Comércio Virtual: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/empresas/comercio-virtual/ A música sob o viés do trabalho e negócios Mon, 25 Nov 2024 10:46:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://musicaemercado.org/wp-content/uploads/2026/04/mmlogo-hires-1-80x80.jpg Comércio Virtual: notícias e análises | Música & Mercado https://musicaemercado.org/category/empresas/comercio-virtual/ 32 32 5 gatilhos para vender mais nas redes sociais https://musicaemercado.org/5-gatilhos-para-vender-mais-nas-redes-sociais/ Wed, 04 Dec 2024 11:45:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=83851 Presente em várias estratégias de marketing digital, os gatilhos mentais são excelentes métodos para elevar o número de vendas nas redes sociais. Veja aqui algumas dicas. Muitas das decisões que tomamos no dia a dia não são previamente pensadas, executamos ações cotidianas no piloto automático. Esse efeito é ocasionado por nosso subconsciente de forma involuntária, […]

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Presente em várias estratégias de marketing digital, os gatilhos mentais são excelentes métodos para elevar o número de vendas nas redes sociais. Veja aqui algumas dicas.

Muitas das decisões que tomamos no dia a dia não são previamente pensadas, executamos ações cotidianas no piloto automático. Esse efeito é ocasionado por nosso subconsciente de forma involuntária, na qual não precisamos pensar muito para fazer. 

É para quebrar esses padrões de pensamentos que existem os gatilhos mentais. Ou seja, frases e palavras que ativam este lado “impulsivo” e utilizam os agentes internos do cérebro causando uma reação e nos tirando da zona de conforto. 

Essa técnica é bastante utilizada nas estratégias de marketing digital como forma de persuasão e para gerar resultados. Uma pesquisa realizada pelaAll iN em parceria com a Etus e a Opinion Box revela que 74% dos brasileiros utilizam as redes sociais para comprar, o que eleva ainda mais a eficácia dos gatilhos mentais. 

Marília Dovigues, head de marketing da Etus, empresa de gestão de redes sociais e unidade de negócio do Grupo Locaweb, separou abaixo alguns gatilhos e dicas para ajudar o PME. Confira. 

1- Prova Social 

Sabe aquela pessoa que ainda não consome o seu produto? Essa técnica pode ser utilizada com ela, trazendo opiniões de quem já adquiriu e está usando o serviço Isso é feito por meio de depoimentos, vídeos, prints, menções, etc. “Um outro sentimento que pode ser provocado pela prova social é o de pertencimento, ou seja, deixar a pessoa de fora para que ela fique com vontade de ser de um determinado grupo que já usa ou tem esse item. O ser humano tem necessidade de fazer parte, por isso, essa estratégia tem muita eficácia”, explica Marília. 

2- Escassez 

“Compre agora ou fique sem”, “Unidades Limitadas”, “Restam poucas vagas”, essas frases de efeito são muito utilizadas para indicar escassez de algum produto ou serviço. Para um usuário que ainda não está totalmente convencido em comprar determinado produto, ao ver a possibilidade de ficar sem, o receio pode ter um impacto de ação imediata. 

‘Aqui vale o cuidado para não usar com muita frequência. Se você aplicar por qualquer motivo, pode dar a entender que seu produto não tem tanto valor assim’’, completa a head de marketing da Etus. 

3- Autoridade 

Quando o público enxerga que uma determinada marca ou pessoa é muito influente em um tema, fica mais fácil convencer e reverter a compra. Se tornar relevante dentro do ambiente digital é resultado de um bom conteúdo e trabalho a longo prazo. Vale o investimento e cuidado extra na produção do seu conteúdo. 

4- Urgência 

Bem semelhante à escassez, porém tende a ser mais agressivo. Um bom exemplo desta prática são os sites antigos de compra coletiva na qual as promoções eram limitadas por pessoas e horas. O gatilho da urgência tem como principal objetivo impulsionar a compra imediata, na qual o consumidor resolve adquirir algo assim que ele olha a oferta. A ideia é decidir sem pensar, um ato que vem a partir do sentimento de pressa para adquirir algo. 

Para aplicar a técnica, basta usar frases como: “últimas horas”, “é agora ou nunca mais”, “você precisa decidir agora”. 

5- Dor 

Por fim, o gatilho que parte da ideia de que todo ser humano deseja evitar a ‘’dor’’, ou seja, um desconforto mental ou uma situação que precisa ser resolvida. “Para isso, é necessário contar uma pequena história. A narrativa (ou storytelling) deve abordar uma determinada situação do seu público, trazendo dicas para solucioná-la, ofertando o seu serviço ou produto. Isso gera uma identificação e, após ler o conteúdo, o consumidor se sentirá seguro e confiante de que aquilo realmente resolverá o seu problema”, conta Marília. “Para que esse insight funcione, é fundamental conhecer a sua persona”, finaliza ela.

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Black Friday: 4 dicas para seu marketplace entregar as melhores experiências aos clientes  https://musicaemercado.org/black-friday-4-dicas-para-seu-marketplace-entregar-as-melhores-experiencias-aos-clientes/ Mon, 25 Nov 2024 10:46:14 +0000 https://musicaemercado.org/?p=85114 É tendência: As pessoas estão dispostas a gastar mais para comprar de empresas que proporcionam uma boa experiência ao consumidor nessa Black Friday. Muito aguardada pelo varejo e pelo consumidor, a Black Friday é uma das datas mais importantes para as vendas no e-commerce e vai acontecer em poucos dias! Investir na experiência do cliente […]

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É tendência: As pessoas estão dispostas a gastar mais para comprar de empresas que proporcionam uma boa experiência ao consumidor nessa Black Friday.

Muito aguardada pelo varejo e pelo consumidor, a Black Friday é uma das datas mais importantes para as vendas no e-commerce e vai acontecer em poucos dias!

Investir na experiência do cliente é fundamental para alcançar bons resultados, tendo em mente a tendência de que os consumidores preferem gastar mais com empresas que geram uma boa experiência de compra. 

Vale reforçar que não basta apenas oferecer produtos com preços atrativos. É preciso encantar o cliente em todas as etapas da jornada de compra. “Uma experiência marcante começa no primeiro contato do cliente com a marca e vai até o pós-venda. Toda interação importa e oferecer uma experiência completa fará a diferença para o negócio”, explica Thiago Coelho, CEO da Omnik, empresa do Grupo FCamara – consultoria de soluções tecnológicas e transformação digital. 

Pensando nisso, Thiago preparou quatro dicas que ajudam um marketplace a melhorar a experiência do cliente. Confira: 

1. Faça simulações no seu marketplace 

Todo o processo de compra deve ser intuitivo e simples. Para começar, trace um mapa da jornada de compra, identifique quais caminhos um comprador percorre dentro de cada fase e assim você simula a experiência que ele tem no seu marketplace. Como resultado, você pode avaliar pontos de melhoria e falhas e observar quais ações e estratégias são mais eficazes. “Faça também simulações para conferir se a plataforma funciona bem. Afinal, o tráfego na Black Friday é intenso. Posteriormente, veja se os preços e os produtos estão certos, confira as fotos e se elas estão em boa qualidade”, recomenda Coelho. 

2. Estude o perfil dos clientes 

“Para proporcionar uma experiência positiva, o marketplace precisa conhecer seus clientes e fazer o melhor uso dos dados levantados a favor do negócio”, sugere o CEO. Consulte as informações sobre as vendas na Black Friday dos últimos anos, confira quais foram os produtos mais vendidos e as principais queixas, veja se o ticket médio está aumentando ou diminuindo. Além disso, analise as dores e as necessidades dos consumidores. Tudo isso será importante para as tomadas de decisão. Com essas informações coletadas, você vai identificar o que os clientes buscam e como agradá-los. 

3. Analise o estoque para a Black Friday 

Um ponto importante é analisar o estoque dos sellers. Afinal, os marketplaces recebem vários pedidos em datas sazonais. Sendo assim, cheque com antecedência as quantidades e variedades dos itens. Dessa maneira, você impede que o marketplace venda produtos que não estão disponíveis. Ou seja, evita prejuízos para o negócio e para o usuário. “Durante a Black Friday, sabemos que a concorrência é grande, portanto, é um diferencial ter produtos em estoque com preços baixos”, aponta Coelho. 

4. Ofereça ofertas que sejam realmente boas 

A proposta da Black Friday é oferecer bons produtos com descontos. “Se o seu marketplace não der descontos realmente bons, corre o risco de perder credibilidade. Além disso, há vários aplicativos que ajudam o cliente a identificar falsos abatimentos de preços”, explica o executivo. Portanto, evite prejuízos e reclamações no Procon e na internet. Surpreenda o cliente e segmente os descontos de forma estratégica. Você pode, por exemplo, analisar as regiões em que consegue proporcionar frete grátis. Também pode identificar os itens relevantes para uma estratégia desse tipo. Outra dica é estudar a margem de lucro sobre cada produto, assim seu negócio reduz o preço de forma assertiva.

