Distribuição: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/empresas/distribuicao/ A música sob o viés do trabalho e negócios Mon, 10 Aug 2026 12:20:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Distribuição: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/empresas/distribuicao/ 32 32 Governo zera Imposto de Importação de microfones e instrumentos musicais. Saiba quais. https://musicaemercado.org/governo-zera-imposto-de-importacao-de-instrumentos-musicais-saiba-quais/ https://musicaemercado.org/governo-zera-imposto-de-importacao-de-instrumentos-musicais-saiba-quais/#respond Mon, 10 Aug 2026 12:12:34 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256981 Governo zera Imposto de Importação de violões, violinos e instrumentos de sopro

Medida entra em vigor em 1º de outubro de 2026 e também beneficia microfones sem suportes. Guitarras elétricas, contrabaixos elétricos, teclados e instrumentos de percussão ficaram de fora. O Governo Federal zerou o Imposto de Importação de diferentes categorias de instrumentos musicais, incluindo violões, violinos, violoncelos, trompetes, saxofones, clarinetes, flautas e acordeões. A mudança foi […]

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Governo zera Imposto de Importação de violões, violinos e instrumentos de sopro

Medida entra em vigor em 1º de outubro de 2026 e também beneficia microfones sem suportes. Guitarras elétricas, contrabaixos elétricos, teclados e instrumentos de percussão ficaram de fora.

O Governo Federal zerou o Imposto de Importação de diferentes categorias de instrumentos musicais, incluindo violões, violinos, violoncelos, trompetes, saxofones, clarinetes, flautas e acordeões.

A mudança foi oficializada pela Resolução GECEX nº 926, de 24 de junho de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 25 de junho. As novas alíquotas começam a valer em 1º de outubro de 2026.

A resolução também cria uma classificação específica para microfones sem suportes, que passarão a ter Imposto de Importação zero. Os suportes de microfone não foram incluídos na desoneração.

Quais instrumentos terão Imposto de Importação zero?

A redução alcança quatro códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul, a NCM:

  • 9202.10.00: instrumentos de cordas tocados com arco, como violinos, violas, violoncelos e contrabaixos acústicos;
  • 9202.90.00: outros instrumentos acústicos de cordas, como violões, guitarras acústicas e harpas;
  • 9205.10.00: instrumentos de sopro denominados “metais”, como trompetes, trombones, tubas e bombardinos;
  • 9205.90.00: outros instrumentos de sopro, como saxofones, clarinetes, flautas, gaitas, acordeões e instrumentos semelhantes.

Esses produtos estavam sujeitos a uma Tarifa Externa Comum de 18%, com alíquota aplicada no Brasil de 16,2%. A partir de outubro, o Imposto de Importação desses códigos será reduzido a zero.

A medida implementa no Brasil decisões negociadas no âmbito do Mercosul e altera a estrutura tarifária consolidada pela Resolução GECEX nº 272/2021.

Violões entram; guitarras elétricas ficam de fora

A diferença entre instrumentos acústicos e elétricos é um dos pontos mais importantes da nova regra.

Os violões e as guitarras acústicas, normalmente classificados no NCM 9202.90.00, serão beneficiados pela tarifa zero. O mesmo acontece com contrabaixos acústicos classificados entre os instrumentos de cordas tocados com arco.

Já as guitarras elétricas e os contrabaixos elétricos, classificados no NCM 9207.90.10, não foram incluídos na Resolução GECEX nº 926. A alíquota aplicada a esses produtos permanece em 16,2%.

Instrumentos eletroacústicos devem ser analisados individualmente. A simples presença de um captador não define a classificação fiscal: é necessário verificar se o instrumento produz som acusticamente ou se depende de amplificação elétrica.

Teclados, sintetizadores e baterias não foram zerados

Apesar da abrangência da medida, outras categorias importantes do mercado musical ficaram de fora.

Os sintetizadores, enquadrados no NCM 9207.10.10, continuam com alíquota de 9%. Outros instrumentos eletrônicos de teclado, como determinados pianos digitais e teclados arranjadores, também permanecem com 9%.

Baterias, tambores, pratos, caixas, xilofones, maracas e outros instrumentos de percussão, classificados no NCM 9206.00.00, seguem com alíquota aplicada de 16,2%.

Assim, a decisão do governo concentra a desoneração nos instrumentos acústicos de cordas, nos instrumentos de sopro e nos microfones sem suportes.

Microfones serão desonerados, mas suportes não

A resolução divide o antigo NCM 8518.10.90 em duas classificações:

  • 8518.10.20 — outros microfones, sem suporte: Imposto de Importação de 0%;
  • 8518.10.90 — outros: alíquota de 20%.

Na prática, a desoneração beneficia microfones importados sem pedestal, tripé ou suporte. Suportes vendidos separadamente ou incorporados de forma que alterem a classificação fiscal não recebem automaticamente o mesmo tratamento.

A separação evita que a redução destinada aos microfones alcance uma categoria distinta de produtos, na qual existe fabricação nacional.

Por que o governo zerou essas tarifas?

A Resolução GECEX nº 926 incorpora ao ordenamento brasileiro as Resoluções nº 04/26 e nº 05/26 do Grupo Mercado Comum do Mercosul.

O processo envolveu análise técnica dos códigos tarifários, negociação entre os países do bloco e alteração da Tarifa Externa Comum. Como a mudança é permanente na estrutura da TEC, ela não funciona como um benefício temporário, uma cota limitada ou um ex-tarifário concedido a uma empresa específica.

A decisão alcança qualquer importador que realize a operação dentro dos códigos e das descrições aprovadas, observadas as regras de classificação fiscal e os demais procedimentos aduaneiros.

Os instrumentos ficarão mais baratos?

A redução do Imposto de Importação diminui o custo de entrada dos produtos no Brasil e pode criar espaço para preços mais competitivos, maior variedade de marcas e ampliação das importações formais.

Isso, porém, não significa uma queda automática ou proporcional no preço ao consumidor.

Além do Imposto de Importação, o custo final considera câmbio, frete internacional, seguro, armazenagem, despesas aduaneiras, IPI, PIS/Cofins-importação, ICMS, custos financeiros, estoque adquirido antes da mudança e margens comerciais.

Os primeiros efeitos devem aparecer gradualmente nas importações desembaraçadas a partir de 1º de outubro e, posteriormente, nos estoques de distribuidores e lojas.

O que muda para importadores e lojas

Empresas que trabalham com os produtos beneficiados deverão revisar sua formação de preços, planejamento de importações e classificação fiscal antes da entrada em vigor da medida.

Também será necessário separar corretamente:

  • instrumentos acústicos e elétricos;
  • contrabaixos acústicos e contrabaixos elétricos;
  • guitarras acústicas e guitarras elétricas;
  • microfones sem suportes e conjuntos acompanhados de suportes;
  • produtos importados antes e depois da entrada em vigor da tarifa zero.

A medida representa uma das reduções tarifárias mais abrangentes já concedidas a instrumentos musicais no Mercosul. Ao mesmo tempo, mantém aberta a discussão sobre teclados, sintetizadores, instrumentos elétricos, percussão, partes, acessórios e equipamentos de áudio que continuam sujeitos ao Imposto de Importação.

