Eventos: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/feiras-e-eventos/ A música sob o viés do trabalho e negócios Sat, 15 Aug 2026 18:17:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Eventos: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/feiras-e-eventos/ 32 32 O que uma marca pode ganhar antes, durante e depois da Conecta+ Música & Mercado https://musicaemercado.org/marca-conecta-musica-mercado/ https://musicaemercado.org/marca-conecta-musica-mercado/#respond Mon, 17 Aug 2026 09:13:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=257167 O que uma marca pode ganhar antes, durante e depois da Conecta+ Música & Mercado

A participação no evento não começa quando o pavilhão abre nem termina quando o estande é desmontado: uma marca pode transformar a Conecta+ em plataforma de leads, conteúdo, relações comerciais e acompanhamento pós-evento. Para muitas empresas, participar de uma feira ainda significa montar um estande, receber visitantes, mostrar produtos e esperar que as oportunidades apareçam. […]

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O que uma marca pode ganhar antes, durante e depois da Conecta+ Música & Mercado

A participação no evento não começa quando o pavilhão abre nem termina quando o estande é desmontado: uma marca pode transformar a Conecta+ em plataforma de leads, conteúdo, relações comerciais e acompanhamento pós-evento.

Para muitas empresas, participar de uma feira ainda significa montar um estande, receber visitantes, mostrar produtos e esperar que as oportunidades apareçam. Esse modelo segue tendo valor, mas já não é suficiente para um mercado em que a decisão de compra ficou mais fragmentada.

Hoje, uma marca precisa chegar ao evento com uma estratégia clara: que público quer alcançar, que produto ou solução deseja posicionar, que contatos precisa gerar e que conversas devem continuar depois.

Nesse sentido, a Conecta+ Música & Mercado não deve ser vista apenas como três dias de exposição. Sua proposta para 2026 combina ambiente presencial, agenda de negócios, conteúdo, relações comerciais, ferramenta digital e mapeamento de oportunidades. A apresentação estratégica do evento define a Conecta+ como um espaço que reúne quem compra, especifica, programa, opera, forma, licencia e monetiza dentro do mercado musical. 

Antes do evento: preparar o terreno comercial

O trabalho de uma marca começa antes de chegar ao Transamérica Expo Center.

A etapa pré-evento serve para definir objetivos, selecionar públicos e preparar uma narrativa. Não se trata apenas de comunicar que a empresa estará presente, mas de explicar por que vale a pena visitá-la.

Uma marca pode usar o pré-evento para apresentar lançamentos, convidar clientes estratégicos, organizar reuniões, ativar sua base de contatos, produzir conteúdos educativos e antecipar temas que serão tratados no estande, em demonstrações ou em encontros comerciais.

A pergunta central deve ser simples: o que queremos que o visitante entenda antes de falar conosco?

Quando essa resposta está clara, o evento deixa de depender apenas do fluxo espontâneo do corredor. A marca chega com agenda mais organizada e com conversas já iniciadas.

Geração de leads com mais intenção

Um dos maiores erros em feiras é medir resultado apenas pela quantidade de cartões, formulários ou credenciais escaneadas. Leads sem classificação raramente se convertem em negócio.

A oportunidade está em gerar contatos com contexto.

Na Conecta+, uma marca pode diferenciar leads por perfil: lojas, distribuidores, educadores, técnicos, integradores, artistas, produtores, estúdios, gestores públicos ou compradores institucionais. Cada grupo tem uma necessidade diferente e exige um acompanhamento próprio.

Um vendedor que conversa com uma loja deve registrar potencial de compra, mix atual, região, marcas já trabalhadas e objeções comerciais. Com um educador, a conversa pode envolver método, volume de alunos, necessidade de instrumentos, plataformas e formação. Com um técnico ou integrador, o foco pode estar em especificação, instalação, suporte e prazo.

Durante o evento: mostrar, ouvir e qualificar

O momento presencial é o mais visível, mas também o mais curto. Por isso, precisa ser bem utilizado.

Durante a Conecta+, o estande não deveria funcionar apenas como vitrine. Deve operar como ponto de demonstração, conversa e qualificação comercial. A marca precisa mostrar produto, mas também ouvir o mercado.

Quais perguntas os visitantes fazem? Que objeções se repetem? Quais produtos geram mais interesse? Que tipo de cliente aparece sem ter sido previsto? Que regiões demonstram demanda? Que soluções o canal está procurando?

Essas respostas podem valer tanto quanto uma venda imediata.

A proposta da Conecta+ 2026 inclui exposição profissional, congresso e agenda de negócios, em um ambiente pensado para avaliar soluções, conversar, negociar e avançar oportunidades reais. O evento está previsto para acontecer de 13 a 15 de novembro de 2026, em São Paulo, com funcionamento das 11h às 20h. 

Conteúdo: o evento como fonte de comunicação

Um evento também pode alimentar a comunicação de uma marca durante semanas ou meses.

O estande, as demonstrações, as entrevistas, os depoimentos de clientes, as visitas de artistas, as reuniões com distribuidores e os lançamentos podem se transformar em conteúdo para redes sociais, newsletters, imprensa, LinkedIn, YouTube e materiais comerciais.

A diferença está no planejamento. Uma marca que chega sem pauta acaba publicando apenas fotos gerais. Uma marca que chega com estratégia pode produzir conteúdo útil: demonstrações curtas, explicações técnicas, comparativos, casos de uso, entrevistas com especialistas e registros de clientes reais interagindo com os produtos.

Esse conteúdo aumenta a vida útil da participação no evento. A feira deixa de durar três dias e passa a gerar conversa antes, durante e depois.

Relações comerciais: além da venda imediata

Nem toda oportunidade se fecha no evento. Algumas começam ali.

Uma marca pode sair da Conecta+ com novos distribuidores em avaliação, lojas interessadas em abrir cadastro, escolas buscando projetos de fornecimento, técnicos testando soluções, criadores interessados em parcerias e compradores institucionais planejando demandas futuras.

Por isso, a equipe comercial deve separar contato de oportunidade. Nem todo contato é prioridade. Nem toda prioridade está pronta para compra. E nem toda conversa relevante aparece como venda imediata.

O ganho está em construir pipeline.

A apresentação estratégica da Conecta+ 2026 compara o modelo tradicional, baseado em encontros de corredor, com uma nova lógica de acesso qualificado, matchmaking ativo e geração de negócios em rede. Também destaca o App Conecta+ como ferramenta para solicitar, organizar e priorizar reuniões antes e durante o evento. 

Depois do evento: onde o resultado se confirma

O pós-evento é a etapa que muitas empresas negligenciam. Sem acompanhamento, parte importante do esforço se perde.

O primeiro passo é classificar os contatos. Quem pediu proposta. Quem precisa de informação técnica. Quem deve receber catálogo. Quem deve falar com o distribuidor. Quem exige visita comercial. Quem pode virar conteúdo. Quem precisa de acompanhamento em 30, 60 ou 90 dias.

Depois, a marca deve transformar a informação coletada em ação: campanhas segmentadas, reuniões posteriores, envio de materiais, treinamentos, condições comerciais, ativação de distribuidores e conteúdo para públicos específicos.

Uma feira bem trabalhada não termina na desmontagem. Termina quando os contatos se convertem em relacionamento, venda, distribuição, especificação, visibilidade ou aprendizado estratégico.

O verdadeiro retorno está no ciclo completo

O retorno de uma marca na Conecta+ não deveria ser medido apenas por vendas fechadas durante o evento.

Há outros indicadores relevantes: leads qualificados, reuniões realizadas, oportunidades abertas, conteúdo produzido, novos canais, distribuidores potenciais, presença na imprensa, relação com educadores, contato com artistas, especificações técnicas e percepção de marca.

A apresentação do evento resume essa lógica ao afirmar que a Conecta+ busca operar em três camadas: presencial, digital e inteligência. A camada presencial reúne experiência física, reuniões, palcos e demonstrações; a digital inclui aplicativo, matchmaking e cruzamento de ofertas e demandas; e a base de inteligência trabalha com dados, oportunidades e leads qualificados. 

Participar não basta: é preciso ativar

Estar na Conecta+ pode abrir portas, mas o resultado depende de como a marca usa o evento.

Antes, precisa preparar audiência, narrativa e agenda. Durante, deve demonstrar, ouvir, registrar e qualificar. Depois, tem que continuar a conversa com método.

Esse é o ponto central. A participação em um evento deixou de ser uma ação isolada de marketing. Passou a fazer parte de um ciclo comercial mais amplo.

Para uma marca do setor musical, a Conecta+ pode ser vitrine, ponto de encontro, fonte de conteúdo, laboratório de mercado e geradora de relações. Mas só entregará todo esse potencial a quem tratar o evento como plataforma, não como presença pontual.

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NAMM Show 2027 será realizado de 26 a 30 de janeiro em Anaheim https://musicaemercado.org/namm-show-2027-anaheim-datas/ https://musicaemercado.org/namm-show-2027-anaheim-datas/#respond Wed, 12 Aug 2026 09:03:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256854 NAMM Show 2027 será realizado de 26 a 30 de janeiro em Anaheim

Evento terá cinco dias de programação e três dias de exposição para fabricantes, compradores, criadores e profissionais da indústria musical. A NAMM confirmou que o NAMM Show 2027 será realizado de 26 a 30 de janeiro, em Anaheim, na Califórnia. Os pavilhões de exposição estarão abertos entre os dias 28 e 30, enquanto a programação […]

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NAMM Show 2027 será realizado de 26 a 30 de janeiro em Anaheim

Evento terá cinco dias de programação e três dias de exposição para fabricantes, compradores, criadores e profissionais da indústria musical.

A NAMM confirmou que o NAMM Show 2027 será realizado de 26 a 30 de janeiro, em Anaheim, na Califórnia. Os pavilhões de exposição estarão abertos entre os dias 28 e 30, enquanto a programação completa reunirá cinco dias de atividades educacionais, apresentações musicais, premiações e encontros voltados ao mercado de produtos musicais.

Segundo a organização, a próxima edição dará continuidade à transformação do evento em uma plataforma que combina negócios, conteúdo, formação profissional, relacionamento com criadores e ações digitais antes, durante e depois da feira.

Em 2026, o NAMM Show recebeu mais de 60 mil participantes de 122 países, regiões e territórios. A organização estima que esse público representou poder de compra de US$ 9,8 bilhões. Entre os expositores, 92% declararam ter se conectado com seu público-alvo, enquanto 90% dos visitantes afirmaram ter encontrado as marcas que pretendiam conhecer.

América Latina amplia participação no evento

A presença internacional somou mais de 8.650 profissionais em 2026. A Europa respondeu por 34,6% desse grupo, seguida pela América Latina, com 23,1%, e pelo Leste Asiático, com 22,9%.

Brasil, Colômbia e Guatemala estiveram entre os mercados latino-americanos que registraram crescimento na participação. China, México, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Itália, Japão e Brasil apareceram entre os países com maior presença no evento.

Os números reforçam o posicionamento do NAMM Show como ponto de encontro para fabricantes, distribuidores, varejistas, importadores e prestadores de serviços interessados em ampliar relações comerciais em diferentes mercados.

