha física.

Quando levar o pedal a um técnico

Há sinais claros de que o pedal precisa de revisão profissional: ruído persistente, cheiro de queimado, perda de sinal, jack frouxo, switch falhando, potenciômetro com cortes, display intermitente ou pedal que não liga com uma fonte correta.

Abrir um pedal sem conhecimento pode agravar o problema. Muitos modelos atuais usam componentes pequenos, placas compactas e circuitos digitais sensíveis. Nesses casos, o diagnóstico técnico é a opção mais segura.

Também convém ter cuidado com modificações improvisadas. Trocar componentes para “melhorar o timbre” pode alterar impedâncias, aumentar ruído, afetar a resposta do pedal e reduzir seu valor de revenda.

Checklist rápido para cuidar de pedais de guitarra

  • Use fonte com voltagem, polaridade e corrente corretas.
  • Prefira fontes reguladas e saídas isoladas em pedalboards.
  • Revise cabos e patch cables com frequência.
  • Limpe o exterior com pano seco ou levemente umedecido.
  • Não aplique líquidos diretamente sobre o pedal.
  • Evite umidade, chuva, calor extremo e sol direto.
  • Transporte os pedais em case, bag ou pedalboard protegida.
  • Não deixe baterias dentro de pedais guardados.
  • Não pise nos footswitches com força desnecessária.
  • Faça backup de presets em pedais digitais.
  • Procure um técnico diante de falhas persistentes.

O melhor cuidado é preventivo

Prolongar a vida útil de pedais para guitarra não exige uma rotina complicada. Exige atenção. Alimentar corretamente, transportar bem, manter cabos em bom estado e evitar umidade já reduz grande parte dos problemas.

Um pedal bem cuidado oferece mais estabilidade no som, menos falhas ao vivo e maior segurança para tocar, gravar ou ensaiar. Em uma cadeia de áudio, cada detalhe conta. E, muitas vezes, o melhor timbre começa por um equipamento funcionando corretamente.

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Mesa/Boogie resgata o caráter dos anos 90 com o Dual Rectifier Standard https://musicaemercado.org/mesa-boogie-90s-dual-rectifier-standard/ Tue, 23 Jun 2026 09:00:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255744 Mesa/Boogie resgata o caráter dos anos 90 com o Dual Rectifier Standard

Cabeçote volta com acabamento Black Bronco, placa Diamond Plate e modos Vintage e Modern do Solo Head original. A Mesa/Boogie apresentou o 90s Dual Rectifier Standard Head, nova versão do amplificador que marcou parte importante do som pesado dos anos 90. O modelo retoma a estética do Dual Rectifier Solo Head lançado em 1992, com […]

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Mesa/Boogie resgata o caráter dos anos 90 com o Dual Rectifier Standard

Cabeçote volta com acabamento Black Bronco, placa Diamond Plate e modos Vintage e Modern do Solo Head original.

A Mesa/Boogie apresentou o 90s Dual Rectifier Standard Head, nova versão do amplificador que marcou parte importante do som pesado dos anos 90. O modelo retoma a estética do Dual Rectifier Solo Head lançado em 1992, com chassi preto, knobs cromados tipo Speed e placa frontal de alumínio polido Diamond Plate.

O Dual Rectifier se tornou referência para guitarristas de rock, metal e estilos de alta saturação por sua combinação de graves profundos, médios escavados e ganho abundante. A nova versão Standard busca aproximar esse caráter de uma geração atual de músicos, com apresentação visual mais próxima do desenho original e preço mais acessível dentro do catálogo Mesa/Boogie.

O amplificador mantém arquitetura de dois canais independentes e entrega 100 W de potência em Classe A/B. Segundo a informação oficial, o desenho busca uma operação mais direta em comparação ao modelo atual de três canais, preservando os timbres de overdrive Vintage/Orange e Modern/Red associados ao Solo Head original, além de um modo Clean aprimorado.