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Novità Music assume distribuição exclusiva da EarthQuaker Devices no Brasil https://musicaemercado.org/novita-music-distribui-earthquaker-devices/ Mon, 20 Jul 2026 16:03:46 +0000 https://musicaemercado.org/?p=256357 Novità Music assume distribuição exclusiva da EarthQuaker Devices no Brasil

Acordo prevê estoque local, garantia oficial, suporte técnico e ações voltadas a lojistas e músicos brasileiros. A Novità Music anunciou que assumiu a distribuição oficial e exclusiva da EarthQuaker Devices no Brasil. Com o acordo, a fabricante norte-americana de pedais de efeitos passa a contar com estoque, suporte técnico e garantia oficial no mercado brasileiro. […]

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Novità Music assume distribuição exclusiva da EarthQuaker Devices no Brasil

Acordo prevê estoque local, garantia oficial, suporte técnico e ações voltadas a lojistas e músicos brasileiros.

A Novità Music anunciou que assumiu a distribuição oficial e exclusiva da EarthQuaker Devices no Brasil. Com o acordo, a fabricante norte-americana de pedais de efeitos passa a contar com estoque, suporte técnico e garantia oficial no mercado brasileiro.

Fundada em Akron, no estado de Ohio, nos Estados Unidos, a EarthQuaker Devices desenvolve e fabrica pedais de efeitos utilizados por guitarristas e músicos de diferentes estilos. A empresa atua no segmento boutique e mantém sua produção concentrada em sua fábrica norte-americana.

A operação brasileira será conduzida pela Novità Music, que ficará responsável pelo atendimento aos revendedores, pela disponibilidade dos produtos e pelo suporte aos consumidores.

“Temos orgulho em dar as boas-vindas à Novità Music à família EarthQuaker como nossa distribuidora no Brasil. Nossas empresas compartilham o mesmo compromisso com a excelência em nossos produtos e com a oferta de um atendimento excepcional aos clientes”, afirmaram os fundadores da EarthQuaker Devices em comunicado.

Para Paulo Camargo Bon, CEO da Novità Music, o acordo amplia a oferta de marcas de pedais de efeitos dentro do portfólio da distribuidora.

“A EarthQuaker Devices é uma das marcas mais respeitadas da indústria mundial de pedais de efeitos. Sua capacidade de unir inovação, personalidade e qualidade de construção conquistou uma comunidade fiel de músicos e interessados em timbres”, declarou o executivo.

Segundo Bon, a operação brasileira deverá oferecer disponibilidade imediata de produtos, suporte local e atendimento aos revendedores e consumidores da marca.

Lançamentos e treinamento para revendedores

Nos próximos meses, a Novità Music pretende realizar lançamentos de produtos, demonstrações, treinamentos para revendedores e eventos destinados à comunidade de músicos.

A primeira ação pública da parceria acontecerá durante a Feira Pedais & Efeitos, programada para os dias 25 e 26 de julho, no IMKS, em São Paulo.

O evento contará com a participação de Jamie Stillman, fundador e presidente da EarthQuaker Devices, e Julie Robbins, CEO da empresa. Durante a passagem pelo Brasil, os executivos participarão de demonstrações e encontros com músicos, lojistas e representantes da imprensa.

A parceria faz parte da estratégia da Novità Music de ampliar seu portfólio de instrumentos musicais, acessórios e equipamentos de áudio com marcas internacionais voltadas ao segmento profissional.

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Roriz passa a distribuir Eastman no Brasil para o mercado institucional https://musicaemercado.org/eastman-roriz-brasil-distribuicao-institucional/ Wed, 08 Jul 2026 09:09:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255963 Roriz passa a distribuir Eastman no Brasil para o mercado institucional

Parceria amplia o acesso de bandas, orquestras, conservatórios e universidades às marcas do grupo Eastman Music Company. A Roriz Comércio e Importação passou a integrar a rede internacional de distribuidores autorizados da Eastman Music Company no Brasil. A atuação será dedicada ao segmento institucional e às licitações públicas em todo o país. A parceria amplia […]

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Roriz passa a distribuir Eastman no Brasil para o mercado institucional

Parceria amplia o acesso de bandas, orquestras, conservatórios e universidades às marcas do grupo Eastman Music Company.

A Roriz Comércio e Importação passou a integrar a rede internacional de distribuidores autorizados da Eastman Music Company no Brasil. A atuação será dedicada ao segmento institucional e às licitações públicas em todo o país.

A parceria amplia o portfólio da Roriz e aproxima instituições brasileiras de ensino e prática musical de marcas pertencentes ao grupo Eastman.

Fundada em 1992, a Eastman Music Company reúne empresas ligadas a diferentes segmentos dos instrumentos musicais. Entre as marcas do grupo estão Eastman Strings, Eastman Winds, Backun, S.E. Shires, Wm. S. Haynes, Willson e Malletech, além de outras companhias especializadas em sopros, cordas, percussão e acessórios.

No Brasil, o trabalho da Roriz estará voltado principalmente para bandas, orquestras, conservatórios, universidades, instituições de ensino e projetos musicais que adquirem instrumentos por meio de processos institucionais e licitações.

A entrada da Eastman no portfólio também reforça a estratégia da Roriz no fornecimento de instrumentos para esse mercado. A empresa atua há mais de 40 anos e mantém relações com grupos e marcas internacionais dos segmentos de sopros, percussão e instrumentos para bandas e orquestras.

Segundo a Roriz, a parceria busca ampliar o acesso do mercado brasileiro a instrumentos do grupo e conectar a estrutura comercial e de atendimento da empresa no país ao portfólio internacional da Eastman.

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Bear Audio Video assume representação da Proel no Brasil e busca distribuidores https://musicaemercado.org/proel-brasil-bear-audio-video-distribuidores/ Tue, 07 Jul 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255994 Bear Audio Video assume representação da Proel no Brasil e busca distribuidores

Empresa passa a desenvolver a marca com exclusividade no mercado brasileiro e inicia a estruturação de uma nova rede de distribuição. A Bear Audio Video assumiu a representação exclusiva da Proel no Brasil e iniciou a estruturação da rede de distribuidores que trabalhará com as diferentes linhas do grupo italiano no país. A parceria marca […]

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Bear Audio Video assume representação da Proel no Brasil e busca distribuidores

Empresa passa a desenvolver a marca com exclusividade no mercado brasileiro e inicia a estruturação de uma nova rede de distribuição.

A Bear Audio Video assumiu a representação exclusiva da Proel no Brasil e iniciou a estruturação da rede de distribuidores que trabalhará com as diferentes linhas do grupo italiano no país.

A parceria marca uma nova etapa para a Bear Audio Video, que acaba de completar seu primeiro ano de operações. Em seus primeiros 12 meses, a empresa ampliou sua atuação para mais de 14 países da América Latina e estabeleceu relações com fabricantes como Cerwin-Vega Professional, Audeze e Vari-Lite.

Agora, o foco no Brasil estará no desenvolvimento comercial da Proel e na construção de uma estrutura de distribuição para suas diferentes categorias.

O Grupo Proel reúne soluções para áudio profissional, sistemas de instalação, instrumentos musicais, iluminação profissional e acessórios. O portfólio também inclui marcas como a AXIOM, com soluções baseadas em Milan AVB, e a Eikon, além de outras linhas pertencentes ao grupo.

Seleção de distribuidores no Brasil

Nesta primeira fase, a Bear Audio Video está buscando empresas interessadas em representar diferentes linhas da Proel no mercado brasileiro.

A estratégia não se limita à comercialização dos produtos. Segundo a empresa, o projeto prevê desenvolvimento de mercado, relacionamento com os canais de venda e suporte aos parceiros responsáveis pela expansão da marca no país.

Empresas interessadas em participar do projeto poderão entrar em contato diretamente com a Bear Audio Video para conhecer as linhas disponíveis e as oportunidades de distribuição.

Ao longo de seu primeiro ano, a Bear Audio Video também participou de eventos como InfoComm, NAMM Show, CIES, LDI e Conecta+ Música & Mercado, utilizando essas feiras para ampliar relacionamentos e aproximar fabricantes internacionais de empresas e profissionais da América Latina.

