Eventos: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/feiras-e-eventos/ A música sob o viés do trabalho e negócios Wed, 08 Jul 2026 12:55:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Eventos: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/feiras-e-eventos/ 32 32 Music China 2026 reforça novos usos da música https://musicaemercado.org/music-china-2026-novos-usos-musica/ https://musicaemercado.org/music-china-2026-novos-usos-musica/#respond Fri, 10 Jul 2026 09:07:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255478 Music China 2026 reforça novos usos da música

Feira volta a Xangai com Tomorrow’s Music, instrumentos de cura, tecnologia musical e turismo cultural. A Music China 2026 será realizada de 28 a 31 de outubro no Shanghai New International Expo Centre, em Xangai, com uma proposta voltada a ampliar o papel da música além do instrumento tradicional. A feira, uma das principais plataformas […]

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Music China 2026 reforça novos usos da música

Feira volta a Xangai com Tomorrow’s Music, instrumentos de cura, tecnologia musical e turismo cultural.

A Music China 2026 será realizada de 28 a 31 de outubro no Shanghai New International Expo Centre, em Xangai, com uma proposta voltada a ampliar o papel da música além do instrumento tradicional. A feira, uma das principais plataformas do setor na Ásia, reunirá instrumentos, serviços, acessórios, tecnologia musical e novas aplicações ligadas ao bem-estar e ao turismo cultural.

Um dos eixos da próxima edição será o retorno do Tomorrow’s Music, espaço temático dedicado à inovação em instrumentos musicais, equipamentos e soluções digitais. Depois da estreia na edição anterior, a área voltará com foco em design de instrumentos impulsionado por inteligência artificial, ferramentas de aprendizagem inteligente, áudio profissional e novas formas de criação musical.

A organização também pretende ampliar a presença de categorias emergentes, como instrumentos inteligentes, reforço sonoro, tecnologia para DJs, softwares de produção musical, instrumentos de cura e produtos de merchandising musical. A proposta é atrair novos perfis de visitantes e criar oportunidades de negócios entre fabricantes, distribuidores, educadores, profissionais de áudio, desenvolvedores e empresas de outros setores criativos.

O contexto de mercado acompanha essa estratégia. Segundo dados divulgados pela organização, a Ásia-Pacífico concentra cerca de 40% do mercado global de instrumentos musicais, enquanto o mercado chinês deve alcançar US$ 3 bilhões este ano. Para a feira, esses indicadores reforçam o potencial regional para inovação musical e novos formatos de consumo.

“A Music China existe para apoiar a indústria musical. Isso significa abrir portas para maior potencial de crescimento e novas oportunidades”, afirmou Judy Cheung, vice-diretora geral da Messe Frankfurt (HK) Ltd. Segundo a executiva, a edição 2026 buscará revelar novos cenários de aplicação e cultivar uma relação mais ampla com a música entre usuários de diferentes idades e necessidades.

A edição anterior já demonstrou o peso comercial do evento. Em 2025, a Music China reuniu expositores de 28 países e regiões, com 10 pavilhões nacionais. A organização também destacou resultados de negócios gerados durante a feira, incluindo pedidos realizados no local por fabricantes chineses e grupos industriais ligados à produção de instrumentos.

Para 2026, o evento ocupará 12 pavilhões e voltará a reunir fabricantes locais, marcas internacionais, distribuidores, compradores, educadores e profissionais do setor. Entre os expositores esperados estão empresas de arcos, cordas, instrumentos de sopro, guitarras, edição musical e certificação educacional.

A área Tomorrow’s Music, localizada no pavilhão N2, terá como núcleo a zona Music X, formada por Music X Lab, MIDI Zone e X Stage. Esses espaços reunirão produtos de tecnologia musical, soluções interativas e atividades ligadas a composição, produção, performance, broadcasting, cinema, games e até aplicações para veículos inteligentes.

Outro ponto de atenção será a relação entre música, bem-estar e turismo cultural. A organização observa crescimento de práticas relacionadas a sound healing, hotéis temáticos, experiências imersivas e projetos turísticos que integram som, paisagem e cultura. Nesse cenário, a Music China 2026 ampliará a presença de instrumentos como tigelas sonoras e handpans, além de fóruns e workshops sobre o tema.

Com essa combinação de feira comercial, plataforma de inovação e espaço de exploração cultural, a Music China 2026 busca consolidar-se como ponto de encontro para uma indústria que já não se limita à venda de instrumentos. A edição pretende mostrar como a música se conecta com educação, tecnologia, entretenimento, bem-estar e novas experiências de consumo.

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MegaBusiness 2026 da ProShows reúne lojistas em Campinas, São Paulo https://musicaemercado.org/megabusiness-2026/ https://musicaemercado.org/megabusiness-2026/#respond Wed, 08 Jul 2026 11:20:58 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256081 MegaBusiness 2026 da ProShows reúne lojistas em Campinas, São Paulo

Encontro de dois dias aproxima mais de 100 lojistas da importadora com lançamentos, demonstrações técnicas e leitura de varejo

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MegaBusiness 2026 da ProShows reúne lojistas em Campinas, São Paulo


Encontro de dois dias aproxima mais de 100 lojistas da importadora com lançamentos, demonstrações técnicas e leitura de varejo

A ProShows realiza nos dias 7 e 8 de julho, no Premium Hotel Campinas, a 4ª edição do MegaBusiness — encontro proprietário da importadora voltado a clientes e parceiros de todo o Brasil. A organização projeta mais de 100 lojistas presentes ao longo dos dois dias e posiciona a agenda como um dos grandes pontos de contato do mercado musical no interior paulista.

O formato mistura negócio, relacionamento e informação. Não é vitrine de produto: a ProShows usa o encontro para colar sua equipe ao cotidiano do balcão, mostrar as novidades das marcas que distribui e converter demonstração técnica em argumento de venda para quem revende.

Para quem acompanha os movimentos da Proshows, a empresa tem se mostrado uma das mais completas em soluções e complexa em ações. Fontes que estiveram presentes na abertura do Mega Business deste ano revelaram para a Música & Mercado que o evento está melhor estruturado que as edições anteriores.

A estrela deste ano é a linha de instrumentos de sopro Windorf, apresentada com um posicionamento premium com ótima relação de custo.

Showroom, treinamento e leitura de mercado

A programação reúne demonstrações práticas de áudio profissional, iluminação, instrumentos e tecnologia musical, com apresentações conduzidas por especialistas e representantes de marcas. A escolha do Premium Hotel Campinas conversa com esse desenho — a estrutura oferece 27 salas e capacidade para até 630 pessoas em auditório.

O portfólio da ProShows cobre microfones, instrumentos, mixagem e estúdio, com marcas como Behringer, Shure, DBR, Seetronic, Tc Electronic, Hohner, Benson, Hertom, Focusrite, Novation e Windorf. É essa amplitude que explica a lógica do evento: o lojista não sai com item avulso, sai com demonstração, suporte e segurança para montar o mix.

“Temos muitos artistas presentes, com pocket shows aguardados como Eli Soares, Rodrigo Suricato, Israel Salazar, Baruk e muitos mais”, reforça Joice Silva, gerente de marketing da ProShows.

Relacionamento como parte da venda

Vladimir de Souza, fundador da ProShows, resume o papel do encontro na conexão com o canal. “Quando nós nos conectamos, podemos mostrar as novidades, as novas marcas, os lançamentos e facilitar o acesso aos consumidores finais dessas linhas”, afirma.

Gabriel Moog, diretor de vendas da ProShows, reforça a leitura: o resultado esperado passa por negócio, mas também por relacionamento e pela compreensão do dia a dia do cliente. É o que define o MegaBusiness como convenção comercial com camada técnica e escuta de mercado, não como feira aberta ao público.

O histórico dá peso a essa leitura. Em 2025, a loja Adoração Viva, de Jundiaí, esteve presente e fechou parceria com a importadora, um exemplo público de como o encontro também funciona como ambiente de conversão.

A edição de 2026 consolida o MegaBusiness como plataforma de contato direto entre importadora, marcas e revenda. Num mercado em que reposição, margem, treinamento e escolha de mix pesam na compra, o valor do evento está em encurtar a distância entre produto, informação técnica e relação comercial.

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Sonotec levou novos produtos e artistas à Audio & Música Brasil 2026 https://musicaemercado.org/sonotec-audio-musica-brasil-2026/ https://musicaemercado.org/sonotec-audio-musica-brasil-2026/#respond Tue, 07 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255999 Sonotec levou novos produtos e artistas à Audio & Música Brasil 2026

Empresa apresentou linhas de Vivace, Strinberg e D One Percussion e reforçou ações com lojistas, parceiros e músicos durante o evento. A Sonotec esteve na Audio & Música Brasil 2026, evento organizado anualmente pelo Grupo Renaer, com uma estratégia voltada à apresentação de novos produtos, relacionamento com lojistas e produção de conteúdo ao lado de artistas ligados às suas […]

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Sonotec levou novos produtos e artistas à Audio & Música Brasil 2026

Empresa apresentou linhas de Vivace, Strinberg e D One Percussion e reforçou ações com lojistas, parceiros e músicos durante o evento.

Sonotec esteve na Audio & Música Brasil 2026, evento organizado anualmente pelo Grupo Renaer, com uma estratégia voltada à apresentação de novos produtos, relacionamento com lojistas e produção de conteúdo ao lado de artistas ligados às suas marcas.

Durante a feira, a empresa apresentou a nova linha de instrumentos de sopro Vivace, os violões Strinberg Soul, as guitarras e baixos da linha Strinberg Horizon e a nova linha D One Percussion.

Segundo Northon Vanalli, gerente de marketing da Sonotec, o evento teve um papel importante no calendário comercial da empresa.

“A participação da nossa equipe na Audio & Música Brasil 2026 representou um dos principais momentos estratégicos do ano para a empresa. Recebemos clientes, parceiros e lojistas, fortalecendo relacionamentos e criando novas oportunidades de negócios”, afirma.

A possibilidade de apresentar os instrumentos diretamente aos lojistas foi um dos pontos destacados pela equipe. Os visitantes puderam conhecer os produtos, experimentar diferentes modelos e avaliar possibilidades comerciais para suas lojas e regiões de atuação.