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5 táticas para aumentar a taxa de conversão nas vendas por WhatsApp https://musicaemercado.org/5-taticas-para-aumentar-a-taxa-de-conversao-nas-vendas-por-whatsapp/ Wed, 23 Oct 2024 12:11:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=89743 Veja aqui algumas dicas que podem fazer a diferença na hora de cativar um cliente pelo WhatsApp e convencê-lo de que sua loja é ideal para adquirir o produto desejado. Existem atualmente no Brasil mais de 120 milhões de celulares com acesso à internet. Desses, 98% possuem o aplicativo do WhatsApp instalado. Os números mostram […]

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Veja aqui algumas dicas que podem fazer a diferença na hora de cativar um cliente pelo WhatsApp e convencê-lo de que sua loja é ideal para adquirir o produto desejado.

Existem atualmente no Brasil mais de 120 milhões de celulares com acesso à internet. Desses, 98% possuem o aplicativo do WhatsApp instalado. Os números mostram o potencial que as vendas via chat-commerce possuem, mas é claro que não basta apenas ter potencial. É necessário ter um canal de qualidade no contato com seus clientes. Pensando nisso, a OmniChat, empresa líder no segmento de chat-commerce, traz cinco táticas para aumentar a taxa de conversão nas vendas por aplicativos de conversa de um comércio.

“Diferente do que muitos pensam, vender via WhatsApp não é só montar catálogo e esperar que as coisas funcionem. É necessário transmitir confiança ao consumidor, respondendo suas dúvidas e tendo um canal que se mostre seguro da primeira mensagem até a finalização da compra, sem esquecer da importância de um suporte até a chegada do produto na residência do consumidor”, diz Mauricio Trezub, CEO da OmniChat.

Confira abaixo as 5 táticas selecionadas pela Omnichat.

1-Mande mensagens, não spam: Muitos acham que criar um grupo e falar com o maior número de pessoas ao mesmo tempo ou disparar fotos a uma grande quantidade de contatos são as melhores formas de se vender algo, mas o que mais cativa os clientes é a mensagem certa, na hora certa. Enviar uma mensagem personalizada com cupom de desconto a quem se cadastrou no site ou contatar sua base de clientes em datas comemorativas com uma mensagem especial são maneiras mais eficientes de gerar conversão. Além disso, informações sobre pagamentos e rastreio são sempre bem-vindas a quem realizou uma compra.

2-Se for usar bots, teste-os: Quem nunca se envolveu em uma conversa com bots que não levou a nada e nem a lugar nenhum? Isso é completamente desagradável e afasta o consumidor. Caso deseje utilizar robôs em suas conversas, certifique-se de que ele está pronto para diversas situações e também deixe claras as opções possíveis. Se houver integração com um atendente humano, mostre ao consumidor o processo de transição para que ele sempre saiba com quem está conversando. Além disso, é necessário que as mensagens programadas estejam de acordo com a linguagem da empresa.

3-Tenha atendentes treinados e dispostos: Quando um cliente busca o WhatsApp é porque ele tem dúvidas ou quer suporte na venda. Empurrar o consumidor ao site ou não auxiliá-lo da maneira devida, trazendo opções, opiniões ou conteúdos que auxiliem na tomada de decisão só fará com que ele se afaste da plataforma. Treinar a equipe para dar instruções claras e lidar com adversidades como falta de estoque de um determinado produto é o mínimo que se deve fazer para vender no WhatsApp com uma excelente taxa de conversão.

4-Utilize os recursos do WhatsApp: Todo mundo ama emojis, figurinhas, fotos e vídeos, desde que sejam usados da maneira correta. Adicionar esses elementos em uma conversa juntamente com um bate-papo fluído, sem abusar da intimidade, pode tornar a experiência do consumidor agradável e memorável, fazendo com ele que não só compre, mas que retorne em outras oportunidades para adquirir os produtos de sua loja. 

5-Tenha agilidade no atendimento: Velocidade é o que todos esperam no atendimento. Quando a resposta inicial passa de 10 minutos, a taxa de conversão cai de 17% para 2%. É claro que nem sempre compensa um atendimento 24 horas por dia ou sete dias por semana, mas, em caso de mensagens fora do horário de atendimento, é necessário mostrar de forma clara ao consumidor os horários em que ele pode ser atendido. E, durante esse horário, atender rapidamente e com qualidade é o mínimo esperado pelo consumidor.

“Adotando essas práticas, é bem provável que a taxa de conversão das vendas via WhatsApp do seu comércio aumente consideravelmente. A jornada pelo atendimento nas mídias conversacionais também exige que a empresa esteja sempre em atualização, testando novas possibilidades e colhendo os resultados”, conclui Mauricio.

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6 dicas para evitar o abandono de carrinho no seu e-commerce https://musicaemercado.org/6-dicas-evitar-abandono-carrinho-ecommerce/ Wed, 04 Sep 2024 12:07:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=91314 Especialista dá dicas para evitar que os consumidores abandonem o carrinho no seu e-commerce. É difícil vender online, não é mesmo? Muito tempo, esforço e dinheiro é colocado em cada negociação, seja ela pequena ou grande. E uma das coisas mais frustrantes para estes empresários é o abandono de carrinho, quando um cliente quase compra […]

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Especialista dá dicas para evitar que os consumidores abandonem o carrinho no seu e-commerce.

É difícil vender online, não é mesmo? Muito tempo, esforço e dinheiro é colocado em cada negociação, seja ela pequena ou grande. E uma das coisas mais frustrantes para estes empresários é o abandono de carrinho, quando um cliente quase compra o seu produto. De acordo com dados do instituto de pesquisa Baymard, em média 69,82% dos carrinhos são abandonados nas compras online. Como os lojistas podem reverter essa situação e aumentar as suas vendas? 

Confira abaixo algumas dicas do Ricardo Rodrigues, head de produto da All iN | Social Miner.

1 – Seja claro quanto ao frete

Um dos pontos mais sensíveis para compra online é o frete. Nossa pesquisa sobre experiências omnichannel, por exemplo, mostra que 49% dos consumidores preferem comprar em lojas físicas porque não pagam pelo frete e 31% que avaliam suas experiências de consumo como negativas porque o valor do frete é muito alto, injusto ou não compensa.

Ou seja, os consumidores tendem a não querer pagar fretes altos e, muitas vezes por falta de transparência, descobrem o valor só no fim da compra, depois mesmo de fazerem o cadastro. Isso, além da perda da venda, gera uma experiência ruim para essa pessoa. Procure deixar claro este ponto, oferecendo na mesma tela de compra a opção de calcular o valor da entrega e, se possível, variadas possibilidades de preço.

2 – Cadastro muito longo

Apesar de importante para obter informações sobre o seu cliente, um cadastro exageradamente longo ou travado pode levar ao abandono do carrinho. Procure pedir só as principais informações, com opções de login mais fáceis e de fácil preenchimento. Além disso, garanta que esteja de acordo com as normas da Lei Geral de Proteção de Dados e demais regras.

3 – Promoções confusas

Imagine que você quer comprar uma camiseta e vê um bom modelo em promoção. Porém, na hora de finalizar a compra, descobre que o desconto vale apenas para um tamanho específico, que não é o seu. Isso pode levar ao abandono de carrinho e a uma experiência ruim para o cliente que, além de não comprar, pode falar mal da sua loja. Evite isso sendo claro e objetivo nas suas comunicações, quanto aos critérios de suas promoções, entre outros.

4 – Tenha um site seguro

Dificilmente alguém comprará em seu site se não achá-lo seguro. Em especial na hora de fechar a compra, se o possível consumidor não sentir confiança ele não vai finalizar a transação. Invista em certificados de segurança SSL e em plataformas de e-commerce confiáveis para evitar este problema.

5 – Meio de pagamento

Um outro motivo recorrente para o abandono de carrinho é a plataforma de pagamento. Ela deve oferecer variedade de bandeiras, opções de parcelamento e diferentes modalidades de pagamento, como crédito, boleto e PIX. Aqui também é importante investir em um fornecedor confiável, que ofereça segurança — para você e seu cliente — na hora da compra.

6 – Use os dados a seu favor

Um abandono de carrinho pode oferecer informações importantes para o seu negócio. O cliente abandonou porque não tinha o produto em estoque? O frete estava muito caro? Estava só pesquisando? Extraia dessas situações insights para melhorar o seu e-commerce e utilize em campanhas de marketing.

