Gestão: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/empresas/gestao/ A música sob o viés do trabalho e negócios Mon, 25 May 2026 21:45:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Gestão: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/empresas/gestao/ 32 32 Crise de chips de IA chega ao áudio: por que microfones e mesas devem encarecer em 2026? https://musicaemercado.org/crise-chips-ia-audio-microfones-mesas-alta-preco-brasil-2026/ Mon, 25 May 2026 16:17:09 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255367 Aumento de preços nos microfones, caixas e perifericos de audio

Mais de 20 fabricantes de semicondutores já emitiram cartas de reajuste na China em 2026, com altas de 5% a 80%. Como o Brasil importa 99,1% do seu equipamento de áudio — dois terços vindos da China —, o canal nacional está na linha de frente do repasse.

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Aumento de preços nos microfones, caixas e perifericos de audio

Componentes que subiram até 80% na China alimentam o gear que o país importa quase inteiro; câmbio e imposto multiplicam o repasse.

A alta dos chips de inteligência artificial já saiu dos data centers e começou a bater na cadeia de áudio. O motivo é simples: muitos dos componentes disputados pela indústria de IA — memória DRAM, flash NAND, microcontroladores, resistores e capacitores — também estão dentro de microfones sem fio, mesas digitais, interfaces, amplificadores e processadores de som.

Na China, principal origem de boa parte desses equipamentos, os reajustes já começaram. E o Brasil entra nessa história pelo ponto mais sensível: o país importa quase tudo o que consome em equipamentos musicais e de áudio profissional.

Segundo o relatório PIB da Música 2024 da ANAFIMA, 99,1% dos equipamentos musicais consumidos no Brasil são importados. As compras externas somaram US$ 577 milhões no ano, com a China respondendo por 67,8% delas. Qualquer pressão na origem chega rápido ao preço final.

O recado que vem de Guangzhou

A notícia pega o setor brasileiro em viagem. A 24ª edição da Prolight + Sound Guangzhou, maior feira mundial de áudio, iluminação e tecnologia para eventos, acontece de 28 a 31 de maio de 2026, com mais de 2.200 expositores. É para lá que importadores, distribuidores e fabricantes brasileiros vão fechar pedido e mapear o que vão trazer ao país nos próximos meses — e desta vez encontram um mercado já conversando sobre aumento de custo. As cartas de reajuste que circulam na indústria chinesa de componentes mudam a conta de quem está justamente agora negociando volume em Guangzhou. 

O que já subiu na China

Levantamento do veículo setorial ESM China aponta que mais de 20 fabricantes de semicondutores emitiram cartas de reajuste em 2026, com altas de 5% a 80%. A pressão começou pela memória e avançou para componentes usados em diferentes tipos de placa eletrônica.

A raiz está na disputa por capacidade. Para 2026, a consultoria TrendForce projeta uma alta estrutural de preços de memória: com a demanda de servidores de IA dominando, as fabricantes deslocam capacidade para produtos de maior margem e empurram para cima os preços de DRAM e NAND usados em eletrônicos de consumo. No primeiro trimestre de 2026, os contratos de DRAM convencional foram revisados para uma alta de 90% a 95% sobre o trimestre anterior, e a NAND Flash, para 55% a 60% — os maiores saltos já registrados.

Entre os casos mais fortes está a GOKE Microelectronics, que anunciou alta de 40% em produtos de 512Mb, 60% nos de 1Gb e 80% nos de 2Gb a partir de janeiro de 2026. A Yageo também notificou reajustes de 15% a 20% em séries de resistores, citando aumento no custo dos chips e de metais como prata, rutênio e paládio.

Esses itens parecem distantes do balcão da loja, mas estão em praticamente todo equipamento com processamento, memória ou controle digital. Quando a placa fica mais cara, o produto acabado tende a subir junto.

Onde isso aparece no áudio

O impacto não será igual em todas as categorias. Equipamentos mais analógicos tendem a sentir menos. Já produtos com processamento digital embarcado ficam mais expostos.

Microfones sem fio com receptor digital, mesas digitais, interfaces de áudio, processadores de sinal, amplificadores com DSP e sistemas de monitoramento in-ear usam microcontroladores, memória e componentes passivos em maior quantidade. São justamente as categorias de maior giro no varejo de igrejas, estúdios e eventos.

Um dado ajuda a dimensionar o repasse. A memória costuma representar de 10% a 18% do custo total de materiais de um eletrônico com forte carga digital, e a TrendForce estima que a alta dos chips deve acrescentar de 5% a 7% ao custo desses produtos em 2026. A proporção varia conforme o aparelho, mas a lógica vale para qualquer gear eletrônico: quanto mais memória e processamento, maior a fatia do custo exposta à crise. 

Isso atinge tanto as marcas globais quanto as nacionais que projetam seus produtos com componentes importados. Fabricantes de microfonia e sistemas sem fio fortes no varejo de igrejas e eventos — como Kadosh, TSI e Dylan —, além de quem produz mesas de som, amplificadores e periféricos digitais, montam suas linhas sobre a mesma cadeia de chips que está reajustando na origem. Nenhuma delas controla o preço do componente, e é por aí que a pressão tende a chegar.

A hora de comprar é agora

Para quem usa eletrônico no trabalho com música, a leitura é direta: o momento de comprar é antes que o reajuste vire regra no setor inteiro. Quando a cadeia percebe que o próximo lote virá mais caro, a remarcação se antecipa — parte do mercado reajusta mesmo antes de receber mercadoria nova. Quem comprou antes da alta fica protegido; quem deixa para depois paga o preço novo, e ainda enfrenta reposição mais lenta.

O movimento não atinge só áudio. Notebooks de produção, computadores para home studio, SSDs, placas e qualquer eletrônico de trabalho estão sob a mesma pressão de componentes. Estúdios, produtoras, igrejas, casas de show e locadoras que já planejavam renovar equipamento em 2026 ganham pouco esperando — o custo da espera é real.

E o alívio não é para já. As novas fábricas de memória de Micron e SK Hynix só entram em operação entre 2027 e 2028, segundo as próprias empresas. Até lá, o piso de custo do eletrônico tende a permanecer elevado.

O mercado gospel, citado pela ANAFIMA como um dos motores de demanda por PA e microfonia no país, é dos mais expostos: muitas igrejas renovam sistemas de som em ciclos planejados, com orçamento aprovado e compra parcelada. Antecipar a decisão, neste caso, pode significar comprar pelo preço de hoje em vez do preço de amanhã.

Para o mercado da música, a notícia não é o fim do mundo — é o fim do barato. Quem entender primeiro que a alta vem da cadeia global de componentes decide melhor: compra antes, protege orçamento e evita o susto quando o reajuste virar tabela.