Criadores ganham espaço na estratégia das marcas

Criadores, artistas, músicos e influenciadores também passaram a ocupar uma parcela maior do público. Em 2026, esse grupo representou 26,1% dos participantes.

Os conteúdos produzidos durante a feira alcançaram 70 milhões de visualizações nas redes sociais, além de mais de 2,1 milhões de curtidas e quase 50 mil comentários. Segundo a NAMM, a ampliação de espaços como Creator Lounges e Creator Studios permite que marcas apresentem produtos diretamente a profissionais que influenciam decisões de compra e tendências de consumo.

A estrutura digital também ampliou a exposição dos participantes. O diretório online de expositores recebeu mais de 150 mil visitas únicas, enquanto o aplicativo oficial registrou 31 mil downloads e 330 mil acessos.

Educação e desenvolvimento profissional

A edição de 2026 ofereceu mais de 250 sessões educacionais, que somaram cerca de 91 mil participações. A programação abordou gestão, economia dos criadores, produção musical, gravação, áudio ao vivo, educação musical e tecnologias emergentes.

Para 2027, a NAMM pretende manter esse formato e ampliar as oportunidades de relacionamento entre fabricantes, distribuidores, lojas, profissionais de áudio, educadores, artistas, produtores de conteúdo e demais participantes da cadeia musical.

O evento também continuará recebendo premiações e apresentações ao vivo. Entre as iniciativas realizadas nos últimos anos estão os TEC Awards, NAMM Retail Awards, Parnelli Awards, She Rocks Awards e Best in Show.

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Tecnologia musical para jovens: do celular ao home studio https://musicaemercado.org/tecnologia-musical-para-jovens-do-celular-ao-home-studio/ https://musicaemercado.org/tecnologia-musical-para-jovens-do-celular-ao-home-studio/#respond Mon, 10 Aug 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256866 Tecnologia musical para jovens: do celular ao home studio

Interfaces, controladores, microfones e softwares mostram que produzir música em casa está cada vez mais acessível. Para muitos jovens, a relação com a música já não começa apenas por um instrumento tradicional. Começa no celular. Em um aplicativo. Em um vídeo curto. Em uma base criada no computador. Em uma voz gravada em casa. Em […]

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Tecnologia musical para jovens: do celular ao home studio

Interfaces, controladores, microfones e softwares mostram que produzir música em casa está cada vez mais acessível.

Para muitos jovens, a relação com a música já não começa apenas por um instrumento tradicional. Começa no celular. Em um aplicativo. Em um vídeo curto. Em uma base criada no computador. Em uma voz gravada em casa. Em um beat feito com fones.

Essa mudança não reduz o valor de estudar música. Ao contrário, abre novas portas.

A tecnologia musical permite que adolescentes e iniciantes experimentem gravação, composição, edição, produção e publicação sem precisar de um estúdio profissional desde o primeiro dia. Mas também exige orientação. Comprar equipamentos sem entender o uso pode gerar frustração e gasto desnecessário.

O celular como primeira ferramenta

O celular já faz parte da rotina criativa de muitos jovens.

Serve para gravar ideias, cantar melodias, registrar ensaios, ouvir referências, estudar com aplicativos, editar vídeos e compartilhar conteúdos. Para começar, pode ser suficiente.

O passo seguinte costuma surgir quando o jovem quer melhorar a qualidade do som, gravar voz com mais clareza, conectar um instrumento, produzir bases ou editar com mais controle.

Aí começa o caminho para um home studio básico.

O que é um home studio para iniciantes

Um home studio não precisa ser uma sala profissional.

Para um jovem que começa, pode ser uma mesa organizada com computador ou tablet, fones, interface de áudio, microfone, controlador MIDI e algum software de gravação ou produção.

O importante é que o sistema seja simples, compatível e útil para o objetivo. Nem todos precisam dos mesmos equipamentos. Quem canta precisa de uma solução. Quem toca guitarra precisa de outra. Quem produz beats pode começar com controlador e software. Quem grava podcasts ou conteúdo pode priorizar microfone e tratamento básico do ambiente.

Interfaces: conectar o mundo real ao digital

A interface de áudio permite conectar microfones, instrumentos e monitores ao computador com melhor qualidade e menor latência.

Para jovens que querem gravar voz, guitarra, teclado ou instrumentos externos, pode ser uma das primeiras compras relevantes.

Antes de escolher, os pais deveriam perguntar: quantas entradas são necessárias? Funciona com o computador de casa? É fácil de instalar? Tem suporte? Vem com software? Permite usar fones?

Uma interface simples, bem escolhida, pode durar bastante tempo.

Controladores: tocar, criar e produzir

Os controladores MIDI atraem muitos adolescentes porque permitem tocar instrumentos virtuais, criar beats, controlar software e experimentar sons.

Eles não produzem som por si mesmos em todos os casos. Dependem de computador, tablet ou software compatível. Por isso, a orientação é importante.

Para quem quer produzir música eletrônica, beats, trilhas ou arranjos, um controlador pode ser mais motivador do que um instrumento tradicional. Para outros, pode complementar o estudo de teclado ou composição.

Microfones: voz, conteúdo e gravação

O microfone costuma ser a porta de entrada para quem canta, grava vídeos, faz podcast, produz conteúdo ou quer registrar ideias.

Há microfones USB, mais simples de usar, e microfones que exigem interface. A escolha depende do objetivo.

Para os pais, a pergunta não deve ser “qual é o melhor microfone?”, mas “o que meu filho precisa gravar e com que equipamento vai usar?”

Também vale pensar em suporte, cabo, filtro antipop, fones e ambiente de gravação. O microfone não trabalha sozinho.

Software: ferramenta e aprendizado

O software de produção musical pode parecer complexo no começo, mas muitas plataformas têm versões de entrada, aplicativos intuitivos e recursos educacionais.

O jovem pode aprender a gravar, cortar, repetir, mixar, programar baterias, criar harmonias e exportar músicas.

A recomendação é começar simples. Opções demais podem confundir. É melhor dominar uma ferramenta básica do que acumular programas sem saber usá-los.

O papel dos pais

Os pais não precisam entender todos os termos técnicos. Mas podem ajudar a organizar a compra e a rotina.

É importante perguntar o que o jovem quer fazer: cantar, produzir beats, gravar guitarra, criar conteúdo, mixar músicas ou estudar música. Cada objetivo muda a lista de equipamentos.

Também vale estabelecer um espaço, cuidar do volume, apoiar aulas ou cursos e evitar compras impulsivas de equipamentos incompatíveis.

Conecta+ como lugar para entender a tecnologia

Em uma feira como a Conecta+ Música & Mercado, as famílias podem ver interfaces, microfones, controladores, softwares, instrumentos eletrônicos e soluções para estudo em casa.

A vantagem é poder perguntar diretamente a marcas, lojas e especialistas. Ver uma demonstração de gravação ou produção pode explicar mais do que muitas horas de busca online.

Para adolescentes, esse contato pode transformar curiosidade digital em projeto musical concreto.

Tecnologia não substitui aprendizado

Equipamentos ajudam, mas não fazem música sozinhos.

Um home studio básico pode estimular, mas o desenvolvimento depende de escuta, prática, repertório, orientação e continuidade.

A tecnologia deve servir à criação, não substituir o processo. Quando combinada com educação musical, pode ampliar o interesse e abrir caminhos para produção, composição, áudio, performance e conteúdo.

Começar pequeno pode ser melhor

Não é preciso comprar tudo ao mesmo tempo.

Um bom começo pode ser um microfone USB, uma interface simples, um controlador compacto ou um software básico. Depois, com o uso real, a família entende o que vale atualizar.

A melhor tecnologia para jovens é aquela que se usa. Não a que impressiona na caixa.

Do celular ao home studio, o caminho pode ser gradual. E, quando bem orientado, pode converter curiosidade em criação.

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Produto novo não basta: como avaliar se um lançamento merece entrar no mix https://musicaemercado.org/avaliar-lancamento-mix-loja-musica/ Mon, 03 Aug 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256641 Produto novo não basta: como avaliar se um lançamento merece entrar no mix

Para uma loja de instrumentos musicais, incorporar um lançamento exige mais do que entusiasmo: é preciso medir margem, giro, disponibilidade, suporte, demanda real e capacidade de venda. Em uma feira de música, os lançamentos chamam atenção. Têm design novo, discurso de marca, demonstrações, artistas convidados, vídeos e condições especiais de apresentação. Para uma loja, esse […]

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Produto novo não basta: como avaliar se um lançamento merece entrar no mix

Para uma loja de instrumentos musicais, incorporar um lançamento exige mais do que entusiasmo: é preciso medir margem, giro, disponibilidade, suporte, demanda real e capacidade de venda.

Em uma feira de música, os lançamentos chamam atenção. Têm design novo, discurso de marca, demonstrações, artistas convidados, vídeos e condições especiais de apresentação. Para uma loja, esse ambiente pode gerar uma sensação imediata de oportunidade.

Mas produto novo nem sempre significa bom negócio.

O desafio do lojista não é descobrir tudo o que acabou de chegar ao mercado. É decidir o que merece entrar no mix da loja, o que deve esperar, o que pode ser testado em pequena quantidade e o que não combina com seu público.

Em eventos como a Conecta+ Música & Mercado, onde a proposta combina exposição profissional, congresso e agenda de negócios, a visita de uma loja deve ser tratada como ferramenta de compra e análise comercial. A edição 2026 está prevista para acontecer de 13 a 15 de novembro de 2026, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, em um ambiente pensado para avaliar soluções, conversar, negociar e avançar oportunidades reais de negócio. 

A novidade não paga a conta

Um lançamento pode atrair olhares, mas a loja vive de venda, margem e reposição. O produto que gera curiosidade na feira não necessariamente terá saída no ponto de venda.

Antes de incorporar uma novidade, o lojista deve separar interesse de demanda. O interesse aparece quando o produto chama atenção. A demanda existe quando o cliente está disposto a comprar, a loja sabe vender, o preço faz sentido e o fornecedor consegue repor.

Essa diferença é decisiva. Muitos produtos novos entram na loja por impulso e acabam ocupando espaço, capital e energia comercial. Outros, menos chamativos, podem ter mais giro e melhor resultado.

O lojista não deve perguntar apenas “esse produto é bom?”. Deve perguntar: “esse produto faz sentido para minha loja, meu cliente e meu caixa?”

Primeiro filtro: encaixe com o público da loja

O primeiro critério é o perfil do cliente.

Uma loja com venda forte para iniciantes não deve avaliar um lançamento da mesma forma que uma loja voltada a músicos profissionais, estúdios, igrejas, escolas ou técnicos de áudio. O mesmo produto pode ser excelente para um tipo de cliente e pouco adequado para outro.

Antes de comprar, vale responder:

Meu cliente entende esse produto?
Já existe demanda por essa categoria?
O preço está dentro da realidade do meu público?
O produto resolve um problema frequente na loja?
Pode gerar recompra ou venda adicional?
A equipe de vendas sabe explicar seu valor?

Se a resposta depender de muito esforço de convencimento, o produto pode exigir uma estratégia de venda mais longa. Isso não o descarta, mas muda o tamanho da compra inicial.

