Instrumentos Musicais: notícias e análises | Música & Mercado A música sob o viés do trabalho e negócios Sat, 23 May 2026 15:55:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Instrumentos Musicais: notícias e análises | Música & Mercado 32 32 Blackstar amplia os recursos do BEAM MINI https://musicaemercado.org/blackstar-recursos-beam-mini/ https://musicaemercado.org/blackstar-recursos-beam-mini/#respond Tue, 26 May 2026 09:08:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255317 Blackstar amplia os recursos do BEAM MINI

Amplificador desktop ganha compatibilidade com capturas NAM, CabRig e controle pelo app Beam. A Blackstar Amplification apresentou novos recursos para o BEAM MINI, seu amplificador desktop para guitarra exibido inicialmente durante a NAMM 2026. O modelo foi desenvolvido para prática, gravação e criação de conteúdo, com uma plataforma baseada em modelagem digital em nível de […]

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Blackstar amplia os recursos do BEAM MINI

Amplificador desktop ganha compatibilidade com capturas NAM, CabRig e controle pelo app Beam.

A Blackstar Amplification apresentou novos recursos para o BEAM MINI, seu amplificador desktop para guitarra exibido inicialmente durante a NAMM 2026. O modelo foi desenvolvido para prática, gravação e criação de conteúdo, com uma plataforma baseada em modelagem digital em nível de componente, controle por aplicativo e formato portátil. 

Uma das principais adições é a compatibilidade nativa com capturas TONE3000 NAM, permitindo acesso a mais de 200 mil perfis criados pela comunidade. O recurso amplia a variedade de timbres disponíveis e coloca o BEAM MINI dentro da nova geração de amplificadores compactos conectados a bibliotecas de modelagem neural. 

O equipamento também incorpora o CabRig, sistema da Blackstar baseado em simulação de alto-falantes e microfones por respostas impulsionais. A proposta é facilitar o uso em estudo, gravação direta e reprodução de áudio. O modelo ainda traz Bluetooth para streaming e entrada para microfone de headset com reverb integrado, permitindo gravar voz e guitarra ao mesmo tempo. 

A integração com Moises AI para separação de stems está prevista para uma atualização de software em agosto de 2026. A função permitirá isolar ou remover instrumentos de músicas, recurso voltado para estudo, prática e criação de conteúdo musical. 

Na parte interna, o BEAM MINI inclui 12 modelos de amplificadores para guitarra elétrica, três amplificadores de baixo, duas vozes acústicas e um simulador acústico. Também oferece mais de 35 efeitos, controle ISF, interface SpeedDial, Light Beam Display e edição ampliada pelo app Beam. 

O projeto físico mantém o foco na portabilidade: gabinete selado, dois drivers full-range de 60 mm, dois radiadores passivos de graves, tecnologia Super Wide Stereo, proteção IP66 contra poeira e intempéries e autonomia superior a 18 horas com bateria. Com esses recursos, a Blackstar posiciona o BEAM MINI como uma solução compacta para guitarristas que precisam tocar, estudar, gravar ou criar conteúdo sem depender de um setup tradicional.

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EMG amplia linha de captadores signature para baixo nos 50 anos da marca https://musicaemercado.org/emgcaptadores-signature-baixo-50-anos/ https://musicaemercado.org/emgcaptadores-signature-baixo-50-anos/#respond Mon, 25 May 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255324 EMG amplia linha de captadores signature para baixo nos 50 anos da marca

Novos sets homenageiam timbres associados a Doug Wimbish, David Ellefson, Robert Trujillo, Lee Sklar e Frank Bello. A EMG Pickups ampliou sua linha de captadores EMG para baixo com novos sets signature ligados às comemorações dos 50 anos da marca. A seleção reúne modelos associados a baixistas de diferentes estilos, com opções PJ, soapbar e […]

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EMG amplia linha de captadores signature para baixo nos 50 anos da marca

Novos sets homenageiam timbres associados a Doug Wimbish, David Ellefson, Robert Trujillo, Lee Sklar e Frank Bello.

A EMG Pickups ampliou sua linha de captadores EMG para baixo com novos sets signature ligados às comemorações dos 50 anos da marca. A seleção reúne modelos associados a baixistas de diferentes estilos, com opções PJ, soapbar e Jazz Bass.

Entre os destaques está o Doug Wimbish DW Set, conjunto PJ baseado nos captadores EMG usados pelo músico desde o início dos anos 80. Antes disponível apenas em seu baixo Signature Spector, o modelo busca recuperar esse caráter sonoro com mais ataque e presença na mixagem. 

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A linha também inclui o David Ellefson DE Set, formado pela combinação DC/CS em formato soapbar. O conjunto está disponível para baixos de 4 e 5 cordas e foi pensado para quem procura um som moderno, definido e articulado. 

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Para baixos com configuração tipo J, a marca apresenta o Robert Trujillo RT “Rip Tide” Gold Set, versão do clássico J Set usado pelo baixista, agora com capas metálicas em aço inoxidável no acabamento dourado. De acordo com a EMG, o conjunto mantém o som original do modelo e adiciona uma estética mais marcante ao instrumento. 

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Outra referência do catálogo é o Lee Sklar P Set, recriação do captador P popularizado por Sklar em seu baixo Frankenstein. O modelo traz capas com logo elevado, inspiradas nos anos 70, e uma resposta ajustada para preservar clareza, punch e presença nos graves. 

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A série inclui ainda o Frank Bello FB Set, combinação PJ formada pelos captadores PCSX e LJAX. O sistema utiliza preamp X Series, projetado para oferecer mais headroom e resposta dinâmica, aproximando a sensação de execução de um captador passivo, mas com os benefícios de um sistema ativo de baixa impedância. 

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Com esses modelos, a EMG reforça seu catálogo de captadores signature para baixistas que buscam referências sonoras ligadas a artistas específicos, mas com formatos aplicáveis a diferentes situações de estúdio e palco.

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Novità Music assume distribuição da Morley no Brasil https://musicaemercado.org/novita-music-distribuicao-morley-brasil/ https://musicaemercado.org/novita-music-distribuicao-morley-brasil/#respond Mon, 25 May 2026 09:02:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255352 Novità Music assume distribuição da Morley no Brasil

Marca de pedais volta ao mercado brasileiro com distribuição exclusiva e suporte local. A Novità Music anunciou a distribuição exclusiva da Morley no Brasil, ampliando seu portfólio de marcas voltadas ao mercado de instrumentos musicais, efeitos e acessórios. A chegada marca o retorno oficial dos pedais Morley ao país por meio de uma operação local […]

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Novità Music assume distribuição da Morley no Brasil

Marca de pedais volta ao mercado brasileiro com distribuição exclusiva e suporte local.