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Novità Music assume distribuição da Morley no Brasil https://musicaemercado.org/novita-music-distribuicao-morley-brasil/ Mon, 25 May 2026 09:02:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255352 Novità Music assume distribuição da Morley no Brasil

Marca de pedais volta ao mercado brasileiro com distribuição exclusiva e suporte local. A Novità Music anunciou a distribuição exclusiva da Morley no Brasil, ampliando seu portfólio de marcas voltadas ao mercado de instrumentos musicais, efeitos e acessórios. A chegada marca o retorno oficial dos pedais Morley ao país por meio de uma operação local […]

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Novità Music assume distribuição da Morley no Brasil

Marca de pedais volta ao mercado brasileiro com distribuição exclusiva e suporte local.

A Novità Music anunciou a distribuição exclusiva da Morley no Brasil, ampliando seu portfólio de marcas voltadas ao mercado de instrumentos musicais, efeitos e acessórios. A chegada marca o retorno oficial dos pedais Morley ao país por meio de uma operação local de distribuição, com foco em acesso ao catálogo, garantia e suporte para músicos e lojistas. 

A Morley é conhecida principalmente por seus pedais de wah, volume e soluções de controle de sinal. A marca foi fundada no final dos anos 1960 pelos irmãos Marv e Ray Lubow, embora sua história tenha começado em 1946, quando os dois passaram a trabalhar com eletrônica em Los Angeles. 

O diferencial técnico mais associado à Morley está no uso de circuitos eletro-ópticos em seus pedais. Esse sistema substitui o potenciômetro tradicional por um controle baseado em luz, reduzindo desgaste mecânico e ruídos provocados pelo uso prolongado. A tecnologia ajudou a consolidar a marca entre guitarristas e baixistas que buscavam equipamentos resistentes para palco e estúdio. 

Entre os artistas ligados à história da Morley estão nomes como Cliff Burton, Steve Vai, David Gilmour e Geddy Lee. No caso de Steve Vai, a relação com a marca resultou em modelos signature, como o Bad Horsie Wah, um dos produtos mais conhecidos do catálogo da empresa. 

Segundo a Novità Music, o retorno da Morley ao Brasil deve incluir pedais de wah e volume com tecnologia óptica, modelos signature e ferramentas utilitárias para uso em palcos e estúdios. A empresa também informa que os produtos terão distribuição oficial e suporte no mercado nacional. 

A entrada da Morley reforça a estratégia da Novità Music de trabalhar com marcas internacionais voltadas a músicos profissionais, lojas especializadas e consumidores que buscam produtos com distribuição regular no país. O portfólio da empresa já inclui marcas como Seymour Duncan, Aguilar, JHS, DR Strings, D’Angelico, Darkglass, Dingwall, Gruv Gear e Jet Guitars. 

Para o varejo, a operação pode representar uma alternativa importante em uma categoria na qual procedência, garantia e reposição fazem diferença na decisão de compra. Para músicos, o principal impacto está na possibilidade de adquirir pedais Morley por canais oficiais, com maior previsibilidade de disponibilidade e atendimento local.

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A Sennheiser caiu na Multilaser? https://musicaemercado.org/sennheiser-caiu-na-multilaser-grupo-multi/ Mon, 18 May 2026 17:33:20 +0000 https://musicaemercado.org/?p=255241 Sennheiser distribuição Grupo Multi

Artigo de Daniel Neves analisa a reação dos lojistas à Sennheiser no Grupo Multi e por que a antiga imagem da Multilaser já não explica a empresa que assumiu a distribuição da marca no Brasil.

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Sennheiser distribuição Grupo Multi

Eu também pensei isso. E foi exatamente por isso que fui até lá.

Vou ser honesto: quando li que a Sennheiser tinha colocado a operação brasileira de áudio profissional nas mãos da Multilaser, minha primeira reação foi a mesma que rolou no WhatsApp de meio mercado.

Sennheiser? Com a Multilaser? Sério?

A pergunta veio acompanhada daquela imagem que todo lojista de áudio e instrumento musical carrega há vinte anos: gôndola de supermercado, mouse de R$ 19,90, fone de ouvido que dura três meses, caixa de som genérica empilhada em loja de departamento. Microfone sem fio Sennheiser dividindo catálogo com carregador veicular não fechava na minha cabeça. E aposto que não fechou na sua.

Esse texto é sobre o que aconteceu depois que eu fui visitar o Grupo Multilaser com esse preconceito embaixo do braço.

Spoiler: saí de lá incomodado. Mas não com a empresa.

A reação do canal faz todo sentido

Antes de qualquer coisa, é preciso falar a verdade: a desconfiança do lojista, do integrador, do técnico de áudio, do gerente de PA, do operador de igreja, do dono de produtora — toda ela é legítima.

A Sennheiser não é uma marca qualquer no nosso setor. Microfone sem fio para palco, sistema de monitoração in-ear, lapela broadcast, headset corporativo, cápsula de estúdio. Em todos esses lugares, a marca virou referência porque entregou, década após década, uma combinação que poucos conseguem: engenharia alemã, suporte técnico que atende, estoque que existe e canal que sabe vender o que está vendendo.

Ninguém compra Sennheiser por preço. Compra porque a transmissão da TV não pode falhar, porque o culto começa às 19h e o pastor precisa do microfone funcionando, porque a banda sobe no palco e a base vocal depende daquele sistema sem fio sem dropout.

Quando uma marca dessas troca de distribuidor no Brasil, o canal tem o direito — e o dever — de perguntar:

Vai ter estoque? Vai ter assistência? Vai ter treinamento? Vai ter respeito pelo revendedor especializado, ou vão jogar o produto em marketplace e deixar o integrador competindo com o preço da própria distribuidora? A equipe técnica vai ter voz, ou vai virar mais uma linha dentro de uma planilha de giro?

Essas perguntas continuam de pé. Não estou aqui para apagá-las. Estou aqui para dizer que a primeira reação do mercado partiu de uma fotografia que ficou desatualizada.

A Multilaser que está na sua cabeça não é mais a empresa que assumiu a Sennheiser

E esse é o ponto difícil de engolir.

Porque o preconceito do canal — e eu carregava o meu — não foi inventado. Ele veio de algum lugar. Veio da época em que entrar na Multilaser era sinônimo de produto de entrada, embalagem chamativa, prateleira de hipermercado, atacarejo de informática. Veio de uma lembrança real.

Só que enquanto o nosso mercado ficou olhando para a embalagem do mouse, o Grupo Multilaser cresceu para fora desse retrato.

Hoje a companhia opera com mais de 7.500 SKUs, 20 marcas próprias, 24 marcas parceiras, presença em mais de 44 mil pontos de venda, 14 unidades de negócio, complexo industrial em Extrema, duas fábricas em Manaus, laboratório de engenharia na China e mais de 4.500 funcionários. Em 2025 fechou receita líquida de R$ 3,92 bilhões com lucro líquido ajustado de R$ 136,7 milhões depois de um processo de reestruturação.

Isso não transforma a Multilaser em especialista em áudio profissional. Não estou dizendo isso. Mas tira do debate a hipótese mais preguiçosa: a de que estamos falando de uma empresa pequena, popular ou amadora demais para uma marca premium.

Não estamos.

E tem mais.

A DJI no Brasil é Grupo Multilaser. E isso muda a conversa

Pegue o seu controle de drone. Tire o último que você viu voando em casamento, evento, transmissão esportiva ou abertura de show. Provavelmente é DJI. Possivelmente foi comprado, homologado, entregue, garantido e assistido por uma operação que pertence ao Grupo Multilaser.

