Roland Corporation tem novo presidente

Roland Corporation tem novo presidente

por 04/04/2013

O engenheiro Jun-ichi Miki assume o comando internacional. No Brasil, a empresa finaliza o processo de separação das unidades Roland DG Brasil e Roland Brasil, sua divisão musical

Desde a última segunda-feira (01/04), a Roland Corporation, sediada no Japão e dirigindo unidades em todo mundo, tem um novo presidente: o engenheiro Jun-ichi Miki (foto).

Desde 1977 atuando na Roland, o executivo já passou por diversas áreas, principalmente, nas concernentes ao desenvolvimento de produtos, com destaque para os sintetizadores XP e JV, as placas de expansão SRX, os pianos digitais HP-2700, FP-8, o cravo digital C-30 e, mais recentemente, o V-Combo VR-09.

Em 1994, Miki tornou-se diretor conselheiro da Roland Corporation, ampliando sua atuação com foco nos produtos em diferentes unidades de produção da empresa pelo mundo. “Ao assumir a presidência da Roland Corporation, Jun-ichi Miki dará continuidade ao desenvolvimento de produtos inovadores e que atendam aos anseios dos consumidores. Valores, que aliás, acompanham a Roland desde sua fundação”, diz a nota oficial de apresentação do novo presidente.

Roland Brasil

Outras mudanças marcam um novo momento da empresa no País: a Roland finalizou a separação de suas duas divisões Roland DG – que foca em tecnologia para impressoras, artes gráficas e plásticas, entre outras – da Roland Brasil, com foco no segmento musical. 

O processo de separação foi concluído em março e vinha sendo desenrolado há cerca de um ano. “A divisão foi necessária levando-se em consideração o rápido crescimento das duas divisões e a diferença dos segmentos de negócios. Desde o início do processo de separação, foi definido que Takao Shirahata permaneceria como presidente da Roland Brasil, enquanto a presidência da Roland DG Brasil passaria a ser de responsabilidade de Celso Bento, que já atuava como vice-presidente da empresa”, informou a comunicação oficial.

Para Shirahata, a atuação de Bento foi essencial para a expansão das duas empresas: “Como vice-presidente, ele passou a olhar a empresa como um todo, sendo o meu parceiro e interlocutor tanto no dia-a-dia como nos momentos importantes de decisão. Ele me ajudou a formar os atuais líderes da Roland – seja na Musical, seja na DG”, concluiu o CEO da Roland no País.

Fonte: www.roland.com.br

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