Instrumentos Musicais: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/instrumentos-musicais/ A música sob o viés do trabalho e negócios Wed, 29 Apr 2026 10:49:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Instrumentos Musicais: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/instrumentos-musicais/ 32 32 Ludwig relança bateria Stainless Steel https://musicaemercado.org/ludwig-bateria-stainless-steel/ https://musicaemercado.org/ludwig-bateria-stainless-steel/#respond Thu, 30 Apr 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=251044 Marca apresenta reedição de 50 anos de seu kit em aço inoxidável, com cascos rolled stainless steel e duas configurações clássicas de shell pack. A Ludwig anunciou a Stainless Steel Drum Set 50th Anniversary Reissue, uma reedição comemorativa que recupera, pela primeira vez em cinco décadas, o formato original de sua histórica bateria em aço […]

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Marca apresenta reedição de 50 anos de seu kit em aço inoxidável, com cascos rolled stainless steel e duas configurações clássicas de shell pack.

A Ludwig anunciou a Stainless Steel Drum Set 50th Anniversary Reissue, uma reedição comemorativa que recupera, pela primeira vez em cinco décadas, o formato original de sua histórica bateria em aço inoxidável. Segundo a marca, o modelo busca reunir o caráter sonoro que marcou uma geração com uma proposta atual de construção e desempenho. 

A empresa afirma que os cascos de aço inoxidável laminado de 1 mm foram desenvolvidos para entregar som forte, definido e com alta projeção, tanto no palco quanto em estúdio. O projeto também inclui borda single 45-degree flanged bearing edge, peles Ludwig Weathermaster Silver Dot by Remo, badge Blue/Olive e pés curvos de bumbo. 

A reedição chega em duas configurações de shell pack. A primeira é a Pro Beat 3pc, com bumbo de 24” x 14”, tom de 13” x 9” e surdo de 16” x 16”. A segunda é a Zep 4pc, com bumbo de 26” x 14”, tom de 14” x 10” e dois surdos de 16” x 16” e 18” x 16”

Além dos kits, a Ludwig também lista tambores avulsos em medidas que vão de 12” a 18” para tons e surdos, e de 24” a 26” para bumbos. Com o lançamento, a marca recoloca em catálogo uma de suas linhas mais reconhecíveis, agora em chave comemorativa.

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Armadillo vence ação sobre Dean nos EUA https://musicaemercado.org/armadillo-vence-acao-sobre-dean-nos-eua/ https://musicaemercado.org/armadillo-vence-acao-sobre-dean-nos-eua/#respond Wed, 29 Apr 2026 10:48:43 +0000 https://musicaemercado.org/?p=251223 Justiça federal dos Estados Unidos concedeu summary judgment em favor da Armadillo Distribution Enterprises e rejeitou a maior parte dos pedidos apresentados por In Dime We Trust. A Armadillo Distribution Enterprises informou que a United States District Court for the Middle District of Floridadecidiu a favor da empresa no caso In Dime We Trust v. […]

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Justiça federal dos Estados Unidos concedeu summary judgment em favor da Armadillo Distribution Enterprises e rejeitou a maior parte dos pedidos apresentados por In Dime We Trust.

A Armadillo Distribution Enterprises informou que a United States District Court for the Middle District of Floridadecidiu a favor da empresa no caso In Dime We Trust v. Armadillo Distribution Enterprises, em decisão datada de 24 de abril de 2026. Segundo a companhia, a corte concedeu summary judgment que rejeitou a maior parte das alegações de marca, fraude e quebra de contrato apresentadas por In Dime We Trust.

A decisão também derrubou todos os pedidos da parte autora relacionados à propriedade dos modelos de guitarra da Dean, de acordo com o comunicado divulgado pela Armadillo.

A empresa afirmou que trabalhou durante quase duas décadas com a família Abbott em uma relação construída sobre respeito mútuo, propósito compartilhado e ligação com a música de Darrell Abbott e sua relação com a Dean Guitars.

No posicionamento oficial, a Armadillo sustentou que a decisão judicial confirma sua titularidade sobre as marcas Stealthe Razorback, o desenho da guitarra Razorback e a propriedade intelectual associada, que, segundo a companhia, foram consolidadas ao longo de anos de uso anterior e atividade comercial de boa-fé.

“Estamos gratos pela análise minuciosa e cuidadosa da lei por parte da Corte”, afirmou Pamela Keris, proprietária e CEO da Armadillo Distribution Enterprises.

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Jupiter amplia tour virtual de fábrica https://musicaemercado.org/jupiter-tour-virtual-fabrica/ https://musicaemercado.org/jupiter-tour-virtual-fabrica/#respond Wed, 29 Apr 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=251052 Segunda fase da plataforma acrescenta visitas sobre trombone e trompa, além de novos idiomas para ampliar o acesso internacional. A Jupiter anunciou a segunda fase do seu Virtual Factory Tour, plataforma digital que permite conhecer o processo de fabricação de seus instrumentos. A nova etapa já está disponível em tour.jupitermusic.com e amplia o conteúdo apresentado […]

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Segunda fase da plataforma acrescenta visitas sobre trombone e trompa, além de novos idiomas para ampliar o acesso internacional.

A Jupiter anunciou a segunda fase do seu Virtual Factory Tour, plataforma digital que permite conhecer o processo de fabricação de seus instrumentos. A nova etapa já está disponível em tour.jupitermusic.com e amplia o conteúdo apresentado na primeira fase, que havia introduzido visitas em inglês sobre a produção de trompetes e saxofones.