Se o frete estava muito caro, talvez valha a pena oferecer por e-mail marketing o frete grátis para esse cliente. Se o produto que ele procurava está em falta, que tal oferecer um similar? O carrinho abandonado não precisa ser o fim da sua interação com esse cliente, mas sim uma oportunidade para conquistá-lo.

*Autor: Ricardo Rodrigues, cofundador da Social Miner e Head de Produto da All iN | Social Miner

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Lojistas: Diferenças entre vender na internet e vender na loja física https://musicaemercado.org/lojistas-vender-internet-loja-fisica/ Tue, 25 Jun 2024 12:00:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=164228 Com o hábito de comprar e vender on-line instalado, muitos vendedores estão na dúvida sobre como vender na internet e na loja física. Veja algumas diferenças a seguir. Em uma loja física, o relacionamento com o cliente acontece de uma forma próxima, olho no olho, na qual rola uma abordagem e um atendimento no qual, […]

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Com o hábito de comprar e vender on-line instalado, muitos vendedores estão na dúvida sobre como vender na internet e na loja física. Veja algumas diferenças a seguir.

Em uma loja física, o relacionamento com o cliente acontece de uma forma próxima, olho no olho, na qual rola uma abordagem e um atendimento no qual, de início, foca-se aquilo que o cliente procura. Quando finalizada a venda, encerra-se o processo.
Por sua vez, na internet, após a venda tem-se a fase de entrega, acompanhamento e, em muitos casos, avaliação do cliente. Uma coisa que muitas empresas ou pessoas não fazem é se preocupar com a questão do pós-venda.
Pós-venda é fundamental para quem quer realmente crescer no mercado digital.
Fazer um pós-venda no mercado on-line não é tão simples assim, até porque quem trabalha forte com vendas on-line e tem um grande fluxo de vendas tem de ter pessoas para poder dar um suporte e fazer um pós-venda que realmente valha a pena. O fato é que uma empresa que trabalha com lojas físicas e ao mesmo tempo com vendas on-line de forma geral, por meio de um site próprio, marketplaces e redes sociais, tende a ter um número de vendas no virtual bem maior do que no físico, por conta da demanda de clientes em todo o Brasil e do crescimento a cada dia das vendas on-line em todo o mundo.

Gestão do estoque

A gestão de estoque causa menos problemas em uma loja física do que em uma loja on-line (sites próprios) ou vendas em marketplaces, pois vender um produto na internet sem tê-lo em estoque causa um grande transtorno, tanto para quem vende como para quem compra.
Ao iniciar uma atuação digital sem garantir uma gestão de estoque eficaz, corre-se o risco de vender produtos sem que haja estoque e assim prejudicar o relacionamento com o cliente por atrasar a entrega ou, pior, não entregar. Isso, em determinados marketplaces, prejudica sua reputação, algo que conta muito quando o cliente vai definir com quem comprar.

Preço e concorrência

A concorrência no mercado digital é bem mais acirrada do que em lojas físicas. Chega até a ser desleal. Os preços variam muito, até por conta da tributação de cada estado. Então, alguns vendedores de determinadas regiões se prejudicam muito por pagar impostos mais altos do que outros de outras regiões, e para eles poderem brigar no preço, acabam sacrificando suas margens de lucro.
Outro fator que contribui para preços tão diferenciados no mercado digital é porque há muitos produtos de origem ilegal e até falsificados. Também por existir pouca fiscalização, o mercado acaba sendo bastante abastecido desse tipo de produto.

Vantagens e desvantagens de quem compra e vende pela internet

Vantagens para quem vende: 
Acredito que a única vantagem para quem vende na internet é poder oferecer seus produtos e serviços para uma quantidade de clientes maior, abrangendo todo o território nacional e até internacional, se for o caso. Para quem vende na internet, não existem fronteiras. Outra vantagem é usar os marketplaces para captação de clientes. Uma vez que o cliente compra com o vendedor, o comprador recebe todos os dados dos clientes, podendo fazer contato e um pós-venda bacana. Assim ele irá fidelizar o cliente para sempre, aumentando seu leque de clientes para a empresa.

Desvantagem para quem vende: Não vejo desvantagem para quem vende. O único fator a ser considerado é a margem de lucro, que tem de ser sacrificada, mas isso é compensado pela demanda no mercado digital. Se o processo for feito de maneira séria e organizada, o volume de vendas pode ser dez vezes maior do que o de uma loja física, por conta da demanda de clientes.

Vantagens para quem compra: A principal vantagem para quem compra é poder usar a tecnologia, seja ela um celular, tablet ou um computador, e ter uma variedade grande de produtos na palma da sua mão, sem precisar sair de casa. Também por conta da concorrência acirrada na internet, os compradores acabam achando preços bem abaixo dos preços das lojas físicas. Outra vantagem é a comodidade, que é o que as pessoas que compram na internet procuram.

Desvantagens para quem compra: É não ter 100% de certeza da procedência do produto que está adquirindo. E também não ter certeza de que irá receber seu produto em perfeitas condições, devido ao envio — muitas vezes, correios ou transportadoras manuseiam os produtos de maneira incorreta, provocando muitos problemas com produtos danificados. Outra desvantagem é comprar algo sem ver: muitos consumidores se frustram por achar que o produto era uma coisa e acaba recebendo outra.

E aí, o que você achou? Tem mais alguma coisa que você diferenciaria nesses tipos de venda? Conte pra gente!

*Autor: Manuel Monteiro, especialista em vendas físicas e on-line.

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Novo e-commerce Hohner C-Shop para venda de peças de reposição https://musicaemercado.org/ecommerce-hohner-c-shop/ Tue, 10 May 2022 12:33:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=92023 A loja oficial da Hohner já está disponível, oferecendo um serviço on-line 24 horas por dia, 7 dias por semana para peças, serviços e merchandising originais da Hohner. Muito mais do que apenas uma loja, o Hohner CShop também é um compêndio ilustrado detalhando a construção e as partes de todos os instrumentos da Hohner, […]

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A loja oficial da Hohner já está disponível, oferecendo um serviço on-line 24 horas por dia, 7 dias por semana para peças, serviços e merchandising originais da Hohner.

Muito mais do que apenas uma loja, o Hohner CShop também é um compêndio ilustrado detalhando a construção e as partes de todos os instrumentos da Hohner, além de conter uma riqueza de informações para ajudá-lo a reparar seu instrumento musical da marca.

Interessante? Deixamos os links aqui, pois depende de onde você estiver nos lendo.

Clientes de todo o mundo podem visitá-lo aqui, enquanto clientes dos EUA e Canadá devem acessar este outro link.

Dúvidas? Você pode falar com a ProShows para saber mais.

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6 principais dificuldades das empresas na Black Friday e como evitá-los  https://musicaemercado.org/6-principais-dificuldades-das-empresas-na-black-friday-e-como-evita-los/ Mon, 15 Nov 2021 12:11:40 +0000 https://musicaemercado.org/?p=85111 Logística e um bom atendimento podem garantir fidelização do consumidor. Sua empresa está pronta para a Black Friday desse ano? Entre as principais reclamações dos clientes durante a Black Friday está a falta de segurança e confiança nas ofertas das marcas. Além disso, segundo um levantamento realizado pelo Reclame Aqui, entre os dias 25 e […]

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Logística e um bom atendimento podem garantir fidelização do consumidor. Sua empresa está pronta para a Black Friday desse ano?

Entre as principais reclamações dos clientes durante a Black Friday está a falta de segurança e confiança nas ofertas das marcas. Além disso, segundo um levantamento realizado pelo Reclame Aqui, entre os dias 25 e 27 de novembro do ano passado, 9,89% das reclamações eram sobre a falta de recebimento de produtos. 

Outras reclamações como problema de finalização de compra, divergência de valores e falta de estoque de produtos também apareceram na lista. Segundo o especialista Caio Reina, CEO da RoutEasy, startup de tecnologia que atua no planejamento e gerenciamento de rotas de entregas e serviços, as empresas precisarão ficar atentas às estratégias para não cometerem os mesmos erros do que nos anos anteriores. “Além dessas reclamações, outros problemas que as empresas precisam ficar de olho são: as variáveis e os preços dos fretes de entrega; a qualidade do serviço logístico, desde o controle de estoque até a entrega até o consumidor final; e o suporte ao consumidor. O cliente é a peça chave do negócio e as marcas precisam ser transparentes e ter uma comunicação ágil com eles”, avalia Reina. 

Para as empresas não errarem e terem os melhores resultados na Black Friday, o especialista separou uma lista com 6 dicas para garantir uma boa experiência do cliente na data. Confira.

1-Propaganda 

Segundo o mesmo levantamento, mais de 28% das reclamações na última Black Friday foram sobre propaganda enganosa. Portanto, é necessário avaliar como estão sendo feitas as campanhas publicitárias da empresa. Por mais que não existam informações erradas em uma propaganda, é preciso avaliar também se a comunicação está sendo feita de forma clara e se há dúvidas na mensagem. Garantir uma comunicação transparente pode transmitir mais clareza e confiança ao cliente e pode fazer com que ele volte e finalize a compra do seu produto ou serviço. 