“A feira permitiu que os lojistas conhecessem de perto os produtos e identificassem oportunidades para seus mercados. O interesse demonstrado durante o evento foi uma sinalização importante para a nossa equipe comercial”, explica Vanalli.

Artistas ampliam alcance das ações

Outro eixo da participação da Sonotec foi a presença de oito artistas patrocinados: Gustavo Guerra, Arthurzinho, Daniel Sá, Cuca Teixeira, Juninho Nakagawa, Aninha Deleones, Moreira Jr e Matheuzinho (os últimos quatro patrocinados tanto pela Sonotec quanto pela Staner).

Além das demonstrações de produtos, os músicos participaram da produção de vídeos, reels, stories e conteúdos em parceria com lojistas e outros participantes da feira.

De acordo com a empresa, os oito artistas somam mais de 2 milhões de seguidores, ampliando o alcance das ações realizadas durante o evento para além do público presente.

“Toda a cobertura aconteceu em tempo real, desde a montagem até o encerramento. A ideia era aproximar o público do que estava acontecendo na feira e ampliar a visibilidade das marcas também no ambiente digital”, destaca o gerente de marketing.

Para Northon Vanalli, o balanço da participação envolveu tanto resultados comerciais quanto relacionamento e comunicação.

“O saldo foi muito positivo, com novos negócios, fortalecimento das marcas, proximidade com clientes e uma grande geração de conteúdo. A Audio & Música Brasil continua sendo um encontro importante para o mercado brasileiro de instrumentos musicais e áudio profissional”, conclui.

Com novos produtos em exposição e uma programação apoiada por artistas e conteúdo digital, a Sonotec utilizou a edição 2026 do evento como ponto de contato direto com lojistas e parceiros de diferentes regiões do país.

Também estiveram presentes as marcas Eros Alto-falantes e Staner. Quer conhecer as novidades delas? Em breve postaremos mais!

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App Conecta+ será a porta de entrada para uma visita mais produtiva https://musicaemercado.org/app-conecta-entrada-visita-produtiva/ https://musicaemercado.org/app-conecta-entrada-visita-produtiva/#respond Mon, 06 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255985 App Conecta+ será a porta de entrada para uma visita mais produtiva

Ferramenta ajudará empresas, lojas, visitantes e expositores a solicitar encontros, organizar agendas e aproveitar melhor o tempo dentro da feira. O App Conecta+ será uma das ferramentas centrais da próxima edição da Conecta+ Música & Mercado. Além de ser obrigatório para acesso ao evento, o aplicativo foi desenvolvido para ajudar visitantes, empresas, lojas, expositores e […]

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App Conecta+ será a porta de entrada para uma visita mais produtiva

Ferramenta ajudará empresas, lojas, visitantes e expositores a solicitar encontros, organizar agendas e aproveitar melhor o tempo dentro da feira.

O App Conecta+ será uma das ferramentas centrais da próxima edição da Conecta+ Música & Mercado. Além de ser obrigatório para acesso ao evento, o aplicativo foi desenvolvido para ajudar visitantes, empresas, lojas, expositores e profissionais do setor a organizar melhor sua presença na feira.

A proposta é simples: transformar a visita em uma experiência mais objetiva. Em vez de depender apenas de encontros casuais nos corredores, o app permitirá que os participantes solicitem reuniões, organizem contatos e priorizem conversas antes e durante o evento.

Para empresas e expositores, a ferramenta pode ajudar a identificar lideranças, compradores, lojistas, distribuidores, técnicos, educadores, produtores e profissionais que fazem sentido para cada estratégia comercial. Isso permite que a equipe entre no pavilhão com uma agenda mais clara e com maior foco nas oportunidades relevantes.

Para lojas e visitantes profissionais, o aplicativo também funciona como um recurso de planejamento. Será possível organizar encontros com marcas, fornecedores e parceiros, além de acompanhar informações importantes do evento. A ideia é valorizar o tempo de presença, especialmente para quem visita a feira com objetivos comerciais, busca novos produtos, quer revisar condições com fornecedores ou pretende conhecer soluções para sua operação.

O App Conecta+ trabalha em três frentes principais: solicitar, organizar e priorizar. A primeira permite identificar com mais precisão os contatos que interessam ao negócio. A segunda ajuda a estruturar uma agenda de encontros 1:1. A terceira orienta a visita ao pavilhão, concentrando energia nas conversas certas.

Com a adoção obrigatória do aplicativo, a Conecta+ reforça seu posicionamento como uma plataforma que vai além da exposição de produtos. O evento passa a integrar presença física, relacionamento digital e inteligência comercial, aproximando marcas, lojas, compradores, educadores, técnicos, artistas, produtores e demais agentes do mercado da música.

Na prática, o app será uma ferramenta de acesso, mas também de produtividade. Para quem expõe, pode significar mais reuniões qualificadas. Para quem visita, pode representar uma agenda mais bem organizada. Para o evento, reforça a proposta de criar um ambiente onde negócios, conteúdo e relacionamento aconteçam de forma mais direcionada.

Já adquiriu seu ingresso?

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InfoComm América Latina 2026 abre registro para sua nova edição no México https://musicaemercado.org/infocomm-america-latina-2026-registro-mexico/ https://musicaemercado.org/infocomm-america-latina-2026-registro-mexico/#respond Tue, 30 Jun 2026 09:14:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255862 InfoComm América Latina 2026 abre registro para sua nova edição no México

O evento retorna ao WTC Cidade do México com expo, salas demo, Congresso AVIXA, AI Summit e programação voltada ao futuro da integração audiovisual. A InfoComm América Latina 2026 já abriu seu processo de registro gratuito para profissionais da indústria audiovisual, integradores, compradores, usuários finais e interessados em conhecer as tecnologias que estão transformando experiências […]

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InfoComm América Latina 2026 abre registro para sua nova edição no México

O evento retorna ao WTC Cidade do México com expo, salas demo, Congresso AVIXA, AI Summit e programação voltada ao futuro da integração audiovisual.

A InfoComm América Latina 2026 já abriu seu processo de registro gratuito para profissionais da indústria audiovisual, integradores, compradores, usuários finais e interessados em conhecer as tecnologias que estão transformando experiências em empresas, universidades, museus, igrejas, arenas, eventos ao vivo e espaços imersivos.

Produzido pela AVIXA, o encontro será realizado de 21 a 23 de outubro de 2026, no Centro Internacional de Exposições e Convenções World Trade Center (CIEC WTC), na Cidade do México. A proposta é reunir, em um só lugar, soluções de áudio, vídeo, colaboração, sinalização digital, integração, controle, inteligência artificial, realidade virtual, eventos ao vivo e tecnologias para ambientes corporativos, educacionais e de entretenimento.

Depois de uma primeira edição que superou as expectativas da organização, a segunda edição da InfoComm América Latina projeta receber mais de 7.000 participantes, em um piso de exposição de 4.000 m², com cerca de 100 expositorese aproximadamente 120 marcas apresentando novidades para o mercado profissional AV.

“InfoComm América Latina se tornou o ponto de encontro onde a inovação global se cruza com as oportunidades da América Latina. Nosso objetivo não é apenas mostrar tecnologia, mas criar um ambiente no qual os profissionais possam obter conhecimento, estabelecer alianças e acessar ideias, soluções e contatos que ajudem a impulsionar suas organizações e o setor”, afirma Ana Elisa Benavent, diretora da feira InfoComm América Latina.

Por que o evento é imperdível para o mercado AV?

A InfoComm América Latina 2026 chega em um momento em que a integração audiovisual deixou de ser apenas suporte técnico e passou a ocupar uma posição estratégica em diferentes setores. Salas de reunião, auditórios, universidades, templos religiosos, hotéis, museus, estádios e espaços de eventos dependem cada vez mais de soluções integradas para criar experiências eficientes, conectadas e imersivas.

Para quem compra, especifica, instala ou utiliza tecnologia audiovisual profissional, o evento oferece uma oportunidade direta de ver produtos em funcionamento, conversar com fabricantes e distribuidores, comparar soluções e entender tendências que já estão chegando ao mercado latino-americano.

A programação educativa também será um dos principais atrativos. Ao longo dos três dias, serão realizadas cerca de 50 sessões em quatro salas localizadas no mezzanine do CIEC WTC, com participação de palestrantes latino-americanos e internacionais. O programa inclui uma nova edição do Congresso AVIXA, conferências magnas, treinamentos de fabricantes, visitas a espaços reais com tecnologia AV e atividades voltadas à certificação CTS — Certified Technology Specialist.

Outra novidade será o AI Summit, com um dia inteiro dedicado à inteligência artificial aplicada à integração audiovisual. O tema deve ganhar atenção especial por seu impacto em automação, análise de dados, colaboração corporativa, produção de conteúdo, experiência do usuário e gestão de ambientes conectados.

Expositores, salas demo e experiências práticas

A edição 2026 também amplia sua área de exposição e demonstração. Entre os novos espaços está a Sala Olmeca, que receberá empresas como Dextra Electronics, com soluções de marcas como Sound United, Harman Luxury, Harman Professional, Bose Professional, Hisense, Netgear, Televic, Vertical Cable e MW.

A AV Tools também se soma ao evento, apresentando novidades de marcas como Electro-Voice e Snap One. Além disso, as salas demo voltam com força após a boa resposta da edição anterior. Em 2026, os visitantes encontrarão nove salas dedicadas a demonstrações de áudio, com programação de fabricantes como Bose Professional, L-Acoustics e Sonos, além de marcas representadas por empresas como Almacenes Audiovisuales, Audio Video & Control, Inteligos, Ohm Distribution, Representaciones de Audio e Tecso.

Para visitantes internacionais, a organização disponibiliza ainda um serviço de concierge com atendimento bilíngue em espanhol e inglês, apoio logístico, orientação sobre transporte, hospedagem, trâmites migratórios e coordenação de agendas com membros da AVIXA e expositores.

Como participar

O registro para a InfoComm América Latina 2026 é gratuito e já está disponível no site oficial do evento. Para garantir o acesso, basta criar um usuário e preencher o formulário de inscrição.

O evento conta com o apoio da AVI-SPL como Headline Partner e da Audio-Technica como parceira Gold.

Para profissionais que atuam com áudio, vídeo, integração, TI, eventos, educação, colaboração corporativa, sinalização digital ou experiências imersivas, a InfoComm América Latina 2026 se posiciona como uma oportunidade para conhecer tecnologias, atualizar conhecimentos e estabelecer conexões estratégicas em um mercado que segue em expansão na região.

