Produtos: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/produtos-2/ A música sob o viés do trabalho e negócios Tue, 28 Dec 2021 15:13:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Produtos: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/produtos-2/ 32 32 Spitfire LCO – uma biblioteca acessível para a criativa escrita de cordas orquestral https://musicaemercado.org/spitfire-lco-uma-biblioteca-cordas-orquestral/ Tue, 01 Aug 2017 10:47:18 +0000 http://musicaemercado.org/?p=47295 Spitfire LCO

Até orquestras estão tendo uma nova opção de rendimentos com a computer music. A biblioteca do Spitfire LCO não nos deixa mentir. Confira. Em 1988 no Festival de Inverno de Campos do Jordão em S.Paulo, Conrado Silva – engenheiro acústico, compositor e então meu mestre – apresentou aos participantes um velho Macintosh rodando software sequenciador, […]

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Spitfire LCO

Até orquestras estão tendo uma nova opção de rendimentos com a computer music. A biblioteca do Spitfire LCO não nos deixa mentir. Confira.

Em 1988 no Festival de Inverno de Campos do Jordão em S.Paulo, Conrado Silva – engenheiro acústico, compositor e então meu mestre – apresentou aos participantes um velho Macintosh rodando software sequenciador, com músicas sinfônicas.

Spitfire LCOLigeiro pânico tomou conta dos músicos, maestros e alunos, até que se explicasse melhor sobre a impossibilidade da máquina roubar seus empregos. De lá até hoje, muita coisa mudou, e até orquestras estão tendo uma nova opção de rendimentos com a computer music.

A criação das OSL – Orchestra Sample Libraries, já foi estudada pela Hanover University of Music, Drama & Media em 2014, em testes feitos online, nos quais ouvintes sem experiência se mostraram incapazes de diferenciar os timbres de uma orquestra de verdade dos das OSL.

Já dos ouvintes mais experientes, entre 72 e 68% conseguiram diferenciar o real do virtual. Isso aponta para o uso dos timbres virtuais nas produções mais populares, como a de games, pop e outros segmentos não eruditos.

A evolução do protocolo MIDI, e o desenvolvimento da técnica de áudio, proporcionam hoje, além da possibilidade de compositores e arranjadores testarem seus trabalhos antes de gravar, o pagamento deste trabalho, e outros benefícios financeiros a quem participa das tomadas de som, mixagens, masterizações e outras etapas que são partes na produção das conhecidas bibliotecas de timbres, de todos os gêneros, estilos e variações, inclusive o erudito, ampliando o campo de trabalho das orquestras.

É o caso da inglesa Spitfire Audio, que reuniu compositores, produtores e engenheiros para otimizar a amostragem digital de instrumentos de orquestra, com uma crescente rede de distribuição que envolve o pagamento de royalties, baseados na vendagem, aos músicos, técnicos de som e todos os participantes do projeto.

A empresa é a segunda maior contribuidora da UNICEF via o projeto JustGiving.com, permutando samples por doações, além de remunerar com justiça os músicos.

Essa política de pagar os royalties, e acima da média, atraiu a nata dos músicos britânicos, para gravações quase sempre no Air Studios, onde foram produzidas as trilhas para filmes como Gladiator, Harry Potter, séries como Downton Abbey & Poirot, Imagined Occasions, além, óbvio, de bandas e artistas como Coldplay, Radiohead, Paul McCartney, George Michael e Muse, e orquestras como a London Contemporary Orchestra, ganhadora do prêmio da Royal Philharmonic Society Music em 2015.

Spitfire LCO

Gravação da biblioteca do Spitfire

A Spitfire lançou uma biblioteca chamada LCO – London Contemporary Orchestra / Strings, de custo relativamente acessível e com os recursos suficientes para quem está começando a lidar com arranjos para instrumentos de corda, ou mais precisamente quartetos de cordas – violino, viola, violoncelo e baixo.

Foram gravados 6 violinos, 4 violas, 3 violoncelos e 2 baixos em oitavas, com cerca de 100 articulações no sistema que batizaram de “Detuned Open String”.

Para cada articulação foram usadas 2 posições de microfone (Close e Room), 2 mixagens individuais estéreo (Full e Pumped), 2 edições adicionais em FX analógico, e reverb integrado e adaptado à sala, com controle pelas 3 GUIs: Overview Panel, com acesso esperto às articulações, mixagens de microfones e controles essenciais; General Controls Panel, um painel UI com foco nas alturas e intensidades e a The Ostinatum; dispositivo nem arpejador nem sequencer, um novo e sutil construtor de padrões de execução.

Os responsáveis pelas gravações foram o engenheiro Joe Rubel e o produtor Stanley Gabriel, com articulações inéditas para a escrita de arranjos, em uma paisagem composicional também inovadora. Eles estimularam os músicos em gravações tidas como “impossíveis” sem o auxílio de tecnologia.

A LCO foi formada em 2008 pelos diretores artísticos Robert Ames e Hugh Brunt, e a biblioteca requer 28.1 Gb de espaço em HD (56.2 Gb durante instalação) dos 45.7 Gb (wave sem compressão) das 42.094 amostras.

Spitfire LCO

Atestando a finalidade para a qual foi criada – ser a biblioteca inicial para novos e criativos arranjadores – escolhi para o teste um aluno meu já há dois anos, Júlio Henrique de Cezaro, que vem se destacando pela sua capacidade de criar com hardware básico e uma DAW geralmente usada para música eletrônica (Fruit Loops). Ele usou algumas outras amostragens, mas se baseou na LCO para a obra que batizou simplesmente de Orchestra, cujo link aqui está à disposição para avaliarem autor e biblioteca.

Júlio fala sobre o seu trabalho: “O processo de sequenciamento da orquestra foi natural e intuitivo, principalmente por se tratar de uma biblioteca onde o arranjador tem o total controle do timbre dos instrumentos. Pude escolher trabalhar tanto com sonoridades mais orgânicas, quanto simulações de grandes ambientes, isso me ajudou a definir o timbre de certos instrumentos e colocar outros em segundo plano.” Além da produção musical, ele é aluno da Escola Pública de Música de Farroupilha, e segue o relato:

“Sempre que sequencio arranjos com o intuito de soarem realistas, levo em consideração a humanização das notas MIDI, lembrando que um som “matemático”, onde o ataque das notas começa exatamente ao mesmo tempo e com a mesma intensidade, nem sempre “engana” os ouvidos.

Além disso, foi muito importante o uso das articulações entre notas, acho sempre interessante usar e abusar do mais comum “staccato” até certos efeitos cinemáticos.” Foi usado um PC com Win10/64 bits, e 12 Gb de RAM.

30 anos depois dos músicos de Campos do Jordão terem ficado apreensivos com a possibilidade de perderem seus empregos para um computador, se chega à conclusão de que sem a presença real do arranjador e do músico a música não acontece sozinha. E mais: abriu-se um novo campo de trabalho, nas gravações, distribuição dos arquivos e sua comercialização, incorporando mais cargos na cadeia produtiva da indústria da música, sem exageros capitalistas, como nos dá o exemplo a Spitfire Audio.

Confira: www.spitfire.com

 

 

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Review Microfones Waldman S-870, S-580 e S-350 https://musicaemercado.org/review-microfones-waldman/ Wed, 08 Feb 2017 12:50:24 +0000 http://musicaemercado.org/?p=45314 Microfones waldman

Microfones Waldman mostraram-se com grande vantagem pelo custo-benefício e indicado para performance ao vivo.  Os microfones Waldman são produtos OEM que a Equipo, empresa proprietária da marca, terceiriza produção em fábricas asiáticas. A sigla OEM significa “Original Equipment Manufacturer”, que em português quer dizer “Fabricante Original do Equipamento”. Isto não significa que sejam necessariamente melhores ou piores que […]

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Microfones waldman

Microfones Waldman mostraram-se com grande vantagem pelo custo-benefício e indicado para performance ao vivo. 