2-Estoque e controle de produtos 

Não há frustração maior quando você vai até uma loja para comprar algo muito desejado e você se depara com a mensagem ‘produto indisponível’. Para desviar de problemas relacionados a estoque, fique sempre de olho na quantidade de produtos, tenha um controle sobre quantidade e comunique as pessoas sobre quando há um estoque limitado. Além disso, nunca divulgue um produto que você não possui ou avise o fim de estoque depois que o cliente comprou o objeto, isso pode gerar uma experiência negativa ao cliente. Também é interessante colocar o número de produtos disponíveis no site, assim, o consumidor sabe se precisa correr para garantir sua peça ou se pode comprar depois. 

3-Comunicação 

Outra dica valiosa é sobre a comunicação. Ter uma conversa clara com seu cliente é fundamental, seja o foco do seu negócio B2B ou B2C. Ter processos claros e alinhados, um site ou plataforma de fácil visualização e uma equipe dedicada a comunicação interna e externa é essencial para reduzir os ruídos e garantir um fluxo melhor de trabalho. 

4-Divergência de informações 

Um outro problema comum é a divergência de valores, (7,25% das reclamações, segundo o Reclame Aqui). Para isso não ocorrer, dedique uma parte da equipe para buscar possíveis erros na plataforma, site ou comunicações. Antever problemas e fazer uma análise sobre este período pode ser bom para criar estratégias cada vez mais assertivas e competitivas. 

5-Frete 

Uma outra pesquisa, a E-commerce Trends, indicou que o frete caro é responsável por 82% do abandono de carrinho nas plataformas. Por isso, uma opção é ficar de olho nos valores dos concorrentes. Cabe às empresas buscarem também outras alternativas, como, o crowdshipping – entregas realizadas por pessoas comuns, utilizando bicicletas, carros, motocicletas, patinetes etc. Entretanto, é importante ficar de olho na qualidade dessas novas opções. Além disso, também existem tecnologias de roteirização que podem reduzir – e muito – o custo das entregas. 

6-Logística e tecnologia 

Outra dica que não poderia deixar de ser mencionada é sobre as ferramentas e tecnologias que otimizam a logística das empresas. Vale dedicar um tempo para avaliar as informações disponíveis no mercado, a quantidade de veículos para realizar a entrega neste período se o processo pode ser melhorado – inclusive, vale a pena ficar de olho nos concorrentes, pois as entregas mais rápidas estarão em alta, mesmo durante o alto fluxo de movimentação da data.

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A Black Friday 2021 está chegando! Veja dicas para preparar seu e-commerce  https://musicaemercado.org/a-black-friday-2021-esta-chegando-veja-dicas-para-preparar-seu-e-commerce/ Mon, 01 Nov 2021 12:11:15 +0000 https://musicaemercado.org/?p=85024 Dos grandes aos pequenos, a Black Friday se tornou a principal data do e-commerce brasileiro. Veja aqui algumas dicas para preparar sua loja virtual. Os consumidores buscam promoções e descontos vantajosos, e as lojas que souberem atender a essa demanda certamente terão resultados melhores. Os dados da última edição em 2020 mostram a força desse […]

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Dos grandes aos pequenos, a Black Friday se tornou a principal data do e-commerce brasileiro. Veja aqui algumas dicas para preparar sua loja virtual.

Os consumidores buscam promoções e descontos vantajosos, e as lojas que souberem atender a essa demanda certamente terão resultados melhores. Os dados da última edição em 2020 mostram a força desse evento. Apenas na sexta-feira o faturamento foi de R$ 3,1 bilhões, com 4,6 milhões de pedidos segundo dados da Ebit/Nielsen. A questão é que não basta esperar a data chegar e acreditar que as vendas automaticamente irão subir. É preciso preparar o e-commerce e otimizar sua estrutura para alcançar os resultados desejados. 

Confira algumas dicas importantes para isso.

1 – Otimize a plataforma de e-commerce 

O bom desempenho da Black Friday depende da capacidade da plataforma de e-commerce em atrair os consumidores e suportar a alta demanda. Portanto, é fundamental que a solução esteja otimizada para alcançar mais visibilidade nos portais de busca – quanto mais a loja virtual aparecer nas primeiras posições, maiores as chances de elevar o tráfego e, consequentemente, as conversões. O ideal é procurar uma plataforma já desenvolvida com foco em SEO e anúncios pagos para melhorar essa exposição. 

2 – Faça anúncios pagos 

O tráfego orgânico é importante, sem dúvida, mas é preciso potencializar as visitas à loja virtual, principalmente durante a semana da Black Friday. O recomendado é promover campanhas de anúncios pagos, principalmente com promoções chamativas e bons descontos, para chamar a atenção das pessoas que pesquisam na web. Com isso, é possível aumentar as vendas e as visitas nos dias mais importantes, reforçando a estratégia de marketing. 

3 – Conte com as redes sociais 

A divulgação da loja virtual na Black Friday não depende apenas do tráfego orgânico nos mecanismos de busca. As redes sociais devem entrar no planejamento de comunicação antes e até mesmo durante a data de compra! Afinal, os consumidores estão conectados às mídias sociais o tempo todo em busca de produtos, serviços, informações e, claro, descontos! São importantes ferramentas em uma estratégia omnichannel. Assim, utilize todos os canais preferidos por seu público, como Instagram, Facebook, YouTube, TikTok, WhatsApp, etc. 

4 – Crie páginas específicas para Black Friday 

Uma tática bastante interessante para aumentar a divulgação do e-commerce e aumentar as vendas é a criação de páginas específicas sobre a Black Friday. São as populares landing pages, tão comuns em estratégias de marketing. A empresa pode criar páginas exclusivas para seus produtos, outras destacando as principais promoções, as condições especiais de pagamento, frete e até os descontos e cupons. Essa tática potencializa o tráfego e o trabalho de SEO, e o ideal é buscar plataformas que já oferecem essa possibilidade às marcas. 

5 – Não descuide da gestão 

Por fim, é importante ter em mente que a Black Friday é o período com maior tráfego e número de pedidos no e-commerce. A quantidade de pedidos transacionados é muito grande, e o negócio precisa encontrar um jeito de acompanhar todo esse movimento. A gestão é parte fundamental para o sucesso da loja durante a data. Para facilitar, a plataforma de e-commerce deve contar com diversas funcionalidades que possibilitem ao empresário acompanhar todas as informações financeiras. 

*Autor: Luan Gabellini. Sócio-diretor da Betalabs, empresa especializada em tecnologia para e-commerce e clubes de assinatura – e-mail: betalabs@nbpress.com

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GOLPE: Estelionatários se passam por lojas de instrumentos musicais https://musicaemercado.org/golpe-estelionatarios-se-passam-por-lojas-de-instrumentos-musicais/ Tue, 05 Oct 2021 11:22:38 +0000 https://musicaemercado.org/?p=84744 Cresce o número de falsos comerciantes de instrumentos musicais.  O número crescente de falsas lojas online de instrumentos musicais e áudio tem se tornado um problema para o mercado da música. De acordo com a ANAFIMA – Associação Nacional da Indústria da Música – nos últimos dois anos ao menos vinte falsos comerciantes online apareceram […]

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Cresce o número de falsos comerciantes de instrumentos musicais. 

O número crescente de falsas lojas online de instrumentos musicais e áudio tem se tornado um problema para o mercado da música. De acordo com a ANAFIMA – Associação Nacional da Indústria da Música – nos últimos dois anos ao menos vinte falsos comerciantes online apareceram no mercado, oferecendo preços extremamente atrativos e aplicando golpes em consumidores que buscam ofertas.

Dois modelos de golpes tem se tornado comum: Lojas de marketplace com fotos e descrições roubadas de tradicionais lojas e sites de e-commerce completos, inclusive com um expressivo número de seguidores nas redes sociais. 

Megasom – Loja do Matogrosso tem identidade roubada

A loja Megasom, do Grupo Gentil e Alves, localizada na cidade de Cuiabá, Mato Grosso, vem sofrendo reclamações por clientes que, ao comprar na loja homônima Mega Som Instrumentos, localizada em São Paulo tem sido lesadas. A loja de São Paulo não é reconhecida pelos fornecedores como uma loja autêntica. 

Loja verdadeira: https://megasom.com.br

A loja homônima, de São Paulo, tem praticado preços até 50% menores que a original, mas com um simples detalhe: a loja falsa não entrega o produto comprado. 