A Novità Music anunciou a distribuição exclusiva da Morley no Brasil, ampliando seu portfólio de marcas voltadas ao mercado de instrumentos musicais, efeitos e acessórios. A chegada marca o retorno oficial dos pedais Morley ao país por meio de uma operação local de distribuição, com foco em acesso ao catálogo, garantia e suporte para músicos e lojistas. 

A Morley é conhecida principalmente por seus pedais de wah, volume e soluções de controle de sinal. A marca foi fundada no final dos anos 1960 pelos irmãos Marv e Ray Lubow, embora sua história tenha começado em 1946, quando os dois passaram a trabalhar com eletrônica em Los Angeles. 

O diferencial técnico mais associado à Morley está no uso de circuitos eletro-ópticos em seus pedais. Esse sistema substitui o potenciômetro tradicional por um controle baseado em luz, reduzindo desgaste mecânico e ruídos provocados pelo uso prolongado. A tecnologia ajudou a consolidar a marca entre guitarristas e baixistas que buscavam equipamentos resistentes para palco e estúdio. 

Entre os artistas ligados à história da Morley estão nomes como Cliff Burton, Steve Vai, David Gilmour e Geddy Lee. No caso de Steve Vai, a relação com a marca resultou em modelos signature, como o Bad Horsie Wah, um dos produtos mais conhecidos do catálogo da empresa. 

Segundo a Novità Music, o retorno da Morley ao Brasil deve incluir pedais de wah e volume com tecnologia óptica, modelos signature e ferramentas utilitárias para uso em palcos e estúdios. A empresa também informa que os produtos terão distribuição oficial e suporte no mercado nacional. 

A entrada da Morley reforça a estratégia da Novità Music de trabalhar com marcas internacionais voltadas a músicos profissionais, lojas especializadas e consumidores que buscam produtos com distribuição regular no país. O portfólio da empresa já inclui marcas como Seymour Duncan, Aguilar, JHS, DR Strings, D’Angelico, Darkglass, Dingwall, Gruv Gear e Jet Guitars. 

Para o varejo, a operação pode representar uma alternativa importante em uma categoria na qual procedência, garantia e reposição fazem diferença na decisão de compra. Para músicos, o principal impacto está na possibilidade de adquirir pedais Morley por canais oficiais, com maior previsibilidade de disponibilidade e atendimento local.

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DW renova sua linha de baterias https://musicaemercado.org/dw-renova-linha-baterias/ https://musicaemercado.org/dw-renova-linha-baterias/#respond Thu, 21 May 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255196 DW renova sua linha de baterias

A marca adiciona cascos Pure Walnut, uma caixa piccolo True-Cast e novas opções DWe para bateristas acústicos e híbridos. A DW apresentou uma série de novidades que combinam três caminhos distintos: bateria acústica premium, caixas de edição limitada e kits híbridos acústico-eletrônicos. A primeira novidade é a chegada do Pure Walnut à linha Collector’s Series. […]

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DW renova sua linha de baterias

A marca adiciona cascos Pure Walnut, uma caixa piccolo True-Cast e novas opções DWe para bateristas acústicos e híbridos.

A DW apresentou uma série de novidades que combinam três caminhos distintos: bateria acústica premium, caixas de edição limitada e kits híbridos acústico-eletrônicos.

A primeira novidade é a chegada do Pure Walnut à linha Collector’s Series. Segundo a Music Industries Association, os novos cascos usam tecnologia VLT — Vertical Low Timbre —, desenvolvida para entregar um som encorpado e uma nota mais curta. A proposta é voltada a bateristas que buscam uma personalidade sonora diferente para estúdio ou palco.

Outro destaque é a DW MFG True-Cast 4×14” Piccolo Snare, desenvolvida em parceria com o baterista Dave Elitch. A DW apresenta o modelo como a primeira caixa piccolo da série True-Cast, com casco de bell bronze fundido em areia e usinado. A edição é limitada a 100 unidades em todo o mundo, cada uma com placa numerada e certificado de autenticidade.

A marca também amplia sua família DWe, proposta que mistura sensação acústica e controle eletrônico. Os novos bundles incluem configurações de 4 e 5 peças, cascos DW Collector’s Series 333 Maple, opções de módulos Roland V51 ou V71, packs de pratos e uma nova opção de side snare.

A leitura musical é clara: a DW está trabalhando sobre dois desejos diferentes do baterista atual. De um lado, o som acústico com materiais e construção premium. De outro, a flexibilidade de kits híbridos que podem funcionar em contextos silenciosos, gravação, palco ou produção moderna.

Veja mais neste vídeo.

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Guia para preservar sintetizadores vintage e teclados modernos https://musicaemercado.org/guia-preservar-sintetizadores-vintage-teclados-modernos/ https://musicaemercado.org/guia-preservar-sintetizadores-vintage-teclados-modernos/#respond Wed, 20 May 2026 11:59:16 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255273 Guia para preservar sintetizadores vintage e teclados modernos

Ambiente, energia, limpeza, baterias, transporte e assistência técnica: o que mantém um instrumento vivo antes que o reparo seja inevitável. Um sintetizador bem cuidado não envelhece como um instrumento abandonado. Dois equipamentos do mesmo ano podem chegar ao presente em condições opostas: um estável, afinado e pronto para a sessão; outro com teclas intermitentes, potenciômetros […]

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Guia para preservar sintetizadores vintage e teclados modernos

Ambiente, energia, limpeza, baterias, transporte e assistência técnica: o que mantém um instrumento vivo antes que o reparo seja inevitável.

Um sintetizador bem cuidado não envelhece como um instrumento abandonado. Dois equipamentos do mesmo ano podem chegar ao presente em condições opostas: um estável, afinado e pronto para a sessão; outro com teclas intermitentes, potenciômetros ruidosos, display fraco, memória perdida e cheiro de umidade.

A diferença raramente está em um único acidente. Quase sempre aparece na soma de pequenas decisões: onde o instrumento fica guardado, como é limpo, que fonte é usada, com que frequência é ligado, se os sons têm backup, se a bateria interna foi revisada e como ele é transportado.

Este guia foi pensado para sintetizadores vintage, workstations, pianos digitais, controladores MIDI e teclados modernos. Não substitui um técnico. Serve para evitar erros caros, saber quando agir e separar o cuidado cotidiano das intervenções que devem ficar nas mãos de profissionais.

O primeiro inimigo é o ambiente

Os manuais costumam parecer óbvios, mas ali está a primeira linha de defesa. A Yamaha alerta em manuais de sintetizadores como o CS1x e o SY85 que seus instrumentos não devem ser expostos a luz solar direta, altas temperaturas, umidade excessiva, poeira excessiva ou vibração forte; também recomenda colocá-los em superfícies firmes e desligar ou desconectar o equipamento quando não for usado por longos períodos.

Na prática, isso significa que o pior lugar para um teclado nem sempre é o palco. Pode ser um quarto fechado perto de uma janela, um depósito úmido, uma sala sem ventilação, um case guardado no chão ou um estúdio onde se fuma.