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NAMM alerta sobre impacto de tarifas em instrumentos musicais https://musicaemercado.org/namm-impacto-tarifas-instrumentos-musicais/ Sat, 09 May 2026 13:21:55 +0000 https://musicaemercado.org/?p=254884 NAMM alerta sobre impacto de tarifas em instrumentos musicais

A NAMM levou a Washington um alerta direto: se os Estados Unidos aplicarem novas tarifas sem excluir instrumentos, componentes e materiais musicais, o primeiro impacto pode aparecer nos produtos de entrada. John Mlynczak, presidente e CEO da NAMM, foi incluído no painel de 8 de maio diante do comitê Section 301 do Office of the […]

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NAMM alerta sobre impacto de tarifas em instrumentos musicais

A NAMM levou a Washington um alerta direto: se os Estados Unidos aplicarem novas tarifas sem excluir instrumentos, componentes e materiais musicais, o primeiro impacto pode aparecer nos produtos de entrada.

John Mlynczak, presidente e CEO da NAMM, foi incluído no painel de 8 de maio diante do comitê Section 301 do Office of the United States Trade Representative (USTR), dentro das audiências sobre excesso estrutural de capacidade produtiva.

A posição da NAMM é que instrumentos musicais não se encaixam bem em uma política tarifária pensada para setores estratégicos de manufatura pesada. Em seu testemunho, Mlynczak afirmou que a indústria norte-americana de produtos musicais representa US$ 9 bilhões dentro de um mercado global de US$ 19,5 bilhões, e que a NAMM representa mais de 10 mil empresas.

O dado mais sensível para lojas e distribuidores está nos instrumentos para iniciantes. Segundo a NAMM, em 2025 as importações norte-americanas de instrumentos de sopro caíram 27% e as de pianos, 20%. Para a associação, isso não apenas encarece o acesso, mas também reduz a base de futuros músicos, clientes e compradores de instrumentos profissionais.

O que a NAMM está pedindo

A NAMM pede que, caso o USTR recomende novas tarifas, seja criado um processo de exclusão para instrumentos musicais, componentes e materiais incluídos no Capítulo 92 do sistema HTS.

A associação sustenta que a cadeia de suprimentos de instrumentos depende de madeiras, metais, ímãs, peças e conhecimentos especializados que não podem ser substituídos rapidamente por produção local.

O argumento não é apenas cultural. É comercial. Segundo Mlynczak, as tarifas elevam os custos para fabricantes e varejistas norte-americanos, enquanto concorrentes estrangeiros podem comprar os mesmos materiais sem o mesmo peso tributário.

O USTR abriu essas investigações sob a Section 301 em 11 de março de 2026, mirando 16 economias, entre elas China, União Europeia, Japão, México, Índia, Coreia, Vietnã, Taiwan e Indonésia. A investigação busca determinar se certas práticas ligadas ao excesso de capacidade produtiva afetam o comércio dos Estados Unidos.

Por que isso importa para o canal

Para o varejo musical, o risco não está apenas em um aumento pontual de preços. Está no efeito em cadeia: instrumentos escolares mais caros, menor giro de produtos de entrada, pressão sobre margens e mais dificuldade para transformar estudantes em clientes de longo prazo.

A preocupação da NAMM toca em um ponto que as lojas conhecem bem: o primeiro instrumento raramente é o mais rentável, mas costuma abrir a relação com o cliente. Se esse acesso fica mais caro, todo o percurso posterior enfraquece — aulas, acessórios, upgrades, manutenção e futuras compras.

Depois das audiências, o USTR deve avançar para possíveis medidas específicas, o que abriria uma segunda etapa de comentários públicos. A NAMM afirmou que continuará acompanhando o processo e avisará seus membros quando surgir a próxima oportunidade de participação.

A leitura para a indústria é direta: o debate tarifário pode parecer distante, mas termina no preço do instrumento escolar, na margem da loja e na capacidade do canal de formar novos consumidores de música.

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Tendências de gestão para 2026 que as lojas de música devem adotar https://musicaemercado.org/tendencias-gestao-2026-lojas-musica/ Thu, 15 Jan 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=249565 Tendências de gestão para 2026 que as lojas de música devem adotar

Eficiência operacional, inteligência de dados e cultura de serviço impulsionam o novo ciclo do varejo musical. O setor de instrumentos musicais entra em 2026 com desafios claros: consumidores mais informados, margens pressionadas, concorrência digital global e cadeias logísticas que ainda se ajustam após anos de disrupções. Para se manterem competitivas, as lojas especializadas precisam transformar […]

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Tendências de gestão para 2026 que as lojas de música devem adotar

Eficiência operacional, inteligência de dados e cultura de serviço impulsionam o novo ciclo do varejo musical.

O setor de instrumentos musicais entra em 2026 com desafios claros: consumidores mais informados, margens pressionadas, concorrência digital global e cadeias logísticas que ainda se ajustam após anos de disrupções.

Para se manterem competitivas, as lojas especializadas precisam transformar sua gestão interna — não apenas o marketing ou a força de vendas. A seguir, as principais tendências de gestão empresarial que devem definir o varejo musical em 2026 — e como aplicá-las.

1) Gestão orientada por dados (Data-driven retail)

A intuição dá lugar à evidência.

O que envolve

  • KPIs de giro por categoria (guitarras, áudio, teclados, percussão)
  • Margem por fornecedor e por SKU
  • Dados de abandono, recompra e ticket médio
  • Análise de estoque versus sazonalidade

Ferramentas recomendadas

  • CRM
  • ERP integrado ao e-commerce
  • Painéis simplificados de BI

Objetivo: decisões mais precisas e compras mais inteligentes.

2) Redução estratégica de estoque

Não se trata de ter mais produtos, mas os produtos certos.

Práticas para 2026

  • Curadoria de portfólio baseada em giro
  • Redução de SKUs pouco rentáveis
  • Modelos de consignação com marcas
  • Previsão de demanda baseada em dados históricos e sazonalidade (volta às aulas, festivais, fim de ano)

Resultado: menos capital imobilizado e fluxo de caixa mais saudável.

3) Cultura de serviço e experiência

O cliente não compara apenas preço, mas atendimento, suporte e confiança.

Foco em

  • Onboarding do cliente no pós-venda
  • Programas de fidelização reais (aulas, manutenção, ofertas premium)
  • Protocolos de atendimento claros e mensuráveis
  • Guias internos para demonstrações, linguagem e experiência em loja

Diferencial: a loja deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a atuar como centro de apoio musical.

4) Profissionalização da equipe

Embora a indústria musical dependa historicamente de talento apaixonado, 2026 exige capacitação formal e metas claras de desempenho.

Ações

  • Plano de formação: vendas consultivas, áudio e manutenção básica
  • Avaliações trimestrais e objetivos mensuráveis
  • Bonificação vinculada à satisfação do cliente, e não apenas ao volume de vendas

5) Serviços integrados como modelo de negócio

O valor não está apenas no produto.

Novos pilares

  • Luthieria e manutenção
  • Locação e test-drive estendido
  • Escola de música integrada
  • Salas privadas de ensaio
  • Assistência técnica em pro-audio e informática musical

Essa diversificação reduz a dependência exclusiva das vendas e aumenta a fidelização.

6) Alianças estratégicas

Em vez de competir de forma isolada, as lojas ganham força ao se conectar ao ecossistema:

  • Produtores locais
  • Escolas e professores
  • Casas de shows e igrejas
  • Influenciadores e criadores
  • Marcas boutique e luthiers

7) Digitalização operacional e automação

Menos tarefas repetitivas, mais foco no cliente.