Os microfones Waldman são produtos OEM que a Equipo, empresa proprietária da marca, terceiriza produção em fábricas asiáticas. A sigla OEM significa “Original Equipment Manufacturer”, que em português quer dizer “Fabricante Original do Equipamento”. Isto não significa que sejam necessariamente melhores ou piores que outros. Produtos fabricados em empresas terceirizadas devem obedecer a uma norma técnica de quem os contrata. Vale dizer que até a Apple se utiliza de fábricas de terceiros para fazer seus iPhones. 

No mercado da música, a lista de empresas que trabalha com produtos OEM é bem grande. Entre tantas marcas, podemos citar a Fender, a Samson, a Yamaha, a Sony e muitas outras.

Com a experiência adquirida em anos de trabalho no mercado de áudio e instrumentos musicals a direção da Equipo decidiu apostar em uma marca própria, a Waldman. Música & Mercado convidou os técnicos do Estudio ao Vivo Produção Musical para avaliar o microfone Waldman  S-870, S-580 e S-350. Vamos aos resultados.

Microfone Waldman S-870

Recebemos o microfone Waldman S-870 super cardióide exatamente como se fosse comprado por um consumidor. O produto vem na embalagem padronizada, bem desenhada com as cores da empresa e detalhamento técnico. Percebe-se que sua característica de design é retirada do consagrado SM 87, da Shure. Mesmo assim, a linha da Waldman tem personalidade. Visto que a empresa investiu em um site completo, com informações relevantes, entre outros.

waldman-microfone-s870-

Carcaça e acabamento

Tem uma qualidade boa, bem acabado, porém não sabemos a durabilidade em razão do tempo de teste. Marcas renomadas enfatizam muito a durabilidade do produto. No caso, pelo tempo destinado ao teste, não foi possível medir a resistência ao impacto, durabilidade da tinta entre outros. 

Qualidade sonora do microfone Waldman S-870

Medido com ruído rosa o microfone apresenta um low pass até 64db, na região de médio tem uma perca de -6db no mínimo, de 1k a 3.5k, acima de 10k houve um slope 24db.

No uso diário o microfone atendeu a necessidade para ensaios, tendo uma boa qualidade sonora, mas não é recomendado para utilização em gravação, sendo sua aplicação mais voltada para o som ao vivo.

Ruído Pink Noise

Microfone Waldman

Teste de ruído Pink Noise no microfone Waldman S-870

Teste com voz

microfone Waldman

Teste de voz no microfone Waldman S-870


Microfone Waldman S-580

Medindo a resposta de freqüência do microfone cardioide da Waldman S-580 com Pink noise e teste de voz, percebemos que o microfone começa a responder  nos graves por volta de 80Hz / 100Hz. 

microfone Waldman S-580 tem uma certa homogeneidade até 600Hz / 800Hz na região dos médios de 900Hz até 2k / 3k temos uma atenuação significativa. Percebemos também um ganho na região dos agudos de 3,5K até 11K e um slope de mais ou menos -16db nas altas de 12k / 13k até 20k.

Desempenho bom para aplicações ao vivo, em ensaios e pequenas apresentações.

Microfone S-580

Carcaça e Acabamento

Tem uma qualidade boa, bem acabado, porém não sabemos a durabilidade em razão do tempo de teste. Basicamente podemos replicar o que foi dito no modelo S-870. Semelhança com o SM58 em relação de acabamento e carcaça.

Ruído Pink Noise

microfone waldman

Teste de voz

microfone waldman


Microfone Waldman S-350

Médio com Pink Noise e teste voz percebemos que o microfone microfone cardioide da Waldman começa a falar bem a partir de 100Hz e mantém a homogeneidade até 900Hz na região dos médios de 1K até 3K a uma atenuação de -6db e na região das altas notamos um ganho na região de 3,5K até 10K assim isso a um slope na região de 11k / 12k a 20K de -16db.

Um bom microfone, sendo indicado para aplicações básicas.

Carcaça e acabamento

Tem uma qualidade boa, bem acabado, porem não sabemos a durabilidade em razão do tempo de teste.  Conexão XLR não se mostrou resistente no teste.

microfone waldman

Ruído Pink Noise

microfones waldman

Teste de voz

microfone waldman


O diferencial entre os 3 modelos de microfones Waldman:

Concluímos que os microfones tem uma aparência boa, acabamento íntegro com o perfil do produto, com qualidade boa para aplicações ao vivo em circunstancias amador e semi-profissional.

Pontos positivos:

  • O microfone Waldman pode ser usado em ensaios, igrejas, bares, por sua qualidade de captação e sonoridade (timbre), porém, sendo essas aplicações básicas.
  • Preço acessível pra a compra do equipamento.

Pontos Negativos:

  • Microfone Waldman não apresenta características de qualidade para ser utilizado em ensaios profissionais, gravação, captação sonora.

 

[toggles title=”Texto oficial dos Microfones Waldman”]

ESPECIFICAÇÕES DO PRODUTO

• Pack com 3 microfones: S-870 / S-580 / S-350
• Inclusos: 3 cachimbos e 3 Pouch Bags

>> S-350

• Sensibilidade: -52 dB
• Impedância: 600Ω ± 20% @ 1kHz
• Resp. de Frequência: 70 Hz – 16 kHz

>> S-580

• Sensibilidade: -51.5 dB
• Impedância: 600Ω ± 20% @ 1kHz
• Resp. de Frequência: 70 Hz – 16 kHz

>> S-870

• Sensibilidade: -51 dB
• Impedância: 600Ω ± 20% @ 1kHz
• Resp. de Frequência: 70 Hz – 18 kHz

CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

Nesse PACK você tem o melhor dos continentes Americano e Alemão em 3 microfones distintos para VOCAL.

Os Microfones WALDMAN S-350, S-580 e S-870 (linha STAGE) são microfones dinâmicos cardióides (S-350 e S-580) e supercardióide (S-870) de alta potência, em construção metálica rígida e robusta para aguentar “qualquer situação de uso”.

O S-580 foi projetado exclusivamente para uso vocal em palcos profissionais, ensaios, palestras e gravações em estúdio. O design e “shape” americano desse tipo de microfone o tornaram a referência mundial na indústria de sonorização por décadas, desbancando outros formatos de captação. Sua resposta vocal é customizada para cantar ou discursar, em qualquer situação. Devido à sua construção engenhosa, o S-580 oferece uma filtragem esférica integrada que minimiza os barulhos de respiração, bem como o famoso ruído “pop”.

Diferentemente dos outros microfones com aplicações variadas, tanto o S-870 como o S-350 foram desenvolvido exclusivamente para atividades VOCAIS, sejam para uso em palcos profissionais (ao vivo), ensaios, palestras ou até mesmo em gravações de estúdio. Sua resposta vocal é customizada para cantar profissionalmente em qualquer situação.

Devido à sua construção engenhosa, o S-870 oferece um filtro integrado de dois estágios que minimiza os barulhos de respiração, bem como o famoso ruído “pop”.

Os padrões de captação unidirecional (cardióide) do S-580 isolam a fonte principal de som a ser captada, minimizando o ruído indesejável que vem em segundo plano (background noise). Enquanto que o S-870 e o S-350 oferecem maior rejeição à fontes sonoras indesejáveis (hum, background noise, etc.) além de mínima coloração na equalização dos timbres vocais (off-axis).

Excelentes desempenhos, confiabilidade e diversidade de aplicações fazem deste PACK VOCAL ideal dos microfones sendo a escolha de artistas, produtores e engenheiros de som em todo o mundo.

Contam, respectivamente, com as cápsulas WALDMAN W-35s, W-58s e W-87s, especialmente projetadas e desenvolvidas por um time de engenheiros de som no maior polo industrial de microfones do mundo.

A performance desses 3 microfones não são afetadas até mesmo em situações de extrema manipulação por parte de quem o utiliza, seja em aplicações ao ar livre ou mesmo dentro de locações, em função de sua construção robusta.