A Loja Oficial DJI Brasil é representação oficial do fabricante chinês no país e faz parte do Grupo Multilaser S.A. Procedência de fábrica, assistência técnica nacional, garantia, homologação Anatel.

Pergunta honesta: você já ouviu o mesmo tipo de ruído no mercado profissional de vídeo, fotografia ou produção por causa da representação local da DJI? Ou já viu cinegrafista jogar fora drone de R$ 30 mil porque a operação local não é considerada premium o suficiente?

Esse descompasso entre a percepção e a realidade é exatamente o que está em jogo agora com a Sennheiser.

Eu cheguei lá esperando uma coisa. Saí pensando outra.

Vou contar com franqueza porque a primeira pessoa importa aqui.

Entrei na visita ao Grupo Multilaser imaginando estrutura grande, capital, esteira de logística, talvez algum departamento dedicado a áudio profissional formado às pressas para a chegada da Sennheiser. Imaginava um esforço de marketing para convencer o mercado da nova fase.

Encontrei uma operação muito maior do que esperava, muito mais industrial do que esperava, muito mais B2B do que esperava, e — esse foi o desconforto — muito mais sofisticada do que o discurso público dela própria deixa transparecer.

Saí de lá pensando que a Multilaser tem um problema de marca que o nosso setor ajudou a construir e que ela mesma não corrigiu a tempo. A empresa cresceu e mudou de patamar antes da reputação dela acompanhar. Quando alguém de fora do varejo de massa olha para o nome “Multilaser”, ainda enxerga 2008. A empresa de 2026 é outra coisa.

E a parceria com a Sennheiser é, em alguma medida, a fatura desse descompasso chegando para a Multilaser pagar.

Porque agora ela vai precisar provar — não para mim, não para a imprensa, mas para o lojista de instrumento musical, para o integrador de AV, para o engenheiro de som, para o consultor de igreja, para o dono de produtora — que tem condição de operar uma marca técnica no padrão que essa marca técnica exige.

E aí o jogo deixa de ser sobre tamanho.

sennheiser_daniel_fausto

Fausto Scifoni e Daniel Reis, da Sennheiser: Grupo Multilaser amplia o crescimento da marca.

Estrutura, ela tem. E parte da equipe técnica, ela trouxe.

Áudio profissional não se vende como categoria de giro. Quem trabalha com Sennheiser sabe disso. Quem comprou Sennheiser sabe disso. Quem instalou Sennheiser em igreja, teatro, rádio, TV, corporação, estúdio ou palco sabe disso.

Sennheiser exige vendedor que entende RF. Exige conversa sobre compatibilidade, banda, antena, cápsula, monitoração, latência, ambiente acústico, reposição de bateria, peça de desgaste, capa de proteção. Exige treinamento contínuo. Exige estoque previsível, porque substituição de equipamento em operação ao vivo não pode esperar três semanas de importação. Exige assistência que atende antes do evento, não depois.

Distribuição premium não é colocar caixa de produto no Brasil. É proteger a confiança que faz alguém pagar três, quatro, dez vezes mais caro por uma marca em vez de comprar o similar genérico que existe ao lado.

E aqui é onde o argumento mais usado contra a parceria começa a perder força.

A primeira pergunta que todo lojista fez foi: “Vão jogar fora o time que entendia da marca e botar vendedor de mouse para falar de sistema sem fio?”

A resposta, pelo desenho anunciado da transição, é não. O Grupo Multi não absorveu a Sennheiser pela porta dos fundos do organograma. Criou uma unidade de negócio dedicada a áudio profissional para receber a operação. E mais importante: parte da equipe que já vinha operando a marca no Brasil foi incorporada ao novo arranjo. As pessoas que conheciam o produto, conheciam o canal, conheciam os clientes corporativos, conheciam os integradores, conheciam o instalador de igreja e o coordenador de broadcast — esse conhecimento não desapareceu na troca de distribuidor.

Isso muda a conversa.

Porque o medo legítimo do canal não era exatamente sobre tamanho. Era sobre cultura. Era sobre a possibilidade de uma marca técnica cair em uma operação que não entende a venda técnica. Esse risco diminui quando o conhecimento acumulado da marca permanece dentro da transição.

O que mudou para o profissional que falava com a Sennheiser Brasil foi o que está atrás da pessoa que atende o telefone: caixa maior, logística nacional, capacidade de estoque, importação consolidada, infraestrutura de assistência. Quem ligava continua precisando falar com quem entende. A diferença é que agora há um conglomerado de R$ 3,9 bilhões de receita sustentando o backend.

Esse é exatamente o tipo de movimento que o nosso setor pedia há vinte anos sem nunca conseguir: juntar o conhecimento técnico de uma operação especializada com o músculo financeiro e logístico de uma operação industrial grande.

A pergunta agora não é mais se a Multi vai entender a marca. A pergunta é se o Grupo Multi vai dar a essa equipe a autonomia, o orçamento, a previsibilidade e o respeito que ela precisa para operar Sennheiser do jeito que Sennheiser precisa ser operada no Brasil.

Se der, vira referência. Se transformar essa unidade em refém de meta trimestral de volume, frustra. Mas o risco mudou de natureza. Não é mais um risco simples de competência. É um risco de governança interna. E governança se observa no dia a dia, não na manchete da parceria.

A ironia que ninguém quer admitir

Tem uma coisa engraçada nessa história toda. Talvez incômoda.

Durante vinte anos o mercado de instrumentos musicais e áudio profissional brasileiro reclamou de distribuidor sem capital, sem estoque, sem estrutura, sem capacidade de importação consistente, sem assistência decente, sem previsibilidade de preço, sem fôlego para segurar marca em momento ruim de câmbio.

Reclamou com razão. Vi muita marca importante sumir do Brasil porque o distribuidor local não aguentou.

Agora chega uma empresa com capital, com fábrica, com logística nacional, com importação rodando, com B2B estruturado, com operação corporativa, com caixa para segurar estoque e com escala para dar capilaridade — que ainda por cima preservou parte do conhecimento técnico da operação anterior — e parte do setor continua torcendo o nariz porque essa empresa veio do varejo de massa.

Pode ser uma reação compreensível. Mas é, também, uma reação preguiçosa.

O fato de uma companhia ter construído escala vendendo produto popular não a impede de operar produto técnico — ainda mais quando ela não tentou reinventar a roda e sim manter conhecimento de quem já sabia rodá-la. O fato de uma marca ter sido lembrada por mouse não apaga a fábrica, a logística e os R$ 3,9 bilhões de receita. O fato de o Grupo Multi não ter nascido dentro do nosso mercado não significa que ele não possa aprender a respeitar as regras dele — especialmente quando trouxe para perto pessoas que conhecem essas regras de cor.

O teste começa agora. E quem vai aplicar a prova é o canal.

Esse texto não é defesa do Grupo Multi. Não preciso defender empresa de R$ 3,9 bilhões de receita. Ela se defende sozinha.

É um chamado para o canal olhar a empresa que está no jogo hoje, não a empresa que estava no jogo em 2010. E olhar a operação como ela foi montada — com unidade dedicada e preservação de conhecimento técnico da marca — não como o medo inicial imaginou que seria.

A Sennheiser não precisa de torcida. Tem 80 anos de marca, tecnologia e respeito profissional construído em palco, estúdio, broadcast e corporação no mundo inteiro. A escolha dela por um distribuidor master no Brasil passou pela leitura de quem tem capacidade real de operar a marca aqui dentro. Eles olharam o mercado, olharam as alternativas e tomaram a decisão deles.