Com a atualização, a empresa passa a incluir duas novas seções dedicadas à trompa e ao trombone, com foco em design, engenharia e fabricação de precisão. Segundo a marca, a proposta é oferecer uma visão mais detalhada das etapas de produção e do trabalho técnico envolvido na construção de cada instrumento.

A Jupiter afirma que a plataforma foi pensada para músicos, educadores e entusiastas da música, com uma experiência digital imersiva que combina tecnologia e processos tradicionais de manufatura. O objetivo é mostrar como são desenvolvidos instrumentos voltados tanto a estudantes quanto a profissionais.

A segunda fase também amplia o acesso em termos de idioma. Além da versão em inglês, o tour agora ganha opções em alemão, neerlandês e francês, com a intenção de alcançar uma comunidade internacional mais ampla.

Segundo Casy Lee, gerente global de marketing da Jupiter, essa etapa busca aprofundar e expandir a experiência, com mais instrumentos e mais idiomas. A companhia sustenta que o tour permite aproximar os usuários do trabalho realizado por trás de cada produto e mostrar o nível de cuidado aplicado em cada fase do processo.

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Korg lança o metrônomo MetroClip https://musicaemercado.org/korg-metronomo-metroclip/ https://musicaemercado.org/korg-metronomo-metroclip/#respond Fri, 24 Apr 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250786 Novo modelo clip-on aposta em leitura visual em 3D, som reforçado e fixação em estantes, instrumentos ou roupa para facilitar o acompanhamento do tempo. A Korg anunciou o lançamento do MetroClip, novo metrônomo clip-on desenvolvido para oferecer leitura visual mais clara do tempo em situações de estudo, ensaio e apresentação. Segundo a marca, o produto […]

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Novo modelo clip-on aposta em leitura visual em 3D, som reforçado e fixação em estantes, instrumentos ou roupa para facilitar o acompanhamento do tempo.

A Korg anunciou o lançamento do MetroClip, novo metrônomo clip-on desenvolvido para oferecer leitura visual mais clara do tempo em situações de estudo, ensaio e apresentação. Segundo a marca, o produto busca resolver problemas comuns no uso de metrônomos, como dificuldade de posicionamento, pouca visibilidade e perda de referência sonora em ambientes barulhentos.

O MetroClip combina sinal visual e sinal acústico em um formato compacto que pode ser preso em estantes de partitura, instrumentos ou até na roupa do músico. O principal diferencial do equipamento é uma tela visual em 3D, criada para que o pulso possa ser percebido com clareza mesmo em ângulos laterais.

A Korg informou que o dispositivo oferece três modos visuais. O primeiro, Bounce Mode, reproduz um movimento semelhante ao da batuta de um maestro. O segundo, Flash Mode, acende o medidor por completo nos tempos fortes e parcialmente nos tempos fracos, facilitando a leitura pela visão periférica. O terceiro, L/R Mode, usado na posição horizontal, remete ao movimento de um metrônomo mecânico tradicional.

O modelo também incorpora uma estrutura com articulação esférica, que permite ajustar rapidamente o ângulo de visão de acordo com a postura do músico e o ambiente de uso. De acordo com a fabricante, essa flexibilidade amplia a aplicação em estudo individual, ensaios de naipe, marching bands e outras situações em que o instrumentista precisa se mover enquanto toca.

Apesar do tamanho reduzido, o MetroClip foi projetado para manter o pulso audível em ensaios mais exigentes. Para isso, usa uma estrutura específica e alto-falante piezoelétrico. Em termos de configuração, permite ajustes de compasso de zero a doze tempos, além de subdivisões em colcheias, shuffle em tercinas e semicolcheias.

A faixa de andamento vai de 30 a 300 BPM, com precisão declarada de ±0,3%. O dispositivo funciona com uma única pilha AAA, inclui desligamento automático após dez minutos e pode ultrapassar 30 horas de autonomia, dependendo do uso. Segundo a Korg, o MetroClip será distribuído globalmente por sua rede de revendedores.

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Martin tem mais 4 violões novos em 2026 https://musicaemercado.org/martin-4-violoes-novos-2026/ https://musicaemercado.org/martin-4-violoes-novos-2026/#respond Thu, 23 Apr 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250789 Marca lançou quatro novos modelos: Super D-18, Super HD-28, O’ahu K-42 Hibiscus e Custom Shop M Paisley Ember Burst. A C. F. Martin & Co. anunciou uma nova leva de lançamentos no começo de 2026 com quatro instrumentos acústicos: Super D-18, Super HD-28, Martin O’ahu K-42 Hibiscus e Custom Shop M Paisley Ember Burst. A […]

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Marca lançou quatro novos modelos: Super D-18, Super HD-28, O’ahu K-42 Hibiscus e Custom Shop M Paisley Ember Burst.

A C. F. Martin & Co. anunciou uma nova leva de lançamentos no começo de 2026 com quatro instrumentos acústicos: Super D-18, Super HD-28, Martin O’ahu K-42 Hibiscus e Custom Shop M Paisley Ember Burst. A apresentação vem logo após a recente atualização da série Road e marca mais um movimento da fabricante para ampliar o portfólio neste ano.