Por serem profissionais, tanto o S-350 como o S-580 mantêm o padrão TRUE CARDIOID (enquanto que o S-870 mantém o padrão TRUE SUPERCARDIOID) ao longo de suas extensas faixas de frequências. Isto assegura um alto ganho antes de qualquer realimentação de microfonia (ou seja, é anti-feedback = anti-microfonia), além de precioso isolamento vindo de outras fontes sonoras adjacentes e mínima coloração na equalização dos timbres (off-axis).

Recursos do S-350
• Padrão de captação cardióide altamente direcional para qualquer situação vocal
• Equalização customizada para atividade vocal
• Bobina de compensação de “hum” desenvolvida especialmente para isolamento de ruído
• Minimiza a transmissão de ruídos mecânicos e vibrações
• Excelente relação sinal-ruído
• Rejeição coerente à microfonias
• Bem resistente ao desgaste e uso abusivo devido à sua confecção com materiais e componentes de alta qualidade
• Acompanha bolsinha de transporte em couro (pouch bag) e cachimbo (adaptador de pedestal) com extensa rotação

Recursos do S-580
• Resposta de frequência customizada para vocais, com brilho nas frequências médias e atenuação de graves (bass roll-off) para controlar o efeito de proximidade junto à sua cápsula
• Padrão de captação unidirecional (cardióide) que isola a fonte principal de som a ser captada
• Sistema “shock mount” pneumático avançado que minimiza a transmissão de ruídos mecânicos e vibrações
• Magneto exclusivamente desenvolvido para a garantia de ótima relação sinal-ruído
• Filtro “Pop” e esférico
• Bem resistente ao desgaste e uso abusivo devido à sua confecção com materiais e componentes de alta qualidade
• Acompanha bolsinha de transporte em couro (pouch bag) e cachimbo (adaptador de pedestal) com extensa rotação

Recursos do S-870
• Padrão de captação supercardióide altamente direcional
• Oferece “roll-off” controlado nas frequências baixas (graves)
• Suscetibilidade extremamente mínima em RF (Radio Frequency) e “Hum” magnético
• Minimamente afetado pela variação de impedância de carga
• Filtro “Pop” e “Wind” integrados
• Sistema “shock mount” pneumático avançado que minimiza a transmissão de ruídos mecânicos e vibrações
• Magneto exclusivamente desenvolvido para a garantia de ótima relação sinal-ruído
• Bem resistente ao desgaste e uso abusivo devido à sua confecção com materiais e componentes de alta qualidade
• Acompanha bolsinha de transporte em couro (pouch bag) e cachimbo (adaptador de pedestal) com extensa rotação

– Produtos desenvolvidos no maior polo industrial do Mundo junto a um time de engenheiros e designers com expertise intensa no segmento de áudio profissional (trabalhando para as marcas mais importantes do planeta) – U.S.A. DESIGN

– Produtos que contam com extenso processo de controle de qualidade WALDMAN – com profissionais espalhados por todo o continente asiático e no Brasil – para lhe assegurar a performance sonora encontrada somente nas melhores marcas do mundo, mas com um custo honesto. Afinal de contas, a WALDMAN é dirigida e capitaneada, há mais de 20 anos, por
músicos profissionais que conhecem cada minúcia do mercado musical – do backstage produtivo ao Mainstream artístico.

A Waldman, além de estabelecer um padrão rigoroso na inspeção de produção dos seus produtos no maior pólo industrial do mundo, ainda faz questão de lhe oferecer 1 ano de garantia pois confia em seus produtos e sabe que é um fator importante para você.

Isso sem contar com o preço super atrativo e que só acontece porque a Waldman quer retribuir a você todos os benefícios da alta escala de produção. Nada mais justo – quanto mais produtos Waldman você adquire, mais a Waldman produz, mais acessível o preço fica e isso é revertido 100% à você.

Já nos primeiros 3 anos após a introdução de WALDMAN no território Brasileiro, contabilizou-se mais de 300.000 consumidores satisfeitos com nosso extenso portfólio de produtos dentro dos segmentos de Áudio Profissional, Instrumentos Musicais e Acessórios, DJ, Iluminação e Eletrônicos (Consumer/Licensing), disponibilizados em centenas de modelos e produtos e, a cada ano, temos mais novidades e mais consumidores satisfeitos, como você – venha fazer parte desse time.

A Waldman apoia a musicalização nas escolas de todo o Brasil e é a favor da formação profissional de músicos e bandas brasileiras.

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Relatório elaborado pelos técnicos de áudio

Fábio de Campos Neto e Robson de Sousa Nascimento do Estudio ao Vivo Produção Musical Ltda | www.estudioaovivo.com.br

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Behringer lança a primeira interface para realidade aumentada https://musicaemercado.org/behringer-lanca-a-primeira-interface-para-realidade-aumentada-do-sintetizador-deepmind-12/ Wed, 05 Oct 2016 22:06:23 +0000 http://musicaemercado.org/?p=44048 Behringer

Behringer lança a primeira interface para realidade aumentada do sintetizador DeepMind 12 Já há anos a Behringer vem trabalhando em tecnologias de ponta. Vale dizer que a empresa revolucionou o mercado de mesas digitais com a X32 e tem investido em uma fábrica de altíssima tecnologia na China . Se você ainda é cético sobre isto, […]

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Behringer

Behringer lança a primeira interface para realidade aumentada do sintetizador DeepMind 12

Já há anos a Behringer vem trabalhando em tecnologias de ponta. Vale dizer que a empresa revolucionou o mercado de mesas digitais com a X32 e tem investido em uma fábrica de altíssima tecnologia na China . Se você ainda é cético sobre isto, leia mais matérias no final desta nota.
No dia 04 de outubro, a empresa de Uli Behringer lançou uma interface para realidade aumentada para seu poli sintetizador DeepMind 12.

A idéia é muito parecida com o Google Glass, os famosos óculos do Google, porém os óculos Behringer permitem interagir com o sintetizador de uma forma única, ativando recursos e expandindo a forma de fazer música com uma gestualidade inexistente  – até então, fundindo elementos virtuais com o real.

Leia também:

Importante mencionar que a realidade aumentada não deve ser confundida com a realidade virtual. A realidade aumentada dá condições da pessoa que se utiliza do óculos para enxergar e manusear elementos virtuais do sintetizador.

Behringer

Behringer Hololens: realidade aumentada e criatividade

Holografia, magia ou ficção em tempo real?

É a primeira vez em que a realidade virtual se aproxima desta forma com os instrumentos musicais. Ao assistir o vídeo acima, você verá que as notas, ondas sonoras e funções do sintetizador DeepMind 12 podem tem interação como nunca antes.

A impressão mais aproximada seria de uma imagem holográfica projetada sobre a superfície real, no caso o óculos possibilita explorar partes do sintetizado muito além dos botões.

Vale dizer que, quando não se usa o óculos, a impressão que se tem do músico que o utiliza é um pouco, digamos, estranha. Mas isto é mero preconceito. O que vale é a diversão.

O produto ainda não está disponível no mercado e pouco se sabe quando será lançado, mas com certeza se sabe que a Behringer não está para brincadeira.

 

Behringer

Virtual se funde com o físico: novas possibilidades e interação

 

 

Leia a entrevista com Uli Behringer

 

 

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Compressores: para que servem e como funcionam? https://musicaemercado.org/compressores-para-que-servem-e-como-funcionam/ Fri, 03 Jun 2016 16:51:45 +0000 http://musicaemercado.org/?p=42323 Compressores: para que servem e como funcionam?

Pouca gente parece saber como funciona, de fato, um compressor. Eu mesmo só aprendi a utilizar esse recurso depois de muitos anos de estrada, e ainda hoje continuo experimentando equipamentos de diversas marcas e modelos em busca do som ideal. Saiba mais agora!

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Compressores: para que servem e como funcionam?

Pouca gente parece saber como funciona, de fato, um compressor. Eu mesmo só aprendi a utilizar esse recurso depois de muitos anos de estrada, e ainda hoje continuo experimentando equipamentos de diversas marcas e modelos em busca do som ideal.