  • Evento: InfoComm América Latina 2026
  • Data: 21 a 23 de outubro de 2026
  • Local: CIEC WTC, World Trade Center, Cidade do México
  • Registro: gratuito pelo site oficial
  • Site: www.infocomm-americalatina.org

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O primeiro instrumento: o que observar antes de comprar para uma criança https://musicaemercado.org/primeiro-instrumento-criancas-conecta/ https://musicaemercado.org/primeiro-instrumento-criancas-conecta/#respond Mon, 29 Jun 2026 09:18:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255871 O primeiro instrumento: o que observar antes de comprar para uma criança

Tamanho, conforto, som, manutenção e orientação profissional pesam mais do que a compra por impulso. Comprar o primeiro instrumento para um filho costuma misturar entusiasmo, dúvidas e certa pressão. Os pais querem acertar, a criança ou adolescente pode estar empolgado e o mercado oferece muitas opções: guitarras, teclados, baterias, instrumentos de sopro, percussão, ukuleles, interfaces, […]

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O primeiro instrumento: o que observar antes de comprar para uma criança

Tamanho, conforto, som, manutenção e orientação profissional pesam mais do que a compra por impulso.

Comprar o primeiro instrumento para um filho costuma misturar entusiasmo, dúvidas e certa pressão. Os pais querem acertar, a criança ou adolescente pode estar empolgado e o mercado oferece muitas opções: guitarras, teclados, baterias, instrumentos de sopro, percussão, ukuleles, interfaces, microfones e kits de estudo.

O problema é que a primeira compra não deveria ser decidida apenas por preço, aparência ou impulso.

Um instrumento mal escolhido pode dificultar o aprendizado, cansar a criança, gerar frustração e acabar guardado em pouco tempo. Em contrapartida, uma escolha mais cuidadosa pode facilitar o contato inicial com a música e aumentar as chances de continuidade.

Em uma feira como a Conecta+ Música & Mercado, as famílias podem ver instrumentos de perto, conversar com marcas, visitar lojas, observar demonstrações e entender melhor que tipo de produto faz sentido para cada idade, corpo, interesse e etapa de aprendizado.

O primeiro critério não é o preço: é a adequação

O preço importa, mas não deveria ser o primeiro filtro.

Um instrumento barato que incomoda, desafina com facilidade, tem construção ruim ou exige mais esforço do que um iniciante consegue lidar pode sair caro. A economia inicial se perde se a criança abandona o estudo ou se a família precisa trocar de instrumento pouco tempo depois.

A pergunta inicial deveria ser: esse instrumento ajuda a começar ou cria barreiras?

Para um iniciante, um bom instrumento de entrada não precisa ser o mais caro. Deve ser confortável, estável, afinado, resistente, fácil de usar e compatível com a orientação de um professor ou vendedor especializado.

Tamanho e ergonomia: o instrumento deve caber no aluno

O tamanho é um dos pontos mais importantes, especialmente para crianças.

Uma guitarra grande pode dificultar a postura. Um teclado com teclas pouco adequadas pode complicar o estudo. Uma bateria acústica pode não ser viável por espaço ou volume. Um instrumento de sopro pode exigir força, respiração ou coordenação que a criança ainda não desenvolveu.

Antes de comprar, é importante observar se a criança consegue segurar o instrumento, alcançar notas ou cordas, manter uma postura natural e tocar sem tensão excessiva.

Conforto não é detalhe. É parte do aprendizado.

Quando o instrumento é grande demais para o corpo do aluno, a prática fica mais difícil.

Som: deve motivar, não intimidar

O som do primeiro instrumento tem papel emocional.

Um instrumento que soa mal, desafina rápido ou responde com dificuldade pode desanimar o estudante. Ao mesmo tempo, não é necessário comprar um modelo profissional para começar.

A chave é encontrar equilíbrio. O instrumento deve soar bem o suficiente para que a criança perceba progresso, tenha prazer em tocar e reconheça que o esforço produz resultado.

Na Conecta+, as demonstrações podem ajudar a comparar sons reais. Para os pais, ouvir diferentes opções é mais útil do que olhar apenas catálogos ou fotos. Para os filhos, ouvir e testar pode ser o momento em que a curiosidade vira interesse.

Facilidade de manutenção

Todo instrumento exige algum nível de cuidado.

Cordas são trocadas. Baterias precisam de ajustes. Teclados exigem fonte adequada. Instrumentos de sopro demandam limpeza. Equipamentos eletrônicos precisam de cabos, proteção e uso correto. Pedais, interfaces e microfones também têm acessórios e cuidados básicos.

Antes de comprar, os pais deveriam perguntar:

Esse instrumento exige manutenção frequente?
As peças ou acessórios são fáceis de encontrar?
A loja oferece orientação depois da compra?
Há assistência técnica ou suporte da marca?
Que cuidados básicos devem ser ensinados à criança?

Um instrumento de entrada deve ser fácil de cuidar. Se a manutenção é complexa, a família pode ter problemas antes de o aprendizado avançar.

Orientação profissional evita compras erradas

A compra do primeiro instrumento deveria contar com orientação de alguém que entenda o uso real do produto.

Pode ser um professor, um vendedor especializado, uma loja confiável, um luthier, um técnico ou um representante de marca. O importante é que a recomendação considere idade, tamanho, estilo musical, objetivo, orçamento e nível de compromisso do aluno.

A orientação profissional também ajuda a evitar dois erros comuns: comprar um instrumento pela aparência ou escolher um modelo avançado para um iniciante sem necessidade.

O melhor instrumento inicial não é o que impressiona mais. É o que permite começar melhor.

Instrumentos de entrada: o que observar por categoria

Cada família deve avaliar o perfil da criança ou adolescente, mas alguns pontos ajudam.

Em guitarras, baixos, violões e ukuleles, observe tamanho, peso, ação das cordas, afinação, conforto do braço, qualidade das tarraxas e resistência. Para crianças menores, modelos reduzidos podem ser mais adequados.

Em teclados, veja quantidade e tamanho das teclas, sensibilidade, sons básicos, saída para fones, fonte de alimentação, suporte e possibilidade de estudo em casa sem incomodar o ambiente.

Em baterias, considere espaço, volume e rotina familiar. A bateria eletrônica pode ser uma alternativa para apartamentos ou casas com restrição de ruído, desde que o aluno entenda as diferenças em relação à acústica.

Em instrumentos de sopro, a orientação de um professor é especialmente importante. Respiração, embocadura, peso, tamanho e manutenção influenciam muito a experiência inicial.

Em interfaces, microfones e equipamentos para gravação, o foco deve ser compatibilidade, facilidade de uso e objetivo. Nem toda criança ou adolescente precisa de um home studio completo. Muitas vezes, uma solução simples já permite começar a gravar, estudar ou produzir conteúdo.

A loja como aliada dos pais

Uma boa loja não deve vender apenas o produto. Deve ajudar a família a decidir.

Para pais que não conhecem o mercado musical, a loja pode explicar diferenças entre modelos, indicar acessórios necessários, evitar gastos desnecessários, orientar sobre manutenção e sugerir opções conforme idade e orçamento.

Isso também é uma oportunidade para o varejo. A loja que orienta bem cria confiança e pode acompanhar a evolução do aluno: primeiro instrumento, acessórios, aulas, manutenção, upgrades e novos interesses.

A venda inicial pode ser o começo de uma relação de longo prazo.

Marcas e demonstrações ajudam a decidir

Para as marcas, os instrumentos de entrada têm papel estratégico. São o primeiro contato de muitas famílias com uma categoria, uma sonoridade e uma experiência de uso.

Por isso, demonstrações claras, produtos bem ajustados e explicações simples são fundamentais. Os pais nem sempre dominam termos técnicos. Precisam entender o que diferencia um modelo de outro e por que uma opção pode ser melhor para começar.

Em uma feira, esse contato pode ser mais fácil. A família vê, pergunta, compara e observa a reação do filho. Essa combinação vale mais do que uma compra feita apenas pela internet, sem experiência anterior.

Evitar a compra por impulso

A emoção tem um lugar importante, mas não deve decidir sozinha.

Se a criança se encanta com um instrumento durante a visita, vale registrar o modelo, perguntar preços, entender manutenção, conversar com um professor e comparar opções antes de fechar a compra.

Comprar no mesmo dia pode funcionar quando a orientação é boa e o produto realmente combina. Mas, se houver dúvidas, é melhor pensar com calma.

A primeira compra deve estimular a continuidade, não apenas resolver o entusiasmo do momento.

Sinais de uma boa escolha

Um bom primeiro instrumento deve cumprir alguns critérios simples: a criança consegue segurá-lo ou usá-lo com conforto, o som motiva, a afinação é estável, a manutenção é viável, o vendedor sabe explicar, a marca oferece respaldo e o produto cabe no orçamento familiar sem criar pressão excessiva.

Também deve haver um caminho posterior: aulas, prática em casa, acessórios básicos, suporte da loja e possibilidade de evolução.

Quando esses pontos estão presentes, a família compra com mais segurança.

O primeiro instrumento pode abrir uma porta

O primeiro instrumento não é apenas um objeto. Pode ser o início de uma relação com a música.

Pode levar a uma aula, a uma banda escolar, a uma gravação caseira, a uma apresentação, a um novo hobby ou até a uma futura profissão. Mas, para que essa porta se abra, a experiência inicial precisa ser positiva.

A Conecta+ pode ajudar nesse processo porque aproxima famílias, lojas, marcas, instrumentos e demonstrações em um mesmo ambiente.

Para os pais, a recomendação é clara: antes de comprar, observe. Pergunte. Deixe a criança testar. Escute a orientação de profissionais. Compare. Pense em conforto, som, manutenção e continuidade.

A melhor compra nem sempre é a mais rápida. É aquela que ajuda o filho a continuar tocando depois que a novidade passa. Esperamos vocês na Conecta+ Música & Mercado 2026 para ter esse primeiro contato com os instrumentos!