Segundo filtro: margem real, não apenas desconto

Um lançamento costuma vir acompanhado de condições de entrada. O fornecedor pode oferecer desconto inicial, pacote promocional, material de apoio ou bonificação. Tudo isso ajuda, mas não substitui o cálculo da margem real.

A loja deve calcular quanto ganha depois de impostos, frete, comissões, meios de pagamento, possíveis descontos ao cliente e custo financeiro do estoque.

Também deve considerar se o preço sugerido é compatível com o mercado. Se o mesmo produto aparece em marketplaces com diferenças agressivas, a loja pode perder capacidade de competir antes de recuperar o investimento.

A pergunta prática para o fornecedor é: “Com as condições normais de reposição, qual será a margem da loja?”

A margem de lançamento pode ser boa. A margem de continuidade é o que sustenta o negócio.

Terceiro filtro: disponibilidade e reposição

Um produto novo pode vender bem na primeira semana e virar problema na segunda se não houver reposição.

A loja deve perguntar se o lançamento terá estoque contínuo, qual será o prazo de entrega, se a linha será importada regularmente e quais são os produtos prioritários dentro da categoria.

A falta de reposição afeta a venda de duas formas. Primeiro, impede aproveitar a demanda criada. Segundo, frustra o vendedor, que deixa de oferecer um produto porque não sabe se poderá entregá-lo.

Para produtos de entrada, acessórios, consumíveis e categorias de giro, a reposição é tão importante quanto o preço. Para produtos mais caros ou de nicho, o prazo e a previsibilidade também importam.

Um lançamento sem plano de abastecimento não deve entrar com força no mix.

Quarto filtro: facilidade de demonstração

No mercado musical, vender depende muitas vezes de mostrar.

Um instrumento precisa ser tocado. Um pedal precisa ser ouvido. Uma interface precisa ser explicada. Um sistema de áudio precisa ser comparado. Um software precisa de contexto. Uma solução para educação musical precisa de demonstração prática.

Por isso, a loja deve avaliar se o lançamento pode ser demonstrado dentro da sua realidade.

Cabe no espaço físico?
Exige instalação complexa?
O vendedor consegue explicar em poucos minutos?
O produto se presta a vídeos curtos?
Pode ser usado em uma clínica, aula ou ação com clientes?
Gera experiência ou depende apenas de ficha técnica?

Um produto fácil de demonstrar tem mais chance de virar venda. Um produto difícil de explicar pode funcionar, mas exige capacitação e conteúdo.

Quinto filtro: suporte, garantia e risco pós-venda

O lançamento pode ser novo para o mercado, mas também pode ser novo para o fornecedor. Isso aumenta o risco.

Antes de incorporar uma linha, a loja deve saber como funcionará a garantia, quem atenderá o suporte técnico, se haverá peças de reposição, qual será o tempo de resposta e o que acontece em caso de defeito.

O pós-venda pesa diretamente sobre a reputação da loja. Quando algo falha, o cliente não reclama primeiro com o fabricante. Reclama com quem vendeu.

Por isso, uma novidade sem estrutura de suporte deve ser avaliada com cautela. A loja pode testar, mas não deveria comprometer grande parte do orçamento em um produto cujo respaldo ainda não está claro.

Sexto filtro: capacitação da equipe

Um lançamento só entra de verdade no mix quando a equipe sabe vendê-lo.

Se o vendedor não entende a diferença entre o novo produto e as opções já disponíveis, a venda volta ao preço. Se não sabe explicar aplicação, benefício e público ideal, o produto fica parado.

A loja deve perguntar ao fornecedor se haverá capacitação, material de venda, vídeos, fichas técnicas, argumentos comparativos e apoio para demonstrações.

Isso vale especialmente para categorias técnicas: áudio, interfaces, controladores, software, iluminação, sistemas sem fio, pedais digitais, produtos para home studio e soluções educacionais.

Lançamento que exige explicação precisa de treinamento. Sem isso, vira estoque parado.

Sétimo filtro: relação com o mix atual

Um produto novo não deve ser avaliado isoladamente. Deve ser comparado com o que a loja já vende.

Ele pode completar uma categoria, substituir uma linha com baixa margem, abrir um novo público ou gerar venda adicional. Mas também pode competir com produtos que já giram bem, duplicar funções ou confundir o cliente.

A pergunta é: esse lançamento melhora o mix ou apenas aumenta o mix?

Um mix eficiente não é o que tem mais referências. É o que tem produtos com função clara: atrair, girar, gerar margem, completar vendas, atender nichos ou fortalecer a imagem da loja.

Uma loja com excesso de produtos parecidos perde foco, compra mal e dificulta o trabalho do vendedor.

Oitavo filtro: potencial de conteúdo e atração

Hoje, a loja também vende por conteúdo.

Um lançamento pode ter valor se ajuda a gerar vídeos, posts, comparativos, demonstrações ao vivo, clínicas, lives, newsletters ou ações com professores e artistas locais.

Mas o conteúdo deve servir à venda. Não basta o produto ser “instagramável”. Precisa atrair o cliente certo e facilitar a conversa comercial.

Em uma feira, o lojista deve observar como a marca apresenta o lançamento. Se a demonstração convence no evento, pode inspirar uma ação dentro da loja.

Como comprar sem assumir risco excessivo

Nem todo lançamento deve entrar com pedido grande. Em muitos casos, a melhor decisão é fazer uma compra de teste.

A loja pode negociar um lote reduzido, uma condição especial de introdução, um produto demonstrador, apoio de conteúdo, treinamento da equipe e revisão de resultados depois de 30 ou 60 dias.

A compra de teste deve ter critério. Definir quantas unidades entram, qual vendedor será responsável, como será feita a demonstração, que conteúdo será publicado e qual indicador definirá continuidade.

Sem medição, o teste vira improviso.

Conecta+ como ambiente de análise, não apenas de compra

A Conecta+ 2026 se apresenta como uma plataforma mais ampla, na qual o varejo continua sendo vital, mas passa a fazer parte de um ecossistema com quem compra, especifica, programa, opera, forma, licencia e monetiza. 

Para uma loja, isso amplia a forma de avaliar lançamentos. Não se trata apenas de olhar qual produto pode ser vendido no balcão. Também vale observar o que professores, técnicos, artistas, estúdios, igrejas, escolas e produtores estão usando.

Muitas vezes, a demanda nasce fora da loja e chega ao balcão depois.

Decidir melhor para vender melhor

Incorporar um lançamento ao mix é uma decisão de gestão, não de entusiasmo.

A loja deve avaliar encaixe com o público, margem real, reposição, demonstração, suporte, capacitação, relação com o mix atual e potencial de conteúdo. Também deve medir risco: quanto capital ficará parado se a aposta não funcionar?

Em uma feira, a novidade aparece com força. Mas o trabalho do lojista é olhar além do impacto inicial.

Produto novo não basta. Para entrar no mix, precisa ter função comercial clara, respaldo do fornecedor e possibilidade real de venda.

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Que tipos de empresas deveriam estar na Conecta+ Música & Mercado https://musicaemercado.org/empresas-conecta-musica-mercado/ Mon, 27 Jul 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256513 Que tipos de empresas deveriam estar na Conecta+ Música & Mercado

Fabricantes, distribuidores, lojas, edtechs, empresas de áudio, iluminação, software e music business encontram no evento um espaço para se conectar com diferentes camadas do mercado musical. A pergunta já não é apenas quais empresas vendem instrumentos musicais. A pergunta correta é quais empresas participam hoje da cadeia de criação, ensino, produção, operação, venda, gestão e […]

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Que tipos de empresas deveriam estar na Conecta+ Música & Mercado

Fabricantes, distribuidores, lojas, edtechs, empresas de áudio, iluminação, software e music business encontram no evento um espaço para se conectar com diferentes camadas do mercado musical.

A pergunta já não é apenas quais empresas vendem instrumentos musicais. A pergunta correta é quais empresas participam hoje da cadeia de criação, ensino, produção, operação, venda, gestão e monetização da música.

Essa diferença explica por que um evento como a Conecta+ Música & Mercado deixou de estar limitado a uma feira tradicional de produtos. A música, como mercado, passou a integrar diferentes frentes: lojas, marcas, artistas, técnicos, escolas, criadores de conteúdo, estúdios, igrejas, venues, gestores públicos, plataformas digitais e serviços especializados.

Na apresentação estratégica da Conecta+ 2026, o evento se posiciona como uma plataforma que reúne quem compra, especifica, programa, opera, forma, licencia e monetiza dentro do setor musical. Também é apresentado como um ambiente profissional de decisão, com exposição de soluções, congresso e agenda de negócios, previsto para acontecer de 13 a 15 de novembro de 2026, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. 

Fabricantes de instrumentos, acessórios e equipamentos

As marcas de instrumentos continuam tendo um lugar central. Guitarras, baixos, baterias, percussão, teclados, instrumentos de sopro, cordas, acessórios, cases, pedais, amplificadores e soluções para músicos fazem parte da base histórica do mercado.

Mas a forma de apresentar esses produtos mudou.

Hoje, o fabricante não precisa apenas expor uma linha. Precisa explicar aplicação, som, margem, reposição, suporte técnico, disponibilidade e argumento de venda. Também precisa conversar com lojas, distribuidores, professores, artistas, técnicos e criadores que influenciam a decisão de compra.

Para essas empresas, a Conecta+ pode funcionar como vitrine, mas também como laboratório comercial. É um espaço para entender como o produto chega ao consumidor e que tipo de discurso ajuda a vender melhor.

Distribuidores, importadores e representantes

Distribuidores, importadores e representantes têm papel estratégico porque conectam marcas com canais de venda, lojas, integradores, locadores, escolas e compradores profissionais.

Em um mercado mais competitivo, com venda direta, marketplaces e consumidores mais informados, o distribuidor precisa mostrar que entrega algo além de catálogo. Serviço, logística, financiamento, treinamento, pós-venda, disponibilidade de estoque e suporte comercial se tornaram diferenciais.

Estar na Conecta+ permite a essas empresas encontrar clientes atuais, abrir novas contas, apresentar marcas representadas e mapear demandas de regiões e segmentos específicos.

Lojas físicas, e-commerce e redes de varejo

As lojas não deveriam olhar a Conecta+ apenas como visitantes. Também podem estar presentes como agentes ativos do mercado.

O varejo musical precisa se reposicionar diante da concorrência digital. A loja física continua tendo valor quando oferece experiência, curadoria, teste de produto, orientação técnica, aulas, manutenção, comunidade e serviço pós-venda.

Para lojas, redes e e-commerces, o evento pode servir para atualizar o mix, conhecer fornecedores, negociar condições, entender tendências e observar quais produtos estão gerando interesse entre músicos, educadores e técnicos.

Também é uma oportunidade para aprender como outros segmentos estão formando demanda antes de o consumidor chegar ao balcão.

Áudio profissional, iluminação e infraestrutura

Empresas de áudio, iluminação, vídeo, LED, rigging, estruturas, energia, broadcast e soluções para palcos têm uma oportunidade clara dentro do novo formato.