É com grande prazer que inicio este espaço aqui no portal Música & Mercado! Meu objetivo é trazer informações e conteúdo de utilidade, testados e aprovados ao longo dos 25 anos em que atuo nessa nossa indústria vital.

Resolvi começar por um assunto que ainda traz muitas dúvidas e um certo misticismo – pouca gente parece saber como funciona, de fato, um compressor. Eu mesmo só aprendi a utilizar esse recurso depois de muitos anos de estrada, e ainda hoje continuo experimentando equipamentos de diversas marcas e modelos em busca do som ideal.

O que é um compressor?

O Compressor de Amplitude Dinâmica, que é o utilizado em sinais de áudio, serve basicamente para diminuir o volume dos sons mais altos e aumentar o volume dos sons mais baixos do sinal. Ele atua estreitando a faixa dinâmica do som, diminuindo a diferença entre sons altos e baixos, essencialmente “achatando” o sinal. Quase todos os instrumentos podem se beneficiar do uso correto da compressão, que torna mais audíveis e estáveis os sinais dentro de uma mixagem, seja ao vivo ou no estúdio.


Normalmente os compressores têm controles muito similares, que por vezes variam na nomenclatura. Estes são os mais comuns:

Treshold (limite): é o controle que define a partir de que nível o volume do sinal deve ser reduzido. Um Treshold de -6dB, por exemplo, vai diminuir o volume apenas dos sinais que excedam este nível. Um Treshold de -30dB, consequentemente, vai ter uma atuação muito mais intensa no som, pois todo som acima deste nível será atenuado.

Ratio (razão): determina o quanto de ganho do sinal deve ser reduzido. Um Ratio de 2:1 vai reduzir o sinal excedente ao Treshold pela metade, em 8:1 vai reduzir o sinal excedente ao Treshold em oito vezes, etc. A partir de 20:1, considera-se a atuação como Limiter, ou seja, todo sinal será diminuído ao nível estabelecido no Treshold.

Attack (ataque): determina a velocidade de atuação do compressor. Um ataque mais rápido faz com que o sinal atinja mais rapidamente o nível estabelecido no Ratio. Um ataque entre 20 e 800 μs (microssegundos) é considerado rápido, e entre 10 a 100ms (milissegundos) é considerado lento.

Release (liberação): é o oposto do Attack, sendo o tempo que o sinal leva para ser descomprimido ao nível original.

Knee (articulação): diz respeito à curva de transição entre o sinal original e o comprimido, se é mais acentuada (Hard Knee) ou mais gradual (Soft Knee).

Output Gain ou Make-up Gain: refere-se ao sinal de saída do compressor. Tem como propósito compensar a eventual perda de volume do sinal pela aplicação de compressão.


 

Vale lembrar que nem todos os compressores possuem todos esses controles. Nestes casos, os valores são pré-configurados de fábrica e não podem ser alterados. No caso dos pedais, torna-se muito importante ajustar o volume de entrada, já que ele vai afetar drasticamente a maneira como o compressor atua.

Existem vários tipos de compressor – valvulados, ópticos, FET (Field Effect Transistor) e VCA (Voltage Controlled Amplifier). As características sonoras entre eles podem ser bem distintas, assim como os limites de suas funções. Tipicamente os compressores valvulados oferecem mais “coloração”, ou seja, alteram significativamente o timbre do instrumento, e é isso que torna os equipamentos vintage tão procurados.

Quando e como devo utilizar um Compressor?

Houve um tempo em que bons compressores eram exclusividade dos estúdios. Felizmente, hoje temos uma variedade enorme de excelentes equipamentos com preço acessível e qualidade excelente, especialmente na forma de pedais. Já há muitos anos o compressor se tornou presença constante na pedaleira de guitarristas e baixistas, e é nesse contexto que quero manter meu enfoque.

O compressor pode ser um grande aliado do músico na execução de diversas técnicas e estilos. Ao mesmo tempo, a falta de informação sobre a utilização correta do equipamento pode pôr tudo a perder. De modo geral, recomenda-se aplicar a compressão gradualmente, acrescentando mais de acordo com a necessidade.

Existem duas situações emblemáticas que servem de bons exemplos de compressão bem aplicada. O baixista americano Marcus Miller se vale da compressão para chegar no seu timbre de slap, referência para o mercado. Marcus se utiliza do famoso Distressor, da Empirical Labs, que é um compressor VCA com Soft-Knee, ou seja, transição gradual entre o sinal original e o comprimido. O Distressor não altera o timbre do instrumento, somente a gama dinâmica. Se ouvir atentamente o timbre de Marcus, vai perceber um certo “pulso” – essa é a atuação do compressor, atenuando notas mais fortes e aumentando notas mais baixas.

Distressor, da Empirical Labs

Distressor, da Empirical Labs: preferido pelo baixista Marcus Miller

 

Outro exemplo clássico é a guitarra funk. Geralmente usada com timbre limpo e uma quantidade considerada de compressão que ‘aperta’ o som, está presente em dezenas de músicas que você certamente conhece. Um dos maiores exemplos é a guitarra de Dean Parks em Billie Jean, de Michael Jackson.

pedal_compressor_NIGEm meu caso específico, o compressor fica ligado quase o tempo inteiro. Ele me ajuda a nivelar as notas mais fortes e fracas, tornando meu sinal de saída mais uniforme. Isso torna muito mais fácil a regulagem de ganho do amplificador, pois evita os picos de som que fazem o sinal clipar. Também deixa a execução de partes com muitas notas, ou com a técnica de tapping, mais confortável, sem que eu tenha que fazer força excessiva para que as notas estejam audíveis. Os pedais que utilizo são o Super Symmetry, da Darkglass Electronis e o Compressor, da NIG.

 

Super-SymmetryOutros exemplos de bons pedais compressores:

Aguilar TLC Compressor – Boss CS-3 Compressor Sustainer – Seymour Duncan Vise Grip – MXR Dyna Comp – Xotic SP Compressor – Keeley Compressor – Electro-Harmonix Soul Preacher – EBS MultiComp – TC Electronics Hyper Gravity – Digitech Main Squeeze

Estes pedais possuem nomenclaturas próprias para cada controle, e alguns deles têm funções extras que envolvem compressão por banda (compressão baseada na frequência do sinal), blend (mistura) entre o sinal original e o comprimido, etc.

No fim das contas, o que vale é ir até uma loja, testar e experimentar com diversos modelos e escolher aquele se se encaixa no seu orçamento e que oferece o som e função de que você necessita.

 

 

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O grande salto na qualidade dos pedais analógicos no Brasil https://musicaemercado.org/pedais-analogicos-no-brasil/ Fri, 01 Apr 2016 13:31:24 +0000 http://musicaemercado.org/?p=41315 O grande salto na qualidade dos pedais analógicos no Brasil

Talvez você ainda não tenha percebido, mas os pedais analógicos de guitarra no Brasil estão em pé de igualdade com os melhores no mundo Quem iniciou a sua carreira guitarrística nos anos 80 se deparou com a enorme dificuldade em comprar instrumentos de qualidade no Brasil. Em cidades do interior, por exemplo, era praticamente impossível encontrar […]

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O grande salto na qualidade dos pedais analógicos no Brasil

Talvez você ainda não tenha percebido, mas os pedais analógicos de guitarra no Brasil estão em pé de igualdade com os melhores no mundo

Quem iniciou a sua carreira guitarrística nos anos 80 se deparou com a enorme dificuldade em comprar instrumentos de qualidade no Brasil.

Em cidades do interior, por exemplo, era praticamente impossível encontrar um bom pedal de guitarra. A minha primeira aquisição foi um pedal de distorção que comprei através de uma revista de cifras e tinha um anúncio do equipamento e prometia a entrega pelos Correios. Recebi tudo direitinho, mas o som do dito cujo era “abelhudo”, “besourento”, “estridente” ou qualquer outro adjetivo que pudesse vir a qualificar um som sem corpo, rachado e com excesso de agudos.