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Prolight + Sound Guangzhou 2026 encerra com recorde de escala e participação global https://musicaemercado.org/prolight-sound-guangzhou-2026-recorde-industria-av/ Wed, 24 Jun 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255735 Prolight + Sound Guangzhou 2026 encerra com recorde de escala e participação global

Feira reuniu 2.227 expositores, 111.056 visitantes profissionais e mais de 100 atividades paralelas em Guangzhou. A 24ª edição da Prolight + Sound Guangzhou 2026 foi encerrada em 31 de maio nas áreas A e B do China Import and Export Fair Complex, consolidando sua posição como uma das principais plataformas globais para áudio profissional, iluminação, […]

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Prolight + Sound Guangzhou 2026 encerra com recorde de escala e participação global

Feira reuniu 2.227 expositores, 111.056 visitantes profissionais e mais de 100 atividades paralelas em Guangzhou.

A 24ª edição da Prolight + Sound Guangzhou 2026 foi encerrada em 31 de maio nas áreas A e B do China Import and Export Fair Complex, consolidando sua posição como uma das principais plataformas globais para áudio profissional, iluminação, entretenimento e soluções pro AV.

A feira alcançou uma nova escala com 220.000 m² de exposição, distribuídos em 22 pavilhões temáticos, e reuniu 2.227 expositores da China e do exterior. Segundo a organização, o evento recebeu 111.056 visitantes profissionais, com participantes internacionais de mais de 100 países e regiões. A presença estrangeira cresceu cerca de 5% em relação ao ano anterior.

A programação também incluiu mais de 100 eventos paralelos, entre fóruns, seminários, demonstrações e atividades técnicas. A proposta foi além da exposição de produtos, com foco em aplicações reais para palcos, instalações, espaços imersivos, comunicação corporativa, transmissão, produção musical e sistemas integrados.

Tecnologia aplicada e negócios internacionais

Para a Messe Frankfurt, organizadora do evento ao lado da Guangdong International Science and Technology Exhibition Co Ltd, um dos pontos centrais desta edição foi a orientação dos expositores para soluções aplicáveis em ambientes reais.

Judy Cheung, vice-diretora geral da Messe Frankfurt (HK) Ltd, destacou que a feira manteve alto nível de troca comercial durante quatro dias, com participação ativa de marcas internacionais, fabricantes chineses e visitantes profissionais. Segundo a executiva, a edição mostrou como novas tecnologias estão sendo usadas em cenários concretos, permitindo que compradores avaliem seu valor prático.

A feira cobriu áreas como pro AV, sistemas de entretenimento, efeitos de palco, tecnologias de networking para ambientes de trabalho, smart displays e integração de sistemas. Essa abrangência refletiu a transformação do mercado de entretenimento e AV profissional na era digital, em que as fronteiras entre áudio, iluminação, vídeo, redes, software e experiências imersivas estão cada vez mais conectadas.

Marcas chinesas e internacionais na mesma plataforma

A edição 2026 reforçou a convivência entre marcas globais e fabricantes chineses. Entre as empresas presentes estiveram Allen & Heath, Audio-Technica, Ayrton, Bosch, Bose Professional, Chainmaster, Dante, DAS Audio, d&b audiotechnik, EM Acoustics, Funktion-One, Harman International, Hikvision, Martin Audio, Neutrik, Philips, Powersoft, QSC, RCF, Sennheiser, SGM, Shure, Yamaha e diversas companhias do ecossistema asiático.

A organização destacou que essa combinação fortalece o papel da Prolight + Sound Guangzhou como ponto de encontro para distribuidores, integradores, fabricantes, compradores, locadoras, designers, consultores e usuários finais. Para participantes internacionais, a feira também funciona como porta de entrada para entender a capacidade produtiva chinesa e comparar tendências tecnológicas em escala global.

Mais de 100 atividades paralelas

A programação paralela foi um dos eixos da edição. Entre as iniciativas destacadas estiveram Headphone Hub, Recording & Production Zone, o seminário sobre segurança e gestão de riscos em eventos e espetáculos, o ecossistema PLSG x NDI, a série Unicorn: Xtage e a primeira exposição de obras de arte cênica de instituições chinesas de ensino superior.

Essas atividades buscaram conectar setores que antes operavam de forma mais separada: áudio, iluminação, vídeo, redes, educação, segurança, produção de conteúdo, entretenimento imersivo e cultura digital. Para a organização, esse cruzamento faz parte do novo mapa da indústria, em que o crescimento não depende apenas de novos produtos, mas de sua aplicação integrada.

Compradores do Brasil e de outros mercados

A participação internacional também incluiu compradores da América Latina. Raul Del Trejo, diretor da Renaer Participações S/S Ltda, do Brasil, afirmou que visitou a feira em busca de soluções para três áreas: áudio profissional, woofers e instrumentos musicais. Segundo ele, a concentração de fornecedores em um único evento permite encontrar desde matérias-primas e componentes até fabricantes de produtos completos.

Representantes de associações e compradores da Indonésia, Europa, América do Norte, Oriente Médio, África e Ásia-Pacífico também destacaram a eficiência da feira para desenvolver fornecedores, identificar tendências e iniciar novas negociações.

A próxima edição da Prolight + Sound Guangzhou será realizada de 27 a 30 de maio de 2027, novamente no China Import and Export Fair Complex, em Guangzhou.

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Como uma loja pode preparar sua visita à Conecta+: agenda, marcas, reuniões e oportunidades https://musicaemercado.org/como-loja-pode-preparar-visita-conecta/ Mon, 22 Jun 2026 09:07:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255632 Como uma loja pode preparar sua visita à Conecta+: agenda, marcas, reuniões e oportunidades

Para uma loja de instrumentos musicais, visitar a Conecta+ com método pode fazer a diferença entre voltar com folhetos ou voltar com fornecedores, condições, ideias e oportunidades comerciais. Ir a uma feira de música sem preparação é uma forma rápida de perder tempo. Os corredores têm marcas, produtos, demonstrações, reuniões, conteúdos e conversas simultâneas. Para […]

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Como uma loja pode preparar sua visita à Conecta+: agenda, marcas, reuniões e oportunidades

Para uma loja de instrumentos musicais, visitar a Conecta+ com método pode fazer a diferença entre voltar com folhetos ou voltar com fornecedores, condições, ideias e oportunidades comerciais.

Ir a uma feira de música sem preparação é uma forma rápida de perder tempo. Os corredores têm marcas, produtos, demonstrações, reuniões, conteúdos e conversas simultâneas. Para uma loja, o valor não está apenas em circular pelo evento, mas em saber o que buscar, com quem falar e o que registrar.

A edição 2026 da Conecta+ Música & Mercado está prevista para acontecer de 13 a 15 de novembro de 2026, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, com exposição profissional, congresso e agenda de negócios. A proposta do evento é reunir empresas, participantes profissionais e conteúdo especializado em um ambiente pensado para avaliar soluções, conversar, negociar e avançar oportunidades reais. 

Para o lojista, isso exige uma postura mais estratégica. A visita deve começar antes de chegar ao pavilhão.

Definir objetivos antes de sair da loja

O primeiro passo é decidir o que a loja precisa. Nem toda visita tem o mesmo propósito.

Uma loja pode ir à Conecta+ para buscar novos fornecedores, revisar condições com marcas atuais, encontrar produtos de maior giro, conhecer linhas para iniciantes, ampliar categorias de home studio, negociar acessórios, entender tendências ou capacitar a equipe.

Sem esse filtro, tudo parece interessante. Com objetivo, a visita se torna mais produtiva.

Antes do evento, a loja deveria responder a cinco perguntas: quais categorias precisam de renovação, quais produtos têm baixa rentabilidade, quais marcas faltam no mix, quais clientes estão pedindo soluções que a loja ainda não oferece e quais fornecedores atuais precisam ser revisados.

Montar uma agenda por prioridade

O tempo dentro de uma feira é limitado. Por isso, a agenda deve separar prioridades.

As reuniões mais importantes devem ser marcadas antes do evento. Marcas estratégicas, distribuidores atuais, fornecedores potenciais e empresas com produtos de alta demanda devem entrar primeiro. Depois vêm visitas exploratórias, conversas técnicas, demonstrações e conteúdos do congresso.

A apresentação da Conecta+ 2026 destaca que o aplicativo do evento ajuda a solicitar, organizar e priorizar reuniões antes e durante a feira, com o objetivo de dar mais direção ao tempo de presença. 

Para uma loja, isso é útil porque evita depender apenas de encontros casuais. O lojista chega com uma rota definida e pode concentrar energia nas conversas com maior potencial de resultado.

Escolher as marcas que merecem conversa

Nem todas as marcas presentes precisam de uma reunião formal. A loja deve separar as empresas em três grupos.

O primeiro grupo inclui fornecedores atuais. Com eles, vale revisar reposição, preços, campanhas, margem, suporte técnico, lançamentos e problemas recentes.

O segundo grupo reúne marcas que a loja quer avaliar. Aqui entram empresas que podem completar o mix, melhorar margem, atender novos públicos ou abrir categorias que ainda não estão bem trabalhadas.

O terceiro grupo é exploratório. São marcas que chamam atenção por tendência, inovação, demanda de clientes ou oportunidade futura, mas que ainda não estão no radar comercial imediato.

Essa classificação ajuda a evitar reuniões longas com baixo impacto e garante tempo para o que pode mover o negócio.

O que levar para a Conecta+

O lojista não precisa levar uma pasta pesada, mas deve chegar com informação organizada.

Vale ter dados básicos da loja: perfil de clientes, categorias mais vendidas, marcas trabalhadas, ticket médio, região atendida, volume aproximado de compra, canais de venda e necessidades atuais.

Também é útil levar uma lista de produtos em falta, categorias com baixa rotação, fornecedores com problemas de entrega, marcas que os clientes têm pedido e dúvidas da equipe de vendas.

Outra recomendação prática: preparar uma breve apresentação da loja. Não para fazer discurso, mas para explicar com clareza quem compra, o que vende, que público atende e que tipo de fornecedor busca.

O que perguntar a fornecedores e marcas

Uma boa reunião não deve girar apenas em torno do preço. A loja deve fazer perguntas que ajudem a avaliar se aquela marca pode funcionar em sua realidade.

Entre as perguntas mais importantes estão: qual é o pedido mínimo, como funciona a reposição, que margem média a linha permite, qual prazo de entrega é oferecido, que condições de pagamento estão disponíveis, como funciona a garantia, se há assistência técnica local, se existe capacitação para vendedores, se a marca oferece material para redes sociais, se há apoio para demonstrações na loja e quais produtos têm melhor giro.