O mercado musical não se limita à venda de instrumentos. Cada show, igreja, teatro, escola, casa de eventos, estúdio, festival e espaço cultural precisa de infraestrutura. Em muitos casos, a decisão de compra não passa pelo consumidor final, mas por técnicos, integradores, produtores, locadores, gestores de venues e compradores institucionais.

Por isso, empresas de áudio profissional e iluminação cênica encontram na Conecta+ um ambiente útil para demonstrar soluções em funcionamento, conversar com especificadores e apresentar sistemas completos, não apenas produtos isolados.

Edtechs, escolas, métodos e formação musical

A educação musical é uma das frentes mais importantes para o futuro do setor. Escolas, conservatórios, professores, franquias, plataformas de ensino, métodos digitais, aplicativos de estudo e soluções para gestão educacional ajudam a formar novos músicos e consumidores.

Esse público influencia escolha de instrumentos, marcas, repertório, tecnologia e hábitos de compra. Quando uma escola adota determinado método, software, instrumento ou plataforma, ela pode impactar dezenas, centenas ou milhares de alunos ao longo do tempo.

Empresas de educação musical e edtechs deveriam estar na Conecta+ porque não vendem apenas ensino. Elas participam da formação da próxima demanda do mercado.

Software, produção musical e tecnologia

O avanço dos home studios, da produção independente, do streaming e da criação de conteúdo abriu espaço para empresas de software musical, interfaces, controladores, plugins, DAWs, plataformas de colaboração, distribuição digital, gestão de catálogos e ferramentas de monetização.

Esse segmento conversa com músicos, produtores, engenheiros de áudio, criadores, escolas, estúdios e selos independentes. Também se conecta ao varejo, porque muitos produtos digitais e híbridos precisam de demonstração, treinamento e suporte.

Para empresas de tecnologia musical, o evento é uma oportunidade para explicar soluções que nem sempre são compreendidas em uma venda rápida. Software exige contexto. E contexto é uma das funções centrais de um evento bem desenhado.

Music business, direitos, gestão e serviços

O setor musical também precisa de empresas de gestão, marketing, distribuição digital, direitos autorais, publishing, consultoria, contabilidade, jurídico, booking, produção de eventos, CRM, automação, plataformas de venda, ticketing e serviços para artistas e empresas.

Essas empresas não vendem necessariamente um instrumento ou equipamento. Vendem organização, acesso, receita, estratégia e profissionalização.

Em um mercado cada vez mais fragmentado, esse tipo de serviço ganha peso. Artistas precisam monetizar. Selos precisam gerir catálogos. Lojas precisam melhorar processos. Escolas precisam captar e reter alunos. Marcas precisam construir relacionamento com comunidades.

A Conecta+ pode aproximar esses prestadores de serviço de públicos que normalmente não se encontram em uma feira tradicional.

Quem deveria avaliar presença no evento

De forma objetiva, a Conecta+ faz sentido para empresas que tenham algo a oferecer a pelo menos uma destas frentes: quem compra, quem vende, quem ensina, quem toca, quem grava, quem opera, quem instala, quem especifica, quem licencia ou quem financia projetos ligados à música.

Isso inclui fabricantes, distribuidores, importadores, representantes, lojas, luthiers, empresas handmade, áudio profissional, iluminação, vídeo, software, edtechs, escolas, plataformas, editoras, selos, agências, produtoras, locadoras, integradores e serviços de music business.

A presença no evento, porém, precisa ter estratégia. Não basta ocupar um estande. É necessário definir qual público se quer alcançar, que problema a empresa resolve e que tipo de relacionamento pretende construir.

O evento como leitura do mercado

Para quem visita, a diversidade de empresas torna o evento mais útil. O participante pode comparar produtos, conhecer serviços, assistir a conteúdos, entender tendências e conversar com diferentes agentes do setor em um mesmo ambiente.

Para quem expõe, a oportunidade está em sair do contato isolado e participar de uma conversa mais ampla sobre o futuro do mercado musical.

A Conecta+ Música & Mercado se torna relevante justamente porque o setor deixou de funcionar em linhas separadas. A loja conversa com a escola. A escola influencia o consumidor. O artista movimenta conteúdo. O técnico especifica compra. O software muda a produção. A infraestrutura viabiliza o palco. O music business transforma criação em receita.

As empresas que entendem essa conexão têm mais motivos para estar presentes.

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Conecta+ Music Creator Awards reconhecerá creators de música no Brasil https://musicaemercado.org/conecta-music-creator-awards-2026/ Thu, 23 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256333 Conecta+ Music Creator Awards reconhecerá creators de música no Brasil

Primeira edição reúne 104 indicados em 7 categorias e terá cerimônia durante a Conecta+ Música & Mercado 2026. A Conecta+ Música & Mercado apresenta a primeira edição do Conecta+ Music Creator Awards 2026, premiação criada para reconhecer creators que informam, ensinam, inspiram e conectam a comunidade da música no Brasil. A iniciativa reúne 104 indicados […]

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Conecta+ Music Creator Awards reconhecerá creators de música no Brasil

Primeira edição reúne 104 indicados em 7 categorias e terá cerimônia durante a Conecta+ Música & Mercado 2026.

A Conecta+ Música & Mercado apresenta a primeira edição do Conecta+ Music Creator Awards 2026, premiação criada para reconhecer creators que informam, ensinam, inspiram e conectam a comunidade da música no Brasil.

A iniciativa reúne 104 indicados distribuídos em 7 categorias, com perfis ligados a negócios, formação, cultura musical, produção, tecnologia, instrumentos, performance e varejo musical.

O prêmio busca destacar profissionais e projetos que utilizam o conteúdo para orientar decisões, compartilhar conhecimento, fortalecer carreiras e ampliar o acesso à informação dentro do mercado da música.

Sete categorias para representar o ecossistema musical

Os indicados estão organizados nas categorias Negócios, Carreira & Mercado; Cultura, Jornalismo & Conhecimento Musical; Conteúdo e Formação; Prolight Sound, Produção & Tecnologia; Instrumentos, Equipamentos & Lutheria; Performance & Interpretação; e Varejo Musical & Conteúdo Técnico.

Cada perfil reúne informações sobre a trajetória do creator, a justificativa da indicação e o acesso direto à votação.

A seleção dos nomes foi realizada pela equipe do prêmio a partir de pesquisa setorial, indicações da comunidade e análise de aderência.

Votação pública e cerimônia na Conecta+

A votação é aberta ao público e permite registrar um voto válido por pessoa em cada categoria. A plataforma verifica a participação e bloqueia padrões de automação, como bots, scripts, macros, emuladores, múltiplas contas e compra de votos.

Os vencedores serão anunciados ao vivo no dia 15 de novembro de 2026, às 17h, no Palco Principal da Conecta+ Música & Mercado, que será realizada de 13 a 15 de novembro no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Com a nova premiação, a Conecta+ amplia sua atuação para além da feira e reforça o papel dos criadores de conteúdo na formação, circulação de conhecimento e desenvolvimento do mercado musical.

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Guia para pais: como escolher uma escola, curso ou atividade musical https://musicaemercado.org/guia-pais-escolher-escola-curso-musica/ Mon, 20 Jul 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256297 Guia para pais: como escolher uma escola, curso ou atividade musical

Metodologia, repertório, continuidade e motivação são pontos-chave para que o aprendizado não termine depois do primeiro mês. Escolher uma escola de música, um curso ou uma atividade musical para um filho pode parecer uma decisão simples. Mas, na prática, exige mais atenção do que apenas escolher o instrumento. O aprendizado não depende só de ter […]

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Guia para pais: como escolher uma escola, curso ou atividade musical

Metodologia, repertório, continuidade e motivação são pontos-chave para que o aprendizado não termine depois do primeiro mês.

Escolher uma escola de música, um curso ou uma atividade musical para um filho pode parecer uma decisão simples. Mas, na prática, exige mais atenção do que apenas escolher o instrumento. O aprendizado não depende só de ter uma guitarra, um teclado, uma bateria ou um microfone em casa. Depende de método, acompanhamento, rotina e motivação.

Muitas crianças e adolescentes se empolgam no começo. Querem tocar uma música, gravar um vídeo, imitar um artista ou aprender um instrumento que viram na internet. O desafio dos pais é transformar esse interesse inicial em continuidade.

Uma feira como a Conecta+ Música & Mercado pode ajudar as famílias a conhecer escolas, métodos, produtos de entrada, plataformas educacionais, demonstrações e profissionais ligados à formação musical.

O primeiro ponto é entender o perfil do aluno

Nem toda criança aprende da mesma forma. Algumas respondem melhor a aulas individuais. Outras se motivam mais em grupo. Algumas precisam de repertório popular desde o início. Outras gostam de exercícios, teoria e leitura musical.

Antes de escolher, os pais deveriam observar o perfil do filho. Ele tem paciência para estudar sozinho? Prefere tocar com outras pessoas? Tem interesse em cantar, gravar, produzir ou tocar um instrumento? Busca uma atividade recreativa ou quer avançar com mais disciplina?

A melhor escola não é necessariamente a mais conhecida. É aquela que consegue conectar metodologia, idade, interesse e ritmo do aluno.

Metodologia: como se ensina importa

Um curso musical deve ter método. Isso não significa rigidez excessiva, mas clareza.

Os pais podem perguntar como são as aulas, quais objetivos são esperados nos primeiros meses, se há material de apoio, como o progresso é medido e que tipo de repertório é trabalhado.

Uma boa metodologia ajuda a evitar frustração. O aluno precisa sentir avanço, mesmo que pequeno. Aprender uma música simples, melhorar a coordenação, gravar uma frase musical ou tocar com outras pessoas pode ser mais motivador do que estudar teoria sem aplicação prática durante meses.

Repertório: motivação também ensina

O repertório é uma parte central do aprendizado.

Se a criança ou adolescente toca apenas músicas que não conhece ou não gosta, pode perder motivação. Ao mesmo tempo, tocar só o que já gosta pode limitar o desenvolvimento.

A melhor estratégia costuma estar no equilíbrio. O curso deve incluir repertório que motive o aluno, mas também abrir portas para novos estilos, técnicas e formas de ouvir música.

Para os pais, uma pergunta útil é: “meu filho sairá da aula com vontade de praticar em casa?”

Continuidade: o primeiro mês não pode ser o único plano

Muitas famílias começam com entusiasmo e desistem rápido porque não havia um plano de continuidade.

Antes de matricular o filho, vale entender horários, frequência das aulas, carga de prática em casa, eventos internos, apresentações, avaliações e possibilidades de evolução.

Também vale perguntar se a escola orienta a compra do instrumento, se oferece aulas experimentais, se trabalha com iniciantes absolutos e se tem comunicação clara com as famílias.

A continuidade depende de um sistema. Não apenas da vontade do aluno.

Ambiente e vínculo com o professor

O professor tem peso decisivo.

Um bom professor não é apenas quem toca bem. É quem sabe ensinar, ouvir, adaptar o ritmo, corrigir sem desmotivar e criar confiança.

Para crianças e adolescentes, o vínculo importa muito. Se o aluno se sente intimidado, pressionado ou pouco compreendido, o aprendizado pode virar obrigação. Se se sente acompanhado, a prática se torna mais natural.