Acrescentando-se a isso o fato de que eu e a maioria dos colegas da época não possuíamos um bom amplificador, muitas vezes a gente ligava na linha mesmo, vocês podem imaginar o som que rolava. A frustação era ainda maior, pois o rock nacional estava em pleno vapor e queríamos reproduzir aqueles sons que estavam nas paradas das rádios e no repertório da turminha de amigos. Tínhamos que compensar a falta de sustain no dedo mesmo.

Brasileiros em pé de igualdade

Além da quantidade e qualidade de informação oriundas com advento da internet e das revistas especializadas, temos que destacar o salto qualitativo na produção das empresas nacionais.

Tive a oportunidade de testar vários pedais de boutique das empresas NIG Music e Fire Custom Shop e a primeira vista  já percebemos o avanço substancial no design e na construção destes pedais, oferecendo material de alta qualidade, garantindo resistência e durabilidade aos produtos.

Posso atestar que esses produtos estão no mesmo nível de marcas internacionais de renome.


Se você procura por drives e distorções segue uma lista de pedais que testei e as suas principais características

 

NIG MUSIC

 

NIG_easy_drive_BoosterNIG Easy Drive’n Booster

Overdrive com pouco ganho, adequado para o blues ou até mesmo para solos clean com uma leve saturação que dá uma aquecida no timbre. Também pode ser utilizado como booster para o canal de distorção do seu amplificador ou para dar ganho em outro pedal de distorção.

 


pedal-nig-hot-drive-phd-overdrive-s-juros-172401-MLB20309171392_052015-FNIG Hot Drive

Um dos pedais que mais utilizo. É um overdrive de som encorpadíssimo, com valorização nos médios e graves. Se você desejar mais brilho, vou sugerir que use o controle de tone, quase no máximo. Ele possui três botões com controles de Drive, Level e Tone, sendo muito simples de timbrar.

 


pedal-nig-power-distortion-359011-MLB20454199442_102015-FNIG Power Distortion

Esse pedal é muito versátil e tem uma distorção poderosa, indo do rock ao heavy metal. Além dos controles de Distorção, Level e Tone, ele possui a chave HIGH, trazendo uma proeminência nos agudos, deixando o som mais espalhado. Essa chave ajuda muito, no caso de você se deparar com um amplificador muito abafado ou brilhante demais.

Os três pedais acima mencionados, são da linha pocket da NIG. Esta linha mantém a mesma qualidade de construção e material da outra linha da NIG, a Super (DUAL), que são pedais de duas funções.


shred_pro-NIG_pedalNIG Shred Pro

Pedal de distorção, da linha Dual com característica vintage, bem versátil e possui uma chave para seleção de 03 timbres distintos, além dos controles de Drive, Level, Bass, Mid e Treble. Utilizo com mais frequência as duas primeiras chaves e abro o botão de agudos até a posição 14h, para dar uma clareada no som, pois ele é muito encorpado.

 

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FIRE MUSIC

FIRE Overdrive

Peda_Fire_overdriveO overdrive da Fire é um pedal bem versátil, com uma excelente dinâmica e possibilidade de ir de uma leve saturação a um drive de peso. O pedal possui três botões, Volume, Gain e Tone e ainda, uma chave switch High e Low, onde vc pode acrescentar mais drive e dar ênfase aos médios e agudos. É outro pedal que está sempre presente no meu set.

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pedal_fire_ultimate_distortionFIRE Ultimate Distortion

É um pedal de distorção high gain, muito versátil e que garante timbres poderosos para sua guitarra. Possui 4 knobs: Volume, Gain, Shape, Tone. O botão Shape, funciona como um equalizador para os médios.

Temos muitas outras marcas no Brasil, fabricando pedais analógicos de qualidade. Esperamos que o país possa recuperar o seu dinamismo econômico e o mercado volte a se movimentar, pois dessa forma surgirão mais empresas de qualidade.

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E você? Já testou algum deles? Qual a sua opinião? Escreva aqui abaixo e participe.

 

 

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Review Fender Frontman 25r https://musicaemercado.org/fender-frontman-25r/ Sun, 28 Feb 2016 16:46:36 +0000 http://musicaemercado.org/?p=40859 Review Fender Frontman 25r

Review Fender Frontman 25r: O assunto é timbre? Então pra ele tamanho não é documento Muito timbre sim, pouco tamanho também. O Frontman 25r é um pequeno amplificador transistor de 25W RMS que resume a alma da Fender em todos os sentidos. Basta uma plugada pro guitarrista sentir que está diante de um clássico brilho […]

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Review Fender Frontman 25r

Review Fender Frontman 25r: O assunto é timbre? Então pra ele tamanho não é documento

Muito timbre sim, pouco tamanho também. O Frontman 25r é um pequeno amplificador transistor de 25W RMS que resume a alma da Fender em todos os sentidos. Basta uma plugada pro guitarrista sentir que está diante de um clássico brilho que o fará viajar a qualquer estação de rádio dos últimos 70 anos, só pra se ter uma noção da longevidade da marca.

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“É comum meus alunos e amigos se impressionarem com sua qualidade, principalmente pelo tamanho”

A Fender é umas das companhias norte-americanas de maior destaque mundial no que se refere a amplificadores e instrumentos de cordas.

Foi com ela que Hendrix incendiou o Woodstock no final dos anos 60, sem contar sua história antes das loucuras dessa década. Sua fundação foi em 1946, para ser mais exato, dando o start ao seu legado revolucionando a forma de se fazer música, e mais precisamente a música moderna como a conhecemos nos dias de hoje, e convenhamos, continua agradando a cada nova geração.

Fender Frontman 25r: o pequeno notável

Tenho esse ampli há pelo menos 3 anos e nesse tempo ele sempre resolveu muitas necessidades, desde aulas, ensaios, reviews até eventos ao vivo de menor porte. Antes do frontman 25r eu já conhecia o frontman 212r, que é da mesma linha porém maior, mas particularmente o timbre do Frontman 25r agrada mais, apesar de menor no tamanho e na potência.

Durante esse tempo com o Frontman pude experimentá-lo com diversas guitarras, pedais e cabos, e a personalidade Fender se mantém muito aparente, lembrando que o timbre é característico para quem realmente curte a sonoridade da marca, e sério, é muito comum meus alunos e amigos se impressionarem com sua qualidade, principalmente pelo tamanho.

Experiência própria

Algo interessante é que o amplificador trabalha bem com baixos ou com altos ganhos (de drive/distorção) e nem tanto com médios ganhos, engraçado não é?

Veja bem, utilizando uma guitarra com single em um pedal de drive o som fica incrível, já que é a mesma configuração nos rocks mais clássicos. Já uma guitarra com single, ligado a uma distorção de médio ou alto ganho, o som tende a perder definição, e dependendo da regulagem da distorção perde muita definição.

Review-Fender-Frontman-25r-4Porém, fiz um teste com o captador Extreme Hot da marca Sérgio Rosar (mini humbucker) usado em uma Telecaster e teve um desempenho incrível, com muita definição e estabilidade, também por ter usado corda de tensão 0.11 no instrumento. Isso quer dizer que os humbuckers, ou mini humbuckers fazem um bom casamento com o amplificador, nesse caso o Frontman respondeu muito bem a altos ganhos, pelo fato de um captador humbucker gerar mais estabilidade no som em distorções do que um captador single. Lembre-se de que estamos tratando de um amplificador transistor, certo?

Pontos importantes

O Fender Frontman 25r é notoriamente um pequeno clássico, com seu visual estilo vintage, detalhes cromados, logo Fender no tecido ortofônico muito bem acabado, além dos tradicionais knobs, fazendo jus a qualquer grande amplificador da marca.

Porém nem tudo nele é perfeito, mesmo sendo um Fender. Com seu pequeno tamanho também vem suas limitações.