Uma das funções centrais é o sistema de Channel Style/Cloning, que permite clonar voicings de modo entre canais. Isso amplia as possibilidades de configuração sem afastar o equipamento de uma lógica de uso simples, pensada para guitarristas que procuram alto ganho, resposta dinâmica e controle imediato.

O 90s Dual Rectifier Standard também traz retificadores selecionáveis. O usuário pode escolher entre retificação por válvulas ou por diodos de silício, ajustando o caráter, a sensação ao tocar e a resposta do amplificador. A seção de potência utiliza quatro válvulas Mesa 6L6, com opção de ajuste de bias para uso de EL34.

Outro recurso ligado à tradição Rectifier é a chave Bold/Spongy, que permite trabalhar com voltagem total ou reduzida. Na prática, o modo Spongy oferece resposta mais elástica e com mais harmônicos, enquanto o Bold entrega sensação mais firme.

Nas conexões, o cabeçote inclui loop de efeitos com bypass real, saídas para caixas de 16, 8 e 4 ohms, saída slave com controle de nível e footswitch compacto para troca de canal. O equipamento pesa 18,6 kg e é oferecido em formato cabeçote.

Com essa versão, a Mesa/Boogie recoloca em circulação uma estética e um circuito ligados a uma fase decisiva do rock de alto ganho. Para guitarristas que associam o som Rectifier a discos, palcos e riffs dos anos 90, o novo Standard funciona como uma leitura atual de um desenho que ainda mantém presença em estúdios e shows.

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Martin Guitar celebra 100 anos de acabamento em laca https://musicaemercado.org/martin-guitar-100-anos-acabamento-laca/ Fri, 19 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255598 Martin Guitar celebra 100 anos de acabamento em laca

Edição limitada Custom Shop 0-18K2 CFM IV em koa flameado homenageia uma etapa importante da construção de instrumentos da marca. A C. F. Martin & Co. apresentou o Custom Shop 0-18K2 CFM IV, violão acústico de edição limitada criado para celebrar um século desde que a empresa começou a utilizar acabamentos em laca em seus […]

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Martin Guitar celebra 100 anos de acabamento em laca

Edição limitada Custom Shop 0-18K2 CFM IV em koa flameado homenageia uma etapa importante da construção de instrumentos da marca.

A C. F. Martin & Co. apresentou o Custom Shop 0-18K2 CFM IV, violão acústico de edição limitada criado para celebrar um século desde que a empresa começou a utilizar acabamentos em laca em seus instrumentos. O modelo será limitado a 100 unidades e distribuído por revendedores autorizados Martin.

A referência histórica vem de 1926, quando a Martin adotou a laca pulverizada como parte de sua busca por mais durabilidade, beleza, eficiência e qualidade no acabamento dos violões. Entre os primeiros modelos a receber esse tratamento estavam instrumentos de tamanho Concert construídos integralmente em koa, madeira também ligada à influência da música havaiana no violão acústico do início do século XX.

O novo Custom Shop 0-18K2 CFM IV retoma esse ponto de partida com corpo 0 de 12 trastes construído em koa flameado sólido. O acabamento Vintage Gloss foi desenvolvido para se aproximar do visual daqueles primeiros instrumentos laqueados, realçando o desenho natural da madeira e mantendo uma camada fina e sensível à vibração.

Em termos sonoros, o modelo busca a resposta típica de um violão Martin de corpo pequeno: equilíbrio, calor e boa sensibilidade dinâmica. Para isso, incorpora varetamento Golden Era scalloped X-bracing moldado à mão, recurso pensado para favorecer ressonância e resposta do instrumento.

O violão também integra a família Martin O’ahu, linha que recupera a influência do auge da música havaiana dos anos 1920 e início dos anos 1930. Essa referência aparece tanto no uso do koa quanto em detalhes de inspiração vintage, como o headstock vazado, a ponte de ébano e a estética geral do instrumento.

O braço utiliza perfil GE Modified Low Oval com escala de 24,9”, escala em ébano e marcações de abalone Old Style 18. O modelo inclui ponte straightline de ébano, tarraxas Golden Age Relic Brass, case rígido e etiqueta de papel “100 Years of Lacquer” numerada em sequência e com assinatura pré-impressa de C. F. Martin IV.