Exemplos

  • Controle automatizado de estoque
  • Sistema de tickets para pós-venda
  • Confirmações automáticas via WhatsApp
  • Integração entre catálogo, faturamento e envio

8) Enfoque financeiro conservador e resiliente

Estabilidade será decisiva em 2026.

Boas práticas

  • Reservas financeiras equivalentes a 3–6 meses de custos fixos
  • Crédito negociado com fornecedores
  • Planejamento de compras por sazonalidade
  • Auditorias semestrais

As lojas de instrumentos musicais que prosperarão em 2026 serão as que conseguirem combinar:

  • Visão estratégica e controle operacional
  • Tecnologia e cultura de serviço
  • Diversificação e eficiência
  • Capacitação da equipe e proximidade com a comunidade

O instrumento já não é vendido apenas pela paixão: ele é gerido com disciplina, informação e experiência humana.

A mensagem-chave do ano: profissionalizar sem perder a alma musical.

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Tendências de marketing para 2026 que as lojas de música devem adotar https://musicaemercado.org/tendencias-de-marketing-para-2026/ Tue, 06 Jan 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=249467 Tendências de marketing para 2026 que as lojas de música devem adotar

Segmentação precisa, conteúdo educativo e experiências híbridas impulsionam a próxima fase do varejo musical. O mercado de instrumentos musicais entra em 2026 mais competitivo e digital do que nunca. Após anos de transformação acelerada pelo e-commerce, pelo conteúdo curto e pela profissionalização dos músicos independentes, as lojas especializadas precisam atualizar suas estratégias para dialogar com […]

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Tendências de marketing para 2026 que as lojas de música devem adotar

Segmentação precisa, conteúdo educativo e experiências híbridas impulsionam a próxima fase do varejo musical.

O mercado de instrumentos musicais entra em 2026 mais competitivo e digital do que nunca.

Após anos de transformação acelerada pelo e-commerce, pelo conteúdo curto e pela profissionalização dos músicos independentes, as lojas especializadas precisam atualizar suas estratégias para dialogar com um consumidor mais informado, exigente e multicanal.

A seguir, as principais tendências de marketing que os retailers do setor musical devem considerar para manter relevância e aumentar conversão.

1) Conteúdo educativo como núcleo da estratégia

Músicos — especialmente iniciantes e intermediários — buscam orientação antes de comprar.

Em 2026, as lojas mais bem-sucedidas não apenas vendem: ensinam.

O que fazer

  • Séries de vídeos curtos com dicas de instrumentos
  • Lives semanais com testes de equipamentos e Q&A
  • Comparativos técnicos e guias de compra por estilo musical
  • Minicursos gratuitos para geração de leads

Resultado esperado: mais autoridade de marca, maior retenção e conversão orgânica.

2) Microinfluenciadores e artistas locais

O marketing de influência continua forte, mas migra para perfis regionais, credíveis e próximos do público real.


Bandas da cidade, professores, técnicos e criadores independentes funcionam melhor do que celebridades.

Estratégias

  • Embaixadores locais com incentivos reais
  • Ativações em escolas e estúdios
  • Depoimentos autênticos, sem roteiro comercial

3) Experiência híbrida: loja física + digital

O cliente quer tocar o instrumento e pesquisar/comprar online.

Ações eficazes

  • Tours digitais da loja
  • Agendamento para testes privados
  • Chat ao vivo com especialistas
  • “Compre e retire” + áreas de teste rápido

A venda presencial segue forte, sustentada por suporte digital contínuo.

4) Personalização e CRM aplicado

A segmentação refinada deixa de ser opcional.


O músico valoriza recomendações personalizadas de acordo com nível, estilo e orçamento.

Como implementar

  • CRM com histórico de preferências e compras
  • E-mails segmentados (bateristas, guitarristas, escolas, igrejas)
  • Ofertas personalizadas e upselling técnico (cordas, peles, interfaces, cabos premium)

5) Conteúdo focado no processo criativo

O músico atual quer mostrar como cria, não apenas o que compra.

Formatos-chave

  • Demos criativas
  • Conteúdo “direto do home studio”
  • Bastidores de gravação: “como fiz este loop/riff/groove”
  • Play-along com instrumentos da loja

A criação emociona mais do que um catálogo frio.

6) Marketing educativo para pais

O aumento de estudantes jovens recoloca os pais no centro da decisão.


É fundamental uma comunicação clara, sem excessos técnicos, focada em valor pedagógico, durabilidade e serviço.

Mensagens importantes

  • Guias “primeiro instrumento”
  • Benefícios cognitivos da música
  • Planos de upgrade e manutenção

7) Comunidade como diferencial competitivo

No mercado globalizado, a loja local vence quando se torna um ponto de cultura.

Propostas

  • Jam sessions e showcases
  • Clínicas com artistas
  • Sessões de teste guiado para iniciantes
  • Programas de fidelização para professores

Quem cria comunidade, mantém relevância.

8) Transparência e sustentabilidade

A nova geração valoriza empresas com propósito.

Aposta para 2026

  • Políticas de reparo e reposição
  • Programas de instrumentos recondicionados
  • Comunicação ética sobre preços e procedência

Em 2026, as lojas que prosperam não competem apenas por preço ou estoque, mas por conexão, conhecimento e experiência.

As palavras-chave do ano serão:

  • Ensinar antes de vender
  • Integrar marketing digital + experiência in-store
  • Criar comunidade musical local
  • Personalizar o contato com cada músico

O consumidor já mudou. Agora, o varejo musical precisa tocar no mesmo ritmo.

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Tendências de vendas para 2026 para lojas de música https://musicaemercado.org/tendencias-de-vendas-para-2026/ Tue, 30 Dec 2025 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=249430 Tendências de vendas para 2026 para lojas de música

Automação, venda consultiva e experiência omnichannel marcam o novo ciclo do varejo musical. O comércio de instrumentos musicais chega a 2026 com um consumidor mais informado, digitalizado e exigente. As lojas já não podem depender apenas de estoque e atendimento tradicional: o mercado demanda experiências personalizadas, agilidade logística e assessoria especializada. A seguir, uma análise […]

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Tendências de vendas para 2026 para lojas de música

Automação, venda consultiva e experiência omnichannel marcam o novo ciclo do varejo musical.

O comércio de instrumentos musicais chega a 2026 com um consumidor mais informado, digitalizado e exigente. As lojas já não podem depender apenas de estoque e atendimento tradicional: o mercado demanda experiências personalizadas, agilidade logística e assessoria especializada.

A seguir, uma análise das tendências de vendas que definirão o setor em 2026 e que os varejistas musicais precisam adotar para permanecer competitivos.

1) Venda consultiva: o vendedor se transforma em assessor musical

O cliente já pesquisou antes de chegar à loja. Ele busca confiança e orientação, não pressão.

Como aplicar

  • Capacitação técnica contínua da equipe
  • Scripts de recomendação por nível e estilo musical
  • Demonstrações práticas e comparativas
  • Acompanhamento pós-venda real (afinação, setup, dicas)

Objetivo: fidelizar e reduzir devoluções, aumentando o ticket médio.

2) Omnicanalidade real: o cliente compra onde quiser

A experiência deve ser fluida entre loja física, site e WhatsApp.

