AES 2013: Feira fecha sua edição com presença maciça de estrangeiros

AES 2013: Feira fecha sua edição com presença maciça de estrangeiros

por 10/05/2013

Além do aumento da área de exposição e visitantes, e do sucesso das palestras, o destaque da feira também ficou por conta da enorme quantidade de participantes internacionais

Encerrou-se ontem (09/05), às 18hs, a 17ª edição da AES Brasil Expo 2013, com otimismo pelos resultados alcançados. De acordo com o presidente da AES, Armando Baldassara, mesmo ainda sem os números oficiais, foi possível observar um crescimento em torno de 10%, tanto na área e quantidade de expositores quanto na visitação.

Outro destaque ressaltado por Baldassara foi o de que a feira, além de ser referência em profissionalização com o Congresso e palestras, “Nossa vocação principal”, foi de o evento ter se demonstrado também focado na parte comercial. “Na conversa com os expositores você percebe a satisfação, que negócios foram feitos”, disse em entrevista à comunicação da entidade.

Um diferencial da feira deste ano foi a enorme presença de representantes estrangeiros. Apesar de em 2012 a feira ter tido a participação da Danish Sound Technology Network, organização dinamarquesa de áudio, iluminação e broadcast, nunca se viu tantos representantes internacionais como na edição de 2013.

Além da presença de Association of Professional Recording Services, APRS, associação de áudio e broadcast britânica que trouxe oito empresas do reino unido para expor na feira e fazer as conexões necessárias para entrar no mercado brasileiro, os corredores estiveram repletos de representantes internacionais de diversas marcas e empresas. Entre eles, Javier Ocampo, gerente de vendas para América Latina da Beyerdynamic; Jerry Colmenero, presidente da Oso Colmenero; Chris Adams, presidente da SSI, Peter Filleul, diretor executivo da APRS; Alexander Schek, vice-presidente para América Latina e Caribe da Sennheiser; Paola Abregu, coordenadora de marketing para AL da Robe; Adam Place, CEO da Nu Design; e muitos outros, assim como os brasileiros que possuem empresas fora do País ou cargos internacionais em grandes marcas como Helio Garbin, gerente de vendas regionais para América do Sul da Shure; e Daniel Salomão, CEO da Italo Trading. 

Para o presidente da AES, a explicação para a maciça presença estrangeira na feira vai além dos jogos esportivos que ocorrerão no Brasil nos próximos anos. “A maré está muito favorável para o mercado brasileiro. Não serão só os grandes eventos que ocorrerão por aqui, mas também por conta de toda a demanda gerada por eles em infraestrutura  de aeroportos, hoteis… Aliando-se a isto o baixo desempenho da Europa e dos Estados Unidos no segmento. Assim, o mundo olha para o Brasil dentro do Bric como um país que faz a diferença”, explicou Baldassara.

Tuka, como é conhecido Baldassara, que é proprietário de uma das maiores empresas de locação de sistemas de áudio do País, a Tukasom, ainda disse que o mercado ainda tem muito potencial para crescer  e estipulou o valor atual movimentado no setor em torno de 3 bilhões de reais.

Os números oficiais desta edição da AES Brasil Expo ainda não foram divulgados, contudo, a observação foi clara, a feira realmente deu o que falar e em mais de um idioma.