Também vale perguntar que perfil de loja vende melhor aquela linha. Essa resposta pode evitar compras equivocadas.

Ver demonstrações com critério comercial

As demonstrações devem ser observadas como ferramentas de venda.

O lojista deve olhar além do impacto inicial. O produto é fácil de explicar? Pode ser demonstrado dentro da loja? Exige conhecimento técnico avançado? Gera venda adicional de acessórios? Funciona para iniciantes, profissionais, igrejas, escolas ou estúdios? Tem argumento para vídeo curto, vitrine ou campanha digital?

Uma demonstração bem avaliada ajuda a transformar o produto em discurso comercial. Essa informação pode ser levada para a equipe de vendas depois do evento.

Como registrar contatos durante a feira

O maior erro depois de uma feira é voltar com muitos contatos e pouca informação.

Cada conversa deve ser registrada com contexto. Não basta guardar nome, empresa e telefone. É necessário anotar o que foi falado, que produto interessou, que condição foi mencionada, qual próxima ação ficou aberta e qual é o nível de prioridade.

Uma forma simples é classificar os contatos em quatro níveis: urgente, potencial, pesquisa e conteúdo. Urgente é o que exige acompanhamento imediato. Potencial é o que pode avançar nas próximas semanas. Pesquisa é o que precisa de comparação. Conteúdo é o que pode servir para redes, treinamento ou referência futura.

Contato sem anotação se perde. Contato com contexto vira oportunidade.

O que observar fora das reuniões

Uma feira também se lê com os olhos.

A loja deve observar quais estandes atraem mais público, quais produtos geram perguntas, quais demonstrações retêm visitantes, quais categorias aparecem com mais força e quais temas se repetem nas conversas.

Também vale prestar atenção ao comportamento de músicos, professores, técnicos e compradores. Muitas vezes, eles indicam antes das planilhas para onde a demanda está se movendo.

A Conecta+ reúne diferentes perfis do mercado musical, não apenas o varejo. Para a loja, isso permite entender como a demanda se forma antes de chegar ao balcão.

Depois do evento: organizar e agir

A visita não termina quando o lojista sai do pavilhão. O resultado real aparece no acompanhamento.

Nos primeiros dias depois da Conecta+, a loja deveria revisar anotações, separar fornecedores por prioridade, pedir propostas, comparar condições, organizar materiais, compartilhar aprendizados com a equipe e definir quais produtos merecem teste.

Também é recomendável transformar a visita em conteúdo para o cliente: novidades vistas, tendências, produtos que podem chegar à loja, fotos de demonstrações e comentários sobre o que está mudando no mercado.

A feira gera informação. O acompanhamento transforma essa informação em negócio.

Checklist rápido para lojas

Antes do evento: definir objetivos, revisar mix, listar fornecedores prioritários, separar categorias com potencial, preparar dados da loja e agendar reuniões.

Durante o evento: cumprir agenda, registrar cada contato, fotografar produtos autorizados, assistir a demonstrações, fazer perguntas sobre margem e reposição, observar tendências e comparar fornecedores.

Depois do evento: classificar contatos, pedir propostas, compartilhar aprendizados com a equipe, negociar condições, selecionar produtos para teste e fazer acompanhamento em até 30 dias.

Uma visita profissional muda o resultado

Para uma loja de instrumentos musicais, a Conecta+ pode ser mais do que uma feira. Pode ser uma ferramenta de compra, negociação, capacitação e reposicionamento.

Mas o resultado depende da preparação. Quem chega sem agenda volta com impressões. Quem chega com método volta com informação útil, contatos organizados e oportunidades mais claras.

Em um mercado competitivo, preparar a visita não é detalhe operacional. É parte da estratégia comercial.

Está pensando em assistir? Aproveite a oportunidade e faça seu cadastro grátis neste link!

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Feira de Discos de Vinil no Shopping Parque da Cidade https://musicaemercado.org/feira-vinil-shopping-parque-da-cidade/ Thu, 18 Jun 2026 18:09:18 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255714 Feira de Discos de Vinil no Shopping Parque da Cidade

Nos dias 19 e 20 de junho, evento gratuito reúne milhares de títulos para colecionadores, apaixonados por música e visitantes a partir de 20 reais. Os amantes da música e da cultura analógica têm um encontro marcado no Shopping Parque da Cidade, na Zona Sul de São Paulo. Nos dias 19 e 20 de junho, […]

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Feira de Discos de Vinil no Shopping Parque da Cidade

Nos dias 19 e 20 de junho, evento gratuito reúne milhares de títulos para colecionadores, apaixonados por música e visitantes a partir de 20 reais.

Os amantes da música e da cultura analógica têm um encontro marcado no Shopping Parque da Cidade, na Zona Sul de São Paulo. Nos dias 19 e 20 de junho, o empreendimento recebe mais uma edição da Feira de Discos de Vinil, reunindo uma ampla variedade de LPs, compactos e edições especiais para colecionadores, mais de 6 mil itens para apreciadores da boa música e novas gerações que desejam conhecer o universo dos discos.

A feira acontece no Piso Térreo oferecendo aos visitantes a oportunidade de explorar títulos de diferentes estilos musicais, épocas e artistas, em um ambiente que celebra a nostalgia e a experiência única proporcionada pelo vinil, com itens a partir de 20 reais, discos de Rock, Pop, Metal, Anos 80, Jazz, Bossa Nova, Black, Dance, MPB e samba. 

“Esse evento é uma atração que conecta gerações por meio da música. O vinil voltou a conquistar espaço entre colecionadores e novos consumidores, e queremos proporcionar aos nossos visitantes uma experiência cultural diferenciada, repleta de descobertas e memórias afetivas”, destaca Thaissa Lima, gerente de marketing do lifestyle center. O evento acontece, sexta-feira, dia 19, das 10h às 20h30 e no sábado, dia 20, das 10h às 22h. 

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Propriedade intelectual e IA entram no centro do debate da Trends.Music 2026 https://musicaemercado.org/propriedade-intelectual-ia-trends-music-2026/ Wed, 17 Jun 2026 08:13:12 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255679 Propriedade intelectual e IA entram no centro do debate da Trends.Music 2026

Priscila Gonzalez, do SBT, abordará licenciamento, vídeos curtos, inteligência artificial e a expansão da biblioteca musical do SBT Music. A gestão de direitos autorais ganhou novo peso estratégico na indústria musical. Com a ascensão das plataformas de vídeos curtos, a fragmentação do consumo e o avanço da inteligência artificial, a proteção das obras passou a […]

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Propriedade intelectual e IA entram no centro do debate da Trends.Music 2026

Priscila Gonzalez, do SBT, abordará licenciamento, vídeos curtos, inteligência artificial e a expansão da biblioteca musical do SBT Music.

A gestão de direitos autorais ganhou novo peso estratégico na indústria musical. Com a ascensão das plataformas de vídeos curtos, a fragmentação do consumo e o avanço da inteligência artificial, a proteção das obras passou a exigir mais domínio técnico, jurídico e operacional.

Esse será um dos temas abordados por Priscila Gonzalez, gerente de Propriedade Intelectual do SBT, durante a Trends.Music 2026, que acontece nos dias 24 e 25 de junho, no Novotel São Paulo Center Norte, em São Paulo. A executiva integrará o painel “Quem Define o Próximo Formato, Gerações, Plataformas e a Nova Lógica da Atenção”, dentro da programação do congresso.

A Trends.Music, também conhecida como Trends Brasil Conference, se apresenta como uma conferência voltada à indústria musical brasileira, com foco em conteúdo técnico, networking e discussões estratégicas sobre o setor. A edição de 2026 está marcada para os dias 24 e 25 de junho, em São Paulo, com ingressos nas categorias VIP e Acesso.

A nova lógica da atenção

Com TikTok, Instagram, YouTube Shorts e outros formatos de vídeo curto, a música passou a circular em trechos, recortes, memes, coreografias, trends e conteúdos publicados por usuários. Essa dinâmica ampliou o alcance das obras, mas também tornou mais complexa a identificação de usos, a cobrança de direitos e a prevenção de passivos jurídicos.

“Hoje, um trecho de uma música viraliza em horas mundialmente. É fundamental entender como o mercado está trabalhando para continuar protegendo a propriedade intelectual nesse ambiente multiplataforma”, afirma Priscila Gonzalez.

A executiva defende que a premissa central do direito autoral permanece válida no ambiente digital: se uma obra é utilizada, é necessário licenciar. Mesmo trechos curtos, como poucos segundos de uma música, podem exigir autorização prévia, dependendo do contexto de uso. Embora redes sociais mantenham catálogos negociados com editoras e gravadoras, conteúdos fora desses bancos licenciados podem gerar riscos para marcas, produtores, influenciadores e empresas.

Para autores, compositores e titulares de direitos, o desafio também envolve metadados, identificação de obras e rastreamento. Em um mercado movido por algoritmos, não basta registrar uma música; é preciso garantir que seus dados estejam organizados para que a execução seja localizada, reconhecida e monetizada.

Inteligência artificial como ferramenta, não como autora

A inteligência artificial será outro ponto de discussão. No mercado musical, a tecnologia já aparece em processos de edição, mixagem, restauração de áudio, criação de stems, geração de ideias, composição assistida e produção de trilhas. O debate mais sensível está na autoria.

Priscila Gonzalez defende que a IA pode funcionar como ferramenta de apoio, mas alerta para o impasse jurídico quando a criação é atribuída à máquina. Pela lógica da legislação brasileira de direito autoral, a obra protegida está ligada à criação do espírito humano. Isso exclui, em princípio, máquinas e pessoas jurídicas da condição de autoras.

“Se a autoria está ligada à emoção e ao intelecto humano, como fica uma criação feita por máquina? Enquanto não houver um autor definido, o direito autoral não será distribuído e o dinheiro ficará retido no Ecad”, explica.

A questão atinge diretamente a cadeia audiovisual. Trilhas produzidas por IA podem parecer soluções rápidas e de baixo custo, mas levantam dúvidas sobre titularidade, licenciamento, remuneração e uso comercial. Segundo Priscila, feedbacks de sonoplastas do SBT indicam resistência a trilhas geradas integralmente por IA, muitas vezes descartadas por soarem “robóticas e sem sentimento”.