Os modelos Super D-18 e Super HD-28 levam pela primeira vez para a Standard Series o formato Super D, antes restrito ao Custom Shop. Segundo a Martin, esse desenho oferece cerca de 20% mais volume interno de ar do que um dreadnought padrão, o que resulta em graves mais profundos, maior projeção e faixa dinâmica ampliada. A empresa também afirma que os testes acústicos apontaram ganhos de até 12 dB.

A Super D-18 combina tampo sólido de spruce com laterais e fundo em mogno maciço, enquanto a Super HD-28 une tampo sólido de spruce a laterais e fundo em rosewood da Índia Oriental. Os dois modelos usam bracing forward-shifted Golden Era scalloped X-bracing, solução com a qual a Martin busca reforçar resposta e timbre.

Outra novidade é a Martin O’ahu K-42 Hibiscus, que amplia a linha O’ahu com uma releitura do corpo inspirado no histórico desenho Kealakai. O instrumento combina corpo de 12 trastes com braço de 14 trastes, configuração inédita na história da Martin. Segundo a marca, esse arranjo desloca a ponte para favorecer foco e projeção.

O modelo traz laterais e fundo em koa flamejado, tampo de spruce reaproveitado com acabamento dark toasted burst, ornamentos Style 42, binding em rosewood de Madagascar e marcações de hibiscus na escala. A produção será limitada a 100 unidades.

O quarto lançamento é a Custom Shop M Paisley Ember Burst, desenhada pelo presidente e CEO da Martin, Thomas Ripsam. A guitarra usa tampo de spruce Engelmann com um padrão “Martin paisley” que incorpora motivos históricos de flocos de neve e diamantes. Fundo e laterais são de maple quilted, com acabamento Ember Burst.

Segundo a fabricante, o modelo também inclui bracing forward-shifted Golden Era scalloped, binding em maple flamejado, incrustações em abalone, tarraxas douradas Waverly, eletrônica L.R. Baggs Anthem e etiqueta assinada à mão. A Martin informou que a versão terá disponibilidade limitada por um ano e mira tanto músicos quanto colecionadores.

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Williams oficializa Mike Terrana e lança linha de peles assinadas https://musicaemercado.org/williams-mike-terrana-peles-assinadas/ https://musicaemercado.org/williams-mike-terrana-peles-assinadas/#respond Mon, 20 Apr 2026 09:10:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250806 Marca brasileira anuncia baterista como primeiro artista internacional da empresa, apresenta série voltada a rock e metal e reforça plano de expansão global. A Williams oficializou a entrada de Mike Terrana em seu time de artistas e apresentou uma nova linha de peles de bateria assinadas pelo músico, em evento realizado na quinta-feira (16 de […]

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Marca brasileira anuncia baterista como primeiro artista internacional da empresa, apresenta série voltada a rock e metal e reforça plano de expansão global.

A Williams oficializou a entrada de Mike Terrana em seu time de artistas e apresentou uma nova linha de peles de bateria assinadas pelo músico, em evento realizado na quinta-feira (16 de abril). A ação também contou com a participação de Alexandre Aposan e marcou mais um passo da empresa na estratégia de expansão internacional e fortalecimento de marca.

Segundo a companhia, a nova linha assinada por Terrana foi desenvolvida para atender bateristas de rock e metal, mas dentro de uma proposta de alcance mais amplo, com padrão internacional de qualidade e desempenho. Durante a coletiva de imprensa, o baterista afirmou que a parceria vai além da associação de imagem e envolve o desenvolvimento de uma linha completa de produtos com sua assinatura. 

Presente na coletiva, a Música & Mercado perguntou a Terrana o que o levou a mudar para a Williams depois de tocar com diferentes marcas ao longo da carreira. Na resposta, o baterista disse que já trabalhou com fabricantes como Remo e Attack, que considera boas marcas, mas afirmou que a Williams lhe ofereceu algo que pesou mais: a chance de participar da criação de um produto assinado e de ser tratado como prioridade no processo de desenvolvimento. Segundo ele, esse tipo de espaço para opinar sobre o produto fez diferença na decisão. “Eu não toco com algo que não gosto”, afirmou. 

Na mesma resposta, Terrana também ressaltou que a parceria abre novas frentes de atuação, como workshops no Brasil, ações na Ásia e presença em feiras do setor. A fala reforça a intenção da Williams de usar o nome do músico não só como vitrine, mas como parte de uma estratégia mais ampla de posicionamento internacional. 

Também foi perguntado ao baterista como ele vê o peso de colocar seu nome ao lado de uma marca e o que considera mais importante nesse tipo de parceria. Embora a coletiva tenha seguido um formato mais aberto, a resposta de Terrana apontou com clareza para o valor do envolvimento real com o produto. Ele destacou que, em mais de 45 anos de carreira profissional, nunca tomou decisões apenas por dinheiro, mas por paixão, desenvolvimento e pela possibilidade de construir algo relevante ao lado da empresa. 

Parcerias internacionais

De acordo com Silvio Toneli, CEO da Williams, a chegada de Mike Terrana faz parte de uma estratégia global de associação da marca a artistas de relevância no cenário musical. “Estamos construindo uma marca conectada com excelência, inovação e grandes talentos. A chegada de Mike Terrana simboliza exatamente isso”, afirmou.