O nosso papel não é validar essa decisão. É observá-la.

Cobrar estoque. Cobrar assistência. Cobrar treinamento. Cobrar política comercial. Cobrar respeito ao revendedor especializado. Cobrar a autonomia da unidade dedicada que recebeu a marca. Cobrar a continuidade do conhecimento técnico que migrou. Cobrar resposta antes do evento, não depois. Cobrar tudo o que se cobra de qualquer operação que se proponha a representar uma marca técnica no Brasil.

E cobrar a partir do presente. Não a partir da fotografia antiga.

Porque talvez a pergunta certa nem seja se a Sennheiser caiu na Multilaser.

Talvez a pergunta seja se o nosso mercado vai ter maturidade para olhar para a Multi como ela é hoje — uma operação que montou unidade própria e absorveu parte do time que entendia da marca — e julgá-la pelo que ela vai entregar, não pelo que ela já foi.

Eu cheguei lá com o mesmo preconceito que rolou no seu WhatsApp. Vou continuar acompanhando com a desconfiança técnica que qualquer distribuidor merece nesse setor. A diferença é que agora conheço o tamanho da empresa que vai precisar provar — e sei que ela manteve parte de quem já sabia o caminho.

E você, lojista, técnico, integrador, consultor de áudio que está lendo isso: o teste vai chegar no seu balcão. No seu projeto. No seu orçamento. No seu cliente.

A gente se fala daqui a seis meses.

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Grupo Classic promove Sulamita Nascimento a Diretora Comercial https://musicaemercado.org/grupo-classic-promove-sulamita-nascimento-a-diretora-comercial/ Mon, 27 Apr 2026 22:27:26 +0000 https://musicaemercado.org/?p=251212 Grupo Classic promove Sulamita Nascimento a Diretora Comercial

Cargo é criado para unificar o comando das sete marcas do grupo mineiro — Michael, Vogga, SXA, Sotex, Titan, Trigger e CLS — sob uma única estrutura executiva.

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Grupo Classic promove Sulamita Nascimento a Diretora Comercial

O Grupo Classic, controlador da marca Michael e da distribuidora Log Sound, promoveu Sulamita Nascimento a Diretora Comercial — cargo criado para unificar o comando das frentes de atacado do conglomerado mineiro, hoje responsável por sete marcas: Michael, Vogga, SXA, Sotex, Titan, Trigger e CLS. A mudança institucionaliza uma estrutura que vinha sendo gerida em camadas dispersas e dá ao lojista um único interlocutor com mandato executivo sobre política comercial, sell-in e calendário de lançamentos.

Até a promoção, Sulamita acumulava as funções de gerente geral de atacado, gestão de marcas e distribuição. A nova diretoria reúne essas frentes sob um mesmo cargo.

Duas décadas de casa e o ciclo de expansão do portfólio

Sulamita está no Grupo Classic há mais de vinte anos. Passou por gerência regional, gerência nacional de vendas — posto que ocupou de 2014 a 2022 — e gerência geral de atacado. Tem mestrado profissional em administração pela FPL Educacional e atua como professora convidada em programas de pós-graduação.

Em entrevista à Música & Mercado em setembro de 2025, ela já apresentava a tese que agora ganha forma na nova diretoria: “O Brasil é formado por vários ‘Brasis’. Nosso portfólio busca refletir essa pluralidade com estratégia e variedade.”

O que muda na operação comercial

A Log Sound, braço distribuidor do grupo, saiu de um portfólio concentrado em Vogga para comercializar seis marcas segmentadas em duas verticais — áudio (CLS, SXA, Sotex) e instrumentos (Vogga, Titan, Trigger) —, conforme detalhado pelo grupo em matéria publicada pela Música & Mercado. Somam-se a Michael, marca própria que completa 26 anos no mercado, e a rede varejista Serenata.

Coordenar sell-in, relacionamento com representantes e calendário de lançamentos de sete marcas com posicionamentos, públicos e margens distintos sob uma estrutura única deixou de caber em uma gerência. A criação da diretoria comercial reconhece esse limite organizacional e formaliza a centralização da política comercial em um único cargo executivo.

O essencial

A promoção marca o ponto em que o Grupo Classic deixou de operar como casa de marca única e passou a se estruturar como conglomerado multimarca, com diretoria comercial no mesmo nível hierárquico de operações e finanças. Para quem vende, distribui ou fornece insumos ao grupo, a interlocução passa a ter nome único e mandato definido — e a expectativa do canal recai sobre a primeira leva de decisões da nova diretoria: política de descontos, alinhamento de margens entre marcas concorrentes do próprio portfólio e cadência de lançamentos por vertical.

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WDC Networks passa a distribuir soluções Harman em áudio profissional https://musicaemercado.org/wdc-networks-distribuir-harman-audio-profissional/ Thu, 02 Apr 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250386 WDC Networks passa a distribuir soluções Harman em áudio profissional

Parceria reforça estratégia de consolidar presença no mercado Pro-AV no Brasil. A WDC Networks anunciou a inclusão das soluções da Harman em seu portfólio de áudio profissional, em um movimento que amplia sua atuação no mercado Pro-AV no Brasil. A parceria foi apresentada oficialmente ao mercado no dia 25 de março de 2026, durante evento […]

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WDC Networks passa a distribuir soluções Harman em áudio profissional

Parceria reforça estratégia de consolidar presença no mercado Pro-AV no Brasil.

A WDC Networks anunciou a inclusão das soluções da Harman em seu portfólio de áudio profissional, em um movimento que amplia sua atuação no mercado Pro-AV no Brasil.

A parceria foi apresentada oficialmente ao mercado no dia 25 de março de 2026, durante evento na sede da empresa, em São Paulo, voltado a integradores de diferentes regiões do país. A apresentação contou com a participação de Bruno Moura, vice-presidente e general manager da Harman para a América Latina.

Com o acordo, a WDC passa a distribuir inicialmente as marcas AMX, BSS, Crown e JBL, ampliando sua oferta para projetos de pequeno, médio e grande porte. A empresa também trabalha na introdução da marca Martin, voltada a aplicações de entretenimento e iluminação arquitetural.

Segundo a companhia, a integração das soluções da Harman fortalece a estratégia de atuação como fornecedor completo para o mercado, reunindo em um único portfólio tecnologias de processamento, controle, amplificação e sonorização.

De acordo com Bruno Rigatieri, diretor Comercial e de Marketing da WDC Networks, a nova parceria complementa o conjunto de marcas já distribuídas pela empresa, permitindo atender diferentes etapas de projetos de áudio profissional com maior abrangência.

A iniciativa ocorre em um contexto de expansão do mercado de áudio e vídeo profissional no país, com aumento da demanda por soluções integradas em projetos corporativos, eventos e entretenimento.

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QSC ganha canal focado em lojas com distribuição da Quick Easy no Brasil https://musicaemercado.org/qsc-varejo-especializado-quick-easy/ Wed, 01 Apr 2026 19:41:22 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250449 QSC ganha canal focado em lojas com distribuição da Quick Easy no Brasil

Operação com a WDC Networks organiza a chegada da marca ao canal e concentra a atuação da Quick Easy na revenda para lojas de áudio profissional no Brasil. O lojista de áudio profissional que tentava acessar o portfólio QSC com estrutura de revenda encontrava um caminho fragmentado. Esse cenário começa a mudar. A Quick Easy, […]

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QSC ganha canal focado em lojas com distribuição da Quick Easy no Brasil

Operação com a WDC Networks organiza a chegada da marca ao canal e concentra a atuação da Quick Easy na revenda para lojas de áudio profissional no Brasil.