SBT Music fará rodada de negócios

Além da participação no painel, Priscila Gonzalez comandará uma rodada de negócios voltada a produtores musicais e estúdios. O objetivo é ampliar a biblioteca musical do SBT Music, braço que engloba a editora e a gravadora da emissora.

Desde o final de 2022, o SBT Music vem estruturando um acervo para atender produções nacionais e regionais. A busca é por profissionais que compreendam a linguagem do audiovisual, área em que uma mesma trilha pode exigir diferentes versões, durações, climas e formatos de entrega.

“Precisamos de pessoas confiáveis, com repertório e experiência em trilhas para audiovisual. Queremos criar uma biblioteca robusta, com sonoridades diferentes e, acima de tudo, feitas por pessoas”, destaca a gerente.

A rodada é direcionada a produtores e estúdios capazes de entregar material com qualidade técnica e diversidade estética, em gêneros que podem ir do erudito ao pop. Para o SBT Music, a expansão do catálogo também representa uma forma de reduzir dependência de soluções genéricas e fortalecer a criação musical vinculada ao mercado audiovisual brasileiro.

Propriedade intelectual como ativo da economia criativa

Para Priscila, a gestão de propriedade intelectual deixou de ser um tema restrito ao departamento jurídico. Em um ambiente de circulação acelerada, licenciamento fragmentado e novas tecnologias de criação, PI passou a ser parte da estratégia comercial de artistas, editoras, gravadoras, produtoras e empresas de mídia.

“É a gestão bem-feita que faz a arte monetizar. A proteção do que é criado pelo intelecto humano precisa ser 100% garantida por especialistas, pois a propriedade intelectual é o grande ativo da economia criativa”, pontua.

A presença do tema na Trends.Music 2026 indica uma mudança de prioridade no setor. A discussão sobre futuro da música não passa apenas por plataformas, formatos e audiência, mas também por quem controla os direitos, como as obras são identificadas e de que forma a remuneração chega aos titulares.

  • Datas: 24 e 25 de junho de 2026
  • Local: Novotel São Paulo Center Norte, São Paulo
  • Ingressos: VIP e Acesso
  • Vendas: site oficial da Trends.Music

O ingresso VIP inclui acesso às sessões plenárias e workshops, coffee break, participação em rodadas de negócios, acesso às gravações das sessões, crachá de identificação e certificado de participação.

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NAMM NeXT Europe 2026 reúne líderes da indústria musical em Amsterdã https://musicaemercado.org/namm-next-europe-2026-industria-musical-amsterda/ Tue, 16 Jun 2026 16:33:37 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255682 NAMM NeXT Europe 2026 reúne líderes da indústria musical em Amsterdã

Encontro executivo abordou inovação, inteligência artificial, comércio global, varejo, eventos ao vivo e educação musical. A NAMM concluiu o NAMM NeXT Europe 2026, encontro executivo voltado à colaboração estratégica, inovação e crescimento de longo prazo para a indústria global de produtos musicais. O summit foi realizado nos dias 10 e 11 de junho, no Renaissance […]

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NAMM NeXT Europe 2026 reúne líderes da indústria musical em Amsterdã

Encontro executivo abordou inovação, inteligência artificial, comércio global, varejo, eventos ao vivo e educação musical.

A NAMM concluiu o NAMM NeXT Europe 2026, encontro executivo voltado à colaboração estratégica, inovação e crescimento de longo prazo para a indústria global de produtos musicais.

O summit foi realizado nos dias 10 e 11 de junho, no Renaissance Amsterdam Hotel, em Amsterdã, reunindo executivos e lideranças dos setores de instrumentos musicais, áudio profissional, eventos ao vivo, varejo, educação e distribuição.

O evento deu sequência ao encontro inaugural realizado em Bruxelas em 2025 e ampliou o papel do NAMM NeXT como fórum de alto nível para discutir desafios e oportunidades da indústria musical. Durante dois dias, os participantes trabalharam com inteligência de mercado, sessões estratégicas e grupos executivos voltados à geração de ações colaborativas.

“O crescimento contínuo e o engajamento em torno do NAMM NeXT Europe refletem a importância de criar espaços onde líderes da indústria possam colaborar sobre as oportunidades e desafios que moldam nosso ambiente global de negócios”, afirmou John Mlynczak, presidente e CEO da NAMM. Segundo o executivo, as conversas em Amsterdã reforçaram o compromisso da comunidade com a inovação e com a expansão do número de pessoas que fazem música.

A edição de 2026 contou com representantes de empresas globais e europeias de fabricação, distribuição, varejo e produção de eventos ao vivo. Entre os participantes citados pela NAMM estavam C.F. Martin Guitar, Henri SELMER Paris, Buffet Crampon, GEWA Music, Roland Europe, Taylor Guitars Europe, Thomann, Gear4music, Adam Hall Group, Audiotonix, Focusrite Group, QSC, Solid State Logic, MUSIK MEYER, ALGAM e Hal Leonard Europe.

A agenda incluiu apresentações de especialistas em economia, tecnologia e educação. Os temas centrais foram tendências econômicas e comerciais globais, inteligência artificial, mudanças no comportamento do consumidor, evolução do varejo, fabricação, eventos ao vivo e defesa da educação musical.

Um dos diferenciais do formato foi o trabalho em grupos executivos. Os participantes se dividiram em três eixos estratégicos: comercial, varejo e eventos ao vivo. As sessões buscaram identificar caminhos para fazer a indústria crescer, adaptar-se à disrupção e criar mais pessoas fazendo música.

O componente educacional também ocupou espaço relevante. Lideranças de organizações europeias de educação musical compartilharam iniciativas de advocacy e debateram oportunidades para aproximar a indústria de produtos musicais de escolas, conservatórios e novas gerações de músicos.

A mensagem de fundo foi direta: a indústria musical precisa de mais coordenação entre fabricantes, distribuidores, lojas, educadores, empresas de tecnologia, profissionais de eventos e organizações institucionais. Em um mercado afetado por mudanças de consumo, IA, pressão econômica e transformação do varejo, os espaços de conversa executiva passam a ter função mais estratégica.

Depois das edições de Bruxelas e Amsterdã, a plataforma NAMM NeXT se prepara para chegar à América Latina. Em novembro de 2026, São Paulo receberá o primeiro NAMM NeXT Latin America, que será realizado em 12 de novembro, um dia antes do início da Conecta+ Música & Mercado. Mais informações em breve!

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Conecta+ Música & Mercado conecta marcas, lojas, artistas e educação musical https://musicaemercado.org/conecta-musica-mercado-marcas-lojas-artistas-educacao-musical/ Mon, 15 Jun 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255583 Conecta+ Música & Mercado conecta marcas, lojas, artistas e educação musical

O evento reúne negócios, conteúdo, demonstrações, formação e networking em um mesmo ambiente para refletir o novo mapa do setor musical. Durante muito tempo, o mercado da música se organizou em torno de uma relação relativamente direta: as marcas desenvolviam produtos, os distribuidores abasteciam o canal, as lojas aproximavam esses produtos do consumidor e os […]

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Conecta+ Música & Mercado conecta marcas, lojas, artistas e educação musical

O evento reúne negócios, conteúdo, demonstrações, formação e networking em um mesmo ambiente para refletir o novo mapa do setor musical.

Durante muito tempo, o mercado da música se organizou em torno de uma relação relativamente direta: as marcas desenvolviam produtos, os distribuidores abasteciam o canal, as lojas aproximavam esses produtos do consumidor e os músicos decidiam o que incorporar à rotina de estudo, ensaio ou palco.

Esse circuito continua existindo, mas já não explica todo o negócio.

Hoje, uma marca não se relaciona apenas com uma loja. Também conversa com artistas, professores, técnicos, escolas de música, produtores, estúdios, criadores de conteúdo, venues, igrejas, gestores públicos e compradores institucionais. A decisão de compra ficou mais fragmentada, mas também abriu novas frentes de oportunidade.

A proposta da Conecta+ Música & Mercado parte dessa mudança: reunir, em um mesmo espaço, quem vende, compra, especifica, testa, ensina, recomenda e utiliza soluções para a música.

Um ponto de encontro para várias camadas do setor

A edição 2026 da Conecta+ Música & Mercado está prevista para acontecer de 13 a 15 de novembro de 2026, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, com um formato que combina exposição profissional, congresso e agenda de negócios. A organização apresenta o evento como um ambiente para avaliar soluções, conversar, negociar e avançar oportunidades reais para o mercado da música. 

Essa combinação é importante porque o setor já não funciona em blocos isolados. A loja precisa entender como se forma o desejo do novo consumidor. A marca precisa ouvir o canal, mas também observar como artistas, educadores e técnicos usam seus produtos. Professores e escolas buscam ferramentas para formar novos músicos. Artistas e criadores influenciam públicos que muitas vezes chegam à compra antes mesmo de entrar em uma loja.

A Conecta+ tenta colocar todos esses agentes em uma mesma conversa.

Negócios, conteúdo e demonstração

Uma feira tradicional se apoia principalmente na exposição de produtos. Esse formato segue relevante, mas já não basta sozinho.

Na Conecta+, a presença física de marcas e empresas se articula com conteúdo, demonstrações, encontros programados e formação. Isso permite que um produto não seja visto apenas em uma vitrine, mas dentro de um contexto de uso: como soa, como é instalado, como é ensinado, como é vendido, como é especificado e qual problema resolve.

Para uma loja, isso pode significar conhecer melhor o argumento de venda de uma linha. Para uma marca, pode significar ouvir objeções reais do canal. Para um artista, pode ser a oportunidade de testar equipamentos e conversar diretamente com fabricantes ou distribuidores. Para uma escola de música, pode abrir caminhos para atualizar métodos, instrumentos, tecnologia e espaços de ensino.

A educação musical como parte do negócio

Um dos pontos mais relevantes dessa nova etapa é a inclusão da educação musical como parte ativa do ecossistema, e não como um tema paralelo.

Escolas livres, conservatórios, universidades, professores, projetos sociais e edtechs ajudam a formar a próxima geração de consumidores, profissionais e criadores. Quem ensina influencia repertório, técnica, escolha de instrumentos, percepção de marcas e hábitos de compra.

Por isso, a presença da educação musical em um evento como a Conecta+ tem efeito direto sobre o mercado. Ela aproxima marcas de quem forma opinião no dia a dia, ajuda lojas a entender demandas de formação e cria espaço para discutir acesso, profissionalização e renovação de público.