Os pais deveriam observar como a escola recebe o aluno, como explica seu método e como trata as dúvidas da família.

Atividades complementares também ajudam

Workshops, clínicas, apresentações, ensaios coletivos, visitas a feiras, demonstrações e encontros com músicos podem reforçar o aprendizado.

Esses momentos mostram que a música não se limita à aula semanal. Há instrumentos, tecnologia, palco, gravação, produção, repertório, amigos e experiências ao redor.

Em eventos como a Conecta+, as famílias podem ver parte desse universo e entender que a educação musical pode dialogar com marcas, lojas, tecnologia e produção.

Escolher bem para não abandonar rápido

O objetivo não é encontrar um curso perfeito. É encontrar um caminho sustentável.

Uma boa escolha considera o interesse do aluno, a metodologia, o repertório, a frequência, a comunicação com os pais e a possibilidade de continuidade. Também considera se o instrumento e a rotina familiar fazem sentido.

A música pode começar como curiosidade, mas vira hábito quando há orientação, ambiente e motivação.

Para os pais, a recomendação é simples: antes de escolher uma escola ou curso, perguntem, observem, façam uma aula experimental e escutem o filho. O aprendizado musical funciona melhor quando a família não apenas compra uma atividade, mas acompanha o processo.

Garanta já seu ingresso para o Conecta+ 2026 e venha visitar as diferentes escolas de música que estarão presentes no evento!

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Cinco perguntas que uma loja deve fazer a um fornecedor na Conecta+ https://musicaemercado.org/perguntas-loja-fornecedor-conecta/ Mon, 13 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256124 8 cuidados para proteger mãos, corpo e ouvidos ao tocar bateria ou percussão

Margem, disponibilidade, garantia, suporte, treinamento e política comercial devem entrar na conversa antes de incorporar uma nova marca ou ampliar compras com um fornecedor atual. Para uma loja de instrumentos musicais, uma feira não serve apenas para ver produtos. Serve para tomar melhores decisões de compra. Em um evento como a Conecta+ Música & Mercado, […]

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8 cuidados para proteger mãos, corpo e ouvidos ao tocar bateria ou percussão

Margem, disponibilidade, garantia, suporte, treinamento e política comercial devem entrar na conversa antes de incorporar uma nova marca ou ampliar compras com um fornecedor atual.

Para uma loja de instrumentos musicais, uma feira não serve apenas para ver produtos. Serve para tomar melhores decisões de compra.

Em um evento como a Conecta+ Música & Mercado, o lojista tem a oportunidade de conversar cara a cara com fabricantes, distribuidores, importadores e representantes. Essa conversa pode ajudar a encontrar novas linhas, revisar fornecedores atuais, negociar condições e entender quais produtos têm mais potencial no ponto de venda.

Mas há um risco: voltar da feira com muitos catálogos e poucas respostas úteis.

Por isso, a loja deve chegar com perguntas preparadas. Não basta perguntar “quanto custa”. O preço importa, mas não define sozinho se uma linha será rentável. Uma marca pode ter bom preço e má reposição. Outra pode ter margem menor, mas melhor suporte, treinamento e giro.

O objetivo é avaliar se aquele fornecedor ajuda a vender melhor, atender melhor e reduzir problemas depois da compra.

1. Qual é a margem real para a loja?

A primeira pergunta deve ir além do preço de tabela.

A loja precisa entender qual é a margem real depois de descontos, impostos, frete, condições de pagamento, comissões, possíveis promoções e custo de reposição. Um produto pode parecer atraente na primeira conversa, mas perder rentabilidade quando se calcula o custo completo.

Também vale perguntar se a marca trabalha com preço sugerido, campanhas promocionais, proteção de canal ou políticas para evitar diferenças extremas entre loja física, e-commerce e marketplaces.

A pergunta pode ser direta: “Com as condições atuais, qual margem média a loja pode ter nessa linha?”

O importante é não avaliar apenas o desconto inicial. O lojista deve olhar a rentabilidade de forma prática: quanto ganha, quanto tempo demora para vender e quanto esforço exige para explicar o produto.

Um bom fornecedor deve ser capaz de falar sobre margem com clareza.

2. Há disponibilidade e reposição constante?

Uma linha não funciona na loja se não puder ser reposta.

A falta de disponibilidade é um dos principais problemas do varejo musical. O vendedor apresenta o produto, o cliente se interessa, a loja vende as primeiras unidades e, quando tenta repor, não há estoque. O resultado é perda de venda, frustração do cliente e desgaste com a equipe comercial.

Na feira, a loja deve perguntar como funciona a reposição, qual é o prazo médio de entrega, quais produtos têm estoque regular, quais linhas são importadas sob encomenda e quais podem sofrer interrupções.

Também precisa entender se o fornecedor tem estrutura local, centro de distribuição, previsão de chegada de mercadoria e comunicação clara sobre produtos esgotados.

A pergunta prática é: “Quais produtos dessa linha posso vender com segurança porque terão reposição?”

Essa resposta ajuda a separar produto de vitrine de produto de giro.

3. Como funciona a garantia e o suporte técnico?

Garantia não pode ser detalhe de contrato. Para a loja, ela faz parte da experiência do cliente.

Quando um produto apresenta problema, o consumidor volta ao ponto de venda. Se o fornecedor não responde, o desgaste cai sobre a loja. Por isso, antes de comprar, é necessário perguntar quem atende a garantia, onde está o suporte técnico, quanto tempo demora o processo e que documentação é necessária.

Também vale perguntar se há peças de reposição, assistência autorizada, canal direto para o lojista e política para trocas em casos mais simples.

A pergunta pode ser: “Se um cliente tiver problema com esse produto, como a loja deve agir e em quanto tempo a solução costuma acontecer?”

Essa conversa evita problemas futuros. Um fornecedor confiável não é apenas o que entrega produtos. É o que responde quando algo falha.

4. A marca oferece treinamento para a equipe de vendas?

Em instrumentos, áudio, iluminação, software e acessórios, o vendedor precisa entender o que está oferecendo.

Uma equipe sem treinamento vende por preço. Uma equipe capacitada vende por aplicação, necessidade, benefício e comparação. Essa diferença afeta diretamente o resultado da loja.

Por isso, uma das perguntas mais importantes na Conecta+ deve ser sobre capacitação. O fornecedor oferece treinamento presencial ou online? Tem vídeos, fichas técnicas, argumentos de venda, comparativos ou material para redes sociais? Pode fazer uma demonstração para a equipe da loja? Tem conteúdo para vendedores novos?

A pergunta objetiva é: “Que apoio a marca oferece para que minha equipe venda melhor essa linha?”

Esse ponto é especialmente relevante para produtos mais técnicos, como interfaces, monitores, controladores, pedais, sistemas sem fio, software, iluminação e áudio profissional. Quanto mais explicação o produto exige, mais importante é o treinamento.

5. Qual é a política comercial para o meu tipo de loja?

Nem toda política comercial serve para todo tipo de loja.

Uma loja de bairro, uma rede regional, um e-commerce especializado, uma loja com escola, uma operação de áudio profissional ou um comércio focado em acessórios têm necessidades diferentes. Por isso, a loja deve entender se o fornecedor tem condições adequadas para sua realidade.

É necessário perguntar sobre pedido mínimo, prazo de pagamento, frete, exclusividade territorial, venda em marketplaces, campanhas compartilhadas, bonificações, demonstradores, consignação, proteção de preços e suporte para ações locais.

A pergunta central é: “Como essa política comercial se adapta ao perfil da minha loja?”

Também é importante entender se o fornecedor vende diretamente ao consumidor final. Se vende, a loja deve perguntar como evita conflito de canal e que diferença oferece ao revendedor.

Um bom acordo comercial deve ser claro desde o início. O que não se pergunta na feira pode virar problema depois.

Pergunta extra: quais produtos giram melhor?

Além das cinco perguntas principais, há uma questão que não deveria faltar: quais produtos vendem mais em lojas parecidas.

O fornecedor tem informação valiosa. Sabe quais linhas têm mais saída, quais itens geram recompra, quais produtos funcionam melhor para iniciantes, quais acessórios complementam vendas e quais categorias estão crescendo.

A loja deve aproveitar essa leitura.

A pergunta é simples: “Quais produtos dessa marca têm melhor giro em lojas com perfil parecido com o meu?”

Essa resposta pode orientar uma primeira compra mais segura e evitar que o lojista comece por itens de baixa rotação.

Como registrar as respostas

Durante uma feira, muitas conversas se parecem. Se a loja não registra as respostas, a informação se perde.

Depois de cada reunião, vale anotar cinco pontos: margem estimada, produtos de maior giro, condições comerciais, responsável pelo contato e próxima ação.

Também é útil classificar o fornecedor em três níveis: comprar agora, avaliar proposta ou manter em observação.

Essa disciplina ajuda a transformar a visita em decisão comercial. Sem registro, a feira termina em impressões. Com registro, vira ferramenta de compra.

A melhor compra começa com a melhor pergunta

Para uma loja de instrumentos musicais, o fornecedor certo não é apenas o que oferece o menor preço. É aquele que entrega produto, margem, reposição, suporte, treinamento e uma política comercial compatível com a realidade do negócio.

A Conecta+ pode ser uma oportunidade para encontrar esses fornecedores, mas a loja precisa chegar preparada.

Em um mercado mais competitivo, perguntar melhor é comprar melhor. E comprar melhor é vender com mais segurança depois.

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Music China 2026 reforça novos usos da música https://musicaemercado.org/music-china-2026-novos-usos-musica/ Fri, 10 Jul 2026 09:07:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255478 Music China 2026 reforça novos usos da música

Feira volta a Xangai com Tomorrow’s Music, instrumentos de cura, tecnologia musical e turismo cultural. A Music China 2026 será realizada de 28 a 31 de outubro no Shanghai New International Expo Centre, em Xangai, com uma proposta voltada a ampliar o papel da música além do instrumento tradicional. A feira, uma das principais plataformas […]

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Music China 2026 reforça novos usos da música

Feira volta a Xangai com Tomorrow’s Music, instrumentos de cura, tecnologia musical e turismo cultural.

A Music China 2026 será realizada de 28 a 31 de outubro no Shanghai New International Expo Centre, em Xangai, com uma proposta voltada a ampliar o papel da música além do instrumento tradicional. A feira, uma das principais plataformas do setor na Ásia, reunirá instrumentos, serviços, acessórios, tecnologia musical e novas aplicações ligadas ao bem-estar e ao turismo cultural.

Um dos eixos da próxima edição será o retorno do Tomorrow’s Music, espaço temático dedicado à inovação em instrumentos musicais, equipamentos e soluções digitais. Depois da estreia na edição anterior, a área voltará com foco em design de instrumentos impulsionado por inteligência artificial, ferramentas de aprendizagem inteligente, áudio profissional e novas formas de criação musical.

A organização também pretende ampliar a presença de categorias emergentes, como instrumentos inteligentes, reforço sonoro, tecnologia para DJs, softwares de produção musical, instrumentos de cura e produtos de merchandising musical. A proposta é atrair novos perfis de visitantes e criar oportunidades de negócios entre fabricantes, distribuidores, educadores, profissionais de áudio, desenvolvedores e empresas de outros setores criativos.

