Expomusic 2012: resumão primeiro dia

Expomusic 2012: resumão primeiro dia
setembro 19 20:24 2012

Começou a maior feira de instrumentos musicais e áudio da América Latina. Leia um panorama sobre as novidades e números das estreia do evento

Loucura total: esta é a frase que resume o primeiro dia da Expomusic 2012, recém-encerrado. As duas palavrinhas referem-se tanto à quantidade de lançamentos na feira, quanto ao número de visitantes e ao de estrangeiros, que assim como em 2011, estão participando ativamente desta edição.  

As mudanças de marcas também deram o tom das surpresas do dia. Entre elas, a Kurzweil na Equipo, sendo apresentada com a nova distribuidora, exclusivamente, no primeiro dia da feira.

Também vale lembrar outras marcas que mudaram de mãos, como a Meinl, agora na Liverpool; a Latin Percussion, na Musical Express, as oito novas macas da Habro – como Godin, Walden e PRS -; entre outras.

Destaques ainda para as novas marcas que chegaram ao território nacional: como a Nagano, marca de bateria lançada pela Tagima – que, acredite, colocou um ônibus dentro do pavilhão -; a ENGL, EBS e Mayones, da Odery Imports; e a NS Design, da Washburn do Brasil, de volta à feira.

Lançamentos, são centenas. E só aqui, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP, os lojistas e visitantes poderão conferir produtos inéditos, como os amplificadores da Fuhrmann, por exemplo. Outra novidade é o sistema sem fio da Sennheiser XS Wireless, que além da facilidade de uso, buscam frequencias disponíveis automaticamente. Vale citar também a tecnologia Thunderbolt, da Avid, que permite conexão tanto para PC quanto para Macs.

Neste primeiro dia também foi apresentado ao mercado o novo CEO da Studio R/ Nashville, José Fantin que antecipou uma nova ‘Studio R’ daqui a dois anos com as ações que serão implantadas a partir de agora – entre elas a entrada em novos nichos de mercado. 

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Synésio Batista da Costa, presidente da Abemúsica, produtora da Expomusic ao lado da Francal, está animado com o potencial desta edição. Entre os pontos destacados por ele para a Música & Mercado, estão a consolidação da interação de aplicativos para smartphones e instrumentos e áudio; o reforço do enfoque das expositoras com instrumentos direcionados à música nas escolas; e, sobretudo, a inexistência de animosidade entre os nacionais e importados. “O mercado amadureceu. Foi na ‘madrugada’, mas a maioria fabrica na China. Agora o mercado está ajustado e se desenvolvendo”, disse.  Ele ainda acrescentou que, em três anos, os instrumentos nacionais irão para 30% de share  no mercado, “hoje são 10%”, conclui. 

Amanhã tem mais.

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