Networking com mais intenção

O networking em eventos do setor sempre existiu. A diferença está no nível de organização.

Segundo a apresentação da Conecta+ 2026, o App Conecta+ foi pensado para ajudar participantes e empresas a solicitar, organizar e priorizar reuniões antes e durante o evento. A proposta é reduzir o acaso e valorizar o tempo de presença, criando agendas 1:1 mais direcionadas. 

Na prática, isso muda a experiência do visitante profissional. Em vez de depender apenas de encontros de corredor, marcas, lojas, compradores, educadores e prestadores de serviço podem chegar ao pavilhão com objetivos mais claros.

Por que isso importa para quem visita

Para o visitante, a Conecta+ pode funcionar como uma leitura prática do mercado. Em poucos dias, é possível acompanhar lançamentos, conhecer fornecedores, assistir a conteúdos, testar soluções, conversar com especialistas e identificar tendências de consumo, formação e operação.

Para as lojas, o evento ajuda a entender como o consumidor está mudando. Para marcas e distribuidores, permite avaliar canais e públicos. Para artistas e técnicos, oferece contato com tecnologias e soluções de uso direto. Para educadores, abre diálogo com empresas, métodos, equipamentos e projetos.

O valor está justamente na mistura. O mercado da música não é apenas venda de instrumentos. Ele envolve experiência, formação, repertório, infraestrutura, conteúdo, tecnologia e relacionamento.

Um evento para quem participa da decisão

A Conecta+ Música & Mercado se posiciona como um ponto de encontro porque reúne diferentes participantes da decisão de compra. O lojista continua sendo estratégico, mas agora divide espaço com artistas, professores, técnicos, gestores, escolas, creators, produtores e instituições.

Essa mudança não reduz a importância do canal. Ao contrário: pode fortalecê-lo, desde que o mercado consiga conversar de forma mais integrada.

Em um setor no qual a atenção do consumidor é disputada por marketplaces, redes sociais, plataformas digitais e venda direta, os encontros presenciais voltam a ter valor quando geram contexto, relacionamento e confiança.

A Conecta+ aposta nesse papel: não apenas mostrar produtos, mas criar um ambiente onde marcas, lojas, artistas e educação musical possam se entender melhor e construir novas oportunidades.

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Conecta+ também é um programa para viver a música em família https://musicaemercado.org/conecta-programa-viver-musica-familia/ Mon, 08 Jun 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255514 Conecta+ também é um programa para viver a música em família

Instrumentos, demonstrações, artistas e experiências fazem do evento uma oportunidade para pais, filhos e aficionados curiosos. Quando se fala em uma feira de música, muitas pessoas imaginam um ambiente pensado apenas para empresas, marcas, lojas, distribuidores e profissionais do setor. Essa leitura existe, mas não conta a história inteira. A música também começa em outro […]

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Conecta+ também é um programa para viver a música em família

Instrumentos, demonstrações, artistas e experiências fazem do evento uma oportunidade para pais, filhos e aficionados curiosos.

Quando se fala em uma feira de música, muitas pessoas imaginam um ambiente pensado apenas para empresas, marcas, lojas, distribuidores e profissionais do setor. Essa leitura existe, mas não conta a história inteira.

A música também começa em outro lugar: na curiosidade de uma criança diante de uma bateria, em um adolescente que testa sua primeira guitarra, em um pai que lembra do instrumento que tocava quando era jovem, em uma família que descobre junta um som novo, um artista ou uma tecnologia que não conhecia.

Por isso, a Conecta+ Música & Mercado também pode ser vista como um programa para viver a música em família. Não apenas como um evento de negócios, mas como um espaço de encontro com instrumentos, demonstrações, artistas, experiências e conteúdos que aproximam o mercado musical do público geral.

Uma feira também pode despertar interesse

O primeiro contato de muitas pessoas com a música não acontece em uma sala de aula formal. Pode surgir em uma apresentação, em uma loja, em um vídeo, em uma conversa ou no momento em que alguém tem a oportunidade de tocar, ouvir e perguntar.

Uma feira tem esse potencial. Reúne produtos, sons, pessoas e situações que não aparecem juntas na rotina diária.

Para uma família, caminhar por um evento como a Conecta+ pode ser uma forma de descobrir instrumentos, entender como funcionam certos equipamentos, ver demonstrações, ouvir músicos, conhecer marcas e observar diferentes formas de participar do universo musical.

Não é preciso ser profissional para aproveitar a visita. A curiosidade já é um bom ponto de partida.

Pais, filhos e aficionados no mesmo ambiente

Uma das forças da música é atravessar gerações.

Os pais podem chegar buscando uma atividade diferente para o fim de semana. Os filhos podem entrar por curiosidade e sair falando sobre um instrumento, uma banda, um curso ou uma experiência. Os aficionados podem encontrar produtos, artistas e demonstrações que os reconectem com a vontade de tocar, estudar ou gravar.

Esse cruzamento é importante. O setor musical depende de novos públicos, mas também da reativação de públicos que se afastaram. Muitas pessoas deixaram de tocar por falta de tempo, trabalho, estudos ou rotina familiar. Um evento presencial pode funcionar como lembrete: a música continua sendo uma possibilidade real de lazer, aprendizado e expressão.

Ver, ouvir e testar

A música é melhor compreendida quando é experimentada.

Uma foto de instrumento pode chamar atenção. Um vídeo pode explicar parte do som. Mas nada substitui a experiência de ver de perto, ouvir ao vivo, tocar, comparar e perguntar.

Para crianças e adolescentes, esse contato pode ser decisivo. Um teclado, uma guitarra, uma bateria eletrônica, um instrumento de sopro, um controlador ou uma solução de gravação podem deixar de ser objetos distantes e se tornar algo possível.

Para os adultos, a experiência também tem valor. Muitos descobrem novas tecnologias, formatos mais compactos, instrumentos mais acessíveis, soluções para estudar em casa ou produtos que facilitam a prática musical em apartamentos, escolas, igrejas ou pequenos estúdios.

A feira aproxima o produto da vida real.

Mais do que comprar: entender o mundo da música

A Conecta+ não deve ser vista pelas famílias apenas como um lugar de compra. Também pode ser um espaço para entender melhor o ecossistema musical.

A música inclui instrumentos, áudio, iluminação, tecnologia, educação, produção, conteúdo, palcos, estúdios, criadores, técnicos, lojas e escolas. Cada uma dessas áreas mostra que há diferentes formas de viver, estudar ou trabalhar com música.

Para um jovem, essa visão pode abrir uma pergunta importante: “que lugar posso ocupar nesse universo?”

Nem todos serão artistas. Alguns podem se interessar por produção musical, som, iluminação, luteria, ensino, criação de conteúdo, tecnologia, eventos ou gestão. Uma feira permite ver que a música também é profissão, serviço, indústria e economia criativa.

Uma oportunidade para aproximar crianças dos instrumentos

Muitas famílias querem que seus filhos tenham contato com a música, mas não sabem por onde começar.

Piano ou teclado? Guitarra ou ukulele? Bateria acústica ou eletrônica? Aula presencial ou plataforma digital? Instrumento próprio ou curso antes da compra? Qual idade é adequada para começar?

Em um evento com marcas, escolas, produtos e demonstrações, essas perguntas podem ser discutidas com mais clareza. Ver instrumentos de entrada, conversar com expositores e observar a reação das crianças pode ajudar a tomar decisões mais seguras.

Às vezes, o melhor resultado de uma visita não é uma compra imediata. É descobrir interesse.

Experiências que ficam na memória

Uma feira musical tem algo que o comércio digital não entrega: ambiente.

O som de uma demonstração, o movimento dos corredores, o contato com artistas, a possibilidade de ver equipamentos de perto e a sensação de estar dentro de um mercado vivo podem marcar a memória de quem visita.

Para uma família, isso transforma o evento em uma experiência compartilhada. Não é apenas “ir a uma feira”. É passar algumas horas em contato com sons, pessoas e ideias que podem despertar conversas depois.

Esse tipo de vivência tem valor cultural. A música, quando é compartilhada, deixa de ser apenas consumo e vira vínculo.

Um evento para profissionais, mas não só para eles

A Conecta+ segue sendo importante para empresas, lojas, distribuidores, técnicos, marcas e compradores. Essa base profissional faz parte do evento.

Mas a música não termina no negócio. Ela chega ao estudante, ao aficionado, ao músico independente, ao professor, à criança que começa, ao pai que acompanha, ao curioso que quer entender mais e à família que busca uma atividade diferente.

Abrir espaço para esse público não reduz a importância profissional do evento. Ao contrário, ajuda a renovar o setor.

Toda cadeia musical precisa de novos consumidores, novos estudantes, novos músicos e novos interessados.

Como aproveitar a visita em família

Para aproveitar melhor, vale chegar com uma ideia simples: observar, perguntar e experimentar.

A família pode escolher algumas áreas de interesse, reservar tempo para demonstrações, permitir que as crianças vejam instrumentos de perto, conversar com marcas ou escolas e registrar os produtos que despertaram mais curiosidade.

Também vale evitar a pressão de decidir tudo na hora. Em muitos casos, a visita serve para descobrir caminhos: que instrumento interessou mais, que tipo de aula pode funcionar, que equipamento chamou atenção ou que experiência gerou conversa.

O objetivo não é ver tudo. É viver a música com atenção.

A música como experiência compartilhada

A Conecta+ Música & Mercado pode ser vista como feira, plataforma de negócios, espaço de conteúdo e ponto de encontro do setor. Mas, para muitas pessoas, também pode ser algo mais simples e direto: uma oportunidade de se aproximar da música.

Para pais, filhos e aficionados curiosos, o evento pode abrir uma porta. Às vezes, essa porta leva a uma compra. Às vezes, a uma aula. Às vezes, a uma conversa em família. Às vezes, ao primeiro instrumento.

Em todos os casos, o valor está no contato.

A música se aprende, se compra, se vende e se estuda. Mas, antes de tudo isso, se vive. 

Convide as famílias que você conhece e venham viver juntos o universo da música na Conecta+ Música & Mercado 2026. Em breve, anunciaremos promoções especiais para as famílias desfrutarem o dia domingo no evento! Veja tudo aqui.