Na coletiva, Toneli explicou que Terrana é o primeiro endorser internacional da Williams, ponto que considera simbólico para a companhia. Ele ressaltou ainda que o músico já estava em São Paulo havia quatro dias, participando de workshops em lojas, dentro de uma agenda criada para apresentar a marca e aproximar o artista do mercado brasileiro. 

A Williams informou que a nova assinatura se soma a um conjunto de ações ligadas à expansão internacional e ao desenvolvimento de novos produtos. A empresa, sediada em Londrina (PR), foi fundada em 2016 por Silvio Toneli e atua na fabricação de peles de bateria, baquetas, pads e acessórios. Segundo a marca, hoje está presente em 22 países, com atuação na Ásia, Europa, América do Norte e América do Sul.

Williams em constante crescimento

Durante o encontro com a imprensa, Toneli retomou a origem da empresa. Ele contou que a ideia surgiu depois de identificar uma lacuna no mercado brasileiro entre peles muito caras e opções de baixa qualidade. O estalo, segundo ele, veio em 2016, quando precisou substituir a pele do bumbo de sua igreja e encontrou apenas alternativas caras ou ruins. A partir dali, decidiu estruturar uma marca nacional com foco em bom projeto, qualidade sonora e preço justo.

Toneli afirmou ainda que, após anos de pesquisa e desenvolvimento, a Williams conseguiu construir um produto com durabilidade e desempenho sonoro competitivos. Segundo ele, a intenção da empresa é disputar espaço com grandes marcas globais e oferecer uma solução moderna e acessível a bateristas de diferentes mercados. 

Na nota oficial, a Williams afirma que hoje já se consolidou como uma das três maiores do setor globalmente. Na coletiva, Toneli acrescentou que a marca está entre as três mais vendidas do Brasil e lidera mercados como Rússia, Chile e Guatemala. 

A aproximação com Mike Terrana reforça essa ambição. Dono de uma carreira de mais de quatro décadas, o baterista passou por nomes como Yngwie Malmsteen, Rage, Gamma Ray e Masterplan. Com a chegada do músico e o lançamento da linha assinada, a Williams amplia sua presença no segmento de baterias com uma aposta clara em visibilidade internacional, desenvolvimento de produto e conexão com artistas de peso.

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Music Fingers leva o MIDI da mesa para a ponta dos dedos https://musicaemercado.org/music-fingers-midi-producao-musical/ https://musicaemercado.org/music-fingers-midi-producao-musical/#respond Sun, 19 Apr 2026 13:28:53 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250857 Wearable criado na Espanha combina app móvel, biblioteca de sons e compatibilidade MIDI para transformar o gesto mais intuitivo da música — batucar com os dedos — em ferramenta de criação, estudo e performance. O Music Fingers resolve uma fricção simples e enorme: nem toda ideia musical nasce diante de um teclado, pad controller ou […]

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Wearable criado na Espanha combina app móvel, biblioteca de sons e compatibilidade MIDI para transformar o gesto mais intuitivo da música — batucar com os dedos — em ferramenta de criação, estudo e performance.

O Music Fingers resolve uma fricção simples e enorme: nem toda ideia musical nasce diante de um teclado, pad controller ou DAW. Muita coisa começa no tamborilar involuntário sobre a mesa, no joelho ou no braço da cadeira — e quase sempre morre ali. O Music Fingers entra exatamente nesse intervalo, ao transformar esse gesto em interface: são pequenos dispositivos vestíveis, usados nos dedos, conectados via Bluetooth a um app para iOS e Android que dispara sons, loops e, hoje, também comandos MIDI.

Há dado concreto o suficiente para levar o produto a sério. No site oficial, o kit padrão aparece por US$ 99 em oferta, inclui dois dispositivos, bateria de mais de 10 horas com recarga USB-C, app gratuito e possibilidade de tocar até quatro samples ou loops simultaneamente com o pack básico; segundo a FAQ da marca, o sistema pode ser expandido para até 10 unidades. No Google Play, a empresa destaca que o app foi reconstruído do zero e hoje já permite importar samples e salvar presets.

O salto que tira o produto da prateleira de curiosidades

O ponto mais interessante é que o Music Fingers parece menos “gadget curioso” do que parecia alguns anos atrás. Na cobertura inicial de 2020, The Verge e MusicRadar enquadraram o produto como uma forma divertida e acessível de transformar qualquer superfície em ritmo, com dois sensores por unidade e foco claro em usuários não músicos. A versão atual, porém, adiciona compatibilidade MIDI total, conexão com DAWs e um fluxo mais autônomo, com troca de presets e integração prática com setups de criação.

É aí que o porquê do produto fica mais claro. O Music Fingers existe porque parte de um comportamento universal: quase todo mundo acompanha música com os dedos antes mesmo de pensar em tocar um instrumento. Em vez de competir com teclado, pad ou bateria, ele captura esse reflexo e o converte em porta de entrada para criação musical. Por trás está uma startup espanhola fundada em 2020, em Madri, posicionada no cruzamento entre wearable music devices, criação acessível e interfaces digitais de som.

Onde ele realmente fica interessante pro músico ou produtor

O mercado costuma separar “fácil de usar” de “útil de verdade”. O Music Fingers tenta juntar as duas coisas. Pela base autodeclarada da marca, o produto pode ser tão simples quanto disparar loops prontos em segundos ou tão avançado quanto entrar em DAWs, pedais e gear profissional via MIDI. O app trabalha com modos de samples e loops, permite upload de sons próprios e sincroniza partes com o mesmo BPM, o que ajuda a transformá-lo em ferramenta de sketch, jam e pré-produção — não apenas em brinquedo musical.