O grau de sofisticação da loja Mega Som Instrumentos tida como fraudulenta pelos fornecedores é alto: selos certificados (sem comprovação real) e todos os contatos disponíveis, de WhatsApp até CNPJ. 

Entretanto, basta uma consulta no Google para verificar o CNPJ e endereço e percebe-se que há algo estranho no local tido como comercial.

Bateras Clube – Fotos e dados roubados

Para quem pensa que os marketplaces como Mercado Livre, Magazine Luiza, Americanas entre outros estão livre de fraudes, engana-se. O uso de fotos e descrições oficiais estão induzindo centenas de consumidores a perderem seu dinheiro com compras erradas.

O chamativo é simples: fotos com logo de lojas de confiança e preços fora dos praticado. Os golpistas se passam por lojas verdadeiras e, após receberem o pagamento, desaparecem sem deixar rastro. 

No Mercado Livre, o primeiro anuncio é falso e utilizada a mesma foto e texto do anuncio verdadeiro, da tradicional loja Batera Clube.

Um exemplo clássico de fraude por preço: uma bateria Nagano Garage Fusion com preço médio em R$4.000 (cotação de outubro de 2021) sendo vendida por R$1.303 no Mercado Livre.

Como identificar lojas online falsas

Fornecedores

Este é o meio mais seguro para averiguar o lojista. Geralmente, os sites das marcas que você está comprando tem uma lista de lojas revendedoras. Se a loja em questão não está listada, desconfie. Caso a empresa não tenha a listagem de lojas em seu site, ligue para a empresa da marca e pergunte se a loja realmente existe e se está autorizada a vender.

Selos

Muitas lojas falsas tem selos de autenticidade, portanto, para saber se a loja é real ou não, clique no selo. Se for carregada uma página da certificadora com o site escrito, é um indicativo de veracidade. Veja o exemplo:

Selos de autenticidade em lojas virtuais
O site da loja megasominstrumentos.com.br possui selos, mas nenhum deles são válidos.

Avalie o CNPJ

Em geral as lojas online colocam o CNPJ em seus sites. Através de sites como https://www.informecadastral.com.br/ digite o CNPJ da empresa, pegue o endereço e coloque no Google Maps, para verificar a localização e imagem da rua, casa ou prédio etc. 

Selo Música & Mercado 

Busque o selo de loja verificada na Música & Mercado.

Atenção: Não existe milagre nos preços

A busca de preços impossíveis de serem praticados é terreno fértil para o crescimento de estelionatários. É fato que o Brasil é um país com alta carga tributária, mas lojistas sérios não fazem milagre. Se o valor do produto for menos que 15% da média ofertada por lojas concorrentes desconfie.

Verifique e denuncie

Além de desconfiar de preços muito baixos e conferir o endereço eletrônico do site, consultar a lista “evite estes sites” no site do Procon-SP é outra recomendação para evitar cair em golpes. A lista divulga sites que devem ser evitados, pois tiveram reclamações de consumidores, foram notificados, não responderam ou não foram encontrados. Confira aqui https://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php

Desconfie de curtidas e até de qualificações

O grau de sofisticação é tamanho que algumas lojas já criaram suas avaliações falsas e curtidas em redes sociais.

Leia também:

Você já soube de um caso de fraude? Conte para nós nos comentários abaixo.

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Donos de e-commerce já necessitam se preparar financeiramente para a Black Friday de 2021 https://musicaemercado.org/donos-de-e-commerce-ja-necessitam-se-preparar-financeiramente-para-a-black-friday-de-2021/ Mon, 27 Sep 2021 12:27:00 +0000 https://musicaemercado.org/?p=84505 Empresários necessitam se planejar logo cedo para não perderem dinheiro nesta data que é bastante importante para o varejo mundial. O segundo semestre para o setor de varejo é extremamente importante por conta de datas estratégicas como a Black Friday, que neste ano ocorre no dia 26 de novembro. Para as empresas conseguirem tirar o […]

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Empresários necessitam se planejar logo cedo para não perderem dinheiro nesta data que é bastante importante para o varejo mundial.

O segundo semestre para o setor de varejo é extremamente importante por conta de datas estratégicas como a Black Friday, que neste ano ocorre no dia 26 de novembro. Para as empresas conseguirem tirar o máximo de proveito deste grande evento do e-commerce, o empresário necessita traçar estratégias financeiras para ter um bom faturamento no final do dia. 

A Divibank, plataforma que oferece financiamento usando o modelo de revenue-share (compartilhamento de receita) para que companhias tenham acesso à capital para crescer seus negócios, trouxe alguns aprendizados voltados para os PMEs. 

Para ter uma Black Friday de sucesso, você tem que começar a se planejar hoje. 

O maior desafio do empresário nos preparativos da Black Friday é sua cadeia de suprimentos. Especialmente com importação de produtos Existe uma falta de contêineres disponíveis, alta no preço do frete, além de portos que ainda fecham periodicamente por conta da Covid-19, fazendo com que o seu estoque não chegue a tempo para a Black Friday, perdendo clientes e dinheiro. 

Se seu site cair, você não existe no mundo online. 

Este é o momento para virar seu site de ponta cabeça. Garanta que todos os pixels estão disparando de forma correta, além de realizar testes de performance e carga. Se você planeja utilizar serviços terceirizados para estas funções, muitos profissionais estarão sobrecarregados a partir de outubro. Não deixe a manutenção do seu site para o último momento, direcionar usuários para um site fora do ar é literalmente rasgar dinheiro. 

Já agende uma reunião com sua agência/time de marketing digital. 

Por que a Magazine Luiza sabe que pode gastar milhões em 24 horas? Porque todos os criativos já foram produzidos, e as campanhas já foram previamente aprovadas pelos canais. O Facebook, por exemplo, pode demorar para aprovar novas campanhas perto de datas sazonais. Garanta que seus criativos já estão aprovados pelos canais antes de aumentar seu investimento. Se sua agência já não está finalizando a estratégia da Black, você já está nadando contra a corrente. 

A maioria dos e-commerces não se planejam de forma adequada antes da Black Friday. Além disso, muitas vezes deixam de comprar estoque pois precisam garantir seu investimento em ads. Com a realização de um planejamento financeiro que contemple o marketing digital, o empresário terá a tranquilidade de que quando os seus produtos chegarem, seu site for testado, e a sua equipe de mídia subir suas peças publicitárias, só será preciso apertar um botão para rodar suas campanhas digitais.

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Nova estratégia Cliente Izzo Digital para lojistas https://musicaemercado.org/nova-estrategia-cliente-izzo-digital-para-lojistas/ Thu, 12 Aug 2021 15:42:36 +0000 https://musicaemercado.org/?p=83970 A Izzo Musical apresenta seu novo modelo de negócio digital Izzo Musical, distribuidora e fabricante de instrumentos musicais, inaugura página com as informações das estratégias e canais de distribuição. Acesse AQUI para mais informações.

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A Izzo Musical apresenta seu novo modelo de negócio digital

Izzo Musical, distribuidora e fabricante de instrumentos musicais, inaugura página com as informações das estratégias e canais de distribuição.

Acesse AQUI para mais informações.

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Varejo: marcas vendendo direto x lojistas https://musicaemercado.org/varejo-marcas-vendendo-direto-x-lojistas/ Wed, 07 Jul 2021 11:52:42 +0000 https://musicaemercado.org/?p=83588 O texto publicado na Música & Mercado nesta 2a feira (5 de julho), sobre o movimento das lojas contra a venda direta de fornecedores, me trouxe diversos telefonemas de lojas de todo o Brasil. Desta forma, para facilitar, vou colocar aqui minha posição sobre o que tenho visto no mercado internacional e nacional no mercado […]

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O texto publicado na Música & Mercado nesta 2a feira (5 de julho), sobre o movimento das lojas contra a venda direta de fornecedores, me trouxe diversos telefonemas de lojas de todo o Brasil.

Desta forma, para facilitar, vou colocar aqui minha posição sobre o que tenho visto no mercado internacional e nacional no mercado da música. 

Já alguns anos escrevo nos editoriais da Música & Mercado sobre a mudança no varejo, tendências de digitalização e mesmo o que vem ocorrendo no mercado internacional na distribuição de instrumentos musicais e áudio profissional. 

Aviso: não tenho a pretensão neste texto de dizer o que você, lojista de áudio e instrumentos musicais, tem que fazer, estou apenas colocando o que tenho visto ao longo da experiência com a Música & Mercado no Brasil e no exterior. Só para deixar claro. 

Para começar, a realidade. Sim, um número crescente de marcas atendendo direto ao consumidor. Marcas como Fender, Gibson, Roland, Harman, Shure, Sennheiser, Steinway entre outras estão ampliando suas vendas imediatamente ao consumidor.

No Brasil, importadores com marcas próprias ou internacionais, fabricantes e até representantes comerciais estão abrindo suas lojas. Algumas visíveis e claras a todos, outras não. 