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InfoComm América Latina 2025 recebe prêmio internacional da IAEE https://musicaemercado.org/infocomm-america-latina-2025-premio-iaee/ Tue, 02 Jun 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255392 InfoComm América Latina 2025 recebe prêmio internacional da IAEE

Evento organizado pela AVIXA foi reconhecido por sua primeira edição e por sua contribuição ao mercado audiovisual profissional na região. A InfoComm América Latina 2025, exposição organizada pela AVIXA, recebeu o 2026 IAEE International Excellence Award, reconhecimento concedido pela International Association of Exhibitions and Events a eventos que contribuem para o desenvolvimento da indústria de […]

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InfoComm América Latina 2025 recebe prêmio internacional da IAEE

Evento organizado pela AVIXA foi reconhecido por sua primeira edição e por sua contribuição ao mercado audiovisual profissional na região.

A InfoComm América Latina 2025, exposição organizada pela AVIXA, recebeu o 2026 IAEE International Excellence Award, reconhecimento concedido pela International Association of Exhibitions and Events a eventos que contribuem para o desenvolvimento da indústria de feiras e exposições em escala global.

A primeira edição da InfoComm América Latina foi realizada na Cidade do México em outubro de 2025 e reuniu 5.214 participantes, 3.915 compradores e 61 expositores, em uma área de exposição de 2.656 metros quadrados. A programação contou com 47 sessões educativas, 16 treinamentos de fabricantes e sete salas de demonstração.

Segundo a AVIXA, os resultados posteriores ao evento mostraram que 96% dos participantes consideraram a feira importante para seus negócios, enquanto 93% se declararam satisfeitos com a experiência geral. Entre os expositores, 96% avaliaram o retorno sobre o investimento como muito bom ou excelente.

O prêmio foi entregue durante a gala da IMEX Frankfurt, realizada em 20 de maio. Marsha Flanagan, presidente e CEO da IAEE, destacou o papel da InfoComm América Latina como plataforma B2B para conectar inovadores, compradores e vendedores em um mercado que demandava um evento desse nível.

Ana Elisa Benavent, diretora do evento, afirmou que o reconhecimento representa um marco para a InfoComm América Latina e ressaltou o esforço coletivo de expositores, parceiros, palestrantes e visitantes na construção de uma plataforma regional para a indústria de integração audiovisual.

A AVIXA prevê que a edição de 2026 amplie a área de exposição em 60%, sinalizando a confiança do mercado na continuidade do projeto.

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O que uma loja de instrumentos deve buscar em uma feira de música https://musicaemercado.org/loja-instrumentos-feira-musica-conecta/ Mon, 01 Jun 2026 09:01:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255386 O que uma loja de instrumentos deve buscar em uma feira de música

Uma feira de música pode ser mais do que uma visita de cortesia: para uma loja, é uma oportunidade para encontrar fornecedores, negociar condições, conhecer produtos de giro, capacitar a equipe e entender para onde o consumidor está se movendo. Para uma loja de instrumentos musicais, visitar uma feira não deveria ser um passeio improvisado […]

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O que uma loja de instrumentos deve buscar em uma feira de música

Uma feira de música pode ser mais do que uma visita de cortesia: para uma loja, é uma oportunidade para encontrar fornecedores, negociar condições, conhecer produtos de giro, capacitar a equipe e entender para onde o consumidor está se movendo.

Para uma loja de instrumentos musicais, visitar uma feira não deveria ser um passeio improvisado pelos corredores. Em um mercado pressionado por marketplaces, venda direta, mudanças no consumo e clientes mais informados, cada visita profissional precisa ter um objetivo.

A pergunta não é apenas “quais marcas estarão presentes”. A pergunta correta é: o que a feira pode trazer para melhorar o negócio da loja nos próximos meses?

Uma feira como a Conecta+ Música & Mercado pode funcionar como uma leitura concentrada do setor. Em poucos dias, o lojista pode encontrar fornecedores, comparar linhas, observar tendências, testar produtos, participar de capacitações, conversar com marcas e entender quais argumentos podem ajudar a vender melhor.

Buscar novos fornecedores, mas com critério

Encontrar fornecedores é uma das razões mais evidentes para visitar uma feira. Mas não se trata de somar catálogos sem estratégia.

A loja deve buscar marcas que completem seu mix, reduzam dependências, melhorem margens ou atendam demandas que já aparecem no balcão. Um novo fornecedor só faz sentido se resolver um problema real: falta de reposição, baixa rentabilidade, pouca variedade, demora logística ou ausência de produtos para um público específico.

Antes de avançar em qualquer conversa, vale perguntar:

  • Qual é o pedido mínimo?
  • Como funciona a reposição?
  • Que margem média a linha permite?
  • Há suporte técnico no Brasil?
  • A marca oferece material de venda, conteúdo ou capacitação?
  • Existe proteção comercial por região ou canal?
  • A empresa trabalha com e-commerce, loja física ou ambos?

A feira serve para abrir portas. A decisão de compra deve vir depois de uma avaliação objetiva.

Negociar condições, não apenas preços

No varejo musical, preço importa. Mas não é o único fator.

Uma boa negociação inclui prazo de pagamento, política de reposição, garantia, assistência técnica, bonificações, material promocional, treinamento para vendedores, apoio em demonstrações e condições para campanhas.

Muitas vezes, a loja se concentra apenas em conseguir desconto e deixa de negociar pontos que podem melhorar a venda na prática. Um fornecedor que oferece capacitação, conteúdo, disponibilidade de peças e suporte comercial pode gerar mais resultado do que uma linha com preço menor, mas sem estrutura.

Em uma feira, a vantagem está em conversar diretamente com quem decide ou com quem pode levar a demanda ao distribuidor. É o momento de explicar o perfil da loja, o tipo de cliente, a região atendida e as categorias com maior potencial.

Identificar produtos de giro

Uma loja não vive apenas de lançamentos. Vive de produtos que giram.

Por isso, um dos focos da visita deve ser identificar itens com boa relação entre demanda, margem, reposição e facilidade de venda. Acessórios, cordas, baquetas, palhetas, cabos, suportes, interfaces, microfones, controladores, pedais, instrumentos de entrada, produtos para home studio e soluções para igrejas ou escolas podem ter papel decisivo no faturamento mensal.

A feira permite ver quais produtos estão sendo trabalhados pelas marcas, quais linhas recebem investimento, quais categorias estão crescendo e quais soluções podem responder a buscas reais do consumidor.

O lojista deve olhar menos para a novidade isolada e mais para a possibilidade de venda contínua.

Ver demonstrações com olhar comercial

As demonstrações são uma das partes mais úteis de uma feira, desde que a loja as observe com atenção comercial.

Não basta ver se um produto soa bem ou se chama a atenção do público. A loja deve analisar como aquele produto pode ser apresentado no ponto de venda.

  • É fácil de explicar?
  • O cliente entende rapidamente o benefício?
  • Exige vendedor especializado?
  • Funciona para iniciantes, profissionais ou ambos?
  • Pode gerar venda adicional de acessórios?
  • Tem bom argumento para redes sociais?
  • Pode ser demonstrado dentro da loja?

Uma demonstração bem observada ajuda a transformar produto em discurso de venda. Para a equipe comercial, isso vale mais do que receber uma ficha técnica.

Capacitar a equipe de vendas

Uma feira também é oportunidade de formação. Vendedores que conhecem melhor os produtos vendem com mais segurança, atendem melhor e reduzem a dependência do preço como único argumento.

A loja deveria aproveitar palestras, workshops, clínicas, demonstrações e conversas técnicas para levar informação de volta à equipe. Mesmo quando nem todos podem viajar, o dono ou comprador pode registrar aprendizados, fazer anotações, reunir catálogos e organizar uma pequena capacitação interna depois do evento.

A pergunta-chave é: o que aprendemos na feira que pode melhorar a venda na loja na próxima semana?

Esse aprendizado pode estar em um produto, em uma técnica de demonstração, em uma tendência de consumo ou em uma nova forma de abordar o cliente.

Observar tendências de consumo

As feiras também mostram para onde o mercado está indo.

Se muitas marcas apresentam soluções para home studio, pode haver demanda crescente por produção independente. Se aumentam as opções de instrumentos de entrada, pode existir oportunidade em educação musical. Se aparecem mais produtos compactos, portáteis e conectados, o consumidor pode estar buscando praticidade. Se crescem as soluções para igrejas, eventos e escolas, a loja pode revisar sua oferta para públicos coletivos.

A feira permite observar sinais antes que eles se transformem em demanda consolidada.

Para uma loja, isso é importante porque comprar tarde pode significar perder margem, perder cliente ou depender de categorias saturadas.

Fazer networking com outros lojistas

Uma feira não serve apenas para falar com fornecedores. Também serve para ouvir outros comerciantes.

Conversar com lojas de outras regiões ajuda a entender quais produtos giram, quais problemas se repetem, quais marcas entregam melhor, quais categorias estão com menor margem e como outros varejistas estão lidando com marketplaces, crédito, equipe e atendimento.

Essa troca pode ser mais útil do que uma palestra formal. O lojista que escuta o mercado volta com uma visão mais ampla do próprio negócio.

Sair com um plano de ação

O erro mais comum é voltar de uma feira com sacolas, catálogos, fotos e poucos próximos passos.

Uma loja deveria sair com uma lista clara:

  • Fornecedores para contatar;
  • Produtos para testar;
  • Condições para negociar;
  • Marcas para comparar;
  • Conteúdos para publicar;
  • Capacitações para replicar à equipe;
  • Categorias para revisar no mix;
  • Contatos que merecem acompanhamento.

A feira só gera resultado quando a visita se transforma em ação.

De visitante a comprador estratégico

Para uma loja de instrumentos musicais, uma feira de música não deve ser vista como evento social nem como simples exposição de produtos. Deve ser tratada como ferramenta de compra, formação e reposicionamento.

O lojista que chega com objetivos claros aproveita melhor o tempo, conversa com mais critério e volta com informação útil para vender melhor.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a loja que sabe o que buscar em uma feira tem mais chances de encontrar fornecedores adequados, negociar melhor, capacitar sua equipe e escolher produtos que realmente giram.

Visitar uma feira não é apenas ver novidades. É entender o que pode melhorar o negócio depois que o evento termina.

Planeje sua visita à Conecta+ Música & Mercado e faça seu cadastro como lojista gratuito neste link.

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