O valor do Music Fingers não está em substituir instrumentos, mas em abrir a criação musical exatamente onde ela costuma se perder – entre a ideia e o primeiro som.

Beatmakers e produtores

Para criação rápida, ele funciona como bloco de notas rítmico. A proposta faz sentido para beatmakers móveis, compositores que precisam registrar ideias sem abrir uma sessão completa e criadores de conteúdo que trabalham com loops, camadas e sketching musical. A própria estrutura do app — mais sons, importação de amostras, presets e biblioteca por estilos/BPM — aponta para esse uso de baixa fricção.

Ableton Move e Roland SP-404

Nas redes, os usos mais convincentes hoje não são os de “faça música do nada”, mas os que encaixam o wearable em setups reais: posts recentes mostram o Music Fingers em combinação com Ableton Move e o Roland SP-404, disparando notas MIDI, loops e efeitos, enquanto a própria marca vem demonstrando o produto como controlador MIDI além do app proprietário. É nessa leitura — como controlador complementar, portátil e performático — que o produto fica mais interessante para criadores já inseridos em workflow digital.

Para educação e acessibilidade, há um vetor promissor — mas ele ainda está em construção. Na base autodeclarada da empresa e de parceiros próximos, o Music Fingers vem sendo explorado como ferramenta para aprendizado por corpo e movimento e também para possíveis usos em reabilitação motora e cognitiva. É um campo com potencial narrativo e social forte, mas que, por enquanto, aparece mais como frente de desenvolvimento do que como caso público amplamente validado por estudos ou implementações independentes.

Os limites reais que fortalecem a leitura positiva

É importante dizer também, que o Music Fingers não substitui um teclado, um pad controller ou um instrumento tradicional em precisão, dinâmica e profundidade técnica. Ele depende de smartphone ou outro dispositivo para áudio, não tem speaker embutido e a própria marca recomenda fones com fio para melhor desempenho, já que o Bluetooth no monitoramento pode introduzir latência.

Mas isso não enfraquece a tese central — pelo contrário. O mérito do Music Fingers não está em prometer substituir instrumentos, e sim em transformar um gesto banal em interface musical útil. Em um mercado que vive procurando novas portas de entrada para criação sem sacrificar conexão com workflow profissional, ele começa a ocupar um espaço mais maduro: menos novelty item, mais ferramenta de acesso, experimentação e ponte para o MIDI.

O essencial

O Music Fingers é mais relevante do que parece porque converte um gesto universal — batucar com os dedos — em uma interface que serve tanto para iniciação quanto para setups híbridos de criação. É, sem dúvida, um produto divertido, útil e que empolga!

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Peavey lança caixas MegaBass 410 e 115 https://musicaemercado.org/peavey-caixas-megabass-410-115/ Wed, 15 Apr 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250686 Novos gabinetes para baixo chegam com menor peso, construção reforçada, rodízios incluídos e compatibilidade com qualquer cabeçote. A Peavey apresentou as novas caixas acústicas MegaBass 410 e MegaBass 115, uma linha pensada para facilitar a rotina de turnês e ampliar as opções de configuração para baixistas. Segundo a empresa, os novos modelos combinam menor peso, […]

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Novos gabinetes para baixo chegam com menor peso, construção reforçada, rodízios incluídos e compatibilidade com qualquer cabeçote.

A Peavey apresentou as novas caixas acústicas MegaBass 410 e MegaBass 115, uma linha pensada para facilitar a rotina de turnês e ampliar as opções de configuração para baixistas. Segundo a empresa, os novos modelos combinam menor peso, construção mais resistente e rodízios removíveis para agilizar transporte e montagem.

A fabricante afirma que os gabinetes foram desenvolvidos como extensão da filosofia de projeto da série miniMEGA, linha de amplificadores de baixo presente há anos em diferentes mercados. Nesta nova fase, a Peavey aposta em técnicas de construção voltadas à praticidade, sem abrir mão da resposta física dos graves.

A MegaBass 410 traz quatro woofers de neodímio de 10 polegadas para serviço pesado. O sistema trabalha com impedância nominal de 8 ohms e suporta 1200 watts de programa e 2400 watts de pico. O gabinete também inclui driver de compressão de 1 polegada com tweeter em corneta e controle ajustável de nível para ampliar a resposta de frequência.

A MegaBass 115 usa um falante BW de 15 polegadas e também incorpora driver de compressão de 1 polegada com tweeter em corneta e ajuste de nível. Segundo a Peavey, o modelo pode operar sozinho ou em conjunto com a MegaBass 410. A caixa mantém a mesma impedância nominal de 8 ohms e a mesma capacidade de potência, com 1200 watts de programa e 2400 watts de pico.

Os dois modelos usam desenho bass reflex ultraleve, com construção em compensado reforçado para reduzir o peso e manter a durabilidade em uso contínuo. O acabamento inclui revestimento em vinil preto, ferragens de aço reforçado e grade metálica com pintura a pó.

Para o trabalho na estrada, os gabinetes trazem alças embutidas com mola e rodízios pop-out incluídos. A conexão é feita por duas entradas combo com trava do tipo twist-lock, pensadas para garantir estabilidade de sinal durante a operação.