Review-Fender-Frontman-25r-2Potência? nem pensar. Você não vai extrair grandes coisas com um falante de 10” e 25W RMS. Mas se a idéia é deixá-lo no seu quarto de estudos, seus vizinhos te ouvirão estudar guitarra. Num quarto pequeno você pode dar um show com o volume no 5 e sua mãe não vai ouvir a TV, mas essa qualidade de volume fica restrita ao estudo. Já no palco ela vai quebrar um bom galho, desde que seja microfonado e bem equalizado na mesa. Eu mesmo uso assim e garanto que funciona.

É importante apontar que o volume satura a partir do 5 no canal limpo, principalmente se o guitarrista curte usar bastante grave, como no meu caso.

Isso não é algo que o músico vai querer, é claro! Há situações em que isso pode ser inconveniente.

Porém há uma forma de driblar esse problema. Basta utilizar o canal sujo com o ganho da distorção do amplificador no volume mínimo, contando apenas o volume do canal para controlar a altura do som. Nesse caso o amplificador gera o efeito da válvula e duas coisas ocorrem: a primeira é corte das sobras de frequências parando de estourar o som, e segunda é que a sonoridade passa a ficar saturada no canal, dando a sensação de amplificador valvulado, melhorando em muito o desempenho do amplificador. Esse mesmo macete pode ser usado em qualquer transistor.

Outro ponto negativo do amplificador que é um padrão Fender como de outras marcas, é ter a voltagem apenas em 110V. Isso pode ser facilmente resolvido com um transformador. Se bem que uma tradicional chave de voltagem ajudaria, e muito.

Tá, legal! é um transistor. Mas, e se tivesse ao menos uma válvula, Vai!

Tudo bem, eu compartilho dessa tentação e desejo, mas lembre-se que o preço seria muito superior e seus 25W RMS já não se enquadraria mais tanto assim em um amplificador para estudo, sendo que esse é justamente o foco.

Vamos aos detalhes

O Fender Frontman 25r possui 25W RMS, transistorizado, 110V, 1 falante de 10” Fender (sem especificação de outra marca) e 11,4Kg. Nem leve, nem pesado. Na medida para um transporte tranquilo.

Entradas

Uma entrada P10 para guitarra mais duas entradas auxiliares, uma para footsweet para controle de drive externo e outra entrada RCA, para conexão de CD player, celular ou qualquer outro eletrônico compatível. Como vimos é um amplificador para estudo e é interessante esse recurso, mas não espere muito já que é apenas para um playback superficial, a caixa não tocará um som perfeito devido a ausência de um tweeter que reproduza bem os agudos.

Canais

  • 1 canal limpo (clean) com 1 controle de volume.
  • 1 canal sujo (drive) com 1 controle de volume mais 1 controle de ganho do drive.

É válido citar que esse canal possui um drive forte, dando uma boa sensação de fritada, mas com muita limitação. Não chega a ser uma distorção de alto ganho mas fornece uma boa curtida.

Review-Fender-Frontman-25r-5Reverb

O frontman possui um reverb digno de Fender. Sua extensão funciona para diversos estilos e oferece um bom clima e ambiência. Faz belo jogo com o drive, e se for bem combinado se toca um belo clássico plugando a guitarra direto no garoto.

Equalizador

Possui 3 vias de equalização, grave (que tem um belo e aparente corpo), médio (com bela definição sem muitos exageros) e agudos (que possui o característico brilho Fender).

Em todas as vias se nota as diferenças ao experimentar diversas regulagens e sua extensão de frequência é bastante significativo, o que é muito bom e isso tende qualquer guitarrista.

Quer saber se o Frontman 25r rola pra você?

O Fender Frontman 25r é indicado para alunos, estudantes de guitarra e para professores, além de servir muito bem em pequenos ensaios.

Outra indicação é sua aplicação em igrejas, já que o timbre do Frontman funciona muito bem com a vibe britânica que as igrejas tem adotado em suas músicas. Nesse caso, um microfone que envie o sinal para a mesa resolve a questão da baixa potência.

Não indicado para guitarristas com estilo mais pesado, principalmente se o guitarrista gosta ou depende de um amplificador de alta potência, o amplificador não suprirá essa necessidade. Mas é certo dizer que mesmo esses músicos devem curtir o Frontman 25r para estudos.

Prós: Timbre, peso e funções.

Contras: Ser apenas 110V e satura no som limpo.


 

Quer ouvir o som? Se ligue no video abaixo:

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Violão de Sete Cordas de Aço: presente como nunca! https://musicaemercado.org/violao-de-sete-cordas-de-aco-presente-como-nunca/ Fri, 26 Feb 2016 12:55:41 +0000 http://musicaemercado.org/?p=40830 Violão de Sete Cordas de Aço: presente como nunca!

Artistas do passado e presente instigam músicos a investirem na compra de violão 7 cordas. Saiba mais. A música brasileira tem destas coisas. Algumas ondas surgem, desaparecem, voltam… Mas alguns fundamentos jamais deixam de se fazer presentes. É o caso do violão de sete cordas de aço, que surgiu no início do século passado na música […]

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Violão de Sete Cordas de Aço: presente como nunca!

Artistas do passado e presente instigam músicos a investirem na compra de violão 7 cordas. Saiba mais.

A música brasileira tem destas coisas. Algumas ondas surgem, desaparecem, voltam… Mas alguns fundamentos jamais deixam de se fazer presentes. É o caso do violão de sete cordas de aço, que surgiu no início do século passado na música carioca, mas se firmou a partir da década de 1950 nas mãos do grande violonista Horondino Silva, o Dino 7 Cordas e rapidamente se espalhou por todo o Brasil.

Dino 7 cordas

Dino 7 Cordas: precursor dos violões 7 cordas

Dino não inventou o instrumento, mas criou uma forma de tocar que se tornou uma sólida escola na música brasileira. Suas milhares de gravações ao longo de quase seis décadas de trabalho fizeram do músico um recordista e uma referência. Gravou com todos os grandes nomes da musica brasileira de várias gerações, de Orlando Silva a Marisa Monte, de Inezita Barroso a Chico Buarque, de Luiz Gonzaga a Jacob do Bandolim. Foi presença quase

Rafael Rabelo

Rafael Rabelo

que obrigatória nos principais discos de choro, samba e muitos outros estilos.

O “Setão” firmou seu lugar na Música Brasileira, porém, a partir da década de 1980 muitos violonistas passaram a usar cordas de náilon. Isto proporcionou uma maior versatilidade ao instrumento, passando a ser uma variação do violão clássico com uma corda a mais. Abriu a possibilidade de ser um violão solista, uma vez que o sete de aço era

quase que exclusivamente acompanhador.

Surge em cena outro ícone do violão brasileiro: Raphael Rabello. Grande acompanhador e estupendo solista, dividiu sua alma entre os dois sete cordas: o de aço e o de náilon. Embora tenha nos deixado muito cedo, seu legado é riquíssimo.

Violão 7 cordas: aço ou nylon?

Qual a diferença entre esses instrumentos tão parecidos?

Até alguns anos atrás os construtores do violão de aço priorizavam a sonoridade na região mais grave, pois a “maneira Dino” de tocar, rica em baixarias, raramente explorava notas mais altas, ou acordes ao longo de todo o braço.

Por isso a grande maioria dos instrumentos disponíveis chegava a apresentar deficiência de timbre e principalmente de afinação nas regiões média e aguda. Além disso, o violão com cordas de náilon são mais fáceis de serem regulados, o que proporciona – a princípio – um maior conforto em termos de tocabilidade.




Por outro lado, se o sete cordas de náilon funciona muito bem enquanto solista e como acompanhador em formações camerísticas, o setão de aço é insubstituível em grupos mais densos, principalmente ao lado de maior massa sonora de instrumentos de percussão.

As cordas de aço proporcionam uma incrível penetração sonora que o permite enriquecer qualquer gravação ou apresentação ao vivo. Possui uma sonoridade característica que o náilon raramente atinge.

Na virada do século surge em cena um músico que irá provocar não só o retorno definitivo do sete cordas de aço, como também uma revolução na luthieria deste instrumento: Rogério Caetano. Este goiano que passou importante período da vida em Brasília e vive há uma década no Rio de Janeiro é hoje, sem dúvida, o grande nome do instrumento.