O calor deforma plásticos, resseca borrachas e castiga displays. A umidade acelera corrosão, gera falhas intermitentes e pode afetar contatos, placas e conectores. A poeira entra em sliders, teclas, jacks e áreas de ventilação. A vibração e os impactos danificam soldas, placas, mecanismos de teclas e conectores.

Para uso diário, o critério mais seguro é simples: ambiente seco, ventilado, sem sol direto, sem mudanças bruscas de temperatura e longe de janelas, paredes com umidade, ar-condicionado pingando ou fontes de calor.

Umidade: o problema silencioso na América Latina

Em muitas cidades latino-americanas, a umidade é uma ameaça mais real que o frio. Estúdios perto do mar, salas em subsolos, depósitos sem circulação de ar, igrejas com pé-direito alto e lojas mal ventiladas podem ser ambientes hostis para equipamentos eletrônicos.

A Roland, ao descrever condições de operação para produtos de áudio, cita temperatura de 0 a 40°C e umidade sem excesso, sem condensação. Esse último ponto importa muito: a condensação aparece quando um equipamento frio entra em um ambiente quente e úmido, ou quando passa de um transporte com ar-condicionado para um palco quente.

A recomendação prática é não ligar imediatamente um teclado que veio de uma mudança brusca de temperatura. Deixe o instrumento se aclimatar. Se ele ficou em um veículo frio, em um depósito úmido ou dentro de um case fechado por muito tempo, é melhor esperar antes de conectá-lo.

Para estúdios, lojas e empresas de backline, um higrômetro barato pode economizar dinheiro. Não é preciso transformar a sala em laboratório, mas é importante saber se o ambiente vive acima de níveis razoáveis de umidade. Onde a umidade é persistente, um desumidificador ou ar-condicionado bem usado protege mais do que qualquer capa.

A capa não é decoração

A poeira não apenas suja. Ela entra em sliders, rodas, potenciômetros, botões, keybeds e conectores. Em um sintetizador vintage, essa poeira se mistura com graxa antiga, umidade e resíduos. Depois aparecem teclas que disparam duas vezes, botões que respondem só às vezes, faders ásperos e jacks que estalam.

O Vintage Synth Explorer resume bem o problema: poeira e fumaça são especialmente prejudiciais para equipamentos vintage, e uma capa ajuda a reduzir o acúmulo em knobs e sliders, embora não elimine o problema por completo.

Para equipamentos que ficam montados, a capa deve fazer parte do setup. Não precisa ser luxuosa: precisa cobrir bem, respirar minimamente e não soltar fiapos. Para equipamentos guardados, o case rígido ou semirrígido deve estar limpo por dentro. Um case com umidade, mofo ou espuma deteriorada pode fazer mais dano do que proteção.

Nunca guarde um teclado molhado ou recém-exposto à chuva dentro do case. Primeiro seque por fora, deixe ventilar e só depois feche.

Limpeza: menos produto, mais critério

O cuidado externo deve ser conservador. A Yamaha recomenda limpar gabinete e painel com pano macio seco, ou levemente umedecido com detergente suave em caso de sujeira difícil, e alerta contra álcool ou thinner porque podem danificar o acabamento ou as teclas.

A regra geral é não borrifar líquidos diretamente sobre o instrumento. O líquido deve ir no pano, nunca no painel. Em teclas, gabinete e laterais, um pano de microfibra costuma ser suficiente. Para frestas e áreas ao redor de knobs, um pincel macio ajuda mais do que um produto agressivo.

Não use limpadores domésticos, silicones, lustra-móveis, álcool forte sobre serigrafia, aerossol multiuso nem produtos oleosos no painel. Muitos sintetizadores têm serigrafia frágil, pintura envelhecida, plásticos sensíveis ou revestimentos que ficam pegajosos com químicos inadequados.

Em equipamentos vintage, antes de “deixar brilhando”, é melhor preservar o original. Uma marca de uso pode valer mais do que uma limpeza mal feita.

Potenciômetros, sliders e teclas: quando parar

Um potenciômetro ruidoso nem sempre se resolve girando cem vezes. Uma tecla que falha nem sempre precisa de força. Um slider duro não deve receber qualquer aerossol lubrificante. Em serviços especializados de sintetizadores, tarefas comuns incluem limpeza ou substituição de potenciômetros, reparo de teclado, limpeza de contatos, recap, calibração e ajustes.

A fronteira é esta: limpeza externa, remoção de poeira e verificação básica podem fazer parte do cuidado do usuário. Abrir o instrumento, aplicar limpadores internos, trocar contatos, soldar, calibrar osciladores ou mexer na fonte de alimentação já pertence a outro nível.

O erro comum é tentar resolver um ruído com excesso de limpador. Alguns produtos limpam, mas também removem lubrificação ou deixam resíduos. Em faders e potenciômetros antigos, isso pode transformar uma falha pequena em uma peça que precisa ser substituída.

Se o teclado tem disparo duplo, notas mortas, teclas desiguais ou velocity irregular, o problema pode estar em borrachas de contato, sujeira, desgaste ou placa. Forçar a tecla não ajuda. Primeiro diagnóstico, depois reparo.

Baterias internas: peças pequenas, danos grandes

Muitos sintetizadores vintage e workstations guardam patches, performances ou dados internos graças a uma bateria. Quando essa bateria enfraquece, memórias podem ser perdidas. Quando vaza, pode corroer placa, trilhas, soldas e conectores.

A Yamaha, no manual do SY85, informa que a bateria interna preserva vozes, performances, músicas e memória não volátil; quando o equipamento mostra aviso de troca, recomenda que a substituição seja feita por pessoal qualificado, não pelo usuário.

O Vintage Synth Explorer também coloca vazamento de baterias entre os riscos centrais do vintage: baterias alcalinas e NiCad podem liberar material corrosivo, e algumas unidades de décadas passadas já estão em idade crítica.

A recomendação editorial é direta: se comprar um sintetizador usado, pergunte sobre a bateria. Se não houver histórico, programe uma revisão. Se aparecer mensagem de “battery low”, não ignore. Se o instrumento passou anos guardado, não assuma que a bateria está bem.

Em equipamentos com pilhas AA, AAA ou baterias removíveis, nunca as deixe instaladas por longos períodos sem uso. O iFixit explica que corrosão em terminais pode bloquear o fluxo de eletricidade e danificar contatos metálicos; também recomenda desligar o dispositivo e remover as baterias antes de limpar corrosão.

Se já existe vazamento interno perto de placas, não improvise. Uma limpeza superficial pode não interromper o avanço da corrosão. Nesse caso, o mais barato é levar a um técnico antes de perder uma placa difícil de substituir.