O lojista de áudio profissional que tentava acessar o portfólio QSC com estrutura de revenda encontrava um caminho fragmentado. Esse cenário começa a mudar. A Quick Easy, distribuidora de Holambra (SP) com histórico em marcas de desempenho técnico exigente, assume a distribuição das linhas da fabricante americana no Brasil com foco declarado no varejo especializado. O acordo envolve a WDC Networks como elo logístico e foi apresentado em 1º de abril a representantes comerciais em São Paulo.

O que muda para o varejo especializado

Para as lojas de áudio profissional, o movimento significa acesso estruturado a uma marca que, até agora, chegava ao mercado por caminhos menos diretos. A Quick Easy atua desde 2012 e tem histórico de distribuição com marcas como Electro-Voice, Funktion-One e Samson — portfólios que exigem suporte técnico e argumentação de venda qualificada junto ao lojista.

O posicionamento da nova operação é claro: atendimento ao varejo especializado, não ao canal de projetos. “Nosso DNA é o atendimento ao varejo especializado. Sabemos que o mercado brasileiro precisa de mais que produto: precisa de acesso estruturado, suporte técnico qualificado e políticas comerciais que façam sentido para o dia a dia do lojista”, afirma José Evânio, diretor da Quick Easy.

QSC e a lógica do canal no Brasil

A QSC é uma das marcas referências no segmento de PA profissional global — suas linhas CP, K e L Class estão presentes em igrejas evangélicas, locadoras e projetos de instalação de médio e grande porte em todo o Brasil, um mercado onde o acesso via canal varejista tem peso relevante na penetração de marca.

A WDC Networks, distribuidora listada na B3 que já opera com a QSC desde 2024 no modelo TaaS (Technology as a Service), entra como parceira de infraestrutura logística — ampliando a capacidade de entrega nacional da operação. “A WDC Networks, nossa parceira, amplifica a capacidade de entrega nacional. Juntos, unimos conhecimento de mercado e infraestrutura para construir uma operação sólida que coloca a QSC mais perto dos nossos clientes”, diz Evânio.

O essencial

A Quick Easy entra na distribuição da QSC com foco exclusivo no varejo especializado — uma escolha que diferencia a operação do canal de projetos e instalação. Para lojistas de áudio profissional no Brasil, o sinal é direto: a QSC passa a ter um endereço de revenda estruturado, com suporte técnico e política comercial pensada para o dia a dia da loja.

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Cadac nomeia Proactive Solutions LATAM como distribuidora para América Latina e Caribe https://musicaemercado.org/cadac-proactive-solutions-latam-distribuidora/ Tue, 17 Feb 2026 09:05:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=250018 Cadac nomeia Proactive Solutions LATAM como distribuidora para América Latina e Caribe

Parceria leva o ecossistema de mixagem ao vivo CM-system para a região e reforça estratégia de expansão internacional. A Cadac Consoles anunciou a nomeação da Proactive Solutions LATAM como distribuidora exclusiva para América Latina e Caribe, ampliando a presença da marca em um mercado considerado estratégico para o áudio profissional. O acordo inclui a introdução […]

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Cadac nomeia Proactive Solutions LATAM como distribuidora para América Latina e Caribe

Parceria leva o ecossistema de mixagem ao vivo CM-system para a região e reforça estratégia de expansão internacional.

A Cadac Consoles anunciou a nomeação da Proactive Solutions LATAM como distribuidora exclusiva para América Latina e Caribe, ampliando a presença da marca em um mercado considerado estratégico para o áudio profissional.

O acordo inclui a introdução regional do ecossistema de mixagem ao vivo CM-system, além de toda a linha de produtos da fabricante, incluindo soluções de infraestrutura baseadas em fibra óptica da plataforma MegaCOMMS.

De acordo com James Godbehear, diretor de Marketing e Operações da Cadac Consoles, a escolha da Proactive Solutions LATAM está ligada à experiência da empresa no setor e à sua capacidade técnica, fatores considerados essenciais para a expansão na região.

O que muda para o mercado latino-americano

Com a parceria, locadoras, integradores e profissionais de áudio passam a ter acesso local às consoles da série CM, acompanhadas de suporte técnico, treinamento especializado e logística regional.

Além das consoles, o portfólio inclui produtos como o roteador óptico CM-RT12, bridges MADI e Dante e ferramentas de controle para stage racks.

Segundo Berenice Gutiérrez, gerente geral da Proactive Solutions LATAM, a aliança representa um avanço importante para o mercado regional ao ampliar o acesso a tecnologias profissionais de mixagem ao vivo.

Programa de introdução na região

Após treinamento completo no ecossistema CM-system, a Proactive Solutions LATAM iniciará um programa de demonstrações e apresentações em diferentes países, voltado a empresas de rental, engenheiros de som e imprensa especializada.

O plano prevê sessões práticas, participação em eventos do setor e suporte a aplicações em turnês e produções ao vivo.

Expansão com suporte local

Para a Cadac Consoles, a nomeação faz parte de uma estratégia global de crescimento, apoiada no desenvolvimento contínuo do CM-system e na ampliação da rede internacional de distribuição.

A série CM já está disponível para América Latina e Caribe por meio da rede de clientes da Proactive Solutions LATAM.

Na imagem principal: Proactive Solutions LATAM (da frente para trás, da esquerda para a direita) Dana García, a diretora-geral Berenice Gutiérrez e Oscar Tova no estande da Cadac Consoles com (de trás para frente, da esquerda para a direita) o diretor técnico Peter Hearl, o diretor de marketing e operações comerciais James Godbehear e a diretora de pesquisa e desenvolvimento Emily Watson.

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Claypaky nomeia a Decomac como nova distribuidora oficial no Brasil https://musicaemercado.org/claypaky-decomac-distribuidora-oficial-brasil/ Tue, 10 Feb 2026 09:04:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=249953 Claypaky nomeia a Decomac como nova distribuidora oficial no Brasil

Anúncio foi feito durante a Integrated Systems Europe (ISE), em Barcelona, e marca uma nova etapa da marca no mercado brasileiro. A fabricante italiana Claypaky anunciou a nomeação da Decomac como sua nova distribuidora oficial no Brasil. A informação foi comunicada por Mauricio Brando, diretor de desenvolvimento de negócios para a América Latina da empresa, […]

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Claypaky nomeia a Decomac como nova distribuidora oficial no Brasil

Anúncio foi feito durante a Integrated Systems Europe (ISE), em Barcelona, e marca uma nova etapa da marca no mercado brasileiro.

A fabricante italiana Claypaky anunciou a nomeação da Decomac como sua nova distribuidora oficial no Brasil. A informação foi comunicada por Mauricio Brando, diretor de desenvolvimento de negócios para a América Latina da empresa, durante a Integrated Systems Europe (ISE), realizada em Barcelona.

De acordo com o comunicado, a decisão é resultado de um processo de planejamento estratégico conduzido ao longo dos últimos meses e inaugura um “novo capítulo” da Claypaky no país. A empresa afirma que a parceria com a Decomac vai além de um acordo tradicional de distribuição, com foco no fortalecimento da presença local, do suporte técnico e da proximidade com designers de iluminação, empresas de locação e profissionais do entretenimento no Brasil.

Segundo Brando, a aliança se baseia em uma visão compartilhada de longo prazo, sustentada por valores como compromisso, colaboração e continuidade no mercado. A estrutura da Decomac é apontada como um fator-chave para acompanhar clientes e profissionais do setor com maior eficiência e consistência.

O anúncio ocorre em um ano simbólico para a Claypaky, que celebra 50 anos de atuação na indústria de iluminação cênica e de espetáculos. Nesse contexto, a empresa destaca que a nova distribuição busca conectar sua trajetória histórica a uma estratégia voltada para o futuro do entretenimento ao vivo no Brasil.