 Ótimo músico e ótimo instrumento

Rogerinho trabalha ao lado de praticamente todos os grandes nomes da música brasileira.

Acompanhador e solista assombroso, sua forma de tocar sintetiza as escolas de praticamente todos os seus antecessores e propõe uma evolução poucas vezes vista na música brasileira. Isto, além de enriquecer a música, traz também dois efeitos colaterais maravilhosos:

1º) O surgimento de uma legião de seguidores. A cada dia que passa aparecem excelentes instrumentistas que, sofrendo sua influência, solam, acompanham, harmonizam e improvisam de maneira ousada e apontam para novas fronteiras na música instrumental e na canção.

2º) A busca pela melhoria dos instrumentos, assim como de cordas, captadores, tarraxas e de tudo o que diz respeito ao tema. Afinal, se um grande piloto precisa de um grande carro, um grande violonista necessita de um grande violão. Eu e outros luthiers estamos nos empenhando no desenvolvimento desse novo desafiador instrumento. E os resultados saltam aos olhos – e aos ouvidos.




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Rogério Caetano: talento musical e influência para novas gerações de violonistas

O violão de sete cordas de aço está hoje absolutamente presente na música popular brasileira. Está em um patamar nunca antes visto. E quando eu penso que estamos apenas no meio do processo eu me pergunto: – Onde isso vai parar? E eu mesmo respondo: – Não vai parar.

Comparado ao violão clássico, este modelo de sete cordas de aço tem as dimensões da caixa um pouco maiores.

Os melhores resultados foram obtidos com as seguintes combinações:
– Tampo em Cedro Canadense, faixas e fundo em Jacarandá Indiano, escala elevada em Ébano
– Tampo em Abeto Europeu, faixas e fundo em Jacarandá Indiano, escala elevada em Ébano

 

 

 

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ProShows traz ao Brasil novos modelos das guitarras Washburn Parallaxe https://musicaemercado.org/guitarras-washburn-parallaxe/ Thu, 19 Nov 2015 20:44:27 +0000 http://musicaemercado.org/?p=39101 ProShows traz ao Brasil novos modelos das guitarras Washburn Parallaxe

A ProShows, distribuidora oficial da Washburn no Brasil, traz novos modelos das guitarras da série Parallaxe, a mais avançada da marca Dentro da série podemos encontrar modelos diferentes: o PXM e PXS com Double Cutaway, o PXL com design Single Cutaway e o PX-SOLAR, que leva a assinatura de Ola Englund. Os modelos Parallaxe contam com […]

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ProShows traz ao Brasil novos modelos das guitarras Washburn Parallaxe

A ProShows, distribuidora oficial da Washburn no Brasil, traz novos modelos das guitarras da série Parallaxe, a mais avançada da marca

Dentro da série podemos encontrar modelos diferentes: o PXM e PXS com Double Cutaway, o PXL com design Single Cutaway e o PX-SOLAR, que leva a assinatura de Ola Englund.

Os modelos Parallaxe contam com versões de 6, 7 e 8 cordas e algumas características especiais como: Sistema Buzz Feiten (para uma afinação mais precisa), captadores especiais, junção de braço Stephen Cutaway (a mesma da N4) em versão parafusada e set neck, ferragens Grover e um acabamento primoroso.

 

 

 

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Guitarras Schecter modelo Banshee Elite promete versatilidade e tocabilidade https://musicaemercado.org/guitarras-schecter-banshee-elite/ Wed, 11 Nov 2015 11:18:18 +0000 http://musicaemercado.org/?p=38735 Guitarras Schecter modelo Banshee Elite promete versatilidade e tocabilidade

Marca de guitarra Schecter promete versatilidade, inovação e facilidade para tocar no modelo Banshee Elite Buscando trazer as características do peso do metal, a série de guitarras Schecter modelo Banshee Elite – formada por onze modelos – tem corpo produzido em Ash, tampo de Maple flamado e uma construção de Maple/Walnut no braço. A Schecter Banshee Elite é oferecida em opções […]

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Guitarras Schecter modelo Banshee Elite promete versatilidade e tocabilidade

Marca de guitarra Schecter promete versatilidade, inovação e facilidade para tocar no modelo Banshee Elite

Buscando trazer as características do peso do metal, a série de guitarras Schecter modelo Banshee Elite – formada por onze modelos – tem corpo produzido em Ash, tampo de Maple flamado e uma construção de Maple/Walnut no braço. A Schecter Banshee Elite é oferecida em opções de 6, 7 e 8 cordas, dando também a opção de escolher uma ponte USA Hipshot Hardtail ou o sistema tremolo Floyd Rose 1500 Series, que apresenta partes de aço inoxidável. Também tem um novo push-in arm.

Uma das características da série de guitarras da Schecter modelo Banshee Elite é que vem equipada com um set de pickups humbucking elaborados a mão modelo USA SuperCharger da Schecter, com uma opção de pickups Sustainiac na posição do braço (Sustainiac só é oferecido nos modelos de 6 e 7 cordas).

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 Dê uma assistida no video abaixo e tire suas conclusões

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Guitarrista Richie Kotzen usa pedal Bobber Wah da Fire Custom https://musicaemercado.org/guitarrista-richie-kotzen-usa-pedal-da-fire-custom/ Mon, 09 Nov 2015 14:17:26 +0000 http://musicaemercado.org/?p=38879 Richie Kotzen_Pedal_fire_custom

O The Winery Dogs, power trio de rock formado em 2012 por Mike Portnoy, Billy Sheehan e Richie Kotzen tem agora a presença do pedal Bobber Wah, da Fire Custom Shop Marca brasileira de pedais para guitarra, Fire Custom está com motivo para se orgulhar. Seu pedal Bobber Wah está nas mãos, ou melhor, pés, do guitarrista do power […]

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Richie Kotzen_Pedal_fire_custom

O The Winery Dogs, power trio de rock formado em 2012 por Mike Portnoy, Billy Sheehan e Richie Kotzen tem agora a presença do pedal Bobber Wah, da Fire Custom Shop

Marca brasileira de pedais para guitarra, Fire Custom está com motivo para se orgulhar. Seu pedal Bobber Wah está nas mãos, ou melhor, pés, do guitarrista do power trio The Winery Dogs, Richie Kotzen.  “No ano passado, em 15 de outubro de 2014, o Kotzen veio ao Brasil e nós demos um pedal para ele.”, comenta Wagner Dorta, diretor da Fire Custom.”Ele ficou de testar em casa, porém na Argentina já começou a usar e não parou mais”, explica Dorta.

Mesmo não sendo endorsee da marca, o guitarrista já gravou o DVD solo e agora finaliza o trabalho com o The Winery Dogs com o pedal da Fire. Ponto pro Brasil.

Confira abaixo set de equipamentos do Richie Kotzen

Richie Kotzen Richie Kotzen Richie Kotzen Richie Kotzen_Pedal_fire_custom

 

 

 

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Violão Washburn WD10SCE entra na Série Heritage 10 https://musicaemercado.org/violao-washburn-heritage/ Fri, 06 Nov 2015 15:29:52 +0000 http://musicaemercado.org/?p=38727 Violão Washburn WD10SCE entra na Série Heritage 10

A série Heritage de violão Washburn se sub-divide nas séries 10, 20, 30 e 40 e continua com o legado do D10S Aos amantes da sonoridade do violão Washburn, o modelo eletroacústico WD10SCE apresenta Sitka Spruce para a caixa de ressonância e reforços, junto com Mahogany para o fundo e laterais. Os violões Washburn da Heritage 10 Series produz uma voz […]

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Violão Washburn WD10SCE entra na Série Heritage 10

A série Heritage de violão Washburn se sub-divide nas séries 10, 20, 30 e 40 e continua com o legado do D10S

Aos amantes da sonoridade do violão Washburn, o modelo eletroacústico WD10SCE apresenta Sitka Spruce para a caixa de ressonância e reforços, junto com Mahogany para o fundo e laterais. Os violões Washburn da Heritage 10 Series produz uma voz centrada, além de oferecer ao músico opções eletroacústicas e um estilo adornado por uma roseta incrustada de madeira e o logo da Washburn perolado, entre outras características.