O Custom Shop 0-18K2 CFM IV integra o catálogo Custom & Special Editions da Martin e aparece na página oficial como novidade de 2026. A disponibilidade dependerá dos revendedores autorizados e da distribuição das 100 unidades produzidas.

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Peavey apresenta o novo amplificador Nashville Session https://musicaemercado.org/peavey-amplificador-nashville-session/ Tue, 16 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255602 Peavey apresenta o novo amplificador Nashville Session

Modelo combina referências dos Nashville 400/112 e Session/LTD 400 em um combo moderno para pedal steel, guitarra e fiddle. A Peavey Electronics apresentou o novo Nashville Session, amplificador desenvolvido para pedal steel, guitarra, fiddle e outros instrumentos que exigem alto headroom, resposta limpa e uma plataforma estável para efeitos. O modelo toma como referência duas […]

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Peavey apresenta o novo amplificador Nashville Session

Modelo combina referências dos Nashville 400/112 e Session/LTD 400 em um combo moderno para pedal steel, guitarra e fiddle.

A Peavey Electronics apresentou o novo Nashville Session, amplificador desenvolvido para pedal steel, guitarra, fiddle e outros instrumentos que exigem alto headroom, resposta limpa e uma plataforma estável para efeitos.

O modelo toma como referência duas linhas históricas da marca: os Peavey Nashville 400/112 e os Session/LTD 400. A proposta é reunir parte desse legado em um amplificador atual, mais leve e preparado para músicos que trabalham em estúdio, ensaio e palco.

O Nashville Session entrega 200 W RMS a 4 ohms e utiliza uma entrada de altíssima impedância, pensada para preservar uma sinal limpo desde o início da cadeia. O pré-amplificador incorpora capacitores de filme e circuitaria miniaturizada, com foco em baixo ruído e timbres limpos com maior calor sonoro.

Um dos recursos centrais é a chave que permite alternar entre dois comportamentos de equalização. O modo Session oferece ganho com graves, agudos e presença ativos, além de médios e Mid Shift passivos. O modo Nashville trabalha com ganho, equalização ativa de três bandas, Mid Shift ativo e presença. Essa dupla arquitetura busca atender tanto músicos de pedal steel quanto guitarristas que precisam de uma base limpa para pedais.

O painel frontal inclui loop de efeitos com buffer, entradas e saídas de ¼”, reverb acionável por footswitch e opções Platee Spring, além de controle Master. Na parte traseira, o equipamento traz alimentação auxiliar de 9VDC, saída de fones full range, saída direta XLR com controle de nível, PreAmp Out e Power Amp In.

Embora o pedal steel apareça como aplicação principal, o Nashville Session também mira guitarristas, músicos experimentais e usuários que procuram uma plataforma leve, limpa e com grande margem dinâmica para gravação ou apresentações ao vivo.

O gabinete combo é construído em compensado de álamo de 15 mm, combinando baixo peso e resistência. A Peavey oferecerá o modelo nas configurações 112 e 115, com novos falantes e voicing voltado a aplicações modernas de pedal steel e guitarra limpa.

A versão 112 pesa 25,7 lb e a 115 pesa 26,8 lb, segundo a marca. Ambas incorporam uma versão atualizada do sistema de proteção de falantes DDT, projetado para ajudar o amplificador a trabalhar em ensaios, estúdios e palcos de maior exigência.

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KHS America nomeia Tom Mensch como Brass Instrument Brand Manager https://musicaemercado.org/khs-america-tom-mensch/ Mon, 15 Jun 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255612 KHS America nomeia Tom Mensch como Brass Instrument Brand Manager

Trombonista, educador e maestro chega ao time com experiência em performance, ensino e desenvolvimento de instrumentos de metal. A KHS America anunciou a nomeação de Tom Mensch como Brass Instrument Brand Manager, cargo no qual atuará com as marcas de instrumentos de metal da companhia. Mensch chega à equipe com mais de 30 anos de […]

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KHS America nomeia Tom Mensch como Brass Instrument Brand Manager

Trombonista, educador e maestro chega ao time com experiência em performance, ensino e desenvolvimento de instrumentos de metal.