Capacitores e fontes: onde o vintage fica técnico

Capacitores envelhecem. Nem todos falham ao mesmo tempo e nem todo sintetizador precisa de “recap” preventivo imediato, mas em instrumentos de 30, 40 ou 50 anos o tema merece atenção. O Vintage Synth Explorer alerta que capacitores danificados podem deixar outros componentes expostos a picos de energia e influenciar filtros e osciladores.

Serviços especializados costumam incluir revisão da fonte de alimentação, substituição de capacitores envelhecidos, calibração e testes de estabilidade. A Driessen Music, por exemplo, oferece substituição preventiva de baterias de memória com revisão de danos por vazamento, além de serviço de displays e reparo de sintetizadores vintage.

Para o dono, o sinal nem sempre é dramático. Pode ser zumbido, desligamentos aleatórios, osciladores instáveis, afinação que deriva demais, ruído estranho, display fraco, cheiro de componente aquecendo ou comportamento irregular depois de alguns minutos ligado.

Em equipamentos vintage, fonte de alimentação não é zona de experimentação. Ali existe risco real de choque elétrico, dano em placa e perda de componentes raros.

Use a fonte correta, sempre

Muitos teclados modernos e controladores dependem de fontes externas. Usar uma fonte “parecida” pode destruir o equipamento. Não basta o conector entrar. É preciso respeitar tensão, corrente, polaridade, tipo de alimentação e especificação do fabricante.

A Yamaha alerta no manual do CS1x que se use o adaptador indicado ou equivalente recomendado, e que uma fonte incompatível pode causar dano irreparável ou risco elétrico. Também recomenda desconectar durante tempestades e desligar equipamentos antes de fazer conexões.

Para lojas, estúdios e backline, vale etiquetar fontes e teclados. Cada fonte com seu equipamento. Cada equipamento com sua tensão. Em uma produção com vários controladores, pianos digitais, módulos e pedais, uma fonte conectada por engano pode arruinar a diária.

Também convém revisar réguas de energia, estabilizadores, UPS, transformadores e cabos. Um sintetizador caro ligado a uma instalação elétrica duvidosa está exposto. Nem todo problema de ruído vem do instrumento; às vezes vem da rede, de aterramento ruim, de cabos ruins ou de periféricos.

Ligar o instrumento também é manutenção

Um sintetizador vintage não deveria passar anos desligado como peça de museu. O Vintage Synth Explorer recomenda usar o equipamento de vez em quando e observa que deixá-lo desligado por períodos prolongados pode favorecer problemas, especialmente em áreas úmidas; também alerta que deixá-lo ligado o tempo todo não é uma boa ideia.

A rotina saudável é ligar, deixar estabilizar, tocar, mover controles com cuidado, verificar saídas, testar teclas e desligar. Em analógicos antigos, alguns minutos de aquecimento são normais antes de avaliar afinação. Em digitais, samplers e workstations, convém revisar memórias, botões, tela, leitor de mídia e conectores.

Usar não significa castigar. Significa manter ativo, detectar falhas cedo e evitar que o instrumento só seja revisado quando já parou de funcionar.

Backups: o som também precisa ser preservado

Preservar um teclado não é apenas conservar o gabinete. Também é proteger seus sons, sequências, performances, samples e configurações. A Yamaha recomenda salvar dados importantes em mídia externa e alerta que a memória interna pode ser corrompida por operação incorreta ou outros problemas; em instrumentos com disquetes, também recomenda cópias adicionais longe de campos magnéticos.

Hoje, o equivalente é claro: faça backup por USB, MIDI SysEx, cartão, software editor, librarian ou pelo método disponível em cada equipamento. Guarde uma cópia local e outra na nuvem. Exporte bancos antes de atualizar firmware. Documente versões, expansões, cartões, bibliotecas e configurações.

Em um estúdio ou backline, cada teclado importante deveria ter uma pasta com manual, firmware, backups, fotos do estado do equipamento, número de série, fonte correta e notas de serviço. Essa pasta vale dinheiro quando é preciso alugar, vender, assegurar ou reparar.

Transporte: o dano aparece antes do show

Muitos teclados não se danificam tocando, mas no transporte. Carregar com cabos conectados, apoiar peso em cima, usar um case frouxo, deixar no sol dentro de um carro, expor à chuva na carga ou usar um suporte instável são erros comuns.

O manual do Yamaha CS1x recomenda desconectar cabos antes de mover o instrumento, segurar os cabos pelo plugue e não puxar pelo fio, e evitar força excessiva sobre controles ou conectores.

Para transporte profissional, o case deve imobilizar sem pressionar knobs, rodas ou tela. Se o teclado viaja com frequência, um flight case bem feito vale mais do que um reparo de painel. Para trajetos curtos, uma capa acolchoada pode servir, mas não substitui um case quando há caminhão, palco, chuva, escadas ou carga compartilhada.

Nunca transporte um teclado com fonte, pedal ou cabo soltos em cima do painel. Esses acessórios riscam, batem e pressionam controles.

Moderno não significa descartável

Um teclado moderno costuma ter menos problemas de calibração analógica, mas pode ter outros riscos: telas, encoders, fontes externas, conectores USB, pads, keybeds, firmware, baterias internas, memória flash, aftertouch, borrachas, leitores de cartão e compatibilidade com software.

A preservação moderna inclui manter firmware sob controle, guardar instaladores, drivers e editores, documentar configurações e não atualizar antes de uma turnê, sessão ou show importante. Também inclui cuidar de portas USB e MIDI: muitas falhas aparecem por cabos forçados, conectores frouxos e hubs de baixa qualidade.

Em controladores, o valor está na compatibilidade. Um controlador perfeito fisicamente pode perder utilidade se drivers, mapeamentos, templates e presets não forem preservados.

Compra de usado: a inspeção que evita surpresas

Antes de comprar um sintetizador vintage ou teclado usado, não basta ouvir um timbre bonito. É preciso revisar comportamento.

Teste todas as teclas, com diferentes intensidades. Mova todos os knobs e sliders. Verifique pitch bend, mod wheel, aftertouch quando houver, botões, pads, tela, saídas, entrada de sustain, MIDI, USB, fone, leitor de cartão ou disquete se aplicável. Deixe o equipamento ligado por um tempo razoável. Alguns problemas aparecem frio; outros, quando aquece.

Pergunte sobre bateria interna, assistência técnica, fonte original, reparos anteriores, quedas, umidade, uso ao vivo, dono anterior, manuais, cartões, expansões e backups. Abra o compartimento de pilhas removíveis se existir. Se houver ferrugem, sulfato, cheiro forte, parafusos marcados, display fraco ou teclas muito desiguais, negocie com essa realidade.

No vintage, um preço baixo pode ser justo. Mas “barato” sem diagnóstico pode terminar caro.

A rotina de preservação

Uma rotina simples evita a maioria dos pequenos problemas.