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Nova KX600 Infinite da Cort https://musicaemercado.org/kx600-infinite-cort/ Tue, 14 Apr 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250690 Nova guitarra elétrica da série KX chega com construção neck-thru-body, captadores Fishman Fluence Modern e foco em sustain, precisão e versatilidade. A Cort Guitars anunciou o lançamento da KX600 Infinite, novo modelo da série KX de guitarras elétricas modernas. Segundo a marca, o instrumento foi desenvolvido para músicos que buscam mais sustain, timbre atual e […]

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Nova guitarra elétrica da série KX chega com construção neck-thru-body, captadores Fishman Fluence Modern e foco em sustain, precisão e versatilidade.

A Cort Guitars anunciou o lançamento da KX600 Infinite, novo modelo da série KX de guitarras elétricas modernas. Segundo a marca, o instrumento foi desenvolvido para músicos que buscam mais sustain, timbre atual e desempenho consistente tanto no palco quanto no estúdio.

A KX600 Infinite usa construção neck-thru-body, solução voltada a melhorar sustain e resposta tonal. O corpo é de basswood, enquanto o braço de cinco peças combina maple torrado e walnut, configuração que, de acordo com a fabricante, oferece estabilidade, ressonância e maior durabilidade. O modelo tem escala de 25,5 polegadas e perfil de braço esculpido para favorecer execução rápida e confortável.

A guitarra também traz trastes jumbo de aço inoxidável, pensados para maior vida útil e para facilitar a tocabilidade técnica. A isso se somam pestana Graph Tech Black TUSQ de 43 mm, voltada a melhorar sustain e riqueza harmônica, e duas opções de acabamento: Orange Crush Satin e Black Satin.

Na parte eletrônica, a KX600 Infinite vem equipada com um conjunto de captadores Fishman Fluence Modern. O sistema de controles inclui apenas um knob de volume com função push-pull e chave seletora de três posições. Segundo a Cort, essa configuração permite acesso simples a uma paleta ampla de timbres para bases e solos.

O hardware inclui tarraxas com trava Cort Locking Tuners e ponte fixa Cort Hardtail. A marca afirma que esse conjunto ajuda a reforçar a estabilidade de afinação e o sustain, tanto no uso ao vivo quanto em gravações.

A Cort informou que a KX600 Infinite já está disponível em todo o mundo por meio de revendedores autorizados e lojas online.

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Falece Lyndon Laney, fundador da Laney https://musicaemercado.org/falece-lyndon-laney-fundador-laney/ Mon, 13 Apr 2026 18:07:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250817 Empresário britânico criou a Laney Amplification em 1967 e deixou marca importante na fabricação de equipamentos musicais e no som de várias gerações de músicos. Lyndon Laney, fundador da Laney Amplification e um dos nomes pioneiros da indústria britânica de equipamentos musicais, faleceu. O empresário criou a marca em 1967 e transformou uma operação de […]

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Empresário britânico criou a Laney Amplification em 1967 e deixou marca importante na fabricação de equipamentos musicais e no som de várias gerações de músicos.

Lyndon Laney, fundador da Laney Amplification e um dos nomes pioneiros da indústria britânica de equipamentos musicais, faleceu. O empresário criou a marca em 1967 e transformou uma operação de origem modesta em uma empresa de reconhecimento internacional.

A companhia destacou que Laney construiu a marca com visão, dedicação e compromisso rigoroso com a qualidade. O trabalho dele ajudou a moldar o som de diferentes gerações de músicos, entre eles Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath e amigo de longa data do fundador.

Além da Laney Amplification, o empresário desenvolveu outros negócios no setor até formar o que hoje é o Headstock Group. Nesse processo, o grupo ampliou atuação em áudio profissional com a aquisição da HH Audio e avançou na distribuição com a Headstock Distribution, representante de marcas da Hoshino Gakki, como Ibanez e Tama. Mais tarde, também agregou outras fabricantes, entre elas Zildjian, Vic Firth e DiMarzio.

Mais do que o êxito empresarial, a empresa ressaltou que Lyndon Laney era admirado por sua cordialidade, integridade, humor e determinação. A companhia também o definiu como criador, inovador e figura de confiança dentro da indústria musical.

O legado de Laney continua tanto nos negócios que ajudou a construir quanto no trabalho de seu filho, James Laney, que hoje leva adiante essa visão. Lyndon Laney deixa familiares, amigos, colegas e a comunidade musical.

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JHS Pedals lança Coyote https://musicaemercado.org/jhs-pedals-coyote/ Mon, 13 Apr 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250660 Fuzz de oitava inspirado em circuito raro e pouco conhecido. A JHS Pedals lançou o Coyote, um pedal de fuzz com oitava que, segundo a empresa, parte de uma topologia que nunca havia sido replicada para produção até agora. O modelo custa US$ 149 e concentra três efeitos em um só controle: swell, fuzz e […]

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Fuzz de oitava inspirado em circuito raro e pouco conhecido.

A JHS Pedals lançou o Coyote, um pedal de fuzz com oitava que, segundo a empresa, parte de uma topologia que nunca havia sido replicada para produção até agora. O modelo custa US$ 149 e concentra três efeitos em um só controle: swell, fuzz e octave.

De acordo com a fabricante, o Coyote reproduz o Moonrock Fuzz, criado por Glenn S. Wyllie, um construtor da Carolina do Norte que fazia pedais de forma artesanal e em pequena escala. A JHS afirma que o circuito não deriva de famílias clássicas de octave fuzz, como Octavia, Super Fuzz e Tone Machine.