Até o momento, a Claypaky não divulgou publicamente os motivos da mudança em relação à distribuidora anterior nem detalhes comerciais do novo acordo. A companhia informou apenas que a parceria com a Decomac está alinhada a uma nova visão estratégica para os próximos cinco anos, com foco no desenvolvimento sustentável do mercado brasileiro de iluminação profissional.

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Sonotec celebra 55 anos conectando músicos brasileiros às melhores marcas internacionais https://musicaemercado.org/sonotec-celebra-55-anos/ Fri, 23 Jan 2026 18:10:19 +0000 https://musicaemercado.org/?p=249785 Sonotec celebra 55 anos conectando músicos brasileiros às melhores marcas internacionais

A Sonotec Music & Sound comemora em 2026 seus 55 anos de história, consolidando-se como uma das mais importantes distribuidoras de instrumentos musicais e equipamentos de áudio profissional no Brasil — com uma trajetória que começou em uma pequena loja e se transformou em referência nacional no setor. Fundada em 21 de janeiro de 1971, […]

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Sonotec celebra 55 anos conectando músicos brasileiros às melhores marcas internacionais

A Sonotec Music & Sound comemora em 2026 seus 55 anos de história, consolidando-se como uma das mais importantes distribuidoras de instrumentos musicais e equipamentos de áudio profissional no Brasil — com uma trajetória que começou em uma pequena loja e se transformou em referência nacional no setor.

Fundada em 21 de janeiro de 1971, em Presidente Prudente (SP), a Sonotec nasceu da visão empreendedora de Renato S. Silva, então técnico em eletrônica, que identificou uma oportunidade de negócio no segmento musical em expansão. Inicialmente um ponto de varejo com apenas 14 m², a empresa cresceu de forma constante ao longo das décadas, atendendo músicos, artistas e profissionais de áudio com marcas e produtos de alta qualidade.

Com o passar dos anos, a Sonotec expandiu sua atuação, passando a importar e distribuir instrumentos e equipamentos de marcas consagradas mundialmente. Desde os primeiros contratos exclusivos, como o da Takamine para o Brasil no início dos anos 1990, a empresa consolidou uma presença marcante nos palcos e estúdios brasileiros e latino-americanos.

Hoje, com mais de 20 marcas representadas — incluindo Takamine, Strinberg, Gretsch, Zeus, D One, Antares, Cadenza, LP, Orleans e muitas outras — o portfólio da Sonotec já supera mil itens, atendendo uma base ampla e diversificada de músicos, luthiers, lojas e integradores em todo o país.

Ao longo de mais de cinco décadas, a Sonotec também expandiu sua infraestrutura: em 2009 inaugurou sua sede com 3.900 m² em Regente Feijó (SP) e, diante do crescimento contínuo, ampliou essa estrutura para cerca de 8.000 m², reforçando capacidade logística, estoque e atendimento.

“Nosso compromisso sempre foi trazer ao público brasileiro o melhor do mercado, com profissionalismo, estoque robusto e um olhar atento às necessidades reais dos músicos”, afirma a direção da empresa, destacando a importância de se manter atualizada e próxima do mercado nacional.

A Sonotec celebra seu 55 aniversário com o reconhecimento adquirido ao longo de anos de trabalho dedicado — conectando músicos a instrumentos e soluções que fazem parte do som do Brasil.

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Multilaser compra operação da Sennheiser no Brasil em aposta de R$ milhões no mercado de áudio profissional https://musicaemercado.org/multilaser-sennheiser-brasil/ Fri, 23 Jan 2026 17:52:43 +0000 https://musicaemercado.org/?p=249782 Multilaser compra operação da Sennheiser no Brasil em aposta de R$ milhões no mercado de áudio profissional

Grupo que fabrica eletrônicos populares assume distribuição exclusiva de marca alemã premium, enquanto ex-parceira CMV sobe para comando regional na América Latina. A Multilaser, conhecida por produzir TVs, computadores e eletroportáteis para o varejo de massa, acaba de entrar no segmento de áudio profissional pela porta da frente: assumiu a distribuição exclusiva da Sennheiser no […]

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Multilaser compra operação da Sennheiser no Brasil em aposta de R$ milhões no mercado de áudio profissional

Grupo que fabrica eletrônicos populares assume distribuição exclusiva de marca alemã premium, enquanto ex-parceira CMV sobe para comando regional na América Latina.

A Multilaser, conhecida por produzir TVs, computadores e eletroportáteis para o varejo de massa, acaba de entrar no segmento de áudio profissional pela porta da frente: assumiu a distribuição exclusiva da Sennheiser no Brasil, uma marca alemã de 80 anos que equipa estúdios, emissoras e salas de reunião corporativas no mundo inteiro.

O movimento não é uma simples troca de distribuidor. É uma reorganização estratégica que revela como fabricantes globais estão repensando suas operações na América Latina — e como empresas brasileiras com infraestrutura robusta podem capturar oportunidades em mercados de nicho e alto valor agregado.

Da parceria local ao comando regional

Por mais de uma década, a CMV Audio Group foi a parceira nacional da Sennheiser no Brasil. Agora, foi promovida a Regional Partner para toda a América Latina, exceto México. A mudança libera a empresa para focar em desenvolvimento de mercado e alinhamento estratégico regional, enquanto a Multilaser assume importação, logística, gestão comercial e estoque local.

Não é uma saída — é uma divisão de papéis. A CMV sobe na hierarquia e amplia território. A Multilaser entra com músculo operacional.

Para garantir a transição, Daniel Reis, sócio da CMV e executivo responsável pela operação latino-americana da Sennheiser, passa a integrar o quadro executivo da Multilaser. Parte da equipe técnica da CMV acompanha o movimento.

Por que a Multilaser?

A escolha tem lógica empresarial clara. A Multilaser opera um complexo industrial em Extrema (MG), duas fábricas na Zona Franca de Manaus e mantém laboratório de engenharia na China. Distribui mais de 3 mil produtos em 40 mil pontos de venda. Já trabalha com marcas internacionais como DJI, Targus e Toshiba.

Ou seja: tem escala, capilaridade e experiência em importação e logística. Exatamente o que faltava para a Sennheiser expandir no Brasil sem depender de estruturas externas ou prazos longos de importação.

O portfólio que a Multilaser passa a operar inclui microfones sem fio, sistemas de conferência, equipamentos de monitoramento e soluções para produção musical. O público-alvo não é o consumidor final, mas o canal profissional: integradores, locadores, revendedores e subdistribuidores.

O que está em jogo

Para a Sennheiser, trata-se de ganhar velocidade em um mercado que cresceu e se sofisticou. Eventos ao vivo voltaram com força, empresas investiram em salas de conferência híbridas, igrejas e universidades modernizaram infraestrutura de som. A demanda existe — mas só com operação local é possível atendê-la com agilidade.

Para a Multilaser, é a chance de migrar para segmentos de margem mais alta. Fabricar eletrônicos de consumo é um negócio de volume e margem apertada. Distribuir equipamentos premium para canais B2B é outra história: margens melhores, clientes recorrentes, contratos de maior ticket médio.

Para a CMV, representa consolidação regional. Sair da operação brasileira para assumir a América Latina não é rebaixamento — é expansão de mandato.

O desafio da execução

A infraestrutura está montada. A equipe de transição, definida. Mas resta a pergunta estratégica: a Multilaser conseguirá traduzir a filosofia de uma marca construída sobre precisão técnica e atendimento consultivo?