  • Depois de tocar: desligar, desconectar o necessário, cobrir, não deixar bebidas perto, não deixar ao sol.
  • Toda semana: remover poeira externa, mover controles suavemente, revisar cabos e fonte.
  • Todo mês: testar todas as teclas, saídas, pedais, MIDI/USB e memórias.
  • A cada seis meses: revisar ambiente, umidade, cases, estado de conectores, backups e atualizações pendentes.
  • Todo ano: fazer inspeção mais completa, limpar contatos externos, verificar bateria interna se o modelo exigir e revisar histórico de serviço.
  • Antes de turnê ou sessão importante: não atualizar firmware em cima da hora; testar fonte, cabos, patches, backups e pedais.

A ideia não é transformar todo músico em técnico. É evitar que o primeiro diagnóstico aconteça quando o equipamento falha em uma venda, show ou gravação.

O que deve ficar com um técnico

Limpeza profunda de keybed, troca de bateria interna soldada, reparo de fonte, recap, troca de displays, recuperação de trilhas corroídas, calibração de osciladores, reparo de aftertouch, substituição de encoders, reconstrução de sliders, solda em placas e diagnóstico de falhas intermitentes devem passar por assistência técnica.

Em equipamentos raros, convém escolher um técnico com experiência específica. Nem todo técnico eletrônico conhece sintetizadores. Um instrumento vintage não é apenas uma placa: é calibração, arquitetura sonora, peças escassas e decisões de preservação.

Às vezes, o melhor reparo é conservar o original. Em outras, uma modificação discreta — como suporte de bateria, MIDI retrofit ou troca de display — pode melhorar uso e manutenção. A diferença está em documentar o que foi feito e não improvisar.

Preservar também é manter valor

Um sintetizador cuidado vale mais. Não apenas porque funciona, mas porque transmite confiança. Manuais, fonte original, case, histórico de manutenção, backups, fotos internas de uma revisão profissional e descrição honesta do estado aumentam valor de revenda.

Para uma loja, isso reduz reclamações. Para um estúdio, reduz cancelamentos. Para backline, reduz risco no show. Para um colecionador, protege patrimônio. Para um músico, preserva algo mais importante que o preço: o instrumento que já faz parte do seu som.

Conservar não exige obsessão. Exige critério. Ambiente estável, limpeza sóbria, energia correta, uso regular, backups e serviço preventivo quando necessário. Um bom sintetizador pode viver por décadas; o que decide seu futuro é como ele é tratado entre uma sessão e a próxima.

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LP lança coleção Tony Succar https://musicaemercado.org/lp-colecao-tony-succar/ https://musicaemercado.org/lp-colecao-tony-succar/#respond Wed, 20 May 2026 09:07:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255213 LP lança coleção Tony Succar

A linha reúne congas, bongôs, timbales, cajón e snares com uma estética colorida inspirada no músico peruano. A Latin Percussion apresentou a Tony Succar Signature Collection, uma família de instrumentos inspirada no percussionista, produtor e vencedor de dois Latin Grammy. A coleção aposta forte na identidade visual. Os instrumentos chegam com acabamento Rainbow e ferragens […]

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LP lança coleção Tony Succar

A linha reúne congas, bongôs, timbales, cajón e snares com uma estética colorida inspirada no músico peruano.

A Latin Percussion apresentou a Tony Succar Signature Collection, uma família de instrumentos inspirada no percussionista, produtor e vencedor de dois Latin Grammy.

A coleção aposta forte na identidade visual. Os instrumentos chegam com acabamento Rainbow e ferragens Black Nickel, uma combinação desenhada para se destacar no palco e em vídeo. A LP descreve a linha como uma coleção colorida inspirada em uma figura de nova geração dentro da música latina.

A família inclui congas, bongôs, cajón, micro snares, salsa snare, timbalitos, thunder timbales e timbales. No caso das congas, a LP informa que elas usam cascos de New Zealand Pine e estão disponíveis nos tamanhos Quinto, Conga e Tumba, com som brilhante, aberto e com ataque.

Mais do que um instrumento isolado, a coleção funciona como uma linha completa para percussionistas que buscam uma estética unificada. Também se conecta ao perfil de Tony Succar, artista associado à percussão latina, à produção moderna e ao cruzamento entre tradição e linguagem contemporânea.

Para músicos de salsa, latin jazz, pop latino ou fusões, o atrativo está nessa mistura: instrumentos reconhecíveis da percussão latina, uma assinatura artística atual e uma imagem pensada para o palco.

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NAMM pressiona Washington por instrumentos fora de novas tarifas https://musicaemercado.org/namm-washington-instrumentos-fora-tarifas/ https://musicaemercado.org/namm-washington-instrumentos-fora-tarifas/#respond Tue, 19 May 2026 09:02:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255193 NAMM pressiona Washington por instrumentos fora de novas tarifas

Entidade afirma que custos de importação podem afetar instrumentos de entrada e a formação de novos músicos. A NAMM encerrou uma rodada de advocacy em Washington, D.C., com duas frentes centrais para a indústria de produtos musicais: a pressão por alívio tarifário para instrumentos, componentes e matérias-primas, e a defesa de financiamento federal para educação […]

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NAMM pressiona Washington por instrumentos fora de novas tarifas

Entidade afirma que custos de importação podem afetar instrumentos de entrada e a formação de novos músicos.

A NAMM encerrou uma rodada de advocacy em Washington, D.C., com duas frentes centrais para a indústria de produtos musicais: a pressão por alívio tarifário para instrumentos, componentes e matérias-primas, e a defesa de financiamento federal para educação musical e artística nos Estados Unidos. A agenda ocorreu entre o depoimento de John Mlynczak, presidente e CEO da associação, ao Office of the United States Trade Representative (USTR), em 8 de maio, e o 20º Advocacy D.C. Fly-In, realizado de 10 a 14 de maio. 

No depoimento ao comitê da Seção 301, a NAMM argumentou que tarifas atuais e potenciais podem elevar custos para fabricantes, varejistas, escolas e famílias. A associação pediu medidas comerciais mais direcionadas e a criação de um processo de exclusão para instrumentos musicais, componentes e matérias-primas usados na fabricação. 

A entidade também levou ao USTR dados que apontam queda nas importações de instrumentos de entrada em 2025. Segundo o testemunho de Mlynczak, as importações de instrumentos de sopro caíram 27% e as de pianos recuaram 20% no período. A leitura da NAMM é que a alta de custos pode afetar o acesso inicial à prática musical — justamente a faixa que alimenta, no longo prazo, o mercado de instrumentos profissionais. 

Mais de 200 reuniões no Capitólio

No Advocacy D.C. Fly-In, a NAMM reuniu mais de 100 membros e parceiros do setor em mais de 200 reuniões com parlamentares e assessores. A pauta incluiu defesa de investimentos em programas federais como Title I, Title II, Title IV-A e National Endowment for the Arts, além de pedidos de alívio tarifário junto a integrantes dos comitês de finanças do Senado e de Ways and Means da Câmara. 