A empresa diz que um dos traços mais incomuns do pedal está no uso de um transformador de modo diferente do habitual nessa categoria. Nesse caso, o componente não gera a oitava, mas molda a resposta do estágio de fuzz e ajuda a formar a varredura entre swell, fuzz e octave.

Segundo a JHS, o controle principal percorre três zonas sonoras. Na regulagem mínima, o pedal entrega um efeito swell com ataque gradual e caráter recortado. No meio do curso, oferece um fuzz completo. No máximo, entra em um território mais agressivo de oitava acima. A marca também destaca a sensibilidade à dinâmica da palhetada e a capacidade de limpeza pelo volume da guitarra, algo que considera raro em fuzzes com oitava.

A fabricante recomenda usar o Coyote no início da cadeia de sinal e combiná-lo com outro overdrive ou com amplificador já saturado. Também informa que o efeito de oitava aparece com mais força na posição de braço e acima da 12ª casa.

Nas especificações, o pedal oferece true bypass, alimentação de 9V DC com centro negativo e consumo de 5 mA. O gabinete mede 2,6 por 4,8 por 1,6 polegadas. A JHS alerta que o equipamento não deve ser usado com tensão superior a 9V DC, sob risco de dano e perda da garantia.

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Williams leva Mike Terrana e Alexandre Aposan ao palco em São Paulo https://musicaemercado.org/williams-mike-terrana-alexandre-aposan/ Wed, 08 Apr 2026 12:28:22 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250592 Evento no Manifesto Bar acontece em 16 de abril e vem na sequência da entrada de Terrana no time global da marca brasileira. A disputa por atenção no mercado de bateria não passa só por produto: passa por artista, demonstração e presença física no ponto de contato com a comunidade. É nesse terreno que a […]

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Evento no Manifesto Bar acontece em 16 de abril e vem na sequência da entrada de Terrana no time global da marca brasileira.

A disputa por atenção no mercado de bateria não passa só por produto: passa por artista, demonstração e presença física no ponto de contato com a comunidade. É nesse terreno que a Williams tenta ganhar tração ao reunir Mike Terrana e Alexandre Aposan no Manifesto Bar, em São Paulo, em 16 de abril, poucas semanas depois de oficializar Terrana como parceiro internacional da marca.

Segundo a página de venda Clube do Ingresso, o evento terá ingressos a partir de R$50 e será realizado no Manifesto, na Vila Olímpia. A programação divulgada pela marca também inclui uma coletiva de imprensa com Mike Terrana antes da abertura ao público geral.

A ação transforma endorsement em vitrine de marca

A Williams já havia anunciado em março a entrada de Mike Terrana em seu time de artistas. No material divulgado pela própria empresa, o baterista afirmou estar animado com a parceria e destacou a “qualidade” e a “resposta sonora” dos produtos da marca brasileira — uma base autodeclarada que ajuda a explicar o peso simbólico do movimento.

No caso de Terrana, a credencial ajuda a sustentar esse avanço. O baterista construiu carreira em projetos e turnês ligados a nomes como Yngwie Malmsteen, Rage, Masterplan, Axel Rudi Pell e Tarja Turunen, o que mantém seu nome entre os mais reconhecidos do hard rock e do metal internacional. Do lado brasileiro, Alexandre Aposan amplia a conexão local da ação, com trajetória ligada a turnês, estúdio e nomes fortes do circuito nacional.

O que a Williams tenta mostrar ao mercado com essa parceria

Ao colocar Terrana e Aposan no mesmo palco, a Williams transforma um endorsement em ativação presencial. Mais do que promover um encontro entre artistas, a marca usa o evento para dar prova pública de posicionamento — algo que pesa tanto no branding quanto na conversa com varejo, representantes e público final.

Essa leitura aparece também no discurso da liderança da empresa. Segundo o release enviado pela marca, o CEO Silvio Toneli afirmou que “o Mike é um artista muito respeitado e com uma legião de fãs por todo o mundo” e que a parceria mostra ao mercado global que a Williams é “uma empresa séria e com produtos de qualidade, que atende perfeitamente desde os bateristas novatos até as grandes lendas como o Mike Terrana”. Por se tratar de declaração da própria companhia, essa fala funciona como posicionamento oficial da marca sobre o objetivo do movimento.

Quem do mercado pode tirar algo desse encontro

Para lojistas, distribuidores e representantes, o evento vale menos pelo caráter celebratório e mais pelo uso prático: artista conhecido continua sendo ferramenta de demonstração, geração de desejo e argumento comercial, especialmente em categorias nas quais confiança sonora e prova de uso pesam tanto quanto preço.

No caso da Williams, a combinação entre um nome global do metal e um baterista de forte reconhecimento no mercado brasileiro reforça essa ponte entre branding e canal. Quando a marca leva a parceria ao palco logo depois do anúncio, ela deixa de vender só produto e passa a vender percepção de relevância.

O essencial

A Williams não está apenas promovendo um encontro entre dois bateristas de peso. Está usando a chegada de Mike Terrana para transformar endorsement em presença de mercado, com impacto potencial em branding, demonstração e conversa comercial.

Para o canal, o sinal é claro: quando a marca coloca artista e discurso institucional na mesma ação, ela está tentando converter prestígio em posicionamento de mercado.