A KHS America anunciou a nomeação de Tom Mensch como Brass Instrument Brand Manager, cargo no qual atuará com as marcas de instrumentos de metal da companhia.

Mensch chega à equipe com mais de 30 anos de experiência como trombonista, maestro e educador musical. Sua trajetória reúne atuação artística, trabalho pedagógico e conhecimento de produto, três áreas relevantes para uma função voltada ao desenvolvimento e posicionamento de instrumentos de sopro-metal.

Antes de ingressar na KHS America, Mensch atuou no Whitehouse Independent School District, no Texas, onde foi Director of Bands e Fine Arts/Communications Learning Leader entre 2017 e 2025. Ele também é diretor artístico da East Texas Youth Orchestra e professor adjunto de trombone na Stephen F. Austin State University.

Como intérprete, Mensch foi trombonista principal da Longview Symphony Orchestra e se apresentou em mais de uma dezena de países, incluindo Japão, Rússia, Finlândia, Guatemala e Escócia. Também é membro fundador do Rose City Brass Quintet e atua regularmente em formações de jazz, música de câmara e música sacra.

A relação de Mensch com o desenvolvimento de instrumentos também faz parte de seu perfil. Como artista da XO Brass, ele contribuiu diretamente para o desenvolvimento de produtos profissionais de trombone dentro da linha XO, experiência que agora poderá aplicar em uma função de marca e gestão de produto.

“Tom traz uma combinação destacada de experiência em performance, liderança educacional e relações sólidas dentro da comunidade musical. Sua paixão pela educação musical e suas décadas de experiência na indústria fazem dele uma grande adição à nossa equipe”, afirmou Kevin Philbin, Sales & Marketing Manager da KHS America.

Mensch possui mestrado em performance de trombone pela Stephen F. Austin State University e bacharelado em educação musical pela Penn State University. Também é membro ativo de entidades como a International Trombone Association, Texas Music Educators Association e Texas Bandmasters Association.

Com a nomeação, a KHS America reforça sua equipe de gestão de marca em uma categoria na qual a experiência direta com músicos, educadores, dealers e produtos é decisiva para o desenvolvimento comercial e pedagógico do segmento de metais.

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SABIAN amplia a linha STRATUS com a nova STRATUS Dry Collection https://musicaemercado.org/sabian-stratus-dry-collection/ Thu, 11 Jun 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255495 SABIAN amplia a linha STRATUS com a nova STRATUS Dry Collection

Série traz pratos escuros, secos e controlados para bateristas que buscam articulação e menor volume. A SABIAN apresentou a nova STRATUS Dry Collection, expansão da linha STRATUS voltada a bateristas que procuram pratos com resposta mais seca, menor sustain e maior controle na mixagem. A coleção foi desenvolvida para ampliar a paleta sonora da família […]

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SABIAN amplia a linha STRATUS com a nova STRATUS Dry Collection

Série traz pratos escuros, secos e controlados para bateristas que buscam articulação e menor volume.

A SABIAN apresentou a nova STRATUS Dry Collection, expansão da linha STRATUS voltada a bateristas que procuram pratos com resposta mais seca, menor sustain e maior controle na mixagem.

A coleção foi desenvolvida para ampliar a paleta sonora da família STRATUS com uma proposta mais escura e contida. Segundo a empresa, o objetivo é oferecer uma porta de entrada mais acessível para uma categoria que ganhou espaço entre bateristas de estúdio, músicos de sessão e artistas que atuam em ambientes de menor volume.

Os novos pratos entregam menos wash, sustain mais curto e definição clara de baqueta. A linha utiliza perfis leves a médio-leves e acabamento cru, de aparência escura, pensado para situações em que clareza e controle são mais importantes do que uma resposta longa e brilhante.