Ações

  • Catálogo online atualizado com estoque real
  • Click & Collect com atendimento rápido
  • Testes na loja agendados pela web
  • Chat com vendedor especializado em tempo real

Resultado: mais conversões e menos atrito.

3) Social selling e presença em plataformas de vídeo curto

TikTok, Instagram e YouTube Shorts já influenciam mais do que o Google nas compras musicais.

Estratégia

  • Lives de venda (packs, kits, “teste e leve”)
  • Catálogos integrados às redes sociais
  • Vídeos curtos: demos, comparativos, dicas rápidas
  • Criadores e professores locais amplificando o alcance

4) Modelos de assinatura e financiamento flexível

A acessibilidade impulsiona vendas. Gerações mais jovens preferem pagamento mensal à compra integral.

Oportunidades

  • Planos Rent-to-own (aluguel com opção de compra)
  • Assinatura de instrumentos para estudantes
  • Pacotes mensais para estúdio (controlador + DAW + monitores)
  • Financiamento em parcelas pequenas e transparentes

5) Programas de “upgrade” e recompra

O músico evolui e quer melhorar seu equipamento sem perder investimento.

Ações

  • Programa de troca de instrumento
  • Crédito mediante entrega de usados
  • Venda certificada de produtos recondicionados

Benefício: retenção e atração de novos músicos.

6) Serviços como extensão da venda

A venda em 2026 não termina no balcão.

Serviços-chave

  • Setup inicial gratuito
  • Manutenção programada
  • Afinação e calibração
  • Upsell inteligente: cordas, baquetas, cabos premium, capas, cases
  • Aulas presenciais e online associadas

7) Microexperiências na loja

A loja deixa de ser apenas ponto de venda e se torna um espaço musical.

Ideias

  • Área de teste silencioso
  • Miniestúdio demo
  • Jam sessions intimistas
  • Apresentações acústicas e clínicas

A experiência física volta a ser um diferencial.

8) Dados e CRM para segmentar e reter

O sucesso não está apenas em vender, mas em manter o cliente ativo.

Aplicações práticas

  • Segmentação por instrumento, nível e orçamento
  • E-mails personalizados conforme perfil
  • Alertas de manutenção e reposição (cordas, peles)
  • Promoções relevantes, não genéricas

É preciso fazer a diferença

O varejo musical entra em uma fase em que o diferencial está na experiência, no conhecimento e no relacionamento de longo prazo — e não apenas no estoque ou no preço.

As lojas que liderarão 2026 serão aquelas que adotarem:

  • Venda consultiva e especializada
  • Estratégias digitais com conteúdo útil
  • Programas de financiamento, serviços e retenção
  • Experiências híbridas que conectam comunidade e tecnologia

O lema do ano será claro: “Não é apenas vender instrumentos, é acompanhar a evolução do músico.”

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Estratégia Financeira no Setor de Instrumentos Musicais e Áudio Profissional https://musicaemercado.org/estrategia-financeira-instrumentos-musicais/ Thu, 16 Oct 2025 09:02:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=246624 Estratégia Financeira no Setor de Instrumentos Musicais e Áudio Profissional

O último trimestre do ano não só traz um aumento natural nas vendas, impulsionado por eventos como Black Friday, Cyber ​​Monday e Natal, como também a necessidade de estabelecer as bases para o planejamento estratégico para 2026. No setor de instrumentos musicais e áudio profissional, onde a volatilidade do dólar, os custos logísticos e as […]

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Estratégia Financeira no Setor de Instrumentos Musicais e Áudio Profissional

O último trimestre do ano não só traz um aumento natural nas vendas, impulsionado por eventos como Black Friday, Cyber ​​Monday e Natal, como também a necessidade de estabelecer as bases para o planejamento estratégico para 2026.

No setor de instrumentos musicais e áudio profissional, onde a volatilidade do dólar, os custos logísticos e as tendências de consumo ditam o tom, avaliar com precisão os resultados financeiros e operacionais torna-se fundamental para mensurar a verdadeira lucratividade do negócio.

Essa análise não apenas valida o desempenho mensal, mas também identifica onde estamos dessincronizados e quais fatores estratégicos precisamos ajustar para garantir um crescimento sustentável.

Avaliação do Desempenho Financeiro

Um diagnóstico preciso exige ir além dos números brutos e analisar indicadores-chave adaptados ao setor:

  • Receita e lucratividade: Comparar as vendas de categorias críticas (caixas de som profissionais, controladores de DJ, guitarras, equipamentos de gravação) com as margens em comparação com períodos anteriores.
  • Estrutura de custos: Diferenciar custos fixos (aluguel de showroom, equipe de vendas, licenças de software) de custos variáveis ​​(importações, frete, marketing sazonal), identificando oportunidades de otimização.
  • Fluxo de caixa: Meça a liquidez necessária para financiar estoques que muitas vezes são pagos em dólar, mas vendidos a prazo ao cliente final.
  • Dívida: Avalie o ônus financeiro e o nível de alavancagem diante das flutuações da taxa de câmbio.

Ações Positivas e Áreas de Melhoria

Após a análise dos números, a pontuação revela o que funcionou e o que precisa de ajustes:

  • Ações bem-sucedidas: Campanhas digitais em mídias sociais, acordos com academias e distribuidoras de música e o boom do e-commerce de acessórios e peças de reposição.
  • Fraquezas operacionais: Estoques mal calibrados, com escassez, distribuição lenta nas regiões ou serviço de pós-venda fraco.
  • Tendências de Mercado: Crescimento da música urbana e demanda por equipamentos de home studio, além de consumidores mais sensíveis a preços devido à inflação e à queda do crédito ao consumidor.

Repensando Estratégias e um Plano de Ação

Com a pontuação claramente definida, o plano deve estabelecer diretrizes específicas:

  • Otimização de Custos: Negociar com fornecedores internacionais, consolidar importações e automatizar processos de estoque.
  • Expansão de Mercado: Abra novos canais em regiões, exporte para países vizinhos ou explore nichos como equipamentos para igrejas e eventos corporativos.
  • Fortalecimento Digital: Amplie o e-commerce com integração ERP-marketplace e aprimore campanhas segmentadas por tipo de músico.
  • Treinamento de Equipe: Treine a equipe de vendas em produtos de alta qualidade, fidelização de clientes e serviços de vendas cruzadas (por exemplo, aluguel + vendas).

Implementação e Monitoramento

Toda orquestra precisa de um maestro e uma pontuação clara:

  • KPIs definidos: Margem bruta por categoria, giro de estoque, vendas online vs. físicas e índice de endividamento.
  • Revisão periódica: Reuniões trimestrais para avaliar o progresso e reajustar a estratégia de preços e estoque.
  • Feedback contínuo: Envolva toda a equipe, do depósito ao marketing digital, na busca por eficiência e inovação.

Uma revisão financeira de 2025 é uma oportunidade para ajustar os negócios antes de entrar em uma nova temporada. Com análises rigorosas, replicando o que gerou impacto positivo e corrigindo o desempenho desafinado, a indústria de instrumentos musicais e áudio profissional pode se projetar com maior força, transformando a volatilidade em harmonia financeira a longo prazo.