Últimas postagens sobre a Washburn: clique e leia

No momento de se apresentar no palco, o WD10SCE fornece um tom acústico natural desde a eletrônica Fishman 301T. O 301T fornece uma conformação de tom simples com controles de tons graves e agudos e um switch de redução de fase de feedback, além de um afinador que oferece entonação rápida.



Veja mais imagens

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MESA Boogie apresenta amplificador Subway D-800 https://musicaemercado.org/mesa-boogie-amplificador-subway-d800/ Tue, 03 Nov 2015 13:51:14 +0000 http://musicaemercado.org/?p=38730 MESA Boogie apresenta amplificador Subway D-800

Apaixonado por Mesa Boogie? Com o amplificador Subway D-800 Classe D para baixos, a MESA Boogie oferece 800 W para aplicações ao vivo de qualquer estilo, apesar do tamanho compacto Construído com base em uma combinação de circuitos que vão desde os modelos valvulares como o vintage Bass 400+ e o mais recente Bass Strategy […]

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MESA Boogie apresenta amplificador Subway D-800

Apaixonado por Mesa Boogie? Com o amplificador Subway D-800 Classe D para baixos, a MESA Boogie oferece 800 W para aplicações ao vivo de qualquer estilo, apesar do tamanho compacto

Mesa subway-d800_highresConstruído com base em uma combinação de circuitos que vão desde os modelos valvulares como o vintage Bass 400+ e o mais recente Bass Strategy 8:88, até o Big Block 750 e M9 Carbine, o novo Subway D-800 personifica as características mais destacadas da linha completa de MESA Bass e apresenta uma voz própria diferente.

A configuração do tom no Subway D-800 inicia com a seção de entrada no painel frontal, a qual está formada pelo jack de entrada e dois switches; um para mute e um para ativo/passivo que permite adaptar o espaço livre de entrada para o instrumento em uso. O switch mute silencia o sinal do jack de entrada à saída do alto-falante, a saída de fones e a saída de DI para afinação silenciosa. Também conta com indicadores LEDs no lado direito do painel frontal para todas as funções de switches e um switch DEEP que melhora o baixo extremo e adiciona um sub-componente de baixo na mixagem.

Leia também: Os 20 melhores amplificadores de guitarra do mundo

O Subway D-800 possui um equalizador de quatro bandas, mais uma versão do controle de voz que permite dar forma e personalidade segundo o estilo do usuário.

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Violão SS-0041-15 faz parte das novidades da Martin Guitar https://musicaemercado.org/violao-martin-guitar/ Fri, 30 Oct 2015 11:23:19 +0000 http://musicaemercado.org/?p=38738 Violão SS-0041-15 faz parte das novidades da Martin Guitar

Em 2015 a Martin Guitar apresentou novos violões, acessórios e até renovou o packaging das cordas. Entre tantas novidades, encontramos o violão Martin SS-0041-15 O violão Martin SS-0041-15 vem com tampo de Spruce Adirondack e um acabamento em forma de gota cor canela tostada, conta com fundo e laterais realizados em Rosewood da Guatemala e inlays com design […]

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Violão SS-0041-15 faz parte das novidades da Martin Guitar

Em 2015 a Martin Guitar apresentou novos violões, acessórios e até renovou o packaging das cordas. Entre tantas novidades, encontramos o violão Martin SS-0041-15

O violão Martin SS-0041-15 vem com tampo de Spruce Adirondack e um acabamento em forma de gota cor canela tostada, conta com fundo e laterais realizados em Rosewood da Guatemala e inlays com design especial: uma tocha alternativa no cabeçal e uma árvore da vida no diapasão, ambos com inlays perolados.

O violão vem equipado com o Vintage Tone System (VTS) e o preço sugerido em Dólar é $10,999.00

Faça o download do catálogo da Martin Guitars

Assista o vídeo e confira:

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Violão Martin modelo SS-0041-15 Violão Martin modelo SS-0041-15 Violão Martin modelo SS-0041-15 Violão Martin modelo SS-0041-15

 

 

 

www.martinguitar.com

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DL21 Salmiéri Drums novo pack de microfones Prodipe https://musicaemercado.org/salmieri-microfones-prodipe/ Tue, 27 Oct 2015 15:34:46 +0000 http://musicaemercado.org/?p=38718 DL21 Salmiéri Drums novo pack de microfones Prodipe

O pack de quatro unidades DL21 Salmiéri Drums é uma nova linha de sistemas de microfones de instrumento da Prodipe para gravar sets de bateria O DL21 Salmiéri Drums foi criado em colaboração do famoso baterista Claude Salmiéri, e contem quatro microfones e quatro clips que podem ajustar-se a quase todos os anéis existentes no […]

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DL21 Salmiéri Drums novo pack de microfones Prodipe

O pack de quatro unidades DL21 Salmiéri Drums é uma nova linha de sistemas de microfones de instrumento da Prodipe para gravar sets de bateria

prodipe DL21-Salmiéri-DrumsO DL21 Salmiéri Drums foi criado em colaboração do famoso baterista Claude Salmiéri, e contem quatro microfones e quatro clips que podem ajustar-se a quase todos os anéis existentes no mercado, além da cápsula 21.

“Meu pack de quatro microfones DL21 para toms e snares é muito ergonômico para apresentações ao vivo. É uma ótima adição para o kit de microfone de bateria DR8”, comentou Salmiéri, adicionando que: “A cápsula 21 pode suportar até 140 dB e nesse nível de rendimento preservará toda a envoltura harmônica, o qual dá calidez ao som do seu instrumento, altamente efetivo para gravar snare e toms. E temos criado um clip de borracha inteligente que se adapta perfeitamente a vários tamanhos de anéis e amortigua as vibrações. A cápsula se mantém exatamente onde deveria estar suspensa sobre a cabeça da bateria e reproduz com exatidão o som do instrumento”.

Dentre as características do DL21 Salmiéri Drums destacam: UHF compatível (com UHF Lanen Serie 21 da Prodipe vendido separadamente e disponível em breve), gooseneck flexível para montagem rápida e simples e mini adaptador de conector XLR a XLR (phantom power 48 V requerida para conexão wireless).

Para mais informações sobre o DL21 Salmiéri Drums
www.prodipe.com

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Um toque do Eric Clapton no seu violão com Martin Guitar https://musicaemercado.org/eric-clapton-martin-guitar/ Fri, 23 Oct 2015 12:46:20 +0000 http://musicaemercado.org/?p=38723 Um toque do Eric Clapton no seu violão com Martin Guitar

As cordas para violão 92/8 Phosphor Bronze da Martin Guitar são tão queridas pelo Eric Clapton que queria assiná-las A C.F. Martin se orgulha de fazer as cordas nas quais o lendário guitarrista confia para produzir os icônicos sons com seu violão. As cordas para violão Eric Clapton signature Phosphor Bronze, que agora contam com […]

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Um toque do Eric Clapton no seu violão com Martin Guitar

As cordas para violão 92/8 Phosphor Bronze da Martin Guitar são tão queridas pelo Eric Clapton que queria assiná-las

A C.F. Martin se orgulha de fazer as cordas nas quais o lendário guitarrista confia para produzir os icônicos sons com seu violão. As cordas para violão Eric Clapton signature Phosphor Bronze, que agora contam com um packaging novo, estão disponíveis em dois modelos:

  • MEC12 Light: .012, .016, .025, .032, .042, .054, tensão 164.8
  • MEC13 Medium: .013, .017, .026, .035, .045, .056, tensão 186.2

Sobre as cordas da Martin Guitar, Eric Clapton comentou: “Quando toco o violão, seja no estúdio ou no palco, as cordas da Martin são minha escolha. Elas fornecem o som que eu quero e preciso”.
www.martinguitar.com

 

 

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