A coleção inclui hi-hats de 14”, 15” e 16”, crashes de 18”, 19” e 20”, rides de 22” e 24”, além do STRATUS Dry Performance Set, formado por hi-hats de 15”, crash de 19” e ride de 22”.

Randy Ross, chefe de pesquisa e desenvolvimento da SABIAN, afirmou que a marca vinha recebendo comentários de músicos e lojistas sobre a demanda por pratos mais escuros, secos e com resposta controlada. Segundo o executivo, a STRATUS Dry permitiu explorar esse lado do espectro sonoro mantendo uma identidade ligada ao catálogo da empresa.

Stacey Montgomery-Clark, vice-presidente de vendas e marketing da SABIAN, disse que os pratos secos e escuros já formam um segmento consolidado no mercado, mas que a marca identificou espaço para uma opção com caráter próprio e preço mais acessível em relação a outras alternativas da categoria.

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Cort amplia a série Core de violões acústicos https://musicaemercado.org/cort-serie-core-violoes-acusticos/ Wed, 03 Jun 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255406 Cort amplia a série Core de violões acústicos

Linha ganha novos modelos com madeiras maciças, eletrônica Fishman e construção voltada ao palco. A Cort anunciou a expansão da série Core de violões acústicos, linha de instrumentos com construção totalmente maciça, acabamento semibrilho curado por UV e seleção de madeiras voltadas a diferentes respostas sonoras. A nova fase incorpora os modelos Core-GA Formosan Koa […]

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Cort amplia a série Core de violões acústicos

Linha ganha novos modelos com madeiras maciças, eletrônica Fishman e construção voltada ao palco.

A Cort anunciou a expansão da série Core de violões acústicos, linha de instrumentos com construção totalmente maciça, acabamento semibrilho curado por UV e seleção de madeiras voltadas a diferentes respostas sonoras.

A nova fase incorpora os modelos Core-GA Formosan Koa e Core-OC Maple, que se somam ao Core-MC Ovangkol. Todos mantêm uma base comum: tampo maciço de spruce, bracing em X escalopado à mão e junção do braço tipo dovetail na 14ª casa.

Novas opções de madeira e sonoridade

O Core-GA Formosan Koa combina tampo maciço de spruce com fundo e laterais maciços de Formosan koa, madeira também conhecida como Acacia Confusa. O modelo busca resposta quente, profundidade harmônica e ressonância típica de uma construção totalmente maciça.

O Core-OC Maple utiliza tampo maciço de spruce com fundo e laterais maciços de sycamore maple, com voz mais brilhante, articulada e com boa projeção. Já o Core-MC Ovangkol combina spruce maciço com ovangkol maciço, com foco em clareza, profundidade e ampla faixa dinâmica.

Os novos modelos incluem eletrônica Fishman Presys VT, com controles discretos de volume e tone montados na lateral. A configuração permite passar do estúdio ao palco com uma captação acústica de operação simples.

Detalhes de construção

O Core-GA Formosan Koa traz braço de mogno com perfil Comfort C, escala de rosewood, comprimento de escala de 25,5” e pestana de osso de 45 mm. O Core-OC Maple usa braço de hard maple, também com perfil Comfort C, escala de rosewood, comprimento de 25,5” e pestana de osso de 43 mm.

A série inclui ponte de rosewood, tarraxas vintage abertas, pestana e rastilho de osso, cordas Elixir Phosphor Bronze Nanoweb Light 12–53 e bag Cort. Os modelos já estão disponíveis.

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Behringer apresenta o JT-2, sintetizador analógico inspirado no som Jupiter https://musicaemercado.org/behringer-jt-2-sintetizador-analogico/ Tue, 02 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255401 Behringer apresenta o JT-2, sintetizador analógico inspirado no som Jupiter

Módulo combina duplo VCO, filtros analógicos, modo parafônico e arpejador em formato Eurorack. A Behringer incorporou ao seu catálogo o JT-2, sintetizador analógico compacto em formato Eurorack voltado a músicos, produtores e usuários de sistemas modulares que buscam sons clássicos de síntese subtrativa em um equipamento de controle direto. O modelo é inspirado na estética […]

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Behringer apresenta o JT-2, sintetizador analógico inspirado no som Jupiter

Módulo combina duplo VCO, filtros analógicos, modo parafônico e arpejador em formato Eurorack.