*Autor: Camilo Ramírez
Mestre em Administração de Empresas (MBA) pela Universidad del Desarrollo, Mestre em Gestão Financeira pela Universidad Adolfo Ibáñez, Diploma em Gestão Financeira pela Universidad Adolfo Ibáñez, Diploma em Finanças Corporativas pela IEDE Business School Chile e Bacharel em Administração de Empresas e Administração Universitária pela Universidad de las Américas.
Sócio Sênior da Price Capital Spa.
E-mail: corporativo@pricecapital.cl
Visite: www.pricecapital.cl

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C. F. Martin & Co. nomeia Scott Gervais como Diretor de Operações https://musicaemercado.org/c-f-martin-scott-gervais/ Mon, 01 Sep 2025 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=240543 C. F. Martin & Co. nomeia Scott Gervais como Diretor de Operações

A histórica fabricante de violões cria um cargo de COO para impulsionar a excelência operacional e sua próxima fase de crescimento. A C. F. Martin & Co., Inc. anunciou a nomeação de Scott Gervais como Diretor de Operações (COO). Com mais de duas décadas de liderança executiva em operações, manufatura, compras e gestão da cadeia […]

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C. F. Martin & Co. nomeia Scott Gervais como Diretor de Operações

A histórica fabricante de violões cria um cargo de COO para impulsionar a excelência operacional e sua próxima fase de crescimento.

A C. F. Martin & Co., Inc. anunciou a nomeação de Scott Gervais como Diretor de Operações (COO). Com mais de duas décadas de liderança executiva em operações, manufatura, compras e gestão da cadeia de suprimentos, Gervais ocupou cargos de liderança na Polaris Marine e na Conn-Selmer, Inc., onde liderou e expandiu operações globais com melhorias mensuráveis ​​em segurança, qualidade, eficiência e satisfação do cliente.

Violonista acústico de longa data, Gervais enfatizou a conexão pessoal com sua nova função: “É uma verdadeira honra ingressar na C. F. Martin & Co., uma empresa que admiro desde que peguei em um violão pela primeira vez. A Martin sempre representou o auge da arte acústica para mim, e agora contribuir para seu legado é ao mesmo tempo gratificante e inspirador. Esta posição alinha minha carreira em operações com meu amor pela música.”

Da empresa, o Presidente do Conselho, Chris Martin IV, comemorou a chegada: “Estou muito feliz que Scott esteja se juntando à minha empresa familiar. Sua experiência e entusiasmo serão um trunfo para nossas equipes de fabricação e compras.”

Por sua vez, o Presidente e CEO Thomas Ripsam enfatizou que o COO é uma posição recém-criada com foco na excelência operacional: “É um componente crítico para possibilitar a próxima onda de crescimento e lidar com a crescente complexidade e custos do negócio. Estou confiante de que o talento e a experiência de Scott nos ajudarão a enfrentar com sucesso essas oportunidades e desafios.”

Gervais é bacharel em administração de empresas pela Universidade Purdue e possui certificações profissionais como Lean Six Sigma Black Belt e Certified Supply Chain Professional. Com sua chegada, Martin busca fortalecer processos, eficiência e capacidade de resposta em um contexto de expansão e aumento da demanda global por seus instrumentos acústicos.

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Como adotar o “figital” na sua loja https://musicaemercado.org/como-adotar-figital-loja/ Tue, 15 Jul 2025 09:23:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=232890 Como adotar o “figital” na sua loja

A experiência de compra mudou. Hoje, os consumidores não separam mais o digital do físico: esperam o melhor dos dois mundos. Nesse contexto, o conceito “figital” — a integração entre os ambientes físico e digital — torna-se uma estratégia essencial para lojas de instrumentos musicais que desejam se manter competitivas. Do balcão ao smartphone Para […]

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Como adotar o “figital” na sua loja

A experiência de compra mudou. Hoje, os consumidores não separam mais o digital do físico: esperam o melhor dos dois mundos.

Nesse contexto, o conceito “figital” — a integração entre os ambientes físico e digital — torna-se uma estratégia essencial para lojas de instrumentos musicais que desejam se manter competitivas.

Do balcão ao smartphone

Para muitas lojas, o primeiro passo rumo ao figital é construir um ambiente digital que complemente a experiência presencial. Ter um site atualizado, com catálogo, preços, disponibilidade e informações técnicas, é fundamental. Mas não basta estar online: é preciso garantir uma navegação rápida, compatibilidade com dispositivos móveis e canais de contato acessíveis.

Presença que conecta

As redes sociais permitem apresentar produtos, processos de luteria, unboxings, reviews e conteúdos educativos. Não se trata apenas de vender, mas de construir comunidade. Mostrar como soa um pedal, como ajustar uma guitarra ou montar uma bateria ao vivo gera proximidade e confiança.

O físico continua essencial

No universo figital, a loja física não desaparece — ela ganha protagonismo. Muitos clientes pesquisam online, mas querem experimentar o instrumento antes de comprar. Oferecer atendimentos personalizados, testes com especialistas ou experiências imersivas na loja pode ser um grande diferencial.

Click & collect: o melhor dos dois mundos

Uma das práticas mais eficazes do figital é permitir que o cliente compre online e retire na loja. Essa opção acelera a venda, elimina custos de frete e atrai novos consumidores ao espaço físico. Além disso, abre espaço para vendas adicionais no momento da retirada.

Tecnologia a favor da música

Implementar recursos como catálogos interativos em tablets, sistemas de estoque integrados entre a loja e o e-commerce, ou até QR codes nos instrumentos com acesso às fichas técnicas, são soluções simples que melhoram a experiência de compra.

Capacitação da equipe

A transformação não é apenas tecnológica. A equipe de vendas também precisa estar preparada para atuar em um ambiente híbrido. Saber responder dúvidas via WhatsApp, oferecer suporte nas redes sociais ou produzir conteúdos simples são habilidades cada vez mais valiosas.

Investir com inteligência

Adotar o figital não exige grandes investimentos iniciais. É possível começar com ações simples e eficazes: otimizar o perfil no Google, responder mensagens em redes sociais, integrar um sistema de vendas com controle de estoque ou criar vídeos curtos destacando os produtos da loja.

Adotar uma estratégia figital não é uma tendência passageira, mas uma resposta direta ao comportamento do consumidor atual. Para as lojas de instrumentos musicais, trata-se de transformar o ponto de venda em um ponto de encontro — onde o físico e o digital se complementam para criar experiências memoráveis.

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Cosonic Intelligent adquire a beyerdynamic por €122 milhões e mira crescimento global https://musicaemercado.org/cosonic-intelligent-adquire-beyerdynamic/ Fri, 11 Jul 2025 16:41:08 +0000 https://musicaemercado.org/?p=233510 Cosonic Intelligent adquire a beyerdynamic por €122 milhões e mira crescimento global

A fabricante de áudio profissional beyerdynamic, com sede em Heilbronn e fundada em 1924, deixará de ser uma empresa familiar após mais de um século de história. O contrato de venda para a empresa chinesa Cosonic Intelligent Technologies foi assinado em 5 de junho de 2025, no valor de €122 milhões. O fechamento definitivo ainda […]

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Cosonic Intelligent adquire a beyerdynamic por €122 milhões e mira crescimento global

A fabricante de áudio profissional beyerdynamic, com sede em Heilbronn e fundada em 1924, deixará de ser uma empresa familiar após mais de um século de história.