Em instrumentos musicais e áudio, países como a Argentina, Chile, Mexico, países Europeus, Japão já praticavam um modelo D2C (Direct to Consumer / Direto para o Consumidor) ou B2B2C há muitos anos. Este modelo só está se intensificando no Brasil e… não tem volta.

Mas vamos adiante, marcas de fora de segmento musical também tem vendido diretamente. Basta ver os açougues de carnes da Swift (grupo JBS), Apple, Brastemp, entre tantos outros famosos e menos famosos. 

Acho que para entendermos melhor, vamos buscar as razões para as marcas ou distribuidores entrarem neste jogo.

Aumento do número de marcas

Com a China e demais países asiáticos fabricando e desenvolvendo suas marcas próprias, a competição está acirrada. Para manterem-se competitivas, marcas precisam inovar e lançar produtos. 

Mix de produtos empacados

Nem todo varejo absorve a compra da quantidade de lançamentos disponíveis, seja por preço ou por nicho específico. A venda online do fornecedor ao consumidor acaba beneficiando músico que buscava por alguma especificidade.

Investimento x demanda

Por contrato, fabricantes pressionam distribuidores para comprar seus lançamentos e maiores quantidades anualmente. Em momentos de crise, naturalmente o varejo escolhe a compra da curva A e diminui o risco em novos produtos. Esta vazão está sendo compensada pela venda direta. 

PASSADO-PRESENTE-Música-Mercado

Quais pontos que pegam?

Ao meu ver, o principal ponto que leva a desconfiança na relação varejo e fornecedor parte da falta de entendimento. Veja: o varejo  precisa entender que o sistema de venda e distribuição não será como antes, não tem como ser. O mundo não é tão fechado como era e se o fornecedor não abrir seus canais, suas marcas tendem a ser engolidas pelas que ampliam a aquisição. 

Outra reclamação comum pelos varejistas fala sobre o nível de preço que as empresas fornecedores que estão praticando venda direta fazem. Temos aqui quatro casos distintos. 

1- Valores iguais ou maiores que as lojas

As fornecedores com lojas próprias que praticam um valor igual ou maior que o varejo tradicional tem sido o padrão internacional. Para muitos lojistas isto induz o raciocínio de “É claro que o consumidor irá preferir uma loja oficial ao invés da minha loja”. Minha posição: depende. Depende de como sua loja oferece o mix de produtos complementares, segurança e velocidade na entrega, avaliação e pontuação como loja do Google entre outros. 

Alguns lojistas ainda reclamam das penitencias que as marcas estão dando para quem pratica fora do preço mínimo sugerido. Ao meu ver isto é uma condição comercial que esta sendo cada vez mais praticada. Uma batalha perdida entrar nesta briga, aconselho a conversar com seu fornecedor a evitar que seu estoque fique parado. Caso não tenha o que fazer, decida se este produto é bom para ser vendido por você ou não. 

2 – Valores menores que as lojas

Fornecedores que entram para competir com o preço menor do que seus varejistas estão criando um tumulto desnecessário. Cabe aos lojistas e aos fornecedores repensar se isto é positivo.

3- Produtos iguais, códigos diferentes

Empresas habituadas a vender para magazines não pararão de vender. Algumas criam produtos similares com nomes e códigos diferentes. Ao lojista cabe avaliar a parte técnica comparativa do produto/modelo e se ele consegue competir com um magazine, a partir disto, definir ou não sua compra.

4- Parcerias de marcas e lojas em marketplaces

Esta é uma tendência também. No Brasil, alguns casos começaram a aparecer, como no caso da Di Giorgio, Rozini ou Liverpool. Um lojista propôs ao fornecedor atender toda a linha, respeitar os preços e foi licenciada o uso da marca oficial. Você pode me perguntar “Mas porque isto não foi oferecido a mim?” Creio que foi mais um insight do lojista do que da própria marca. Aumente seu território virtual. 

Outras modalidades similares podem ser aproveitadas como ser Revendedor Autorizado da marca X ou Y, isto confere o mesmo prestígio e segurança ao consumidor. 

A encruzilhada das lojas tradicionalistas

As lojas tradicionalistas, que evitam o ‘novo normal do varejo’ estão numa encruzilhada e a solução não é o anacronismo e lutar por um passado que não existe mais, mas encarar sua transformação. Qual transformação? Primeiro, compreender que é necessário pensar na ampliação do seu território de comercial e isto se dá pela digitalização do negócio.

Muitas lojas estão tendo suas vendas desidratadas não necessariamente pela loja oficial do fornecedor, mas por não observar que:

  1. O consumidor mudou
  2. Oferta excessiva de produtos no território digital
  3. Lojistas nativos online que dominam a comunicação e precificação (vendem mais, ganham menos)
  4. Marketplaces como Mercado Livre e B2W vendendo produtos diretamente da China para o Brasil
  5. AliExpress e outros marketplaces chineses entregando em sete dias no Brasil

O consumidor não é o mesmo

A base da pirâmide de consumo, formada majoritariamente por jovens já escolhem e compram digitalmente. Estes dias, um lojista num grupo de WhatsApp da Música & Mercado escreveu que uma transportadora parou na frente da loja dele e o entregador, com UM violão na mão foi até o prédio vizinho. Veja, mesmo a loja sendo vizinha, não se pode contar com a pseudo lealdade do consumidor. “Ah mas eu tenho clientes que preferem vir aqui comprar”, você pode me dizer. Não tenho dúvida que isto é excelente, mas faça a conta de quantos preferem não sair das suas casas e compram no local que tem o preço correto, entrega rápida e atendimento virtual humanizado.

Mais uma vez: não tenho a pretensão neste texto de dizer o que você, lojista de áudio e instrumentos musicais, tem que fazer, estou apenas colocando o que tenho visto ao longo da experiência com a Música & Mercado no Brasil e no exterior.  

Mas e os fornecedores vendendo direto? 

Pelo panorama já desenhado, e como disse antes, entendo que a maior parte dos fornecedores irão vender também direto – não SOMENTE direto. As empresas em todo o planeta tendem a trabalhar com os seguintes modelos:

  • Venda para o varejo na forma tradicional;
  • Venda para o varejo por Dropshipping;
  • Venda direta;

E há empresas que mudaram seu sistema para D2C (Direto ao Consumidor) pois não estarem conseguindo obter no varejo a fonte para seu sustento. 

Isto vai acabar com as lojas?

Acho que irei me posicionar de uma forma dura, mas vamos lá. Quem irá acabar com as lojas são os lojistas que tentarem permanecer em um mundo offline e sem compreender o contexto de negócio ao qual estão inserido agora.

Você, lojista, não irá conseguir parar o desenvolvimento da tecnologia, do 5G, o desenvolvimento de apps, a globalização, o acesso ao preço, informação do cliente, além do modo de compra do novo consumidor – que já nasce digital.

Sem contar que muito menos conseguirá parar o desenvolvimento do sistema logístico, fazendo o produto chegar no dia ou muito rápido no cliente.

Partindo deste princípio, que você já está atualizado e ambientado com o ‘novo normal do varejo’, é hora de compreender as vantagens e desvantagens que você terá com cada fornecedor a partir da linha de clareza e política comercial das empresas que você compra. 

Você não irá mudar os outros, mas pode mudar a si mesmo

Para estabelecer uma franqueza, escrevo o que tenho visto globalmente, não me proponho neste texto fazer um guia da salvação, mas posso ajudá-lo a compreender melhor o panorama. Desta forma minhas sugestões para o varejo de áudio e instrumentos musicais são:

  • Entenda que seu ‘inimigo’ não é aquele que você vê, mas o que age silenciosamente (entenda-se a venda direto da China por parte do AliExpress, Mercado Livre, B2W etc);
  • Reveja seus preços e níveis de desconto baseados no panorama da internet. Nota: se você endurecer aqui, perdará clientes sem saber;
  • Analise quais produtos vão maior lucro considerando também seu giro na loja;
  • Conheça as intenções dos seus fornecedores, exija uma politica clara sobre o ‘novo normal’ da empresa dele. Não o incite para uma resposta enganosa;
  • Baseado nestas respostas, selecione seus produtos;

Presente ou Futuro próximo 

Você ainda pode ser privilegiado ao estar numa região em que as compras ainda estão sendo feitas na rua e ouvir “Ah! Eu adoro vir a loja para comprar”. Mas não se engane, preste atenção na idade deste cliente que foi até aí e veja se você não está perdendo o acesso aos clientes jovens. 

A pirâmide de consumo do mercado musical é achatada, jovens de 14 a 21 anos são a maior parte dos consumidores. Avalie: será que um menino que quer aprender a tocar um instrumento chega para seu pai e pede para ele ir a uma loja ou será que ele já chega com o produto no celular dele, indicando qual, o preço, quantas parcelas e quando chega? Reflita. A loja está no bolso do cliente, no seu celular, não no seu belo ponto comercial.