O contexto de mercado acompanha essa estratégia. Segundo dados divulgados pela organização, a Ásia-Pacífico concentra cerca de 40% do mercado global de instrumentos musicais, enquanto o mercado chinês deve alcançar US$ 3 bilhões este ano. Para a feira, esses indicadores reforçam o potencial regional para inovação musical e novos formatos de consumo.

“A Music China existe para apoiar a indústria musical. Isso significa abrir portas para maior potencial de crescimento e novas oportunidades”, afirmou Judy Cheung, vice-diretora geral da Messe Frankfurt (HK) Ltd. Segundo a executiva, a edição 2026 buscará revelar novos cenários de aplicação e cultivar uma relação mais ampla com a música entre usuários de diferentes idades e necessidades.

A edição anterior já demonstrou o peso comercial do evento. Em 2025, a Music China reuniu expositores de 28 países e regiões, com 10 pavilhões nacionais. A organização também destacou resultados de negócios gerados durante a feira, incluindo pedidos realizados no local por fabricantes chineses e grupos industriais ligados à produção de instrumentos.

Para 2026, o evento ocupará 12 pavilhões e voltará a reunir fabricantes locais, marcas internacionais, distribuidores, compradores, educadores e profissionais do setor. Entre os expositores esperados estão empresas de arcos, cordas, instrumentos de sopro, guitarras, edição musical e certificação educacional.

A área Tomorrow’s Music, localizada no pavilhão N2, terá como núcleo a zona Music X, formada por Music X Lab, MIDI Zone e X Stage. Esses espaços reunirão produtos de tecnologia musical, soluções interativas e atividades ligadas a composição, produção, performance, broadcasting, cinema, games e até aplicações para veículos inteligentes.

Outro ponto de atenção será a relação entre música, bem-estar e turismo cultural. A organização observa crescimento de práticas relacionadas a sound healing, hotéis temáticos, experiências imersivas e projetos turísticos que integram som, paisagem e cultura. Nesse cenário, a Music China 2026 ampliará a presença de instrumentos como tigelas sonoras e handpans, além de fóruns e workshops sobre o tema.

Com essa combinação de feira comercial, plataforma de inovação e espaço de exploração cultural, a Music China 2026 busca consolidar-se como ponto de encontro para uma indústria que já não se limita à venda de instrumentos. A edição pretende mostrar como a música se conecta com educação, tecnologia, entretenimento, bem-estar e novas experiências de consumo.

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MegaBusiness 2026 da ProShows reúne lojistas em Campinas, São Paulo https://musicaemercado.org/megabusiness-2026/ Wed, 08 Jul 2026 11:20:58 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256081 MegaBusiness 2026 da ProShows reúne lojistas em Campinas, São Paulo

Encontro de dois dias aproxima mais de 100 lojistas da importadora com lançamentos, demonstrações técnicas e leitura de varejo

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MegaBusiness 2026 da ProShows reúne lojistas em Campinas, São Paulo


Encontro de dois dias aproxima mais de 100 lojistas da importadora com lançamentos, demonstrações técnicas e leitura de varejo

A ProShows realiza nos dias 7 e 8 de julho, no Premium Hotel Campinas, a 4ª edição do MegaBusiness — encontro proprietário da importadora voltado a clientes e parceiros de todo o Brasil. A organização projeta mais de 100 lojistas presentes ao longo dos dois dias e posiciona a agenda como um dos grandes pontos de contato do mercado musical no interior paulista.

O formato mistura negócio, relacionamento e informação. Não é vitrine de produto: a ProShows usa o encontro para colar sua equipe ao cotidiano do balcão, mostrar as novidades das marcas que distribui e converter demonstração técnica em argumento de venda para quem revende.

Para quem acompanha os movimentos da Proshows, a empresa tem se mostrado uma das mais completas em soluções e complexa em ações. Fontes que estiveram presentes na abertura do Mega Business deste ano revelaram para a Música & Mercado que o evento está melhor estruturado que as edições anteriores.

A estrela deste ano é a linha de instrumentos de sopro Windorf, apresentada com um posicionamento premium com ótima relação de custo.

Showroom, treinamento e leitura de mercado

A programação reúne demonstrações práticas de áudio profissional, iluminação, instrumentos e tecnologia musical, com apresentações conduzidas por especialistas e representantes de marcas. A escolha do Premium Hotel Campinas conversa com esse desenho — a estrutura oferece 27 salas e capacidade para até 630 pessoas em auditório.

O portfólio da ProShows cobre microfones, instrumentos, mixagem e estúdio, com marcas como Behringer, Shure, DBR, Seetronic, Tc Electronic, Hohner, Benson, Hertom, Focusrite, Novation e Windorf. É essa amplitude que explica a lógica do evento: o lojista não sai com item avulso, sai com demonstração, suporte e segurança para montar o mix.

“Temos muitos artistas presentes, com pocket shows aguardados como Eli Soares, Rodrigo Suricato, Israel Salazar, Baruk e muitos mais”, reforça Joice Silva, gerente de marketing da ProShows.

Relacionamento como parte da venda

Vladimir de Souza, fundador da ProShows, resume o papel do encontro na conexão com o canal. “Quando nós nos conectamos, podemos mostrar as novidades, as novas marcas, os lançamentos e facilitar o acesso aos consumidores finais dessas linhas”, afirma.

Gabriel Moog, diretor de vendas da ProShows, reforça a leitura: o resultado esperado passa por negócio, mas também por relacionamento e pela compreensão do dia a dia do cliente. É o que define o MegaBusiness como convenção comercial com camada técnica e escuta de mercado, não como feira aberta ao público.

O histórico dá peso a essa leitura. Em 2025, a loja Adoração Viva, de Jundiaí, esteve presente e fechou parceria com a importadora, um exemplo público de como o encontro também funciona como ambiente de conversão.

A edição de 2026 consolida o MegaBusiness como plataforma de contato direto entre importadora, marcas e revenda. Num mercado em que reposição, margem, treinamento e escolha de mix pesam na compra, o valor do evento está em encurtar a distância entre produto, informação técnica e relação comercial.

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Sonotec levou novos produtos e artistas à Audio & Música Brasil 2026 https://musicaemercado.org/sonotec-audio-musica-brasil-2026/ Tue, 07 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255999 Sonotec levou novos produtos e artistas à Audio & Música Brasil 2026

Empresa apresentou linhas de Vivace, Strinberg e D One Percussion e reforçou ações com lojistas, parceiros e músicos durante o evento. A Sonotec esteve na Audio & Música Brasil 2026, evento organizado anualmente pelo Grupo Renaer, com uma estratégia voltada à apresentação de novos produtos, relacionamento com lojistas e produção de conteúdo ao lado de artistas ligados às suas […]

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Sonotec levou novos produtos e artistas à Audio & Música Brasil 2026

Empresa apresentou linhas de Vivace, Strinberg e D One Percussion e reforçou ações com lojistas, parceiros e músicos durante o evento.

Sonotec esteve na Audio & Música Brasil 2026, evento organizado anualmente pelo Grupo Renaer, com uma estratégia voltada à apresentação de novos produtos, relacionamento com lojistas e produção de conteúdo ao lado de artistas ligados às suas marcas.

Durante a feira, a empresa apresentou a nova linha de instrumentos de sopro Vivace, os violões Strinberg Soul, as guitarras e baixos da linha Strinberg Horizon e a nova linha D One Percussion.

Segundo Northon Vanalli, gerente de marketing da Sonotec, o evento teve um papel importante no calendário comercial da empresa.

“A participação da nossa equipe na Audio & Música Brasil 2026 representou um dos principais momentos estratégicos do ano para a empresa. Recebemos clientes, parceiros e lojistas, fortalecendo relacionamentos e criando novas oportunidades de negócios”, afirma.

A possibilidade de apresentar os instrumentos diretamente aos lojistas foi um dos pontos destacados pela equipe. Os visitantes puderam conhecer os produtos, experimentar diferentes modelos e avaliar possibilidades comerciais para suas lojas e regiões de atuação.

“A feira permitiu que os lojistas conhecessem de perto os produtos e identificassem oportunidades para seus mercados. O interesse demonstrado durante o evento foi uma sinalização importante para a nossa equipe comercial”, explica Vanalli.

Artistas ampliam alcance das ações

Outro eixo da participação da Sonotec foi a presença de oito artistas patrocinados: Gustavo Guerra, Arthurzinho, Daniel Sá, Cuca Teixeira, Juninho Nakagawa, Aninha Deleones, Moreira Jr e Matheuzinho (os últimos quatro patrocinados tanto pela Sonotec quanto pela Staner).

Além das demonstrações de produtos, os músicos participaram da produção de vídeos, reels, stories e conteúdos em parceria com lojistas e outros participantes da feira.

De acordo com a empresa, os oito artistas somam mais de 2 milhões de seguidores, ampliando o alcance das ações realizadas durante o evento para além do público presente.

“Toda a cobertura aconteceu em tempo real, desde a montagem até o encerramento. A ideia era aproximar o público do que estava acontecendo na feira e ampliar a visibilidade das marcas também no ambiente digital”, destaca o gerente de marketing.

Para Northon Vanalli, o balanço da participação envolveu tanto resultados comerciais quanto relacionamento e comunicação.

“O saldo foi muito positivo, com novos negócios, fortalecimento das marcas, proximidade com clientes e uma grande geração de conteúdo. A Audio & Música Brasil continua sendo um encontro importante para o mercado brasileiro de instrumentos musicais e áudio profissional”, conclui.

Com novos produtos em exposição e uma programação apoiada por artistas e conteúdo digital, a Sonotec utilizou a edição 2026 do evento como ponto de contato direto com lojistas e parceiros de diferentes regiões do país.

Também estiveram presentes as marcas Eros Alto-falantes e Staner. Quer conhecer as novidades delas? Em breve postaremos mais!

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App Conecta+ será a porta de entrada para uma visita mais produtiva https://musicaemercado.org/app-conecta-entrada-visita-produtiva/ Mon, 06 Jul 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255985 App Conecta+ será a porta de entrada para uma visita mais produtiva

Ferramenta ajudará empresas, lojas, visitantes e expositores a solicitar encontros, organizar agendas e aproveitar melhor o tempo dentro da feira. O App Conecta+ será uma das ferramentas centrais da próxima edição da Conecta+ Música & Mercado. Além de ser obrigatório para acesso ao evento, o aplicativo foi desenvolvido para ajudar visitantes, empresas, lojas, expositores e […]

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App Conecta+ será a porta de entrada para uma visita mais produtiva

Ferramenta ajudará empresas, lojas, visitantes e expositores a solicitar encontros, organizar agendas e aproveitar melhor o tempo dentro da feira.

O App Conecta+ será uma das ferramentas centrais da próxima edição da Conecta+ Música & Mercado. Além de ser obrigatório para acesso ao evento, o aplicativo foi desenvolvido para ajudar visitantes, empresas, lojas, expositores e profissionais do setor a organizar melhor sua presença na feira.