O contrato de venda para a empresa chinesa Cosonic Intelligent Technologies foi assinado em 5 de junho de 2025, no valor de €122 milhões. O fechamento definitivo ainda depende do cumprimento de condições regulatórias e ajustes financeiros.

A Cosonic, fornecedora de equipamentos ODM para marcas como Philips, JBL, Beats e Huawei, dá um passo estratégico ao ingressar no segmento premium de áudio com a aquisição da beyerdynamic — marca reconhecida por seu legado e inovação tecnológica. Com a operação, pretende aproveitar a rede internacional de vendas e a engenharia avançada da beyerdynamic para acelerar sua expansão global.

Andreas Rapp, CEO da beyerdynamic, destacou que “a família reconheceu a necessidade de novos recursos para os desenvolvimentos futuros” e garantiu que a empresa “continuará operando de forma independente” após a aquisição. Além disso, a equipe atual, de cerca de 375 funcionários, será mantida, e a produção seguirá sendo realizada em Heilbronn, preservando o selo “Feito à mão em Heilbronn”.

A aquisição também inclui as subsidiárias da beyerdynamic nos Estados Unidos, China e Índia, que passarão a fazer parte do grupo Cosonic.

A operação gerou reações mistas na indústria: enquanto alguns veem a aquisição como uma oportunidade para revitalizar a marca com novos investimentos, outros temem que a qualidade e a identidade icônica da beyerdynamic se percam sob a nova administração.

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Por que investir em marketing digital pode transformar sua loja de instrumentos https://musicaemercado.org/marketing-digital-loja-instrumentos/ Tue, 01 Jul 2025 09:02:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=230388 Por que investir em marketing digital pode transformar sua loja de instrumentos

Para negócios voltados à venda de instrumentos musicais, adotar uma estratégia de marketing digital pode ser o diferencial entre manter-se na rotina ou conquistar novos públicos e aumentar as vendas. O marketing digital permite que uma loja local vá além da sua localização física. Com campanhas segmentadas em redes sociais, buscadores e plataformas de vídeo, […]

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Por que investir em marketing digital pode transformar sua loja de instrumentos

Para negócios voltados à venda de instrumentos musicais, adotar uma estratégia de marketing digital pode ser o diferencial entre manter-se na rotina ou conquistar novos públicos e aumentar as vendas.

O marketing digital permite que uma loja local vá além da sua localização física. Com campanhas segmentadas em redes sociais, buscadores e plataformas de vídeo, é possível alcançar músicos amadores, profissionais e escolas em outras regiões — até fora do País. Isso amplia o alcance sem a necessidade de abrir novas unidades.

Conectar com o cliente certo

Ferramentas digitais permitem conhecer com precisão o perfil do consumidor. Plataformas como Google Ads e Meta Ads oferecem segmentações por idade, interesses e comportamento de compra. Assim, a loja pode anunciar violões para iniciantes ou promover sintetizadores para produtores musicais, com mensagens adaptadas para cada público.

Conteúdo que educa e fideliza

Publicar vídeos, tutoriais, reviews de produtos e comparativos não só informa o cliente, como também gera confiança. Uma loja que se posiciona como especialista naquilo que vende tende a ganhar autoridade no setor. Esse tipo de conteúdo também melhora o posicionamento em buscadores (SEO), facilitando que mais pessoas encontrem a loja ao pesquisar por soluções musicais.

Vendas online e presenciais: um modelo híbrido

Um bom marketing digital não substitui o comércio físico — ele o fortalece. Muitos consumidores pesquisam produtos online antes de testá-los pessoalmente. Se a loja aparece bem nos buscadores, oferece atendimento ágil nas redes e um site confiável, as chances de o cliente visitar o local com a decisão de compra já tomada aumentam consideravelmente.

Medição e ajustes em tempo real

Diferente da publicidade tradicional, o marketing digital oferece dados precisos. É possível saber quantas pessoas viram um anúncio, clicaram, visitaram o site ou concluíram uma compra. Com essas informações, é possível ajustar campanhas, melhorar mensagens e otimizar investimentos.

Um investimento que cresce com o negócio

O marketing digital permite começar com orçamentos menores e escalar conforme o negócio se desenvolve. Com planejamento, até lojas pequenas podem competir com grandes marcas, apresentando-se como negócios próximos, especializados e confiáveis.

Investir em marketing digital não é mais uma tendência — é uma necessidade para o comércio musical. Transformar sua presença online pode ser o primeiro passo para posicionar sua loja como referência em um mercado cada vez mais conectado.

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Sound Devices adquire a JH Audio https://musicaemercado.org/sound-devices-adquire-jh-audio/ Thu, 12 Jun 2025 09:11:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=225785 Sound Devices adquire a JH Audio

A empresa norte-americana Sound Devices anunciou a aquisição da JH Audio, renomada fabricante especializada no desenvolvimento e produção de monitores in-ears (IEMs). A operação une duas marcas emblemáticas do áudio profissional sob o guarda-chuva do grupo Audiotonix, com o objetivo de continuar impulsionando soluções sonoras de alta qualidade para artistas, engenheiros e técnicos em eventos […]

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Sound Devices adquire a JH Audio

A empresa norte-americana Sound Devices anunciou a aquisição da JH Audio, renomada fabricante especializada no desenvolvimento e produção de monitores in-ears (IEMs).

A operação une duas marcas emblemáticas do áudio profissional sob o guarda-chuva do grupo Audiotonix, com o objetivo de continuar impulsionando soluções sonoras de alta qualidade para artistas, engenheiros e técnicos em eventos ao vivo, estúdios e produções externas.
Fundada pelo engenheiro Jerry Harvey, pioneiro no design de IEMs personalizados para músicos em turnê, a JH Audio acumula mais de três décadas de experiência no setor. Seu fundador é amplamente reconhecido por ter revolucionado a forma como os artistas monitoram seu som no palco, estabelecendo padrões adotados por toda a indústria.
“Estamos entusiasmados por integrar a equipe da JH Audio à família Sound Devices”, afirmou Matt Anderson, CEO da Sound Devices. “Ambas as empresas compartilham um foco claro em inovação, e essa união abre oportunidades incríveis, especialmente no desenvolvimento de soluções conjuntas entre nossa linha Astral RF e a tecnologia IEM da JH Audio.”
Pelo grupo Audiotonix, o CEO James Gordon classificou o acordo como um marco para o setor: “Jerry Harvey é uma lenda no design de IEMs. Poder aportar recursos à equipe da JH Audio para levar essa tecnologia a um novo nível, junto com a Sound Devices e nossas outras marcas voltadas ao áudio ao vivo, trará benefícios reais para nossos usuários e seus clientes.”
Jerry Harvey também celebrou o acordo: “Essa colaboração nos dá a oportunidade de evoluir nossa próxima geração de IEMs e de nos conectar com novos parceiros e usuários em todo o mundo. É um passo natural após nosso trabalho conjunto no sistema Pearl.”
Com essa aquisição, a JH Audio passa a fazer parte do portfólio de marcas da Audiotonix, que já inclui nomes como Allen & Heath, DiGiCo, Calrec, KLANG:technologies, Solid State Logic, Slate Digital e sonible, consolidando ainda mais a posição do grupo como líder global em soluções de áudio profissional.