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Trace Elliot lança pedal Dual Band Compressor para contrabaixo https://musicaemercado.org/trace-elliot-lanca-pedal-dual-band-compressor-para-contrabaixo/ Wed, 08 Apr 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250414 Modelo leva circuito do amplificador TE-1200 para formato compacto. A Trace Elliot apresentou o pedal Dual Band Compressor, baseado no circuito de compressão do amplificador TE-1200. O modelo utiliza compressão de duas bandas, permitindo ajuste independente das frequências graves e agudas por meio dos controles LO BAND e HI BAND, oferecendo maior controle sobre a […]

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Modelo leva circuito do amplificador TE-1200 para formato compacto.

A Trace Elliot apresentou o pedal Dual Band Compressor, baseado no circuito de compressão do amplificador TE-1200.

O modelo utiliza compressão de duas bandas, permitindo ajuste independente das frequências graves e agudas por meio dos controles LO BAND e HI BAND, oferecendo maior controle sobre a dinâmica do instrumento.

O pedal inclui controles de nível de entrada e saída, além de make-up gain para compensar a perda de volume causada pela compressão.

Voltado para uso em estúdio e ao vivo, o Dual Band Compressor conta com operação true bypass, facilitando a integração em diferentes cadeias de sinal.

A construção robusta inclui chassi metálico e componentes preparados para uso intensivo, com alimentação interna de 18V a partir de fonte padrão de 9V.

O lançamento amplia o portfólio da marca no segmento de controle de dinâmica para baixistas que buscam consistência e precisão sonora.

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Von Frankenstein Monster Gear lança novo humbucker https://musicaemercado.org/von-frankenstein-monster-gear-humbucker/ Mon, 06 Apr 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250420 Captador combina design patenteado, imãs cerâmicos e construção personalizada. A Von Frankenstein Monster Gear anunciou o lançamento do humbucker VON FRANKENSTEIN MONSTER, desenvolvido em parceria com o designer de captadores JD Mauro, da Route 30 Pickups. O modelo é resultado de cinco anos de pesquisa e desenvolvimento, com foco em oferecer alto ganho aliado à […]

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Captador combina design patenteado, imãs cerâmicos e construção personalizada.

A Von Frankenstein Monster Gear anunciou o lançamento do humbucker VON FRANKENSTEIN MONSTER, desenvolvido em parceria com o designer de captadores JD Mauro, da Route 30 Pickups.

O modelo é resultado de cinco anos de pesquisa e desenvolvimento, com foco em oferecer alto ganho aliado à definição sonora. O captador utiliza 12 polos do tipo hex bolt personalizados, três imãs cerâmicos de grandes dimensões e bobinas enroladas manualmente.

O projeto foi testado em diversos protótipos com o guitarrista Doyle Wolfgang Von Frankenstein, buscando adequar o desempenho ao seu estilo de execução.

Entre as especificações, o captador apresenta resistência média de 13,3 kOhms e indutância de 7,4H, características que contribuem para graves mais controlados e maior clareza em volumes elevados.

O modelo conta ainda com base em aço niquelado com acabamento preto e capa aberta com pintura eletrostática, oferecendo proteção aos componentes internos. A construção permite compatibilidade com diferentes espaçamentos de cordas em guitarras elétricas.

Segundo a empresa, o lançamento marca a expansão do portfólio, que passa a incluir soluções eletrônicas além das cordas para guitarra, com foco em músicos que buscam desempenho consistente em aplicações de alto ganho.

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Aguilar lança o pedal TLC DLX Compressor EQ para baixo https://musicaemercado.org/aguilar-pedal-tlc-dlx-compressor-eq-baixo/ Thu, 02 Apr 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250394 Modelo combina controle de dinâmica com equalização inspirada em estúdio. A Aguilar anunciou o TLC DLX Compressor EQ, evolução do pedal TLC Compressor, desenvolvido para oferecer controle de dinâmica aliado à modelagem tonal para baixistas em aplicações ao vivo e em estúdio. O pedal conta com controles completos de compressão —Threshold, Attack, Release, Ratio, Output […]

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Modelo combina controle de dinâmica com equalização inspirada em estúdio.

A Aguilar anunciou o TLC DLX Compressor EQ, evolução do pedal TLC Compressor, desenvolvido para oferecer controle de dinâmica aliado à modelagem tonal para baixistas em aplicações ao vivo e em estúdio.

O pedal conta com controles completos de compressão —Threshold, Attack, Release, Ratio, Output e Blend— permitindo ajustar tanto a intensidade quanto o comportamento da compressão. O modelo inclui medidor LED de redução de ganho e controle de compressão paralela, mantendo a naturalidade e a definição do instrumento.

Na parte de timbre, o equipamento incorpora equalização inspirada no circuito DB 925, com controles de graves e agudos em formato boost, voltados a reforçar o caráter do som sem comprometer a clareza.

Segundo a fabricante, o conceito do TLC DLX segue a lógica de controlar primeiro a dinâmica e depois trabalhar o timbre, replicando fluxos comuns de estúdio em um formato compacto para pedalboard.

“O TLC DLX é uma evolução natural do compressor original. Mantivemos a musicalidade e expandimos as possibilidades com a adição de controle tonal”, informou a empresa.

O modelo foi projetado como um channel strip compacto, reunindo compressão e equalização em uma única unidade para uso profissional.

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