A proposta é simples: transformar a visita em uma experiência mais objetiva. Em vez de depender apenas de encontros casuais nos corredores, o app permitirá que os participantes solicitem reuniões, organizem contatos e priorizem conversas antes e durante o evento.

Para empresas e expositores, a ferramenta pode ajudar a identificar lideranças, compradores, lojistas, distribuidores, técnicos, educadores, produtores e profissionais que fazem sentido para cada estratégia comercial. Isso permite que a equipe entre no pavilhão com uma agenda mais clara e com maior foco nas oportunidades relevantes.

Para lojas e visitantes profissionais, o aplicativo também funciona como um recurso de planejamento. Será possível organizar encontros com marcas, fornecedores e parceiros, além de acompanhar informações importantes do evento. A ideia é valorizar o tempo de presença, especialmente para quem visita a feira com objetivos comerciais, busca novos produtos, quer revisar condições com fornecedores ou pretende conhecer soluções para sua operação.

O App Conecta+ trabalha em três frentes principais: solicitar, organizar e priorizar. A primeira permite identificar com mais precisão os contatos que interessam ao negócio. A segunda ajuda a estruturar uma agenda de encontros 1:1. A terceira orienta a visita ao pavilhão, concentrando energia nas conversas certas.

Com a adoção obrigatória do aplicativo, a Conecta+ reforça seu posicionamento como uma plataforma que vai além da exposição de produtos. O evento passa a integrar presença física, relacionamento digital e inteligência comercial, aproximando marcas, lojas, compradores, educadores, técnicos, artistas, produtores e demais agentes do mercado da música.

Na prática, o app será uma ferramenta de acesso, mas também de produtividade. Para quem expõe, pode significar mais reuniões qualificadas. Para quem visita, pode representar uma agenda mais bem organizada. Para o evento, reforça a proposta de criar um ambiente onde negócios, conteúdo e relacionamento aconteçam de forma mais direcionada.

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InfoComm América Latina 2026 abre registro para sua nova edição no México https://musicaemercado.org/infocomm-america-latina-2026-registro-mexico/ Tue, 30 Jun 2026 09:14:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255862 InfoComm América Latina 2026 abre registro para sua nova edição no México

O evento retorna ao WTC Cidade do México com expo, salas demo, Congresso AVIXA, AI Summit e programação voltada ao futuro da integração audiovisual. A InfoComm América Latina 2026 já abriu seu processo de registro gratuito para profissionais da indústria audiovisual, integradores, compradores, usuários finais e interessados em conhecer as tecnologias que estão transformando experiências […]

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InfoComm América Latina 2026 abre registro para sua nova edição no México

O evento retorna ao WTC Cidade do México com expo, salas demo, Congresso AVIXA, AI Summit e programação voltada ao futuro da integração audiovisual.

A InfoComm América Latina 2026 já abriu seu processo de registro gratuito para profissionais da indústria audiovisual, integradores, compradores, usuários finais e interessados em conhecer as tecnologias que estão transformando experiências em empresas, universidades, museus, igrejas, arenas, eventos ao vivo e espaços imersivos.

Produzido pela AVIXA, o encontro será realizado de 21 a 23 de outubro de 2026, no Centro Internacional de Exposições e Convenções World Trade Center (CIEC WTC), na Cidade do México. A proposta é reunir, em um só lugar, soluções de áudio, vídeo, colaboração, sinalização digital, integração, controle, inteligência artificial, realidade virtual, eventos ao vivo e tecnologias para ambientes corporativos, educacionais e de entretenimento.

Depois de uma primeira edição que superou as expectativas da organização, a segunda edição da InfoComm América Latina projeta receber mais de 7.000 participantes, em um piso de exposição de 4.000 m², com cerca de 100 expositorese aproximadamente 120 marcas apresentando novidades para o mercado profissional AV.

“InfoComm América Latina se tornou o ponto de encontro onde a inovação global se cruza com as oportunidades da América Latina. Nosso objetivo não é apenas mostrar tecnologia, mas criar um ambiente no qual os profissionais possam obter conhecimento, estabelecer alianças e acessar ideias, soluções e contatos que ajudem a impulsionar suas organizações e o setor”, afirma Ana Elisa Benavent, diretora da feira InfoComm América Latina.

Por que o evento é imperdível para o mercado AV?

A InfoComm América Latina 2026 chega em um momento em que a integração audiovisual deixou de ser apenas suporte técnico e passou a ocupar uma posição estratégica em diferentes setores. Salas de reunião, auditórios, universidades, templos religiosos, hotéis, museus, estádios e espaços de eventos dependem cada vez mais de soluções integradas para criar experiências eficientes, conectadas e imersivas.

Para quem compra, especifica, instala ou utiliza tecnologia audiovisual profissional, o evento oferece uma oportunidade direta de ver produtos em funcionamento, conversar com fabricantes e distribuidores, comparar soluções e entender tendências que já estão chegando ao mercado latino-americano.

A programação educativa também será um dos principais atrativos. Ao longo dos três dias, serão realizadas cerca de 50 sessões em quatro salas localizadas no mezzanine do CIEC WTC, com participação de palestrantes latino-americanos e internacionais. O programa inclui uma nova edição do Congresso AVIXA, conferências magnas, treinamentos de fabricantes, visitas a espaços reais com tecnologia AV e atividades voltadas à certificação CTS — Certified Technology Specialist.

Outra novidade será o AI Summit, com um dia inteiro dedicado à inteligência artificial aplicada à integração audiovisual. O tema deve ganhar atenção especial por seu impacto em automação, análise de dados, colaboração corporativa, produção de conteúdo, experiência do usuário e gestão de ambientes conectados.

Expositores, salas demo e experiências práticas

A edição 2026 também amplia sua área de exposição e demonstração. Entre os novos espaços está a Sala Olmeca, que receberá empresas como Dextra Electronics, com soluções de marcas como Sound United, Harman Luxury, Harman Professional, Bose Professional, Hisense, Netgear, Televic, Vertical Cable e MW.

A AV Tools também se soma ao evento, apresentando novidades de marcas como Electro-Voice e Snap One. Além disso, as salas demo voltam com força após a boa resposta da edição anterior. Em 2026, os visitantes encontrarão nove salas dedicadas a demonstrações de áudio, com programação de fabricantes como Bose Professional, L-Acoustics e Sonos, além de marcas representadas por empresas como Almacenes Audiovisuales, Audio Video & Control, Inteligos, Ohm Distribution, Representaciones de Audio e Tecso.

Para visitantes internacionais, a organização disponibiliza ainda um serviço de concierge com atendimento bilíngue em espanhol e inglês, apoio logístico, orientação sobre transporte, hospedagem, trâmites migratórios e coordenação de agendas com membros da AVIXA e expositores.

Como participar

O registro para a InfoComm América Latina 2026 é gratuito e já está disponível no site oficial do evento. Para garantir o acesso, basta criar um usuário e preencher o formulário de inscrição.

O evento conta com o apoio da AVI-SPL como Headline Partner e da Audio-Technica como parceira Gold.

Para profissionais que atuam com áudio, vídeo, integração, TI, eventos, educação, colaboração corporativa, sinalização digital ou experiências imersivas, a InfoComm América Latina 2026 se posiciona como uma oportunidade para conhecer tecnologias, atualizar conhecimentos e estabelecer conexões estratégicas em um mercado que segue em expansão na região.

  • Evento: InfoComm América Latina 2026
  • Data: 21 a 23 de outubro de 2026
  • Local: CIEC WTC, World Trade Center, Cidade do México
  • Registro: gratuito pelo site oficial
  • Site: www.infocomm-americalatina.org

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O primeiro instrumento: o que observar antes de comprar para uma criança https://musicaemercado.org/primeiro-instrumento-criancas-conecta/ Mon, 29 Jun 2026 09:18:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255871 O primeiro instrumento: o que observar antes de comprar para uma criança

Tamanho, conforto, som, manutenção e orientação profissional pesam mais do que a compra por impulso. Comprar o primeiro instrumento para um filho costuma misturar entusiasmo, dúvidas e certa pressão. Os pais querem acertar, a criança ou adolescente pode estar empolgado e o mercado oferece muitas opções: guitarras, teclados, baterias, instrumentos de sopro, percussão, ukuleles, interfaces, […]

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O primeiro instrumento: o que observar antes de comprar para uma criança

Tamanho, conforto, som, manutenção e orientação profissional pesam mais do que a compra por impulso.

Comprar o primeiro instrumento para um filho costuma misturar entusiasmo, dúvidas e certa pressão. Os pais querem acertar, a criança ou adolescente pode estar empolgado e o mercado oferece muitas opções: guitarras, teclados, baterias, instrumentos de sopro, percussão, ukuleles, interfaces, microfones e kits de estudo.

O problema é que a primeira compra não deveria ser decidida apenas por preço, aparência ou impulso.

Um instrumento mal escolhido pode dificultar o aprendizado, cansar a criança, gerar frustração e acabar guardado em pouco tempo. Em contrapartida, uma escolha mais cuidadosa pode facilitar o contato inicial com a música e aumentar as chances de continuidade.

Em uma feira como a Conecta+ Música & Mercado, as famílias podem ver instrumentos de perto, conversar com marcas, visitar lojas, observar demonstrações e entender melhor que tipo de produto faz sentido para cada idade, corpo, interesse e etapa de aprendizado.

O primeiro critério não é o preço: é a adequação

O preço importa, mas não deveria ser o primeiro filtro.

Um instrumento barato que incomoda, desafina com facilidade, tem construção ruim ou exige mais esforço do que um iniciante consegue lidar pode sair caro. A economia inicial se perde se a criança abandona o estudo ou se a família precisa trocar de instrumento pouco tempo depois.

A pergunta inicial deveria ser: esse instrumento ajuda a começar ou cria barreiras?

Para um iniciante, um bom instrumento de entrada não precisa ser o mais caro. Deve ser confortável, estável, afinado, resistente, fácil de usar e compatível com a orientação de um professor ou vendedor especializado.

Tamanho e ergonomia: o instrumento deve caber no aluno

O tamanho é um dos pontos mais importantes, especialmente para crianças.

Uma guitarra grande pode dificultar a postura. Um teclado com teclas pouco adequadas pode complicar o estudo. Uma bateria acústica pode não ser viável por espaço ou volume. Um instrumento de sopro pode exigir força, respiração ou coordenação que a criança ainda não desenvolveu.

Antes de comprar, é importante observar se a criança consegue segurar o instrumento, alcançar notas ou cordas, manter uma postura natural e tocar sem tensão excessiva.

Conforto não é detalhe. É parte do aprendizado.

Quando o instrumento é grande demais para o corpo do aluno, a prática fica mais difícil.

Som: deve motivar, não intimidar

O som do primeiro instrumento tem papel emocional.

Um instrumento que soa mal, desafina rápido ou responde com dificuldade pode desanimar o estudante. Ao mesmo tempo, não é necessário comprar um modelo profissional para começar.

A chave é encontrar equilíbrio. O instrumento deve soar bem o suficiente para que a criança perceba progresso, tenha prazer em tocar e reconheça que o esforço produz resultado.

Na Conecta+, as demonstrações podem ajudar a comparar sons reais. Para os pais, ouvir diferentes opções é mais útil do que olhar apenas catálogos ou fotos. Para os filhos, ouvir e testar pode ser o momento em que a curiosidade vira interesse.