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Técnicas de visual merchandising para lojas de instrumentos musicais: como expor para vender mais https://musicaemercado.org/tecnicas-visual-merchandising-lojas-instrumentos-musicais/ Mon, 09 Jun 2025 09:41:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=225838 Técnicas de visual merchandising para lojas de instrumentos musicais: como expor para vender mais

Nas lojas do nosso setor, não basta ter bons produtos: a forma como eles são exibidos no ponto de venda pode fazer toda a diferença entre vender ou não. É aí que entra o visual merchandising, uma disciplina essencial para atrair a atenção, estimular a compra e fortalecer a identidade da loja. A seguir, apresentamos […]

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Técnicas de visual merchandising para lojas de instrumentos musicais: como expor para vender mais

Nas lojas do nosso setor, não basta ter bons produtos: a forma como eles são exibidos no ponto de venda pode fazer toda a diferença entre vender ou não.

É aí que entra o visual merchandising, uma disciplina essencial para atrair a atenção, estimular a compra e fortalecer a identidade da loja.

A seguir, apresentamos algumas técnicas aplicáveis em lojas de instrumentos musicais, com o objetivo de maximizar o impacto visual e as vendas.

  1. Setorização: crie percursos intencionais

Organizar a loja por zonas temáticas ajuda o cliente a encontrar o que procura com mais facilidade e ainda o convida a explorar novos produtos. Por exemplo:

  • Zona de guitarras (separadas por tipo: acústicas, elétricas, clássicas);
  • Zona de áudio e gravação (interfaces, monitores, microfones);
  • Zona de percussão, teclados ou instrumentos de sopro.

Dica: crie zonas de “alta inspiração”, com destaque para um produto estrela junto a seus acessórios complementares — como uma guitarra premium com amplificador e pedal.

  1. A importância da vitrine

A vitrine é o primeiro contato visual com o cliente. Ela deve ser renovada regularmente e contar uma história visual:

  • Lançamento de um novo produto;
  • Promoção por tempo limitado;
  • Temas específicos (música latina, rock, home studio etc.).

Objetivo: chamar a atenção do transeunte e motivar a entrada na loja.

  1. Iluminação estratégica

Uma boa iluminação não apenas valoriza os produtos, como também direciona o olhar do cliente. Spots sobre itens em destaque ou vitrines com luzes quentes podem realçar os detalhes e a qualidade dos instrumentos.

Lembre-se: a iluminação também contribui para criar uma atmosfera alinhada à identidade sonora da loja.

  1. Demonstrações visíveis e pontos de experiência

Áreas onde o cliente pode testar os produtos (com fones disponíveis, instrumentos afinados, etc.) são essenciais. Produtos que podem ser experimentados transmitem mais confiança e aumentam o desejo de compra.

Dica: posicione essas áreas em pontos estratégicos do percurso para incentivar o tempo de permanência.

  1. Sinalização clara e atrativa

Um bom visual merchandising inclui comunicação visual eficiente:

  • Preços bem visíveis;
  • Sinalização por categorias;
  • Etiquetas com características principais ou recomendações dos vendedores.

Evite: cartazes desorganizados, fontes difíceis de ler ou excesso de informação técnica sem contexto.

  1. Atualização por sazonalidade ou tendências

Adaptar a loja aos períodos-chave do ano (volta às aulas, Black Friday, festivais, Natal) ajuda a criar conexão emocional com o cliente e estimula compras por impulso.

Exemplo: em dezembro, destaque instrumentos ideais para presente ou kits para iniciantes.

O visual merchandising não serve apenas para deixar a loja bonita: é uma poderosa ferramenta de vendas. Bem aplicado, transforma a jornada do cliente em uma experiência memorável e aumenta a conversão.

Integrar essas técnicas à sua loja de instrumentos musicais não exige grandes investimentos, mas sim estratégia, coerência estética e empatia com o público. Afinal, vender instrumentos também é contar histórias — e tudo começa com a forma como eles são apresentados.

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Calrec nomeia Sid Stanley como seu novo Diretor Executivo https://musicaemercado.org/calrec-sid-stanley-diretor-executivo/ Mon, 19 May 2025 10:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=222414 Calrec nomeia Sid Stanley como seu novo Diretor Executivo

A mudança reforça o compromisso da empresa com a inovação em soluções de áudio para transmissão. A empresa britânica Calrec, parte do grupo Audiotonix e reconhecida com suas soluções de áudio profissional para transmissão, anunciou oficialmente a promoção de Sid Stanley ao cargo de novo Diretor Executivo, com efeito imediato. Stanley, que ingressou na empresa […]

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Calrec nomeia Sid Stanley como seu novo Diretor Executivo

A mudança reforça o compromisso da empresa com a inovação em soluções de áudio para transmissão.

A empresa britânica Calrec, parte do grupo Audiotonix e reconhecida com suas soluções de áudio profissional para transmissão, anunciou oficialmente a promoção de Sid Stanley ao cargo de novo Diretor Executivo, com efeito imediato. Stanley, que ingressou na empresa em julho de 2018 como gerente geral, foi fundamental na transformação da empresa para se adaptar às mudanças do setor, incluindo a crescente adoção da produção remota e distribuída.

Vasta experiência em mídia e entretenimento

Antes de ingressar na Calrec, Stanley ocupou cargos de liderança em empresas líderes do setor, incluindo Barco (diretor de canal para EMEA, América do Norte e China), Sony Broadcast & Professional Europe (gerente geral) e Maverick (diretor administrativo).
“Nos últimos sete anos, o ritmo de mudança na transmissão ao vivo acelerou drasticamente”, disse Stanley. “A Calrec está lá para ajudar seus clientes a se manterem à frente, oferecendo tecnologia inovadora que lhes permite enfrentar os crescentes desafios do mercado global.”
Stanley também enfatizou: “É uma honra liderar uma empresa tão prestigiosa, que alcançou inúmeros marcos ao longo dos anos, e trabalhar com uma equipe forte que é o verdadeiro motor da inovação”.

Uma empresa com mais de seis décadas de experiência

A Calrec, com mais de 60 anos de história, permanece firme em sua missão de se concentrar exclusivamente em áudio transmitido. A empresa mantém um relacionamento próximo com o mercado e seus clientes, desenvolvendo soluções projetadas para oferecer desempenho e durabilidade ao longo do tempo.
“A Calrec desempenhou um papel fundamental na transição para novos fluxos de trabalho flexíveis e continuará a desenvolver soluções avançadas para abordar esta nova era de transmissão de áudio”, acrescentou Stanley.

Principais lançamentos na NAB 2025

O anúncio da promoção de Stanley coincidiu com o sucesso do NAB Show 2025, onde a Calrec apresentou avanços tecnológicos significativos. Ela destacou a segunda geração de seu sistema de produção remota, True Control 2.0, um ecossistema IP adaptável que permite às emissoras controlar qualquer sistema de qualquer lugar, reduzindo custos e dimensionando recursos instantaneamente.