A agenda também contou com a participação de Cassie Donegan, Miss America, e da baterista Queen Cora Coleman como delegadas convidadas. Em 13 de maio, a programação incluiu o Congressional Record, evento bipartidário com integrantes dos caucuses de músicos e artes do Congresso. 

Por que a pauta importa fora dos EUA

Embora a ação seja voltada à política pública norte-americana, o tema tem impacto potencial sobre cadeias internacionais de fornecimento. No próprio depoimento, Mlynczak citou a dependência de materiais, componentes e produção em países como Japão, México, Indonésia, Taiwan, Vietnã e China para atender diferentes faixas de preço e níveis de músicos. 

Para fabricantes, distribuidores e varejistas que acompanham o mercado norte-americano, a discussão combina duas questões sensíveis: custo de entrada para estudantes e previsibilidade de importação. A NAMM tenta enquadrar instrumentos musicais não apenas como bens de consumo, mas como parte da infraestrutura educacional e cultural que sustenta a demanda futura do setor.

Mais informações sobre as ações da NAMM aqui.

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Rico apresenta swab antimicrobiano https://musicaemercado.org/rico-swab-antimicrobiano/ https://musicaemercado.org/rico-swab-antimicrobiano/#respond Wed, 13 May 2026 09:09:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=254910 Rico apresenta swab antimicrobiano

O acessório da D’Addario Woodwinds foi desenvolvido para limpar clarinetes e saxofones, reduzindo umidade, bactérias e odores. A D’Addario Woodwinds incorporou à sua linha Rico um novo Anti-Microbial Swab para clarinete e saxofone. É um acessório simples, mas voltado a um problema cotidiano para estudantes e músicos de sopro: a umidade que permanece dentro do […]

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Rico apresenta swab antimicrobiano

O acessório da D’Addario Woodwinds foi desenvolvido para limpar clarinetes e saxofones, reduzindo umidade, bactérias e odores.

A D’Addario Woodwinds incorporou à sua linha Rico um novo Anti-Microbial Swab para clarinete e saxofone. É um acessório simples, mas voltado a um problema cotidiano para estudantes e músicos de sopro: a umidade que permanece dentro do instrumento depois de tocar.

O pano utiliza a tecnologia Silvadur, baseada em íons de prata, para combater bactérias e odores. Segundo a D’Addario, o material é macio, de secagem rápida e não abrasivo, pensado para proteger o interior do instrumento durante a limpeza.

A marca afirma que o swab remove até 30% mais umidade do que os panos comuns de seda e mantém sua efetividade por até 50 lavagens. O produto aparece em versões para clarinete e saxofone, com tamanho pequeno ou grande, conforme o instrumento.

O lançamento reforça uma ideia básica, mas importante: a manutenção também faz parte do som. Em clarinetes e saxofones, limpar corretamente depois de tocar ajuda a preservar sapatilhas, tudéis, corpos internos e a resposta geral do instrumento.

Para estudantes, professores e músicos que usam o instrumento todos os dias, o produto entra em uma categoria prática: não promete mudar o som, mas conservar melhor o instrumento entre uma sessão e outra.

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Yamaha traz nova opção eletrônica EAD50 https://musicaemercado.org/yamaha-eletronica-ead50/ Tue, 12 May 2026 09:06:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=254906 Yamaha traz nova opção eletrônica EAD50

O novo sistema permite captar, processar e compartilhar o som de uma bateria acústica com uma configuração mais simples. A Yamaha ampliou sua linha Electronic Acoustic Drum com o EAD50, um módulo pensado para bateristas que querem gravar, amplificar ou transformar o som de sua bateria acústica sem montar um sistema complexo de microfones. O […]

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Yamaha traz nova opção eletrônica EAD50

O novo sistema permite captar, processar e compartilhar o som de uma bateria acústica com uma configuração mais simples.

A Yamaha ampliou sua linha Electronic Acoustic Drum com o EAD50, um módulo pensado para bateristas que querem gravar, amplificar ou transformar o som de sua bateria acústica sem montar um sistema complexo de microfones.

O equipamento trabalha junto com o sensor DSU50, que é colocado no aro do bumbo e capta o kit a partir de uma única posição. Segundo a Yamaha, o sensor usa um par de microfones personalizados para registrar toda a bateria em estéreo, reduzindo a necessidade de vários microfones, cabos e ajustes individuais.

Screenshot

A ideia por trás do EAD50 é dar ao baterista mais controle sobre seu próprio som. O módulo permite misturar o som natural do kit com samples, aplicar efeitos, usar triggers e enviar áudio multicanal por USB para gravação, streaming ou produção.

O sistema também se integra aos aplicativos EAD Touch e Rec’n’Share, voltados para prática, gravação, edição e compartilhamento de vídeos de performance a partir de um dispositivo móvel. 

A Yamaha também menciona usos em aulas online e seminários, com uma função de conversação para alternar entre a voz e o som da bateria.

O EAD50 atende a uma necessidade cada vez mais comum: bateristas que continuam tocando bateria acústica, mas precisam produzir conteúdo, gravar ensaios ou levar um som mais consistente a diferentes espaços.

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NAMM alerta sobre impacto de tarifas em instrumentos musicais https://musicaemercado.org/namm-impacto-tarifas-instrumentos-musicais/ Sat, 09 May 2026 13:21:55 +0000 https://musicaemercado.org/?p=254884 NAMM alerta sobre impacto de tarifas em instrumentos musicais

A NAMM levou a Washington um alerta direto: se os Estados Unidos aplicarem novas tarifas sem excluir instrumentos, componentes e materiais musicais, o primeiro impacto pode aparecer nos produtos de entrada. John Mlynczak, presidente e CEO da NAMM, foi incluído no painel de 8 de maio diante do comitê Section 301 do Office of the […]

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NAMM alerta sobre impacto de tarifas em instrumentos musicais

A NAMM levou a Washington um alerta direto: se os Estados Unidos aplicarem novas tarifas sem excluir instrumentos, componentes e materiais musicais, o primeiro impacto pode aparecer nos produtos de entrada.

John Mlynczak, presidente e CEO da NAMM, foi incluído no painel de 8 de maio diante do comitê Section 301 do Office of the United States Trade Representative (USTR), dentro das audiências sobre excesso estrutural de capacidade produtiva.

A posição da NAMM é que instrumentos musicais não se encaixam bem em uma política tarifária pensada para setores estratégicos de manufatura pesada. Em seu testemunho, Mlynczak afirmou que a indústria norte-americana de produtos musicais representa US$ 9 bilhões dentro de um mercado global de US$ 19,5 bilhões, e que a NAMM representa mais de 10 mil empresas.