Facilidade de manutenção

Todo instrumento exige algum nível de cuidado.

Cordas são trocadas. Baterias precisam de ajustes. Teclados exigem fonte adequada. Instrumentos de sopro demandam limpeza. Equipamentos eletrônicos precisam de cabos, proteção e uso correto. Pedais, interfaces e microfones também têm acessórios e cuidados básicos.

Antes de comprar, os pais deveriam perguntar:

Esse instrumento exige manutenção frequente?
As peças ou acessórios são fáceis de encontrar?
A loja oferece orientação depois da compra?
Há assistência técnica ou suporte da marca?
Que cuidados básicos devem ser ensinados à criança?

Um instrumento de entrada deve ser fácil de cuidar. Se a manutenção é complexa, a família pode ter problemas antes de o aprendizado avançar.

Orientação profissional evita compras erradas

A compra do primeiro instrumento deveria contar com orientação de alguém que entenda o uso real do produto.

Pode ser um professor, um vendedor especializado, uma loja confiável, um luthier, um técnico ou um representante de marca. O importante é que a recomendação considere idade, tamanho, estilo musical, objetivo, orçamento e nível de compromisso do aluno.

A orientação profissional também ajuda a evitar dois erros comuns: comprar um instrumento pela aparência ou escolher um modelo avançado para um iniciante sem necessidade.

O melhor instrumento inicial não é o que impressiona mais. É o que permite começar melhor.

Instrumentos de entrada: o que observar por categoria

Cada família deve avaliar o perfil da criança ou adolescente, mas alguns pontos ajudam.

Em guitarras, baixos, violões e ukuleles, observe tamanho, peso, ação das cordas, afinação, conforto do braço, qualidade das tarraxas e resistência. Para crianças menores, modelos reduzidos podem ser mais adequados.

Em teclados, veja quantidade e tamanho das teclas, sensibilidade, sons básicos, saída para fones, fonte de alimentação, suporte e possibilidade de estudo em casa sem incomodar o ambiente.

Em baterias, considere espaço, volume e rotina familiar. A bateria eletrônica pode ser uma alternativa para apartamentos ou casas com restrição de ruído, desde que o aluno entenda as diferenças em relação à acústica.

Em instrumentos de sopro, a orientação de um professor é especialmente importante. Respiração, embocadura, peso, tamanho e manutenção influenciam muito a experiência inicial.

Em interfaces, microfones e equipamentos para gravação, o foco deve ser compatibilidade, facilidade de uso e objetivo. Nem toda criança ou adolescente precisa de um home studio completo. Muitas vezes, uma solução simples já permite começar a gravar, estudar ou produzir conteúdo.

A loja como aliada dos pais

Uma boa loja não deve vender apenas o produto. Deve ajudar a família a decidir.

Para pais que não conhecem o mercado musical, a loja pode explicar diferenças entre modelos, indicar acessórios necessários, evitar gastos desnecessários, orientar sobre manutenção e sugerir opções conforme idade e orçamento.

Isso também é uma oportunidade para o varejo. A loja que orienta bem cria confiança e pode acompanhar a evolução do aluno: primeiro instrumento, acessórios, aulas, manutenção, upgrades e novos interesses.

A venda inicial pode ser o começo de uma relação de longo prazo.

Marcas e demonstrações ajudam a decidir

Para as marcas, os instrumentos de entrada têm papel estratégico. São o primeiro contato de muitas famílias com uma categoria, uma sonoridade e uma experiência de uso.

Por isso, demonstrações claras, produtos bem ajustados e explicações simples são fundamentais. Os pais nem sempre dominam termos técnicos. Precisam entender o que diferencia um modelo de outro e por que uma opção pode ser melhor para começar.

Em uma feira, esse contato pode ser mais fácil. A família vê, pergunta, compara e observa a reação do filho. Essa combinação vale mais do que uma compra feita apenas pela internet, sem experiência anterior.

Evitar a compra por impulso

A emoção tem um lugar importante, mas não deve decidir sozinha.

Se a criança se encanta com um instrumento durante a visita, vale registrar o modelo, perguntar preços, entender manutenção, conversar com um professor e comparar opções antes de fechar a compra.

Comprar no mesmo dia pode funcionar quando a orientação é boa e o produto realmente combina. Mas, se houver dúvidas, é melhor pensar com calma.

A primeira compra deve estimular a continuidade, não apenas resolver o entusiasmo do momento.

Sinais de uma boa escolha

Um bom primeiro instrumento deve cumprir alguns critérios simples: a criança consegue segurá-lo ou usá-lo com conforto, o som motiva, a afinação é estável, a manutenção é viável, o vendedor sabe explicar, a marca oferece respaldo e o produto cabe no orçamento familiar sem criar pressão excessiva.

Também deve haver um caminho posterior: aulas, prática em casa, acessórios básicos, suporte da loja e possibilidade de evolução.

Quando esses pontos estão presentes, a família compra com mais segurança.

O primeiro instrumento pode abrir uma porta

O primeiro instrumento não é apenas um objeto. Pode ser o início de uma relação com a música.

Pode levar a uma aula, a uma banda escolar, a uma gravação caseira, a uma apresentação, a um novo hobby ou até a uma futura profissão. Mas, para que essa porta se abra, a experiência inicial precisa ser positiva.

A Conecta+ pode ajudar nesse processo porque aproxima famílias, lojas, marcas, instrumentos e demonstrações em um mesmo ambiente.

Para os pais, a recomendação é clara: antes de comprar, observe. Pergunte. Deixe a criança testar. Escute a orientação de profissionais. Compare. Pense em conforto, som, manutenção e continuidade.

A melhor compra nem sempre é a mais rápida. É aquela que ajuda o filho a continuar tocando depois que a novidade passa. Esperamos vocês na Conecta+ Música & Mercado 2026 para ter esse primeiro contato com os instrumentos!

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Prolight + Sound Guangzhou 2026 encerra com recorde de escala e participação global https://musicaemercado.org/prolight-sound-guangzhou-2026-recorde-industria-av/ Wed, 24 Jun 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255735 Prolight + Sound Guangzhou 2026 encerra com recorde de escala e participação global

Feira reuniu 2.227 expositores, 111.056 visitantes profissionais e mais de 100 atividades paralelas em Guangzhou. A 24ª edição da Prolight + Sound Guangzhou 2026 foi encerrada em 31 de maio nas áreas A e B do China Import and Export Fair Complex, consolidando sua posição como uma das principais plataformas globais para áudio profissional, iluminação, […]

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Prolight + Sound Guangzhou 2026 encerra com recorde de escala e participação global

Feira reuniu 2.227 expositores, 111.056 visitantes profissionais e mais de 100 atividades paralelas em Guangzhou.

A 24ª edição da Prolight + Sound Guangzhou 2026 foi encerrada em 31 de maio nas áreas A e B do China Import and Export Fair Complex, consolidando sua posição como uma das principais plataformas globais para áudio profissional, iluminação, entretenimento e soluções pro AV.

A feira alcançou uma nova escala com 220.000 m² de exposição, distribuídos em 22 pavilhões temáticos, e reuniu 2.227 expositores da China e do exterior. Segundo a organização, o evento recebeu 111.056 visitantes profissionais, com participantes internacionais de mais de 100 países e regiões. A presença estrangeira cresceu cerca de 5% em relação ao ano anterior.

A programação também incluiu mais de 100 eventos paralelos, entre fóruns, seminários, demonstrações e atividades técnicas. A proposta foi além da exposição de produtos, com foco em aplicações reais para palcos, instalações, espaços imersivos, comunicação corporativa, transmissão, produção musical e sistemas integrados.

Tecnologia aplicada e negócios internacionais

Para a Messe Frankfurt, organizadora do evento ao lado da Guangdong International Science and Technology Exhibition Co Ltd, um dos pontos centrais desta edição foi a orientação dos expositores para soluções aplicáveis em ambientes reais.

Judy Cheung, vice-diretora geral da Messe Frankfurt (HK) Ltd, destacou que a feira manteve alto nível de troca comercial durante quatro dias, com participação ativa de marcas internacionais, fabricantes chineses e visitantes profissionais. Segundo a executiva, a edição mostrou como novas tecnologias estão sendo usadas em cenários concretos, permitindo que compradores avaliem seu valor prático.

A feira cobriu áreas como pro AV, sistemas de entretenimento, efeitos de palco, tecnologias de networking para ambientes de trabalho, smart displays e integração de sistemas. Essa abrangência refletiu a transformação do mercado de entretenimento e AV profissional na era digital, em que as fronteiras entre áudio, iluminação, vídeo, redes, software e experiências imersivas estão cada vez mais conectadas.

Marcas chinesas e internacionais na mesma plataforma

A edição 2026 reforçou a convivência entre marcas globais e fabricantes chineses. Entre as empresas presentes estiveram Allen & Heath, Audio-Technica, Ayrton, Bosch, Bose Professional, Chainmaster, Dante, DAS Audio, d&b audiotechnik, EM Acoustics, Funktion-One, Harman International, Hikvision, Martin Audio, Neutrik, Philips, Powersoft, QSC, RCF, Sennheiser, SGM, Shure, Yamaha e diversas companhias do ecossistema asiático.

A organização destacou que essa combinação fortalece o papel da Prolight + Sound Guangzhou como ponto de encontro para distribuidores, integradores, fabricantes, compradores, locadoras, designers, consultores e usuários finais. Para participantes internacionais, a feira também funciona como porta de entrada para entender a capacidade produtiva chinesa e comparar tendências tecnológicas em escala global.

Mais de 100 atividades paralelas

A programação paralela foi um dos eixos da edição. Entre as iniciativas destacadas estiveram Headphone Hub, Recording & Production Zone, o seminário sobre segurança e gestão de riscos em eventos e espetáculos, o ecossistema PLSG x NDI, a série Unicorn: Xtage e a primeira exposição de obras de arte cênica de instituições chinesas de ensino superior.

Essas atividades buscaram conectar setores que antes operavam de forma mais separada: áudio, iluminação, vídeo, redes, educação, segurança, produção de conteúdo, entretenimento imersivo e cultura digital. Para a organização, esse cruzamento faz parte do novo mapa da indústria, em que o crescimento não depende apenas de novos produtos, mas de sua aplicação integrada.

Compradores do Brasil e de outros mercados

A participação internacional também incluiu compradores da América Latina. Raul Del Trejo, diretor da Renaer Participações S/S Ltda, do Brasil, afirmou que visitou a feira em busca de soluções para três áreas: áudio profissional, woofers e instrumentos musicais. Segundo ele, a concentração de fornecedores em um único evento permite encontrar desde matérias-primas e componentes até fabricantes de produtos completos.

Representantes de associações e compradores da Indonésia, Europa, América do Norte, Oriente Médio, África e Ásia-Pacífico também destacaram a eficiência da feira para desenvolver fornecedores, identificar tendências e iniciar novas negociações.

A próxima edição da Prolight + Sound Guangzhou será realizada de 27 a 30 de maio de 2027, novamente no China Import and Export Fair Complex, em Guangzhou.

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