Import Music abre filial no Brasil

Import Music abre filial no Brasil
setembro 15 08:15 2017

Empresa Argentina com escritórios no Chile, Peru, Colômbia e Miami, a empresa abre filial no mercado brasileiro com um interessante catálogo de marcas representadas

import music brasil

Alfredo Campanelli, CEO da empresa

A Import Music Brasil é um projeto que começou a ser planejado há vários anos, mas foi concretizado mais recentemente. “O Brasil é um país muito querido por todos nós, muito musical e alegre, mas onde os músicos vêm sofrendo políticas de preços muito elevados, que os afastam dos instrumentos e equipamentos que sonham em adquirir. A Import Music é uma companhia

que nasceu em 1980 justamente para pôr ao alcance dos músicos as melhores marcas de instrumentos com os preços mais baixos possíveis”, contou Alfredo Campanelli, CEO da Import Music.

Os novos escritórios no Brasil ficam em Pinheiros, São Paulo, contando com um pequeno showroom onde as lojas e músicos profissionais poderão receber um tratamento personalizado.

A lista aumenta constantemente, mas as marcas com que começarão a trabalhar são, em percussão, Premier, Paiste e Techra. Em guitarras, violões e baixos, D’Angelico New York, Encore e Fret King. Em ukeleles, Kala, marca que domina mais de 50% do mercado total de ukeleles e lançou o revolucionário U-Bass, que em um tamanho muito pequeno e a um preço acessível logra o som de um contrabaixo. Em violões espanhóis, Alhambra. Em sintetizadores e controladores, Roli. Em sopro e bronzes, Odissey. Em estruturas, palcos, suportes e cases, Event-Brother. Em suportes, Stay Music e Hamilton. Em capas para instrumentos, Madarozzo by Martin Ritter. Em correias, Levy’s e Right On!. Em palhetas, capos e cabos, D’Andrea. E haverá outras em breve.

Modelo on-line

Apesar de o mercado brasileiro parecer um pouco parado por diferentes motivos, como recessão, endividamento, altos preços e falta de um serviço atualizado de aprovisionamento, a empresa planeja contribuir com um processo de modernização e adequação às normas internacionais.

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“As altas margens que redundam em preços exorbitantes e longos prazos de pagamento, regras de jogo seletivas e uma alta dependência das visitas pessoais de vendedores ou viajantes tiram o dinamismo do negócio”, opinou Alfredo.

import music brasilTendo isso em mente, a Import Music Brasil apresentará um modelo de negócios baseado em internet que “contribuirá para superar esses problemas”. No site da empresa, os lojistas disporão de estoque atualizado a todo instante e um serviço de reserva de produtos 24 horas, todos os dias, incluindo feriados, bem como informações completas sobre produtos, com fotos, vídeos e links para os sites oficiais, mais um layout amigável, inclusive para aqueles que não estejam familiarizados com os produtos, os quais podem ser encontrados por marca ou por tipo.

Os clientes também poderão consultar on-line sua conta, pedidos pendentes e chegada de produtos, entre outros serviços. Por outro lado, os consumidores poderão cadastrar suas compras on-line para dispor de garantia oficial e ver quais lojas têm em estoque o produto que procuram. Desse modo, os lojistas também poderão vender seus produtos mais rápido.

Base nas lojas

A Import Music Brasil não trabalhará com representantes, mas com uma experiente equipe de profissionais com muitos anos no mercado da música, que, graças à tecnologia aplicada pela empresa, poderá fornecer um serviço de excelência em tempo real para todo o País. “É como se cada loja tivesse um executivo de vendas designado só para ela, 24 horas por dia. Todas as lojas do País terão acesso aos nossos produtos via site”, contou o CEO.

A empresa já dispõe de uma base de dados com 3 mil lojas de música, e fechou contrato com uma companhia de logística internacional que se ocupará do transporte internacional e nacional dos produtos, assim como da estocagem e entrega. Os preços oferecidos incluem frete pago para todo o País, pelo qual as lojas terão o mesmo custo de compra, sem importar onde estejam localizadas.

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Não serão exigidos quantidades mínimas de compra, mas também não se financiarão vendas. “Assim, abrimos a concorrência a todo comércio legalmente instalado, e a exigência de pagamento à vista evitará guerra de preços, como acontece com tanta frequência em outros mercados. Entendemos que se uma loja existe é porque há consumidores que a escolhem para suas compras e, por isso, merece todo o nosso respeito. Só que também devem respeitar uma saudável política de preços com margens mais baixas que as habituais, mas uma rotatividade muito maior, que finalmente redunda em maior retorno sobre o capital investido”, detalhou.

“Sabemos que a situação de muitas lojas é complexa, que muitas estão endividadas e outras fecharam suas portas. Sabemos que o mercado está sofrendo e queremos humildemente contribuir. Queremos que nos conheçam, que comprovem os benefícios de operar conosco e com um sistema de trabalho como o nosso. O resto virá por si só”, concluiu Alfredo.

 

 

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