Áudio profissional não é mercado de prateleira. É relacionamento, suporte técnico, conhecimento de aplicação. A Sennheiser atende engenheiros de som, diretores técnicos de TV, gerentes de TI corporativo. Gente que não compra pelo preço — compra pela confiabilidade.

A Multilaser tem escala. Agora precisa provar que tem expertise.

Sinais de um mercado maduro

O acordo Sennheiser-Multilaser-CMV é sintoma de algo maior: o mercado brasileiro de tecnologia atingiu maturidade suficiente para que marcas globais confiem em estruturas nacionais para operar segmentos sofisticados.

Não é mais sobre importar e revender. É sobre ter capacidade de gerenciar cadeias complexas, manter estoque técnico, treinar canais especializados e garantir suporte pós-venda em escala nacional.

Para empresas brasileiras com ambição de crescer além do varejo de massa, esse é o caminho: capturar operações de marcas internacionais que precisam de infraestrutura local, mas não querem construí-la do zero.

A Multilaser apostou nisso. Agora é entregar.

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Yamaha Musical do Brasil assume distribuição de Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba https://musicaemercado.org/yamaha-musical-do-brasil-distribuicao-lin6-ampeg-guild-cordoba/ Mon, 12 Jan 2026 20:50:44 +0000 https://musicaemercado.org/?p=249689 Yamaha Musical do Brasil assume distribuição de Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba

Movimento amplia portfólio da companhia no país e reforça estratégia global de aproximar marcas do mercado local. A Yamaha Musical do Brasil Ltda. anunciou que passa a ser a representante e distribuidora oficial no Brasil das marcas Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba a partir de 1º de janeiro de 2026. A decisão integra a […]

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Yamaha Musical do Brasil assume distribuição de Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba

Movimento amplia portfólio da companhia no país e reforça estratégia global de aproximar marcas do mercado local.

A Yamaha Musical do Brasil Ltda. anunciou que passa a ser a representante e distribuidora oficial no Brasil das marcas Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba a partir de 1º de janeiro de 2026.

A decisão integra a estratégia global da Yamaha de centralizar a gestão de marcas do grupo em suas subsidiárias locais, fortalecendo a presença regional e o relacionamento com o mercado.

As quatro marcas fazem parte da Yamaha Guitar Group Inc., subsidiária norte-americana da Yamaha Corporation, sediada no Japão, criada em 2014 após a aquisição inicial da Line 6. Para TJ Martin, vice-presidente de Vendas Mundiais da YGG, a transição é um passo natural dentro da estrutura do grupo. “Como subsidiária brasileira da Yamaha Corporation e empresa irmã da YGG, é uma progressão natural para a YMDB assumir o gerenciamento local de nossas marcas. A adição dos produtos da YGG permite que a Yamaha no Brasil avance para se tornar um dos principais fornecedores de soluções para guitarristas, violonistas e baixistas no país”, afirma o executivo.

Segundo Martin, as marcas agora sob gestão da YMDB são presença constante em palcos e estúdios ao redor do mundo. “Nossos produtos carregam legado e confiabilidade para músicos e bandas em turnê. Estamos muito felizes em trabalhar com a YMDB para continuar essa jornada e fazer história no Brasil”, completa.

Com a mudança, o portfólio da Yamaha no Brasil passa a reunir Yamaha, Line 6, Ampeg, Córdoba e Guild, ampliando de forma significativa sua oferta de instrumentos e soluções para guitarristas e baixistas. Para Kentaro Hayashi, presidente da Yamaha Musical do Brasil, o movimento reforça o posicionamento estratégico da companhia no país. “A Yamaha sempre foi reconhecida como líder global em instrumentos musicais e áudio profissional. Ao trazer marcas icônicas como Line 6, Ampeg, Córdoba e Guild para o Brasil, reafirmamos nosso compromisso em oferecer aos músicos brasileiros um portfólio ainda mais completo e diversificado”, destaca.

Hayashi também ressalta o peso histórico de cada uma das marcas. “A Guild é reconhecida por seus violões e guitarras, a Ampeg é referência mundial em amplificação de baixo, a Line 6 é pioneira em tecnologia digital para guitarristas, e a Córdoba é sinônimo de qualidade em instrumentos acústicos. Essa parceria reflete nossa visão de crescimento sustentável e nossa dedicação em celebrar a música em todas as suas formas no Brasil”, afirma.

Do ponto de vista do mercado, a mudança deve impactar diretamente revendedores e distribuidores, que passam a contar com o portfólio completo dessas marcas aliado à estrutura logística, comercial e de suporte da Yamaha no Brasil. De acordo com Hayashi, a transição segue uma diretriz global da companhia. “A transferência da distribuição dessas marcas para as subsidiárias locais da Yamaha tem sido uma tendência mundial, garantindo uma relação mais próxima com cada mercado e entregando o mesmo nível de excelência e suporte que músicos de todo o mundo esperam”, conclui.

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Taylor Guitars terá distribuição no Brasil pela Made in Brazil, confirma WMS https://musicaemercado.org/taylor-guitars-distribuicao-made-in-brazil/ Tue, 18 Nov 2025 19:50:29 +0000 https://musicaemercado.org/?p=249198 Taylor Guitars terá distribuição no Brasil pela Made in Brazil, confirma WMS

Mudança reorganiza o segmento de violões premium no país e reposiciona a estratégia da marca no mercado brasileiro. A Taylor Guitars terá uma nova estrutura de distribuição no Brasil. A WMS Brasil, que representou oficialmente a marca por mais de uma década, anunciou em comunicado publicado no Instagram que encerra sua atuação como distribuidora. A […]

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Taylor Guitars terá distribuição no Brasil pela Made in Brazil, confirma WMS

Mudança reorganiza o segmento de violões premium no país e reposiciona a estratégia da marca no mercado brasileiro.

A Taylor Guitars terá uma nova estrutura de distribuição no Brasil. A WMS Brasil, que representou oficialmente a marca por mais de uma década, anunciou em comunicado publicado no Instagram que encerra sua atuação como distribuidora. A operação passa agora para a rede Made in Brazil, que assume a importação e o fornecimento dos instrumentos no país.

No texto divulgado, a WMS afirmou: “Hoje encerramos um capítulo muito especial da nossa história. A WMS Brasil deixa de ser a distribuidora oficial da Taylor Guitars no Brasil, e a operação passa agora para a Made in Brazil.”

A empresa também agradeceu as parcerias construídas ao longo da última década e informou que está conduzindo uma transição transparente para consumidores e lojistas.

O movimento ocorre em um dos maiores e mais competitivos mercados latino-americanos de violões premium. O Brasil combina grande demanda com desafios estruturais importantes — como carga tributária elevada, logística extensa e forte impacto cambial — fatores que tornam o segmento de instrumentos de alto padrão especialmente sensível a preço e disponibilidade.

Nesse cenário, a Taylor passa a disputar espaço em um ambiente já consolidado por marcas como a Takamine, distribuída pela Sonotec, operação reconhecida por sua capilaridade e consistência no atendimento ao varejo especializado.

Ao longo dos últimos anos, a WMS desempenhou papel relevante na expansão da Taylor no país, fortalecendo sua presença em lojas especializadas, promovendo treinamentos e contribuindo para ampliar a visibilidade da marca entre músicos profissionais e consumidores iniciantes.

Com a chegada da Made in Brazil à operação, o setor acompanha como serão estruturadas as políticas comerciais, campanhas de marketing e a presença da marca nos principais centros consumidores. Até o momento, a nova distribuidora não divulgou detalhes adicionais sobre seus planos para a Taylor Guitars.

A Música & Mercado seguirá monitorando a transição e seus impactos no segmento de violões premium no Brasil.

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