A Behringer incorporou ao seu catálogo o JT-2, sintetizador analógico compacto em formato Eurorack voltado a músicos, produtores e usuários de sistemas modulares que buscam sons clássicos de síntese subtrativa em um equipamento de controle direto.

O modelo é inspirado na estética sonora dos sintetizadores Jupiter e trabalha com arquitetura de duplo VCO. Os osciladores oferecem formas de onda como saw, triangle/sine, square e noise, além de PWM, sincronização de osciladores e modulação FM.

Filtros, modulação e modo parafônico

O JT-2 inclui filtro ressonante low-pass com inclinação comutável de 12 dB ou 24 dB, junto com um filtro high-pass adicional para maior ajuste tonal. Também incorpora duas envolventes ADSR analógicas com key follow e um LFO com formas de onda sine, saw, square e random.

O sintetizador pode operar em modo parafônico para performances de duas notas e permite conectar várias unidades por meio do Poly Chain para ampliar a polifonia. O arpejador integrado oferece padrões Up, Down, Up-Down e Random, com alcance de até quatro oitavas.

Conectividade para estúdio e palco

O JT-2 soma entrada externa CV/Gate, implementação MIDI e design compatível com Eurorack, permitindo integração tanto em configurações modulares quanto em ambientes de produção de mesa.

Veja mais neste vídeo.

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DOD e Morley lançam o pedal Wah-ocTo-Fuzz https://musicaemercado.org/dod-morley-pedal-wah-octo-fuzz/ Mon, 01 Jun 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255413 DOD e Morley lançam o pedal Wah-ocTo-Fuzz

Novo efeito combina wah, oitava e fuzz em uma unidade para guitarra, baixo e teclados. A DOD e a Morley anunciaram o lançamento do Wah-ocTo-Fuzz, pedal de efeitos que reúne wah, oitava e fuzz em uma única unidade. O modelo já está disponível mundialmente por meio de lojas locais e canais online. O pedal combina […]

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DOD e Morley lançam o pedal Wah-ocTo-Fuzz

Novo efeito combina wah, oitava e fuzz em uma unidade para guitarra, baixo e teclados.

A DOD e a Morley anunciaram o lançamento do Wah-ocTo-Fuzz, pedal de efeitos que reúne wah, oitava e fuzz em uma única unidade. O modelo já está disponível mundialmente por meio de lojas locais e canais online.

O pedal combina o circuito DOD FX35 Octoplus dos anos 80 com circuitos clássicos de wah e fuzz da Morley inspirados na década de 1970. A proposta atende guitarristas, baixistas e tecladistas que buscam usar cada efeito separadamente ou combinar dois ou três efeitos ao mesmo tempo.

Três efeitos em um pedal

A seção de oitava utiliza o circuito analógico DOD FX35 Octoplus, com controles Direct Level, Tone e Octave Level. Esses ajustes permitem regular o sinal direto, o brilho geral e o nível da oitava inferior.

A seção wah usa o design eletro-óptico da Morley e operação sem chave. O efeito é ativado ao pisar no pedal, que incorpora uma superfície que brilha no escuro.

O fuzz é baseado em sons da fase clássica da Morley dos anos 70. A seção inclui os controles Intensity Level, para ajuste de ganho, e Fuzz Level, para regular o nível geral do sinal quando o fuzz está ativado.

Construção e especificações

O Wah-ocTo-Fuzz é construído em chassi de aço laminado a frio, com circuito buffer da Morley para preservar o sinal dentro da cadeia de pedais.

O equipamento conta com entrada e saída de 1/4”, funciona com fonte padrão de 9VDC 300 mA centro negativo e também pode operar com bateria de 9V. Suas dimensões são 6,86” de comprimento, 4,23” de largura e 3,88” de altura, com peso de 1,03 kg.

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