O dado mais sensível para lojas e distribuidores está nos instrumentos para iniciantes. Segundo a NAMM, em 2025 as importações norte-americanas de instrumentos de sopro caíram 27% e as de pianos, 20%. Para a associação, isso não apenas encarece o acesso, mas também reduz a base de futuros músicos, clientes e compradores de instrumentos profissionais.

O que a NAMM está pedindo

A NAMM pede que, caso o USTR recomende novas tarifas, seja criado um processo de exclusão para instrumentos musicais, componentes e materiais incluídos no Capítulo 92 do sistema HTS.

A associação sustenta que a cadeia de suprimentos de instrumentos depende de madeiras, metais, ímãs, peças e conhecimentos especializados que não podem ser substituídos rapidamente por produção local.

O argumento não é apenas cultural. É comercial. Segundo Mlynczak, as tarifas elevam os custos para fabricantes e varejistas norte-americanos, enquanto concorrentes estrangeiros podem comprar os mesmos materiais sem o mesmo peso tributário.

O USTR abriu essas investigações sob a Section 301 em 11 de março de 2026, mirando 16 economias, entre elas China, União Europeia, Japão, México, Índia, Coreia, Vietnã, Taiwan e Indonésia. A investigação busca determinar se certas práticas ligadas ao excesso de capacidade produtiva afetam o comércio dos Estados Unidos.

Por que isso importa para o canal

Para o varejo musical, o risco não está apenas em um aumento pontual de preços. Está no efeito em cadeia: instrumentos escolares mais caros, menor giro de produtos de entrada, pressão sobre margens e mais dificuldade para transformar estudantes em clientes de longo prazo.

A preocupação da NAMM toca em um ponto que as lojas conhecem bem: o primeiro instrumento raramente é o mais rentável, mas costuma abrir a relação com o cliente. Se esse acesso fica mais caro, todo o percurso posterior enfraquece — aulas, acessórios, upgrades, manutenção e futuras compras.

Depois das audiências, o USTR deve avançar para possíveis medidas específicas, o que abriria uma segunda etapa de comentários públicos. A NAMM afirmou que continuará acompanhando o processo e avisará seus membros quando surgir a próxima oportunidade de participação.

A leitura para a indústria é direta: o debate tarifário pode parecer distante, mas termina no preço do instrumento escolar, na margem da loja e na capacidade do canal de formar novos consumidores de música.

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Saxofone alto JAS1150 da Jupiter https://musicaemercado.org/saxofone-alto-jas1150-jupiter/ Thu, 07 May 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=251185 Saxofone alto JAS1150 da Jupiter

Novo modelo da série Performance mira músicos avançados e profissionais, com foco em resposta, estabilidade mecânica e projeção. A Jupiter apresentou o JAS1150 Alto Saxophone, novo saxofone alto desenvolvido para músicos avançados e profissionais. Segundo a marca, o instrumento foi projetado para oferecer mais controle, consistência, projeção e resposta, com uma construção voltada a reforçar […]

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Saxofone alto JAS1150 da Jupiter

Novo modelo da série Performance mira músicos avançados e profissionais, com foco em resposta, estabilidade mecânica e projeção.

A Jupiter apresentou o JAS1150 Alto Saxophone, novo saxofone alto desenvolvido para músicos avançados e profissionais. Segundo a marca, o instrumento foi projetado para oferecer mais controle, consistência, projeção e resposta, com uma construção voltada a reforçar a expressão musical do instrumentista. 

O modelo traz corpo em latão laqueado em dourado e braço também laqueado com tratamento Sona-Pure+, recurso que, de acordo com a Jupiter, ajuda a entregar som mais quente, ressonante e com resposta mais suave. A empresa também destaca a construção com chapa laminada e junção selada, pensada para manter densidade controlada do material e vibração mais uniforme. 

Entre os elementos técnicos, o JAS1150 incorpora construção ribbed, voltada a melhorar a estabilidade das chaves e a precisão mecânica, além de um novo bell brace leve, que reforça a ligação da campana sem adicionar peso extra e busca projeção mais equilibrada. 

Nas especificações, o instrumento é afinado em Mi bemol, usa chaves em latão laqueado, sapatilhas PISONI Premium Deluxe com Metal Tone Boosters e acompanha softcase em formato backpack. A Jupiter informou que o JAS1150 já está disponível por meio de revendedores autorizados. 

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Ludwig relança bateria Stainless Steel https://musicaemercado.org/ludwig-bateria-stainless-steel/ Thu, 30 Apr 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=251044 Ludwig relança bateria Stainless Steel

Marca apresenta reedição de 50 anos de seu kit em aço inoxidável, com cascos rolled stainless steel e duas configurações clássicas de shell pack. A Ludwig anunciou a Stainless Steel Drum Set 50th Anniversary Reissue, uma reedição comemorativa que recupera, pela primeira vez em cinco décadas, o formato original de sua histórica bateria em aço […]

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Ludwig relança bateria Stainless Steel

Marca apresenta reedição de 50 anos de seu kit em aço inoxidável, com cascos rolled stainless steel e duas configurações clássicas de shell pack.

A Ludwig anunciou a Stainless Steel Drum Set 50th Anniversary Reissue, uma reedição comemorativa que recupera, pela primeira vez em cinco décadas, o formato original de sua histórica bateria em aço inoxidável. Segundo a marca, o modelo busca reunir o caráter sonoro que marcou uma geração com uma proposta atual de construção e desempenho. 

A empresa afirma que os cascos de aço inoxidável laminado de 1 mm foram desenvolvidos para entregar som forte, definido e com alta projeção, tanto no palco quanto em estúdio. O projeto também inclui borda single 45-degree flanged bearing edge, peles Ludwig Weathermaster Silver Dot by Remo, badge Blue/Olive e pés curvos de bumbo. 

A reedição chega em duas configurações de shell pack. A primeira é a Pro Beat 3pc, com bumbo de 24” x 14”, tom de 13” x 9” e surdo de 16” x 16”. A segunda é a Zep 4pc, com bumbo de 26” x 14”, tom de 14” x 10” e dois surdos de 16” x 16” e 18” x 16”

Além dos kits, a Ludwig também lista tambores avulsos em medidas que vão de 12” a 18” para tons e surdos, e de 24” a 26” para bumbos. Com o lançamento, a marca recoloca em catálogo uma de suas linhas mais reconhecíveis, agora em chave comemorativa.