Será que o jovem quer esperar até o fim de semana, quando seus pais podem levá-lo a uma loja física ou ele preferirá comprar on line receber no mesmo dia ou no dia seguinte?

Produtos profissionais tendem a ser escolhidos em loja física, produtos econômicos são commodities, podem ser comprados em qualquer lugar com o interesse somente no menor preço. Se sua loja estiver baseada em produtos econômicos e não tiver um diferencial real, além do preço, o ambiente, funcionários legais etc é uma questão de tempo você ser apenas um ponto de conveniência, como se fosse aqueles de posto de gasolina, tipo “já que passei por aqui, vou ver se compro uma Coca Cola”.

O lojista que viverá daqui pra diante entende que se vende em todos os Estados, busca clientes em todas as cidades, está em todas as plataformas de comercio eletrônico. Ele pode optar em preservar seu modelo de negócio tradicional, atendendo majoritariamente a região, mas o cliente não está nem aí para isto. 

O preço de venda só está quase sob o seu controle se você for dono de uma marca própria, a loja ganhará pela compra inteligente, e lucrará pelo giro. 

Venda de usados

Quer trazer mais clientes para sua loja física? Compre e venda instrumentos musicais e áudio usados, isto aumentará o tráfego de pessoas buscando oportunidades e você tem mais maleabilidade na compra. 

Outra modalidade que tem sido muito utilizada nos Estados Unidos e Europa são instrumentos para aluguel. O sistema é o mesmo de um aluguel de carro. Alugue um automóvel, veja como é o contrato, estude esta possibilidade.

E por fim

Quero lembrar uma coisa: neste meio tempo, três aviões carregados de acessórios e instrumento, iluminação e mesas de som pequenas pousaram no Brasil para atender seus clientes e de outras 1000 categorias de produtos. O novo normal das lojas é competitivo e digital. Você pode sim reclamar, mas antes de tudo, pense no ‘novo normal do varejo’ e reflita se você quer voltar aos anos 90 (que é impossível) ou está apto as mudanças sobre aquilo não tem controle.

Sinceramente, meus amigos, o varejo físico não morrerá desde que seus proprietários entendam que ser digital e estar atualizado com o sistema logístico em todo território não é uma opção: é obrigação.

Por fim, minha sincera opinião é quem as lojas devem buscar a REAL transparência da política comercial de seu seus fornecedores e desta forma definir o que é melhor ou não para cada um.

A exposição deste assunto na Música & Mercado foi para levantar esta importante questão: política transparente e a realidade no ‘novo normal do varejo’. A política do ‘me engana que eu gosto’ não cabe mais num mundo digital.

Gastem energia com aquilo que transforma você e seu negócio, este é o caminho do presente e futuro, não do passado. Afinal, você quer ser Uber ou Taxi?

Artigos de referência

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Nota de repúdio contra venda direta ganha atenção de lojistas https://musicaemercado.org/nota-de-repudio-contra-venda-direta-ganha-atencao-de-lojistas/ Mon, 05 Jul 2021 14:05:49 +0000 https://musicaemercado.org/?p=83564 Lojistas em Grupos de WhatsApp do setor manifestam-se contra fornecedores que praticam a venda direta Neste domingo, dia 4 de julho, centenas de lojistas começaram a compartilhar uma nota de repúdio (datada do dia 5 de julho) contra venda direta de fornecedores. A nota diz “Os lojistas brasileiros de instrumentos musicais, áudio profissional, iluminação e […]

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Lojistas em Grupos de WhatsApp do setor manifestam-se contra fornecedores que praticam a venda direta

Neste domingo, dia 4 de julho, centenas de lojistas começaram a compartilhar uma nota de repúdio (datada do dia 5 de julho) contra venda direta de fornecedores.

A nota diz “Os lojistas brasileiros de instrumentos musicais, áudio profissional, iluminação e acessórios, manifestam TOTAL REPÚDIO aos fornecedores/fabricantes que realizam vendas diretas para clientes finais através de site próprio e/ou marketplace causando prejuízos consideráveis aos lojistas em geral” (SIC).

Em conversa com varejistas, a Música & Mercado apurou que a falta de política comercial de preços mínimos anunciados, além da prática da venda direta ao consumidor estão entrando em linha de choque com o varejo físico. Com a melhora logística e Estados ‘paraísos fiscais’, como Santa Catarina e Espirito Santo, por exemplo, a preocupação está no crescimento vertiginoso de poucos varejos e os demais, espalhados pelo interior do Brasil, servindo apenas como showroom para vendas virtuais alheias.

“Empresas tradicionais estão matando o comércio fisico com a venda direta. O lojista honesto está espremido. Nós servimos de vitrine para que eles (fornecedores ou suas lojas escondidas) vendam direto”, reclama o proprietário de uma loja em São Paulo que pediu para não ser identificado. 

Já um lojista do Rio de Janeiro disse: “Há fornecedores com produtos exclusivos no site deles, mas não fornecem para as lojas”.

Dentro da nota de repúdio, o texto reforça: “Reiteramos a importância das lojas físicas, que através das vitrines e equipes de vendas, prestam milhares de atendimentos todos os dias, apresentando novidades, demonstrando o funcionamento dos produtos, esclarecendo dúvidas, enfim, promovendo ao cliente a experiência musical, imprescindível ao nosso mercado” (SIC). 

Para o presidente da ANAFIMA –  Associação Nacional da Indústria da Música, Daniel Neves, “A política comercial entre fornecedor e varejista necessita ser a mais transparente possível para evitar frustrações e desempenho de capital em produtos que não terão condição de giro”, explica.

Lojistas debatem boicote

Dentro dos grupos de WhatsApp a palavra mais citada tem sido ’boicote’ aos produtos e marcas que estão causando dano ao varejo. Uma lista com os fornecedores começou a circular. 

“O modelo B2B2C é uma realidade em todo o planeta, mas cuidar das lojas é tarefa de todos nós. É no varejo físico que a emoção com o instrumento se conclui. Não podemos desidratar o comerciante, a hora é de reestabelecer a confiança”, finaliza Neves.

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Loja: O Acústico cresce em vendas on-line e reforma loja física https://musicaemercado.org/loja-o-acustico-cresce-em-vendas-on-line-e-reforma-loja-fisica/ Mon, 14 Jun 2021 12:38:17 +0000 https://musicaemercado.org/?p=81385 Com experiência no segmento on-line, a pandemia trouxe crescimento para as vendas d’O Acústico, levando à expansão da loja física e à organização dos setores para oferecer melhores serviços aos clientes. Localizada no bairro de Vila Guilherme, São Paulo, O Acústico nasceu em setembro de 2015, criado por Bruno Marcel Melo Ramires, proprietário. Antes da […]

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Com experiência no segmento on-line, a pandemia trouxe crescimento para as vendas d’O Acústico, levando à expansão da loja física e à organização dos setores para oferecer melhores serviços aos clientes.

Localizada no bairro de Vila Guilherme, São Paulo, O Acústico nasceu em setembro de 2015, criado por Bruno Marcel Melo Ramires, proprietário. Antes da loja, em 2014, Bruno trabalhava na Cajon Pithy, na administração da fábrica e no setor comercial. “Assim que saí, peguei o meu acerto na Cajon e comecei o meu varejo on-line. No começo, tínhamos outro nome e vendíamos produtos que não eram instrumentos musicais. Um ano após o início desse trabalho, nasceu a loja O Acústico”, relembra Bruno.

Depois de quatro anos da abertura da loja física, alugaram o imóvel ao lado e se estabeleceram no ambiente virtual, que até hoje é o seu forte. 

Bruno Marcel Melo Ramires

A loja acaba de passar por uma remodelação, apesar da pandemia, o que trouxe ainda mais crescimento. “Como nosso trabalho sempre foi mais voltado para o on-line, em 2020 tivemos um boom de vendas durante todo o ano, principalmente nos meses em que todo o comércio físico estava fechado. Junto desse crescimento sentimos a necessidade de aumentar o nosso espaço físico e organizar ainda mais a nossa operação, que tinha aumentado muito.”

Com a ampliação da loja, conseguiram organizar melhor os setores e a exposição dos produtos no showroom: o térreo ficou somente para instrumentos de corda, teclado e áudio, e o primeiro andar, todo dedicado à percussão e bateria. A loja conta também com estúdio de fotografia para produtos, um setor destinado à embalagem e expedição dos envios diários e vagas de estacionamento para os clientes.