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The Freedman Group adquire Lectrosonics https://musicaemercado.org/the-freedman-group-adquire-lectrosonics/ Wed, 14 May 2025 11:43:47 +0000 https://musicaemercado.org/?p=221567 The Freedman Group adquire Lectrosonics

Empresa matriz da RØDE, Mackie e Aphex, entre outras, incorpora fabricante norte-americana Lectrosonics, referência em sistemas UHF. O grupo australiano The Freedman Group, proprietário de marcas renomadas como RØDE, Mackie, Aphex, SoundField e Event Electronics, anunciou a aquisição da norte-americana Lectrosonics, referência mundial em sistemas de áudio sem fio para aplicações profissionais.Fundada em 1971, com […]

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The Freedman Group adquire Lectrosonics

Empresa matriz da RØDE, Mackie e Aphex, entre outras, incorpora fabricante norte-americana Lectrosonics, referência em sistemas UHF.

O grupo australiano The Freedman Group, proprietário de marcas renomadas como RØDE, Mackie, Aphex, SoundField e Event Electronics, anunciou a aquisição da norte-americana Lectrosonics, referência mundial em sistemas de áudio sem fio para aplicações profissionais.
Fundada em 1971, com sede no estado do Novo México (EUA), a Lectrosonics tornou-se líder global em tecnologia de áudio sem fio UHF para cinema, broadcast e teatro. Reconhecida pela confiabilidade e excelência técnica, a empresa recebeu um Oscar Técnico (Academy Award) em 2017 pela inovadora Digital Hybrid Wireless Technology, consolidando-se como escolha preferida de engenheiros de áudio em todo o mundo.

Movimento estratégico para expansão global

“Estamos muito felizes em receber a Lectrosonics na família The Freedman Group”, afirmou Peter Freedman AM, fundador e proprietário do grupo. “Por décadas, a Lectrosonics simbolizou o mais alto desempenho e confiabilidade no áudio sem fio profissional. O compromisso deles com a qualidade se alinha perfeitamente com nossos valores e fortalece nossa posição como líderes mundiais em soluções de áudio.”
Os detalhes financeiros da operação não foram divulgados. O acordo inclui a marca, todo o portfólio de propriedade intelectual, as instalações da empresa em Rio Rancho, Novo México, bem como equipamentos e maquinário de produção. A Lectrosonics seguirá operando de forma independente, mantendo sua equipe de gestão atual para preservar a identidade da marca e o relacionamento com seus clientes. A transação foi conduzida pela PwC, representada por Troy Porter e James Hocking, com Mediabridge Capital Advisors assessorando a Lectrosonics.

Expansão e perspectivas futuras

“Entrar para o The Freedman Group marca um novo e empolgante capítulo para a Lectrosonics”, afirmou Wes Herron, presidente da empresa. “Com o alcance global do grupo e uma paixão compartilhada por excelência em áudio e fabricação interna, pretendemos acelerar o desenvolvimento de novos produtos e ampliar nossa presença no mercado, mantendo o padrão de qualidade que sempre nos diferenciou.”
Herron ainda comentou: “Recebemos propostas de diversas grandes empresas do setor ao longo dos anos, mas a RØDE foi a única que realmente compartilhou nossa visão. Estamos muito animados em dar esse próximo passo juntos.”
Para Damien Wilson, CEO do The Freedman Group, a integração foi natural: “As trajetórias da Lectrosonics e da Freedman têm muitas similaridades: inovação, independência de produção e respeito pela comunidade criativa. Juntos, vamos redefinir o mercado de áudio sem fio.”

Portfólio ampliado de soluções para áudio profissional

Com a aquisição, o The Freedman Group amplia ainda mais seu portfólio global, oferecendo novas oportunidades de crescimento, inovação e diversidade em fabricação tanto na sede australiana como nas operações dos EUA.
O grupo se consolida como uma das empresas mais completas de áudio profissional do mundo, somando agora a Lectrosonics às suas marcas já reconhecidas: RØDE (microfones e equipamentos de áudio), Mackie (som ao vivo), Aphex (processamento de sinal), SoundField (microfones ambisônicos) e Event (monitores de estúdio).

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Harman promove reestruturação na América Latina e anuncia novos líderes para a região https://musicaemercado.org/harman-promove-reestruturacao-america-latina/ Tue, 13 May 2025 11:09:57 +0000 https://musicaemercado.org/?p=221888 Bruno e Adriana, da Harman

Bruno Moura assume como Vice-presidente e General Manager da nova divisão Latino-americana para Professional Solutions e Adriana Ochoa é a nova Diretora Comercial no Brasil. A Harman Professional Solutions, referência global em tecnologia com marcas nos setores de áudio, vídeo, iluminação e controle, anunciou uma importante reestruturação em sua operação na América Latina, acompanhada da […]

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Bruno e Adriana, da Harman

Bruno Moura assume como Vice-presidente e General Manager da nova divisão Latino-americana para Professional Solutions e Adriana Ochoa é a nova Diretora Comercial no Brasil.

A Harman Professional Solutions, referência global em tecnologia com marcas nos setores de áudio, vídeo, iluminação e controle, anunciou uma importante reestruturação em sua operação na América Latina, acompanhada da nomeação de dois executivos para cargos estratégicos.

A reorganização unifica as sub-regiões da América Central e América do Sul, criando uma única estrutura de soluções profissionais para a América Latina. A nova divisão será liderada por Bruno Moura, promovido ao cargo de Vice-presidente e General Manager para Harman Latam Professional Solutions. Moura se torna o principal executivo da região, responsável por áreas como vendas, marketing, finanças e operações.

“Essa mudança visa otimizar as sinergias e ampliar o alcance da marca em toda a América Latina. Estou muito entusiasmado em assumir essa posição e liderar a operação em um momento de grandes oportunidades para o setor profissional”, destacou Bruno Moura.

Adriana Ochoa assume nova diretoria de vendas no Brasil

Outra nomeação importante foi a de Adriana Ochoa, que passa a ocupar o cargo de Diretora Nacional de Vendas para o Brasil. Ela será responsável por liderar as estratégias de vendas no canal retail, além de atuar em ações ligadas a marketing, gerenciamento de produto, e-commerce e planejamento comercial.

“Continuarei focada no segmento de varejo, cuidando do budget, previsão de vendas e toda a estratégia relacionada ao canal. Também assumo a responsabilidade pelo site da área profissional da marca, garantindo a atualização e organização de conteúdos, características técnicas e diretrizes comerciais”, explica Adriana.

Ela também reforçou que terá participação ativa no relacionamento com fornecedores internacionais, incluindo viagens a eventos e reuniões na China com o gerente de produto para definição de novas ações para o mercado brasileiro. “A diretoria foi criada para atender uma demanda específica do negócio de áudio, onde passo a ser responsável por uma fatia importante do portfólio da empresa”, conclui.

Com as mudanças, a Harman busca fortalecer ainda mais sua presença e atuação em mercados estratégicos na América Latina, ampliando seu compromisso com inovação, serviço e proximidade com clientes e parceiros.

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