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Armadillo vence ação sobre Dean nos EUA https://musicaemercado.org/armadillo-vence-acao-sobre-dean-nos-eua/ Wed, 29 Apr 2026 10:48:43 +0000 https://musicaemercado.org/?p=251223 Armadillo vence ação sobre Dean nos EUA

Justiça federal dos Estados Unidos concedeu summary judgment em favor da Armadillo Distribution Enterprises e rejeitou a maior parte dos pedidos apresentados por In Dime We Trust. A Armadillo Distribution Enterprises informou que a United States District Court for the Middle District of Floridadecidiu a favor da empresa no caso In Dime We Trust v. […]

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Armadillo vence ação sobre Dean nos EUA

Justiça federal dos Estados Unidos concedeu summary judgment em favor da Armadillo Distribution Enterprises e rejeitou a maior parte dos pedidos apresentados por In Dime We Trust.

A Armadillo Distribution Enterprises informou que a United States District Court for the Middle District of Floridadecidiu a favor da empresa no caso In Dime We Trust v. Armadillo Distribution Enterprises, em decisão datada de 24 de abril de 2026. Segundo a companhia, a corte concedeu summary judgment que rejeitou a maior parte das alegações de marca, fraude e quebra de contrato apresentadas por In Dime We Trust.

A decisão também derrubou todos os pedidos da parte autora relacionados à propriedade dos modelos de guitarra da Dean, de acordo com o comunicado divulgado pela Armadillo.

A empresa afirmou que trabalhou durante quase duas décadas com a família Abbott em uma relação construída sobre respeito mútuo, propósito compartilhado e ligação com a música de Darrell Abbott e sua relação com a Dean Guitars.

No posicionamento oficial, a Armadillo sustentou que a decisão judicial confirma sua titularidade sobre as marcas Stealthe Razorback, o desenho da guitarra Razorback e a propriedade intelectual associada, que, segundo a companhia, foram consolidadas ao longo de anos de uso anterior e atividade comercial de boa-fé.

“Estamos gratos pela análise minuciosa e cuidadosa da lei por parte da Corte”, afirmou Pamela Keris, proprietária e CEO da Armadillo Distribution Enterprises.

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Jupiter amplia tour virtual de fábrica https://musicaemercado.org/jupiter-tour-virtual-fabrica/ Wed, 29 Apr 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=251052 Jupiter amplia tour virtual de fábrica

Segunda fase da plataforma acrescenta visitas sobre trombone e trompa, além de novos idiomas para ampliar o acesso internacional. A Jupiter anunciou a segunda fase do seu Virtual Factory Tour, plataforma digital que permite conhecer o processo de fabricação de seus instrumentos. A nova etapa já está disponível em tour.jupitermusic.com e amplia o conteúdo apresentado […]

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Jupiter amplia tour virtual de fábrica

Segunda fase da plataforma acrescenta visitas sobre trombone e trompa, além de novos idiomas para ampliar o acesso internacional.

A Jupiter anunciou a segunda fase do seu Virtual Factory Tour, plataforma digital que permite conhecer o processo de fabricação de seus instrumentos. A nova etapa já está disponível em tour.jupitermusic.com e amplia o conteúdo apresentado na primeira fase, que havia introduzido visitas em inglês sobre a produção de trompetes e saxofones.

Com a atualização, a empresa passa a incluir duas novas seções dedicadas à trompa e ao trombone, com foco em design, engenharia e fabricação de precisão. Segundo a marca, a proposta é oferecer uma visão mais detalhada das etapas de produção e do trabalho técnico envolvido na construção de cada instrumento.

A Jupiter afirma que a plataforma foi pensada para músicos, educadores e entusiastas da música, com uma experiência digital imersiva que combina tecnologia e processos tradicionais de manufatura. O objetivo é mostrar como são desenvolvidos instrumentos voltados tanto a estudantes quanto a profissionais.

A segunda fase também amplia o acesso em termos de idioma. Além da versão em inglês, o tour agora ganha opções em alemão, neerlandês e francês, com a intenção de alcançar uma comunidade internacional mais ampla.

Segundo Casy Lee, gerente global de marketing da Jupiter, essa etapa busca aprofundar e expandir a experiência, com mais instrumentos e mais idiomas. A companhia sustenta que o tour permite aproximar os usuários do trabalho realizado por trás de cada produto e mostrar o nível de cuidado aplicado em cada fase do processo.

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Korg lança o metrônomo MetroClip https://musicaemercado.org/korg-metronomo-metroclip/ Fri, 24 Apr 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250786 Korg lança o metrônomo MetroClip

Novo modelo clip-on aposta em leitura visual em 3D, som reforçado e fixação em estantes, instrumentos ou roupa para facilitar o acompanhamento do tempo. A Korg anunciou o lançamento do MetroClip, novo metrônomo clip-on desenvolvido para oferecer leitura visual mais clara do tempo em situações de estudo, ensaio e apresentação. Segundo a marca, o produto […]

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Korg lança o metrônomo MetroClip

Novo modelo clip-on aposta em leitura visual em 3D, som reforçado e fixação em estantes, instrumentos ou roupa para facilitar o acompanhamento do tempo.

A Korg anunciou o lançamento do MetroClip, novo metrônomo clip-on desenvolvido para oferecer leitura visual mais clara do tempo em situações de estudo, ensaio e apresentação. Segundo a marca, o produto busca resolver problemas comuns no uso de metrônomos, como dificuldade de posicionamento, pouca visibilidade e perda de referência sonora em ambientes barulhentos.

O MetroClip combina sinal visual e sinal acústico em um formato compacto que pode ser preso em estantes de partitura, instrumentos ou até na roupa do músico. O principal diferencial do equipamento é uma tela visual em 3D, criada para que o pulso possa ser percebido com clareza mesmo em ângulos laterais.

A Korg informou que o dispositivo oferece três modos visuais. O primeiro, Bounce Mode, reproduz um movimento semelhante ao da batuta de um maestro. O segundo, Flash Mode, acende o medidor por completo nos tempos fortes e parcialmente nos tempos fracos, facilitando a leitura pela visão periférica. O terceiro, L/R Mode, usado na posição horizontal, remete ao movimento de um metrônomo mecânico tradicional.

O modelo também incorpora uma estrutura com articulação esférica, que permite ajustar rapidamente o ângulo de visão de acordo com a postura do músico e o ambiente de uso. De acordo com a fabricante, essa flexibilidade amplia a aplicação em estudo individual, ensaios de naipe, marching bands e outras situações em que o instrumentista precisa se mover enquanto toca.

Apesar do tamanho reduzido, o MetroClip foi projetado para manter o pulso audível em ensaios mais exigentes. Para isso, usa uma estrutura específica e alto-falante piezoelétrico. Em termos de configuração, permite ajustes de compasso de zero a doze tempos, além de subdivisões em colcheias, shuffle em tercinas e semicolcheias.

A faixa de andamento vai de 30 a 300 BPM, com precisão declarada de ±0,3%. O dispositivo funciona com uma única pilha AAA, inclui desligamento automático após dez minutos e pode ultrapassar 30 horas de autonomia, dependendo do uso. Segundo a Korg, o MetroClip será distribuído globalmente por sua rede de revendedores.

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