Pandemia e estratégias

Bruno conta sobre a experiência durante os primeiros meses da pandemia. “Assim que ficamos sabendo que fecharia tudo, foi um susto, uma grande incerteza. Cancelamos pedidos que ainda não tinham sido faturados pelos fornecedores, metade dos funcionários começou a trabalhar de casa. Mas de repente vimos que seria o contrário: as vendas cresceriam muito e estávamos preparados para isso. Temos um excelente relacionamento com as principais marcas com que trabalhamos e isso também nos ajudou muito nesse momento. Tínhamos o produto e toda a operação para entregar na casa do cliente, com rapidez e segurança.”

Um fator que ajudou nesse último ponto foi a implantação da entrega via motoboy no mesmo dia para São Paulo – Capital.

As marcas

A loja trabalha com as principais importadoras de instrumentos e acessórios, como  Izzo, Musical Express, Habro, Tagima, Giannini, Di Giorgio, ProShows, Sonotec, WMS e Hayamax.

“Nosso foco principal está na indústria nacional, com a qual fortalecemos nossa parceria e conseguimos ter uma relação mais próxima, e, consequentemente, melhores negócios. O que conta muito, em minha opinião, é o respeito por ambas as partes, em que um valoriza o outro. Assim, conseguimos ter um poder de venda maior com essas marcas, como Rozini, Torelli, Contemporânea, Baquetas Liverpool, entre outras.”

“Buscamos também produzir e distribuir instrumentos e acessórios diferentes no mercado, produtos artesanais e regionais. Alguns itens são feitos exclusivamente para a nossa loja, carregando o nosso logotipo, como o nosso lançamento, o Drum Set Cajon.”

O Drum Set Cajon é um acessório três em um feito no Brasil. Possui haste para prato com ajuste de altura, efeito de ganza (chocalho) e efeito de platinelas. Com esse kit, que cabe dentro da própria bag do cajon, é possível economizar espaço e peso. O braço é articulado, possibilitando ajustar a posição do prato, na distância e na altura. O kit acompanha uma placa com adesivos autocolantes e velcro, que será possível adicionar do lado direito ou esquerdo do cajon, podendo ser usado por destros e canhotos.

Como funciona o setor de lutheria na loja?

O Acústico tem um setor de lutheria que presta serviços de manutenção e regulagem de instrumentos de corda e percussão. A lutheria analisa e ajusta, quando necessário, todos os instrumentos de corda vendidos pela loja. “Nossa lutheria disponibiliza também o serviço de motoboy, que retira o instrumento na casa do cliente, executa o serviço na loja e depois entrega no mesmo local”, detalha Bruno.

O mercado hoje e amanhã

Ainda que as vendas on-line não tenham parado, Bruno sente que o consumo do setor está bem lento. “Nosso público, principalmente o profissional, está enfrentando grandes dificuldades, mas vejo um futuro promissor. Estamos fazendo diversas mudanças na empresa para conseguir manter nosso crescimento anual. Acredito que, com a vacinação da população, os shows e bares irão retomar suas atividades e o músico poderá voltar a trabalhar e a consumir nossos produtos.”

“A pandemia deu uma acelerada no processo de vendas on-line, que ainda parecia não ser fundamental para alguns negocios, mas que agora faz todo o sentido. Acredito que cada vez ficará mais difícil viver somente do comércio físico.”

“O Brasil tem muito a crescer no setor de instrumentos musicais. Com a fomentação da cultura e da musicalização infantil, principalmente nas escolas, teremos no futuro mais músicos iniciantes do que temos hoje. Sempre investimos nesse sentido. Nos últimos meses, realizamos, junto com a Torelli Musical e o Cifra Club, diversas videoaulas grátis de bateria e percussão, e lançaremos novas aulas em breve”, finalizou Bruno.

Mais informações no site, Facebook ou Instagram da loja O Acústico.

 

 

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6 estratégias para empresas tradicionais melhorarem o posicionamento na internet  https://musicaemercado.org/6-estrategias-para-empresas-tradicionais-melhorarem-o-posicionamento-na-internet/ Mon, 17 May 2021 12:19:02 +0000 https://musicaemercado.org/?p=80983 Veja aqui seis dicas para que empresas tradicionais aprendam como estarem presente no meio digital e conquistarem o consumidor 4.0. Mesmo antes da pandemia, empresas tradicionais de diferentes segmentos já buscavam se posicionar no meio digital com objetivo de alcançar o consumidor 4.0. Agora, mais do que nunca, elas desejam se posicionar melhor na internet […]

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Veja aqui seis dicas para que empresas tradicionais aprendam como estarem presente no meio digital e conquistarem o consumidor 4.0.

Mesmo antes da pandemia, empresas tradicionais de diferentes segmentos já buscavam se posicionar no meio digital com objetivo de alcançar o consumidor 4.0. Agora, mais do que nunca, elas desejam se posicionar melhor na internet diante de concorrentes que já nasceram digitais. 

“Não há segmento que não tenha observado o quanto é necessário inovar para manter a competitividade e, principalmente, o ritmo de vendas. E em um cenário onde o sentimento pelas marcas está cada vez mais líquido, o desafio de impressionar o novo consumidor com criatividade tornou-se imprescindível à continuidade dos negócios. Mas para isso, é preciso se fazer presente no mundo digital”, afirma Marcos Custódio, diretor de novos negócios da WebPeak, empresa especializada em SEO (Search Engine Optimization). 

Para ajudar as empresas a se posicionarem melhor digitalmente, o executivo preparou uma lista com seis dicas infalíveis. Confira: 

1 – Analise os Backlinks dos concorrentes 

Na prática, significa que é fundamental entender quais são as estratégias utilizadas pelas empresas que estão mais bem posicionadas no ambiente digital. Hoje, é possível analisar todas as métricas dos domínios onde estão listados seus competidores com a ajuda de tecnologias avançadas de SEO. “Por meio desta análise, a empresa consegue obter um check-list com todas as páginas que potencialmente podem prejudicar seu projeto, e assim tomar melhores decisões”, explica Custódio. 

É interessante também avaliar as métricas externas do seu próprio site para detectar pontos de melhoria. “Todos os dados contribuem para a compreensão dos posicionamentos e na definição de novas estratégias”, diz ele. 

2 – Conte com uma ferramenta de apoio às palavras-chave 

As palavras-chave corretas são muito importantes para elevar o posicionamento digital de uma empresa. Por isso, contar com uma ferramenta dedicada para a obtenção de ideias e sugestões dos melhores termos de pesquisa é fundamental. “Uma tecnologia avançada vai mostrar as tendências de pesquisa com geolocalização, além de fazer a análise de competição e dificuldades destes termos”, afirma o especialista. 

3 – Conheça profundamente como seu site é mencionado na internet 

Para que um posicionamento digital seja bem-sucedido, é preciso conhecer a fundo como está a popularidade da sua empresa no universo online. Será que as menções feitas ao seu negócio são positivas? E caso negativo, quais são as críticas? 

O ideal é contar com uma ferramenta que propicie um dashboard em tempo real de tudo o que é falado a seu respeito, por meio de marcações e hashtags. Assim, além de ficar informado sobre sua reputação, é possível corrigir rotas, mudar discursos, criar campanhas que melhorem seu desempenho na internet. 

4 – Tenha o Google Analytics como aliado 

Para atingir o topo de todos os buscadores, uma dica primordial é trabalhar de maneira integrada ao Google Analytics, obtendo informações essenciais para seu projeto. “Hoje, o Google Analytics é fundamental para monitorar o tráfego de qualquer site – seja um blog ou uma loja virtual, por exemplo”, esclarece Custódio. O objetivo principal é entender os comportamentos dos visitantes ao navegarem pelas páginas do seu site e, mais uma vez, tomar as melhores decisões. 

5 – Crie conteúdos relevantes com número ideal de caracteres 

Sua empresa criou um blog, mas não recebeu o retorno esperado? Isso pode ocorrer por muitas razões e uma delas é o volume de caracteres nas páginas. 

É importante digitar o texto com controle de número de caracteres, palavras e densidade de palavras-chave. Existem sistemas que ajudam na criação de conteúdos cada vez mais relevantes, como por exemplo títulos que costumam ser mais atraentes para o público, e que monitoram a quantidade de caracteres ideias para o SEO. 

6 – Busque apoio de uma auditoria técnica para verificar seu site e dos concorrentes 

Este é um recurso importante para detectar problemas de maneira ágil e correr atrás do que precisa ser melhorado. É muito importante contar com dados completos sobre o fluxo do seu site na internet, mas para isso o ideal é buscar no mercado uma auditoria técnica que suporte você com relatórios completos e detalhados. “Ter um fornecedor de renome faz toda a diferença. É um investimento que trará excelentes frutos no futuro”, finaliza Custódio, lembrando que a tecnologia WebPeak reúne todos estes recursos e tem suporte ao mercado brasileiro.

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